10.5.2017b

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O problema é que no Brasil de hoje ninguém escreve desde o coração, desde o centro vivo da sua consciência, mas desde um papel social a que busca se ajustar porque acredita que é isso o que atrai prestígio, respeito e sucesso. O Brasil está repleto de escritores de isopor.
É verdade que o idioma não vem formatado para o coração de ninguém, mas para os papéis sociais. O próprio mecanismo da linguagem convida a imitá-los.
Escritor é o sujeito que rasga esses papéis e obriga as palavras a dizerem o que ele quer, não o que elas estão viciadas em dizer.

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Assim como o pintor não usa as cores como elas vêm no tubo, mas, misturando-as, as obriga a formar novos tons que elas nem conheciam, assim também o escritor dá a cada palavra, no contexto em que a emprega, um sentido pessoal que ela ignorava por completo.

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“Donner un sens plus pur aux mots de la tribu.” (Stéphane Mallarmé)

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O saudoso dr. Carlos Armando de Moura Ribeiro, médico homeopata, quando criava as suas miraculosas e inesperadas combinações de medicamentos, comentava:
— Se um homeopata me vê fazendo isto, estou fodido.

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Aos Três Patetas, bem como a seus equivalentes femininos Márcia Tiburi, Scarlett Marton e Viviane Mosè, a historiografia do futuro creditará uma das criações intelectuais mais arrojadas e espetaculares de todos os tempos: a filosofia sem problema filosófico. A filosofia constituída inteiramente de opiniões razoáveis, limpinhas, simples e do agrado geral, que não requerem jamais a formulação de um problema — muito menos de algum problema insolúvel — nem ofendem em nada a sensibilidade da mídia, da moda e do “establishment” politicamente correto, que ali se demonstra ter sempre razão em tudo, especialmente contra as crendices e preconceitos do passado, do papai, da mamãe, do Donald Trump, da Igreja Católica e, mais genericamente, da execrável civilização Ocidental. Para abrilhantar tão reconfortantes confirmações da opinião geral, recoberta sempre do prestígio de novidade revolucionária, exerce-se ali, de passagem, o culto dos grandes gênios da modernidade, particularmente Spinoza, Kant, Marx, Nietzsche, Freud, Heidegger, Sartre e, é claro, Fucô, que dão a essas performances um sentido tremendamente cultural e estimulam a molecada a soltar a franga sem medo de ser feliz.}

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Ódio? Que nada, meu caro Allan. Eles estão cheios de cus para dar.

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A Igreja Católica deveria proibir aos idiotas o conhecimento das suas doutrinas. Se é para tocar punheta, é melhor fazê-lo com livrinhos de Carlos Zéfiro.

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Tem uns neguinho aí querendo me estrangular com uma chave de cu.

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Tem uns neguinho aí querendo me estrangular com uma chave de cu.

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Vejam um exemplo singelo de como a expansão ilimitada dos critérios de mercado leva inevitavelmente ao controle estatal de tudo:

http://www.marketwatch.com/story/nearly-40-of-americans-want-to-know-your-credit-score-before-dating-2016-05-03

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Momentos inesquecíveis:
Quando morava no Rio, eu tinha um gatinho amarelo. Um dia, ao trocar uma lâmpada, escorreguei da escada e caí justo em cima dele, esmagando-o de tal modo que o reduzi ao formato de panqueca. Pensei que ele tinha morrido, mas sobreviveu. O nome do gatinho era Genoíno.

Josias Teófilo Olavo, fique sabendo: 9 filmes foram retirados da programação do Cine PE exclusivamente por causa da presença do Jardim das Aflições. Fizeram um manifesto e tudo. http://m.jc.ne10.uol.com.br/…/cineastas-retiram-seus…

Olavo de Carvalho Ótimo. Já vão tarde.

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Um dos filmes retirados do festival pernambucano em protesto contra “O Jardim das Aflições” chamava-se “A Fadinha Lésbica”. Não imagino como a cultura nacional sobreviverá à ausência dessa obra. Agora só falta retirarem também “A Bruxinha Pirua”, “O Alquimista Gay”, “O Pajé Transex” e “O Pai de Santo que Era Mãe”. Aí será a debacle total.

Renan Martins Dos Santos A entrevista com o excretor do filme na Bravo é a melhor: https://medium.com/…/v%C3%AAnus-fil%C3%B3-a-fadinha-l…

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Ouvi dizer que retiraram “A Piriguete Fantasma”.

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De “Do Olavo de Carvalho não se fala” a “Um filme sobre Olavo de Carvalho não deveria nem existir” — eis a evolução do pensamento esquerdista no Brasil nos últimos trinta anos.

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Metade dos carinhas que queriam me matar nos anos 90 já morreu.

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Quando desmoralizado pela exposição do seu analfabetismo funcional, da sua ignorância pomposa e da sua total incompetência em todos os domínios, o típico imbecil dos nossos dias se apega com patético desespero à mentirinha autodignificante de que tombou vítima de um combate ideológico.

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Alguém espalhou que, entre os filmes retirados do festival, constava “O Homem Que Sentava”.

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Alguém espalhou que, entre os filmes retirados do festival, constava “O Homem Que Sentava”.

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Fantasias sexuais todo mundo tem, mas o sujeito que leva as dele a sério ao ponto de viver em função delas, lecionar a respeito, escrever livros, dar entrevistas, fazer filmes e falar disso o tempo todo é EVIDENTEMENTE louco ou padece de uma desesperadora falta de assunto.

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Um cidadão que tocasse punheta o tempo todo mas fizesse isso quietinho seria menos doido do que aquele que, mesmo sem tocar punheta nenhuma, fundasse o Partido Punhetista, criasse cátedras de Punhetologia nas universidades, desse entrevistas como representante da classe punhetófila, organizasse campanhas contra a discriminação da punheta e lutasse no Parlamento por leis de proteção aos punheteiros.

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Bons tempos aqueles em que os interessados davam o cu sem fazer disso um movimento social. Pelo menos não gastavam nisso verbas do Estado.

JS Cesar Do pato ao ganso: curioso hoje o sr. ter comentado que o sofrimento humano é o único tema que lhe interessa realmente sendo o sr. o sujeito mais feliz e realizado humanamente que já vi na vida.
Olavo de Carvalho Sim, só tomei no cu por sessenta anos. Coisinha de nada.

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Esse pití que deu nos cinerastas é a mais patética confissão de derrota que já vi. Estão fodidos, acabados, roendo o pé da mesa. Que miséria! E tudo isso por causa de um filme que NÃO viram. Estão é com medo de ver. Sabem que o seu tempo acabou.

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Esses merdinhas TÊM de imaginar que por trás de tudo há um movimento político, uma conspiração de reacionários, um golpe em andamento. Têm de imaginar isso para não enxergar o vexame que estão passando, o espetáculo de cagaço incontrolável que estão dando diante de um cineasta isolado e apolítico que nunca lhes fez mal nenhum senão ter o talento que lhes falta.

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Alguém no mundo vai ao cinema para ver um curta-metragem? Só seus autores e, coitado, o projetista.
Saindo batendo pezinho, os nove autores dessas porcarias se livraram do único público que elas teriam a oportunidade de atrair.
Daqui por diante, sua única esperança é implorar ao MEC que obrigue as crianças nas escolas a assistir “A Fadinha Lésbica” e o resto da cagada.

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Alguém na Fôia ou órgão similar escreveu que “A Fadinha Lésbica” é “intertradução semiótica” de alguma coisa. Estou aqui com os meus botões pensando que raios poderia ser uma intertradução não-semiótica.

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Faltou, na lista dos filmes retirados, “Cabritas à Beira de um Ataque de Nervos”.

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Aviso urgente: Semiótica NÃO É enxergar com um olho só.

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A Nancy Galvão informa que também saiu do festival “O Agasalhador de Croquetes”.

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Esses merdinhas TÊM de imaginar que por trás de tudo há um movimento político, uma conspiração de reacionários, um golpe em andamento. Têm de imaginar isso para não enxergar o vexame que estão passando, o espetáculo de cagaço incontrolável que estão dando diante de um cineasta isolado e apolítico que nunca lhes fez mal nenhum senão ter o talento que lhes falta.

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Alguém no mundo vai ao cinema para ver um curta-metragem? Só seus autores e, coitado, o projetista.
Saindo batendo pezinho, os nove autores dessas porcarias se livraram do único público que elas teriam a oportunidade de atrair.
Daqui por diante, sua única esperança é implorar ao MEC que obrigue as crianças nas escolas a assistir “A Fadinha Lésbica” e o resto da cagada.

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Alguém na Fôia ou órgão similar escreveu que “A Fadinha Lésbica” é “intertradução semiótica” de alguma coisa. Estou aqui com os meus botões pensando que raios poderia ser uma intertradução não-semiótica.

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Faltou, na lista dos filmes retirados, “Cabritas à Beira de um Ataque de Nervos”.

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Aviso urgente: Semiótica NÃO É enxergar com um olho só.

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A Nancy Galvão informa que também saiu do festival “O Agasalhador de Croquetes”.

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Esses merdinhas TÊM de imaginar que por trás de tudo há um movimento político, uma conspiração de reacionários, um golpe em andamento. Têm de imaginar isso para não enxergar o vexame que estão passando, o espetáculo de cagaço incontrolável que estão dando diante de um cineasta isolado e apolítico que nunca lhes fez mal nenhum senão ter o talento que lhes falta.

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Alguém no mundo vai ao cinema para ver um curta-metragem? Só seus autores e, coitado, o projetista.
Saindo batendo pezinho, os nove autores dessas porcarias se livraram do único público que elas teriam a oportunidade de atrair.
Daqui por diante, sua única esperança é implorar ao MEC que obrigue as crianças nas escolas a assistir “A Fadinha Lésbica” e o resto da cagada.

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Alguém na Fôia ou órgão similar escreveu que “A Fadinha Lésbica” é “intertradução semiótica” de alguma coisa. Estou aqui com os meus botões pensando que raios poderia ser uma intertradução não-semiótica.

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Faltou, na lista dos filmes retirados, “Cabritas à Beira de um Ataque de Nervos”.

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Aviso urgente: Semiótica NÃO É enxergar com um olho só.

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A Nancy Galvão informa que também saiu do festival “O Agasalhador de Croquetes”.

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Esses merdinhas TÊM de imaginar que por trás de tudo há um movimento político, uma conspiração de reacionários, um golpe em andamento. Têm de imaginar isso para não enxergar o vexame que estão passando, o espetáculo de cagaço incontrolável que estão dando diante de um cineasta isolado e apolítico que nunca lhes fez mal nenhum senão ter o talento que lhes falta.

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Alguém no mundo vai ao cinema para ver um curta-metragem? Só seus autores e, coitado, o projetista.
Saindo batendo pezinho, os nove autores dessas porcarias se livraram do único público que elas teriam a oportunidade de atrair.
Daqui por diante, sua única esperança é implorar ao MEC que obrigue as crianças nas escolas a assistir “A Fadinha Lésbica” e o resto da cagada.

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Alguém na Fôia ou órgão similar escreveu que “A Fadinha Lésbica” é “intertradução semiótica” de alguma coisa. Estou aqui com os meus botões pensando que raios poderia ser uma intertradução não-semiótica.

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Faltou, na lista dos filmes retirados, “Cabritas à Beira de um Ataque de Nervos”.

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Aviso urgente: Semiótica NÃO É enxergar com um olho só.

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A Nancy Galvão informa que também saiu do festival “O Agasalhador de Croquetes”.

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