Paulo Francis

Paulo Francis publicou essa notinha na sua coluna de “O Globo” meses antes de morrer. Depois de vinte anos, que descanse em paz.
Nova York por aí
A ler também o ensaio de Olavo de Carvalho sobre Aristóteles. Estranho intelectual, esse. Já nos deu um estudo sobre Epicuro, Walter Benjamin et al. Vai aos filósofos que fizeram a tradição ocidental de pensamento, dando ao leitor jovem a oportunidade de atravessar esses clássicos. Conhece profundamente o assunto e é um didata nato, sem apego a jargão e obscurantismo. Avis rara, na nossa academia, em que a maioria é de gente encostada ou de ideólogos esquerdistas tentando passar mensagens de subversão aos jovens na linha caquética do chamado marxismo-leninismo., no Brasil reduzida ao farrapo de inteligibilidade do petelhismo.

Rodrigo Gurgel

A Web e as redes sociais estão, gradativamente, deslocando o centro de poder da informação e da crítica cultural e política: do jornalismo corriqueiro, da mídia batida, dos meios tradicionais para figuras novas, independentes, sem rabo preso com patrocinadores, grupos políticos, partidos e cartilhas ideológicas.

O iniciador desse movimento de renovação é, sem dúvida, Olavo de Carvalho. Foi ele o primeiríssimo a se voltar contra o mainstream esquerdista, não para fazer oposição infantil ou superficial, como muitos hoje, mas para desmontar o esqueleto intelectual que sustenta o pensamento revolucionário. A inteligência de Olavo tem uma rara capacidade de renovação e readaptação, qualidades em parte inatas, em parte adquiridas com o estudo de Platão, Aristóteles e outros filósofos, o que assegura que seu trabalho de desmantelamento das ideias revolucionárias ainda nos oferecerá muitos frutos.

Graças a Olavo — e todos os nomes que colocarei a seguir reconhecem, em alguma medida, a influência dele — surgiram novas figuras, novas vozes que merecem ser ouvidas e que recomendo a todos vocês. Suas linhas de atuação e de pensamento se interseccionam, formando uma rede de crítica ao sistema — ainda hegemonizado pela esquerda, é verdade, mas por pouco tempo. Procuro acompanhar de perto o trabalho deles — e me ressinto de, muitas vezes, não conseguir ler tudo, absolutamente tudo o que escrevem.

De qualquer forma, vocês, principalmente os jovens, não devem perder uma só linha dessas inteligências; mas exercitando a leitura judiciosa — como, aliás, o próprio Olavo de Carvalho sempre ensinou:

Alexandre Borges
André Assi Barreto
Paulo Antônio Briguet
Benedito Gomes Barbosa Jr.
Bruna Luiza
Bruno Garschagen
Carlos Andreazza
Dayane Dias Mota
Felipe Moura Brasil
Felipe Nery
Fernanda Fernandes Takitani
Filipe G. Martins
Flavio Gordon
Flavio Morgenstern
Flavio Quintela
Guilherme Freire
Guilherme Macalossi
Joel Gracioso
Leandro Ruschel
Marcelo de Paulos
Paulo Cruz
Silvio Medeiros
Taiguara Fernandes de Sousa
Tom Martins

Juliana Camargo Rodrigues

É o seguinte. Brasileiro não costuma ter planos (para além de mal e porcamente uma profissão ou um concurso público). Então, se você está na casa dos 20, tem a oportunidade de ter um Olavo (Portugal não tem nenhum Olavo, creiam-me), faça o plano de quem você quer SER. E aproveite a energia e a saúde da sua juventude para colocar este plano em prática. Não fique passivo, esperando que algo caia do céu, não. Faça! Ouse agora. A sua personalidade ficará fortalecida. Não dê ouvidos àqueles que ridicularizam esse plano ou que o atravanquem com mesquinharias.

O Professor Olavo estudou muita coisa que não era só filosofia política(falo nisso, porque é asism que ele é mais conhecido): teatro, caligrafia, tai-chi e mais uma porrada de coisa. Cada uma dessas coisas que ele estudou, fosse uma arte, fosse uma disciplina do corpo foi criando um espaço na personalidade. Cada uma dessas coisas foi fazendo da personalidade dele o que ele é. Se você ficar aí, molengão ou desanimado porque o meio brasileiro isto, porque a família aquilo, porque não há dinheiro, porque o caralho a quatro; a sua personalidade não se irá criar nem fortalecer e quanto mais o tempo passar, você estará sob uma tensão enorme e ficará desistente, se não desesperado. A partir daí, pode nascer em você um cinismo, um cansaço a respeito de tudo. E esse amargo, essa desistência, é porque você não fez a fortaleza da sua personalidade. Sempre há tempo de fazer. E eu estou fazendo isso por exemplo, quando me dedico ao violoncelo e à música. É deliberado, forçoso, imperativo. Sim, eu tenho prazer quando toco o violoncelo. Mas não é uma coisa para a qual eu tenha nem um talento natural, nem uma herança genética, nem uma influência familiar, nem um estímulo sequer de parte alguma(quer dizer, hoje em dia já tenho, mas se estivesse no Brasil decerto que não). Faço isso quando escrevo, quando rezo, leio algo que eu permito que me transforme, quando me vejo no papel de mãe e por isso tenho de mudar as minhas tendências(preguiça, por exemplo) para que os pequenos tenham um ambiente e um exemplo melhor de mãe etc.

Estas coisas farão você, na verdade. É isso o que fará de você o que você quer ser. E você não pode comparar a energia e a disponibilidade de uma pessoa mais jovem com outra mais velha e que também tem responsabilidades para com outras pessoas que dependem dela(quando já são pais, por exemplo). É bem verdade que muitos jovens podem ter responsabilidades do mesmo calibre(podem ser responsáveis pelo sustento dos pais, por exemplo). Mas neste caso torna-se ainda mais imperativo e urgente o fortalecimento e a dedicação a algo que seja por você mesmo. E não falo numa coisa banal, não é egoísmo isso. Se alguém acusar de egoísmo, já sabe que é treta. Quando falo em ousar, refiro-me a arriscar fazer aquilo que os outros jovens, adultos enfim as pessoas do seu meio vão olhar tortinho seja pelas razões que tiverem; mas que você perceba que esteja no núcleo de quem você quer ser.

Se algo que você planejou faz parte desse núcleo, foque nisto e aja como se fosse um rolo-compressor. Vai, agarra aquilo e continue, pois tudo ao seu redor vai querer puxar você para trás. Tudo e todos.

Desculpe se fui prolixa e não sou muito adepta dos textões do facebook. Mas é isso. Eu já tentei transmitir isso para algumas pessoas, sem sucesso. Mas pode ser que interesse alguém ou até que ajude, então me dei ao trabalho, sabe?

Juliana Camargo Rodrigues

Aqui, dois dos aspectos que vi no COF de Olavo de Carvalho que me ajudaram muito. O primeiro é que o Professor é bastante coerente em termos de filosofia e em termos de personalidade no quesito abertismo. Se ele fosse todo cheio de chorumelas e falasse só a católicos ou mesmo somente a cristãos ou crentes de qualquer natureza, por exemplo, eu não teria conseguido me converter e nem compreender certas coisas. O começo do COF coincidiu com um período difícil da minha vida(alguns entenderão se eu falar no retorno de Saturno, que foi puxadinho). O COF teve, para mim, um teor psicoterapêutico muito forte, embora não tenha ficado por aí. Sei que este não é o objetivo do curso. Comecei o curso sem a menor intenção de deixar minhas convicções anti-religiosas, mas fui mudando pouco a pouco. Um dos principais fatores que me fisgaram foi o apelo à razão: a moral cristã é MENOS EXIGENTE do que a moral da opinião pública(de natureza burguesa), cujo tribunal é cruel. E eu tinha tantas auto-acusações que mal conseguia respirar o ar de chumbo paulistano. Este foi um apelo à minha razão, porque esta compreensão tornou as coisas mais fáceis para mim. Mesmo não considerando ainda uma conversão na altura.

O que ele ensina no COF sob este aspecto é perfeitamente verificável na personalidade dele, pessoalmente, aquela coisa que a gente apreende por presença. O olhar mais doce do mundo foi o que encontrei, mesmo quando não tínhamos trocado palavra. Isto me bastou para saber que tipo de pessoa estava ali diante de mim. Eu não sou uma pessoa com a mesma capacidade de acolhimento que ele. A personalidade dele é assim. Eu sou diferente, embora queira aprender e mudar, o primeiro impacto que posso provocar nas pessoas é de uma pessoa arrogante. Queria que não fosse assim, mas é. O COF não somente foi uma proposta intelectual para mim. Quem me conhece sabe o tanto que minha vida mudou a partir dele. Mesmo que em momentos eu ponha em causa a minha vocação intelectual(que está debaixo do nariz, mas faço-o ainda), as mudanças – que são necessárias para a continuidade da minha vida – são alicerces para o período mais importante. Período em que os frutos devem aparecer.

Façam as correções de rota que precisam de ser feitas em paralelo com a vida intelectual, ou sua personalidade será uma falsificação. A verdade não lhe aparecerá se a mudança interior e exterior for somente a do esmalte da moda. É preciso ir além. A resposta não estará no facebook.

Hélio Angotti Neto

Hélio Angotti Neto

13 h ·

DÍVIDA INTELECTUAL

O fato é que a dívida intelectual que tenho com o Olavo de Carvalho simplesmente não pode ser paga. É simples assim. Resta a mim reconhecer com gratidão o ensino recebido e que ainda recebo.

Foi ele quem abriu o mercado editorial e a cabeça de incontáveis brasileiros, e foi ele quem forneceu os instrumentos intelectuais imprescindíveis para digerir a obra de Mário Ferreira dos Santos e para aplicar toda a filosofia de qualidade obtida em obras de dezenas de autores por meio de sua Teoria dos Quatro Discursos e do Intuicionismo Radical.

Foi ele quem me levou a Bernard Lonergan, Ortega y Gasset, Rosenstock-Huessy, Eric Voegelin, Mário Ferreira dos Santos, Xavier Zubiri, Gilberto Freyre, Aristóteles, Platão, Gabriel Liiceanu, Von Mises, Louis Lavelle, Theodore Dalrymple e muitos outros. E esses outros, junto com Olavo, me levaram a ainda mais autores e intelectuais, internacionais e brasileiros, como Rodrigo Gurgel, Elpídio Fonseca, Ricardo da Costa, Bruno Garschagen, Leonardo Penitente, Flavio Quintela, Ives Gandra Martins, Pierre Hadot, Michele Federici Sciacca, Julian Marías, López Quintás, Edmund Pellegrino, Tomás de Aquino, Agostinho, Hipócrates etc.

Foi graças às exigências de honestidade intelectual do seu curso de filosofia que eu mergulhei na leitura, inclusive, daqueles de quem discordava e discordo frontalmente, como Gramsci, Lênin, Marx et caterva.

Além disso, há repercussões ainda difíceis de se imaginar quando olhamos sua teoria das doze camadas da personalidade e todas as interações da mesma com obras filosóficas magistrais como a de Herman Dooyeeweerd.

É um mundo cultural que gerará frutos ao lado do legado de Mário Ferreira dos Santos por décadas ou até mesmo séculos, para o Brasil e para muitos outros povos (como já se vê pelo aproveitamento americano, russo e romeno de suas análises e instrumentos).

Como disse alguém muito mais sábio, experiente e inteligente que eu, “Olavo é o mestre de todos nós”!

Foto de Matheus Bazzo Malgarise – Permissão de Josias Teófilo

16113265_10212310712905495_5295321317592586716_o

José Pio Martins

Olavo de Carvalho é um filósofo brasileiro, há anos radicado nos Estados Unidos, com vasta obra publicada e polemista nato. Dono de grande capacidade argumentativa, ele é considerado um gênio por muitos e, dado seu estilo mordaz, é escrachado por seus adversários. Pode-se não gostar dele, mas recusar-se a ler e analisar suas ideias, seus escritos e as aulas de filosofia e política é estupidez, pois conhecimentos e capacidade de ensinar ele tem de sobra.

Olavo afirma que tentar entender a pobreza, o atraso econômico e a degradação da vida social no Brasil apenas pelos meandros da economia e da política é um equívoco. Para ele, embora o país tenha natureza abundante de recursos, é a miséria cultural brasileira que impede a nação de sair da eterna condição de pobreza econômica, política e social.

Ele começa por espevitar nossa noção de “cultura”. No Brasil, cultura significa, antes de tudo (e erroneamente), “artes e espetáculos” e se resume a três funções: dar um bocado de dinheiro a quem os produz, divertir o povo e servir de canal para a propaganda política, geralmente de esquerda. E, se um artista cumpre essas três funções, isso basta para ele ser rotulado de “gênio”.

No Brasil, cultura significa, antes de tudo (e erroneamente), “artes e espetáculos”

Mas o que é cultura? No dicionário, é o conjunto de padrões de comportamento, crenças, conhecimentos e costumes que distinguem um grupo social. Há anos, Olavo vem tentando chamar a atenção de nossas elites empresariais, políticas e militares para a degradação cultural brasileira, mas sem conseguir fazê-las enxergar o problema, pois “as elites são as primeiras vítimas dessa degradação cultural e não há nada mais difícil que fazer alguém tomar consciência de sua própria inconsciência progressiva”, diz ele.

O filósofo lembra que a cultura deveria, também, tornar as pessoas mais inteligentes, mais sérias, mais adultas, mais responsáveis por suas ações e, infelizmente, essa expectativa desapareceu há muito tempo da consciência nacional. De minha parte, confesso que a análise, extensa e bem argumentada, deixou-me intrigado e me lembrou dois escritores brasileiros que abordaram o tema.

Um foi Nelson Rodrigues. Comentando o fracasso no final da Copa do Mundo de 1950, ele disse que o brasileiro tem o “complexo de vira-latas”, e não só no futebol; e assim ele se expressou: “Por complexo de vira-lata eu entendo a inferioridade em que o brasileiro se coloca, voluntariamente, em face do resto do mundo. O brasileiro é um narciso às avessas, que cospe na própria imagem. Eis a verdade: não encontramos pretextos pessoais ou históricos para a autoestima”. A coisa se torna mais grave quando, além do complexo, há um comportamento vira-latas, típico de terceiro mundo.

O outro foi Monteiro Lobato, que em 1903 disse ser profundamente pessimista com o potencial do povo brasileiro, e registrou o seguinte: “O Brasil, filho de pais inferiores – destituídos desses caracteres fortíssimos que imprimem um cunho inconfundível em certos indivíduos, como acontece com o alemão, com o inglês –, cresceu tristemente, dando como resultado um tipo imprestável, incapaz de continuar a se desenvolver sem o concurso vivificador do sangue de alguma raça original”.

Críticas sempre machucam. Mas, estando a nação na lama política e na pobreza econômica, é melhor ouvir quem nos mostra as feridas do que quem se ufana num otimismo infantil. Ser otimista de coração é bom para ajudar na ação; mas ser realista na razão é necessário para enfrentar nossos males. Feliz 2017!

José Pio Martins, economista, é reitor da Universidade Positivo.

http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/cultura-e-prosperidade-economica-2kxwymjclxpk8l33axixiffi3

Adolfo Sachsida

Para quem ainda não conhece o Olavo de Carvalho, sem sombras de dúvidas, um dos cinco maiores pensadores brasileiros nos últimos 50 anos.
Foi graças a indicação de um saudoso amigo, que faz uns 12 anos tomei contato com
o trabalho dele.
No meu caso, foi como encontrar a luz em meio às trevas. Foi a partir de suas indicações de livros e filmes, que percebi que estávamos numa fossa cheia, sobretudo nas áreas de humanas. Descobri que eu não estava sozinho nas minhas indignações.
Dentre as melhores pessoas que conheci nos últimos anos, muitos foram seus alunos.
A importância e a extensão de
seu trabalho, entretanto, só poderão ser avaliados em sua plenitude, daqui algumas décadas.

Adolfo Sachsida II

21 h ·

O que penso sobre Olavo de Carvalho

Participo de vários grupos e, inevitavelmente, em algum momento alguém começa a falar sobre Olavo de Carvalho. Uns defendem outros criticam, esse post é a minha resposta a todos eles.

Olavo de Carvalho é um craque. Mais do que isso, é um homem de coragem e força de vontade ímpar. Assim, ele é um exemplo de conhecimento, inteligência, preparo acadêmico, e coragem para enfrentar desafios. Este homem lutou praticamente sozinho, por mais de 10 anos, contra toda a esquerda nacional e internacional. Alertou sobre os perigos do socialismo, sobre o Foro de São Paulo, sobre o PT, sobre o problema da deterioração da alta cultura quando estes problemas sequer eram imaginados seja na academia ou nas redações de jornais e revistas brasileiras.

Pagou um preço altíssimo por seus avisos: foi sendo paulatinamente ridicularizado, posto de lado, relegado ao esquecimento, e demitido de seus empregos. Resumindo: teve que suportar a solidão intelectual e a perda de empregos por falar a verdade, por embasar seus argumentos em raciocínios lógicos e comprovados.

Onde outros teriam desistido ele perseverou. Foi dele um dos artigos mais importantes que já li em toda vida: O Natal não é para os Covardes. Foi em seus textos que encontrei as primeiras referências a von Mises e Hayek (sim, o professor Ubiratan Iorio também é uma referência nesse tema). Boa parte das pessoas que tiveram contato com pensadores conservadores, ou mesmo libertários, tomaram conhecimento de suas obras lendo artigos de Olavo de Carvalho.

Alguns dizem que Olavo de Carvalho é extremamente agressivo. Sim, ele é. Mas quando se luta sozinho por tanto tempo essa arma que hoje lhe atrapalha é a mesma que o manteve vivo. Ninguém passa incólume por lutar tanto tempo contra um inimigo tão forte, essa foi a cicatriz que tal batalha lhe deixou.

Outros dizem que Olavo de Carvalho fala besteira demais. Bom, esses para mim são pessoas despreparadas. Certamente não concordo com todas as ideias do professor Olavo de Carvalho, mas daí a dizer que ele fala muitas besteiras é de um absurdo completo. Todo mundo erra de vez em quando, isso não é motivo para se jogar uma biografia no lixo. Ainda mais que tais erros, se é que eram erros mesmo, não são o ponto central de sua obra em nada comprometendo sua análise geral.

Deixemos que a esquerda tente destruir a reputação e a obra desse grande pensador. À direita cabe respeitar e promover o nome de Olavo de Carvalho como um de seus grandes ícones. A direita, a democracia, a liberdade de expressão, os conservadores e os liberais brasileiros devem muito a Olavo de Carvalho. Esse post é um pequeno agradecimento a esse gigante guerreiro das batalhas quase impossíveis. Boa parte da assim chamada direita brasileira só existe graças a obra e a perseverança desse nobre homem.

Karolina Nadur

Hoje mudei a foto do meu perfil, recebi inúmeras curtidas e alguns comentários. Mas o que várias pessoas não perceberam ou apenas desconhecem, é a PERSONALIDADE que está me ensinando a atirar, o professor Olavo de Carvalho. Meu primeiro contato com sua obra foi através do livro O Mínimo que Você Precisa Saber para Não Ser um Idiota, depois dele e não necessariamente nessa ordem vieram O Imbecil Coletivo, Nova Era e a Revolução Cultural, Teoria dos Quatro Discursos, O Jardim das Aflições, Dialética Simbólica, Descartes e uma Nova Perspectiva, Maquiavel ou a Confusão Demoníaca e lógico minha inscrição no COF. Graças a esse ser humano maravilhoso, que tive o enorme prazer de conhecer, minha inteligência foi despertada e não tenho palavras para expressar minha enorme gratidão a esse grande professor. Um feliz 2017 e que Deus o abençoe e lhe dê muita paciência para que continue a nos ensinar e ampliar nossos horizontes de consciência.

Ps: recomendo veementemente aos meus amigos todas as obras citadas acima.15781046_10211965332512995_2752324932600150317_n