Os Frutos do COF

Obras relevantes de alunos e admiradores de Olavo de Carvalho

Atualizado em 19 de novembro de 2017
Compilado por Gustavo B. N. da Gamafacebook.com/gustgama ou  gustavobndg@gmail.com

    1. Luiz Gonzaga, Talles de Carvalho etc. – estudos da antigüidade, Instituto Cultural Lux et Sapientia
    2. Carlos Nadalim – alfabetização, literatura infantil, ginástica, psicologia infantil, Como Educar Seus Filhos
    3. Pe. Paulo Ricardo, Fábio Salgado de Carvalho, Rafael Brodbeck – catolicismo, Salvem a Liturgia!
    4. Ives Gandra Martins – Direito
    5. Francisco Marques, Estêvão Marques – diversão e literatura infantil, Palavra Cantada
    6. Francisco Escorsim, Melquisedec Ferreira, Ana Caroline Campagnolo – educação do imaginário
    7. Robson Poreli, Felipe Scagliusi, Dante Mantovani – música, Seminário de Música, Curso de Piano Online
    8. Ítalo Marsili – psiquiatria, Afetividade Infantil e Harmonia Familiar
    9. Rodrigo Gurgel, Érico Nogueira, Yuri Vieira, Lorena Miranda, Marcio Antonio Campos etc. – literatura, análise literária
    10. Rafael Falcón, William Bottazzini – latim, literatura clássica, literatura infantil, Curso de Latim Online
    11. Arno Alcântara – livros indicados por Olavo de Carvalho, Gigantes Recomendam
    12. João Spacca, Emerson Oliveira etc. – desenhos, cartuns, Arte Piedosa, Afonsinho
    13. Camila & Gustavo Abadie, Mônica Camatti etc. – ensino doméstico/homeschooling, rotina doméstica tradicional, Encontrando Alegria
    14. Sidney Silveira, Álvaro Mendes, Sérgio Pachá etc. – ativismo católico, editora Centro Dom Bosco
    15. Clístenes Hafner, Matheus da Costa etc. – educação clássica, Schola Classica, Instituto Hugo de São Vítor
    16. Pe. Luís Filidis, Fábio Leite – cristianismo ortodoxo

 

  • Tiago Amorim, Luciane Amato – psicologia de Léopold Szondi e Viktor Frankl, Centro de Estudos Landmark

 

  1. Fábio Blanco – psicologia, fortalecimento da volição/“força de vontade”, Núcleo de Ensino e Cultura
  2. Roberto Mallet – voz, oratória, teatro, Encontre Sua Própria Voz
  3. Thomas Giuliano – história do Brasil, educação sócio-construtivista, Desconstruindo Paulo Freire
  4. Mauro “Abranches” Kraenski – história do comunismo no Brasil, STB no Brasil
  5. Adolfo Sachsida, Helio Beltrão, Leandro Roque, Rodrigo Constantino etc. – Escola Austríaca de Economia, Institutos Liberais estaduais, Instituto Mises Brasil, Instituto Millenium, Ordem Livre
  6. Josias Teófilo, Matheus Bazzo, Daniel Aragão, etc. – documentários (O Jardim das Aflições, Iconostasis, Milagre)
  7. Rafael Nogueira, Rafaella Gappo – história do Brasil, documentário Bonifácio, série Brasil Paralelo
  8. Ícaro de Carvalho – publicidade, redes sociais, documentário O Código da Riqueza
  9. Danilo Gentili (SBT), Márvio Lúcio “Carioca” (Band), Marcelo Madureira (Globo), Carlos Vereza (Globo) – humor, televisão, comédia stand up, teatro, documentário O Limite do Humor
  10. Flávio Quintela, Bene Barbosa – desarmamento, violência no Brasil, documentários Desarmados e Silenciados
  11. Nando Moura, Leonardo “Conde Loppeux” Oliveira, Fabio “Click Time”, Maro Schweder, Arthur “Mamaefalei” etc. – YouTube, blogs
  12. Bia Kicis, Carla Zambelli, Kim Kataguiri, Steh Papaiano, Felipe Diehl, Caio Bellote, Bruno Engler – organização de movimentos ou eventos, Direita São Paulo, Direita Minas
  13. Hugo Silver, Israel Pestana – Tradutores de Direita
  14. Flávio Morgenstern, Filipe G. Martins, Flávio Gordon, Alexandre Borges, Joice Hasselmann, Alexandre Garcia (Globo), Augusto Nunes (Veja) – análise política, Senso Incomum, Implicante, VejaJoice, Diário do Poder
  15. Guilherme Macalossi, José Linhares, Cristian Derosa, Alex Pereira – rádio, Rádio VOX
  16. Felipe Moura Brasil, Paulo Briguet, Percival Puggina, Paulo Eduardo Martins, Rachel Sheherazade – jornalismo
  17. Allan dos Santos, Ítalo Lorenzon, Fernanda Salles etc. – Canal Terça Livre, Terça Livre Cursos
  18. Silvio Grimaldo – editora Vide Editorial
  19. Janilson Carvalho, Michael Amorim, Taiguara Fernandes, Sávio Mota, Danilo Hage, Flavio Bacha, Ruan Moraes, João Pedro Muffato, Renato Galdino, Gilberto Bergamin Neto etc. – grupos em Universidades Federais
  20. Graça Salgueiro – Foro de São Paulo
  21. Márcio Umbraglia – Programa judicial de re-socialização de condenados Reeducação do Imaginário
  22. Fernando Ulrich – bitcoin, criptomoedas
  23. Stella Caymmi, Marie Asmar – compilação de escritos do Olavo de Carvalho
  24. Ricardo da Costa – história medieval (professor na UFES)
  25. Rodrigo Jungmann – filosofia (professor na UFPE)
  26. Ricardo Augusto Felício – climatologia, hoax “aquecimento global” (professor na USP)
  27. Vitor Geraldi Haase – neurologia (professor na UFMG)
  28. Ana Paula Henkel – esporte
  29. Senador Magno Malta, deputados Victório Galli, Marco Feliciano, Marcel van Hattem, Rogério Peninha, família Bolsonaro, vereadores Fernando Holiday, Carlos Jordy etc. – política, Partido Novo
  30. Dom Bertrand – monarquia, Casa Imperial Brasileira
  31. Miguel Reale († 14/4/2006) – Direito
  32. Jorge Amado († 6/8/2001) – literatura
  33. Bruno Tolentino († 27/6/2007) – poesia, análise literária
  34. José Monir Nasser ( 16/3/2013) – Escola Austríaca de Economia, análise literária
  35. José Osvaldo de Meira Penna († 29/7/2017) – liberalismo econômico, sociologia e psicologia do brasileiro

https://drive.google.com/file/d/1fdWBt1YrqW-hWf4rENzTNSRf6QJixtub/view

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Marlon Belotti

Vinte coisas que percebi no professor Olavo de Carvalho na época em que morou em Curitiba:
1- Extremamente inteligente.
2- Sempre disposto a ajudar.
3- Intolerante com conversas paralelas em sala de aula.
4- Grande apreciador de café.
5- Fumante inveterado.
6- Brincalhão.
7- Grande conselheiro.
8- Piadista.
9- Bem-humorado.
10- Amigo dos alunos.
11- Trabalhador.
12- Amoroso.
13- Dedicado
14- Humilde.
15- Gentil.
16- Temente a Deus.
17- Amante da verdade.
18- Amante da beleza.
19- Amante das coisas elevadas.
20- Um homem com uma vida cheia de significado e propósito.

Eu fui reconduzido à Santa Igreja Católica por sua influência. Muitos dos meus amigos e colegas de curso seguiram o mesmo caminho. Esse homem só trouxe bênçãos para as nossas vidas. Meu Senhor Jesus Cristo é testemunha de que digo a verdade.

O Jardim das Aflições

http://www.amigosdoforum.com.br/ja-pensou-em-assistir-o-jardim-das-aflicoes-talvez-voce-goste/

 

Já pensou em assistir O Jardim das Aflições? Talvez você goste

O Jardim das Aflições não é uma cinebiografia de Olavo de Carvalho, mas fala sobre sua obra. E você pode gostar bastante.

Luide

O filme que não deveria existir“: é assim que, pouco antes de entrar em cartaz nos cinemas, O Jardim das Aflições foi apresentado pela campanha de marketing. Naquela altura já estava bastante claro que o documentário teria um público específico. A frase teria sido dita por algum profissional de cinema do Recife, e assim que Josias Teófilo a divulgou em seu facebook, ela se tornou o principal slogan de uma obra que foi abraçada pela polêmica. Do boicote no Festival de PE (onde o filme se consagrou vencedor meses depois) até mesmo o racha entre membros da produção (com direito a puxão de orelha do próprio Olavo), O Jardim das Aflições nasceu, cresceu se desenvolveu e agora entra para a história do cinema nacional como um dos documentários mais debatidos, amado e na mesma intensidade, odiado. Esse último um oferecimento de quem nem ao menos assistiu.

A abordagem escolhida por Josias Teófilo é bastante pessoal. O diretor é fã declarado da obra do filósofo e esse documentário é praticamente uma homenagem ao seus anos como escritor. Não é um documentário biográfico: são poucos os momentos em que Olavo ou sua esposa falam de suas vidas pessoais. Um momento em especial é quando, no sofá da sala, eles contam como se conheceram e de algumas situações estranhas de seus antigos cursos. Soa mais como uma conversa para refrescar e manter boas lembranças. Não é didático ou muito menos tenta pontuar a carreira de Olavo.

Em 2012, sabe-se lá porque, me deparei com um vídeo de Olavo de Carvalho. Era um trecho do programa True Outspeak, feito por ele no Youtube e também disponibilizado em podcast. Naquela época antes da releição da Dilma e principalmente das manifestações de junho, Olavo de Carvalho já era um best seller e intelectual influente. Porém, a grande massa que hoje o acompanha com fervor nas redes sociais, pouco ou quase nada sabia sobre ele. Foi graças a internet e de figuras influentes por aqui, que o filósofo ganhou ainda mais espaço. Seguido de perto políticos e apresentadores de TV, Olavo é visto por alguns como guru, já por outros, como um desserviço para a política nacional. Foi com esse argumento que os cineastas retiraram seus filmes do Cine PE.

Mas o fato é que indiferente ao zunido das redes sociais, O Jardim das Aflições é um excelente produto do audiovisual nacional, um belíssimo documentário que explora temas complexos de uma maneira simples e dinâmica. Belamente fotografado por Daniel AragãoJardim não esconde sua admiração por Olavo. O tempo todo a câmera o foca como esmero, o enchendo de poder. E longe daquele Olavo que tuita palavrões e grita diante das câmeras, o que temos aqui é um homem sereno, confiante de suas ideias. E, em determinados momentos, um homem brilhante.

Montado em atos, O Jardim das Aflições não deixa de ter um teor político, mas é justamente quando toca em temas mais universais que Josias Teólifo extrai o melhor de Olavo de Carvalho. Seu monólogo final sobre eterninade é para deixar qualquer um pensativo durante horas. É inevitável.

Entendo quem odeia Olavo de Carvalho, entendo quem ama e até quem não tem opinião alguma sobre ele. Mas não entendo que sai de O Jardim das Aflições sem dizer que assistiu a um belíssimo filme. Nacional.

Apesar do preço salgado, O Jardim das Aflições chegou em streaming.

 

A Carta – Depoimentos III


Conheço o Olavo há uns 4 ou 5 anos só, queria tê-lo conhecido antes, mas antes tarde do que nunca. Quando falei para um colega que descobri um sujeito chamado Olavo de Carvalho e que ele falava umas coisas bem interessantes, a primeira coisa que ouvi foi: “Esse cara é nazista”. Procurei as evidências desse nazismo e não encontrei, pelo contrário, vi que tinha um grupo que o acusava era de ser sionista! Desde então eu já vi o Olavo ser chamado de nazista, sionista, católico tradicionalista, protestante, maçom, muçulmano, comunista (!), agente da CIA, empregado do George Soros e até de satanista. É por isso que quando vem alguém com ares de “inside information” falar mal do Olavo eu já começo a bocejar. O Olavo é maior do que a intelectualidade brasileira atual pode suportar. Como ele está muito acima, ninguém sabe onde enquadrá-lo, então cada um se reserva o direito de pintá-lo com as cores daquilo que mais detesta.

Davi Marciglio

Eu sinceramente não sei o que eu seria hoje sem a influência do professor Olavo de Carvalho. Depois da descoberta bombástica, em 2007, aqueles primeiros anos do COF, pra mim, foram uma escalada de mudanças e transformações. Se eu sou um pouco menos burro, hoje, é por causa dessa fase em que ainda vivo, mas que teve seus momentos de horror metafísico (com a minha própria ignorância antes desconhecida) a partir de 2009. Não conseguiria fazer um daqueles textões lindos que muitos têm feito e só consigo admirar e lê-los emocionado em ver que tantos, como eu, compartilham de tamanha gratidão. É possível que todos nós, fiéis alunos, tivéssemos uma ideia de que um dia ele sofreria um ataque severo. Basta compreender um pouco do fosso em que o país está afundado e o contraste com aquele profundo clima de entusiasmo pelo conhecimento, que presenciamos a cada aula, a cada raro encontro entre os alunos mais sérios, aqueles com quem, muitas vezes, nem encontramos seguidamente, mas quando estamos juntos percebemos a cumplicidade de termos sido retirados do profundo sono da brasilidade contemporânea. Como ele sempre nos ensina, não buscamos ser compreendidos, mas compreendermos o mundo que nos cerca, doa o que doer. A existência de uns Veadescos e Veadazzos é algo que sempre esperamos, dada a abrangência do bem que Olavo espalhou por este país. Isso só pode deixar o diabo indignado. E não há maior representante do diabo do que a inveja, a intriga e a ingratidão neste mundo.


 



Alexandre Borges:
Sou testemunha da extrema generosidade do Olavo. Não vou cometer qualquer indiscrição e revelar fatos específicos, mas posso atestar que ele faz o bem até a desconhecidos e sem qualquer expectativa de retorno. Falo porque já vi, não porque me contaram.
Nem estou mencionando o fato de ser o maior intelectual brasileiro vivo e praticamente o responsável por não sermos uma Venezuela. É um gigante do pensamento, alguém que inspirou e continua inspirando diretamente todos nós, mas esse não é o ponto aqui. O coração dele, acreditem, é ainda maior.
Olavo já disse sobre Viktor Frankl: “foi grande nas três dimensões em que se pode medir um homem por outro homem: a inteligência, a coragem, o amor ao próximo.” É impossível não dizer o mesmo do próprio Olavo.
Minha total solidariedade a ele, que a paz volte logo para sua bela família, que ele siga iluminando quem está aberto e disposto.
Viva Olavo!


Da página do Lucas Mafaldo:

Semana passada, descrevi um caso que não causou o espanto merecido: um jornalista decidiu propositalmente publicar uma notícia falsa para queimar a reputação de um desafeto político.

Em qualquer país sério, alguém que fizesse isso seria sumariamente demitido e o próprio jornal sofreria um abalo imenso em sua reputação.

Porém, o caso não gerou comoção alguma. Afinal, “o sujeito merecia”, disseram alguns, por supostamente ser incompetente ou ter a ideologia política errada.

(Como um amigo falou nos comentários, é o equivalente do “quem mandou usar saia” da intelectualidade.)

Agora, peço que parem um segundo e imaginem a premissa monstruosa que está implícita nesse raciocínio: quem possui defeitos pessoais ou ideias políticas diferentes das nossas não deve reclamar se for difamado pela grande imprensa.

Quem raciocina assim simplesmente não sabe o que é justiça. Essas pessoas não internalizaram que o justo/injusto é um valor INDEPENDENTE e MAIOR do que o critério do gosto/desgosto ou amigo/inimigo.

Afinal, se você acha que seu amigo merece ser tratado com justiça enquanto seu inimigo pode ser sacaneado à vontade, então você não se importa de verdade com a justiça — você se importa apenas com seu amigo.

Agora ampliem esse critério valorativo para todas as situações sociais. Imaginem que toda ida a um órgão público, audiência judicial e blitz de trânsito serão decidas sem qualquer referência objetiva, tendo apenas em conta a opinião subjetiva do sujeito sobre você.

É óbvio que isso vai virar um inferno em dois segundos. É a politização total da sociedade e o início da guerra de todos contra todos.

Porém, é só eu dizer o nome do cara que foi difamado que aparecerá um monte de gente dizendo “ah, mas esse aí merece mesmo, quem mandou…”.

***

Mas o pior é que, poucos dias depois desse meu espanto, apareceu uma difamação AINDA pior.

Tentem pensar no caso fazendo abstração do personagem: a imprensa resolve quebrar um silêncio inexplicável em torno de um dos autores mais populares do Brasil para escancarar detalhes da sua vida privada. Ou seja: até a véspera, tratavam-no como alguém irrelevante. No dia seguinte, como alguém que deve ser urgentemente destruído.

Mas a coisa fica ainda mais sinistra: a suposta denúncia tem como origem um grupo que se dedica integralmente à destruição da reputação do autor. O jornal não parece ter curiosidade alguma em investigar o fenômeno, em si mesmo estranhíssimo, de alguém ter inimigos tão dedicados. O faro jornalístico parece também insensível ao fato desses inimigos acusarem o autor de… tudo. Simplesmente: de tudo. Desde erros banais aos crimes mais sórdidos, passando por intenções contraditórias e impossíveis. Sem falar que a carta-denúncia ainda é assinada pela filha do autor, em uma história onde se misturam problemas pessoais e demandas financeiras.

Nosso investigador parece incapaz de dar o seguinte passo lógico: se alguém está sendo denunciado por tudo, é óbvio o objetivo não é a denúncia em si mesmo, mas a destruição da reputação do alvo.

No mínimo, o absolutamente mínimo, é que as pessoas dessem um passo para trás e observassem essa história com cuidado. Afinal, trata-se de uma situação envolta em um mar de confusão. Progredir nisso seria causar ainda mais injustiça.

Mas esse tipo de prudência não parece fazer parte da cultura brasileira. Tanto os jornais como várias personalidades intelectuais pareceram… comemorar o evento.

Como no exemplo anterior, é só citar o nome do personagem para aparecer um monte de gente justificando os ataques. “Ah, mas esse aí merece! Quem mandou…”.

***

Entrar em uma defesa integral da filosofia de Olavo de Carvalho é, como dizem os americanos, “miss the point”. O pressuposto seria, então, que só aqueles que escrevessem tomos filosóficos irrefutáveis mereceriam ser tratado com dignidade.

O que nos leva a outro vício cultural brasileiro: transformar toda discussão intelectual em um Fla-Flu interminável.

Se você citar o nome de Olavo, será categorizado eternamente como um “olavete”. Se discordar dele em um milímetro, irá atrair o clubinho dos anti-olavetes para uma reunião urgente na sua seção de comentários.

Mas eis o que deveria ser o óbvio do óbvio: não é assim que se lê um autor de filosofia.

Os brasileiros possuem o vício de se tornarem “X-istas”. Eles lêem as obras completas de X e passam a vida inteira defendendo X. Para essas pessoas, parece impossível que alguém leia também Y e Z e crie sua própria síntese com seus próprios miolos.

É exatamente isso que eu sempre tentei fazer (e não digo isso como mérito pessoal, pois isso é apenas a prática normal de qualquer estudante mundo afora).

Li com muito interesse parte da sua obra (aprecio muito seus comentários sobre a cultura brasileira), fiquei em dúvida em relação a algumas de suas teses (como a coisa sobre a “mentalidade revolucionária”), discordo frontalmente de outras (não partilho da sua impaciência com o Papa) e simplesmente não tenho interesse por algumas das suas referências (sempre achei instintivamente tudo relacionado ao perenialismo pura maluquice — e, pelo visto, ele também se afastou disso com o tempo).

Mas eis o que me parece óbvio: por que eu concordaria integralmente com alguém se eu mesmo estou sempre aprendendo e mudando de opinião? Leio para aprender e, quando aprendo com parte da obra de um autor, fico agradecido e sigo em frente.

Mas eis o passo que não consigo conceber: o sujeito que, por discordar de um pedaço, quer destruir… o próprio autor da obra.

O que me leva de volta à toxidade do clima intelectual brasileiro.

É o terreno do tudo ou nada. O mundo se divide entre amigos e inimigos. Justiça, estética, verdade e moral não são valores independentes: são apenas armas para meter porrada nos inimigos.

***

Talvez vocês pensem que estou exagerando. Que as coisas aí não são tão ruins. Ou talvez que aqui fora não sejam tão melhores.

Mas me digam se isso é normal: já perdi as contas de quantos professores, mesmo com cargos elevados em federais, me confessaram, olhando para os lados com sincero nervosismo, de que lêem Olavo, mas que não dizem nada por medo de terem suas carreiras destruídas.

Que tipo de país é esse onde um acadêmico tem medo de ser destruído por… ler o autor errado?

Esse tipo de pressão informal, evidentemente, existe também por outros motivos. Desde divergências teóricas e religiosas até a mera disputa por verbas. O que torna o cenário ainda mais lamentável. É pequeneza em cima de pequeneza.

Enquanto isso, sempre que vou ao Québec, saio para conversar com meus amigos da época do curso de filosofia, e, mesmo entre os eleitores dos partidos socialistas locais, eles falam dos colegas tomistas e straussianos (que possuem um peso político especial por aqui) como interlocutores dignos. Outro exemplo: o Alain Finkielkraut é considerado um autor “de direita”, mas está na Academia Francesa de Letras, nas páginas do Le Figaro, na France Culture e até convida figuras exóticas para seu programa de rádio.

É verdade que essa capacidade de diálogo tem caído, mas nada comparável ao poço sem fundo brasileiro, onde compartilhar notas difamatórias substitui a contra-argumentação.

***

Embora eu não tido a oportunidade de conviver com Olavo, eu tive algum contato com um dos seus alunos mais próximos: o Silvio Grimaldo.

Enquanto o meio cultural brasileiro está cheio de pessoas se esfaqueando pelas costas, o Silvio me tratou sempre com a mais absoluta generosidade. Já o procurei várias vezes pedindo conselhos, material bibliográfico e ajuda em assuntos variados e ele sempre me tratou com a maior atenção, sem pedir absolutamente nada em troca.

Minha impressão sempre foi estar diante de uma turma que queria apenas estudar e ajudar os outros. Exatamente o contrário da cultura média ambiente.

***

Foi o Silvio, aliás, que organizou meu primeiro e único encontro com o Olavo. Encontro, aliás, onde recebi dois conselhos que passei uma década para digerir.

O encontro ocorreu em 2008. Em um período de irritação com a carreira acadêmica, resolvi passar um semestre nos EUA. O Silvio então me convidou para ir conhecer o Olavo.

Estudante, sem um tostão no bolso, a família toda foi me buscar na estação de trem, em plena madrugada, e me hospedou pelo fim de semana. Passamos o fim de semana conversando e rindo.

Nem preciso dizer que não havia sinal algum do bicho-papão desenhado pelos difamadores. A única coisa que vi foi gente generosa e hospitaleira. Eu, um perfeito estranho, fui recebido como se fosse da família.

Embora eu nunca os tenha encontrado novamente, antes de ir embora, o Olavo me deu dois conselhos… que eu fui burro demais para por em prática.

Não me lembro das palavras exatas, mas a essência da coisa era mais ou menos o seguinte: a cultura brasileira era muito hostil e a academia brasileira era pior ainda. Em vez de voltar ao Brasil e insistir na carreira acadêmica, eu deveria ir morar fora, mesmo que fosse trabalhando em outra coisa.

Escutei o conselho, mas não quis abrir mão da academia. Até passei um tempo fora do país, mas voltei porque queria ser professor. Terminei mestrado, doutorado, pós-doutorado e ensinei em várias instituições.

Por todos os critérios exteriores, o meu sucesso nesse caminho parecia provar que o conselho dele estava errado. Mas…

… quanto mais o tempo passava, mais decepcionado eu ficava. Além dos problemas tradicionais do Brasil (violência, falta de segurança jurídica, burocracia, má qualidade dos serviços), eu não encontrava um mínimo de curiosidade intelectual ao meu redor. Ao contrário do que as pessoas geralmente dizem, o salário era a única coisa que não era ruim. Mas a falta geral de curiosidade e respeito pesava.

Teve uma hora que não deu mais. Decidi jogar tudo para cima e recomeçar em um ambiente mais agradável.

Creio que levou mais de um ano para cair a ficha: eu estava seguindo o seu conselho… com uma década de atraso.

Fui forçado a afirmar, calmamente, como quem diz uma obviedade, sem nem perceber que estava repetindo o tema do bordão:

– Caramba, não é que o Olavo tinha razão?


Depoimento da Meri Angélica Harakava

Olavo meu caro,

Sobre essa onda de fofocas e tentativas de prejudicar-te: por triste e doloroso que tem sido para ti, sei que isto é pouco perto do que passaste nos anos 80 (e um pouco todos nós que te acompanhamos na época mais desgraçada da tua vida). Enfrentaste duas seitas internacionais em sequência, sofrendo com assédio, boicote, desagregação familiar, desestruturação social e profissional, falsas denúncias, falsos amigos. Mas nunca se deixando vencer, viraste sempre a mesa, desmascarando e derrotando os mentirosos, moralmente e legalmente – sem esquecer de amparar os filhos e os amigos. Viveste durante anos num ambiente tumultuado, acolhendo na própria casa egressos das seitas (eu também), filhos e ex-esposa, uma imensidão de dramas humanos nas costas; mas nesses longos e atormentados dias punhas-te a estudar, escrever, lecionar, publicar, superando todos os adversários nos seus campos de estudo e ganhando o respeito dos melhores. Sinto-me honrada por ter lutado por isso, cedo, aos vinte e poucos anos, ter labutado nos teus cursos, escritos, publicações, ter enfrentado nos tribunais os falsos depoentes e o descrédito da sociedade. Foi duro, mas esse sacrifício na juventude foi compensado. Tenho a satisfação de ver multidões hoje constatarem aquilo que eu já sabia lá atrás: Olavo é um gênio e faz o Brasil valer a pena. E a todo momento ver manifestações do mais profundo amor e reconhecimento a ti por parte de pessoas que nunca tiveram a oportunidade de conhecer-te, que alegria isso me traz! Graças a Deus, Olavo, por teres razão, coragem, generosidade, fé inabalável, e por ajudar tantos a construir suas vidas sobre fundamentos firmes.


 

Quanto à carta de gratidão que escrevi ao prof. Olavo de Carvalho, deixo claro que refleti por muitos dias, seriamente, antes de tomar a decisão de fazê-la. Não sou aluna do Olavo, aliás nunca fui. Porém, ele fez parte de minha vida em um momento que se tornou importantíssimo em minha história, o momento de minha conversão e retorno à Igreja Católica. Como não ser grata a este homem? Como não expressar esta gratidão, que Deus sabe o quanto este senhor me ajudou, quando uma crise terrível surge sobre sua vida? Não sou ingrata. Jamais esquecerei o quanto seus artigos e palestras virtuais abriram meus olhos em direção à busca da Verdade – que irei perseguir até meu último suspiro, se assim Deus o quiser.

Se trilho hoje novas estradas de pensamento, até a isto devo-lhe gratidão. Se estas estradas rumam por outras direções, sejam filosóficas, intelectuais, ou mesmo espirituais, isto cabe somente à minha consciência. Espero com toda a força de minha alma, não perder nunca a compaixão, nem a capacidade de gratidão.

Maledicência é pecado mortal. Usem suas capacidades e tempo útil a pesquisar, escrever ou ajudar a quem enfrenta o duro combate cultural por meio da doação de suas vidas e emprego de seus esforços pessoais.


 

A Carta – Alunos, amigos e familiares se manifestam II

O post da Heloísa da Carta Aberta teve, se não me engano, uns 3 mil likes e centenas de comentários, com direito a matéria na grande mídia. Um estouro. Aquele bafafá que nós vimos. ”Revelações bombásticas”, ui. Mas agora, que a história toda foi desbancada, o núcleo anti-Olavo dos veadascos e adjacentes voltou a sua relevância normal: aquela mesma meia dúzia de vagabundos que já conhecemos. O último post deles, 12 horas atrás, teve…19 likes. As baratas e lacraias voltam a sua solene insignificância. E o Razzo? Bom, o Razzo está declarando a queda do Olavo até agora, coitado.


 


Rapaz, espero mesmo chegar aos 90 anos de idade como meus avós, para poder ver de camarote os alunos e os alunos dos alunos do Olavo de Carvalho mudando o Brasil e tanto o Brasil “clássico” (mesquinho, pequeno, invejoso), quanto o revolucionário relegados ao museu dos contra-exemplos do que ninguém nunca deveria ser e ter vergonha só de ser parecido.


Francisco Souza Estou nessa turma. Conheci o Pe. Paulo Ricardo através do Olavo. O processo de desencralamento esquerdóide na minha alminha foi mais longo e doloroso. Ouvi todos os True Outspeak, me divertia com os palavrões enquanto a palavra do professor agia na minha cabeça, consertando a podreira acumulada.
Quando comecei o COF achava que ia encontrar mais palavrões, ao invés disso encontrei a logia, a coerência e a verdade.

O próprio professor postou hoje que dá conta da raiva e do medo, mas a tristeza dele perdura. Oremos.


Leonardo Ferreira Martins O professor Olavo tem aquele caráter generoso comum às pessoas inteligentes, que se vê alguém falando uma besteira não tenta acabar com a pessoa, mas tem toda a calma do mundo para corrigi-la. E mesmo ele estando em outro nível o mais incrível é que ele não perde a humildade, o que me faz admirá-lo ainda mais. Seus detratores é que não tem humildade para aceitar as criticas justas que ele faz. Também sou eternamente grato ao professor Olavo de Carvalho por ter me tirado da descrença (da minha “alma leprada de ateísmo”, como Álvares de Azevedo descreveu certa vez o poeta ateu Percy Shelley) e me feito abraçar o catolicismo. Como escreveu o Paulo Briguet: “O trabalho de educação intelectual clássica que ele faz provoca, não raro, um despertar espiritual em seus alunos. Os casos de pessoas que voltaram à Igreja depois de ler seus livros e assistir às suas aulas poderiam encher esta página.” Eu sou um deles.


Conheci o professor Olavo de Carvalho através do Padre Paulo Ricardo em 2010 e, até então, não conseguia compreender a complexidade de seus textos, da sua forma de raciocinar, mas conseguia apreender a VERDADE sempre explícita neles. Eram os textos do Mídia sem Máscara e do site e também os vídeos do youtube. Em 2013, adquiri o livro “O Mínimo que Você Precisa Saber Para Não Ser um Idiota” e mudei completamente a minha mentalidade, eliminando de vez todos resquícios do esquerdismo que ainda tinha. Só no final de 2015 me matriculei no COF e passei a ler seus outros livros e a admirá-lo ainda mais. Não tive a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente nem a sua família, mas é notório o quanto são amáveis, acolhedores e pessoas de bem. Muitos já testemunharam isso e só aumenta o meu desejo de conhecê-los.
Professor, quero agradecer por tudo e bendizer a Deus pela sua vida, pela linda família que o senhor construiu e honrou, também rezar pela sua saúde, por uma vida abundante e por sua proteção e segurança. Hoje, rezei o Rosário na sua intenção e de sua família, também na intenção de sua filha. Nossa Senhora e as milícias celestes combatem junto de vocês. Creiam. Um forte abraço.

Um intelectual como Olavo de Carvalho não cabe na cabeça dos brasileiros ingratos.


Adalberto Benedix
Li a Carta aberta escrita pela Filha do Olavo de Carvalho. Sinceramente, nao vejo nada que arranhe a obra e a imagem publica do Olavo. Alem de me parecer uma materia encomendada, tras aspectos da vida pessoal familiar do Olavo, que se forem verdade, o que duvido, ocorrem em muitas outras familias. Quem nunca surtou? Quem nunca discutiu com filhos? Quem na mocidade nao fez farras de todo tipo? Quem nunca passou por necessidade? Quem na busca do sustentobe e do conhecimento teve de deixar de dar a atencao necessaria a familia? Aprendo com o Olavo desde a época do Garganta de Fogo, com o Yuri Vieira e sou aluno do COF desde seu inicio, posso dizer com propriedade que nunca sofri lavagem cerebral, pelo contrario, o que aprendi com o Olavo nao so higienizou como potencializou meu cerebro. So vejo alunos e pessoas que nao sao alunos dele mas que leem suas obras so elogiar e exaltar o bem que lhes fizeram. Os que reclamam do Olavo e o atacam sao as pesoas que querem e fazem exatamente a lavagem cerebral da qual está sendo injustamente acusado. A que sei e ouvi do proprio Olavo de Carvalho varias vezes , ele sempre disse que nao era perfeito, que cometia erros como qualquer outro e que de toda sua busca por Deus, que essa culminou com as verdades de Jesus e da Igreja Catolica, tendo dito que sempre procura se confessar para chegar do outro lado com o minimo de manchas possivel. Diferentemente so dito na Carta, sempre assisti o Olavo enfrentar diretamente seus algozes e todo tipo de escumalha que quer acabar com seu trabalho que floresce cada dia mais. Assim, para mim, a Carta aberta publicada da Veja nao tem forca de me fazer mudar qualquer consideracao ou sentimento que tenho em relação ao Prof. Olavo, pelo qual tenho somente gratidao e admiração. Todo mundo na vida pessoal e familiar erra e acerta e corrigir os erros é o mais normal, sendo o anormal permanecer no erro. Tenho pena do ressentimento que ao que parece essa Filha do Olavo guarda e que parece nao deixa morrer, apesar de ja ser uma pessoa adulta e muitos anos ter se passado dos fatos que ela unilateralmente afirma terem ocorrido sem demonstrar qualquer prova. Fica aqui essas minhas consideracoes que ante tudo que aprendi com o Prof. Olavo de Carvalho, por gratidão, não poderia me furtar a tecer essas consideracoes, rogando para que o Grande Professor e Filosofo Olavo,que tanto bem tem feito pelas pessoas e para esta nacao, nao se deixe esmorecer. Grande Abraco, Nobre Professor Olavo e muito obrigado por tudo que tem ensinado a mim e a muitos outros.


Bruno Fenelon Caríssimo Professor Olavo de Carvalho, aproveito esta chance para lhe transmitir o meu TOTAL apoio, a minha IRRESTRITA solidariedade, e a minha INFINITA GRATIDÃO, por TODA a diferença que o Senhor fez na minha VIDA, bem como na de TODOS os que o SenhorLIBERTOU das trevas da IGNORÂNCIA e do esquerdismo, e GUIOU no caminho DA VERDADE e do CONHECIMENTO! Como Pai e Chefe de Família que sou, imagino bem, o momento dificílimo, que o Mestre está atravessando. Porém, uma vez mais, o Senhor nos brinda com ENSINAMENTOS! Verdadeiramente nos EDUCA, desta vez através do EXEMPLO de DIGNIDADE, HONRADEZ, HOMBRIDADE, ALTIVEZ, e GENEROSIDADE, com que enfrenta, o triste momento. Sou um navegante de primeira hora. Desde os tempos de sua coluna no infame folhetim, chamado O Globo. Já lá se vão QUASE QUARENTA ANOS! Um legítimo DESPERTAR, fez-me prosseguir numa agradável e prazerosa estrada, que passa pela, quase integral leitura de seus escritos, entre colunas, livros e artigos vários. Ouvindo todos os impressionantes episódios/aula/comentários, do programa trueoutspeak. E, continuando até hoje, como aluno aplicado do COF. Sem esquecer os préstimos inestimáveis dos cursos de Política e Cultura, Esoterismo, e outros trabalhos seus. Porém, o mais importante, talvez não seja nada disso. Mas o fato de, em tempos passados, passarem por minha mente, pensamentos acerca da existência ou inexistência de DEUS. Pensamentos estes, definitivamente dissipados, pela recorrente lembrança desta singela frase: “Se o Olavo de Carvalho, acredita, deve estar certo”! Receba, então, Professor Olavo de Carvalho, um AFETUOSO e SINCERO ABRAÇO! Deste seu agradecido ALUNO, e, apesar de ainda não ter tido o prazer de conhecê-lo, pessoalmente, acredite, AMIGO!


Tentativa pueril de ataque à reputação de é clara demonstração do medo de sua influência sobre milhões de brasileiros.


Um intelectual como Olavo de Carvalho não cabe na cabeça dos brasileiros ingratos.


Flavio Morgenstern

20 h · 

Sobre a nova celeuma envolvendo o professor Olavo de Carvalho, salta aos olhos algo menos escondível do que um elefante no bolso: um dos lados admira alguém pela filosofia, pelo trabalho desmistificando mentiras e erros intelectuais, pela vasta cultura e erudição, pela paciência e verdadeiro wit até quando só solta um comentário sardônico. O outro lado está interessado em fofocas, boatos e em tirar uma casquinha do homem sem, sei lá, estudar.

Você já reparou que o comportamento ANTI-olavete é que é uma verdadeira SEITA? Tem gente que acorda todo dia e digita “Olavo de Carvalho” no Google, Facebook, Twitter e embaixo da cama pra sair caçando o que falaram de Olavo. Alguém que admira o Olavo faz algo minimamente parecido com esta vida miserável?

Sempre as mesmas pessoas, em uníssono, com o mesmo discurso maçante, curtindo tudo o que falam contra o Olavo, simplesmente por notarem seu nome associado a algo negativo. Não importa a verdade, não importa averiguar fatos, não importa ler algo do que Olavo fez ou conhecer as pessoas maravilhosas a seu redor, como sua esposa e sua filha Leilah, que tive o prazer de conhecer e descobrir que estão entre as pessoas mais doces e admiráveis que já vi na vida.

Não: isso dá muito trabalho. Melhor só se retroalimentar de rancor. Viver de fofoca. Afundar-se em uma comorbidade de vício e intriga, de monomania umbigocêntria. E pior: com o umbigo alheio.

Ao fim e ao cabo, tudo o que conseguem sempre é fazer as pessoas mais inteligentes do país (tem alguma, ao menos nas áreas de Humanas, que não seja admiradora de Olavo?), unirem-se às pessoas mais interessantes, retas e admiráveis pelo grande professor Olavo de Carvalho. Já pensou se um único de seus detratores conseguissem, sei lá, unir 5 pessoas LEGAIZINHAS a seu redor?


O Flavio Morgenstern tem razão: os detratores do Olavo é que são uma SEITA. Aliás, composta de fanáticos, histéricos e psicopatas.
Uma gente que não faz OUTRA COISA na vida a não ser caluniar, perseguir e tentar difamar o Olavo.
Psionante.
Por ANOS A FIO aquela cambada não se ocupou de porra nenhuma a não ser de VAGAR, como um bando de hienas sarnentas, a farejar rastros de alguma coisa que pudesse ser usada pra atacar o Olavo – maniacamente, psicopaticamente, freneticamente.
Um negócio realmente DOENTIO, eu vou te contar.
O tempo passa e você pensa: não, né possível que ainda estejam ali os MESMOS débeis mentais fazendo a MESMA coisa – vai olhar e PIMBA, não dá outra.
Tá lá toda a corja, só que mais velhos, mais mentalmente INDIGENTES e mais cretinos ainda – o que você achava que seria IMPOSSÍVEL, e aí constata que, por inacreditável que pareça, não era: a estupidez e a canalhice NÃO TÊM LIMITES.


Os veadascos e demais ratazanas chegaram tarde demais. Olavo de Carvalho é indestrutível, pois seu conhecimento já está gravado nas 400 aulas, nas apostilas, nos livros, e, principalmente, na consciência daqueles que com ele aprenderam. Penso mesmo que qualquer ataque, por mais mentiroso, vil e rasteiro que seja, só fará com que mais pessoas se interessem por conhecê-lo; e, conhecendo, não tem como não respeitá-lo e admirá-lo, a não ser que você seja um psicopata ou um filho da puta. #olavotemrazão


Rosenir Fontenele Sampaio Essa Filha é uma transloucada e com certeza tem alguém por trás disso. O meu pai que não tinha Cultura, era uma pessoa humilde e carinhosa ; eu tenho o maior orgulho pelo que ele me ensinou, imagina se fosse um Olavo. Ele é um dos melhores e mais inteligentes do nosso país, nós temos muito orgulho de ter ele como professor de muitos brasileiros. No Brasil tínhamos de ter várias escolas e faculdades com a mesma metodologia do professor Olavo.


Ricardo Costa É muito amor em torno do mestre.Uma muralha de amor retribuído.


Adolfo Sachsida

18 min · 

1) Ele é o autor de diversas obras, entre elas um best seller nacional; 2) em 2015 e 2016 milhares de indivíduos espalhados pelo Brasil carregaram cartazes com seu nome; 3) é um ícone da direita; 4) figura seguida por milhares de brasileiros. Nada disso foi motivo para a VEJA e outras publicações fazerem uma única matéria a seu respeito. Mas bastou sua filha falar mal dele que ganhou manchetes… por quê?


Estou há 2 dias recolhendo depoimentos de apoio ao Professor Olavo. Não vou dizer nada do episódio que tentou manchar sua honra porque vai já foi passado a limpo e a filha doidinha há de recobrar a cabeça. Como conheço muito bem o Professor sei que ele perdoará 100% e a vida vai seguir. Lembram aquela sacada que ele teve e nos ensinou de como é o perdão de Deus? Então, sei que ele busca imitar igualzinho um perdão completo sem mágoas, sem ranços, sem rancores e Gugui vai voltar a ser Gugui.
Mas foi um prazer ler e me emocionar com tantos depoimentos amorosos emocionantes e agradecidos dos meus amigos feitos nos círculos de estudo do COF.
Uma pessoa que reúne grandes inteligências, corações caridosos e almas amigas só pode ser feito de amor.

Obrigada professor!

https://olavodecarvalhofb.wordpress.com/catego…/depoimentos/
Olha lá Olavão, agregamos mais duas dúzias nas centenas de depoimentos recolhidos nos últimos 3 anos que o blog das redes do Olavo existe.


Depois de meditar por um segundo nos pontos abaixo, qualquer um que continue espalhando que “acredita na possibilidade de serem verdadeiras as acusações da Heloísa contra o Olavo” é um filho da puta:

1) TODAS as possíveis VÍTIMAS já se manifestaram, não apenas eximindo o Olavo de culpa, como alegando TOTAL DESCONHECIMENTO a respeito de que diabos ela possa estar falando. Isso significa que não só não foram vítimas, como nem testemunhas de nada parecido.

2) NENHUMA DAS OUTRAS TESTEMUNHAS possíveis se apresentou até agora para confirmar nada do que ela disse. Até agora não apareceu unzinho sequer dizendo “Eu vi isso, eu vi aquilo”.

3) CEM POR CENTO dos familiares, parentes, amigos e conhecidos que, devido ao contato com a família na época, pudessem ter testemunhado algum daqueles “fatos”, se manifestaram em solidariedade ao Olavo, ninguém a favor da Heloísa. Os relatos deste tipo já chegam a quase vinte. (Não estou falando das centenas de alunos e admiradores do Olavo que o conheceram depois, e nem estou analisando aqui se alguém acha possível ou não aquelas coisas terem ocorrido; estou sendo objetivo em relação às acusações da Heloísa e me atendo à época dos fatos alegados por ela. Também não estou discutindo se ela está louca ou se o Olavo é um anjo ou um demônio; não é disso que estou falando aqui.)

4) AS ÚNICAS pessoas que temos visto se manifestar, seja a favor da Heloísa na página dela, seja contra o Olavo (na página dela, nas suas próprias, nas publicações da imprensa ou na puta que os pariu) são pessoas que não tiveram NENHUMA LIGAÇÃO com a família na época. São todos uns urubus que, por sua própria natureza, vivem de carne podre – a carne podre de quem evidentemente está muito doente, o que torna a difamação dessa gente ainda mais culpável perante Deus.

*

Estou vendo muita gente falando mal do meu pai sem conhecê-lo. Então para quem quer saber todos os podres de Olavo de Carvalho, aqui estão palavras verdadeiras de quem viveu com ele por mais de 20 anos.

– Ele é o pior jogador de futebol que já vi. Uma vez ele foi chutar uma bola parada e conseguiu pisar nela e cair.
– Ele não sabia brincar de lego. Quebrava tudo e misturava as peças.
– Ele não nos avisava com antecedência quando íamos nos mudar. Um dia ele disse que iríamos nos mudar para a França. Quando perguntei que dia, ele falou amanhã.
– Ele ria de tudo o que eu fazia e criou uma expectativa falsa em mim. Eu achei que era a pessoa mais engraçada do mundo, mas na escola ninguém ria das minhas piadas.
– Ele sempre foi muito exagerado. Quando eu pedia para ele me comprar um sanduíche no McDonalds ele me comprava treze.

Para vocês verem que horror de pessoa ele era. Esses foram os piores detalhes da sua profunda personalidade.

– A pior de todas é que eu nunca consegui respeitar muito meus professores. Eles pra mim estavam tão longe do meu pai que eu os consideravam meus peers.

Te amo pai. Logo esquecermos dessa maluquice toda e voltaremos a trazer sorridos e risadas para sua vida.


Silvio Grimaldo

27 min · 

Em 2006, fui visitar o professor Olavo de Carvalho e sua família em sua casa na Virgínia. Eu já era seu aluno desde 2002, mas nunca tivemos qualquer contato fora do auditório da É Realizações, em São Paulo. Eu era apenas mais um das centenas de alunos desconhecidos do Seminário Permanente de Filosofia e Humanidades. A visita deveria durar dois dias, mas acabei morando com eles por 8 meses. Desde então, minha vida é um vai e vem aos EUA, e a casa do Olavo, da Roxane, da Leilah, do Pedro, da Dona Olga, da Tiffany e dos bêbes tornou-se também a casa do Silvio Grimaldo. É minha segunda casa. Ou melhor, meu segundo lar. Não só porque sou um folgado que não tomou a dose diária de Semancol, mas porque desde o dia em que coloquei os pés ali, fui recebido e tratado como um membro da família.
Se alguém me pedisse para resumir o que presenciei e vivi no seio dessa família, eu diria o seguinte: ali encontramos o amor e a generosidade. Olavo de Carvalho é certamente a pessoa mais generosa que já conheci, e sua família lhe segue o exemplo de perto. É um homem extremamente afetuoso com a esposa, com os filhos e com os amigos. E também com os desconhecidos. Nunca vi ali uma briga, uma palavra ríspida, um comentário amargo. Não estou dizendo que não existam dificuldades, problemas, crises, tretas. Estou dizendo que o amor e a generosidade superam tudo, inclusive esse episódio grotesco em que uma trupe de bandidos exploram uma incapaz para tentar destruir um terceiro.
É justamente por isso, por conta do coração sem igual do nosso professor, que para cada dois Velascos que surgem de uma nuvem de enxofre com historinhas fantasiosas, levantam-se dois mil desconhecidos, anônimos, com uma história real de como o Olavo mudou suas vidas, de como os salvou da degradação em que estavam e lhes ajudou a encontrar um caminho para Deus e para a verdade. Todos nós que recebemos a vida de volta graças ao Olavo somos também seus filhos. E estamos muito agradecidos por isso tudo.
Um amor dessa magnitude, que construiu uma família de milhares de irmãos espalhados pelos quatro cantos do mundo, que procuram viver de acordo com o bem e com a verdade, certamente atormenta o Diabo e o deixa 227% putaço. Mas ele que fique lá xingando muito no twitter e se lamentando dessa puta falta de sacanagem. Nós seguimos em frente, admirando cada vez mais o cada vez mais foda Olavo de Carvalho.


Antônio Emílio Angueth de Araújo

O Olavo de Carvalho também apontou uma arma para mim. Só que ele atirou!

Dizem por aí que uma filha do Olavo anda dizendo que ele apontou uma arma para ela, e outras coisas mais.
Para mim, ele apontou não uma, mas várias, durante anos, desde 1999. A primeira bala que me atingiu foi um livrinho sobre erística, que naquela época era palavrão para mim. Feriu-me profundamente; feriu minha enorme ignorância. Depois, esse atirador de elite, um verdadeiro snipper, me feriu com o Imbecil Coletivo. Como eu era professor universitário, me senti incluído no coletivo e me achei bastante imbecil. Meu amor próprio, a tal auto-estima, foi para o hospital. Outro petardo veio com o Jardim das Aflições, que me causou várias aflições. Com mais de quarenta anos e com dois filhos para criar, eu não podia ficar muito tempo no hospital e esperava que o Olavo tivesse pena e parasse de me atirar. Mas não. Ele continuava semanalmente com seus artigos em vários jornais nacionais e com vários livros: sobre o futuro da inteligência brasileira, sobre os quatro discursos de Aristóteles, etc. Tudo parecia se destruir frente a chuva de balas que me atingia. Esse cara é, na verdade, um exército em posição de ataque.
Como não conseguia sair do hospital, levei meus filhos para lá e eles começaram a levar balas. Com o tempo, com os cursos e os vários livros que lemos, descobrimos que estávamos no Brasil e não no hospital. A percepção do Brasil como hospital foi nossa maior descoberta. Descobrimos também que não havia médicos nesse hospital, exceto o Olavo. Aquelas balas, que sentíamos como balas, eram os remédios amargos que ele nos fazia tomar, para nos curar.
Pouco a pouco, começamos a melhorar. Não saímos do hospital, pois ele é muito grande, mas agora tomamos as balas, ou melhor, os remédios, com gratidão, com afeto. Um dia, quem sabe, seremos também bons snippers.
Que Deus abençoe o grande Olavo!

Mensagem da Sandra Regina Ouro :

Professor Olavo,

Queria ter escrito antes, mas estava enrolada aqui e não sabia bem o que escrever para te dar um carinho, um pouco de apoio. Daí tive a idéia do que eu vou escrever aqui mas não dava para postar no face porque não ia conseguir escrever em poucas linhas, ia ficar muito grande para um post. Inspirada pelo post do seu filho Davi, em e da Paula Felix, em sua defesa, o que vem a seguir, é a tentativa de narrar um momento agradável que passamos e que para mim teve uma dimensão imensa, que o senhor nem imagina e se eu não te contar, o senhor nunca saberá. Como o senhor gostou do que a Paula Felix postou, de ter ganho muitas filhas, fiquei menos envergonhada de parecer piegas e pueril para o senhor. Tenha paciência com a “qualidade” da escrita.

Meu pai me ensinou a atirar, com uma espingardinha de chumbo, eu devia ter uns onze, doze anos, num terreno baldio que havia do lado da nossa casa. Havia uma casinha velha no meio dele e uma mureta, que talvez possa ter sido uma parede algum dia. O papai colocava latas de óleo de cozinha sobre a mureta para servirem de alvo. Ele ensinava a mim e ao meu irmão, cinco anos mais novo, a colocar o chumbinho, armar a espingarda e atirar. Meu irmão, tadinho, era muito novinho, errava todas. Eu acertava todas e, claro, amei o esporte. Depois meu irmão cresceu um pouco e eu continuava acertando tudo e ele errando quase tudo. Ele ficava doido com isso.

Começou aquela palhaçada de campanha do desarmamento, e eu não podia mais dizer que gostava de atirar, porque isso fazia de mim uma monstra. No entanto, eu tinha aquela lembrança boa, que comecei a acreditar que era um mal instinto mesmo. Passei anos pensando isso. Quando comecei a acompanhar o senhor, descobri as influência do Poder na vida de todos nós, da qual eu não fazia a menor idéia, em vários aspectos, inclusive na importância do desarmamento para o Estado. Mais importante para mim, que coisa mais linda e que libertador, foi descobrir que eu não era anormal nem monstruosa por gostar de atirar com espingardinha de chumbo!

Na data desta foto, fomos visitar o senhor, a Dahise, a Lilian e eu, com uns quarenta livros para o senhor autografar. Desculpa! Não faço nunca mais isso com o senhor! Mas, enquanto autografava pacientemente os livros e conversava conosco sobre resistência civil pacífica e outras coisas, e o senhor nos convidou algumas vezes para a irmos lá no fundo, no range, para dar uns tirinhos. Imaginava que só estava sendo gentil, então eu ficava na minha, por timidez, e não querendo abusar da sua hospitalidade. Por dentro, estava doida para ir lá atirar, por fora tentava parecer uma lady, com cara de monalisa, por educação, fingindo, creio que muito mal, indiferença. Até que o senhor tomou atitude: levantou e falou, vamos lá dar uns tiros.

A gente foi. Graças a Deus!

No caminho para o seu range, a impressionante similaridade da disposição do cenário me deu a sensação de estar fazendo uma viagem no tempo. A casa à direita, árvores a esquerda e ao fundo, aquele barulhinho das folhas no chão sob os nossos pés a cada passo, cheiro de mato. Eu só tinha atirado com chumbinho e, pela primeira vez, iria atirar com arma de verdade.

O senhor perguntou “quem vai ser a primeira? “, o coro das amigas respondeu “a Sandra”. Lá fui eu, nada ofendida. O senhor explicando tudo, me ajudando a segurar a arma. A Winchester, era pesada. Neste momento, um calor me envolveu, era tanta coisa invisível acontecendo ao mesmo tempo, dentro de mim. Prestando atenção ao que o senhor explicava, ansiosa e com um pouco de medo, afinal era uma arma de verdade, saudade do meu pai e ao mesmo tempo felicidade de ter mais um pouquinho dele, ainda que remotamente ali com o senhor, vontade de chorar. Já tinha vivido aquilo, e o senhor, sem saber, me fazendo reviver um dos momentos mais incríveis que eu tive. Tudo parecido, mas tudo novo. Se quando menina a arma era de faz de conta e o pai de verdade, naquele momento era um “pai” de faz de conta com uma arma de verdade. E o que o senhor nos ensina? A apreciarmos a verdade, a realidade. A Verdade, que transcende o tempo e o espaço. Esta é a sua orientação para todos os que se dispuserem a aprender.

Eu nunca fiz aquele exercício de deitar no chão, num jardim ou no mato, que o senhor até menciona no filme Jardim das Aflições, mas acho que esta experiência teve um efeito parecido. E isso da questão das armas, que era importante para mim desde cedo, foi só uma das muitas questões em que, graças a sua influência, eu consegui enxergar para além do que “era permitido”.

O senhor acaba sendo, sem querer, de muitas formas e em muitos sentidos, um pai pai para nós, seus alunos. Um dia eu te conto da minha conversão (ó não! Outro textão!). Se eu tiver alguma chance de ir para o céu, se um dia a gente se encontrar por lá, a responsabilidade é, em grande parte, sua. Não reclame! Rs

Eu tenho muito muito muito o que agradecer, professor Olavo, por tanto que o senhor faz por todos nós e por tanto que o senhor transformou na minha vida. Obrigada por tudo tudo tudo e por ter me dado aquele momento de lembrança, de amor e muito mais que eu não consigo traduzir em palavras. Foi o melhor e maior presente que eu jamais imaginei ser possível ganhar de alguém. Esteja adotado como “paifessor”.

Que Deus abençoe sempre sua vida e de sua família, que eu amo muito também.

Um beijão e um abração para o senhor, extensivo a todos aí, especialmente para a Roxane. Morro de saudades de vocês!


Bruna Luiza

21 h · 

O problema de ser uma pessoa boa num país onde reina a cultura do “jeitinho”, da corrupção, e do analfabetismo, é que estarão sempre procurando algum defeito escondido em você, um comportamento escabroso por baixo da superfície para fazer com que os erros próprios pareçam menores. É muito mais fácil procurar o erro secreto no outro do que admitir que o problema não é a bondade e honestidade dele, mas sim o seu mau-caratismo. Diante da realidade irrefutável de nossa podridão, podemos procurar mil culpados, revoltando-se contra a família, contra a sociedade, contra o sistema, tentando nos fazer de vítimas para não precisarmos enfrentar a dura tarefa de procurar melhorar. Esse é o caminho mais comum, e é o que fez com que o professor Olavo de Carvalhofosse atacado recentemente.

Vi muitos alunos e amigos saindo em defesa do professor, falando de como sua conduta é exemplar e seu caráter é admirável. Não é segredo. Qualquer um que já conversou com o professor sabe que ele é um poço de bondade e paciência – até mesmo com toupeiras feito eu. O que me incomodou realmente não foram os ataques em si, pois claramente partem de uma mente doente, mas sim a repercussão deles. Uma mídia que ignora o trabalho sério de análise e produção filosófica, mas que dá ecos retumbantes à acusações sem prova. Pessoas que declaravam que Olavo era insignificante e logo se apressaram em dizer que “agora Olavo já era”. É muita preocupação dos opositores em tentar derrubar alguém que, segundo eles, não tem importância, não é?

E há quem venha dizer que “ah, tudo bem, Olavo deve mesmo ter feito algumas coisas para a filha”, ou então que “o que ele fez com a família não importa, eu o sigo pelas análises.” Vocês estão malucos? Qualquer pessoa que consiga dar credibilidade aos ataques de Heloísa é prova do quanto o trabalho do professor Olavo é necessário, pois alguém que faz ataques contra o próprio pai publicamente e busca obter dinheiro através disso deve ser total e completamente ignorado. O fato de que esses ataques encontrem público demonstra um cenário cultural de insanidade.

Esse é o problema de ser bom num país de pessoas ruins. Sua bondade será tão incompreendida que até ataques infundados e sem provas serão tolerados, e o máximo de respeito que a opinião pública terá será de dizer que “tudo bem, todo mundo erra, ninguém é perfeito.” Essa nuance parece estar passando despercebida por muitos, mas é ela que reforça a nossa necessidade do professor para nos ensinar que existem valores maiores e uma conduta correta fora de nossa cultura podre e utilitarista, onde só se busca lucro e prazer. E eu só consigo ter uma pequena noção disso por causa do professor OIavo.

Não irei falar de tudo de bom que ele já fez por mim, pois passaria dias escrevendo, nem mencionarei o quanto ele merece nosso apoio, nosso respeito, nossa consideração, porque isso deveria ser um reconhecimento óbvio e cotidiano. Não responderei aos ataques de Heloísa dando evidências de que tudo que está escrito naquela carta são mentiras e calúnias, pois para mim é como explicar que a roda é redonda. E se você precisou disso para descobrir o quanto o professor Olavo é um bom homem, se aprofunde mais nas leituras de suas obras, porque você perceberá um novo mundo e um novo horizonte cultural que te salvará de si mesmo. Obrigada, professor Olavo, por nos permitir ter acesso a essa noção. Nem um milhão de textos de agradecimento nas redes sociais seriam capazes de pagar o bem que você está fazendo a todos nós.


Nos porões da minha vida.

Agora há pouco, tive a infelicidade de ler um texto da Sei-lá-o-que Macedo, que dizia que minha mãe, meus irmãos e eu, morávamos no porão da casa da Vicente Prado.
Na verdade, nós vivíamos pela casa inteira. O escritório do meu pai era a parte mais reservada da casa, mas mesmo assim, ele nunca nos impediu de entrar.
Certa vez, eu e o Tales fizemos uma poção de molho inglês com shoyu, esquentamos e colocamos na xícara dele. Chegamos no escritório, como os melhores filhos do mundo, e entregamos a xícara para ele, que foi logo tomando um generoso gole. Ele imediatamente cuspiu todo em cima da mesa e exclamou: “que porra é essa? O que vocês fizeram?”. Nós saímos correndo e gargalhando pela casa. Ele nunca nos deu uma bronca por causa disso, mas aposto que até hoje ri dessa história.

Outra situação que sempre acontecia: nós tirávamos absolutamente todos os livros da estante, e montávamos um labirinto para o gato passar, colocando, muito estrategicamente, uma sardinha ao final do trajeto. Da mesma forma, nunca levamos uma bronca. Depois que o gato completava seu percurso, meu pai pacientemente juntava todos os livros e colocava de volta na estante.
Foi mal pela bagunça, Pai.

Mas, voltando ao que interessa: o porão.
O porão da casa da Vicente Prado era bem grande. Ou talvez eu fosse muito pequeno. Lá tinha uma sala de aula e várias cadeiras, de metal com assento plástico. O Gugu, o Tales e eu, como bons anjinhos que eramos, empilhávamos todas elas em um canto, com almofadas, cobertores e lençóis, e passávamos horas brincando de alpinista. De novo, nenhuma bronca.

Além desse porão, acho que a Sei-lá-o-que Macedo deveria saber que houve outro porão na nossa vida: o da casa da Escola Júpiter.
Alguns alunos compraram, sebe-se lá o motivo, vários sacos com pequenas bolinhas de isopor. Esse porão, acho eu, não era tão grande, então nós abrimos todos os sacos e espalhamos tudo, para brincar de piscina de bolinha. Não contentes, o Gugu teve a brilhante ideia de nos molharmos com a mangueira e mergulharmos nas bolinhas, para brincar de homem das neves. Fizemos exatamente isso, e fomos até o gramado para mostrar para o meu pai e… Bom, não preciso dizer que foi parar bolinha por todos os lados.
O que ele nos disse? “Vocês vão juntar todas essas bolinhas do gramado.”
Nessa hora, a brincadeira perdeu a graça, e nem preciso
dizer que essa foi a última vez que o homem das neves foi visto.

Em nenhuma dessas vezes nós levamos bronca, castigo ou qualquer coisa parecida. Em nenhuma dessas vezes, meu pai estava armado e nos ameaçou. Pelo contrário, ele sempre deu risada, como tenho certeza que vai fazer quando terminar de ler isso.


Moreno Garcia Na primeira semana que eu estava nos EUA, eu e o Pedro de Carvalho fomos buscar um fogão, que o seu pai comprou no E-bay, lá na Carolina do Sul. O Pedro tomou uma multa por excesso de velocidade no caminho – fomos parados pela polícia – e voltamos meioapreensivos. Já sentados no escritório o Pedro desembuchou para o seu pai:

– Pai, eu tomei uma multa por excesso de velocidade, o que aqui chamam de reckless (nosso equivalente a infração grave).

O professor só respondeu:
– Pau no seu cu.

E deu uma longa gargalhada.

Naquele dia eu já entendi quem era o Professor Olavo: Magnânimo, bem humorado e generoso.


Professor Olavo de Carvalho, eu o acompanho desde março de 1998 e, desde então, já vi quase de tudo contra o senhor: de petistas rastreando seus passos, de jornalistas cheios de má-fé, passando por “católicos” caçadores de gnósticos, por guenonianos histéricos, por eurasianos militantes, por judeus esquerdistas, por ex-alunos ingratos, por direitistas canalhas, por militares enfezados, por diplomados arrogantes… e chegamos agora a uma dupla obcecada em lhe atacar usando a mais ardilosa das armas: um ente querido desajustado.
Contudo, em nenhum momentos destes eu vi uma atitude da sua parte que o desabonasse — pelo contrário: pude acompanhar não apenas o senhor se sobressaindo nas polêmicas com os jumentos acadêmicos como também das armadilhas rasteiras de diversos e maliciosos inimigos.
O que mais me impressiona é a capacidade do senhor, mesmo metido nestes turbilhões de enfrentamentos, de calúnias e de mesquinharias, de sempre nos oferecer uma lição, seja sobre um assunto, seja sobre a vida, reerguendo-se com mais autoridade da nossa lama cultural diária. Muito mais do que a palavra é o exemplo que educa.
É nessas horas tumultuosas que percebo a presença de um algo a mais, uma certa presença que vivifica e abençoa o seu trabalho de maior educador do Brasil. Muito mais do que seus alunos e familiares o senhor tem sem sombra de dúvida uma ajuda divina.
Abração pernambucano.
#tamojunto


 


A Carta – Alunos, amigos e familiares se manifestam

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Davi de Carvalho

Eu evitei qualquer tipo de comentário sobre toda essa situação entre a minha irmã, Heloisa, e meu pai, Olavo. Porém, sérias acusações estão sendo feitas e não posso me silenciar diante disso.

O fato é: meu pai NUNCA apontou uma arma para a minha cabeça, e também NUNCA o vi apontar uma arma para qualquer outra pessoa. As armas que ele me MOSTROU, foram entregues por ele nas minhas mãos, para que eu mesmo pudesse atirar no shooting range que havia na casa dele na Virginia. Uma dessas vezes foi registrada no vídeo abaixo.

O que eu tenho a dizer sobre o resto da carta da Heloisa, e das outras acusações, é que ela é uma ingrata. Sempre foi com todos. Com a mãe, com o pai, com amigos e até mesmo com a tia que a criou, e a quem eu também devo muito.

Eu realmente sinto muito que meu pai, a essa altura da vida, tenha que passar por isso, e amargar o desgosto de ter a própria filha voltada contra ele e ainda por cima abraçada na pior corja de seres humanos que existem.

Independente dos problemas que qualquer um de nós, filhos, possam ter com ele, qualquer rede social não é lugar para resolver. Meu pai não é perfeito, como qualquer outro ser humano, mas uma coisa eu posso dizer com certeza: ele sempre perdoou qualquer pessoa que lhe pedisse desculpas, e fosse sincera, colocando imediatamente uma pedra em cima do assunto.

Acredito que, por pior que seja a situação e as histerias da Heloisa, enquanto se está vivo, sempre há esperança.
“A seguir, levantou-se e foi para seu pai.
Estando ainda longe, seu pai o viu e, cheio de compaixão, correu para seu filho, e o abraçou e beijou. O filho lhe disse: ‘Pai, pequei contra o céu e contra ti. Não sou mais digno de ser chamado teu filho’. Mas o pai disse aos seus servos: ‘Depressa! Tragam a melhor roupa e vistam nele. Coloquem um anel em seu dedo e calçados em seus pés. Tragam o novilho gordo e matem-no. Vamos fazer uma festa e alegrar-nos.” (Lucas 15:20-23)


Da pagina da Stephanie Podbevsek, esposa do meu filho Davi e mãe de dois dos meus netos:

Não comece a ler essa postagem se você espera mais uma carta aberta. Trata-se de um pequeno relato, feito de coração e com gratidão, a uma pessoa que me é muito querida: meu sogro, Olavo, ou como carinhosamente o chamo, Sogrão.
O conheço desde antes de conhecer o Davi. Ele me foi apresentado pelo meu pai, e desde então teve grande influência na minha educação, na minha vida, na minha maneira de pensar.
Sou e sempre serei eternamente grata à ele, pois independente da sua contribuição para a filosofia, para a política, é por sua causa que eu tenho o meu Davi. Se ele não tivesse aceitado a bênção divina que é receber uma criança, ou o tivesse devorado como dizem que ele faz, hoje eu não teria o marido maravilhoso que eu tenho, e meus filhos não teriam o pai mais incrível que eu já vi.
E eu também serei eternamente grata pelo conselho simples que ele me deu, em um jantar no Outback, quando estávamos nos EUA. Eu estava sem falar com o meu pai, e ele que sabia de toda a situação e dos meus motivos para a falta de contato, chegou, colocou a mão no meu ombro e disse: “seu pai me ligou hoje. Perdoa ele. Ele te ama”.
Voltamos para o Brasil e no dia seguinte fui visitar meu pai. Dois meses depois, ele morreu.
A perda do meu pai me marcou muito, e até hoje dói. Mas seria infinitamente pior se eu não tivesse ouvido aquele conselho.

Falei para ele hoje, ao telefone, que o amo como se fosse meu segundo pai, e que neste coração, apesar do meu jeito meio “cavalar” como ele diz, tem muito carinho por ele e por toda a família.


Mensagem do Dr. Italo Marsili, médico psiquiatra:

TESTEMUNHO OLAVO DE CARVALHO

Morei com Olavo de Carvalho entre 2007 e 2008, na Virginia. em 2005 conheci seus escritos jornalísticos, os quais consumi em apenas uma tragada. Logo progredi para suas apostilas e transcrições, livros e DVDs. Não havia mais nada disponível, tudo havia sido estudado, resumido, meditado, confrontado — desde os escritos de astrocaracterologia e alquimia até às análises de conjuntura política, passando por psicologia, gnoseologia e religião. Foi então que resolvi tomar coragem; escrevi-lhe um e-mail pedindo “asilo intelectual”. Sinceramente não esperava resposta. Em menos de 24h recebi um e-mail bem humorado revelando a mim a personalidade do homem mais generoso com quem convivi. Entre acertos práticos e teóricos, a querida Roxane Carvalho entrou no circuito. Ambos me trataram com o maior carinho e benevolência que se possa imaginar. NUNCA haviam me visto. NUNCA haviam convivido comigo; ainda assim me acolheram como quem acolhe a um filho. Cheguei em Richmond pela primeira vez em 28 de dezembro de 2007. Cometi uma incrível gafe: comuniquei o horário de chegada do voo errado. Olavo e família foram ao aeroporto com 7 horas de antecedência. Comecei mal; eles não. Assim que fui recebido pela Leilah Carvalho e pelo Pedro (Olavo e Roxane já haviam voltado para casa), pude perceber que eu estava em família. Nenhuma crítica, nenhum sinal de contrariedade; pelo contrário, sorrisos abertos e semblantes leves. A conversa fluiu naturalmente. Chegando até a casa do professor, fui rapidamente introduzido ao escritório onde pude vê-lo pela primeira vez. Estava assistindo a um videoclipe dos Mamonas Assassinas; ria divertidamente, muito. Aquela cena confirmou minhas expectativas. Estava diante de um homem de verdade, sem empáfias, sem falsidade, sem pose. Que coração. Que generosidade. Deu-me um abraço, perguntou sobre a viagem e começou a me mostrar sua biblioteca: “aqui a literatura universal, ali os de teologia e religião, desse lado muita coisa sobre comunismo… e esses aqui, sobre Descartes, etc.”. Passamos uns 10 minutos esperando o jantar. Entramos. Sentamos à mesa. Olavo começou a prece do Pai-Nosso em inglês. Sem afetações, começamos a nos servir. Era uma torta de camarão, item de luxo — naquela altura eu não sabia dos apertos financeiros pelos quais a família passava (JB e Diário do Comércio não pareciam bons pagadores). Muitas anedotas e algum filme de ação do Van Dame, creio, nos acompanharam naquele primeiro jantar com a família. A mim, apenas uma advertência: “você só não me verá cagar, todo o resto esteja à vontade”. Já nos primeiros dias perceberam que eu não possuía um computador, deram-me um bom Laptop que não estava sendo usado. Jamais deixaram que eu pagasse nenhuma conta (nem mercado, nem abastecimento do carro, nem nada).

Passaram-se os dias e a rotina confirmava minhas primeiras impressões: benevolência, doação, generosidade e outras virtudes inimagináveis para o brasileiro médio eram a tônica das condutas em família. Vi o Olavo atender, solicito e paciente, ao telefonema de algumas figuravas que viriam a traí-lo.

Rezávamos o terço juntos quase que diariamente. Testemunhei ainda uma cena memorável: assistíamos, apenas ele e eu, ao filme do Padre Pio. Após aquela poderosa cena na qual o Padre Pio repreende a um de seus fiéis com um murro no rosto, Olavo pausa o filme, levanta-se em silêncio, confronta o horizonte com seus olhos – talvez com todo seu espírito – e pergunta, não a mim, evidentemente, mas talvez ao próprio Deus: “o que será que o Padre Pio diria de mim?”. A partir dessa data, passou a pedir a interceção deste mesmo santo e da virgem maria antes do início de seus programas de rádio semanais.

Testemunhei centenas de histórias que não caberiam nesse post. Imaginem a seguinte rotina: eu chegava na biblioteca por volta das 23h, frequentemente munido de uma pergunta — muitas idiotas —, às quais eram respondidas com toda a deferência, como se eu fosse um rei. Essa era precisamente a impressão que ia se confirmando em mim através daquele convívio: o Olavo era capaz de ver a realeza do ser-humano, a personalidade atual e a possível. Suas ações encaminhavam-se no sentido de promover em mim, no aluno em geral, creio, a descoberta, a assunção da própria personalidade humana, da vocação mesma. Fui testemunha de inúmeros atos que ficaram gravados na minha memória e no meio peito. Vi uma família de verdade. Espero que os novos, bem como os antigos, detratores do Olavo encontrem juízo mental e paz em seus espíritos.


Miguel Nagib:

Caro Olavo,

Gostaria de manifestar, neste momento particularmente doloroso pelo qual você está passando, minha gratidão por tudo o que você já fez e continua a fazer pelo Brasil e pelos brasileiros. Sei que você sabe quem é, e não precisa que lhe digam essas coisas; mas me sinto no dever de dizer: você não mudou apenas o rumo de um país (os fatos estão aí); mudou a vida de muita gente, e mudou para melhor. Quanto a mim, posso dizer, aos 57 anos, que não seria quem sou se não fosse o Olavo de Carvalho. Lembro-me do parágrafo que me fisgou, há vinte anos. Está no prólogo do Imbecil Coletivo: um apelo à sinceridade que desde então vem guiando meus passos neste mundo:

“Dirijo-me ao que há de melhor no íntimo do meu leitor, não àquela sua casca temerosa e servil que diz amém à opinião grupal por medo da solidão. Fazer o contrário seria um desrespeito. Portanto, iracundo leitor, não me censure em público antes de certificar-se de que não me dará razão na intimidade, quando, no coração da noite, as palavras que lhe brotarem de dentro não encontrarem outro interlocutor senão o silêncio imenso.”

Depois disso, não parei de aprender com seus escritos e suas aulas. O bem que você tem espalhado é tão grande, que só Deus é capaz de lhe dar a merecida retribuição. E eu sei que, no fundo, é só isso que importa pra você.

Um grande abraço do amigo

Miguel Nagib


“O perdão é a lei que estrutura o universo.” (Olavo de Carvalho)
Eu não tinha consciência disto quando a escrevi, mas a crônica de hoje é um desagravo ao professor Olavo de Carvalho, meu amigo e mestre. Há 25 anos, o grande escritor e filósofo tem sofrido mais ataques, injúrias e calúnias do que qualquer outro cidadão brasileiro. Leia na #AvenidaParaná:
http://www.folhadelondrina.com.br/…/oracao-do-esfarrapado-9…


Rafael C. Libardi

7 h · 

Acho o momento oportuno para revelar o que até então seria surpresa. Meu livro contém um agradecimento especial ao Prof. Olavo e nenhuma carta odienta vai mudá-lo. Cá está:

“Como diz o personagem Atticus Finch, em To Kill A Mockinbird, alguns homens precisam fazer o trabalho sujo. Isso é suficiente para explicar a resistência chula ao magnífico trabalho do Prof. Olavo de Carvalho, pois, como se sabe, não há muita simpatia por quem acerta em doses cavalares. A explicação para isso é simples, obviamente. É que o professor pratica o ofício que ninguém gostaria de ter, mas cujo mérito todos invejam até a última gota. Buscar a Verdade, portanto, é o trabalho sujo da modernidade, e não admira que seja o serviço mais faltante neste país.

É fato que não o conheço – e talvez ele nem saiba da minha existência, mas recebi do Prof. Olavo o que nenhuma outra pessoa foi capaz de me oferecer: justamente, o trabalho sujo; o dolorido exercício de ginástica mental. Talvez por isso sua obra seja tão grandiosa, já que não se restringe ao círculo de alunos e conhecidos, mas toca e transforma milhares de leitores e ouvintes que estão do lado de cá do COF, o curso onde ele se dedica a lapidar personalidades e a criar gênios. Na definição certeira do amigo Sileno Guimarães, Olavo é o maior semeador do nosso tempo. Dedicar-lhe uma página neste livro, portanto, é a natural obrigação desta pequena árvore que vos escreve.

Muito obrigado, professor!”.


Para variar, lá vai difamação sobre o professor Olavo de Carvalho. Felizmente, ele chegou àquele momento em que se prepara cada dia mais para dar suas satisfações a Deus e não ao mundo que o cerca.

Com certeza trarão à tona os velhos caluniadores e difamadores de sempre. Deixo aqui um artigo já relativamente antigo, mas, ao que parece, ainda necessário.


O que estão fazendo com o Olavo de Carvalho é imundo, rasteiro, desumano e muito desprezível.

Aproveitar-se de uma querela familiar e explorá-la de forma duvidosa em suas não comprovadas facetas, é moralmente inadmissível. A filha jamais poderia ter exposto o pai desta maneira, demonstrando sua enorme ingratidão e desequilíbrio. Já os outros ( bem piores ), os aproveitadores e detratores de todo gênero, aqueles que estão tentando auferir lucros políticos com a lamentável situação e ainda macular a vida e obra de um homem bom – que só fez o bem ao país -, estes são canalhas pérfidos.

No Brasil não basta ser invejoso e ser intelectualmente fracassado, precisam também caluniar quem está quieto e trabalhando seriamente. Se não respeitam este homem por seu ENORME legado em plena vida, deveriam demonstrar consideração por seus setenta anos.

Corja abominável!


O prof. Olavo está na Veja. Por tudo o que ele fez pelo Brasil? Não. Por causa de uma carta de difamação, que teve sua divulgação paga por uma dupla de caluniadores de araque do Facebook. Nenhuma novidade. Só mais um dia normal no Bananil.


Raul Martins :

O Sr. Francisco Razzo, a quem eu já tive o desprazer e a burrice de admirar, assanhado qual cão no cio mal pôde esconder a alegria ante a carta psicótica — literalmente patrocinada e impulsionada pelos irmãos Veadasco, dupla de malucos igualmente psicóticos — que a filha do professor Olavo escreveu ao pai, cá no Facebook.

Já foi logo, magnânimo que só, a cofiar as filosóficas barbas, com a sua aguçadíssima mente analítica e aquele estilo literário epiléptico-psicodélico de Hegel bêbado do agreste, informando ao mundo ingênuo que o professor Olavo é — rufem os tambores — igualzinho ao Lula; além de diabólico. Eu vi Satanás cair do Céu como um relâmpago, e além dos chifres, dos pés de bode e do tridente de praxe ele estava com um cigarro na boca e uma caneca de café na mão, a gritar um ora porrrraaaaaa…

À parte o ridículo inacreditável a que se presta o Sr. Razzo, marmanjo com não sei quantos filhos nas costas que não perde uma chance de falar asneiras, eis o que é engraçado: todos os anti-Olavo, desde os mais xiitas até os mais sunitas, desde os mais abertamente histéricos até os mais come-quieto e mexeriqueiros nas sombras, falam com um formidável arzinho de condescendência. É sempre a mesma coisa; sempre o mesmo tom pegajoso de quem crê piamente pairar acima do interlocutor. São, todos eles, uns Morpheus, com as suas pílulas azuis para os iludidos alunos do COF; todos eles Moisés, a conduzir num novo Êxodo os olavetes escravos do Faraó da Virgínia.

Se não é um analfabeto micareteiro a dizer que largou, enfim e de vez, o olavismo, é um Júlio Lemos, o Zé Bonitinho das ciências, com aquele ar blasé inevitável, a soltar aqui e ali pérolas de sabedoria transcendental aos porcos olavetes; se não é um Rodrigo Constantino a escrever (urgh) um romance (sim, é sério) sobre o “Otávio de Ramalho” (juro, não estou brincando), é um cristãozão qualquer a denunciar o gnosticismo olavético; se não é um Reinaldo Azevedo a chamá-lo de líder de seita, é um pastor a chamá-lo de nazista; se não é um petista a chamá-lo de fascista, é um liberal a chamá-lo de fascista; se não é o diabo a quatro a chamá-lo de muçulmano enrustido, é o sr. Razzo a chamá-lo de diabólico.

Mas todos, sem exceção, falam com aquele tom de “senta aqui no colo do tio que eu vou te explicar uma coisa”. O tio pode ser histérico, pode ser calmo, pode ser mais ou menos inteligente, mais ou menos piedoso — mas é sempre um tio. E nós, os alunos do COF, somos os sobrinhos ingênuos, demasiadamente ingênuos.

Só há, aí, um pequeno problema: todas as cabeças iluminadas juntas não seriam capazes de escrever dez páginas do Jardim das Aflições. Sei bem que não sou lá grande coisa, mas sou uma inteligência, e estou desperto. Quantas inteligências os detratores e caluniadores do prof. Olavo já despertaram? Quantas vidas já mudaram com um simples artigo? Com uma frase solta ao léu num excerto de Youtube? Anteontem, o diabólico guru da Virgínia deu a 400ª aula do COF. Há alguns dias, fui reassistir à primeira delas e fiquei literalmente o dia inteiro para terminá-la, de tantas anotações que fiz. Quantos aulas já deram os faladores? E quanto alunos os há por aí para dizer, a plenos pulmões, que elas lhes mudaram as vidas? Eu divido a minha vida em pré-COF e pós-COF. Enquanto os libertadores maldizem, o maldito liberta. Uma árvore se conhece pelos seus frutos. Quais são os frutos de suas maledicências e picuinhas, ó retos e irrepreensíveis críticos de botequim? Quantos se tornaram mais corajosos, mais sinceros, mais inteligentes com os seus esforços? Quantas personalides já se transformaram pela força pura de suas próprias?

Vocês acham que nós o defendemos por julgar que ele é santo? Que o amamos por crer que ele é perfeito?

O sr. Razzo diz que o professor Olavo é diabólico. Mas que diabo é esse que tantos leva a Deus? Que mal é esse que faz tanto bem? Que obscuro que a tantos faz pensar? Quando o fogo do tempo vier consumir e purificar as obras dos Homens, o ouro, as jóias e as pedras preciosas dos frutos do filósofo haverão de permanecer, incólumes e gloriosos, em meio às cinzas das fofocas espalhadas pelo chão escuro do anonimato.

“O sr. Razzo diz que o professor Olavo é diabólico. Mas que diabo é esse que tantos leva a Deus? Que mal é esse que faz tanto bem? Que obscuro que a tantos faz pensar? Quando o fogo do tempo vier consumir e purificar as obras dos Homens, o ouro, as jóias e as pedras preciosas dos frutos do filósofo haverão de permanecer, incólumes e gloriosos, em meio às cinzas das fofocas espalhadas pelo chão escuro do anonimato.”

Raul Martins


Iracema Pamplona Genecco Cada um só pode dar o que tem. Do professor, só recebi o bem até hoje. Seus detratores espalham ressentimentos, invejas, maledicências. Devem colher em dobro. Mendigos de atenção.


Tem gente que trabalha
Que estuda
Que ajuda
E tem aqueles que escrevem carta aberta.

By Zita Injah


Professor Olavo de Carvalho, formou uma bela família com Roxane Carvalho, dessa união nasceram seus filhos Leilah Carvalho e Pedro de Carvalho . Uma família belíssima que tem recebido ilustres pessoas em sua residência nos EUA.
Entre os visitantes está o nosso queridíssimo Padre Paulo Ricardo. Que
Inclusive até gravou um programa sobre o nosso também queridíssimo prof. Olavo de Carvalho. Link abaixo:

https://padrepauloricardo.org/…/o-minimo-que-voce-precisa-s…

Sendo o professor um homem realizado e querido, desperta também a inveja e ódio de parasitas oportunistas que vivem nas sombras procurando fragilidades das pessoas para poder atingí-las. Só que não somos bobos, dentre muitas coisas que o MITO prof Olavo nos ensinou foi a PENSAR.

Sr Vedasco, quanta covardia! Usar Heloisa de Carvalho, filha do prof Olavo de Carvalho, uma moça que não foi criada por seu pai, sim pela família de sua mãe. Família essa, que não ensinou a menina a amar e respeitar seu pai.
Heloisa de Carvalho, sai dessa! Procure conhecer melhor seu pai, madrasta, irmãos e sobrinhos.
Honrar pai e mãe! Quarto Mandamento das Leis de Deus.

Professor, eu e muitos estamos com o senhor e sua família.

José Eduardo Iara Faria Marco AurélioGracita SalgueiroThiago FelícioAllan Dos SantosAllan Dos SantosAllan Dos SantosUbirajara LopesThiago GomesSilvio GrimaldoIza Do ValleTarcisio MouraPatricia Torres Da Silva MelloRuth TomaziSilvia ElizabethLuciane Badiz HouseMirtes Regina CiniAdriana de AbreuThomas DreschThereza SouzaJosé NetoJuliana Cunha
Edson CamargoMárcio GualbertoRenato CorreaViviane CanelloMarie AsmarLilian CristinaMagda BarbosaAna Paula ResendeAna Matias
Ana Caroline CampagnoloCássio Silva


É nitidamente de caráter difamatório e minimamente calculado o ataque que estão promovendo contra o professor, mas no fim, isso tudo não passará de mais um peido falhadoo dos Veadascos! Ó gentezinha baixa, se essas porras não encontrarem paz e sossego para as suas grotescasa almas, vão acabar rosnando raiva contra o professor no inferno.


“Honrar pai e mãe.”


Lembro-me de uma aula do professor Olavo de Carvalho em Curitiba, entre 2001 e 2005, em que ele disse que nunca devemos falar mal de nossos pais pois ninguém além deles teria a coragem de nos conceber. Daí vem a revoltadinha e escancara a vida do pai nas redes sociais. Ela fez isso com o ÚNICO homem que teve a coragem de concebê-la. O professor Olavo de Carvalho é um segundo pai para muitos aqui. Isso é um fato. Daí vem a mocinha rebelde e joga esse homem na lata de lixo. Na verdade, ela entrega o pai aos abutres. Espero que um dia ela perceba a cagada que fez e peça perdão a Deus em público. Eu tenho certeza de que o seu pai a receberá de braços abertos.


Estive pessoalmente com a família do professor Olavo de Carvalho em três ocasiões distintas.

A primeira foi ainda em Curitiba quando, visitando aquela cidade e sendo enxerido, liguei para a professor perguntando se poderíamos aproveitar minha estada lá para almoçarmos e conversarmos. Para minha surpresa dado que até então eu conversara com ele apenas no contexto de sala de aula, ao invés disso, ele me convidou para jantar na casa dele, onde conheci a Roxane Carvalho e a Leilah Carvalho. Não lembro porque cargas d’água o Pedro de Carvalho não estava lá nesse dia.

A segunda foi em 2008, já nos EUA, onde, assim como já fizera com outros alunos, ele permitira que alguns de nós mais durebas pernoitassem na casa dele para fazermos o curso, salvando-nos assim do custo do hotel. Na época eu acabara de me mudar para Curitiba, morava em pensão e não tinha um emprego fixo ainda. Só conseguira ir para o curso por imensa generosidade de uma pessoa amiga. Lá convivi com a família mais tempo confirmando que é uma família harmoniosa e de hábitos generosos, boa parte de seus problemas com o mundo vindo antes do excesso de generosidade que vulnerabiliza para facadas nas costas.

A terceira, que espero não ser a última, foi ano passado quando aproveitando o feriado de Ação de Graças estive lá mais uma vez e fui recebido, bem como outros visitantes que estavam lá, com toda hospitalidade e amizade nesta comemoração tipicamente familiar, apesar inclusive do professor na ocasião estar baleado com um gripe forte que justificaria perfeitamente um pedido de não tratar com ninguém por um tempo. Uma das ações “diabólicas” e de “rituais secretos” que pude testemunhar nessa ocasião foi a família rezar o terço juntos.

Em todas as três situações o que vi foi uma família feliz, rodeada de amigos, mais hospitaleira a estranhos do que eu mesmo sou no meu dia-a-dia – e lembremos que hospitalidade é uma das virtudes bíblicas. Não duvido que tenham seus problemas, os quais por caridade e direito de privacidade evidentemente eles não compartilham com ninguém de fora. Mas tenho certeza também que são os problemas normais de qualquer família e, dada a evidente boa índole de todos ali, suspeito que menos intensos do que naquelas famílias mais dramáticas.

Além desses três, conheci a Inês de Carvalho ainda no Rio de Janeiro, nas aulas do Olavo. Simpatíssissima e inteligente, embora não tenha tido contato mais próximo, sempre tive a melhor das impressões sobre ela. Outro filho, que é bem conhecido, é o Luiz Gonzaga De Carvalho Neto que dá aula no ICLS. Não acompanho seu trabalho com a mesma proximidade que acompanho o do Olavo, mas do pouco que vi, quando menciona o pai é sempre de forma elogiosa e respeitosa.

Quanto ao passado do professor Olavo de Carvalho, também nunca foi segredo seu envolvimento com astrologia, tariqa do Schuón, que suas primeiras experiências como marido e pai não foram boas (o professor já lamentou publicamente no Facebook por não ter sido tão bom pai com os primeiros filhos quanto hoje ele sabe ser!), nem uma vida sexual mais promíscua na juventude – ele mesmo mencionou certa vez que desistira de casar-se com uma moça virgem quando pela primeira vez entrou em um bordel. Ou seja, qualquer insinuação de que ele escondia seu passado para fazer-se de santinho é uma deslavada mentira. Antes parece-me que ele divulgou abertamente mais fatos da sua vida privada do que a vasta maioria das pessoas que tem presença pública faz, e imensamente mais do que, para minha personalidade mais desconfiada ao menos, parece-me prudente. Cada vez que eu lia um desses fatos, comentado não discretamente numa roda de amigos, mas publicado no Facebook, pensava logo que cedo ou tarde algum mal-intencionado usaria isso contra o professor.

Tendo dito isso, um membro da família que nunca conheci pessoalmente foi a tal da Heloísa. O que sei é que mais de um testemunho que tive de pessoas próximas da família é de que ela é uma pessoa desequilibrada, que jamais perdôou o pai por erros da juventude, cultivando por todos esses anos um rancor literalmente enlouquecedor, sentido-se no direito de tudo exigir do pai, financeiramente inclusive, talvez por compensação, esperando com isso aliviar a dor que seu rancor cultiva ao invés de perdoar, e tornando-se agressiva quando seus delírios compensatórios não são satisfeitos – sem que nenhuma demonstração de afeto, amor ou arrependimento hoje lhe dê a paz de coração para perdoar os erros de ontem. Suspeito que guarde profunda inveja da esposa e filhos atuais do Olavo, certamente uma família muito mais harmoniosa que a dela foi e cuja semelhança, parece, ela jamais conseguiu obter nas famílias que ela mesmo chegou a construir, sentimento de inveja esse que é o testemunho constante e incalável de que ela sabe sim que o pai mudou, amadureceu e finalmente se tornou o pai que ela gostaria que ele tivesse sido. É uma pena, porque se ela não teve esse pai na infância por responsabilidade dele, ela poderia ter o pai que queria hoje, se não fosse por suas atitudes atuais. O que ela perdeu na infância não está nem sob o poder do Olavo recuperar porque ele não tem como mudar o passado. O que ela está deixando de ter agora, inclusive o amor de seu pai hoje, é responsabilidade exclusiva dela agora, não mais do pai. E sejamos sinceros. O Olavo está com 70 anos. Queira Deus que viva bastante, mas eu não gostaria de viver os últimos anos da presença do meu pai na terra, meus últimos anos para experimentar seu amor, guardando rancores de infância. Não vou dizer pela internet como uma pessoa que sequer conheço deve lidar com sua dor. Ela é adulta, suponho que conheça o Evangelho ao menos como estória, e já devem ter dito mil vezes à ela que o rancor e inveja são auto-destrutivos, que tentar cooptar a piedade e punir o pai por auto-sabotagem (“olha pra mim, olha como minha vida é ruim pai, e é por sua culpa!”) é irracional, que desejar que algum pedido de desculpas para ser verdadeiro tenha que adquirir a forma de uma humilhação e submissão a uma vingança cruel é em si uma crueldade e uma perversidade e que perdoar é que a aliviaria.

Observo tudo isso para ter como critério de avaliação da credibilidade e valor de uma “carta” escrita por essa filha junto a inimigos jurados do professor Olavo, um dos quais admite ter personalidade borderline *e* psicopata. Se havia necessidade de alguma prova da auto-destrutividade mencionada acima é que ela põe-se a caluniá-lo a serviço de duas pessoas perturbadas que concentram toda a sua vida em tentar destruir a imagem pública do homem que é o centro do seu mundo imaginativo e emocional, provavelmente o centro de paixões homoafetivas mal-resolvidas e odiadas por eles mesmos, necessitando destruir sua imagem como destruição compensatória para aliviar o ego que o ama de forma que eles detestam, amor esse que gostariam de destruir mas não conseguem. E não digo isso como piada ou xingamento, mas como uma hipótese psicológica que me parece razoável. Ou seja, entre inveja e loucura, rancor e obsessão, trata-se de um emaranhado de trevas entre trevas. Que Deus tenha piedade de nós, e ilumine todas as almas.


Olavo foi um dos responsável por me tirar do ateísmo e sei por fato que não estou sozinho. É o agente diabólico mais incompetente da história conhecida.


Tales de Carvalho:

“REPETINDO E REPETINDO E REPETINDO…

Sujar a imagem dos pais ‘lavando roupa suja em público’ é um pecado GRAVÍSSIMO, mesmo que as acusações sejam verdadeiras. Inventar mentiras sobre os pais é uma ABOMINAÇÃO BLASFEMA da pior categoria que muitas vezes é seguida de punições divinas já nessa vida.

Quando os pais cometem injustiças contra nós, devemos perdoar ou, na pior, nos afastar. Quando os pais cometem injustiças contra terceiros, o máximo que podemos fazer é testemunhar a verdade diante de AUTORIDADES LEGÍTIMAS, nada além disso e JAMAIS em redes sociais.

Isso é o que Deus, através de nossa amada Religião, nos ordena, mesmo quando nossos pais não gostam muito dela.”


Depois do post polêmico da filha do Olavo, por ter sido citado, me tornei definitivamente “conhecido” no submundo da direita sulista. Antes eu era considerado apenas um “camera man” que ajudou o “Jardim” a ficar bonitinho. A Heloísa é a única da família que entende de produção de audiovisual profundamente já que trabalhou na área durante décadas – ela sacou na hora que eu tinha sido usado e me deu moral na hora que eu estava deprê. Fui recebido com sorrisos e afagos na casa do Olavo mas isso não significa que ele entendam meu trabalho afinal de contas nenhum deles teve interesse em ver meus filmes. Meu negócio não é com a salvação da “Alta cultura”. Fui criado batendo punheta pra VHS de filme B dos anos 60 e 70 e jogando Street Fighter 2 com os maloqueiros da rua – música clássica pra mim é Burt Bacharach – essa é minha “alta” cultura e vocês têm que me respeitar!

Ricardo Costa Daniel,ela te usou e te capitalizou com sucesso, parceiro.Aquilo é cobra, mais cobra ainda do que o Josias.Mas se você não se ligou com a sua malandragem de pista,quem sou eu pra te ensinar a distinguir uma piranha contando história triste pra arrancar dinheiro de otário.
Daniel Aragão Brother. Meu problema é com o Josias mas enquanto o Olavo não arrancar as orelhas do fedelho, a Heloísa continua certa na parte que me toca. O resto do que ela escreveu não sei nem quero saber.

1. Filósofos não fazem séquiçu.
2. O Olavo fez muito séquiçu.
Logo, Olavo não é filósofo.

– Serip Retsük.


O recente ataque ao Olavo de Carvalho é uma das coisas mais abjetas que eu já vi.

Evidente que foi algo planejado. Utilizaram uma filha do Professor que claramente tem sérios problemas psicológicos para atacá-lo de forma vil. A tal carta escrita por ela foi replicada em poucas horas por dezenas de páginas da esquerda com posts impulsionados, ou seja, alguém investiu dinheiro na campanha. Até a Veja, a nova revista preferida do PSOL, entrou na onda.

Mas o que de tão grave foi revelado sobre Olavo? Passagens não muito auspiciosas da sua vida que ele mesmo já havia contado em diversas oportunidades e outras coisas que duvido muito que sejam verdade, pois foram desmentidas pelos supostos envolvidos, além de não condizerem com a personalidade dele.

Olavo não é santo e sempre fez questão de afirmar isso. A genialidade usualmente está associada a conflitos internos e externos constantes, um preço alto a pagar pela capacidade de enxergar a vida de uma maneira diferente.

Tive a oportunidade de encontrar o Professor algumas vezes e posso afirmar que além de ter sido muito bem recebido por ele e pela Dona Roxane Carvalho, percebi um ambiente familiar muito saudável, onde é possível identificar facilmente o quanto ele é querido pelos filhos e outros familiares.

Sem nem entrar no mérito da importância do Professor como um grande pensador brasileiro que influenciou positivamente uma geração inteira, pois nenhuma pessoa deve ser submetida a esse tipo de ataque asqueroso e covarde.

Só me resta oferecer todo o apoio ao Olavo e agradecer pelos seus ensinamentos, além da sua gentileza comigo.


Pronto, o showzinho da Heloísa e dos irmãos Veadascos já foi desmascarado. A Veja publicou uma matéria muito honesta onde os outros 7 filhos desmentem tudo, fora as dezenas de relatos de familiares e amigos que conhecem a família do professor e que postaram em seu perfil. Aparentemente, o surto da mulher se deve ao fato dela ter desejado participar do filme e não ter sido chamada. Uma mulher de quase 50 anos agindo assim. Meu Deus do céu, cada família tem um doido, fazer o que. E pra você que achou a cartinha dela razoável e ficou chocadinho com o passado do professor, a minha mensagem pra você é a seguinte: vai dar meia hora de cu com o relógio parado, seu filho da puta.


Não foi apenas um ataque de haters do Olavo.

Foi a sua filha, pior ainda, a primogênita!

A lavação de roupa suja, num mundo ideal, deveria ser realizada entre a família, jamais em público, e muito menos no Facebook.

Infelizmente, a filha se uniu ao pior tipo de gente, gente má que trabalha sob as maldições das trevas.

Não se engane! A filha vendeu a alma ao diabo para destruir a reputação do pai.

Não se trata de uma rusga ideológica ou de uma desavença intelectual, apenas, elaborada e tocada por terceiros desconhecidos.

Trata-se da primogênita do Olavo, cujo relato guarda um peso enormemente desproporcional, infinitas vezes maior do que qualquer página fuboca construída pelos seus detratores.

A filha está interpretando o papel da locomotiva dos desvairados, dos loucos sedentos pelo sangue do filósofo. O seu combustível é a vingança.

Não existe mais a possibilidade de você, caro amigo, não tomar posição, já que tudo se tornou público, familiares, alunos e admiradores do Olavo saíram em sua plena e irrestrita defesa.

Não existe a possibilidade de você separar o “Olavo filósofo construtor de uma obra inigualável” do “Olavo ser humano individual e familiar”, já que um faz parte do outro e o outro faz parte do um.

Separar uma coisa da outra para justificar a sua inércia é seguir a regrinha de etiqueta social, também conhecido como COVARDIA.

Sacar a convenção social como argumento para se abster e depois apoiar quem apoiou a filha é uma grave demonstração de endosso indireto da pretensa destruição, iniciada pela primogênita.

Como diz um conhecido adágio, quem escolhe o muro já É um aliado do demônio.

Ter vergonha de defender o que É correto é covardia, também.

Inúmeras pessoas decidiram apoiar o insensato, o louco, o errado, o absurdo. Não estou nem aí mais para elas! Se elas têm disposição para defender o errado em desfavor do Olavo, haverá igual disposição para defender o errado em MEU desfavor.

Olavo enfrenta problemas proporcionais ao seu tamanho.

O episódio pelo qual ele lamentavelmente está passando é mais um desafio integrante de sua Grande Jornada; é mais um degrau em sua Escada de Jacó.

Se Olavo algum dia flertou com o mal, graças a Deus Nossa Senhora, a Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo, o resgatou, o limpou e o pôs em nossas vidas, firme e forte!

Devo ao Olavo inúmeras coisas, como, por exemplo, a oportunidade de enxergar um horizonte mais dinâmico, com novas possibilidades e ferramentas mentais.

Também posso usar como exemplo as suas postagens diárias, muitas das quais significam chaves para abrir portas que me levam a uma nova perspectiva ou pronta reflexão.

Devo também ao Olavo a minha reaproximação da Igreja Católica, o respeito ao seu Legado e a restauração de minha devoção à Maria, a cujo Ser Celestial fui consagrado pela minha própria mãe no exato dia de meu nascimento.

Não há mais como você, caro leitor, não tomar partido. Ou você está do lado da Verdade ou do lado da mentira.

Acho que era só isso.

Muito obrigado, Olavo, e que Deus abençoe rica e abundantemente você e sua linda família, aqui incluídos os filhos e parentes, e que Ele te proteja de toda a malícia infernal.

Maria, passa na frente!


As evidências me parecem um tanto claras: quanto mais os ecos do trabalho pedagógico e filosófico do Professor Olavo de Carvalho geram incômodos para a elite governante, mais os serviçais dessa gente na mídia e na academia apegam-se às oportunidades (aparentes ou reais; plausíveis ou implausíveis) de difamá-lo, na esperança insana de destruir sua honra — como se um homem que sabe que honra não é sinônimo de fama ou de prestígio, mas sim de caráter, de integridade e de retidão perante Deus, pudesse ter sua honra diminuída ou aumentada pela falatório das almas toscas que povoam as redações, as universidades e as redes sociais.

Sendo leitor e aluno do Professor há muitos anos, e tendo o privilégio de contar com a sua amizade e com os seus conselhos, sou testemunha de que o Olavo é um homem bom, generoso e de invulgar grandeza de alma. É evidente que, como todos nós, o Olavo também é capaz de baixezas ocasionais. Ressalto, no entanto, que não afirmo isso por ter testemunhado alguma dessas ocasiões (o que nunca ocorreu), mas porque o Professor jamais as escondeu e, pelo contrário, sempre se mostrou obstinadamente disposto a confessar humildemente os seus pecados e a convertê-los em lições para si próprio e para todos os que são humildes o suficiente para aprender com os erros alheios.

E quão preciosas são essas lições! Os livros, as aulas, os conselhos e o exemplo do Professor foram e continuam sendo de valor inestimável para a minha formação. Ao longo destes anos todos, o trabalho dele não apenas me ajudou a lidar com problemas pessoais como se mostrou muito útil sempre que me deparei com a necessidade de ajudar amigos e familiares, de modo que, mesmo sendo um zero-à-esquerda, graças ao que aprendi e aprendo com ele, pude ajudar a salvar alguns casamentos, a melhorar a vida de algumas crianças, além de aliviar o sofrimento de uma porção de amigos.

Thomas Merton ensinava que a essência da piedade cristã está em usar nossas feridas abertas para curar os nossos irmãos; e a postura do Professor Olavo de Carvalho foi uma das coisas que mais me ajudaram a compreender o que o monge católico queria dizer com isso. Foi por seu compromisso profundo em se apresentar perante os homens com a mesma sinceridade que se apresenta perante Deus, que o Olavo acabou se expondo voluntariamente à maledicência daqueles que o odeiam. Foi por sua sinceridade radical, que ele se colocou diante de seus desafetos mais maliciosos munido apenas da convicção de que não há força mais poderosa do que uma personalidade autêntica. Foi por cultivar um amor maior pela verdade do que por sua sua imagem pública, que ele nunca se importou em expor seus erros passados para ajudar seus alunos (quando não aos brasileiros em geral) a evitar erros futuros.

Não se enganem. O Professor Olavo de Carvalho não está sendo atacado com todas essas fofocas e mentiras por ser um homem mau que, publicamente, busca projetar uma imagem positiva; ele está sendo atacado pelo oposto simétrico disso; ele está sendo atacado por se reconhecer autor de seus próprios atos; por se apresentar ao público sem qualquer máscara ou adorno; por se negar a ser uma personalidade forjada; por falar com a própria voz e com a autoridade de uma consciência individual; por ser, em suma, um filósofo e um cristão — um sujeito duplamente qualificado para mudar os rumos culturais e políticos de uma nação e para meter medo nos poderosos que a governam.

______________

P.S.: Mesmo se tudo o que está dito na tal da carta fosse verdade, aquilo ali apenas serviria como testemunho do miraculoso crescimento pessoal pela qual o Olavo passou e daria daria a gente como eu a esperança de um dia também se tornar um homem bom e decente.


Pelo menos com essa peleia na família Carvalho ficamos conhecendo todos os Carvalhinhos. Fiquei impressionado com a beleza, inteligência e meiguice da Inês. Se ela fosse solteira, eu a pediria em namoro. Claro que com a anuêcia do pai. Eu nem sabia que o professor tem um filho chamado Percival. Cheguei a pensar que ele fosse o nono. Sujeito irreverente e inteligente também. Daí o Tales, o filho muçulmano, o Davi, casado com uma das filhas do meu amigo Eduy, o Gugu, o mais inteligente dos filhos, a Leilah, a mais carinhosa das filhas, o Pedro, o fuzileiro naval. Faltou alguém nessa família tão bela? Ah, sim, a Heloísa. Rezemos por ela.


Da Henriete Fonseca, minha amiga há quatro décadas:

Olavo de Carvalho, vou chover no molhado: você é o cara mais amado do Brasil! Sua generosidade, que todos nós conhecemos, tirou milhares da indigência intelectual; feitos tão benéficos assim fazem levantar o Inferno, mas, tenha a certeza, Alguém te ama muito e vai tirar de todo esse mal o maior bem que você um dia vai receber, confie! Te amo!


Meu pai, Olavo de Carvalho, é a pessoa mais generosa e amorosa que já conheci. Ele sempre foi e sempre será o meu maior exemplo de ser humano. Dizer que ele é o melhor pai do mundo é pouco. Ele é muito mais do que isso. Meu pai, meu professor, meu herói, minha maior inspiração.


Ontem me limitei a não comentar o caso da Filha do Olavo de Carvalho pois acreditava se tratar-se de um assunto de família, não sendo da minha conta nem me preocupei em ler a carta aberta. Mas não, é um assassinato de reputação onde utilizaram a filha para destruir o pai, foi a coisa mais baixa que eu vi neste ano acontecendo no Facebook, com participação bovina da mídia que finalmente deixa a espiral do silêncio para participar do ato e dar suas facadas no Cezar e de todo o tipo de hienas que estavam caladas a muito tempo mas agora regozijiam de felicidade por conta de uma fofoca encomendada de internet.
Não bastando isso temos contornos de teoria da conspiração impulsionada pela VEJA onde Olavo estaria manipulando tudo e todos junto ao Bolsonaro para a tomada do poder e o controle do exército para fins malignos.
Nem 10 Pablos Vittar em uma exposição que faz apologia a pedofilia se beijando no horário nobre da globo me daria mais nojo que esse estratagema.


A quem interessar possa:

Quando o CNPq me sonegou qualquer apoio material para concluir meu doutorado em Filosofia nos Estados Unidos , busquei contato com vários jornalistas nacionalmente conhecidos. Fui solenemente ignorado por quase todos.

Disse quase todos. Porque Olavo de Carvalho agiu de maneira bem diversa. Forneceu-me o telefone de sua residência e me facultou as páginas do Midia Sem Máscara. Lá escrevi um protesto.

No final das contas, os americanos capitalistas malvados vieram em meu socorro, visto que meu desempenho era muito bom.

De toda sorte, nunca me esquecerei da generosidade demonstrada pelo professor àquela ocasião.


O professor Olavo foi um dos PRINCIPAIS responsáveis pela minha reaproximação do catolicismo. Se dependesse de almas purinhas como as de Razzos, Velascos, Porcões, Fumacedos e o caralho a quatro, certamente seria um militante ateu, pois esses exemplos de cristandade são exatamente a caricatura criada pelos neo-ateus para atacar o Cristianismo.

Quão diabólico é esse Olavo, hein??!!


Sobre o caso do Olavo de Carvalho, ainda aguardo a oportunidade de conhece-lo pessoalmente, mas sigo o mandamento do Nosso Senhor Jesus Cristo para formar meu juízo, segundo o qual devemos analisar a qualidade da árvore pelos seus frutos:

1- Uma obra invejável, dentre as quais um dos livros mais importantes já escritos no Brasil (O Jardim das Aflições), o maior sucesso editorial político dos últimos anos (O Mínimo), além de 400 aulas repletas de preciosidades e um sem número de artigos brilhantes.

2- Boa parte dos homens que eu admiro no Brasil, nos mais diversos campos, tiveram alguma influência do Olavo. Desde cientistas políticos a psiquiatras, passando por advogados, professores e artistas.

3- Todos os meus amigos que tiveram contato pessoal com o Olavo relatam a experiência de lidar com uma figura doce e autêntica e voltam me recomendando que vá a Virginia encontra-lo, se tiver a oportunidade.

4- Não sei nem dizer quantas referências, quantos conceitos e de que maneira as aulas do COF me influenciaram nos últimos 5 anos. O salto de inteligência foi, sem dúvida, maior do que tive nos 3 cursos universitários pelos quais passei.

Estes são os fatos, ou seja, os frutos inquestionáveis. Com estes, me perdoem se sigo a orientação do próprio Cristo, em vez de me deixar levar pelo desabafo de uma filha nitidamente magoada, cuja história desconheço e do bom estado mental desconfio.


Zita Injah

3 h · 

O professor Olavo de Carvalho é o responsável pelo melhor círculo de amizade que uma pessoa pode ter, serei grata eternamente! 💗💗💗


Olavo de Carvalho é o pai que todos nós queríamos ter.


As mesmas criaturas diabólicas de sempre, sofisticaram suas depravações ao ponto de cooptar a própria filha do professor – que não está de posse da integridade de suas faculdades mentais – para desferir mais uma covardia desprezível a um homem bom e honorável.

A tal “carta aberta” foi colocada em campanhas pagas nas redes digitais e difundida por um exército de ignóbeis criaturas.

Sou tomado de tristeza ao observar que pessoas (algumas próximas, e ainda outras: queridas) caiam nessa esparrela. E mais: que estejam sedentas de que fatos desta natureza aconteçam para que subscrevam seus desejos em relação a derrocada de alguém que nunca se dará por vencido por meio de futricos, detraios e trapaças.

Me causa repugnância notar que alguns – inclusive jornalistas e “intelectuais” – se aproveitam de momentos de clara vileza para destilarem também suas torpezas sofreadas e seus sentimentos abjetos retidos.

Vida longa, professor Olavo de Carvalho!


Acabo de excluir daqui 6 fulanos por serem amigos do tal Veadasco.

Mexeu com o professor mexeu comigo.

Quer se tornar inimigo dele? Então combata-o no campo intelectual e com honra.

Difamação e calúnia é arma de filho da puta.


Tudo o que teria para dizer sobre o prof. Olavo, eu já disse em mais de mil postagens neste perfil. Quem me conhece sabe o quanto devo minha vida a esse homem, a quem reconheço como um segundo pai.

Então fiquem apenas com a foto de capa. É uma imagem dele NEM AÍ PRAS INIMIGA. Nosso sobrevivente, nossa luz na escuridão, nosso mais verdadeiro amigo.

Nós te amamos, prof. Olavo. Deus te abençoe hoje e sempre.


Da minha cunhada Rosane Sanches Antunes (antes da publicação do desmentido na Veja):

Eu tive a oportunidade de conviver e conhecer de perto a família Carvalho, principalmente quando Olavo e a Roxane voltaram para o Brasil da França , eles ficaram na minha casa até conseguirem uma casa disponível .Falo com propriedade que conheço a índole e a conduta desta família e este artigo que saiu na revista Veja é completamente equivocada( sem direito do contraditório, unilateral, e sem depoimento dos outros filhos para confirmar a veracidade das alegações). É muito triste ver uma filha atacando o pai desta forma.Eu estou indignada! E ainda mais indignada com o jornalismo leviano irresponsável da revista Veja. Revista Veja , aguardo matéria de direito de resposta do Olavo e depoimento dos outros filhos para ver se as alegações procede . Se não houver pergunto: Quem será que encomendou esta matéria?


Pergunto: – “Qual o mágico faz carreira, torna-se astro diante o público, e revela depois o seu próprio truque?”. Respondo: – “Nenhum”. Explico melhor: se o Olavo de Carvalho utilizasse técnicas de PNL (Programação Neuro Linguística), seria ele o Mister M da hipnose, invés do David Coperfield que “A Carta” proclama. No Jardim das Aflições (época que o professor era um completo desconhecido), já havia ele denunciado todo abuso das descobertas de Milton Erickson. Leiam o capítulo 4, chama-se A Lógica de Epicuro, está tudo lá. Só mesmo um cretino para acreditar que, e através de, simplíssimas video conferências, teria ele tamanha influência para “lavagem cerebral sobre as pessoas”, principalmente esta que as denúncias retumbam: de “proporções” demasiadas.


Tem gente que trabalha
Que estuda
Que ajuda
E tem aquelas que escrevem carta aberta.


Não comece a ler essa postagem se você espera mais uma carta aberta. Trata-se de um pequeno relato, feito de coração e com gratidão, a uma pessoa que me é muito querida: meu sogro, Olavo, ou como carinhosamente o chamo, Sogrão.
O conheço desde antes de conhecer o Davi. Ele me foi apresentado pelo meu pai, e desde então teve grande influência na minha educação, na minha vida, na minha maneira de pensar.
Sou e sempre serei eternamente grata à ele, pois independente da sua contribuição para a filosofia, para a política, é por sua causa que eu tenho o meu Davi. Se ele não tivesse aceitado a bênção divina que é receber uma criança, ou o tivesse devorado como dizem que ele faz, hoje eu não teria o marido maravilhoso que eu tenho, e meus filhos não teriam o pai mais incrível que eu já vi.
E eu também serei eternamente grata pelo conselho simples que ele me deu, em um jantar no Outback, quando estávamos nos EUA. Eu estava sem falar com o meu pai, e ele que sabia de toda a situação e dos meus motivos para a falta de contato, chegou, colocou a mão no meu ombro e disse: “seu pai me ligou hoje. Perdoa ele. Ele te ama”.
Voltamos para o Brasil e no dia seguinte fui visitar meu pai. Dois meses depois, ele morreu.
A perda do meu pai me marcou muito, e até hoje dói. Mas seria infinitamente pior se eu não tivesse ouvido aquele conselho.

Falei para ele hoje, ao telefone, que o amo como se fosse meu segundo pai, e que neste coração, apesar do meu jeito meio “cavalar” como ele diz, tem muito carinho por ele e por toda a família.


NESTE mar de calúnias contra o professor Olavo de Carvalho, de minha parte, como um de seus piores alunos, deixo nesta nota a minha eterna gratidão e divida para com ele. Muito obrigado, professor! Serei sempre grato ao Sr. por todos os livros, cursos, aulas do COF, amizades verdadeiras por meio de seus alunos e renovação do meu amor pela Igreja de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Muito obrigado!


Leonardo Oliveira
4 h · 

Sem o professor Olavo eu não teria conhecido o Mário Ferreira dos Santos, e sem o Mário Ferreira dos Santos eu não teria voltado a acreditar em Deus. Foi o Olavo, mais uma vez, falando de passagem sobre as chagas de São Francisco e também sobre a confissão, que me levou à conversão ao catolicismo. Se hoje faço vocês darem risadas e sou um pouco melhor, é graças a ele. O Olavo pra mim, é como um segundo pai. Enfim, é isso.

Carta aberta aos “Carta aberta”. Entendedores entenderão.

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A gente pode até amar demais, mas não como o Olavo na Escola Júpiter nos anos 70.


Há oito anos eu iniciava meu estudos no COF (Curso Online de Filosofia), do Seminário de Filosofia de Olavo de Carvalho. Dentre muitos exercícios propostos – os quais praticava sempre com seriedade e obstinação – havia um, em particular, que me despertou interesse mortal (perdoem o trocadilho incidental): o exercício do necrológio.

O exercício consistia em elaborar um elogio post mortem a mim mesmo, mas como se tivesse sido escrito por um grande amigo.

Àquela altura da minha vida, com 35 anos, não me encontrava absolutamente satisfeito com minha situação. Algo havia se perdido ao longo do caminho. Não que eu estivesse totalmente perdido, somente estava numa estrada paralela a de minha verdadeira vontade e não possuía as ferramentas necessárias para retomar a via original.

Quase uma década se passou e há poucos dias atrás eu estava na casa do professor, conversando com Roxane Carvalho em sua sala, no piso térreo – com Olavo me aguardando para uma entrevista no andar de cima – e, de súbito, distingui algo que me parecia velado até aquele momento: eu estava atualizando cada linha daquele exercício que, com tamanha urgência, havia me dedicado há tanto tempo atrás.

O que pensar de alguém que o ajuda tomar posse de suas potencialidades e realizá-las, por mais difíceis que lhes possam parecer?

O que pensar de alguém que, ao longo do caminho, lhe aconselha não com dicas, “sacadas” e orientações, mas com aulas soberbas que tocam a alma e – em muitas vezes – até com um silêncio eloqüente diante de suas idéias tolas?

O que pensar de alguém que lhe mostra pelo exemplo que há um sentido único na vida de cada indivíduo e que, se você toma posse dessa idéia, é possível desenvolver sua personalidade e tornar-se aquilo que você realmente é?

O que pensar de alguém que, por influência direta ou pelo convívio com todos de sua casa, o faz reaproximar-se de sua família, dos entes queridos e de Deus?

Penso somente em gratidão, respeito e amizade genuína. Sentimentos extensivos aos seus familiares que sempre me trataram como um dos seus.

Obrigado, professor. Obrigado, família Carvalho. Contem sempre comigo!


Prints do dia


— E então, Yuri, com tudo o que andam falando do Olavo de Carvalho na imprensa e nas redes sociais, o que você acha dele agora?
— Achar? Eu não acho nada: eu amo esse cara!


OS FILHOS DE OLAVO

Olavo de Carvalho salvou a minha vida. Graças a ele, voltei para a Igreja e passei a amar a verdade, condição essencial para amar a Deus. Face aos ataques perniciosos que ele vem sofrendo nos últimos dias, cujo propósito evidente é atingir o seu coração com as armas da inveja, republico aqui a crônica em homenagem aos seus 70 anos, que saiu na Folha de Londrina no dia 28 de abril deste ano. Somos todos filhos de Olavo.

********

Há alguns dias, depois de participar de um debate em Harvard, o filósofo brasileiro Olavo de Carvalho foi jantar com a esposa Roxane e um pequeno grupo de amigos no Restaurante Sem Nome (No Name Restaurant), que serve frutos do mar no mercado central de Boston. Lá foram atendidos por um velhinho grego que é, ao mesmo tempo, dono e garçom da casa. Como uma equipe de TV pediu para fazer uma entrevista com Olavo no local, o proprietário do restaurante percebeu que se tratava de uma pessoa “famosa”.

Depois da entrevista, o velhinho grego se aproximou de Olavo e, com muita discrição, perguntou em inglês quem ele era. Olavo respondeu com a habitual gentileza e convidou o proprietário a sentar-se. O rosto do homem se encheu de surpresa:

— Olavo de Carvalho, o filósofo?

— Sim, sou eu mesmo.

Então o velhinho começou a chorar.

Na juventude, o velhinho havia estudado filosofia. Tempos atrás, ele recebera pela internet um artigo sobre religião, traduzido para o inglês, e havia dado para o filho ler. Após a leitura do texto, o moço decidiu voltar à Igreja, da qual estava afastado por muito tempo. O dono do restaurante fizera questão de guardar o nome daquele autor que tanto bem fizera ao seu filho. Era Olavo de Carvalho, “brazilian philosopher and writer”. E agora, por uma incrível sorte, o homem estava ali, diante dele!

Conto essa pequena história verídica para ressaltar uma das realizações menos lembradas do meu amigo e professor Olavo de Carvalho: ele é responsável por um número incalculável de conversões religiosas. O trabalho de educação intelectual clássica que ele faz provoca, não raro, um despertar espiritual em seus alunos. Os casos de pessoas que voltaram à Igreja depois de ler seus livros e assistir às suas aulas poderiam encher esta página.

Assim como existiu a Lista de Schindler, existe uma Lista de Olavo, composta pelas pessoas que o filósofo reconduziu à Igreja, por meio da alta cultura e do estudo dos clássicos. Assim como há os “judeus de Schindler”, há uma quantidade espantosa de “cristãos de Olavo”, que graças ao filósofo se libertaram de suas amarras ideológicas e ateísticas.

Aqui vale a pena lembrar a frase de Nassim Taleb: “Nunca espere condecorações por dizer a verdade”. Se você busca o aplauso das elites acadêmicas, fazer parte da Lista do Olavo não é um bom negócio. Mas, se você procura o conhecimento e a contemplação da verdade, vale muito a pena.

Hoje em dia as pessoas falam muito de listas vergonhosas, como a da Odebrecht. Na Internet, de vez em quando, pipocam as listas de “verdades e mentiras”. Pois eu vou contar aqui uma simples verdade: com modéstia, mas também com orgulho, pertenço à Lista do Olavo.

Amanhã, 29 de abril, Olavo de Carvalho completa 70 anos. O trabalho que ele fez pelo resgate da alta cultura no Brasil é comparável a uma Operação Lava Jato do espírito. Deveríamos estar tão agradecidos a ele quanto o velhinho grego do Restaurante Sem Nome.


Prof. Olavo de Carvalho, somente agora vim me manifestar publicamente porque vi com muita tristeza que a situação chegou na mídia. Até ontem me mantive em silêncio porque aprendi com o senhor a não opinar sobre o que não se sabe. E não falei ontem porque cheguei tarde em casa de um plantão de 12hs.
Além disso, estava realmente triste com o que estava acontecendo ao ponto de querer lhe chamar no Skype para lhe dizer algumas palavras de conforto. Graças à Deus que recebeu inúmeras manifestações de carinho.
Não queria ser repetitiva e dizer o mesmo que muitos dos seus afetos lhe disseram, mas apenas como testemunho mesmo:
Devo muitissimo ao senhor, além do Luís Filidis, do Padre Paulo Ricardo, de Dom Bertrand e do Dr. Plínio Corrêa de Oliveira a minha conversão ao Catolicismo. Mas devo mais e particularmente ao senhor de como PERDOAR VERDADEIRAMENTE – o que foi muito importante para a minha vida hoje. E – veja só! – foi com o senhor que aprendi a importância de se honrar pai e mãe. Lembro-me mais ou menos destas palavras no COF – não exatamente com estas: falar mal dos pais atinge-nos muito mais porque na verdade estamos falando de nós mesmos. Seus alunos devem lembrar melhor desta aula.
Professor Olavo, todo o meu carinho e gratidão ao senhor por tudo que fez por mim e pela minha família!
O senhor nem imagina!
Que Nossa Senhora lhe abençoe grandemente!


 

Nando Castro:

Sobre o Olavo de Carvalho, o que eu tenho a dizer é o seguinte:
– Li a transcrição da aula “O que é milagre?” e a partir daí senti uma convicção ainda mais forte sobre a minha fé e o caminho correto que eu sempre segui na Igreja Católica, como minha família sempre me ensinou. Esse escrito apenas mostrou que todos meus parentes estavam corretos, além da riqueza de informações que eu simplesmente não sabia.
– Em agosto de 2014, o meu avô Fernando me aconselhou que procurasse os artigos do professor Olavo. Um tempo depois, ganhei um exemplar d’O Mínimo e meu avô sempre elogiava quando eu lia os artigos do professor. Em virtude de um problema na visão, ele não conseguia ler, restando para mim ou pessoas próximas o papel de ler os livros e jornais da vida. Um dia antes dele falecer, li para ele o artigo “Pobreza e grossura”. Quando terminei, ele disse: tá vendo aí? Esse Olavo é muito sensato.
– Em março de 2015, meu avô foi para a morada eterna. Um mês depois de perdê-lo, consegui o Skype do professor Olavo. Numa ocasião, liguei para ele e, sob forte tristeza, informei sobre a minha situação de saudades e dor que sentia naquele momento. Recebi conselhos que jamais irei esquecer.
– No ano passado, eu não tinha nenhuma renda. Nenhuma experiência no currículo, sem nenhuma porta sendo aberta para mim. Período de dificuldade financeira na família. Eis que ele lançou o curso “Guerra Cultural”. Fiquei louco pra fazer, mas não dava. Pedi ajuda a várias pessoas e não consegui.
– Fui no Skype e, me sentindo o sujeito mais insolente do mundo, liguei pro Olavo a fim de pedir uma bolsa para fazer o curso. Disse de cara do que se tratava e ele sequer deixou eu terminar de explicar a minha situação. Apenas disse: “tudo bem, vou falar com o Silvio e ele vai lhe encaminhar os dados. Boa sorte por aí, não desista de nada não porque você vai conseguir superar esses problemas aí”.
– A bolsa foi de fato dada pra esse sujeito aqui que o professor nunca viu pessoalmente. Além disso, já houve ocasiões em que o próprio Olavo me atendeu outras vezes, me dando vários conselhos para a minha profissão e vida pessoal.
Em tempos de assassinato de reputações sendo patrocinadas por pessoas de caráter torpe, não custa nada lembrar do cara que num recente passado me deu forças para seguir em frente, me ajudou na educação e, sem perceber, pavimentou o caminho para que eu pudesse fortalecer ainda mais a minha fé.
Diante de todos esses feitos e essa amizade entre um professor e um aluno que está a milhares de quilômetros, resta-me, apenas, expressar em poucas palavras a gratidão que tenho, portanto: obrigado, professor. Que Deus abençoe o senhor e sua família.


Espero que este meu comentário não fique muito longo, como aqueles em que aparece o link “continuar lendo” e ai quando você clica ele te joga para uma outra página e muitas pessoas simplesmente param de ler ao ver o tamanho do artigo. Se isto acontecer, por favor continue lendo.

Porque o Olavo de Carvalho, apesar de ser tão perseguido, continua angariando fãs e admiradores, que crescem a cada dia? Será que ele tem algum poder hipnótico? Usa de Programação Neo Linguística como uma pessoa falou? Será que usa algum poder místico satânico? Nada disto.
Ele se torna admirável pelo seu poder de abrir o nosso entendimento da realidade por meio de suas aulas de filosofia, seus comentário sobre a realidade política e social do Brasil e do mundo e muito mais ainda pela sua capacidade de nos dar um testemunho à sua maneira da fé cristã autêntica. Esta última, para mim é uma das mais admiráveis.

A loucura que hoje é geral na sociedade humana, não pode somente ser curada pelos estudos acadêmicos, mas pelo encontro de nossa alma com o divino, e a com a verdade. Não são poucos os que como eu, entenderam a maravilhosa fé católica e se aperceberam de sua ação libertadora em suas vidas. Sua apologética cristã, mais especificamente da fé Católica, não é de maneira nenhuma convencional, e eu diria, que é muito mais autentica porque não é direta nem imposta, mas como no método de ensino socrático, apenas nos faz reconhecer que já conhecíamos certas verdades fundamentais, somente não as re-conhecíamos plenamente. Suas explicações não são novidades estranhas, mas noções familiares, onde o que somente nos era sentido em nosso íntimo se mostra pela primeira vez expressado em palavras e conceitos.
Daí em diante, o que nos resta é aceitar o que nós mesmos já sabíamos, na maioria das vezes. Sua capacidade de unir o místico como o trivial, e dar ao segundo a profundidade do primeiro, fazendo assim a ponte que nos faltava para vermos que, longe de encararmos a fé como simples crença em algo totalmente além do real, ela é a essência mesma da vida. A fé em Cristo e na Igreja deixa então de ser algo alheio à nos mesmos para assumir sentido e unidade com nossa consciência. Daí tantas pessoas dizerem que se converteram ou voltaram à Igreja Católica com muito mais fé e convicção do que antes. Se formos procurar onde nas aulas dele ele nos ordena isto, não encontraremos nada, mas somente aquelas palavras certas que nos remeterão ao resultado de nossa conversão, assim como se consegue um resultado matemático de uma operação aritmética qualquer.

Como ele mesmo ensina, a verdade segue camadas em círculos concêntricos que vão desde verdades fundamentais e genéricas até pequenos fatos do dia a dia, mas todos eles amarrados pela linha da estrutura da realidade, que de forma nenhuma pode alijar a ação do Espírito Santo na história humana. Um filósofo que não entrasse nos meandros da Religião seria um pensador pela metade.
Nunca ficou tão patente as palavras de Jesus em que ele diz que importa que os verdadeiros adoradores do Pai o adorem em ESPÍRITO e em VERDADE.

Por isto por detrás de tanta perseguição ao nobre professor Olavo de Carvalho, existem muito mais causas invisíveis movendo fantoches humanos, do que supõe a vã percepção dos fatos dos que não o entendem.


Elpídio Fonseca adicionou 16 novas fotos.

17 h · 

São Paulo, setembro de 2017.

Em meio ao alarido dos vira-latas que, fundados em boatos e fofocas de detratores psicopatas, tentam, em vão, manchar a honra do Professor Olavo de Carvalho, cometendo contra ele crimes de calúnia, injúria e difamação, por serem incapazes de refutar, uma que seja, algumas das muitas contribuições dele à filosofia, desponta, insofismável, esta verdade:

Não tivesse o filósofo Olavo de Carvalho, nos últimos anos:

– ministrado 400 aulas (até agora) no Curso Online de Filosofia;
– escrito onze livros originais;
– elaborado o curso História Essencial da Filosofia.
– reunido, em livro, sete volumes (até o momento) seus artigos escritos no Diário do Comércio;
– ministrado centenas de aulas nos Seminários de Filosofia, entre os anos de 1997 e 2002, em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Paraná, no Rio Grande do Sul;
– escrito dezenas de orelhas e apresentações dos maiores escritores brasileiros;
– transmitido, durante 5 anos, o programa True-Outspeak, programa, à época, de maior audiência do site Blog Talk Radio;
– participado de dezenas de debates, um deles com Alexandre Dugin, do qual saiu vencedor, tendo tal livro sido publicado no Brasil e na Romênia, lá estando entre os mais vendidos.
– participado de dezenas de conferências pelo Brasil afora.
– escrito o livro, editado por Felipe Moura Brasil, O Mínimo que você precisa saber para não ser um idiota, lançado pela Record, com mais de 300 mil exemplares vendidos, a despeito do boicote total que lhe fez a imprensa, não o divulgando;

Não tivesse ele feito nada disso, e somente o ter dado a conhecer, ao público brasileiro, há vinte anos, em 1997, com O futuro do Pensamento Brasileiro (Autor) e há dezoito anos, 1999, com As seis doenças do espírito Contemporâneo (autor, Constantin Noica, tradutores Fernando Klabin e Elena Sburlea, sendo suas a introdução, edição, notas e comentários) os maiores autores romenos da geração anterior e da atual, e já seu nome mereceria figurar como o de restaurador da alta cultura do Brasil.

De fato, se, como aluno de Olavo de Carvalho, eu não tivesse ouvido falar dos autores romenos mencionados em aula, certamente não teria tido meu interesse despertado para o estudo desse idioma, há dezessete anos atrás, e o público brasileiro não teria tido acesso a autores como: Constantin Noica, Nicolae Steinhardt, Gabriel Liiceanu, Andrei Pleşu, Vladimir Tismăneanu e Lucian Blaga.

E isto é apenas um pequeno nicho dos interesses do Professor Olavo de Carvalho, para não mencionar a divulgação, para um público amplo, das obras de Eric Voegelin, inter alii.

Enquanto o Professor Olavo de Carvalho produz obras de tal envergadura, que faz a cainçada? Obra, obra, obra o excremento de que se alimenta no monturo em que vive, e para cima do qual não consegue olhar….

Que, a despeito dos ladridos ao redor, Nosso Senhor Jesus Cristo o guarde, Professor Olavo de Carvalho, por muitos anos e bons, dando-lhe força, coragem e bom-humor para continuar nessa sua grande missão recivilizadora do Brasil!

Um abraço do aluno Elpídio Fonseca.


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https://catracalivre.com.br/geral/cidadania/indicacao/filha-de-olavo-de-carvalho-revela-podres-do-pai-em-carta-aberta/

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/olavo-de-carvalho-responde-carta-aberta-da-filha/

Olavo de Carvalho atribui acusações de filha a ausência em filme

Vocês podem, por favor, abrir a página http://jconline.ne10.uol.com.br/…/filha-de-olavo-de-carvalh… e informar aos distintos jornalistas que quando eles publicaram a acusação de crime as próprias vítimas alegadas já a haviam desmentido? Já não estou aguentando mais responder a tanta baixaria vinda de tantas fontes diferentes. É uma luta de milhares contra um. Não estou reclamando, estou só dizendo que a trabalheira ultrapassa a minha força física.

http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/cultura/noticia/2017/09/18/filha-de-olavo-de-carvalho-acusa-o-pai-de-colocar-arma-na-cabeca-dos-filhos-307398.php

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http://libertoprometheo.blogspot.com.br/2017/09/carta-aberta-um-pai.html?m=1


Tobias Goulão- O Jardim das Aflições

http://www.jornalopcao.com.br/opcao-cultural/do-olavo-de-carvalho-nao-se-fala-ou-a-importancia-do-documentario-o-jardim-das-aflicoes-97125/

“Do Olavo de Carvalho não se fala”, ou A importância do documentário “O Jardim das Aflições”

Para a indignação de todos os que tecem inúmeras ofensas ao filósofo, esse momento não conseguiu passar em vão. Aquele que deveria ser relegado ao esquecimento, hoje está em um documentário tendo o seu pensamento exposto para todo o Brasil

Tobias Goulão
Especial para o Jornal Opção

“Do Olavo de Carvalho não se fala”, disse certa vez o líder comunista Milton Temer, e essa frase resumiu durante alguns anos a posição que se tomava sobre o autor. O homem de 70 anos, atualmente morando no estado da Virgínia, nos Estados Unidos, autor de livros de sucesso como “O imbecil coletivo” e “Aristóteles e nova perspectiva”, entre outros, e que durante um bom tempo constava entre os colaboradores dos veículos de mídia como revista ÉpocaO GloboJornal da TardeFolha de São PauloDiário do Comércio, passou por uma tentativa de ser relegado ao esquecimento. Motivo: atitude de denúncia do establishment brasileiro. O que a casta dos intelectuais e políticos tupiniquins esqueceu foi que não havia mais uma hegemonia na forma de exposição de ideias, no fornecimento de aulas, na difusão de conhecimento. A internet e a iniciativa particular conseguiram suprir o ostracismo que tentaram impor a Olavo de Carvalho, que ainda continuou a escrever, a lecionar e a semear em uma terra desolada. O resultado é que hoje, em 2017, não há mais como ignorar Olavo de Carvalho. Até mesmo o cinema é prova disso.

O documentário O Jardim das Aflições, lançado recentemente, em 30 de maio, e que está percorrendo as principais cidades do país, é prova da importância que Olavo de Carvalho exerce no meio intelectual, mesmo ainda sendo ignorado por muitas pessoas que compõem a intelligentsia no país. O filme dirigido por Josias Teófilo foi rodado sem nenhuma verba governamental e conseguiu, por financiamento coletivo, uma soma de 315 mil reais – um baixo orçamento se comparado às grandes cifras de filmes que são rodados via Lei Rouanet. Em uma combinação de diálogos, leituras de trechos de obras filosóficas do próprio Olavo e de outros autores, as três partes do documentário caminham, como uma escrita sinfônica à maneira que o poeta Bruno Tolentino classificava a escrita de Olavo, a um arremate belo após a grande execução.

As três partes, I Contra a tirania do coletivo, II Como tornar-se o que se é, III e As ideias dos náufragos, são uma forma de dar espaços à observação que o autor faz sobre as forças que tem ação sobre nós. Assim ele destaca o poder que o Estado exerce sobre os indivíduos, coisa que outrora não encontramos paralelo e como a esfera da ação política em busca desse controle tomou conta de todas as atividades, inclusive da religião. Após expor o avanço do controle via Estado, há uma longa exibição de como buscar a consciência de si, de como moldar a própria personalidade tentando caminhar em meio às inúmeras forças que exercem sobre nós algum poder e, mesmo assim, saber utilizar todas como meio de auxílio na nossa formação. Por fim, após o encontro com o poder, com a noção de construção daquilo que somos, Olavo fala a nós sobre aquelas ideias que levam os homens à ação, as ideias que movimentam e que acabam por construir um caminho na história humana. Como um bom estudioso das ideias clássicas, ao dialogar fica claro o ponto em que, citando Platão, nos lembra que a filosofia nos ensina a morrer; mais ainda, a filosofia acaba mostrando ao fim que peso possuem nossas ações, pois a distinção final é a que mesmo não mais presentes corporalmente nossas ações, nosso ser que, em tempos passados, surgiu e agiu não perde nada dessa condição. Aquilo que é ser, não pode ser não-ser; aqueles que realizaram alguma ação, não podem desfazê-las.

Nas escolhas de filmagem de Josias Teófilo, tudo é caminho para encontrar a figura do filósofo distante da torre de marfim que muitos intelectuais cultivam. As panorâmicas na cidade onde ele habita, o passeio na pequena livraria, as cenas em família, a reunião na sala, o tempo na biblioteca e até mesmo os relatos sobre o Olavo feitos pela esposa Roxane caminham para mostrar a integridade do que o filósofo fala e daquilo que ele vive. A montagem faz relação com toda a narrativa do documentário, sendo elemento que representa, ora de forma clara e outras simbolicamente, aquilo que Olavo está explicando. As cenas retiradas de entrevistas conferidas pelo autor, trechos retirados de filmes somados às cenas que se passam em Brasília, seja na visão aérea da catedral, seja no plano-sequência que traz a explanada dividida em tempos de impeachment, são excelentes ilustrações dos temas discutidos: poder, consciência e transcendência. Ainda é importante citar na construção do filme o peso da fotografia do premiado Daniel Aragão. Ele soube passar muito bem a atmosfera da proposta inicial de Josias: partir do livro e expandir o tema de O Jardim das Aflições. Ou seja, da tirania imposta pelo Estado, da importância de saber quem se é e do elemento transcendental no homem. Um detalhe à parte é a trilha sonora: 1ª Sinfonia de Sibelius, além de ser uma obra magistral que completa a composição do cenário o qual ambienta a vida do filósofo, é uma referência à forma da escrita do Olavo.

Mas aquilo que o documentário melhor retrata é um simples fato: o filósofo no seu exercício de filosofar. A definição que Olavo de Carvalho oferece de filosofia, “a busca metódica pela unidade do conhecimento na unidade da consciência e vice-versa”, é justamente o que está exposto em O Jardim das Aflições. No filme, principalmente na exposição da consciência de si que compõe a segunda parte do documentário, vemos esse exercício. As reflexões feitas por Olavo nada mais são que esse ato de fazer uma filosofia que esteja diretamente ligada à realidade e aos elementos circunstanciais que dão ao indivíduo a matéria-prima para ser aquilo que é. É justamente a composição de uma sinfonia que transmite a busca da unidade entre as ideias que estão em ação no indivíduo, a procura por entender a realidade que está em constante relação com essas ideias e como elas não devem ser apenas uma obra de gabinete, mas uma composição que busca justamente determinar a unidade do real. As circunstâncias, referência direta ao filósofo espanhol José Ortega y Gasset, que já foi comentado pelo próprio protagonista do documentário como um dos responsáveis por abri-lhe os olhos para fora do mundo marxista, são as condições que estão ligadas diretamente à formação de nossa realidade como pessoa. Considerar o efeito dos elementos internos e externos a nós é um dos temas que serão expostos e que dão um tom importante ao desenrolar da explicação de Olavo sobre a nossa busca para nos tornarmos aquilo que somos. Outra referência não feita no documentário, mas que pode ser percebida mesmo que levemente, é vinda do francês Louis Lavelle, que em outras situações é mencionado pelo filósofo brasileiro e que tem em seus escritos justamente uma busca por essa consciência de si, ligada a um aprofundar-se no próprio ser e um expandir-se ao encontro do outro.

O que é feito nesse exercício filosófico que vemos no documentário é aquilo que certa vez Olavo de Carvalho explicou ter visto de um filósofo de fato, não de um professor de história da filosofia. Em seu tempo como aluno do Pe. Stanislavs Ladusãns, sacerdote católico vindo da Letônia, disse que este fazia em suas aulas o exame dos problemas propostos seguindo uma linha que passava pelas respostas de vários autores até chegar a uma solução. Esse método do exame, da narrativa do problema e da observação de suas causas, efeito e solução é o que temos nas lições dadas durante o documentário.

Como lembra Eric Voegelin, autor a quem Olavo faz referência durante o documentário, filosofar é algo que deve ser feito para resgatar a realidade. Justamente essa é a obra de resgate a qual Olavo dedica boa parte de seu trabalho. É intenção dele o resgate das inteligências no Brasil, uma ação de esquecimento das ideologias e procurar, na realidade, ligar-se ao que ela é e assim buscar a compreensão da vida humana. Apelo à realidade esse que também pode ser encontrado em outro grande filósofo por vezes mencionado por Olavo em outras ocasiões, o espanhol Xavier Zubiri, que traz na sua filosofia a mesma noção de se ligar ao real e, a partir de nossa relação com ele, buscar a compreensão apartada das vias ideológicas que têm como intuito apenas nublar a verdade das ações da realidade.

Além de Voegelin, Aristóteles e Platão são outras referências citadas várias vezes durante o documentário, o que mostra a conexão entre a filosofia não como uma sucessão de ideias nas quais a cada moda se esquece os antecessores, mas como um conjunto concreto no qual se utiliza de toda a verdade que há em seu trajeto histórico até hoje, talvez uma mostra do que Mario Ferreira dos Santos fez em sua Filosofia Concreta, este que também é um autor muito estudado por Olavo.

Para a indignação de todos os que tecem inúmeras ofensas a Olavo de Carvalho, esse momento não conseguiu passar em vão. Aquele que deveria ser relegado ao esquecimento, ser tratado como pária, hoje está em um documentário tendo o seu pensamento exposto para todo o Brasil. A figura que deixou toda uma casta intelectual com muita indignação está novamente nos holofotes, o que reflete a influência que ele exerce, cada vez mais, em uma população que começa a se levantar do lamaçal ideológico em que estamos mergulhando (vide as referências diretas a ele nas várias manifestações públicas que tivemos no país). Para “um filme que não deveria existir”, O Jardim das Aflições veio dar novos ares ao cinema e uma nova visibilidade para a filosofia no Brasil.

Tobias Goulão é mestre em História pela Universidade Federal de Goiás.