Pedro Ferraz Professor Olavo, o João Carlos Fachini é um grande amigo e ex líder protestante que acaba de assumir publicamente a fé católica. O senhor é o principal responsável por isso, Deus lhe pague imensamente!

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Olavo de Carvalho Que Jesus e a Virgem Maria protejam você para sempre, meu irmãozinho João Carlos Fachini.

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Jelcimar Júnior

Um colega seminarista sugeriu que eu contasse a minha conversão ao Catolicismo. Resumidamente, ela foi assim:

Tudo começou com o professor Olavo de Carvalho , que me ensinou coisas que me ajudaram a compreender melhor o Catolicismo e, antes de tudo, a me interessar por ele. O professor preparou o terreno, sem, contudo, pedir ou insinuar qualquer necessidade de conversão. Procurei, então, os vídeos, o site e os cursos do Pe Paulo Ricardo. Assisti ao História da Igreja e ao sobre o Catecismo. O padre apresentou fatos óbvios que não podiam ser rejeitados. Comecei a frequentar a Igreja Católica ao mesmo tempo em que ia à evangélica. Era assim: ia para a missa às 18 hrs e ao culto às 19:30, sem ninguém saber. Depois de um tempo, parei de ir à evangélica. Conheci os Arautos do Evangelho, que me ajudaram muito. Fiz minha primeira confissão com um padre espanhol muito bom. Quando ia fazer a primeira comunhão, uma dúvida grande bateu no coração:

– Será que estou fazendo a coisa certa? Será que não estou sendo influenciado pelo professor Olavo e só por isso estou me convertendo, como uma febre que passa depois?

Com esses pensamentos fui à igreja onde aconteceria a cerimônia de primeira comunhão. Tive a graça do carro novo de meu catequista que me dava carona dar um problema inesperado e estranho. Tivemos de sair do carro e ir a pé, o que foi ótimo para que eu refletisse melhor. Lembrei-me então dos milagres eucarísticos, em especial o relatado pelo Dr. Ricardo Castañon, e pensei: se isso é verdade, eu não posso negar, porque o sentido é claro: a Eucaristia é verdadeiramente o Corpo de Cristo e ele está na Igreja Católica. Não quero ser como os fariseus que, mesmo vendo os milagres de Jesus, se recusavam a admitir que Ele era o Filho de Deus. Então entendi que minha decisão estava fundamentada na verdade e não era apenas influência.

Um fato também merece menção: antes da minha conversão, viajei a trabalho para um cidade do interior do ES (Cachoeiro de Itapemirim) já decidido a frequentar as missas para ver como eram. Lá, encontrei uma igrejinha barroca, de madeira por dentro, chamada de Matriz Velha. Sinceramente, entrar nela era como trocar de mundo. Eu senti uma força muito grande lá dentro, uma força boa, pacífica, que me fazia um bem enorme, de modo que não queria sair de lá. Fiquei impressionado. Depois perguntei a um amigo que já havia sido seminarista o que poderia ser aquilo. Ele me disse que poderia ser muita presença eucarística. Interessante que, tempos depois, em uma capela na capital do ES, fiz um tour pelas igrejas da cidade e fui parar num convento que hoje é ponto turístico. A guia me mostrou tudo até que chegamos à capela. Quando me aproximei do sacrário senti a mesma força que havia sentido na Matriz Velha, mas com intensidade menor. Perguntei se havia Eucaristia ali dentro. A guia, protestante, não soube me responder nem me entendeu muito, só me disse que às vezes se celebrava missa naquela capela. Entendi, portanto, que havia Eucaristia ali dentro sim.

Esse é o relato de minha conversão, que se deu há três anos. Muitas outras coisas aconteceram que contarei com mais detalhe numa oportunidade melhor.

Rafael Nogueira

Acabei de recomendar a fanpage do Olavo de Carvalho com as seguintes palavras:

Página de comentários diários do melhor professor do Brasil, e de divulgação de suas aulas, seus cursos e outros eventos. Olavo de Carvalho é mestre de mestres, tal a qualidade que alguns de seus alunos têm alcançado. Único filósofo atuante com pensamento original no Brasil. Maior responsável pelos novos caminhos abertos ao povo brasileiro, antes tão limitado em perspectivas (despóticas, demoníacas e decadentes). Se temos hoje um renascimento pedagógico, cultural, religioso e político, é sobretudo por causa dele.

Claudia Wild

O responsável por toda esta reviravolta na política brasileira, que descortinou os planos da esquerda, seus métodos e suas idiossincrasias, atende pelo nome de Olavo de Carvalho. Nós temos que ser eternamente gratos a ele.

Sem a ajuda dele, seus livros, sua grandiosa obra e sua dedicação ao Brasil estaríamos ainda discutindo acerca da necessidade de votarmos no “direitista” PSDB para derrotarmos o PT.

Rodrigo Miceli

Sejamos francos: 80% dos conservadores de hoje eram “progressistas” de ontem; ridicularizavam tradições religiosas, eram difusamente contra Israel e Estados Unidos, e Marxistas mesmo sem querer. Políticos inclusos… Jair Bolsonaro já defendeu voto em Lula e elogiou Hugo Chavez, Magno Malta já fez campanha para Dilma Rousseff, etc., etc. A pedra na vidraça de toda esta Hegemonia Esquerdista foi um senhor chamado Olavo de Carvalho, e a partir daí, os olhos de todos se abriram; conservadores aprenderam o que é conservadorismo e as pessoas que somente “sentiam” que havia algo errado puderam ENTENDER o que estava errado.

Com este “detalhe” em mente, me parece inutil ficar pegando o passado de tal ou qual politico para invalidar o que ele diz agora. Há poucos anos, como disse, NINGUÉM tinha acesso às informações essenciais, o que falsificava o debate. As pessoas aprendem, as pessoas mudam… Às vezes não, e são apenas “infiltrados” mesmo. Na confusão do Brasil, é dificil discernir quem aprendeu, “evoluiu” e mudou de lado, daquele oportunista, aproveitador e dissimulado. Em todo caso – e até mesmo quem não gosta da figura do cidadão tem de admitir – há um cenário político-cultural ANTES e um DEPOIS de Olavo de Carvalho.

Hélio Angotti Neto

RESPEITAR A OPINIÃO

Estes dias escutei a primeira aula do Curso Online de Filosofia do Olavo de Carvalho, lá de março de 2009.

Lá estavam comprimidas, de certa forma, a maioria das lições filosóficas dos mais de nove anos de curso. 

Modéstia nas opiniões, formação do imaginário antes de buscar os ares mais elevados do pensamento filosófico, o uso da técnica filosófica em si, a crítica social do ambiente e do esforço filosófico e a necessidade de resiliência do verdadeiro filósofo diante do ambiente hostil e medíocre.

Entre as lições, estavam lá as palavras sobre o respeito às opiniões divergentes. Com uma simplicidade e uma sinceridade desconcertantes, Olavo fala o óbvio dos óbvios. Se eu tenho uma opinião, necessariamente afirmo que não concordo com uma opinião alheia e julgo a minha melhor.

Respeitar a opinião alheia quer dizer justamente a aceitação da possibilidade de qualquer um falar a besteira que quiser, o que em nada atesta o mérito do que foi dito, nem demanda qualquer nível de concordância ou aprovação de quem escuta a lorota.

No debate sobre o aborto, pipocam opiniões completamente ridículas, sem a menor fundamentação lógica, fática ou moral. Normalmente os energúmenos abortistas arrotam que suas opiniões têm que ser respeitadas, enquanto defendem a possibilidade de um extermínio oficial de vidas alheias.

Se entenderem a real concepção do termo respeito quando falam de opiniões, eu concordo plenamente com os abortistas. A não ser que mostrem evidências e fundamentações de qualidade para o que dizem, podem falar à vontade, merecendo somente o desprezo de qualquer um que tenha o mínimo de miolos para penetrar o véu do palavrório vazio e ver a fragilidade de quem defende a morte.

Afinal, até mesmo as crianças pirracentas podem berrar e os bebês balbuciar palavras desconexas, o que não quer dizer por um instante que devam ter suas impetuosas demandas ou suas ininteligíveis construções verbais atendidas.

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Janaína por Olavo

Guardadas as devidas proporções, um simples post do Olavo de Carvalhono Facebook tem a força de um Twitter do Donald Trump.

10 minutos depois que comentou sobre a Janaína, o professor já estava nas manchetes de vários jornais da mídia mainstream e causou um alvoroço na Internet.

Confesso que é emocionante viver tudo isso.


https://oglobo.globo.com/brasil/guru-de-bolsonaro-critica-janaina-paschoal-22912302

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http://br18.com.br/olavo-de-carvalho-detona-janaina/

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https://www.oantagonista.com/brasil/olavo-de-carvalho-diz-que-janaina-nao-pode-ser-vice-de-bolsonaro/

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Eduardo de Alencar

Eduardo de Alencar

Eu já vi, ouvi e também tive notícias de candidatos ou deputados eleitos, em eventos e comícios, citando o nome de Olavo de Carvalho em Pernambuco, no Rio de Janeiro, em São Paulo, no Paraná e no Rio Grande do Sul.

Não estou falando de estudantes de universidade, nem de intelectuais da nova direita em debates de nicho, mas de políticos com votos, algum deles já tentando a reeleição. E nem estou me referindo a eventos de natureza intelectual, mas de comícios públicos, lançamentos de campanha etc.

Há bem pouco tempo, uns amigos, bebendo num boteco pé sujo, conversavam a respeito de filosofia às 3h da madrugada. O garçom recolhia as cadeiras das demais mesas. Em algum momento, o assunto chegou no Olavo de Carvalho, rebateu para o Xavier Zubiri etc.

Na hora de trazer a conta, o garçom se meteu na conversa e comentou algo sobre um vídeo do Olavo de Carvalho que tinha assistido, aproveitando para falar coisas do Nando Moura e outros influenciadores digitais da direita.

Estou falando de um garçom, de um pé-sujo de Teresina, no Piauí, às 3h da madrugada, que sabia quem ele era e se interessava pelo assunto.

Duvido que haja correspondência a um fenômeno de influência intelectual assim em toda a história do Brasil. Duvido mesmo que haja coisa muito parecida fora daqui. Talvez só no Leste Europeu se veja esse tipo de relação.

Porém, em nenhum lugar que tenha notícia, ela se fez como aqui: a despeito da mídia, sem contar com apoio de nenhum grande veículo de comunicação, com uma exclusão deliberada e programática de praticamente todo o establishment acadêmico nacional. Trata-se de um intelectual que era e ainda é assunto proibido nos debates da grande mídia e nas universidades.

A constatação aqui é científica: o Olavo de Carvalho venceu. Os adversários que investiram no boicote, no desprezo, na difamação e no ostracismo perderam. Não interessa se você tem Phd e diz que ele não. Pouco importa se você se acha senhor de argumentos rebuscados e infinitamente superior às massas que falam do filósofo brasileiro. O Olavo é lido, debatido, discutido e citado por um círculo enorme de pessoas. Vende livros filosóficos em tiragens até então inimagináveis. Nunca ganhou um puto do governo para isso. E você não.

Então, em termos de influência intelectual, em termos puramente sociológicos, para além dos méritos e acertos, todo mundo que queria ver o cara pelas costas perdeu. Todo mundo. Quem ganhou foi ele. E acabou-se. Res ipsa loquitur. As coisas falam por si mesmas.