8/5/2017

Justo na estréia do segundo filme do Al Gore, a Mãe Natureza ri da cara dos aquecimentistas:

http://www.dailystar.co.uk/news/latest-news/611671/ice-age-britain-freeze-climate-change-weather

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Um terço do eleitorado francês não quis votar. Onde a Le Pen errou? Embora enquadrada pela mídia no estereótipo da “extrema direita”, ela não foi direitista o bastante. Que cristão haveria de votar numa direita abortista e gayzista?

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É quase inacreditável. Depois das imensas passeatas anti-aborto em Paris, o eleitorado católico não teve quem o representasse na eleição.

Thomas Dresch Defender o aborto e receber grana do Putin condenou a carreira política de Le Pen à morte.

Bem que a sobrinha da Le Pen, Marion Maréchal-Le Pen, avisou, mas a tia não quis ouvir. Quis ser moderninha e tomou.

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Cada milímetro que a direita cede à esquerda corresponde a mais meio metro de pica que entra no seu cu.

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Católicos, por mais que desejem se livrar dos muçulmanos, simplesmente NÃO PODEM votar em abortistas. É o óbvio dos óbvios.

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Cada vez que um direitista quer parecer menos direitista, ele fica mais parecido com um avestruz com a bunda à mostra.

Ricardo Roveran Professor estou atormentado por uma dúvida cruel: Quando um assalto acontece, a culpa é da sociedade ou da arma?
Olavo de Carvalho É da propriedade privada. Se ela não existisse, ninguém seria assaltado. A culpa é de quem acha que o que é dele é dele.

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Num mundo normal, a esquerda é esquerda e a direita é direita. Quando a direita cede aos esquerdistas o direito de defini-la, e depois vai um pouco à esquerda para escapar da definição, ela JÁ tomou no cu. Uma eleição só serve para pagar o aluguel da pica.

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Os únicos países europeus que derrotaram realmente o comunismo são aqueles com uma maioria católica intransigente: Hungria, Polônia e Itália. A experiência histórica deveria ensinar alguma coisa.

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Leiam o livro de Luigi Gedda: “18 aprile 1948. Vaticano segreto”. É a história de como os católicos quebraram a espinha do comunismo na Itália.

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Antonio Gramsci ensinava que o único obstáculo sério ao comunismo era a Igreja Católica. Que é que falta para os católicos entenderem que o anãozinho malvadinho tinha razão?

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Em épocas anteriores, os católicos sabiam o que fazer com Papa ou sem Papa. Depois do Concilio Vaticano II, parece que estenderam a infalibilidade papal a todos os domínios. A revolta modernista contra a hierarquia virou, hegelianamente, uma subserviência canina.

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É mais ou menos como a revolta feminista. A dona se volta contra a autoridade do marido e, para mostrar que é independente, entra no Exército para bater continência, dizer “amém” ao sargento e levar pito caladinha.

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É também como a história do Brasil: o pessoal se revoltou contra a autoridade do Imperador para depois se submeter durante cem anos a ditadores ora militares, ora civis.

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Derrubaram o governo militar para depois aguentar caladinhos mais prepotência e mais censura do que nunca.

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A boa política é aquela que se faz aos pouquinhos, sem proposta geral nenhuma. Tudo o mais é pica enfezada que volta ao próprio cu.

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Hoje em dia cada candidato presidencial tem de vir com uma “proposta de um novo Brasil”. Eu adoraria eleger um presidente que se contentasse em governar o Brasil que existe.

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Dois dos nossos melhores presidentes foram Eurico Gaspar Dutra e Itamar Franco. Nenhum dos dois tinha a menor idéia do que iria fazer na presidência além de presidir.

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Estou consciente do acerto das minhas análises e previsões. O Jeffrey Nyquist, o Gabriel Liiceanu, o Martin Pagnan, o Vladimir Tismaneanu e outros intelectuais de primeira ordem dizem que elas poderiam ser muito úteis nos EUA e na Europa. É uma ironia da História que tenham sido escritas numa língua do Terceiro Mundo, mas eu creio firmemente que SÓ desde um país periférico é possível enxergar com clareza a situação global. Ser um zé-mané é uma boa garantia contra muitas ilusões.

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No comments:

https://www.infowars.com/rape-legalization-gains-ground-amid-migrant-influx-in-europe/

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Quer fazer um vídeo? Faça, mas, por caridade, entre direto no assunto. Sem vaselina preliminar.

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Recomendado:

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Hegel adoraria ver isto. A gritaria feminista contra uma inexistente “cultura do estupro” na América virou leniência e depois apoio explícito à verdadeira cultura do estupro na Europa.

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Onde estão aqueles mandarins intocáveis que no começo dos anos 90 empinaram seus narizinhos anunciando o fim próximo da minha fugaz existência literária? Desapareceram, apagaram-se como vagalumes senis e nunca mais deram as caras. Talvez nem mesmo as bundas.

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Dica do Josias Teófilo

http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/viver/2017/05/08/internas_viver,702674/programacao-cinepe.shtml

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 Elton Mesquita Você escreve muito bem. Vá em frente. Divulgarei sempre que puder.

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De fato, na cabeça dele não há nenhuma.

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Platão, na “República”, já ensinava que uma elite unida e organizada pode sufocar qualquer revolta popular. Os governos só caem quando a elite se divide.

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Não há nada de estranho em que um empregadinho da Merkel celebre sua vitória eleitoral ao som de música alemã em vez do hino do seu próprio país.

Rodrigo Magalhaes Será que é uma repetição do governo de Vichy?
Olavo de Carvalho Pior. Petain cedeu ante a força, Macron oferece o cu nacional com satisfação.

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Macron é inimigo declarado da França, como Obama é inimigo declarado dos EUA.

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Agradeço a Diego Pessi e Leonardo Giardin da Fonseca a remessa do seu livro “Bandidolatria e Democídio. Ensaios sobre Garantismo Penal e a Criminalidade no Brasil” (São Luís, MA, Resistência Cultural, 2017). Pela primeira vez, aí, a chamada “política nacional de segurança pública” é descrita em sua verdadeira dimensão, que é a do genocídio puro e simples — ou, para usar a expressão mais exata do Prof. R. J. Rummel, “democídio”: a liquidação sistemática de um povo pelo seu próprio governo. 
Não há, no Brasil, assunto mais importante e urgente. A proteção judicial aos criminosos, mal camuflada sob mil eufemismos abjetos, resulta no assassinato de aproximadamente setenta mil brasileiros por ano, sob o olhar complacente — e na verdade cúmplice — da classe governante inteira. 
O “direito à vida”, neste país, simplesmente cessou de existir — não para os nascituros, mas para os já nascidos. Permanecer vivo ou ser abatido a tiros ou facadas por um assassino coberto de proteção legal e afagos da mídia é apenas uma questão de sorte ou azar. Presidentes da República, ministros, juízes de qualquer instância, jornalistas e donos dos meios de comunicação não estão NEM UM POUCO preocupados com isso. São todos criminosos, todos assassinos, todos genocidas ou democidas. A casta governante do Brasil não merece nenhuma deferência, nenhum respeito, muito menos obediência. A ruptura entre governo e povo é total e irreversível. Um dos dois morrerá. Até agora, tem sido o povo.
Parabéns aos autores deste livro por terem furado a camada de desconversas e dado aos fatos os seus verdadeiros nomes.

Leonardo Giardin de Souza Sem palavras para agradecer, professor Olavo de Carvalho! Saiba que sem o senhor, essa obra JAMAIS poderia existir. Idem velle, et idem nolle!
Diego Pessi Obrigado, professor Olavo de Carvalho! O mérito desta obra é todo do COF!
Olavo de Carvalho Obrigadão.

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Liberar a aquisição de armas pelo povo — sem restrições, sem entraves burocráticos, sem nhem-nhem-nhém — é a ÚNICA maneira de salvar as vidas de dezenas de milhares de brasileiros. Não me venham com “políticas de segurança”, com “planos de integração”, com toda essa conversa mole capciosa e assassina que já se desmoralizou por completo. Povo desarmado é povo assassinado.

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Daqui a uns anos, a maior atração culinária de Paris serão os quibes. Sem contar o fato de que para alguns eles são atração erótica.

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Só voltarei ao Brasil — se voltar — quando as armas forem liberadas sem muita frescura burocrática. Só morto me desfaço da minha coleção de rifles, símbolo vivo da glória de morar na querida Virginia.

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Quando mudei para cá, pensei em adotar a língua inglesa. Aí comprei um Dicionário Oxford e, quando vi o tamanho do bicho em seus vinte volumes, me assustei e desisti. Foi bom. Quanto mais virginiano me torno, mais brasileiro. Escrevo umas coisinhas em inglês, mas é inglês de congresso, impessoal e insosso. Nunca me senti tão à vontade na língua portuguesa do Brasil quanto agora.

A língua inglesa é absurdamente rica de palavras e absurdamente pobre na sintaxe.

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O inglês é uma língua tremendamente poética e musical. Não espanta que a Inglaterra e os EUA tenham os melhores poetas. Mas continua sendo uma língua na qual uma frase de mais de três linhas já se torna quase incompreensível, ao passo que no português ou no alemão você pode escrever períodos de quinze, vinte linhas sem perder a unidade do raciocínio.

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Uma coisa que notei aqui é que no curso secundário a criançada aprende MUITO MENOS matemática do que no Brasil, e MUITO MAIS LINGUAGEM. 
A Leilah e o Pedro riam das aulas de matemática na high school. Para compensar, leram ali mais literatura do que a média dos PROFESSORES de Letras no Brasil.

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A língua inglesa do “small talk” americano é incrivelmente rica de nuances praticamente intraduzíveis, e o vocabulário de qualquer caipirão Redneck ou negão é de fazer inveja a universitários brasileiros.

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Essa foi uma das muitas experiências que me confirmaram que o domínio da linguagem é mais importante para o desenvolvimento da inteligência do que o treinamento matemático. 
Os chineses são ótimos em matemática e ciências não porque estudem essas coisas desde pequenos, mas porque, para começar a ler e escrever na sua língua, é preciso ter decorado pelo menos cinco mil caracteres.

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A primeira experiência que me chamou a atenção para essas coisas foi quando, muitos anos atrás, vi um anúncio de “escort girl” nestes termos:
SUSAN – THE EPITOME OF FEMINITY.
Um povo no qual as putas sabem o que é “epítome” tem, com certeza, um especial talento linguístico.

 P. S. Susan era “independent escort”. Não foi nenhum cafetão que escreveu o anúncio para ela.

 

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Uma civilização superior

“Uma civilização superior não é aquela que consegue destruir os seus inimigos, mas a que é capaz de absorvê-los e acomodá-los como partes dela. Vocês conseguem imaginar a civilização islâmica absorvendo e acomodando em si a ciência ocidental, a tecnologia ocidental, a literatura ocidental, a arte ocidental como os bárbaros europeus absorveram o legado grecolatino e asiático? Imaginam meninos muçulmanos lendo Rabelais, Flaubert e Henry Miller nas escolas? Imaginam multidões de senhoras de burqa apreciando numa galeria as artes figurativas ocidentais, que sua religião proíbe? Imaginam um governo islâmico preservando os vitrais das catedrais góticas e o legado inteiro da arte sacra européia como valiosos patrimônios civilizacionais? Essas coisas não acontecerão nunca. Imaginam aos governos muçulmanos publicando e divulgando as grandes obras da mística cristã como a Europa publica e divulga as da mística islâmica? O Islam só pode crescer destruindo, suprimindo e proibindo, como sempre fez. E não venham me falar das belezas da filosofia islâmica, da mística islâmica etc. Essas coisas são admiráveis e existiram, mas banidas da vida pública e só cultuadas em círculos fechados, quase sempre vistos com suspeita pelas autoridades (leiam Al-Ghazali). A civilização islâmica não absorve nem sequer o que ela mesma produz de melhor. A islamização da Europa será a maior supressão de valores civilizacionais que já se viu no mundo.”

7/5/2017

Atenção:

http://nypost.com/2017/05/06/medical-studies-are-almost-always-bogus/?sr_share=twitter&utm_campaign=SocialFlow&utm_medium=SocialFlow&utm_source=NYPTwitter

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A primeira vez que dei um curso sobre “História das Estratégias Comunistas” foi, se bem me lembro, em 1993 no Rio de Janeiro (a Stella Caymmi deve lembrar a data certa). Muito da aula de ontem do COF foi um condensado desse curso.

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Rodrigo Jungmann Prof Olavo de Carvalho, a história registra algum caso bem-sucedido de contrarrevolução cultural contra a esquerda?
Olavo de Carvalho Sim. Na Hungria, na Polônia e na Itália.

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As similaridades estruturais entre as epopéias religiosas de várias épocas e civilizações são ao mesmo tempo esclarecedoras e enganosas. Esclarecedoras quanto aos limites da imaginação narrativa, ao simbolismo natural e a certas constantes da mente humana. Enganosas quando tentamos obter delas uma espécie de super-religião universal. Porque, similares entre si na sua estrutura e no retorno de alguns símbolos primordiais, algumas delas são verdadeiras e outras falsas, objetivamente, e não é possível alcançar nenhuma verdade superior misturando simplesmente verdades e falsidades. Seria mais ou menos como escrever a história de um país fundindo, numa só narrativa e no mesmo plano, biografias e romances.

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A “tradição primordial” de Guénon é o símbolo de certas verdades eternas que nunca desapareceram totalmente da consciência humano, ou, ao contrário, é uma entidade histórica real que se perpetua materialmente através de transmissão ritual entre homens de carne e osso? Guénon parece saltar livremente entre essas duas acepções do termo, de modo que nunca se pode provar nem refutar satisfatoriamente nada do que ele diz a respeito.

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Se tomada como símbolo, a Tradição primordial é de certo modo a espinha dorsal da história humana, “quod ubique, quod semper, quod ab omnibus creditum est”. Tomada como realidade histórica, é uma poeira de fragmentos e suposições alucinantes.

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Quando até o Arruinaldo Azevedo e o Pe. Renato Coelho iluminam a nossa inteligência com suas opiniões taxativas sobre a obra de René Guénon, é o caso de a gente pensar que Catolé do Rocha se tornou uma nova Atenas.

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Conheci um engenheiro indiano que, com umas décadas de experiência no nosso país, concluiu:
— O problema do Brasil são os pseudo-intelectuais.

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O mais engraçado de tudo é saber que o igrejó guénoniano existente em São Paulo me considera anátema pelo menos desde a década de 80,

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No Brasil, todo debate público ou privado é uma competição entre poses de boniteza. O parecer mais qualificado que aí se ouve é:
— Mãe, ói eu.

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Quanto mais primitiva, rombuda e tosca é a mente do cidadão, mais ele precisa emitir opiniões taxativas e finais com a brevidade lacônica requerida para dar-se ares de longa experiência no assunto.

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No Brasil, querer que as pessoas leiam alguns livros básicos sobre o assunto em que opinam é autoritarismo.

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Onde quer que o cristianismo tenha se tornado a influência dominante, as verdades da fé, junto com as ordens e proibições morais correspondentes, desabam sobre o indivíduo como imposições costumeiras da ordem social exterior muito antes de que seu coração tenha sido tocado por algo que se possa legitimamente chamar de “fé”. O que me pergunto é se esse tipo de pressão externa é em si mesmo uma graça concedida às almas ainda demasiado toscas para receber a verdadeira fé, ou se, ao contrário, reduzindo a religião a uma prática social sem maior significado interior, que o individuo aceita sem questionar por mera indolência intelectual, não constitui antes um embrutecimento da alma e um impedimento à descoberta da fé. Pergunto-me ainda se não pode ser ambas essas coisas, dependendo de mil variações circunstanciais que nenhuma regra geral poderia abarcar.

Leandro Steele Prof. Olavo de Carvalho, isso me leva a outra pergunta: havia, na sociedade medieval, esse tipo de pressão exterior ou ela surge com a substituição do teocentrismo pelo antropocentrismo, após o iluminismo?
Olavo de Carvalho Leandro Steele A pressão moral era muito menor, e o apelo imaginativo muito mais intenso. A era burguesa matou o apelo imaginativo e aumentou a pressão moral.

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Muitas pessoas têm ou criarão instantaneamente opiniões a respeito, mas eu ainda não consegui criar nem ter nenhuma.
Tenho só a pergunta sem resposta. E. com certeza, meras hipótese razoáveis não me contentarão, pois já me passaram pela cabeça e não resolveram o problema. Se você tem alguma, portanto, guarde-a para si.

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Esclarecendo a pergunta. Uma coisa é certa. A própria Bíblia reconhece que muitos elementos da religião, especialmente as promessas de Cristo, são chocantes e inverossímeis para a mente comum, só tornados críveis por um dom do Espírito Santo Não faz sentido, portanto, impô-los como se fossem verdades naturais e óbvias. Ninguém pode “crer” na vida eterna NO MESMO SENTIDO em que acredita no que vê e sente corporalmente. É um “crer” diferente, tingido de esperança, sustentado na confiabilidade de uma fonte remota e amparado em milagres dos quais muitos ouviram falar mas que poucos viram.

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Muitas pessoas dizem que têm fé mas não vemos nelas nenhum interesse pelos milagres. Será que são tão fortes quanto se imaginam? 
Eu, pobre de mim, perco a fé em uma semana se não leio histórias de milagres.

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Por essa mesma razão, não levo a sério nenhuma pregação que não mostre a fé como um problema, uma luta e um mistério.

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Posso ter cometido todos os pecados do mundo, mas tenho a certeza de que Jesus me reconhecerá entre aqueles que, no dizer de Pascal, “cherchent en gémissant”.

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Desculpem o tom confessional, mas, afinal de contas, isto é um diário ou não é?

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Muitos santos da Igreja defenderam idéias heréticas, que só corrigiram aos poucos, com dificuldade e muito sofrimento.
Mas, no Brasil, qualquer Zé-Mané está na ordodoxia com a facilidade de quem peida.

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O método filosófico dos Três Patetas consiste em encontrar a opinião mais aceita na mídia e chamá-la de filosofia.

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Corre por aí um zunzum de que xingo todos os que discordam de mim. Mas, até agora, NINGUÉM discordou de mim. Só me chamaram de astrólogo e disseram que não completei o ginásio. Disseram também que tenho “seguidores fanáticos”.

Entendo por discordância uma objeção formal seguida de algum esforço de prova. Até agora não vi nenhuma. Só ranhetice, fofoca e pose.

No Brasil, não gostar de um sujeito vale por uma refutação cabal das suas idéias.

Jamais contestei qualquer idéia filosófica dos Três Patetas. Apenas neguei que as tenham.

Toda e qualquer opinião filosófica é reação consciente e formal a alguma discussão que se estende há séculos. A opinião que não contém em si, explicita ou implicitamente, uma reflexão sobre o “status quaestionis”, não é uma opinião filosófica. Por isso digo que nunca encontrei nenhuma nos Três Patetas.

O Clóvis de Burros é o mais inteligente dos Três Patetas. Isso quer dizer que ele deveria inscrever-se no meu curso.

Tenho a certeza de que poderia fazer dele um filósofo. Os outros dois, não sei.

Antes de tudo, eu inscreveria os três no curso do Carlos Nadalim.

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O Macron é o Obama francês.

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Os franceses já tomaram tanto no cu que se sentiram obrigados a dizer que gostam.

Depois de se foder muito, o sujeito empina o nariz e diz que é orgulho gay.

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O crepúsculo das piruas. A muié do Macron é a imagem PERFEITA da França atual.

É tanto repuxão de botox que a fotografia dela vai sempre parar na página seguinte.

O Macron talvez não seja um motherfucker, mas que parece, parece.

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Considero esta uma questão da mais alta importância:

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Se você não faz um esforço para imaginar a salvação da alma e a vida eterna, a sua moral cristã é apenas um masoquismo terrestre que você vai querer compensar falando mal do vizinho.

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Ver a Tiffany Rene de Carvalho, já com o quarto bebê a caminho, ainda tão apaixonada pelo meu filho Pedro é coisa de derreter o coração de um pai.

Estou orgulhoso de ter dito ao Pedro, quando vi a Tiffany Rene de Carvalho pela primeira vez:
— É a garota mais bonita da América. Não deixe escapar.

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Quando lerem os e-mails hackeados do Macron, será tarde para perceber a cagada.

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Cortesia do Diego Gomes:

http://archive.is/e99fP

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Mais do Diego Gomes:

https://www.facebook.com/thierrytitouti.corporon/posts/1038704246263825?hc_location=ufi

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Últimos dias para as inscrições no curso Bases da Criação Literária, do meu amigo Rodrigo Gurgel.

Para o aspirante a escritor é a oportunidade de ampliar a consciência em relação ao seu próprio trabalho. Nesse sentido, é uma introdução — e um complemento — à Oficina de Escrita Criativa.

Indicado a todos que se interessam pelo tema: leitores, professores, críticos, estudantes de Letras, etc.


Para fechar o domingo:
Se você não faz um esforço para imaginar a salvação da alma e a vida eterna, a sua moral cristã é apenas um masoquismo terrestre que você vai querer compensar falando mal do vizinho. O de C