A Carta – Alunos, amigos e familiares se manifestam

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http://www.facebook.com/decarvalho.davi

Davi de Carvalho

Eu evitei qualquer tipo de comentário sobre toda essa situação entre a minha irmã, Heloisa, e meu pai, Olavo. Porém, sérias acusações estão sendo feitas e não posso me silenciar diante disso.

O fato é: meu pai NUNCA apontou uma arma para a minha cabeça, e também NUNCA o vi apontar uma arma para qualquer outra pessoa. As armas que ele me MOSTROU, foram entregues por ele nas minhas mãos, para que eu mesmo pudesse atirar no shooting range que havia na casa dele na Virginia. Uma dessas vezes foi registrada no vídeo abaixo.

O que eu tenho a dizer sobre o resto da carta da Heloisa, e das outras acusações, é que ela é uma ingrata. Sempre foi com todos. Com a mãe, com o pai, com amigos e até mesmo com a tia que a criou, e a quem eu também devo muito.

Eu realmente sinto muito que meu pai, a essa altura da vida, tenha que passar por isso, e amargar o desgosto de ter a própria filha voltada contra ele e ainda por cima abraçada na pior corja de seres humanos que existem.

Independente dos problemas que qualquer um de nós, filhos, possam ter com ele, qualquer rede social não é lugar para resolver. Meu pai não é perfeito, como qualquer outro ser humano, mas uma coisa eu posso dizer com certeza: ele sempre perdoou qualquer pessoa que lhe pedisse desculpas, e fosse sincera, colocando imediatamente uma pedra em cima do assunto.

Acredito que, por pior que seja a situação e as histerias da Heloisa, enquanto se está vivo, sempre há esperança.
“A seguir, levantou-se e foi para seu pai.
Estando ainda longe, seu pai o viu e, cheio de compaixão, correu para seu filho, e o abraçou e beijou. O filho lhe disse: ‘Pai, pequei contra o céu e contra ti. Não sou mais digno de ser chamado teu filho’. Mas o pai disse aos seus servos: ‘Depressa! Tragam a melhor roupa e vistam nele. Coloquem um anel em seu dedo e calçados em seus pés. Tragam o novilho gordo e matem-no. Vamos fazer uma festa e alegrar-nos.” (Lucas 15:20-23)


Da pagina da Stephanie Podbevsek, esposa do meu filho Davi e mãe de dois dos meus netos:

Não comece a ler essa postagem se você espera mais uma carta aberta. Trata-se de um pequeno relato, feito de coração e com gratidão, a uma pessoa que me é muito querida: meu sogro, Olavo, ou como carinhosamente o chamo, Sogrão.
O conheço desde antes de conhecer o Davi. Ele me foi apresentado pelo meu pai, e desde então teve grande influência na minha educação, na minha vida, na minha maneira de pensar.
Sou e sempre serei eternamente grata à ele, pois independente da sua contribuição para a filosofia, para a política, é por sua causa que eu tenho o meu Davi. Se ele não tivesse aceitado a bênção divina que é receber uma criança, ou o tivesse devorado como dizem que ele faz, hoje eu não teria o marido maravilhoso que eu tenho, e meus filhos não teriam o pai mais incrível que eu já vi.
E eu também serei eternamente grata pelo conselho simples que ele me deu, em um jantar no Outback, quando estávamos nos EUA. Eu estava sem falar com o meu pai, e ele que sabia de toda a situação e dos meus motivos para a falta de contato, chegou, colocou a mão no meu ombro e disse: “seu pai me ligou hoje. Perdoa ele. Ele te ama”.
Voltamos para o Brasil e no dia seguinte fui visitar meu pai. Dois meses depois, ele morreu.
A perda do meu pai me marcou muito, e até hoje dói. Mas seria infinitamente pior se eu não tivesse ouvido aquele conselho.

Falei para ele hoje, ao telefone, que o amo como se fosse meu segundo pai, e que neste coração, apesar do meu jeito meio “cavalar” como ele diz, tem muito carinho por ele e por toda a família.


Mensagem do Dr. Italo Marsili, médico psiquiatra:

TESTEMUNHO OLAVO DE CARVALHO

Morei com Olavo de Carvalho entre 2007 e 2008, na Virginia. em 2005 conheci seus escritos jornalísticos, os quais consumi em apenas uma tragada. Logo progredi para suas apostilas e transcrições, livros e DVDs. Não havia mais nada disponível, tudo havia sido estudado, resumido, meditado, confrontado — desde os escritos de astrocaracterologia e alquimia até às análises de conjuntura política, passando por psicologia, gnoseologia e religião. Foi então que resolvi tomar coragem; escrevi-lhe um e-mail pedindo “asilo intelectual”. Sinceramente não esperava resposta. Em menos de 24h recebi um e-mail bem humorado revelando a mim a personalidade do homem mais generoso com quem convivi. Entre acertos práticos e teóricos, a querida Roxane Carvalho entrou no circuito. Ambos me trataram com o maior carinho e benevolência que se possa imaginar. NUNCA haviam me visto. NUNCA haviam convivido comigo; ainda assim me acolheram como quem acolhe a um filho. Cheguei em Richmond pela primeira vez em 28 de dezembro de 2007. Cometi uma incrível gafe: comuniquei o horário de chegada do voo errado. Olavo e família foram ao aeroporto com 7 horas de antecedência. Comecei mal; eles não. Assim que fui recebido pela Leilah Carvalho e pelo Pedro (Olavo e Roxane já haviam voltado para casa), pude perceber que eu estava em família. Nenhuma crítica, nenhum sinal de contrariedade; pelo contrário, sorrisos abertos e semblantes leves. A conversa fluiu naturalmente. Chegando até a casa do professor, fui rapidamente introduzido ao escritório onde pude vê-lo pela primeira vez. Estava assistindo a um videoclipe dos Mamonas Assassinas; ria divertidamente, muito. Aquela cena confirmou minhas expectativas. Estava diante de um homem de verdade, sem empáfias, sem falsidade, sem pose. Que coração. Que generosidade. Deu-me um abraço, perguntou sobre a viagem e começou a me mostrar sua biblioteca: “aqui a literatura universal, ali os de teologia e religião, desse lado muita coisa sobre comunismo… e esses aqui, sobre Descartes, etc.”. Passamos uns 10 minutos esperando o jantar. Entramos. Sentamos à mesa. Olavo começou a prece do Pai-Nosso em inglês. Sem afetações, começamos a nos servir. Era uma torta de camarão, item de luxo — naquela altura eu não sabia dos apertos financeiros pelos quais a família passava (JB e Diário do Comércio não pareciam bons pagadores). Muitas anedotas e algum filme de ação do Van Dame, creio, nos acompanharam naquele primeiro jantar com a família. A mim, apenas uma advertência: “você só não me verá cagar, todo o resto esteja à vontade”. Já nos primeiros dias perceberam que eu não possuía um computador, deram-me um bom Laptop que não estava sendo usado. Jamais deixaram que eu pagasse nenhuma conta (nem mercado, nem abastecimento do carro, nem nada).

Passaram-se os dias e a rotina confirmava minhas primeiras impressões: benevolência, doação, generosidade e outras virtudes inimagináveis para o brasileiro médio eram a tônica das condutas em família. Vi o Olavo atender, solicito e paciente, ao telefonema de algumas figuravas que viriam a traí-lo.

Rezávamos o terço juntos quase que diariamente. Testemunhei ainda uma cena memorável: assistíamos, apenas ele e eu, ao filme do Padre Pio. Após aquela poderosa cena na qual o Padre Pio repreende a um de seus fiéis com um murro no rosto, Olavo pausa o filme, levanta-se em silêncio, confronta o horizonte com seus olhos – talvez com todo seu espírito – e pergunta, não a mim, evidentemente, mas talvez ao próprio Deus: “o que será que o Padre Pio diria de mim?”. A partir dessa data, passou a pedir a interceção deste mesmo santo e da virgem maria antes do início de seus programas de rádio semanais.

Testemunhei centenas de histórias que não caberiam nesse post. Imaginem a seguinte rotina: eu chegava na biblioteca por volta das 23h, frequentemente munido de uma pergunta — muitas idiotas —, às quais eram respondidas com toda a deferência, como se eu fosse um rei. Essa era precisamente a impressão que ia se confirmando em mim através daquele convívio: o Olavo era capaz de ver a realeza do ser-humano, a personalidade atual e a possível. Suas ações encaminhavam-se no sentido de promover em mim, no aluno em geral, creio, a descoberta, a assunção da própria personalidade humana, da vocação mesma. Fui testemunha de inúmeros atos que ficaram gravados na minha memória e no meio peito. Vi uma família de verdade. Espero que os novos, bem como os antigos, detratores do Olavo encontrem juízo mental e paz em seus espíritos.


Miguel Nagib:

Caro Olavo,

Gostaria de manifestar, neste momento particularmente doloroso pelo qual você está passando, minha gratidão por tudo o que você já fez e continua a fazer pelo Brasil e pelos brasileiros. Sei que você sabe quem é, e não precisa que lhe digam essas coisas; mas me sinto no dever de dizer: você não mudou apenas o rumo de um país (os fatos estão aí); mudou a vida de muita gente, e mudou para melhor. Quanto a mim, posso dizer, aos 57 anos, que não seria quem sou se não fosse o Olavo de Carvalho. Lembro-me do parágrafo que me fisgou, há vinte anos. Está no prólogo do Imbecil Coletivo: um apelo à sinceridade que desde então vem guiando meus passos neste mundo:

“Dirijo-me ao que há de melhor no íntimo do meu leitor, não àquela sua casca temerosa e servil que diz amém à opinião grupal por medo da solidão. Fazer o contrário seria um desrespeito. Portanto, iracundo leitor, não me censure em público antes de certificar-se de que não me dará razão na intimidade, quando, no coração da noite, as palavras que lhe brotarem de dentro não encontrarem outro interlocutor senão o silêncio imenso.”

Depois disso, não parei de aprender com seus escritos e suas aulas. O bem que você tem espalhado é tão grande, que só Deus é capaz de lhe dar a merecida retribuição. E eu sei que, no fundo, é só isso que importa pra você.

Um grande abraço do amigo

Miguel Nagib


“O perdão é a lei que estrutura o universo.” (Olavo de Carvalho)
Eu não tinha consciência disto quando a escrevi, mas a crônica de hoje é um desagravo ao professor Olavo de Carvalho, meu amigo e mestre. Há 25 anos, o grande escritor e filósofo tem sofrido mais ataques, injúrias e calúnias do que qualquer outro cidadão brasileiro. Leia na #AvenidaParaná:
http://www.folhadelondrina.com.br/…/oracao-do-esfarrapado-9…


Rafael C. Libardi

7 h · 

Acho o momento oportuno para revelar o que até então seria surpresa. Meu livro contém um agradecimento especial ao Prof. Olavo e nenhuma carta odienta vai mudá-lo. Cá está:

“Como diz o personagem Atticus Finch, em To Kill A Mockinbird, alguns homens precisam fazer o trabalho sujo. Isso é suficiente para explicar a resistência chula ao magnífico trabalho do Prof. Olavo de Carvalho, pois, como se sabe, não há muita simpatia por quem acerta em doses cavalares. A explicação para isso é simples, obviamente. É que o professor pratica o ofício que ninguém gostaria de ter, mas cujo mérito todos invejam até a última gota. Buscar a Verdade, portanto, é o trabalho sujo da modernidade, e não admira que seja o serviço mais faltante neste país.

É fato que não o conheço – e talvez ele nem saiba da minha existência, mas recebi do Prof. Olavo o que nenhuma outra pessoa foi capaz de me oferecer: justamente, o trabalho sujo; o dolorido exercício de ginástica mental. Talvez por isso sua obra seja tão grandiosa, já que não se restringe ao círculo de alunos e conhecidos, mas toca e transforma milhares de leitores e ouvintes que estão do lado de cá do COF, o curso onde ele se dedica a lapidar personalidades e a criar gênios. Na definição certeira do amigo Sileno Guimarães, Olavo é o maior semeador do nosso tempo. Dedicar-lhe uma página neste livro, portanto, é a natural obrigação desta pequena árvore que vos escreve.

Muito obrigado, professor!”.


Para variar, lá vai difamação sobre o professor Olavo de Carvalho. Felizmente, ele chegou àquele momento em que se prepara cada dia mais para dar suas satisfações a Deus e não ao mundo que o cerca.

Com certeza trarão à tona os velhos caluniadores e difamadores de sempre. Deixo aqui um artigo já relativamente antigo, mas, ao que parece, ainda necessário.


O que estão fazendo com o Olavo de Carvalho é imundo, rasteiro, desumano e muito desprezível.

Aproveitar-se de uma querela familiar e explorá-la de forma duvidosa em suas não comprovadas facetas, é moralmente inadmissível. A filha jamais poderia ter exposto o pai desta maneira, demonstrando sua enorme ingratidão e desequilíbrio. Já os outros ( bem piores ), os aproveitadores e detratores de todo gênero, aqueles que estão tentando auferir lucros políticos com a lamentável situação e ainda macular a vida e obra de um homem bom – que só fez o bem ao país -, estes são canalhas pérfidos.

No Brasil não basta ser invejoso e ser intelectualmente fracassado, precisam também caluniar quem está quieto e trabalhando seriamente. Se não respeitam este homem por seu ENORME legado em plena vida, deveriam demonstrar consideração por seus setenta anos.

Corja abominável!


O prof. Olavo está na Veja. Por tudo o que ele fez pelo Brasil? Não. Por causa de uma carta de difamação, que teve sua divulgação paga por uma dupla de caluniadores de araque do Facebook. Nenhuma novidade. Só mais um dia normal no Bananil.


Raul Martins :

O Sr. Francisco Razzo, a quem eu já tive o desprazer e a burrice de admirar, assanhado qual cão no cio mal pôde esconder a alegria ante a carta psicótica — literalmente patrocinada e impulsionada pelos irmãos Veadasco, dupla de malucos igualmente psicóticos — que a filha do professor Olavo escreveu ao pai, cá no Facebook.

Já foi logo, magnânimo que só, a cofiar as filosóficas barbas, com a sua aguçadíssima mente analítica e aquele estilo literário epiléptico-psicodélico de Hegel bêbado do agreste, informando ao mundo ingênuo que o professor Olavo é — rufem os tambores — igualzinho ao Lula; além de diabólico. Eu vi Satanás cair do Céu como um relâmpago, e além dos chifres, dos pés de bode e do tridente de praxe ele estava com um cigarro na boca e uma caneca de café na mão, a gritar um ora porrrraaaaaa…

À parte o ridículo inacreditável a que se presta o Sr. Razzo, marmanjo com não sei quantos filhos nas costas que não perde uma chance de falar asneiras, eis o que é engraçado: todos os anti-Olavo, desde os mais xiitas até os mais sunitas, desde os mais abertamente histéricos até os mais come-quieto e mexeriqueiros nas sombras, falam com um formidável arzinho de condescendência. É sempre a mesma coisa; sempre o mesmo tom pegajoso de quem crê piamente pairar acima do interlocutor. São, todos eles, uns Morpheus, com as suas pílulas azuis para os iludidos alunos do COF; todos eles Moisés, a conduzir num novo Êxodo os olavetes escravos do Faraó da Virgínia.

Se não é um analfabeto micareteiro a dizer que largou, enfim e de vez, o olavismo, é um Júlio Lemos, o Zé Bonitinho das ciências, com aquele ar blasé inevitável, a soltar aqui e ali pérolas de sabedoria transcendental aos porcos olavetes; se não é um Rodrigo Constantino a escrever (urgh) um romance (sim, é sério) sobre o “Otávio de Ramalho” (juro, não estou brincando), é um cristãozão qualquer a denunciar o gnosticismo olavético; se não é um Reinaldo Azevedo a chamá-lo de líder de seita, é um pastor a chamá-lo de nazista; se não é um petista a chamá-lo de fascista, é um liberal a chamá-lo de fascista; se não é o diabo a quatro a chamá-lo de muçulmano enrustido, é o sr. Razzo a chamá-lo de diabólico.

Mas todos, sem exceção, falam com aquele tom de “senta aqui no colo do tio que eu vou te explicar uma coisa”. O tio pode ser histérico, pode ser calmo, pode ser mais ou menos inteligente, mais ou menos piedoso — mas é sempre um tio. E nós, os alunos do COF, somos os sobrinhos ingênuos, demasiadamente ingênuos.

Só há, aí, um pequeno problema: todas as cabeças iluminadas juntas não seriam capazes de escrever dez páginas do Jardim das Aflições. Sei bem que não sou lá grande coisa, mas sou uma inteligência, e estou desperto. Quantas inteligências os detratores e caluniadores do prof. Olavo já despertaram? Quantas vidas já mudaram com um simples artigo? Com uma frase solta ao léu num excerto de Youtube? Anteontem, o diabólico guru da Virgínia deu a 400ª aula do COF. Há alguns dias, fui reassistir à primeira delas e fiquei literalmente o dia inteiro para terminá-la, de tantas anotações que fiz. Quantos aulas já deram os faladores? E quanto alunos os há por aí para dizer, a plenos pulmões, que elas lhes mudaram as vidas? Eu divido a minha vida em pré-COF e pós-COF. Enquanto os libertadores maldizem, o maldito liberta. Uma árvore se conhece pelos seus frutos. Quais são os frutos de suas maledicências e picuinhas, ó retos e irrepreensíveis críticos de botequim? Quantos se tornaram mais corajosos, mais sinceros, mais inteligentes com os seus esforços? Quantas personalides já se transformaram pela força pura de suas próprias?

Vocês acham que nós o defendemos por julgar que ele é santo? Que o amamos por crer que ele é perfeito?

O sr. Razzo diz que o professor Olavo é diabólico. Mas que diabo é esse que tantos leva a Deus? Que mal é esse que faz tanto bem? Que obscuro que a tantos faz pensar? Quando o fogo do tempo vier consumir e purificar as obras dos Homens, o ouro, as jóias e as pedras preciosas dos frutos do filósofo haverão de permanecer, incólumes e gloriosos, em meio às cinzas das fofocas espalhadas pelo chão escuro do anonimato.

“O sr. Razzo diz que o professor Olavo é diabólico. Mas que diabo é esse que tantos leva a Deus? Que mal é esse que faz tanto bem? Que obscuro que a tantos faz pensar? Quando o fogo do tempo vier consumir e purificar as obras dos Homens, o ouro, as jóias e as pedras preciosas dos frutos do filósofo haverão de permanecer, incólumes e gloriosos, em meio às cinzas das fofocas espalhadas pelo chão escuro do anonimato.”

Raul Martins


Iracema Pamplona Genecco Cada um só pode dar o que tem. Do professor, só recebi o bem até hoje. Seus detratores espalham ressentimentos, invejas, maledicências. Devem colher em dobro. Mendigos de atenção.


Tem gente que trabalha
Que estuda
Que ajuda
E tem aqueles que escrevem carta aberta.

By Zita Injah


Professor Olavo de Carvalho, formou uma bela família com Roxane Carvalho, dessa união nasceram seus filhos Leilah Carvalho e Pedro de Carvalho . Uma família belíssima que tem recebido ilustres pessoas em sua residência nos EUA.
Entre os visitantes está o nosso queridíssimo Padre Paulo Ricardo. Que
Inclusive até gravou um programa sobre o nosso também queridíssimo prof. Olavo de Carvalho. Link abaixo:

https://padrepauloricardo.org/…/o-minimo-que-voce-precisa-s…

Sendo o professor um homem realizado e querido, desperta também a inveja e ódio de parasitas oportunistas que vivem nas sombras procurando fragilidades das pessoas para poder atingí-las. Só que não somos bobos, dentre muitas coisas que o MITO prof Olavo nos ensinou foi a PENSAR.

Sr Vedasco, quanta covardia! Usar Heloisa de Carvalho, filha do prof Olavo de Carvalho, uma moça que não foi criada por seu pai, sim pela família de sua mãe. Família essa, que não ensinou a menina a amar e respeitar seu pai.
Heloisa de Carvalho, sai dessa! Procure conhecer melhor seu pai, madrasta, irmãos e sobrinhos.
Honrar pai e mãe! Quarto Mandamento das Leis de Deus.

Professor, eu e muitos estamos com o senhor e sua família.

José Eduardo Iara Faria Marco AurélioGracita SalgueiroThiago FelícioAllan Dos SantosAllan Dos SantosAllan Dos SantosUbirajara LopesThiago GomesSilvio GrimaldoIza Do ValleTarcisio MouraPatricia Torres Da Silva MelloRuth TomaziSilvia ElizabethLuciane Badiz HouseMirtes Regina CiniAdriana de AbreuThomas DreschThereza SouzaJosé NetoJuliana Cunha
Edson CamargoMárcio GualbertoRenato CorreaViviane CanelloMarie AsmarLilian CristinaMagda BarbosaAna Paula ResendeAna Matias
Ana Caroline CampagnoloCássio Silva


É nitidamente de caráter difamatório e minimamente calculado o ataque que estão promovendo contra o professor, mas no fim, isso tudo não passará de mais um peido falhadoo dos Veadascos! Ó gentezinha baixa, se essas porras não encontrarem paz e sossego para as suas grotescasa almas, vão acabar rosnando raiva contra o professor no inferno.


“Honrar pai e mãe.”


Lembro-me de uma aula do professor Olavo de Carvalho em Curitiba, entre 2001 e 2005, em que ele disse que nunca devemos falar mal de nossos pais pois ninguém além deles teria a coragem de nos conceber. Daí vem a revoltadinha e escancara a vida do pai nas redes sociais. Ela fez isso com o ÚNICO homem que teve a coragem de concebê-la. O professor Olavo de Carvalho é um segundo pai para muitos aqui. Isso é um fato. Daí vem a mocinha rebelde e joga esse homem na lata de lixo. Na verdade, ela entrega o pai aos abutres. Espero que um dia ela perceba a cagada que fez e peça perdão a Deus em público. Eu tenho certeza de que o seu pai a receberá de braços abertos.


Estive pessoalmente com a família do professor Olavo de Carvalho em três ocasiões distintas.

A primeira foi ainda em Curitiba quando, visitando aquela cidade e sendo enxerido, liguei para a professor perguntando se poderíamos aproveitar minha estada lá para almoçarmos e conversarmos. Para minha surpresa dado que até então eu conversara com ele apenas no contexto de sala de aula, ao invés disso, ele me convidou para jantar na casa dele, onde conheci a Roxane Carvalho e a Leilah Carvalho. Não lembro porque cargas d’água o Pedro de Carvalho não estava lá nesse dia.

A segunda foi em 2008, já nos EUA, onde, assim como já fizera com outros alunos, ele permitira que alguns de nós mais durebas pernoitassem na casa dele para fazermos o curso, salvando-nos assim do custo do hotel. Na época eu acabara de me mudar para Curitiba, morava em pensão e não tinha um emprego fixo ainda. Só conseguira ir para o curso por imensa generosidade de uma pessoa amiga. Lá convivi com a família mais tempo confirmando que é uma família harmoniosa e de hábitos generosos, boa parte de seus problemas com o mundo vindo antes do excesso de generosidade que vulnerabiliza para facadas nas costas.

A terceira, que espero não ser a última, foi ano passado quando aproveitando o feriado de Ação de Graças estive lá mais uma vez e fui recebido, bem como outros visitantes que estavam lá, com toda hospitalidade e amizade nesta comemoração tipicamente familiar, apesar inclusive do professor na ocasião estar baleado com um gripe forte que justificaria perfeitamente um pedido de não tratar com ninguém por um tempo. Uma das ações “diabólicas” e de “rituais secretos” que pude testemunhar nessa ocasião foi a família rezar o terço juntos.

Em todas as três situações o que vi foi uma família feliz, rodeada de amigos, mais hospitaleira a estranhos do que eu mesmo sou no meu dia-a-dia – e lembremos que hospitalidade é uma das virtudes bíblicas. Não duvido que tenham seus problemas, os quais por caridade e direito de privacidade evidentemente eles não compartilham com ninguém de fora. Mas tenho certeza também que são os problemas normais de qualquer família e, dada a evidente boa índole de todos ali, suspeito que menos intensos do que naquelas famílias mais dramáticas.

Além desses três, conheci a Inês de Carvalho ainda no Rio de Janeiro, nas aulas do Olavo. Simpatíssissima e inteligente, embora não tenha tido contato mais próximo, sempre tive a melhor das impressões sobre ela. Outro filho, que é bem conhecido, é o Luiz Gonzaga De Carvalho Neto que dá aula no ICLS. Não acompanho seu trabalho com a mesma proximidade que acompanho o do Olavo, mas do pouco que vi, quando menciona o pai é sempre de forma elogiosa e respeitosa.

Quanto ao passado do professor Olavo de Carvalho, também nunca foi segredo seu envolvimento com astrologia, tariqa do Schuón, que suas primeiras experiências como marido e pai não foram boas (o professor já lamentou publicamente no Facebook por não ter sido tão bom pai com os primeiros filhos quanto hoje ele sabe ser!), nem uma vida sexual mais promíscua na juventude – ele mesmo mencionou certa vez que desistira de casar-se com uma moça virgem quando pela primeira vez entrou em um bordel. Ou seja, qualquer insinuação de que ele escondia seu passado para fazer-se de santinho é uma deslavada mentira. Antes parece-me que ele divulgou abertamente mais fatos da sua vida privada do que a vasta maioria das pessoas que tem presença pública faz, e imensamente mais do que, para minha personalidade mais desconfiada ao menos, parece-me prudente. Cada vez que eu lia um desses fatos, comentado não discretamente numa roda de amigos, mas publicado no Facebook, pensava logo que cedo ou tarde algum mal-intencionado usaria isso contra o professor.

Tendo dito isso, um membro da família que nunca conheci pessoalmente foi a tal da Heloísa. O que sei é que mais de um testemunho que tive de pessoas próximas da família é de que ela é uma pessoa desequilibrada, que jamais perdôou o pai por erros da juventude, cultivando por todos esses anos um rancor literalmente enlouquecedor, sentido-se no direito de tudo exigir do pai, financeiramente inclusive, talvez por compensação, esperando com isso aliviar a dor que seu rancor cultiva ao invés de perdoar, e tornando-se agressiva quando seus delírios compensatórios não são satisfeitos – sem que nenhuma demonstração de afeto, amor ou arrependimento hoje lhe dê a paz de coração para perdoar os erros de ontem. Suspeito que guarde profunda inveja da esposa e filhos atuais do Olavo, certamente uma família muito mais harmoniosa que a dela foi e cuja semelhança, parece, ela jamais conseguiu obter nas famílias que ela mesmo chegou a construir, sentimento de inveja esse que é o testemunho constante e incalável de que ela sabe sim que o pai mudou, amadureceu e finalmente se tornou o pai que ela gostaria que ele tivesse sido. É uma pena, porque se ela não teve esse pai na infância por responsabilidade dele, ela poderia ter o pai que queria hoje, se não fosse por suas atitudes atuais. O que ela perdeu na infância não está nem sob o poder do Olavo recuperar porque ele não tem como mudar o passado. O que ela está deixando de ter agora, inclusive o amor de seu pai hoje, é responsabilidade exclusiva dela agora, não mais do pai. E sejamos sinceros. O Olavo está com 70 anos. Queira Deus que viva bastante, mas eu não gostaria de viver os últimos anos da presença do meu pai na terra, meus últimos anos para experimentar seu amor, guardando rancores de infância. Não vou dizer pela internet como uma pessoa que sequer conheço deve lidar com sua dor. Ela é adulta, suponho que conheça o Evangelho ao menos como estória, e já devem ter dito mil vezes à ela que o rancor e inveja são auto-destrutivos, que tentar cooptar a piedade e punir o pai por auto-sabotagem (“olha pra mim, olha como minha vida é ruim pai, e é por sua culpa!”) é irracional, que desejar que algum pedido de desculpas para ser verdadeiro tenha que adquirir a forma de uma humilhação e submissão a uma vingança cruel é em si uma crueldade e uma perversidade e que perdoar é que a aliviaria.

Observo tudo isso para ter como critério de avaliação da credibilidade e valor de uma “carta” escrita por essa filha junto a inimigos jurados do professor Olavo, um dos quais admite ter personalidade borderline *e* psicopata. Se havia necessidade de alguma prova da auto-destrutividade mencionada acima é que ela põe-se a caluniá-lo a serviço de duas pessoas perturbadas que concentram toda a sua vida em tentar destruir a imagem pública do homem que é o centro do seu mundo imaginativo e emocional, provavelmente o centro de paixões homoafetivas mal-resolvidas e odiadas por eles mesmos, necessitando destruir sua imagem como destruição compensatória para aliviar o ego que o ama de forma que eles detestam, amor esse que gostariam de destruir mas não conseguem. E não digo isso como piada ou xingamento, mas como uma hipótese psicológica que me parece razoável. Ou seja, entre inveja e loucura, rancor e obsessão, trata-se de um emaranhado de trevas entre trevas. Que Deus tenha piedade de nós, e ilumine todas as almas.


Olavo foi um dos responsável por me tirar do ateísmo e sei por fato que não estou sozinho. É o agente diabólico mais incompetente da história conhecida.


Tales de Carvalho:

“REPETINDO E REPETINDO E REPETINDO…

Sujar a imagem dos pais ‘lavando roupa suja em público’ é um pecado GRAVÍSSIMO, mesmo que as acusações sejam verdadeiras. Inventar mentiras sobre os pais é uma ABOMINAÇÃO BLASFEMA da pior categoria que muitas vezes é seguida de punições divinas já nessa vida.

Quando os pais cometem injustiças contra nós, devemos perdoar ou, na pior, nos afastar. Quando os pais cometem injustiças contra terceiros, o máximo que podemos fazer é testemunhar a verdade diante de AUTORIDADES LEGÍTIMAS, nada além disso e JAMAIS em redes sociais.

Isso é o que Deus, através de nossa amada Religião, nos ordena, mesmo quando nossos pais não gostam muito dela.”


Depois do post polêmico da filha do Olavo, por ter sido citado, me tornei definitivamente “conhecido” no submundo da direita sulista. Antes eu era considerado apenas um “camera man” que ajudou o “Jardim” a ficar bonitinho. A Heloísa é a única da família que entende de produção de audiovisual profundamente já que trabalhou na área durante décadas – ela sacou na hora que eu tinha sido usado e me deu moral na hora que eu estava deprê. Fui recebido com sorrisos e afagos na casa do Olavo mas isso não significa que ele entendam meu trabalho afinal de contas nenhum deles teve interesse em ver meus filmes. Meu negócio não é com a salvação da “Alta cultura”. Fui criado batendo punheta pra VHS de filme B dos anos 60 e 70 e jogando Street Fighter 2 com os maloqueiros da rua – música clássica pra mim é Burt Bacharach – essa é minha “alta” cultura e vocês têm que me respeitar!

Ricardo Costa Daniel,ela te usou e te capitalizou com sucesso, parceiro.Aquilo é cobra, mais cobra ainda do que o Josias.Mas se você não se ligou com a sua malandragem de pista,quem sou eu pra te ensinar a distinguir uma piranha contando história triste pra arrancar dinheiro de otário.
Daniel Aragão Brother. Meu problema é com o Josias mas enquanto o Olavo não arrancar as orelhas do fedelho, a Heloísa continua certa na parte que me toca. O resto do que ela escreveu não sei nem quero saber.

1. Filósofos não fazem séquiçu.
2. O Olavo fez muito séquiçu.
Logo, Olavo não é filósofo.

– Serip Retsük.


O recente ataque ao Olavo de Carvalho é uma das coisas mais abjetas que eu já vi.

Evidente que foi algo planejado. Utilizaram uma filha do Professor que claramente tem sérios problemas psicológicos para atacá-lo de forma vil. A tal carta escrita por ela foi replicada em poucas horas por dezenas de páginas da esquerda com posts impulsionados, ou seja, alguém investiu dinheiro na campanha. Até a Veja, a nova revista preferida do PSOL, entrou na onda.

Mas o que de tão grave foi revelado sobre Olavo? Passagens não muito auspiciosas da sua vida que ele mesmo já havia contado em diversas oportunidades e outras coisas que duvido muito que sejam verdade, pois foram desmentidas pelos supostos envolvidos, além de não condizerem com a personalidade dele.

Olavo não é santo e sempre fez questão de afirmar isso. A genialidade usualmente está associada a conflitos internos e externos constantes, um preço alto a pagar pela capacidade de enxergar a vida de uma maneira diferente.

Tive a oportunidade de encontrar o Professor algumas vezes e posso afirmar que além de ter sido muito bem recebido por ele e pela Dona Roxane Carvalho, percebi um ambiente familiar muito saudável, onde é possível identificar facilmente o quanto ele é querido pelos filhos e outros familiares.

Sem nem entrar no mérito da importância do Professor como um grande pensador brasileiro que influenciou positivamente uma geração inteira, pois nenhuma pessoa deve ser submetida a esse tipo de ataque asqueroso e covarde.

Só me resta oferecer todo o apoio ao Olavo e agradecer pelos seus ensinamentos, além da sua gentileza comigo.


Pronto, o showzinho da Heloísa e dos irmãos Veadascos já foi desmascarado. A Veja publicou uma matéria muito honesta onde os outros 7 filhos desmentem tudo, fora as dezenas de relatos de familiares e amigos que conhecem a família do professor e que postaram em seu perfil. Aparentemente, o surto da mulher se deve ao fato dela ter desejado participar do filme e não ter sido chamada. Uma mulher de quase 50 anos agindo assim. Meu Deus do céu, cada família tem um doido, fazer o que. E pra você que achou a cartinha dela razoável e ficou chocadinho com o passado do professor, a minha mensagem pra você é a seguinte: vai dar meia hora de cu com o relógio parado, seu filho da puta.


Não foi apenas um ataque de haters do Olavo.

Foi a sua filha, pior ainda, a primogênita!

A lavação de roupa suja, num mundo ideal, deveria ser realizada entre a família, jamais em público, e muito menos no Facebook.

Infelizmente, a filha se uniu ao pior tipo de gente, gente má que trabalha sob as maldições das trevas.

Não se engane! A filha vendeu a alma ao diabo para destruir a reputação do pai.

Não se trata de uma rusga ideológica ou de uma desavença intelectual, apenas, elaborada e tocada por terceiros desconhecidos.

Trata-se da primogênita do Olavo, cujo relato guarda um peso enormemente desproporcional, infinitas vezes maior do que qualquer página fuboca construída pelos seus detratores.

A filha está interpretando o papel da locomotiva dos desvairados, dos loucos sedentos pelo sangue do filósofo. O seu combustível é a vingança.

Não existe mais a possibilidade de você, caro amigo, não tomar posição, já que tudo se tornou público, familiares, alunos e admiradores do Olavo saíram em sua plena e irrestrita defesa.

Não existe a possibilidade de você separar o “Olavo filósofo construtor de uma obra inigualável” do “Olavo ser humano individual e familiar”, já que um faz parte do outro e o outro faz parte do um.

Separar uma coisa da outra para justificar a sua inércia é seguir a regrinha de etiqueta social, também conhecido como COVARDIA.

Sacar a convenção social como argumento para se abster e depois apoiar quem apoiou a filha é uma grave demonstração de endosso indireto da pretensa destruição, iniciada pela primogênita.

Como diz um conhecido adágio, quem escolhe o muro já É um aliado do demônio.

Ter vergonha de defender o que É correto é covardia, também.

Inúmeras pessoas decidiram apoiar o insensato, o louco, o errado, o absurdo. Não estou nem aí mais para elas! Se elas têm disposição para defender o errado em desfavor do Olavo, haverá igual disposição para defender o errado em MEU desfavor.

Olavo enfrenta problemas proporcionais ao seu tamanho.

O episódio pelo qual ele lamentavelmente está passando é mais um desafio integrante de sua Grande Jornada; é mais um degrau em sua Escada de Jacó.

Se Olavo algum dia flertou com o mal, graças a Deus Nossa Senhora, a Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo, o resgatou, o limpou e o pôs em nossas vidas, firme e forte!

Devo ao Olavo inúmeras coisas, como, por exemplo, a oportunidade de enxergar um horizonte mais dinâmico, com novas possibilidades e ferramentas mentais.

Também posso usar como exemplo as suas postagens diárias, muitas das quais significam chaves para abrir portas que me levam a uma nova perspectiva ou pronta reflexão.

Devo também ao Olavo a minha reaproximação da Igreja Católica, o respeito ao seu Legado e a restauração de minha devoção à Maria, a cujo Ser Celestial fui consagrado pela minha própria mãe no exato dia de meu nascimento.

Não há mais como você, caro leitor, não tomar partido. Ou você está do lado da Verdade ou do lado da mentira.

Acho que era só isso.

Muito obrigado, Olavo, e que Deus abençoe rica e abundantemente você e sua linda família, aqui incluídos os filhos e parentes, e que Ele te proteja de toda a malícia infernal.

Maria, passa na frente!


As evidências me parecem um tanto claras: quanto mais os ecos do trabalho pedagógico e filosófico do Professor Olavo de Carvalho geram incômodos para a elite governante, mais os serviçais dessa gente na mídia e na academia apegam-se às oportunidades (aparentes ou reais; plausíveis ou implausíveis) de difamá-lo, na esperança insana de destruir sua honra — como se um homem que sabe que honra não é sinônimo de fama ou de prestígio, mas sim de caráter, de integridade e de retidão perante Deus, pudesse ter sua honra diminuída ou aumentada pela falatório das almas toscas que povoam as redações, as universidades e as redes sociais.

Sendo leitor e aluno do Professor há muitos anos, e tendo o privilégio de contar com a sua amizade e com os seus conselhos, sou testemunha de que o Olavo é um homem bom, generoso e de invulgar grandeza de alma. É evidente que, como todos nós, o Olavo também é capaz de baixezas ocasionais. Ressalto, no entanto, que não afirmo isso por ter testemunhado alguma dessas ocasiões (o que nunca ocorreu), mas porque o Professor jamais as escondeu e, pelo contrário, sempre se mostrou obstinadamente disposto a confessar humildemente os seus pecados e a convertê-los em lições para si próprio e para todos os que são humildes o suficiente para aprender com os erros alheios.

E quão preciosas são essas lições! Os livros, as aulas, os conselhos e o exemplo do Professor foram e continuam sendo de valor inestimável para a minha formação. Ao longo destes anos todos, o trabalho dele não apenas me ajudou a lidar com problemas pessoais como se mostrou muito útil sempre que me deparei com a necessidade de ajudar amigos e familiares, de modo que, mesmo sendo um zero-à-esquerda, graças ao que aprendi e aprendo com ele, pude ajudar a salvar alguns casamentos, a melhorar a vida de algumas crianças, além de aliviar o sofrimento de uma porção de amigos.

Thomas Merton ensinava que a essência da piedade cristã está em usar nossas feridas abertas para curar os nossos irmãos; e a postura do Professor Olavo de Carvalho foi uma das coisas que mais me ajudaram a compreender o que o monge católico queria dizer com isso. Foi por seu compromisso profundo em se apresentar perante os homens com a mesma sinceridade que se apresenta perante Deus, que o Olavo acabou se expondo voluntariamente à maledicência daqueles que o odeiam. Foi por sua sinceridade radical, que ele se colocou diante de seus desafetos mais maliciosos munido apenas da convicção de que não há força mais poderosa do que uma personalidade autêntica. Foi por cultivar um amor maior pela verdade do que por sua sua imagem pública, que ele nunca se importou em expor seus erros passados para ajudar seus alunos (quando não aos brasileiros em geral) a evitar erros futuros.

Não se enganem. O Professor Olavo de Carvalho não está sendo atacado com todas essas fofocas e mentiras por ser um homem mau que, publicamente, busca projetar uma imagem positiva; ele está sendo atacado pelo oposto simétrico disso; ele está sendo atacado por se reconhecer autor de seus próprios atos; por se apresentar ao público sem qualquer máscara ou adorno; por se negar a ser uma personalidade forjada; por falar com a própria voz e com a autoridade de uma consciência individual; por ser, em suma, um filósofo e um cristão — um sujeito duplamente qualificado para mudar os rumos culturais e políticos de uma nação e para meter medo nos poderosos que a governam.

______________

P.S.: Mesmo se tudo o que está dito na tal da carta fosse verdade, aquilo ali apenas serviria como testemunho do miraculoso crescimento pessoal pela qual o Olavo passou e daria daria a gente como eu a esperança de um dia também se tornar um homem bom e decente.


Pelo menos com essa peleia na família Carvalho ficamos conhecendo todos os Carvalhinhos. Fiquei impressionado com a beleza, inteligência e meiguice da Inês. Se ela fosse solteira, eu a pediria em namoro. Claro que com a anuêcia do pai. Eu nem sabia que o professor tem um filho chamado Percival. Cheguei a pensar que ele fosse o nono. Sujeito irreverente e inteligente também. Daí o Tales, o filho muçulmano, o Davi, casado com uma das filhas do meu amigo Eduy, o Gugu, o mais inteligente dos filhos, a Leilah, a mais carinhosa das filhas, o Pedro, o fuzileiro naval. Faltou alguém nessa família tão bela? Ah, sim, a Heloísa. Rezemos por ela.


Da Henriete Fonseca, minha amiga há quatro décadas:

Olavo de Carvalho, vou chover no molhado: você é o cara mais amado do Brasil! Sua generosidade, que todos nós conhecemos, tirou milhares da indigência intelectual; feitos tão benéficos assim fazem levantar o Inferno, mas, tenha a certeza, Alguém te ama muito e vai tirar de todo esse mal o maior bem que você um dia vai receber, confie! Te amo!


Meu pai, Olavo de Carvalho, é a pessoa mais generosa e amorosa que já conheci. Ele sempre foi e sempre será o meu maior exemplo de ser humano. Dizer que ele é o melhor pai do mundo é pouco. Ele é muito mais do que isso. Meu pai, meu professor, meu herói, minha maior inspiração.


Ontem me limitei a não comentar o caso da Filha do Olavo de Carvalho pois acreditava se tratar-se de um assunto de família, não sendo da minha conta nem me preocupei em ler a carta aberta. Mas não, é um assassinato de reputação onde utilizaram a filha para destruir o pai, foi a coisa mais baixa que eu vi neste ano acontecendo no Facebook, com participação bovina da mídia que finalmente deixa a espiral do silêncio para participar do ato e dar suas facadas no Cezar e de todo o tipo de hienas que estavam caladas a muito tempo mas agora regozijiam de felicidade por conta de uma fofoca encomendada de internet.
Não bastando isso temos contornos de teoria da conspiração impulsionada pela VEJA onde Olavo estaria manipulando tudo e todos junto ao Bolsonaro para a tomada do poder e o controle do exército para fins malignos.
Nem 10 Pablos Vittar em uma exposição que faz apologia a pedofilia se beijando no horário nobre da globo me daria mais nojo que esse estratagema.


A quem interessar possa:

Quando o CNPq me sonegou qualquer apoio material para concluir meu doutorado em Filosofia nos Estados Unidos , busquei contato com vários jornalistas nacionalmente conhecidos. Fui solenemente ignorado por quase todos.

Disse quase todos. Porque Olavo de Carvalho agiu de maneira bem diversa. Forneceu-me o telefone de sua residência e me facultou as páginas do Midia Sem Máscara. Lá escrevi um protesto.

No final das contas, os americanos capitalistas malvados vieram em meu socorro, visto que meu desempenho era muito bom.

De toda sorte, nunca me esquecerei da generosidade demonstrada pelo professor àquela ocasião.


O professor Olavo foi um dos PRINCIPAIS responsáveis pela minha reaproximação do catolicismo. Se dependesse de almas purinhas como as de Razzos, Velascos, Porcões, Fumacedos e o caralho a quatro, certamente seria um militante ateu, pois esses exemplos de cristandade são exatamente a caricatura criada pelos neo-ateus para atacar o Cristianismo.

Quão diabólico é esse Olavo, hein??!!


Sobre o caso do Olavo de Carvalho, ainda aguardo a oportunidade de conhece-lo pessoalmente, mas sigo o mandamento do Nosso Senhor Jesus Cristo para formar meu juízo, segundo o qual devemos analisar a qualidade da árvore pelos seus frutos:

1- Uma obra invejável, dentre as quais um dos livros mais importantes já escritos no Brasil (O Jardim das Aflições), o maior sucesso editorial político dos últimos anos (O Mínimo), além de 400 aulas repletas de preciosidades e um sem número de artigos brilhantes.

2- Boa parte dos homens que eu admiro no Brasil, nos mais diversos campos, tiveram alguma influência do Olavo. Desde cientistas políticos a psiquiatras, passando por advogados, professores e artistas.

3- Todos os meus amigos que tiveram contato pessoal com o Olavo relatam a experiência de lidar com uma figura doce e autêntica e voltam me recomendando que vá a Virginia encontra-lo, se tiver a oportunidade.

4- Não sei nem dizer quantas referências, quantos conceitos e de que maneira as aulas do COF me influenciaram nos últimos 5 anos. O salto de inteligência foi, sem dúvida, maior do que tive nos 3 cursos universitários pelos quais passei.

Estes são os fatos, ou seja, os frutos inquestionáveis. Com estes, me perdoem se sigo a orientação do próprio Cristo, em vez de me deixar levar pelo desabafo de uma filha nitidamente magoada, cuja história desconheço e do bom estado mental desconfio.


Zita Injah

3 h · 

O professor Olavo de Carvalho é o responsável pelo melhor círculo de amizade que uma pessoa pode ter, serei grata eternamente! 💗💗💗


Olavo de Carvalho é o pai que todos nós queríamos ter.


As mesmas criaturas diabólicas de sempre, sofisticaram suas depravações ao ponto de cooptar a própria filha do professor – que não está de posse da integridade de suas faculdades mentais – para desferir mais uma covardia desprezível a um homem bom e honorável.

A tal “carta aberta” foi colocada em campanhas pagas nas redes digitais e difundida por um exército de ignóbeis criaturas.

Sou tomado de tristeza ao observar que pessoas (algumas próximas, e ainda outras: queridas) caiam nessa esparrela. E mais: que estejam sedentas de que fatos desta natureza aconteçam para que subscrevam seus desejos em relação a derrocada de alguém que nunca se dará por vencido por meio de futricos, detraios e trapaças.

Me causa repugnância notar que alguns – inclusive jornalistas e “intelectuais” – se aproveitam de momentos de clara vileza para destilarem também suas torpezas sofreadas e seus sentimentos abjetos retidos.

Vida longa, professor Olavo de Carvalho!


Acabo de excluir daqui 6 fulanos por serem amigos do tal Veadasco.

Mexeu com o professor mexeu comigo.

Quer se tornar inimigo dele? Então combata-o no campo intelectual e com honra.

Difamação e calúnia é arma de filho da puta.


Tudo o que teria para dizer sobre o prof. Olavo, eu já disse em mais de mil postagens neste perfil. Quem me conhece sabe o quanto devo minha vida a esse homem, a quem reconheço como um segundo pai.

Então fiquem apenas com a foto de capa. É uma imagem dele NEM AÍ PRAS INIMIGA. Nosso sobrevivente, nossa luz na escuridão, nosso mais verdadeiro amigo.

Nós te amamos, prof. Olavo. Deus te abençoe hoje e sempre.


Da minha cunhada Rosane Sanches Antunes (antes da publicação do desmentido na Veja):

Eu tive a oportunidade de conviver e conhecer de perto a família Carvalho, principalmente quando Olavo e a Roxane voltaram para o Brasil da França , eles ficaram na minha casa até conseguirem uma casa disponível .Falo com propriedade que conheço a índole e a conduta desta família e este artigo que saiu na revista Veja é completamente equivocada( sem direito do contraditório, unilateral, e sem depoimento dos outros filhos para confirmar a veracidade das alegações). É muito triste ver uma filha atacando o pai desta forma.Eu estou indignada! E ainda mais indignada com o jornalismo leviano irresponsável da revista Veja. Revista Veja , aguardo matéria de direito de resposta do Olavo e depoimento dos outros filhos para ver se as alegações procede . Se não houver pergunto: Quem será que encomendou esta matéria?


Pergunto: – “Qual o mágico faz carreira, torna-se astro diante o público, e revela depois o seu próprio truque?”. Respondo: – “Nenhum”. Explico melhor: se o Olavo de Carvalho utilizasse técnicas de PNL (Programação Neuro Linguística), seria ele o Mister M da hipnose, invés do David Coperfield que “A Carta” proclama. No Jardim das Aflições (época que o professor era um completo desconhecido), já havia ele denunciado todo abuso das descobertas de Milton Erickson. Leiam o capítulo 4, chama-se A Lógica de Epicuro, está tudo lá. Só mesmo um cretino para acreditar que, e através de, simplíssimas video conferências, teria ele tamanha influência para “lavagem cerebral sobre as pessoas”, principalmente esta que as denúncias retumbam: de “proporções” demasiadas.


Tem gente que trabalha
Que estuda
Que ajuda
E tem aquelas que escrevem carta aberta.


Não comece a ler essa postagem se você espera mais uma carta aberta. Trata-se de um pequeno relato, feito de coração e com gratidão, a uma pessoa que me é muito querida: meu sogro, Olavo, ou como carinhosamente o chamo, Sogrão.
O conheço desde antes de conhecer o Davi. Ele me foi apresentado pelo meu pai, e desde então teve grande influência na minha educação, na minha vida, na minha maneira de pensar.
Sou e sempre serei eternamente grata à ele, pois independente da sua contribuição para a filosofia, para a política, é por sua causa que eu tenho o meu Davi. Se ele não tivesse aceitado a bênção divina que é receber uma criança, ou o tivesse devorado como dizem que ele faz, hoje eu não teria o marido maravilhoso que eu tenho, e meus filhos não teriam o pai mais incrível que eu já vi.
E eu também serei eternamente grata pelo conselho simples que ele me deu, em um jantar no Outback, quando estávamos nos EUA. Eu estava sem falar com o meu pai, e ele que sabia de toda a situação e dos meus motivos para a falta de contato, chegou, colocou a mão no meu ombro e disse: “seu pai me ligou hoje. Perdoa ele. Ele te ama”.
Voltamos para o Brasil e no dia seguinte fui visitar meu pai. Dois meses depois, ele morreu.
A perda do meu pai me marcou muito, e até hoje dói. Mas seria infinitamente pior se eu não tivesse ouvido aquele conselho.

Falei para ele hoje, ao telefone, que o amo como se fosse meu segundo pai, e que neste coração, apesar do meu jeito meio “cavalar” como ele diz, tem muito carinho por ele e por toda a família.


NESTE mar de calúnias contra o professor Olavo de Carvalho, de minha parte, como um de seus piores alunos, deixo nesta nota a minha eterna gratidão e divida para com ele. Muito obrigado, professor! Serei sempre grato ao Sr. por todos os livros, cursos, aulas do COF, amizades verdadeiras por meio de seus alunos e renovação do meu amor pela Igreja de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Muito obrigado!


Leonardo Oliveira
4 h · 

Sem o professor Olavo eu não teria conhecido o Mário Ferreira dos Santos, e sem o Mário Ferreira dos Santos eu não teria voltado a acreditar em Deus. Foi o Olavo, mais uma vez, falando de passagem sobre as chagas de São Francisco e também sobre a confissão, que me levou à conversão ao catolicismo. Se hoje faço vocês darem risadas e sou um pouco melhor, é graças a ele. O Olavo pra mim, é como um segundo pai. Enfim, é isso.

Carta aberta aos “Carta aberta”. Entendedores entenderão.

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A gente pode até amar demais, mas não como o Olavo na Escola Júpiter nos anos 70.


Há oito anos eu iniciava meu estudos no COF (Curso Online de Filosofia), do Seminário de Filosofia de Olavo de Carvalho. Dentre muitos exercícios propostos – os quais praticava sempre com seriedade e obstinação – havia um, em particular, que me despertou interesse mortal (perdoem o trocadilho incidental): o exercício do necrológio.

O exercício consistia em elaborar um elogio post mortem a mim mesmo, mas como se tivesse sido escrito por um grande amigo.

Àquela altura da minha vida, com 35 anos, não me encontrava absolutamente satisfeito com minha situação. Algo havia se perdido ao longo do caminho. Não que eu estivesse totalmente perdido, somente estava numa estrada paralela a de minha verdadeira vontade e não possuía as ferramentas necessárias para retomar a via original.

Quase uma década se passou e há poucos dias atrás eu estava na casa do professor, conversando com Roxane Carvalho em sua sala, no piso térreo – com Olavo me aguardando para uma entrevista no andar de cima – e, de súbito, distingui algo que me parecia velado até aquele momento: eu estava atualizando cada linha daquele exercício que, com tamanha urgência, havia me dedicado há tanto tempo atrás.

O que pensar de alguém que o ajuda tomar posse de suas potencialidades e realizá-las, por mais difíceis que lhes possam parecer?

O que pensar de alguém que, ao longo do caminho, lhe aconselha não com dicas, “sacadas” e orientações, mas com aulas soberbas que tocam a alma e – em muitas vezes – até com um silêncio eloqüente diante de suas idéias tolas?

O que pensar de alguém que lhe mostra pelo exemplo que há um sentido único na vida de cada indivíduo e que, se você toma posse dessa idéia, é possível desenvolver sua personalidade e tornar-se aquilo que você realmente é?

O que pensar de alguém que, por influência direta ou pelo convívio com todos de sua casa, o faz reaproximar-se de sua família, dos entes queridos e de Deus?

Penso somente em gratidão, respeito e amizade genuína. Sentimentos extensivos aos seus familiares que sempre me trataram como um dos seus.

Obrigado, professor. Obrigado, família Carvalho. Contem sempre comigo!


Prints do dia


— E então, Yuri, com tudo o que andam falando do Olavo de Carvalho na imprensa e nas redes sociais, o que você acha dele agora?
— Achar? Eu não acho nada: eu amo esse cara!


OS FILHOS DE OLAVO

Olavo de Carvalho salvou a minha vida. Graças a ele, voltei para a Igreja e passei a amar a verdade, condição essencial para amar a Deus. Face aos ataques perniciosos que ele vem sofrendo nos últimos dias, cujo propósito evidente é atingir o seu coração com as armas da inveja, republico aqui a crônica em homenagem aos seus 70 anos, que saiu na Folha de Londrina no dia 28 de abril deste ano. Somos todos filhos de Olavo.

********

Há alguns dias, depois de participar de um debate em Harvard, o filósofo brasileiro Olavo de Carvalho foi jantar com a esposa Roxane e um pequeno grupo de amigos no Restaurante Sem Nome (No Name Restaurant), que serve frutos do mar no mercado central de Boston. Lá foram atendidos por um velhinho grego que é, ao mesmo tempo, dono e garçom da casa. Como uma equipe de TV pediu para fazer uma entrevista com Olavo no local, o proprietário do restaurante percebeu que se tratava de uma pessoa “famosa”.

Depois da entrevista, o velhinho grego se aproximou de Olavo e, com muita discrição, perguntou em inglês quem ele era. Olavo respondeu com a habitual gentileza e convidou o proprietário a sentar-se. O rosto do homem se encheu de surpresa:

— Olavo de Carvalho, o filósofo?

— Sim, sou eu mesmo.

Então o velhinho começou a chorar.

Na juventude, o velhinho havia estudado filosofia. Tempos atrás, ele recebera pela internet um artigo sobre religião, traduzido para o inglês, e havia dado para o filho ler. Após a leitura do texto, o moço decidiu voltar à Igreja, da qual estava afastado por muito tempo. O dono do restaurante fizera questão de guardar o nome daquele autor que tanto bem fizera ao seu filho. Era Olavo de Carvalho, “brazilian philosopher and writer”. E agora, por uma incrível sorte, o homem estava ali, diante dele!

Conto essa pequena história verídica para ressaltar uma das realizações menos lembradas do meu amigo e professor Olavo de Carvalho: ele é responsável por um número incalculável de conversões religiosas. O trabalho de educação intelectual clássica que ele faz provoca, não raro, um despertar espiritual em seus alunos. Os casos de pessoas que voltaram à Igreja depois de ler seus livros e assistir às suas aulas poderiam encher esta página.

Assim como existiu a Lista de Schindler, existe uma Lista de Olavo, composta pelas pessoas que o filósofo reconduziu à Igreja, por meio da alta cultura e do estudo dos clássicos. Assim como há os “judeus de Schindler”, há uma quantidade espantosa de “cristãos de Olavo”, que graças ao filósofo se libertaram de suas amarras ideológicas e ateísticas.

Aqui vale a pena lembrar a frase de Nassim Taleb: “Nunca espere condecorações por dizer a verdade”. Se você busca o aplauso das elites acadêmicas, fazer parte da Lista do Olavo não é um bom negócio. Mas, se você procura o conhecimento e a contemplação da verdade, vale muito a pena.

Hoje em dia as pessoas falam muito de listas vergonhosas, como a da Odebrecht. Na Internet, de vez em quando, pipocam as listas de “verdades e mentiras”. Pois eu vou contar aqui uma simples verdade: com modéstia, mas também com orgulho, pertenço à Lista do Olavo.

Amanhã, 29 de abril, Olavo de Carvalho completa 70 anos. O trabalho que ele fez pelo resgate da alta cultura no Brasil é comparável a uma Operação Lava Jato do espírito. Deveríamos estar tão agradecidos a ele quanto o velhinho grego do Restaurante Sem Nome.


Prof. Olavo de Carvalho, somente agora vim me manifestar publicamente porque vi com muita tristeza que a situação chegou na mídia. Até ontem me mantive em silêncio porque aprendi com o senhor a não opinar sobre o que não se sabe. E não falei ontem porque cheguei tarde em casa de um plantão de 12hs.
Além disso, estava realmente triste com o que estava acontecendo ao ponto de querer lhe chamar no Skype para lhe dizer algumas palavras de conforto. Graças à Deus que recebeu inúmeras manifestações de carinho.
Não queria ser repetitiva e dizer o mesmo que muitos dos seus afetos lhe disseram, mas apenas como testemunho mesmo:
Devo muitissimo ao senhor, além do Luís Filidis, do Padre Paulo Ricardo, de Dom Bertrand e do Dr. Plínio Corrêa de Oliveira a minha conversão ao Catolicismo. Mas devo mais e particularmente ao senhor de como PERDOAR VERDADEIRAMENTE – o que foi muito importante para a minha vida hoje. E – veja só! – foi com o senhor que aprendi a importância de se honrar pai e mãe. Lembro-me mais ou menos destas palavras no COF – não exatamente com estas: falar mal dos pais atinge-nos muito mais porque na verdade estamos falando de nós mesmos. Seus alunos devem lembrar melhor desta aula.
Professor Olavo, todo o meu carinho e gratidão ao senhor por tudo que fez por mim e pela minha família!
O senhor nem imagina!
Que Nossa Senhora lhe abençoe grandemente!


 

Nando Castro:

Sobre o Olavo de Carvalho, o que eu tenho a dizer é o seguinte:
– Li a transcrição da aula “O que é milagre?” e a partir daí senti uma convicção ainda mais forte sobre a minha fé e o caminho correto que eu sempre segui na Igreja Católica, como minha família sempre me ensinou. Esse escrito apenas mostrou que todos meus parentes estavam corretos, além da riqueza de informações que eu simplesmente não sabia.
– Em agosto de 2014, o meu avô Fernando me aconselhou que procurasse os artigos do professor Olavo. Um tempo depois, ganhei um exemplar d’O Mínimo e meu avô sempre elogiava quando eu lia os artigos do professor. Em virtude de um problema na visão, ele não conseguia ler, restando para mim ou pessoas próximas o papel de ler os livros e jornais da vida. Um dia antes dele falecer, li para ele o artigo “Pobreza e grossura”. Quando terminei, ele disse: tá vendo aí? Esse Olavo é muito sensato.
– Em março de 2015, meu avô foi para a morada eterna. Um mês depois de perdê-lo, consegui o Skype do professor Olavo. Numa ocasião, liguei para ele e, sob forte tristeza, informei sobre a minha situação de saudades e dor que sentia naquele momento. Recebi conselhos que jamais irei esquecer.
– No ano passado, eu não tinha nenhuma renda. Nenhuma experiência no currículo, sem nenhuma porta sendo aberta para mim. Período de dificuldade financeira na família. Eis que ele lançou o curso “Guerra Cultural”. Fiquei louco pra fazer, mas não dava. Pedi ajuda a várias pessoas e não consegui.
– Fui no Skype e, me sentindo o sujeito mais insolente do mundo, liguei pro Olavo a fim de pedir uma bolsa para fazer o curso. Disse de cara do que se tratava e ele sequer deixou eu terminar de explicar a minha situação. Apenas disse: “tudo bem, vou falar com o Silvio e ele vai lhe encaminhar os dados. Boa sorte por aí, não desista de nada não porque você vai conseguir superar esses problemas aí”.
– A bolsa foi de fato dada pra esse sujeito aqui que o professor nunca viu pessoalmente. Além disso, já houve ocasiões em que o próprio Olavo me atendeu outras vezes, me dando vários conselhos para a minha profissão e vida pessoal.
Em tempos de assassinato de reputações sendo patrocinadas por pessoas de caráter torpe, não custa nada lembrar do cara que num recente passado me deu forças para seguir em frente, me ajudou na educação e, sem perceber, pavimentou o caminho para que eu pudesse fortalecer ainda mais a minha fé.
Diante de todos esses feitos e essa amizade entre um professor e um aluno que está a milhares de quilômetros, resta-me, apenas, expressar em poucas palavras a gratidão que tenho, portanto: obrigado, professor. Que Deus abençoe o senhor e sua família.


Espero que este meu comentário não fique muito longo, como aqueles em que aparece o link “continuar lendo” e ai quando você clica ele te joga para uma outra página e muitas pessoas simplesmente param de ler ao ver o tamanho do artigo. Se isto acontecer, por favor continue lendo.

Porque o Olavo de Carvalho, apesar de ser tão perseguido, continua angariando fãs e admiradores, que crescem a cada dia? Será que ele tem algum poder hipnótico? Usa de Programação Neo Linguística como uma pessoa falou? Será que usa algum poder místico satânico? Nada disto.
Ele se torna admirável pelo seu poder de abrir o nosso entendimento da realidade por meio de suas aulas de filosofia, seus comentário sobre a realidade política e social do Brasil e do mundo e muito mais ainda pela sua capacidade de nos dar um testemunho à sua maneira da fé cristã autêntica. Esta última, para mim é uma das mais admiráveis.

A loucura que hoje é geral na sociedade humana, não pode somente ser curada pelos estudos acadêmicos, mas pelo encontro de nossa alma com o divino, e a com a verdade. Não são poucos os que como eu, entenderam a maravilhosa fé católica e se aperceberam de sua ação libertadora em suas vidas. Sua apologética cristã, mais especificamente da fé Católica, não é de maneira nenhuma convencional, e eu diria, que é muito mais autentica porque não é direta nem imposta, mas como no método de ensino socrático, apenas nos faz reconhecer que já conhecíamos certas verdades fundamentais, somente não as re-conhecíamos plenamente. Suas explicações não são novidades estranhas, mas noções familiares, onde o que somente nos era sentido em nosso íntimo se mostra pela primeira vez expressado em palavras e conceitos.
Daí em diante, o que nos resta é aceitar o que nós mesmos já sabíamos, na maioria das vezes. Sua capacidade de unir o místico como o trivial, e dar ao segundo a profundidade do primeiro, fazendo assim a ponte que nos faltava para vermos que, longe de encararmos a fé como simples crença em algo totalmente além do real, ela é a essência mesma da vida. A fé em Cristo e na Igreja deixa então de ser algo alheio à nos mesmos para assumir sentido e unidade com nossa consciência. Daí tantas pessoas dizerem que se converteram ou voltaram à Igreja Católica com muito mais fé e convicção do que antes. Se formos procurar onde nas aulas dele ele nos ordena isto, não encontraremos nada, mas somente aquelas palavras certas que nos remeterão ao resultado de nossa conversão, assim como se consegue um resultado matemático de uma operação aritmética qualquer.

Como ele mesmo ensina, a verdade segue camadas em círculos concêntricos que vão desde verdades fundamentais e genéricas até pequenos fatos do dia a dia, mas todos eles amarrados pela linha da estrutura da realidade, que de forma nenhuma pode alijar a ação do Espírito Santo na história humana. Um filósofo que não entrasse nos meandros da Religião seria um pensador pela metade.
Nunca ficou tão patente as palavras de Jesus em que ele diz que importa que os verdadeiros adoradores do Pai o adorem em ESPÍRITO e em VERDADE.

Por isto por detrás de tanta perseguição ao nobre professor Olavo de Carvalho, existem muito mais causas invisíveis movendo fantoches humanos, do que supõe a vã percepção dos fatos dos que não o entendem.


Elpídio Fonseca adicionou 16 novas fotos.

17 h · 

São Paulo, setembro de 2017.

Em meio ao alarido dos vira-latas que, fundados em boatos e fofocas de detratores psicopatas, tentam, em vão, manchar a honra do Professor Olavo de Carvalho, cometendo contra ele crimes de calúnia, injúria e difamação, por serem incapazes de refutar, uma que seja, algumas das muitas contribuições dele à filosofia, desponta, insofismável, esta verdade:

Não tivesse o filósofo Olavo de Carvalho, nos últimos anos:

– ministrado 400 aulas (até agora) no Curso Online de Filosofia;
– escrito onze livros originais;
– elaborado o curso História Essencial da Filosofia.
– reunido, em livro, sete volumes (até o momento) seus artigos escritos no Diário do Comércio;
– ministrado centenas de aulas nos Seminários de Filosofia, entre os anos de 1997 e 2002, em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Paraná, no Rio Grande do Sul;
– escrito dezenas de orelhas e apresentações dos maiores escritores brasileiros;
– transmitido, durante 5 anos, o programa True-Outspeak, programa, à época, de maior audiência do site Blog Talk Radio;
– participado de dezenas de debates, um deles com Alexandre Dugin, do qual saiu vencedor, tendo tal livro sido publicado no Brasil e na Romênia, lá estando entre os mais vendidos.
– participado de dezenas de conferências pelo Brasil afora.
– escrito o livro, editado por Felipe Moura Brasil, O Mínimo que você precisa saber para não ser um idiota, lançado pela Record, com mais de 300 mil exemplares vendidos, a despeito do boicote total que lhe fez a imprensa, não o divulgando;

Não tivesse ele feito nada disso, e somente o ter dado a conhecer, ao público brasileiro, há vinte anos, em 1997, com O futuro do Pensamento Brasileiro (Autor) e há dezoito anos, 1999, com As seis doenças do espírito Contemporâneo (autor, Constantin Noica, tradutores Fernando Klabin e Elena Sburlea, sendo suas a introdução, edição, notas e comentários) os maiores autores romenos da geração anterior e da atual, e já seu nome mereceria figurar como o de restaurador da alta cultura do Brasil.

De fato, se, como aluno de Olavo de Carvalho, eu não tivesse ouvido falar dos autores romenos mencionados em aula, certamente não teria tido meu interesse despertado para o estudo desse idioma, há dezessete anos atrás, e o público brasileiro não teria tido acesso a autores como: Constantin Noica, Nicolae Steinhardt, Gabriel Liiceanu, Andrei Pleşu, Vladimir Tismăneanu e Lucian Blaga.

E isto é apenas um pequeno nicho dos interesses do Professor Olavo de Carvalho, para não mencionar a divulgação, para um público amplo, das obras de Eric Voegelin, inter alii.

Enquanto o Professor Olavo de Carvalho produz obras de tal envergadura, que faz a cainçada? Obra, obra, obra o excremento de que se alimenta no monturo em que vive, e para cima do qual não consegue olhar….

Que, a despeito dos ladridos ao redor, Nosso Senhor Jesus Cristo o guarde, Professor Olavo de Carvalho, por muitos anos e bons, dando-lhe força, coragem e bom-humor para continuar nessa sua grande missão recivilizadora do Brasil!

Um abraço do aluno Elpídio Fonseca.


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https://catracalivre.com.br/geral/cidadania/indicacao/filha-de-olavo-de-carvalho-revela-podres-do-pai-em-carta-aberta/

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/olavo-de-carvalho-responde-carta-aberta-da-filha/

Olavo de Carvalho atribui acusações de filha a ausência em filme

Vocês podem, por favor, abrir a página http://jconline.ne10.uol.com.br/…/filha-de-olavo-de-carvalh… e informar aos distintos jornalistas que quando eles publicaram a acusação de crime as próprias vítimas alegadas já a haviam desmentido? Já não estou aguentando mais responder a tanta baixaria vinda de tantas fontes diferentes. É uma luta de milhares contra um. Não estou reclamando, estou só dizendo que a trabalheira ultrapassa a minha força física.

http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/cultura/noticia/2017/09/18/filha-de-olavo-de-carvalho-acusa-o-pai-de-colocar-arma-na-cabeca-dos-filhos-307398.php

*

http://libertoprometheo.blogspot.com.br/2017/09/carta-aberta-um-pai.html?m=1


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Tobias Goulão- O Jardim das Aflições

http://www.jornalopcao.com.br/opcao-cultural/do-olavo-de-carvalho-nao-se-fala-ou-a-importancia-do-documentario-o-jardim-das-aflicoes-97125/

“Do Olavo de Carvalho não se fala”, ou A importância do documentário “O Jardim das Aflições”

Para a indignação de todos os que tecem inúmeras ofensas ao filósofo, esse momento não conseguiu passar em vão. Aquele que deveria ser relegado ao esquecimento, hoje está em um documentário tendo o seu pensamento exposto para todo o Brasil

Tobias Goulão
Especial para o Jornal Opção

“Do Olavo de Carvalho não se fala”, disse certa vez o líder comunista Milton Temer, e essa frase resumiu durante alguns anos a posição que se tomava sobre o autor. O homem de 70 anos, atualmente morando no estado da Virgínia, nos Estados Unidos, autor de livros de sucesso como “O imbecil coletivo” e “Aristóteles e nova perspectiva”, entre outros, e que durante um bom tempo constava entre os colaboradores dos veículos de mídia como revista ÉpocaO GloboJornal da TardeFolha de São PauloDiário do Comércio, passou por uma tentativa de ser relegado ao esquecimento. Motivo: atitude de denúncia do establishment brasileiro. O que a casta dos intelectuais e políticos tupiniquins esqueceu foi que não havia mais uma hegemonia na forma de exposição de ideias, no fornecimento de aulas, na difusão de conhecimento. A internet e a iniciativa particular conseguiram suprir o ostracismo que tentaram impor a Olavo de Carvalho, que ainda continuou a escrever, a lecionar e a semear em uma terra desolada. O resultado é que hoje, em 2017, não há mais como ignorar Olavo de Carvalho. Até mesmo o cinema é prova disso.

O documentário O Jardim das Aflições, lançado recentemente, em 30 de maio, e que está percorrendo as principais cidades do país, é prova da importância que Olavo de Carvalho exerce no meio intelectual, mesmo ainda sendo ignorado por muitas pessoas que compõem a intelligentsia no país. O filme dirigido por Josias Teófilo foi rodado sem nenhuma verba governamental e conseguiu, por financiamento coletivo, uma soma de 315 mil reais – um baixo orçamento se comparado às grandes cifras de filmes que são rodados via Lei Rouanet. Em uma combinação de diálogos, leituras de trechos de obras filosóficas do próprio Olavo e de outros autores, as três partes do documentário caminham, como uma escrita sinfônica à maneira que o poeta Bruno Tolentino classificava a escrita de Olavo, a um arremate belo após a grande execução.

As três partes, I Contra a tirania do coletivo, II Como tornar-se o que se é, III e As ideias dos náufragos, são uma forma de dar espaços à observação que o autor faz sobre as forças que tem ação sobre nós. Assim ele destaca o poder que o Estado exerce sobre os indivíduos, coisa que outrora não encontramos paralelo e como a esfera da ação política em busca desse controle tomou conta de todas as atividades, inclusive da religião. Após expor o avanço do controle via Estado, há uma longa exibição de como buscar a consciência de si, de como moldar a própria personalidade tentando caminhar em meio às inúmeras forças que exercem sobre nós algum poder e, mesmo assim, saber utilizar todas como meio de auxílio na nossa formação. Por fim, após o encontro com o poder, com a noção de construção daquilo que somos, Olavo fala a nós sobre aquelas ideias que levam os homens à ação, as ideias que movimentam e que acabam por construir um caminho na história humana. Como um bom estudioso das ideias clássicas, ao dialogar fica claro o ponto em que, citando Platão, nos lembra que a filosofia nos ensina a morrer; mais ainda, a filosofia acaba mostrando ao fim que peso possuem nossas ações, pois a distinção final é a que mesmo não mais presentes corporalmente nossas ações, nosso ser que, em tempos passados, surgiu e agiu não perde nada dessa condição. Aquilo que é ser, não pode ser não-ser; aqueles que realizaram alguma ação, não podem desfazê-las.

Nas escolhas de filmagem de Josias Teófilo, tudo é caminho para encontrar a figura do filósofo distante da torre de marfim que muitos intelectuais cultivam. As panorâmicas na cidade onde ele habita, o passeio na pequena livraria, as cenas em família, a reunião na sala, o tempo na biblioteca e até mesmo os relatos sobre o Olavo feitos pela esposa Roxane caminham para mostrar a integridade do que o filósofo fala e daquilo que ele vive. A montagem faz relação com toda a narrativa do documentário, sendo elemento que representa, ora de forma clara e outras simbolicamente, aquilo que Olavo está explicando. As cenas retiradas de entrevistas conferidas pelo autor, trechos retirados de filmes somados às cenas que se passam em Brasília, seja na visão aérea da catedral, seja no plano-sequência que traz a explanada dividida em tempos de impeachment, são excelentes ilustrações dos temas discutidos: poder, consciência e transcendência. Ainda é importante citar na construção do filme o peso da fotografia do premiado Daniel Aragão. Ele soube passar muito bem a atmosfera da proposta inicial de Josias: partir do livro e expandir o tema de O Jardim das Aflições. Ou seja, da tirania imposta pelo Estado, da importância de saber quem se é e do elemento transcendental no homem. Um detalhe à parte é a trilha sonora: 1ª Sinfonia de Sibelius, além de ser uma obra magistral que completa a composição do cenário o qual ambienta a vida do filósofo, é uma referência à forma da escrita do Olavo.

Mas aquilo que o documentário melhor retrata é um simples fato: o filósofo no seu exercício de filosofar. A definição que Olavo de Carvalho oferece de filosofia, “a busca metódica pela unidade do conhecimento na unidade da consciência e vice-versa”, é justamente o que está exposto em O Jardim das Aflições. No filme, principalmente na exposição da consciência de si que compõe a segunda parte do documentário, vemos esse exercício. As reflexões feitas por Olavo nada mais são que esse ato de fazer uma filosofia que esteja diretamente ligada à realidade e aos elementos circunstanciais que dão ao indivíduo a matéria-prima para ser aquilo que é. É justamente a composição de uma sinfonia que transmite a busca da unidade entre as ideias que estão em ação no indivíduo, a procura por entender a realidade que está em constante relação com essas ideias e como elas não devem ser apenas uma obra de gabinete, mas uma composição que busca justamente determinar a unidade do real. As circunstâncias, referência direta ao filósofo espanhol José Ortega y Gasset, que já foi comentado pelo próprio protagonista do documentário como um dos responsáveis por abri-lhe os olhos para fora do mundo marxista, são as condições que estão ligadas diretamente à formação de nossa realidade como pessoa. Considerar o efeito dos elementos internos e externos a nós é um dos temas que serão expostos e que dão um tom importante ao desenrolar da explicação de Olavo sobre a nossa busca para nos tornarmos aquilo que somos. Outra referência não feita no documentário, mas que pode ser percebida mesmo que levemente, é vinda do francês Louis Lavelle, que em outras situações é mencionado pelo filósofo brasileiro e que tem em seus escritos justamente uma busca por essa consciência de si, ligada a um aprofundar-se no próprio ser e um expandir-se ao encontro do outro.

O que é feito nesse exercício filosófico que vemos no documentário é aquilo que certa vez Olavo de Carvalho explicou ter visto de um filósofo de fato, não de um professor de história da filosofia. Em seu tempo como aluno do Pe. Stanislavs Ladusãns, sacerdote católico vindo da Letônia, disse que este fazia em suas aulas o exame dos problemas propostos seguindo uma linha que passava pelas respostas de vários autores até chegar a uma solução. Esse método do exame, da narrativa do problema e da observação de suas causas, efeito e solução é o que temos nas lições dadas durante o documentário.

Como lembra Eric Voegelin, autor a quem Olavo faz referência durante o documentário, filosofar é algo que deve ser feito para resgatar a realidade. Justamente essa é a obra de resgate a qual Olavo dedica boa parte de seu trabalho. É intenção dele o resgate das inteligências no Brasil, uma ação de esquecimento das ideologias e procurar, na realidade, ligar-se ao que ela é e assim buscar a compreensão da vida humana. Apelo à realidade esse que também pode ser encontrado em outro grande filósofo por vezes mencionado por Olavo em outras ocasiões, o espanhol Xavier Zubiri, que traz na sua filosofia a mesma noção de se ligar ao real e, a partir de nossa relação com ele, buscar a compreensão apartada das vias ideológicas que têm como intuito apenas nublar a verdade das ações da realidade.

Além de Voegelin, Aristóteles e Platão são outras referências citadas várias vezes durante o documentário, o que mostra a conexão entre a filosofia não como uma sucessão de ideias nas quais a cada moda se esquece os antecessores, mas como um conjunto concreto no qual se utiliza de toda a verdade que há em seu trajeto histórico até hoje, talvez uma mostra do que Mario Ferreira dos Santos fez em sua Filosofia Concreta, este que também é um autor muito estudado por Olavo.

Para a indignação de todos os que tecem inúmeras ofensas a Olavo de Carvalho, esse momento não conseguiu passar em vão. Aquele que deveria ser relegado ao esquecimento, ser tratado como pária, hoje está em um documentário tendo o seu pensamento exposto para todo o Brasil. A figura que deixou toda uma casta intelectual com muita indignação está novamente nos holofotes, o que reflete a influência que ele exerce, cada vez mais, em uma população que começa a se levantar do lamaçal ideológico em que estamos mergulhando (vide as referências diretas a ele nas várias manifestações públicas que tivemos no país). Para “um filme que não deveria existir”, O Jardim das Aflições veio dar novos ares ao cinema e uma nova visibilidade para a filosofia no Brasil.

Tobias Goulão é mestre em História pela Universidade Federal de Goiás.

 

Santo Olavo

Χρόνια Πολλά, Δάσκαλο Ολάβο δε Καρβάληο, γυά την ονομαστική εορτή σου!

Muitos anos, Professor Olavo de Carvalho, pelo seu Dia do Nome!

Santo Olavo da Noruega
O santo, glorioso, justamente-vitorioso mártir e correto-fiel Rei Olavo II da Noruega, também conhecido como Olaf Haraldson, era filho do Conde Harald Grenske da Noruega. Ainda em vida também foi chamado de Olavo, o Gordo. Nasceu em 995 DC e governou de 1015 até 1028, quando foi exilado. Morreu dois anos depois no campo de batalha de Stiklestad, morto por seu apoio à fé cristã e sua tentativa de unir a Noruega em uma só nação. Sua festa é no dia 29 de julho e não deve ser confundido com seu predescessor Olaf Tryggvason (Rei Olavo I da Noruega).
De acordo com Snorri Sturluson (um historiado islandês dos séculos XII e XIII), ele foi batizado em 998 na Noruega, embora mais provavelmente cerca de 1010 em Rouen, França pelo Arcebispo Robert. Ainda bem jovem, foi à Inglaterra como um viking, onde participou de muitas batalhas e adquiriu sincero interesse no Cristianismo. Depois de muitas dificuldades foi eleito Rei da Noruega, e determinou como prioridade a extinção do paganismo para tornar a religião cristã a religião base de seu reino.
É o grande legislador norueguês para a Igreja, e como seu predescessor Olaf Tryggvason, realizou severos ataques à fé e aos costumes antigos, demolindo templos e construindo igrejas cristãs em seu lugar. Trouxe muitos bispos e padres da Inglaterra, como o Rei Canuto IV faria mais tarde na Dinamarca. Alguns destes sabe-se os nomes: Grimkel, Sigfrid, Rudolf, Bernhard). Parece que ele considerava o modelo anglo-saxão como referência para a organização eclesiástica de seu reino.

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Entretanto, o agravamento contra ele tornou-se tão forte que os poderosos clãs uniram-se em rebelião contra ele, pedindo ao Rei Canuto II da Dinamarca e Inglaterra que os ajudasse, no que foram prontamente atentidos, sendo Olavo expulso e Canuto II eleito rei da Noruega. Olavo fugiu para o Principado de Kiev e na viagem ficou ainda algum tempo na Suécia, na província de Nerike, onde de acordo com lendas locais, batizou inúmeras pessoas.
Depois de dois anos de exílio, voltou para a Noruega com um exército. Ao pisar em terra, foi ao encontro de seus súditos rebeldes liderados pelos nobres noruegueses em Stiklestad, onde a célebre batalha ocorreu em 29 de julho, 1030. Nem o rei Canuto nem os dinamarqueses participaram da batalha. O Rei Olavo lutou com grande coragem, mas foi mortalmente ferido e caiu no campo de batalha orando “Deus, ajuda-me”.

Note-se que o ressentimento contra Olavo não era apenas por causa de seu cristianismo, mas em alta conta por sua inflexível luta contra a antiga constituição de condados e pela unidade da Noruega. Ele considerado pelos noruegueses como o grande campeão da independência nacional.

Muitos eventos miraculosos ocorreram ligados à sua morte e posterior exumação um ano depois, quando rumores de sua santidade espalharam-se por toda parte. Seus amigos, o Bispo Grimkel e o Conde Einar Tambeskjelver, deitaram o corpo em um caixão e o colocaram no grande alta da Igreja de São Clemente em Nidaros (hoje Trondheim). Olavo tem sido considerado desde então um santo, não apenas pelo povo da Noruega, mas também por Roma. A Igreja Ortodoxa o venera como um dos seus antigos santos ocidentais antes do Grande Cisma.

Em 1075, seu corpo incorrupto foi guardado no que se tornaria a catedral de Nidaros (Trondheim), e que subsituíria a capela, tornando-se local de peregrinação. Durante a a Reforma Protestante seu corpo foi removido e re-enterrado. Sua devoção fora reforçada pelo reino impopular de Swein, filho de Canuto; a morte de Canuto em 1035 resultou na fuga de muitos dinamarqueses da Noruega e na acensão do filho de Olavo, Magnus. A partir de então sua devoção espalhou-se rapidamente. Adão de Bremen (c. 1070) registrou que sua festa era celebrada em toda Escandinávia.

Sua devoção espalhou-se ainda mais ao longo da Idade Média, chegando até a Inglaterra. Em londres na Hart Street, há uma Igreja de Santo Olavo, há muito dedicada ao glorificado Rei da Noruega. Em 1856, uma bela Igreja de Santo Olavo foi eregida em Christiania, a capital da Noruega, onde uma grande relíquia de Sto. Olavo, uma doação do Museu Real Dinamarquês) é preservada e venerada. As Armas da Noruega são um leão como machado de batalha de Santo Olavo nas suas patas dianteiras.
A ordem norueguesa de Cavalaria de Santo Olavo foi fundada em 1857 por Oscar I, rei da Suécia e Noruega, em memória deste rei. Ele é chamado Rex Perpetuum Norvegiæ, rei eterno da Noruega.

Um fato interessante e algo bizarro sobre as relíquias de Santo Olavo trata de seu sucessor, Harald III Haardraade, que foi rei da Noruega entre 1040 e 1066, e entre 1040 e 1047, co-regente com Magnus, o Bom, filho de Santo Olavo. Trinta e cinco anos depois da morte de Santo Olavo, Harald planejava invadir o norte da Inglaterra em 1066 sob provocação do exilado Conde Tostig, irmão do Rei Haroldo II da Inglaterra. Ele visitara o santuário de Santo Olavo em Trondheim, destrancara a porta, cortara seu cabelo e unhas, os quais ainda cresciam devido à incorrupção de seu corpo, e então trancou novamente o santuário e atirou a chave no rio Nid ao lado. No fim, Harald foi derrotado e morto pelo exército de Haroldo II da Inglaterra, que por sua vez foi derrotado por William, o Bastardo (ou “o Conquistador”) na Batalha de Hastings.
O Santo Rei Olavo também é considerado fundamental na cristianização tanto da Islândia quanto das Ilhas Féroe. Ambos os países, sob influência da monarquia dinamarquesa sob a qual as ilhas estiveram pesadamente sujeitas até o século XX tornaram-se luteranas durante a Reforma Protestante. Ainda assim, apesar da ausência de séculos seja de fiéis católicos ou ortodoxos, Sto. Olavo é tido em alta honra. Sua festa é no dia 29 de julho, e em faroês chama-se Ólafsøka, ou Vigília de Sto. Olavo, sendo o feriado nacional das ilhas Féroe.

Tropário (Tom 4)
Desejando a glória transcedente de Deus, realmente lutaste por Ele até o fim de tua vida terrena, e tendo realizado a boa obra, aumentaste os talentos que te foram confiados, sendo fiel a Ele até derramar teu sangue. Por isso, como um mártir recebeste uma coroa por tuas dores diretamente da mão direita de Cristo nosso Deus, a Quem com sinceridade suplicais, para que salve a nós que cantamos teu hino, Ó glorioso Rei Olavo.

Santo Olavo, orai por nós.

Hinos de Santo Olavo
https://www.youtube.com/watch?v=U-Umqg9XrCc
https://www.youtube.com/watch?v=sCSESAo09Vs

Ofício completo de Santo Olavo:
http://www.orthodoxengland.org.uk/servolav.htm

Fabio Blanco

FILÓSOFO EM TEMPO REAL

Virou moda no grupo semi-intelectual da internet brasileira considerar os alunos e admiradores do professor Olavo de Carvalho como que uma segunda classe de intelectuais. Isso porque começam a considerar o próprio professor um intelectual de segunda classe. Criticando-o no nível da aparência de seu discurso, têm-no por grosseiro, retrógrado e, como se isso fosse um xingamento, apenas por um religioso conservador.

O fato é que nessa arrogância juvenil – porque não se trata de nada mais que isso – esses meninos estão perdendo a oportunidade de acompanhar, em tempo real, um pensador de primeiríssima linha – algo que não houve igual, por causa das diferenças tecnológicas, na história do mundo. Existiram filósofos gigantescos na história, e o próprio Olavo refere-se a eles constantemente, mas nenhum deles pôde ser acompanhado no desenvolvimento de suas ideias, como se seus alunos morassem na casa desses pensadores. Nós, porém, temos isso, mas nem todos se dão conta.

Sempre que eu leio algo escrito pelo professor Olavo de Carvalho, vejo que, nele, tudo o que é expresso tem peso de realidade, de verdade, de concretude. Ao mesmo tempo que suas investigações mergulham em profundezas inacessíveis a boa parte dos que o lêem, elas nunca são tomadas por abstracionices, por palavras vazias. Seus pensamentos possuem a força da realidade e mostram-se comprometidos com a experiência verdadeira da vida.

Isso tudo fica mais evidente quando leio aqueles que tentam comentar o que o Olavo escreve. Façam esse teste! É incrível a disparidade no peso das ideias. Enquanto o que o professor diz parece remexer com a matéria viva, com o âmago dos problemas, geralmente seus comentadores apenas lançam slogans e lugares-comuns, que assemelham-se à névoa.

A verdade é que esse comprometimento com a experiência real, sem abrir mão de sua substância, aliado a sua vasta cultura, é que faz do professor Olavo de Carvalho um fenômeno vivo.

No entanto, os quase letrados virtuais insistem em apenas criticá-lo na base do concordo/discordo, gostei/não gostei, certo/errado. Com isso, perdem o mais importante nessa experiência, que é a possibilidade da observação imediata de uma mente privilegiada que está sempre expondo ideias que são fruto de suas diversas leituras e de sua capacidade acima da média de sintetizá-las.

De minha parte, reconhecendo que, por seu talento, experiência, dedicação e capacidade filosófica comprovada, o professor Olavo, quando escreve, está expondo algo que contém uma imensidão de outros conhecimentos subjacentes, antes de tentar fazer qualquer crítica, me pergunto: quais são os dados que ele rastreou para chegar a essa conclusão e quais meios intelectuais usou para tanto? Isso porque eu sei que nisto está o seu legado, nisto está o seu mais sério ensinamento e eu tenho certeza que é essa a lição que ele quer passar para seus alunos.

No entanto, uma parte dos leitores jamais vai entender isso, porque lhes falta humildade para reconhecer a distância que existe entre eles e um filósofo de verdade.

Issa

L H I
( N E. não vou escrever o nome dessa anta por extenso pra não dar visibilidade no google)

17 de julho às 12:10 · 

YouTube

 · 

O pseudo filósofo OLAVO DE CARVALHO vem alimentando de maneira criminosa o ódio religioso no Brasil. Éramos há pouco tempo um país em que judeus e muçulmanos tinham suas lojas lado a lado no Rio e SP e eram amigos, em que cristãos e muçulmanos conviviam em harmonia! Éramos modelo de tolerância religiosa segundo a ONU, mas Carvalho e pessoas como Silas Malafaia estão conseguindo destruir isso. O astrólogo Olavo de Carvalho, que estudou apenas até a 5 série do Fundamental e costuma dizer que o diploma universitário equivale a papel higiênico ( sim, esse diploma que vc ralou muito para conseguir) , o homem que convence apenas os analfabetos espirituais que o idolatram, decidiu alimentar agora também falácias como : Ah, a Inquisição nunca existiu de fato ” ou ” Ah, os muçulmanos são todos iguais e querem destruir vc!” ou “Jesus quer que vc seja mártir e que haja mortos nessa nossa luta pela hegemonia da fé cristã!”
Na verdade, Jesus teria imensa vergonha de Olavo de Carvalho e o chamaria de ” sepúlcro caiado”, como ele chamava os fanáticos religiosos de sua época.
Não alimente o ódio semeado pelo guru de racistas, odiadores, preconceituosos, boçais e gente que nunca leu um livro de História na vida.
No meu Canal no Youtube, estou fazendo uma série de 3 videos com dicas de leituras sobre a Idade Média, livros de autores sérios e gostosos de ler, para quem gosta de aprender e não de odiar!

*

Olavo de Carvalho LÁGRIMAS DE CROCODILO
A todas essas auto-alardeadas vítimas de “perseguição direitista”, pergunto:
1) Algum de vocês foi ameaçado de morte? Eu já. Centenas de vezes.
2) Algum de vocês teve o seu endereço publicado, com uma convocação ostensiva a que alguém fosse lá para matá-lo? Eu já.
3) Algum de vocês já viu a história da sua família ser vasculhada, deformada e achincalhada com toda sorte de intrigas e insinuações maliciosas? Eu já.
4) Algum de vocês teve a lista dos seus débitos fiscais e pessoais invadida e publicada? Eu já.
5) Algum de vocês já teve a sua foto alterada em fotoshop para dar a impressão de que você é um agente estrangeiro? Eu já.
6) Algum de vocês já foi sugerido como candidato à execução pública pelo garrote vil? Eu já.
7) Algum de vocês tem uma coleção de VINTE MIL PÁGINAS de ataques publicados contra a sua pessoa? Eu tenho.
Vocês choram por coisa pouca. Atacam, xingam, ameaçam, achincalham, e à primeira reaçãozinha já se fazem de vítimas.

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Pedro Henrique Medeiros ARRIVISMO CULTURAL

Pedro Henrique Medeiros ARRIVISMO CULTURAL

Tem uma galerinha nessa nossa “Direita” que só admite que é amiga, aluna, leitora, admiradora, que respeita, que foi influenciada ou que desfruta do espaço aberto e da estrutura criada e mantida pelo esforço, pelo trabalho, pela coragem, pela determinação, pela dedicação, pelas idéias ou pela ousadia do professor Olavo de Carvalho se, de alguma forma, essa declaração — pública ou particular — trouxer-lhe alguma vantagem ou benefício, sejam estes imediatos ou a longo prazo; como, por exemplo, angariar likes e seguidores em seu perfil pessoal ou páginas nas redes sociais, ser bem visto no grupo de referência mais próximo, ganhar pontos com a paquera que está na mira, para aumentar o público de leitores de seus blogs ou canais no Youtube, aumentar o número de doadores de suas campanhas de crowdfunding, para vender seus cursos, livros ou outras bugigangas, etc.

Não vou fazer listas, mas esses anos em que eu estou envolvido nesse meio forneceram-me (e acredito que não só a mim, mas a um grande número de pessoas) mecanismos para identificar esse tipo de gente rapidamente e, em algumas vezes, até mesmo fazer previsões sobre qual será o próximo a ter a máscara derrubada — ou, em expressões do próprio Olavo: aquele que vai ‘despirocar’ (geralmente é o tipo que demonstra algum sintoma de histeria) ou aquele que vai tomar uma pílula de ‘Desolavisol’ (este é mais dissimulado). Francisco Razzo não foi o primeiro, mas fez escola e praticamente criou um modelo quase padronizado de conduta, com uma espécie de passo-a-passo do processo. Esse tempo frequentando grupos reais e virtuais traz experiência e facilita, também, que sejam identificados aqueles que são realmente sinceros em seus depoimentos, elogios, críticas, análises e historiografias (quando alguém se mete a escrever sobre o papel do Olavo no curso da História recente).

O próprio professor Olavo possui esse sensor/radar muito mais apurado do que qualquer um, mas, por uma questão de contingência (o número de pessoas ao seu redor, nas redes sociais, ultrapassa os trezentos mil), fica praticamente impossível para ele, sozinho, observar e identificar todos os canalhas, sangue-sugas e maus-caracteres que o cercam. O fenômeno é tão importante que o próprio Olavo já se manifestou sobre a necessidade de ter que escrever um possível “Imbecil Coletivo da Direita”. Se Olavo fosse dedicar tempo para observar todos ao seu redor, teria tempo é para nada. Por isso mesmo é comum que vejamos o professor tratar respeitosamente, não fazer idéia de quem seja e até mesmo compartilhar postagens de pessoas que são conhecidas por caluniá-lo pela internet ou em outros grupos, ou que venham a dar-lhe uma facada pelas costas. Vimos brotar muitos tipos assim de dentro do anti-petismo e que, aos poucos, vão se revelando.

Olavo ensina o seguinte, mais ou menos com essas palavras: “Se você quer saber o que tem dentro de alguém de verdade, dê a essa pessoa todo apoio, oportunidade e meios de ação. Se a pessoa for boa, ela fica melhor ainda; se for filha da puta, fica ainda pior”. O que ajuda-nos a confirmar ou abandonar nossas suspeitas, sem cometer injustiças ou errar pela omissão. Veritas filia temporis.

Esse comportamento descrito nos dois primeiros parágrafos é conhecido como arrivismo, ou, em termos da biologia, parasitismo, que denota uma fraqueza de personalidade e uma grave falha de caráter.

Eu não abro mão de denunciar essas pessoas para meus amigos sempre que as vejo (em alguns casos graves, informo diretamente ao Olavo), removendo-lhes da minha lista de amigos, retirando o like de suas páginas, a inscrição de seus canais no Youtube, não contribuindo para suas campanhas e cursos, não adquirindo seus produtos ou serviços, e até mesmo xingando-as, se necessário.

Discordar de alguma idéia do Olavo é normal e comum, mas é interessante notar como alguns tipinhos são prepotentes, pretensiosos e arrogantes em suas divergências, e como dão publicamente ares de respeitosas a estas divergências enquanto camuflam um desprezo pela figura do professor (alguns só tem coragem de dizer o que realmente pensam em grupos secretos e panelinhas). Quando erram, seguem a vida como se nada tivesse acontecido, sem se desculpar, sem reconhecer o erro e sem fazer um mea-culpa, como foi o caso de todos que optaram pela estratégia da “Bicudagem” e do impeachment da Dilma.

O mais comum é vermos o perfil descrito acima em pessoas que se declaram Libertárias, Liberais ou “Liberais-conservadores”. São pessoas que querem se beneficiar das vantagens de estar ao lado do Olavo mas que ficam em silêncio quando estão diante de grupinhos e figurões (com algum poder aquisitivo ou de influência) que reconhecidamente atacam o professor de todas as formas, com mentiras, calúnias e difamações. Para ganhar um carguinho, agradar umas vadias, ganhar uma boquinha, publicar um livrinho, ser chamado para dar palestra ou ganhar uma coluna num site suspeito e obscuro vale até mesmo apelar para a chacota sobre temas como fetos da Pepsi e outras “teorias da conspiração” mais imputadas ao Olavo.

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em resposta a este post do Olavo:

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Já expliquei aqui que o anti-olavismo é um fenômeno sem similares na história do mundo e, ao mesmo tempo, o indicador mais visível — bem como a documentação mais acessível — da completa destruição da inteligência no Brasil.
De fato, nenhum escritor ou filósofo, em qualquer país ou época que seja, esteve tão desprovido de debatedores capacitados e tão cercado de meninos semi-analfabetos (de todas as idades) inflados de ódio insano e sem razão, empenhados na missão impossível de tentar destruir sua reputação por meio de xingamentos, risadinhas de deboche, pequenas intrigas, lendas urbanas, suposições paranóicas, piadas de mau gosto e outros instrumentos de combate inteiramente incapazes de atingi-lo exceto no tempo que lhe consomem.
Tão vasto, endêmico e deprimente é esse fenômeno, que a tendência mais natural do espírito humano — o meu inclusive — é negar-lhe atenção e deixá-lo passar como se nada tivesse acontecido.
Mas fazer isso é pura alienação de terceiromundista que não quer enxergar a miséria ambiente e prefere imaginar-se um intelectual europeu envolvido em altos debates com interlocutores qualificadíssimos, sem sujar suas delicadas mãozinhas na latrina em que, não obstante, corre o risco de afogar-se.
Não contem comigo para desempenhar esse papel fingido e kitsch. Uma vida autêntica — e especialmente uma vida intelectual autêntica — tem de construir-se desde a realidade em torno, e, na presente realidade brasileira, se você quer se elevar a Aristóteles e Platão, vai ter de começar com o Pirula e o Maestro Bagos, pois são eles que estão onde você está.