Como será vencido o comunismo. ILD Contributor


Elpídio Fonseca

2 h · 

Quando um jornal não é a “Carta Capetal” e diz da real importância de Olavo de Carvalho. Confiram artigo de 13/11/2018 no ILD:


Como será vencido o comunismo.
ILD Contributor

13 de novembro de 2018
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Quando Gêngis Khan atacou a China pela primeira vez, desconfiava que o império da poderosa dinastia Jin, a quem iria atacar com suas hordas, não chegaria a tempo de ajudar os de Xi Xia. Depois de tê-los vencido, a horda mongol espalhou-se também sobre os do território Jin, a quem massacrou, lhe destruiu as cidades, lhes arrasou todo o país. Seguiu-se um período negro na história, perecendo nas mãos dos mongóis quase 10% de toda a população do planeta de então. Quase toda a Ásia e parte da Europa foram passadas a fogo pelos guerreiros selvagens. Tudo poderia ter sido impedido sem se seguirem tantas coisas trágicas se os de detrás dos grandes muros da China tivessem entendido que a civilização deles não poderia defende-los per se se não saísse para atacar o inimigo, tempo em que também deveria eliminar seus traidores. Depois da guerra dos mongóis e do domínio destes, por quase 1000 anos, veio a vez de outros sedentos de sangue destruir comparavelmente boa parte da população do mundo. 
A guerra do comunismo com o mundo permanecerá provavelmente na história como a Guerra de cento e quem sabe quantos anos mais doravante. Guerra total, muitas vezes civil, com vítimas que cobriam metade do planeta. Uma guerra com o Mal travestido de Bem para as mentes fracas. Guerra híbrida, em que boa parte das legiões inimigas não porta as insígnias da parte pela qual luta, em que o Mundo Livre teve freqüentemente partidários da esquerda por trás do front, atacando os centros nervosos e devastando tudo o que lhes caía na mão, em que as tropas reguladas se sob a bandeira com a estrela vermelha aparece de quando em quando, com mudanças de ritmo e pausas longas que deram o sentimento ao mundo livre que esta guerra se pode temperar ou que está perto do gim. Nada mais falso. Uma guerra contínua, com um número imenso de inocentes mortos, com povos sujeitos à fome, com filas intermináveis de refugiados, com populações deslocadas. 
Sem ser uma guerra do ateísmo com o mundo espiritual, empregou, ao contrário, permanentemente e com grande intensidade o ateísmo militante. Houve e ainda há uma guerra de uma religião satânica, com uma escatologia rudimentar, conduzida contra todo o mundo livre. Uma guerra do Mal para o controle total das mentes. O homo sovieticus era o que já não pensava de maneira alguma fora das regras do partido. Uma guerra em que os comunistas matam e torturam sem restrições, e o mundo livre debate que regras da Convenção de Genebra devem ser respeitadas. O escopo final uma matrix-gulag universal. 
Imaginemos o que aconteceria se alguém do mundo livre decidisse dar aos comunistas um tratamento tanto quanto possível simétrico, segundo a própria receita deles: prisões, condenações graves, gulag até o extermínio, execuções em grande escala. Não aconteceu, não pode acontecer: o mundo livre é em boa parte cristão, tem regras e é bom que assim seja, isto nos distingue deles. Mas o que o mundo livre não tem e lhe é absolutamente necessário, é o Manual de Luta contra eles e a vontade de terminar definitivamente com eles. O manual com o conjunto de regras segundo as quais se pode fazer uma Internacional que se oponha aos comunistas. Contra a convocação geral à luta dos comunistas, em todo o mundo, não há desde há 150 anos nem uma resposta que conte no tempo, em toda a parte. Ao monstro comunista pluricéfalo corta-se-lhe em vão uma cabeça, num intervalo. Que teria acontecido se, depois da queda do comunismo na URSS e na Europa, os Estado Unidos tivessem resolvido o problema de Cuba, pressionando-a até ceder, depois tivesse perseguido todos os agentes comunistas de toda a América Latina, recomendando aos países onde se encontravam a extraditá-los e prendê-los e julgá-los por traição, terrorismo e pelos crimes cometidos? Um Guantánamo para os comunistas não foi feito nunca, mas muito mais do que certo não teria existido o Foro de São Paulo, onde se decidiu a levar adiante o comunismo na América Latina depois da queda da URSS e o grande desastre humanitário da Venezuela não teria acontecido. As pessoas do Brasil, da Bolívia, da Nicarágua e da Colômbia teria levado uma vida muito mais fácil se a guerra contra os comunistas tivesse sido conduzida assim como se deve contra um inimigo tão perigoso e tão pérfido. 
Que teria acontecido se depois da queda do comunismo na Europa tivéssemos tido um Nurembergue dos comunistas? Tivemos apenas alguns processos menores do comunismo, tendo os comunistas, com muito poucas exceções, imunidade absoluta. Puderam em alguns anos reagrupar-se, reunir-se em partidos políticos mainstream, parasitaram e atrapalharam partidos que não tinham nada com o comunismo ou eram realmente anti-comunistas. Agora estão por toda a parte, em toda a Europa. Em partido, na mídia, nas universidades, nas igrejas.

Ninguém respondeu seriamente à longa marcha comunista pelas instituições, com nada. Ao engolir das universidades, aos ataques à Igreja e à infiltração nela, à ocupações dos institutos de mídia, ao pretenso monopólio sobre a vida artística, ao movimento geral coordenado pela ocupação das principais instituições do mundo livre no tempo – não se lhes respondeu de maneira nenhuma coordenada, seriamente. Aqui e ali, disparates chamaram a atenção, mas não puderam fazer muita coisa quando os comunistas lhes replicaram com ataques concertados. Muito raramente se encontrou alguma organização ou pessoa disposta a fazer uma guerra total contra a infiltração comunista na sociedade. E quando se encontrou alguém para fazer isso, não o fez por um período muito longo, sendo um dos motivos a falta de sustentação política causada pelos ataques da imprensa com vírus, até que Trump como que deu o tom e os temas da opinião pública. McCarthy é ainda visto nos Estados Unidos, por muitos, como uma personagem antes negativa. 
Um caso especial foi o de Olavo de Carvalho, um exército poderoso formado de um só homem, uma voz que parecia só, mas que atraiu aliados e levantou todo um país contra os comunistas. O Brasil e o mundo todo devem muito a Carvalho, aquele cujo nome se tornou o símbolo da luta anti-comunista da América Latina. “Olavo tem razão” foi um dos mais poderosos lemas de luta contra o comunismo no Brasil, luta ganha com um grande escore. Na metade da Europa ocupada pelos comunistas de dizia “X teve razão” quando se tratava de comunistas, de regra depois que a luta tinha sido perdida…Isto diz muito de quão eficiente foi a luta de Olavo de Carvalho. 
Se agora nos Estados Unidos, na Casa Branca, está um homem que pensa como deve diante do grande perigo, e na América Latina o comunismo parece estar em remissão depois da perda do Brasil e do próximo colapso do regime da Venezuela, depois de a Bolívia dar sinais de querer escapar de Morales e dos seus, excetuando a China, o comunismo já não tem nenhures sustentação militar séria, mas tudo isso não significa que a guerra tenha terminado. Nem de longe. É muito necessário como sempre o Manual segundo o qual seja conduzida a luta anti-comunista, que conduza a uma agregação de um movimento internacional que se identifique e ataque os centros de comando e de propaganda deste câncer ideológico. Os comunistas voltarão de uma forma ou de outra. Não devemos espera-los. Temos de ir até o terreno deles, lutar contra as idéias deles e com eles até quando se tornem definitivamente inofensivos, e o mundo tenha tranquilidade até a vinda do próximo Grande Mal. 
ACP
O texto original pode ser lido aqui:

http://inliniedreapta.net/cum-va-fi-invins-comunismul/?utm_source=Newsletter+ILD&utm_campaign=c7e37bb41b-RSS_EMAIL_CAMPAIGN&utm_medium=email&utm_term=0_b2dfe8ba3a-c7e37bb41b-265348041

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Olavo de Carvalho, o esgrimista – Enio Mainardi

Vi o Olavo, hoje, num vídeo (link abaixo).

Foi entrevistado por um repórter da Carta Capital. Pobre homem, quase uma vítima. Ninguém o avisou para não brincar com dinamite. O infeliz, lá,  desfilou diligentemente todos  argumentos da esquerda, aqueles clichês surrados do PT.

Mas, ao invés de se chatear, o Olavo aproveitou para dar um show de sabedoria política e ironia, fulminando o perguntador que baqueou desnorteado, em K.O.

O Olavo tem 71 anos, chequei no Google. Estou falando do corpo dele, da máquina física, que pareceu um tanto cansada. Mas o que vi e ouvi, hoje, é um homem brilhante e energético, com menos de 40 anos. Um certo cinismo faz parte da esgrima que ele gosta de praticar. Seu senso de humor é queimante, às vezes se deixando levar pela raiva quando contraditado por gente tola e auto-complacente. O Olavo despreza a burrice e o despreparo. Matar esse tipo de adversário o faz um tanto blasé, igual a um gato de gosta de brincar com o camundongo, antes de liquidá-lo.

Vou usar uma expressão velha para tentar definir o Olavo: ele é “moderno”. Fala coisas igual a um médico legista que enquanto faz autopsia num corpo, bate papo e conta causos para os colegas rirem, na morgue. Humor negro eu diria. Parece outro personagem que também fazia rir ao esculhambar o alheio: Paulo Francis, inesquecível. Tem pouca gente  assim, hoje no Brasil. Não com a mesma categoria.

Me faz lembrar um filme antigo sobre as Cruzadas. Na cena o Ricardo Coração de Leão e o Saladino, na tenda do líder árabe. Ricardo manda colocar uma barra de ferro apoiada em dois cavaletes, ele quer impressionar o outro com o poder de sua pesada espada. Ergue então a arma por cima da cabeça e desfere um só golpe, cortando a barra pelo meio. Saladino, em reação, joga no ar um lenço levíssimo de seda, cortando-o com um movimento rápido de sua cimitarra curva. O lenço cai flutuando no chão, separado em dois pedaços. Ohhhhs! de admiração.

Olavo de Carvalho é o Saladino. O fio da espada de sua inteligência corta fundo, sem precisar da violência bruta que  é a arma dos grosseiros, sem classe nem sutileza,  fingindo altas intelectualidades  Olavo nunca seria um político. Jamais.

Pense nessa malta de senadores, na ânsia de se cobrir, uns aos outros, na ferveção do jogo do “toma lá dá cá”, antes que  caiam na LavaJato.

E aqueles togados do STF, então?

Olavo seria um ótimo “consiglieri”, tipo o do Poderoso Chefão.

Não Ministro, mas um dialogador criativo dentro de portas fechadas, ajudando a transformar batalhas tempestuosas em simples vento de verão.

Faria uma ótima dupla com o Bolsonaro.

Entrevista de Olavo de Carvalho para a Revista Carta Capital

https://youtu.be/vxOUj4CTTBM

https://www.areuniao.com/single-post/2018/11/11/Olavo-de-Carvalho-o-esgrimista?fbclid=IwAR1AdUBZMAILrgDK7xv5rJiwwzCM_m3_6J2TfWiXdXSho-lgG9_CjEoeDC4

Fábio Salgado de Carvalho

*

Fábio Salgado de Carvalho

1 h

Semanas atrás, um casal amigo, da minha antiga igreja batista, disse-me que fizeram um experimento com as adolescentes da igreja pra verem o que pensavam sobre o feminismo. Todas tinham todos aqueles chavões nas suas cabeças.

Durante o período das eleições, vi uma dessas meninas chamando o Bolsonaro de fascista, no Instagram, e resolvi interpelá-la. Depois de demonstrar-lhe, cabalmente, que ela não tinha a menor idéia do que falava, a moça veio com o seguinte papo: “Fábio, claro que vc sabe teoria mais do que eu, sua formação te dá esse aparato. No entanto, ninguém precisa ser filósofo/sociólogo/historiador/cientista político pra exercer seus direitos políticos.”. Vejam a loucura: exigir que alguém estude um assunto antes de falar dele é proibi-lo de exercer os seus “direitos políticos”!

Lembrei-me daquilo que o professor Olavo fala sobre a completa inversão que se instalou, no Brasil, quando falamos em educação: todos só conseguem sempre raciocinar em termos de direitos, mas nunca de deveres, sem contar a mania de vitimismo que as pessoas têm de sempre acreditarem que estão sofrendo perseguição, preconceito ou coisa parecida!

 

Quando ainda não havia traduções dos vários autores que todos conhecemos hoje, por conta do professor Olavo, eu mencionei o Louis Lavelle com um padre que era meu professor, quando ainda era protestante, e ele me perguntou com os os olhos arregalados: “Como você conhece o Louis Lavelle?”. Hoje em dia, quem não o conhece? Se o professor não tivesse feito mais nada, só a quantidade de autores que ele introduziu e popularizou no Brasil já seria suficiente para sermos gratos pela sua vida pelo resto dos nossos dias!

Qualquer estudioso sério sabe que, via de regra, os professores universitários não têm qualquer domínio do “status quaestionis” do que estudam. Apenas citam aqueles autores que todo mundo está cansado de saber. Algo que me impressionou, no professor Olavo de Carvalho, quando comecei a ouvi-lo e a lê-lo, foi a quantidade de autores que ele citava que eu desconhecia. É muito engraçado ver esses projetos de intelectuais universitários mencionando e recomendando livros e autores que qualquer Zé mané deveria conhecer. Impossível não se lembrar de um rapaz que indicou ao professor, certa feita, a leitura de “As veias abertas da América Latina”.

*

Eu tenho uma relação de amor e de ódio com Descartes. Fui um cartesiano ferrenho, por vários anos, e não havia como não admirar um sujeito que estudei em Física, Matemática e Filosofia no ensino médio. O nome do meu blogue, “De omnibus dubitandum est”, é uma frase do filósofo, que até já tatuei em henna na praia. Foi o professor Olavo que desfez nosso caso de amor. Desde então, passei a ter raiva dele por ter sido enganado por tanto tempo, mas não dá pra o odiar completamente: afinal, como não gostar de alguém que teve uma sacada genial como a geometria analítica?

Olavo Embaixador

Ainda Olavo Embaixador – comentário de Rita Moss

“Querida Léa Nilse Mesquita, obrigada pela atenção.

Nosso amado Professor Olavo merece todo carinho e reconhecimento, ele é o grande nome do Brasil.
Eu o apoio incondicionalmente! Acho que não poderia ficar fora do governo Bolsonaro porque ele começou essa revolução e é o grande responsável por toda essa mudança positiva e verdadeira que acontece no Brasil. Se ser embaixador do Brasil em Washington é a única possibilidade de participação dele, então que ele o seja! Ficarei extremamente orgulhosa de vê-lo representar o Brasil. Seria o reconhecimento oficial de todos os seus feitos.

Ele começou sozinho, cavando com as próprias mãos,(quero dizer cabeça e inteligência) esse espaço de tomada de consciência dos brasileiros e, sem ele, esse processo iria demorar para acontecer sabe Deus quantos anos mais. Sua luta foi por cada um de nós, por todos os brasileiros, até por mim que nem sabe que existo. Por causa dele eu voltei a estudar (sou advogada por formação)e ler e comprar livros aos 55 anos. Hoje já tenho 60. Na minha casa ele fez uma revolução, meu neto de 16 anos já está lendo “ O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota”.

Mas não foi sempre assim, no início fui xingada de extremista, adoradora do Olavo e por aí vai. Mas depois a verdade começou a aparecer e agora todos ao meu redor que ouvem falar dele ou assistem algum dos seus vídeos, me dizem: lembrei de você. Aí penso: o professor é igual a rastilho de pólvora, como um dom de Deus, vai sozinho, rompendo as resistências, nos desarmando, trazendo à tona a pergunta: o que quero pra minha vida? O que quero para minha família e para o meu país? Nessas perguntas estão o começo da verdadeira mudança de cada um de nós e a explicação do despertar dessa multidão que ele acordou. O diabo não nos faz desejar o conhecimento da verdade muito menos entender que essa verdade nos aproxima de Deus, porque ele é o pai da mentira. Mas o professor fez isso acontecer.

Cada dia que passa ele chega mais longe, a mais lugares e mais pessoas entram em contato com ele e eu amo ver isso porque amo o que ele fez com a minha vida. Muitos publicam os feitos do professor, mas você é a mais atenciosa e sempre me marca nas suas publicações. Obrigada de novo.
Um abraço carinhoso pra você.”

Escreva um comentário…

Léa Nilse Mesquita

Hélio Angotti Neto 

No COBEM, um aluno interessado em Humanidades Médicas questionou qual o filósofo que mais influenciou meus estudos. Não há a menor dúvida: Olavo de Carvalho. E foi ele que me conduziu a centenas de outros filósofos de todo o mundo, de todas as crenças e de todas as épocas. Frequento o Curso Online de Filosofia desde 2009, e leio os seus escritos filosóficos desde 2002. Para quem deseja ter alguma ideia da magnitude do que se discute, ofereço algumas informações valiosas para conhecer um pouco do que se discute no curso:

Aulas dadas no COF (lista parcial)

Considerações iniciais
Necrológio
Necrológio e Fetiche Verbal
Louis Lavelle – Elementos antagônicos
Linguagem dos fatos. Formação imaginativa
Especial: Eric Voegelin
Comunidade Virtual. Linguagem: aprender a falar
Síntese das aulas anteriores
Ética da Vida Intelectual
Formação do imaginário. Exercício Leitura Lenta
Educação
Ciência e Realidade
Comentários a mensagem do Mario Chainho
Busca da Verdade
Raciocínio intuitivo e construtivo
Alta cultura no Brasil
Alta cultura e ciência
Percepção – Categorias de Aristóteles
Compreensão
Leitura de textos filosóficos – Joseph Maréchal
Texto Maréchal. Erudição: instrumentos e atitudes mentais
Ambiente histórico-cultural
Presença do ser – carta Luciane Amato
Especial: Introdução à Psicologia
Postura dos alunos no Forum
Tomada de posse da inteligência
Unidade e Percepção (TEXTO)
Obstáculos ao aprendizado e ao desenvolvimento intelectual
Cultura superior
Ambiente mental brasileiro (artigo: “O erro organizado”)
Forma e Matéria
Método de Relaxamento. Obras do Olavo – unidade (manuscrito)
Como estudar filosofia – Didascalion
Objetivos do curso (gravação)
Domínio da língua e da literatura
Educação doméstica. Governo Mundial
A filosofia da iluminação (continuação: Categorias – Aristóteles)
Perdão
Autoridade intelectual (síntese sobre 1º ano do COF)
Paralaxe Cognitiva – Karl Marx, O Capital
Comentários ao texto “A arte sacra e a estupidez profana”
Literatura. Ciência
Técnica filosófica
Mapa da ignorância
Solidão intelectual
Aprendizado – mimetismo lingüístico brasileiro
Comportamento: Esclarecimento – postura
Introdução à Lógica Clássica e observações críticas
Lógica: primeira apreensão
Lógica: apreensão e juízo (gravação)
Lógica: conceitos elementares
Lógica: simples apreensão
Lógica: conceitos elementares
Necrologio – modelos de imitação
Filosofia antiga e medieval
A alma imortal
A alma imortal
Especial: Filosofia das Ciências
A alma imortal – coleção de melodias
Lógica: Antepredicamentos
A alma imortal e Literatura: papel na sociedade
Lógica: Antepredicamentos – gravação: 3 partes
Lógica: juízo
Síntese das últimas aulas
A Filosofia Atual – textos
A Filosofia Atual – texto
A Filosofia Atual – comentários
Esclarecimentos sobre: Seminário e Wittgenstein
Mentalidade Revolucionária (pergunta de aluno)
A Filosofia Atual – texto
Admiração invejosa – Wittgenstein
Considerações sobre a sociedade brasileira. Texto: Dois Métodos
Perguntas dos alunos
Influências Intelectuais do Olavo
A Filosofia Atual – texto
Dois Métodos – Textos Filosóficos
Brasil e a atividade intelectual
Teoria Política – Fundamentos das Ciências Sociais
Especial: Consciência de Imortalidade
Sobre a leitura de textos filosóficos
Investigação filosófica e a doutrina da Igreja Católica
Visão mais ou menos organizada da filosofia do Olavo
A Vida Intelectual – As Doze Camadas da Personalidade
História da Filosofia
A Filosofia Administrativa
Engenharia Social e Agentes de Transformação
O Valor da Educação Literária (gravação)
Aprendizagem
Exposição Sistemática da Filosofia I
Debates Públicos: fatores decisivos omitidos
Exposição Sistemática da Filosofia II
Exposição Sistemática da Filosofia III
Testamento Filosófico, de Ravaisson
Debate Duguin – Fundamentos guenonianos das teses de Duguin
Idoneidade intelectual
Perguntas dos alunos
Aquisição da Cultura Filosófica
Leitura e comentário: artigo: “Como tornar-se um gostosão intelectual”
Leitura Formativa
Comentários sobre a leitura de Platão
Debate Duguin – comentários da mensagem II – Geopolítica e História
Gravação
Comentários sobre das leituras de Platão
Debate Duguin – Comentários sobre resposta de Duguin
Debate Duguin – Leitura e comentários da 3ª resposta a Duguin
Debate Duguin – Estudo: A.Duguin e a Guerra dos Continentes
Especial: Curso de Metafísica
Aquisição de Cultura Literária
Gravação
Gravação
Gravação – artigo “A Raposa e o Tigre” – Política
Fédon – Comentários
Fédon – Comentários
Comentários sobre resposta a Carlos Nogué
Confissão – Autobiografia
Palestra de Lançamento de Maquiavel, ou a Confusão Demoníaca
Fédon – Comentários finais (enviada o Olavo)
Descartes – leitura e comentário do livro em andamento
Descartes – continuação
Descartes – continuação – Texto e comentários: A Maldição do Cartesianismo
Descartes – continuação
Descartes – continuação – Textos e comentários
Descartes – Meditação de Filosofia Primeira – leitura e comentários
Descartes – Meditação de Filosofia Primeira – leitura e comentários
Descartes – Meditação de Filosofia Primeira – leitura e comentários
Descartes – Meditação de Filosofia Primeira – leitura e comentários
Especial: Raízes da Modernidade
Descartes – Meditação de Filosofia Primeira – leitura e comentários
Descartes – Meditação de Filosofia Primeira – leitura e comentários
Descartes – Meditação de Filosofia Primeira – leitura e comentários
Esclarecimentos de ordem metodológica
Esclarecimentos de ordem metodológica
Descartes – Meditação de Filosofia Primeira – leitura e comentários
Descartes – Meditação de Filosofia Primeira – leitura e comentários
Descartes – Meditação de Filosofia Primeira – leitura e comentários
Descartes – Meditação de Filosofia Primeira – leitura e comentários (§ 25 a 40)
Descartes – Meditação de Filosofia Primeira – leitura e comentários (IV-§ 1 a 2)
Seis pólos, Vida intelectual no Brasil, Autobiografia
Falso divórcio Ciência e Filosofia (apostila) – continuação
Nota sobre artigo do Julio Lemos. Falso divórcio entre Ciência e Filosofia (apostila)
Ensino na Filosofia no Brasil (texto: “Miséria sem grandeza”). Filosofia Analítica
Filosofia: formação do spoudaios
A extensão das ciências em todos os campos da vida social
Positivismo – texto: “A visão geral do positivismo”
Positivismo – texto: “A visão geral do positivismo” – continuação
A Educação segundo Platão
Compreensão das opiniões alheias
As virtudes
Texto: “A filosofia e seu inverso II” – leitura e comentário
Texto: “A filosofia e seu inverso III” – leitura e comentário
Texto: “A filosofia e seu inverso III” – leitura e comentário (continuação)
Pergunta de aluno: “Para quem é a filosofia”
Pergunta de aluno: “Para quem é a filosofia” (continuação)
Especial: Conhecimento e Moralidade
Leitura de textos filosóficos – § 1º de “A Nova Ciência Política” de Eric Voegelin
A forma da Verdade
Texto de Romano Guardini – Leitura e comentário
Formas. História político-cultural do século XX
Autoevidência. Psicopatia.
Análise de um debate político
Texto: “Filosofia e Autoconsciência”
Movimento gay – homossexualismo: natural e antinatural
Ideologia ecológica – disseminação da ética ecológica
Texto: “Gnosiologia Pluridimensional”, Pe Laudusãns
Texto: “Mentiroso, mentecapto ou ambas as coisas?”
Ideologia ecológica – diferenças entre homens e animais
Teoria dos Quatro Discursos
A soberania dos fatos. Destruição do senso comum
Leitura e comentários de trechos do livro “Chaves da Gnose”
Cristianismo – Conservadorismo brasileiro
Marxismo – linhas de estudo
Finalidades do COF e responsabilidade dos alunos
Sócio-construtivismo e a democratização da inépcia
Especial: Princípios e Métodos da Auto-Educação* (revisão com demais aulas)
COF: revisão do caminho percorrido, conclusões e esboço das realizações futuras
Movimento modernista – Igreja Católica
Noção de Ser
Concílio Vaticano II – enfoques conservador e progressista (moral e psicológico)
(1) Restauração da alta cultura (2) Lógica e os conceitos
Discussão no Fórum Lógicos do Brasil
Ainda a Lógica e a abordagem filosófica de um assunto
Texto: “Por que não ser cristão”, Bertrand Russell – Concepção de mundo
Ainda Bertrand Russell e sua influência
Filosofia atual (observações de Hermann Broch, 1932). Texto: “Crença e sistema”
Textos: “Crença e Sistema” e “Seeing God”, de Oliver Sacks
Texto: “Manual de Metodologia Dialética”, Louis Lavelle
Texto: “A afirmação do ser absoluto”, Louis Lavelle
Texto: “Espírito e Personalidade”, Olavo de Carvalho
Texto: “A concepção da filosofia em Louis Lavelle”
Texto: “O fato primitivo”. Liberdade do espírito — Louis Lavelle
Texto: “Essência e Existência em Lavelle”, Emérito Quito
Texto: “Experiência e presença”, Christiane D’Ainval
Texto: “Encontrar o que sou”, Levelle. “Solidão e Comunhão”, Michael Adam
Texto: “O segredo da intimidade”, Lavelle. “Breve comentário a Lavelle”, Olavo
Texto: “Reflexão e participação”, Christiane D’Ainval
Texto: “Educação segundo Lavelle”, Vieillard-Baron
Artigo: “The Heretic”, Andrew Ferguson. Texto: “Lavelle e o neokantismo”, Olavo
Texto: “O mundo exterior e as perguntas cépticas”, Olavo
Breve exposição da situação internacional
Notas: “A Filosofia em busca da sua autodefinição”, Olavo
Texto: “Sobre a ontologia de Louis Lavelle”, Philippe Perrot
Textos: “Exercícios espirituais e filosofia antiga”, P.Hadot. “A unidade do conheci/o”, Olavo
Especial: Introdução à filosofia de Louis Lavelle
Textos: “Sobre a ontologia de Lavelle”, Perrot. “O Absoluto e primeiro termo”, Lavelle
Textos: “Absoluto e primeiro termo”, Lavelle
Leitura e comentário trecho do livro sobre Descartes. Conversa com Bruno Garschagen
O que fazer para entender os acontecimentos atuais
Análise da situação brasileira – texto: “Caos e Estratégica” – leitura e comentário
Leitura e comentário artigo “Alguém e ninguém” e texto “Enigma René Guénon”
Autoanálise da análise conjuntural ou estratégico do Brasil
Texto “Filosofia e Cristianismo” – capítulo I: Do desvelamento à desintegração da verdade
Texto “Filosofia e Cristianismo” – fascículo 2
Texto: “Filosofia e Cristianismo” – fascículo 3
Texto: “Filosofia e Cristianismo” – continuação fascículo 3
Artigo: “Mais inépcia acadêmica”, Olavo
Notas e “Filosofia e Cristianismo” – fascículo 4
“Elementos da filosofia de Olavo de Carvalho”, Ronald Robson – leitura e comentário
Comentários a críticas ao Olavo. “Elementos da Filosofia de Olavo de Carvalho”
“Elementos da Filosofia de Olavo de Carvalho” – leitura e comentário
“Elementos da Filosofia de Olavo de Carvalho” – leitura e comentário
Prévia do curso Sociologia da Filosofia
Especial: Sociologia da Filosofia
Artigo: “O idiota em sentido estrito”. Esclarecimento sobre tradicionalismo guenoniano
Conferência de lançamento de “O mínimo que você precisa saber…”
Descristianização do Ocidente
Filosofia da Linguagem — Escola Analítica
Notas à aula 226 (02/11/13) – leitura e comentário
Texto-base: “o que a educação grega tem a nos ensinar hoje”
Texto: “O mundo da Rainha de Copas” – leitura e comentário
Texto: “O mundo da Rainha de Copas” – leitura e comentário (continuação)
Texto: ‘O Ilusionista”, Robin Phillips – leitura e comentário
Texto: ‘O Ilusionista”, Robin Phillips – leitura e comentário (continuação)
Texto: ‘O Ilusionista”, Robin Phillips – leitura e comentário (continuação)
Texto: ‘O Ilusionista”, Robin Phillips – leitura e comentário (continuação)
A linguagem e o estado do idioma brasileiro
Notas para a aula 236 – Problema filosófico: Identidade permanente
Escola de Frankfurt – Marxismo cultural
Artigo “A luta de classes no Brasil” – leitura e comentário
Nota postada no Facebook – leitura e comentário
Artigo: “A vingança de Aristóteles” – leitura e comentário
Texto: “Consciência e forma” – leitura e comentário
Texto: “Dissolução do conceito de filosofia” – leitura e comentário
Texto: “Dissolução do conceito de filosofia” (continuação)- leitura e comentário
A presente situação política no mundo e no Brasil
Noção de tradição primordial de René Guénon
Observações sobre quesões de método nas ciências humanas
Especial: Como tornar-se um leitor inteligente
Lições úteis à vida prática do estudante
Sobre a arte do debate – artigo “Falsificação integral” – leitura e comentário
Esclarecimentos sobre Otto Maria Carpeaux e o estado presente da cultura brasileira
Ciência Política, segundo Olavo de Carvalho
Leitura e comentário de estudo “A Destruição da inteligência” (Digesto Econômico)
As 12 camadas da personalidade e elementos da psicologia de Lipot Szondi
Necrologio – modelo de vida
A cultura heavy metal
A maturidade, sobretudo do homem de estudos
Temas centrais do estudo da filosofia – notas lançadas no Facebook
Notas postadas no Facebook
O que é a História?
Justificação da verdade e o que é a verdade?
Problemas da sociedade brasileira
O senso da verdade
A filosofia de Immanuel Kant
Artigos: “Meditação e consciência” – leitura e comentário
Kant: apreensão da aparência fenomênica e não da coisa em si mesma
Texto: “As filosofias e sua estrutura”
Textos: “Kant – idéia para uma história universal” e “Para compreender Kant”
Texto: “Mundo ideal de Kant – a astúcia da razão”
Texto: “O iluminismo segundo Kant” e “Intuição e existência”
Texto: “O começo da história segundo Kant”
Texto: “Intuição e existência” – Kant
Especial: A crise da inteligência segundo Roger Scruton
Kant
Notas: discussão sobre conceito de filosofia
Texto: Philosophical Analysis in the 20th Century, Scott Soames
Texto: “A alucinação revolucionária”
Texto: “A alucinação revolucionária – new age”
Cosmovisão do esquerdista médio de hoje
Texto do Mário Ferreira dos Santos – correções
Intuição (nota” no Facebook)
Opiniões sobre Islamismo (critério da veracidade-presunção intelectual). Duguin e Heidegger
Heidegger e Duguin. Complemento ao artigo do DC
Teoria do Estado
Compreendendo Alexander Duguin
Sobre a História das Religiões
Cultura e Personalidade – Introdução ao curso “Formação da Personalidade”
Método filósofico – complemento ao curso ministrado em 2008
Conceito de filosofia (continuação da aula 287)
Argumento tu quoque.
Método filósofico
Empirismo clássico (John Locke) e Kant
Senso de realidade
Especial: Formação da Personalidade
Articulação dos temas: o que é filosofia, necrologio, 12 camadas e as análises sociopolíticas
Articulação de várias perspectivas na análise de uma situação real II
Articulação de várias perspectivas na análise de uma situação real III
I. Obstáculos para compreensão da realidade: mídia. II. Mateus Lima e impeachment D.Toffoli
Conceitos filosóficos (abstratos) aplicados aos fenômenos reais I
Cont. aula 298 e o estudo da filosofia como treino de perepção e expressão
Cont. aula 299 e artigo “A Igreja Humilhada” (leitura e comentários) – simbolismo medieval
Cont. Aula 300 e o artigo “Igreja Humilhada”
Cont. Aula 301 – A perda da cosmologia medieval
Cosmologia medieval
Texto: “Duas visões do destino” – leitura e comentário
Introdução teórica sobre a situação brasileira. Artigo: “A oligarquia contra o povo”
Texto: “Herança de confusões” – leitura e comentário
Autoridade cognitiva (intelectual ou espiritual): elemento formador da estrutura da sociedade
Breve análise da situação brasileira
Entrevista do documentário “O Jardim das Aflições”
Entrevista do documentário “O Jardim das Aflições”
Questões sobre problemas de método nas ciências sociais
Dificuldades pessoais na busca da verdade – Texto: Zetologia – leitura e comentário
Dificuldades pessoais na busca da verdade – continuação
Dificuldades pessoais na busca da verdade – continuação
Dificuldades pessoais na busca da verdade – continuação
Breve análise da situação brasileira no momento – O Brasil perante a Nova Ordem Mundial
II Encontro de Escritores Brasileiros na Virgínia
Dificuldades pessoais na busca da verdade (continuação) e acontecimentos recentes
Artigo de Joel Pinheiro da Fonseca (Revista Café Colombo) – comentários
Comentários ao livro Soumission, Michel Houellebecq
Comentários de vários tópicos
Texto: Em busca da unidade da filosofia (cap. do livro “Introdução ao Método Filosófico”)
Consideraçoes sobre a educação e auto-educação dentro do contexto brasileiro
Texto: A vocação filósofica de Platão – parágrafo do livro “Introdução ao Método Filosófico”
Texto: O percurso filósofico de Aristóteles
Texto: O percurso filósofico de Aristóteles (continuação)
Relação entre substância aristotélica e o círculo de latência
Astrocaractereologia: o que é e para que serve
Condições permanentes que pesam sobre a existência humana
As interpretações dos acontecimentos atuais no Brasil: ausência do horizonte de consciência
Condições permanentes que pesam sobre a existência humana (continuação)
A história da filosofia e a história das idéias
Condições permanentes que pesam sobre a existência humana (continuação)
Dialética (continuação – tema iniciado na aula 333)
Perguntas e respostas
Mentalidade e movimento revolucionário
Grandes religiões e a filosofia
Hegemonia cultural no Brasil e resposta ao Reinaldo Azevedo (leitura e comentário)
O conceito e a experiência de ordem – filosofia política
Filosofia política – Normas e a conduta da sociedade – continuaçao da aula 339
Diferença entre o discurso do agente político e o do observador científico
Posição do Brasil na área internacional
Os três esquemas globalistas e a concepção perenialista (dita tradicionalista)
Os três esquemas globalistas e a concepção perenialista (dita tradicionalista) – continuação
Concepção perenista, os quatro disursos e o trauma da emergência da razão
Status quaestionis
A crise da linguagem
Ainda sobre a linguagem – análise de escritos culturais brasileiros
Conduta dos formadores de opinião
Necrologio. Documentário: O Jardim das Aflições. Debate Craig e Hitchens
Debate Craig e Hitchens: existência de Deus – Ciência e religião
Considerações sobre o filme “O Jardim das Aflições”
Temas do curso “Guerra Cultural”
Mentalidade Revolucionária
Kant e a oração – texto lido e comentado
O “eu” de Descartes e as suas conseqüências
Schelling – ambiente intelectual I
Schelling – ambiente intelectual II
Schelling – elementos históricos que o conduziram
Schelling – antecedentes
Sobre o populismo. Teoria Morgenthau
Teoria Morgenthau. Metafísicas antigas e modernas
Metafísicas antigas e modernas
Profecia de Richard Rorty. Argumento da contigência (S. Tomás de Aquino)
Leitura e comentário de novo livro do Professor Olavo
Leitura e comentário de novo livro do Professor Olavo (continuação)
Leitura e comentário de novo livro do Professor Olavo (continuação)
Introdução preparatória do curso Esoterismo na História. Notas sobre simbolismo e realidade
Introdução preparatória do curso Esoterismo na História. Notas sobre simbolismo e realidade
Breve autobiografia e os objetivos do COF
Ética material e ética formal
Movimento da idéias – debate intelectual
Ciência Política: rótulos ideológicos
Situação brasileira
Estudo de caso: transformações psicológicas no Brasil
Comentários à sentença de Aristóteles: ritos de mistério (Esoterismo)
Identidade nacional
As castas
Educação literária: o tempo – verbus mentis
A alta cultura
Nova ideologia globalista: negação da intuição, da experiência
Interpretação do decreto da Igreja Católica contra comunismo
Nova ordem mundial: livros de Alain Sorel e Lucien Cerise
Sobre o romance “Luz de Agosto” de William Faulkner
Novilíngua orwelliana e Marx & Engels
Sobre o documentário “O Jardim das Aflições”
Tema da história da filosofia
Queda do QI médio brasileiro e suas conseqüências
René Guénon: continuação da aula 388
Fedro – Platão: comentário trecho 274e a 275a. Arte da escrita
Como montar uma biblioteca e organizar os estudos
Análise do panorama eleitoral brasileiro
Tópicos da evolução histórica do marxismo (a complexidade das relações entre ideologia e movimento político)
A direita atual; que proveitos cognitivos podemos tirar da obra de George Ivanovich Gurdjieff
Leitura de trecho de um livro que Olavo está escrevendo (título provisório: A Tragédia da Utopia: Do sonho de liberdade à escravidão consentida)
Continuação da aula anterior e o movimento diversitário
O intuicionismo e a tradição aristotélico-tomista
Alta cultura e mídia
Linguagem e sua função no processo do raciocínio
O que é arte? (com base no acontecimento do santander e no projeto de parlamentares pra descriminalizar qualquer tipo de arte)
Teoria semiológica do conhecimento; João de Sto Tomás
Análise da situação brasileira com base no episódio masp e santander
Análise da situação brasileira com base no fracasso dos líderes (mbl e etc) da nova direita
O que é arte? Análise do episódio santander e masp
Os movimentos de maio de 1968 inseridos na tradição gnóstica
Análise da situação brasileira com base num documento emitido pela universidade federal da paraíba
Gnosiologia
Quebra da hegemonia esquerdista no Brasil, perspectivas e caminhos pra intelectualidade nascente
Última aula do curso sobre o Mario Ferreira dos Santos
O problema da possibilidade da existência e do conhecimento da verdade
Filosofia e história da filosofia
Por que a literatura é a base de toda a educação superior
O mito do surgimento da poesia e as funções da linguagem
“A dupla tragédia da utopia” (trechos do livro sobre a revolução diversitária ou multicultural que Olavo está escrevendo)
Continuação de “A dupla tragédia da utopia”
As raízes intelectuais do Maio de 68
A contribuição de Jacques Derrida para a “revolução diversitária”
A Igreja Católica e a mentalidade diversitária
Continuação da exposição sobre os antecedentes do Maio de 68
A heresia em Karl Rahner
Resumo da primeira parte do livro de Olavo de Carvalho sobre a mentalidade diversitária
O fenômeno Monte Verità (sobre a mentalidade diversitária)
Dois assuntos: A situação atual dos brasileiros e a doutrina católica
Dois assuntos: A situação atual do Brasil e a obra de Wolfgang Smith
Técnicas e métodos da vida intelectual

Sobre livros recomendados durante as aulas, recomendo o link: https://fiatjaf.alhur.es/livros-olavo.html

O índice das aulas foi obtido dehttps://www.rafaelalmeida.com/conservadorismo/cof onde também estão listados livros recomendados por aula e duração de cada aula.

Taiguara Fernandes de Sousa

Há muito tempo, circula, nas redes sociais, a imagem abaixo. São as pessoas a que os conservadores atribuem a responsabilidade pela virada brasileira: Olavo de Carvalho, Sérgio Moro, Jair Bolsonaro e Padre Paulo Ricardo.

Jair Bolsonaro já é o Presidente eleito do Brasil e hoje Sérgio Moro foi anunciado como Ministro da Justiça do novo Governo. O papel de Padre Paulo, por sua vez, é espiritual e não político.

Mas onde está Olavo de Carvalho?

O Professor Olavo é o responsável primeiro por tudo que vemos acontecer no Brasil. Sem ele, sem a sua filosofia, a força da sua personalidade, a sua luta pela restauração cultural brasileira, o combate que travou (por muito tempo, solitário) contra o marxismo cultural e o esquerdismo dominante – algumas vezes, à custa da própria segurança e de sua família –, não haveria possibilidade de um cenário nacional que pudesse acolher a eleição de um Presidente conservador.

Estamos a 22 anos da publicação de “O Imbecil Coletivo”, obra que tornou o Professor Olavo conhecido na década de 90 e na qual ele denunciou – derrubando de forma acachapante – ídolos da intelectualidade esquerdista nacional. Foi ali que tudo começou. 20 anos é justamente o tempo que o próprio Professor afirma que uma idéia precisa para ser maturada e difundida, a ponto de começar a gerar resultados políticos concretos.

Muitos negligenciaram Olavo e, enquanto isso, ele veio provocando uma verdadeira virada cultural, montando uma rede de “escolas catedrais” nas casas de todos os alunos, através de suas aulas on line pelo Seminário de Filosofia, formando uma nova elite intelectual nos seus alunos do Curso Online de Filosofia – gente que acerta muito mais do que todos os “analistas políticos” tão gabaritados da mídia e das universidades (não preciso nem citar o exemplo de Filipe G. Martins, não é mesmo?).

É muito importante que o novo Governo entenda o papel a ser desempenhado por aqueles que conhecem o pensamento de Olavo de Carvalho – seus alunos – na condução dessa grande mudança brasileira, a qual apenas começou. Isso deve estar bem claro desde a equipe de transição, com lugar natural e inalienável aos olavettes (o nome natural, a meu ver, é o de Filipe, que faz parte da executiva nacional e é secretário de Assuntos Internacionais do PSL).

Sem a perspectiva cultural, filosófica e política ampla que somente os alunos de Olavo possuem, o novo Governo pode, em seu início, amargar os mesmos problemas que Trump enfrentou nos EUA em seus dois primeiros anos: dificuldades internas, causadas por carreiristas; externas, ocasionadas por globalistas, de qualquer dos três esquemas, e de pessoas que transitam entre ambas as esferas, mas não inspiram confiança, antes suspeita de que sua lealdade se encontra fora do ideário soberanista, conservador, liberal que preside o ímpeto popular que escolheu Bolsonaro.

Não existiria Bolsonaro presidente sem Olavo de Carvalho

https://www.infomoney.com.br/blogs/economia-e-politica/economia-e-politica-direto-ao-ponto/post/7742179/nao-existiria-bolsonaro-presidente-sem-olavo-de-carvalho?utm_campaign=editorial&utm_medium=social&utm_source=facebook&fbclid=IwAR3yffSCiziZSe_o_c-NfamGva57eFlD6gQSRdPKTq0uoTPE67xq0Jn51vA

Alain Ghani

Jair Messias Bolsonaro é eleito presidente do Brasil. Muitas hipóteses surgem para explicar como um candidato com pouco recurso, fora do establishment e com oposição de maior parte da imprensa foi capaz de ganhar a eleição. As explicações mais comuns são aquelas que colocam, na percepção do eleitor, Bolsonaro como um catalisador da valorização da segurança pública, do antipetismo, de valores conservadores e do anti-establishment. Verdade. Mas existe uma variável pouco explorada pelos analistas que foi fundamental para explicar “Bolsonaro presidente”. Essa variável se chama “Olavo de Carvalho”.

A votação expressiva de Bolsonaro não seria possível sem uma onda conservadora no Brasil. Sem a devida preparação no terreno cultural, Bolsonaro jamais seria eleito. Não se trata apenas de um fenômeno antipetista; existiam outros candidatos contra o PT, que não levaram a maior parte dos votos da população.

A ascensão de Bolsonaro coincide com uma retomada dos valores conservadores e um cansaço com as ideologias, conforme observado no artigo escrito por mim em conjunto com o colunista do InfoMoney, Alexandre Pacheco (aqui). A ascensão do conservadorismo e a perda de força das ideologias não ocorreu por acaso. Embora a população brasileira seja majoritariamente conservadora (aqui), o conservadorismo foi neutralizado por anos de hegemonia cultural da esquerda no país. E é exatamente aí que entra a importância histórica do filósofo Olavo de Carvalho.

No início da década de 90, Olavo de Carvalho, com o brilhante livro o “Imbecil Coletivo”, dava início sozinho à quebra dessa hegemonia. Não era tarefa fácil, uma vez que as escolas, a mídia e as universidades tinham o monopólio da informação e propagavam ideias de esquerda sobre toda a sociedade (ver a Corrupção da Inteligência de Flávio Gordon). Não havia no Brasil um debate intelectual entre direita e esquerda, mas entre correntes ideológicas dentro da própria esquerda (socialismo, social democracia, etc.). Conforme o próprio Olavo já disse: “o debate ocorria nos próprios termos da esquerda”. Mesmo que uma pessoa não se considerasse de esquerda, ela já falava e pensava como um esquerdista, sem perceber o processo inconsciente de doutrinação.

Mesmo sendo uma obra prima, é evidente que apenas um livro (O Imbecil Coletivo) não seria suficiente para furar todo o bloqueio às ideias conservadoras e liberais impostas pela mídia e pelas universidades. Apesar de seu banimento de todos os grandes veículos de comunicação, Olavo de Carvalho lançava cursos na internet, escrevia artigos, publicava livros e fazia vídeos online, conquistando uma legião de alunos e seguidores. Com uma argumentação extremamente lógica, embasado em fontes primárias e apoiado numa vasta literatura nacional e internacional, Olavo de Carvalho dava início a um processo de resgate da alta cultura no Brasil e de combate ao domínio psicológico e cultural da esquerda sobre as massas.

Conforme observado em entrevista por Filipe Martins para o InfoMoney (aqui), Olavo de Carvalho influenciava intelectualmente uma geração que futuramente teria grande relevância como formadores de opinião. Felipe Moura Brasil (jornalista, Jovem Pan e Antagonista), Bruno Garschagen (escritor, Gazeta do Povo), Alexandre Borges (publicitário, Imprensa Livre), Filipe Martins (analista político, Senso Incomum), Flávio Morgenstern (escritor Senso Incomum), Danilo Gentili (SBT), Flávio Gordon (escritor, Gazeta do Povo), Nando Moura (crítico musical, canal próprio), Lobão (músico), Joyce Halssemann (deputada federal) Bene Barbosa (especialista em segurança pública, MVB), Allan dos Santos (Terça Livre) são apenas alguns nomes que hoje tem milhares de seguidores e influenciam muitas pessoas – seja com livros, programas em mídia, artigos ou vídeos na internet (eu, Alan Ghani, também fui influenciado intelectualmente pelas ideias de Olavo de Carvalho).

Com o avanço das redes sociais e com a publicação do livro “O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota”, definitivamente o filósofo se consolida como um fenômeno editorial e de internet. Conforme observado por Carlos Andreazza – editor da Record, também entrevistado pelo InfoMoney (aqui) -, Olavo de Carvalho se torna “pop” e seu livro se transforma num fenômeno editorial, atingindo pessoas comuns (mais de 300 mil cópias vendidas). Diga-se de passagem, Carlos Andreazza contribuiu bastante para a influência intelectual da direita no Brasil ao publicar excelentes livros com ideias liberais e conservadoras.

Com Olavo de Carvalho e todos esses formadores de opinião, finalmente a esquerda teve que lidar com o contraditório, com um debate de verdade. As ideias liberais e conversadoras penetravam na sociedade, ao mesmo tempo que muitas ideologias de esquerda (ideologia de gênero, feminismo, etc.) eram denunciadas como partes integrantes de um projeto de tomada de poder, e não como defesa de minorias. Denunciava-se, a corrupção sistêmica do Petrolão, o Foro de São Paulo e o apoio petista às ditaduras venezuelanas e cubanas. Nesse novo ambiente, grupos antigos se reciclavam (Jovem Pan) e uma nova imprensa surgia – o Antagonista. O jornalismo era resgatado, e os fatos passaram a importar mais que as ideologias.

O domínio hegemônico da esquerda começava a ruir. Se de um lado a hegemonia cultural de esquerda foi essencial para a chegada e sustentação do PT ao poder (ver a Corrupção da Inteligência de Flávio Gordon), por outro, o enfraquecimento no plano cultural foi fundamental para não eleger Fernando Haddad. Com a perda dessa influência, o PT se enfraquecia e passou a se sustentar basicamente no recall eleitoral de Lula. Perdia força de narrativa também. Não conseguia mais doutrinar a população, dizendo que a maior crise econômica da história brasileira era culpa do cenário internacional. As narrativas do “impeachment é golpe”, “Lula foi preso sem provas” não colavam mais para a maior parte da população. Os fatos e a realidade se sobrepunham à narrativa. É óbvio que a Lava Jato e a crise econômica contribuíram muito para o enfraquecimento do PT. Mas o entendimento da sociedade poderia ser outro. A população poderia entender o PT como “vítima”. Não foi o que ocorreu. O PT não conseguia mais emplacar a sua narrativa.

Nesse novo ambiente, marcado pela ascensão do conservadorismo e do antipetismo, bastava apenas um político encarnar essas tendências para a população. Bem ou mal, com seu jeito mais rude, mais rasgado, Bolsonaro soube fazer isso e capitalizar os votos. Na percepção do eleitor, Bolsonaro era visto como um defensor legítimo do antipetismo, ou do conservadorismo, ou de ambos.

Jair Bolsonaro é resultado direto do antipetismo e da ascensão cultural da direita no país (liberal e conservadora). No entanto, não existiria antipetismo e nem conservadorismo sem a quebra da hegemonia cultural da esquerda do Brasil. E essa quebra de hegemonia só foi possível graças ao excelente trabalho de Olavo de Carvalho, que formou uma geração de pessoas preparadas intelectualmente para o debate público. Em última análise, seria impossível um Bolsonaro presidente sem o choque de realidade trazido pelo filósofo de Olavo de Carvalho. Não é à toa que seu “best seller” estava na mesa do futuro presidente em seu primeiro discurso. Olavo tem razão.

 

Não existiria Bolsonaro presidente sem Olavo de Carvalho – InfoMoney
Veja mais em: https://www.infomoney.com.br/blogs/economia-e-politica/economia-e-politica-direto-ao-ponto/post/7742179/nao-existiria-bolsonaro-presidente-sem-olavo-de-carvalho?utm_campaign=editorial&utm_medium=social&utm_source=facebook&fbclid=IwAR3yffSCiziZSe_o_c-NfamGva57eFlD6gQSRdPKTq0uoTPE67xq0Jn51vA

Claudia Wild

Interessante… A primeira vez que confessei ler as obras de Olavo de Carvalho – de tanto que um ex-amigo execrava o autor, mesmo sem ter lido um ÚNICO livro dele – fui publicamente ridicularizada por meia dúzia de “intelectuais”, chamada de burra e limitada. Continuei lendo seus livros e acompanhando seus artigos nas redes sociais. Vi com os meus próprios olhos a mudança que ele proporcionou na mentalidade brasileira.

A esquerda que tanto ignorava e desmerecia o Olavo, agora tem motivos de sobra para nunca mais se esquecer dele. Parece que alguns perceberam, tardiamente, que ele não estava “brincando de escrever”, que sua genialidade e conhecimentos sobre o que se passava no Brasil, denominado pela hegemonia da esquerda, era real.

O resultado está aí. Jair Bolsonaro é o novo presidente do Brasil.

O artigo, apesar de uma pontinha de desdém, vale a leitura.

O país deve muito a ele.

Eleição – Agradecimentos

*

Felipe Nery Prof. Olavo, o senhor é um dos maiores responsáveis por isso. Sua missão será coroada amanhã, com a graça de Deus. Que São Padre Pio, seu Pai espiritual, o conduza sempre mais à meta final, ao Reino de Deus.

Muitíssimo obrigado, Professor Olavo de Carvalhopor não ter desistido… —  sentindo-se agradecido com Olavo de Carvalho.

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Felipe Botelho

Um dia se dirá do Brasil:

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… Teve um juiz que aniquilou os mafiosos, um pároco de aldeia que tornou-se o pai espiritual de uma miríade de órfãos, um velho rabugento que iniciou a restauração da alta-cultura, e um capitão que reergueu a vida política da nação. Ao primeiro coube fazer justiça; ao segundo reestabelecer a Fé; ao terceiro, a inteligência; e ao quarto coube ser o poder do homem de bem, do homem comum. Tinha tudo para dar errado, mas Deus o salvou. Deus nos salvou.

– Jonathan Santana

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Sabe como foi que chegamos a essa vitória? Foi por causa disso aqui:

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Harley Liévin está com Direita Guaiba.

O livro de cabeceira do Bolsonaro (e meu) e o seu autor. Essa foto ilustra a fonte intelectual da resistência que venceu a milionária e poderosa máquina socialista que tomou o Brasil de assalto. Vencemos!

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