TO ao vivo

True Outspeak, ao vivo, com Olavo de Carvalho.
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Yuri Vieira

ELE SERÁ PROIBIDO DE FUMAR?

— O que será que o médico dirá no próximo episódio?

— Que médico? De qual série?

— Não, no próximo episódio do perfil do Olavo de Carvalho.

— Ah, tá.

— Será que o médico irá proibi-lo de voltar a fumar?

— Bom, acho que a pergunta correta é: o médico teria essa coragem?

— Uê, médico é médico, né. Pensando bem, Yuri, acho que chegou a hora de você convencer o Olavo a fumar cigarro eletrônico. Não tem alcatrão nem as milhares de outras substâncias tóxicas, não é? Você me disse que só tem nicotina. Nicotina faz menos mal que açúcar.

— Hum.

— E então? Vai convencê-lo?

— Por acaso eu tenho cara de quem quer ir tomar no cu junto com o médico?

Paulo Briguet

https://www.folhadelondrina.com.br/blogs/paulo-briguet/cada-vez-que-respiro-1003232.html

Segundo uma antiga tradição, o nome de Deus em hebraico — expresso pelo tetragrama YHWH — é o equivalente ao som da respiração humana. Assim, a cada vez que respiramos, estamos repetindo o nome do Criador. Isso inclui judeus, cristãos, muçulmanos, budistas, hinduístas, agnósticos, ateus e seguidores de todas as religiões existentes sobre a Terra. Não por acaso, a palavra para Espírito, em hebraico, é Ruah; em grego, Pneuma.
A cada vez que o ar entra por nossas vias respiratórias — e isso acontece milhares de vezes por dia —, repetimos o nome de Deus, mesmo quando não queremos; mesmo quando O ignoramos ou rejeitamos. YHWH não é um nome impronunciável; na verdade, é mais do que pronunciável, além do pronunciável, acima do pronunciável, o pronunciável absoluto.
Quando uma pessoa era crucificada, a morte se dava por asfixia. Tratava-se um método de matar terrivelmente doloroso, que levava muitas horas. A crucificação, portanto, realizava de maneira cruel e forçada aquele processo de esvaziamento do ser a que alude São Paulo na Carta aos Filipenses: “Ele, estando na forma de Deus, não usou do seu direito de ser tratado como um deus, mas se despojou, tomando a forma de um escravo” (2, 5). Esse ponto foi bem lembrado pelo padre de minha paróquia no último Domingo de Ramos.
Ocorre que esse “despojar-se de si mesmo” é o centro da vida cristã.
Ao lado de Jesus, estavam dois criminosos. De acordo com as visões da beata católica alemã Anna Catharina Emmerich (1774-1824), malfeitores crucificados com Jesus no Calvário eram irmãos. Tradicionalmente, eles são chamados de Dimas (o Bom Ladrão) e Gestas (o Mau Ladrão).
Gestas, o irmão mais velho, era o arquiteto dos crimes; Dimas, por sua vez, não tinha o coração mau, porém era fraco para resistir à influência do irmão. Anna Catharina conta que Dimas era leproso na infância e fazia parte de uma família que acolhera Maria, José e o Menino Jesus durante a fuga para o Egito. Maria aconselhou a mãe de Dimas a banhar o menino doente na mesma água em que Jesus fora banhado — e assim a criança ficou perfeitamente saudável.
Quando Dimas viu Maria aos pés da cruz, reconheceu a mulher que fora responsável por sua cura — e por esse motivo, ainda segundo a beata alemã, cessou de maldizer Jesus, sendo salvo no último instante: “Em verdade, eu te digo, hoje estarás comigo no Paraíso” (Lc 23,43). O nome Dimas, de caráter evidentemente simbólico, quer dizer “Pôr do Sol”.
Enquanto escrevo estas palavras, meu querido amigo e mestre Olavo de Carvalho luta para respirar em uma cama de hospital. Ocorre que este amigo também foi um dos grandes responsáveis pela minha volta ao lar — o meu retorno à fé em Jesus Cristo. Peço a Ele que me conceda a graça de transformar cada oração em respiração pelo bem de quem me fez tanto bem.
Fale com o colunista: avenidaparana @ folhadelondrina.com.br
por Paulo Briguet

Juliana Camargo Rodrigues

Juliana Camargo Rodrigues

16 h · 

Quando conheci o trabalho do professor Olavo de Carvalho, estava no fundo do poço. Não tinha religião, todos os meus projetos de vida tinham dado em água. Relacionamento que acabou, projetos de psicologia que deram errado, projetos de estudos que levei por anos e anos e que depois se mostraram uma falsidade. Eu mesma me achava uma farsa. A única coisa que não tinha dado errado era a minha profissão na área de TI.

Por isso, tornei-me, de certo modo, uma paulistana típica. Levantava, ia pro trabalho, tudo ali na Paulista. Meu trabalho era cuidar do dinheiro dos bancos, da contabilidade, da tesouraria, que os bancos entregassem o que deviam ao Bacen, etc etc. Meu trabalho era de suporte a sistemas, depois gerenciamento de projetos e relacionamento com os clientes da empresa onde trabalhava. Há uma pressão enorme nessa área, maior do que aquela sobre um cirurgião com o paciente de peito aberto numa mesa, porque se uma transferência de milhões atrasa, os caras perdem dinheiro e você perde o couro(e o emprego). Enfim, era competente nessa área, mas mega-estressada. Eu era um Sr. Saraiva, da tolerância zero. Só me restava o trabalho, que em si, não era de todo mau. Mas era um vazio na minha alma, mais do que isso, era uma ferida aberta e todos os dias da minha vida naquele período eram provas de que o que realmente pretendera um dia da minha vida falhara.

Nisso, encontrei um site de Olavo de Carvalho por indicação de um amigo. Li algumas coisas e depois a parte que estava publicada no site d’O Imbecil Coletivo. E muito embora tratasse de política(coisa que não era do meu interesse. De de certo modo, continua não sendo, pelo menos não os assuntos correntes do dia, mas no sentido mais profundo, no sentido de como a política afeta os destinos dos povos, e o destino final dos indivíduos), há na escrita daqueles artigos um olhar que me dizia algo verdadeiro, algo que me punha em contato com a realidade, fora daqueles cansativos slogans vazios sobre tudo: «os homens não prestam», «há uma dívida histórica para com os negros». e por aí vai. Nunca comprei esse blablablá, e reagia interna e fleumaticamente com um “hum” por outro lado, tampouco sabia o que responder. E o que percebi foi algo que me acompanhava desde há muito: há uma série de camadas de mentiras, ilusões e porcarias que escondem de mim a realidade. E então tinha descoberto aquilo, Mas nem sabia por onde começar a faxina. Percebi, junto com aquele fundo do poço exterior: voluntariado que deu errado, relações que se romperam(amorosa, de amizade, de família etc), projetos que foram perseguidos, destruídos, ou que se auto-sabotaram etc., que a realidade estava vedada para mim, que o meu caminho era de pura alienação e era isso me deixava doente. Olhava para todos os lados e só via uma nebulosa maçaroca de coisas, uma confusão, as pessoas perdidas, completamente perdidas, e tinha perdido o Norte, que achei que tivesse quando aderi a uma proposta new age em mais jovem. Apostava naquilo todas as minhas fichas, mas já aquilo tampouco me respondia nada. Parecia-me mais uma camada de mentiras. E as pessoas de lá que tanto respeitva, tampouco me serviam de orientação mais. Elas estavam tanto ou mais perdidas do que eu.

Nisso, apareceu o Olavo e quando o li, senti um refrigério na alma, havia um ponto que parecia ter se descoberto naquela maçaroca nebulosa, e eu conseguia enxergar um nadinha já com alguma lucidez. A minha intuição apontou para mim com toda força: ali há um caminho. E eu segui este caminho. Agarrei a mão daquele escritor que tão generosamente se estendia para mim e não larguei mais. Mal sabia eu que mais mudanças vieram na minha vida do que eu era capaz de supôr. A minha vida se enriqueceu, mudou e mudou e mudou novamente.

Optei por priorizar formar uma família em detrimento de continuar apostando na minha formação intelectual como alvo primário(não são incompatíveis, uma coisa é aprioridade 1, a outra, a prioridade 2). Porque a realização profissional, a conquista de ser competente e de ganhar dinheiro a valer, de forma independente, eu já tinha conquistado e tinha visto que as mulheres mais velhas que tinham ficado só com a carreira e deixado de lado a formação de suas famílias eram muito tristes. Por isso, larguei mão da minha carreira na TI, com o meu salário em 5 mil mensais(não é grande coisa, mas foi uma pequena conquista minha e sei que a maior parte das pessoas não ganha isso nem hoje em dia, no Brasil), saí do Brasil para constituir a minha família com uma proposta de trabalho do Banco Toyota caso voltasse ao Brasil, em aberto: «se você voltar, me procure» – disse-me o gerente. Meu salário ia dobrar, e eu ia trabalhar em dobro, também. Mas é inegável que era uma carreira em ascensão e promissora. Mas a sedução desse ambiente já não me podia comprar, porque enxergava para além de toda aquela ilusão. Por vezes, eu trabalhava achando que representava um papel, como quem brinca de casinha, ou de polícia em bandido, como uma criança. E que eu só representava aquele papel para “satisfazer as outras crianças”, para vocês terem idéia do vazio e da falta de sentido que eu percebia naquela mixórdia geradora e comedora de dinheiro da qual eu fazia parte tal qual pequena-engrenagem. «Ah! Juliana, mas você podia ir a restaurantes caros, a shows que toda a gente queria ir, podia ir viajar pra fora do Brasil etc.» – sim, mas nada daquilo me interessava, nem o entretenimento caro e chique me interessava. Nenhuma merda daquela fazia sentido para mim. E eu queria algo que me desse sentido. Encontrei muitas pistas de como restaurar de sentido a minha vida pelo Curso Online de Filosofia, enquanto ouvia as aulas, sentia que o Olavo falava diretamente para mim. Não sei como fui parar num curso de filosofia, porque tirando os antigos filósofos – que, aliás, eu não conseguia entender Sócrates, Platão e Aristóteles – eu os achava a todos uns grandes faladores, ou seja, achava que eram mais do mesmo, um monte de slogans e conversinhas fiadas para boi-dormir que nada me falavam da realidade.

Muito embora tanta coisa tenha se alterado na minha vida desde o momento em que comecei a ler Olavo até hoje, ainda tenho alguns medos que permanecem meio intocados. Tenho medo de uma coisa que considero meio que uma maldição familiar e temo que isso regresse quando eu for mais velha, quando sei lá, tiver a idade do Olavo. Só que esquecia-me do seguinte, Olavo muito provavelmente não vai mais estar aqui quando eu tiver a idade dele. O seu recente internamento me fez ver que não posso mais fugir desse medo. Não só por minha causa, mas porque, da mesma forma que nossos pais não são infinitos, o nosso pai intelectual também não o é. Olavo e meu pai têm a mesma idade, com a diferença de dois dias, o meu pai é mais velho. Eu vejo a figura de um no outro e vice-versa, é-me inevitável. São os dois finitos. E se de fato essa maldição voltar mais adiante a quem irei recorrer? Quem irá me ajudar a enxergar o real de novo? Bem, esse alarme que a gente sente diante da ameaça à saúde do Olavo é além da preocupação genuína, que acredito em alguns, um lembrete de que estamos com o calendário meio atrasado no nosso comprometimento com essa existência. Os adiamentos… Todos os dias, adiamos e voltamos a adiar. Será que não é hora de deixar de adiar? Se você sente algo como “o que vai ser da minha vida sem o Olavo” (e não é da família próxima), então reveja a sua vida. Há qualquer coisa que está mal, que está em atraso. Você pode não ter a impressão forte de que sofre de uma maldição familiar como a que eu tenho, mas pode ter outras coisas batendo-pino, certo? Enfim, compartilho da minha reflexão com vocês, mais uma vez. O meu tom pode não ser dos melhores, mas é o que é, é sincero. Sou saturnina-mercurial, enxergo e analiso os problemas. Mas já que Mercúrio alivia o pesadão de Saturno, também já aponto uma solução, que é a de parar de adiar a sua responsabilidade perante sua própria vida.

While you were sleeping III

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Já apareceram os abutres antitabagistas alegando que o problema do professor Olavo é culpa do…cigarro. Claro, óbvio, que essa gente ia aparecer. Até onde se sabe, se trata de uma pneumonia que piorou porque não foi tratada a tempo, coisa que até uma criança poderia prever que aconteceria, pois pneumonia é coisa séria, ainda mais se levarmos em conta a idade do professor. O que esses capachos da opinião midiática não entendem é que, se o Olavo tem 70 anos e fuma dois maços por dia desde os 17, então NA MAIS BRANDA DAS HIPÓTESES o cigarro não é tão mortífero quanto dizem. Que raio de veneno super hiper mega mortal é esse que só faz efeito catastrófico 53 anos depois de seu uso diário e abundante? Isso prova justamente que o cigarro NÃO É o que a propaganda diz. Mas enfim, não dá pra conversar com gado, com gente que acredita em Ministério da Saúde. Se esse Ministério falar que comer bosta de gato e enfiar o dedo no cu por 10 minutos todos os dias antes de dormir gera longevidade e paz de espírito, eles vão fazer isso. Isso é gente ranheta, mal amada, fracassada na vida, que busca uma oportunidadezinha fajuta pra poder dizer “Eu avisei!” e se sentir com a razão por alguns segundos. O professor Olavo pode morrer com 117 anos, com saúde e matando urso, com um século de fumo inveterado, que o gado dirá: “Também né…eu falei que cigarro mata, ele não me ouviu…”.

*

Pra homens de verdade (como Olavo de Carvalho):
Tabaco = relaxamento, degustação e prazer;
Gordura Saturada = testosterona e leite sêmen integral;
Carne Vermelha = piroca dura para pronta entrega;
1 litro de café por dia = vontade de beber café atendida.

Para os garotos com oligospermia, disfunção erétil e coceira anal curiosa, eu indico apenas maconha, vinho adocicado e charutos robustos de pele escura.

*

Eu tô sem clima nenhum pra postar piadinha aqui. O professor Olavo de Carvalho é um homem, com grande generosidade, que me ajudou em momento difícil da minha vida. Ele agiu como um verdadeiro pai comigo. Portanto, minha gratidão e carinho por ele, meus caros, me obriga somente a rezar por ele nesse momento.

Deus o abençoe, meu querido professor.

*

 

 

While you were sleeping…

Peço aos meus amigos que rezem pela saúde do Prof. Olavo de Carvalho, houve complicações no quadro geral de saúde dele. Que Nosso Senhor Jesus Cristo, por intermédio de Maria Santíssima, o proteja e o abençoe. E também à RoxaneLeilah e Pedro. Que Nosso professor se recupere logo!
Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém

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O querido professor Olavo está precisando de orações. Está hospitalizado. Peço oração pela sua completa recuperação aos meus amigos e conhecidos. Que Nossa Santíssima Mãe, a Virgem Maria, o proteja de todos os males.

*

 

 

Grupo Kiu deBeo

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Alexei Gonçalves de Oliveira

Para quem reclama que o Olavo de Carvalho não tem “DIPROMA”, ele deveria mostrar uma versão ampliada, impressa e emoldurada da foto deste post. Afinal, foi ele, e nenhum outro, quem ensinou o povo a combater a boa luta nos campos da narrativa e da ocupação de espaços. O Brasil jamais poderá agradecer o bastante por esse serviço — e, provavelmente, jamais o fará — portanto, faço-o eu mesmo: MUITO OBRIGADO, OLAVO DE CARVALHO!
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