Silvio Grimaldo

Silvio Grimaldo

1 h · 

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Pelo que dizem, a nota foi escrita pelo próprio Gen. Rego, que chegou com ela pronta para que o presidente a autorizasse. O BolsoTutelado não deve ter refletido direito a respeito da nota, mas nós aqui vamos ajudar o presidente a pensar melhor no que ele autorizou que fosse dito ali em seu nome.
A notinha, Presidente Jair Messias Bolsonaro, afirma que às críticas do Olavo de Carvalho aos militares “não contribuem para a unicidade de esforços” do governo. Pois bem, BolsoVader, as críticas não contribuem para a “unicidade dos esforços” do governo porque não pretendem isso. Pelo contrário, as críticas foram feitas para alertar seus eleitores, e o senhor mesmo, de que o presidente está cercado por um bando de traíras com quem não é possível ter “unicidade de esforços” alguma, porque, entenda, OS GENERAIS O DESPREZAM, Senhor Presidente!
Mourão, Santos Cruz, Rego e todos os outros milicos que o senhor enfiou aí acreditam que o Presidente é um idiota, fraco e irresponsável, um menino malcriado que precisa ser controlado.
Isso fica bem claro quando um Rego da vida o faz assinar uma nota chamando, na prática, de inimigo do governo, um amigo e aliado, que foi o único a defendê-lo continuamente e sem poupar esforços desde quando o senhor era motivo de piada do CQC, lembra? Eu lembro!
Quando o General Mourão curtiu a publicação da Rachel Sheherazade em que ela o acusava de ser motivo de VERGONHA NACIONAL, afirmando que ele, Mourão, ele sim era um gostosão que deveria ocupar seu lugar, quando ele fez isso, acenando positivamente para críticas da imprensa à sua pessoa, com as quais ele certamente concorda, veio algum Rego lembrá-lo de que isso não contribuía “para a unicidade de esforços”? Não. Mas veio o Olavo de Carvalho alertá-lo.
As inúmeras vezes que Mourão veio a público desdizer o Presidente, ou fazer afirmações claramente contrárias ao programa de governo e desalinhadas com as propostas da campanha, como no caso da legalização do aborto, seu porta-voz veio pedir uma notinha para manter a “unicidade de esforços”? 
Quando ele e os outros foram à imprensa criticar seus filhos, em que isso contribuía para a “unicidade dos esforços” do governo? Em nada. E quem os defendeu? Olavo de Carvalho!
Quando Santo Cruz mandou o Brigadeiro Machado ao MEC para sabotar, sem que o senhor soubesse, a Política Nacional de Alfabetização do prof. Carlos Nadalim, algum milico foi alertá-lo de que isso “não contribui para a unicidade de esforços”? Não! Quem defendeu o projeto, que consta da sua proposta de campanha e da sua mensagem ao Congresso Nacional, e impediu que ele fosse entregue ao tucanato educacional, foram os alunos do Olavo de Carvalho, fiéis ao Presidente. 
E as tentativas do generais do Planalto de derrubar o ministro Ernesto Araújo? Isso não compromete a “unicidade dos esforços”? E quanto à tentativa dos militares tomarem a APEX? Quem é que não contribui para a “unicidade dos esforços” do governo?
E quando, presidente, militares dentro do Planalto conspiram bem debaixo do seu nariz para substituir o chefe do Gabinete Pessoal do Presidente da República, o Major Pedro, porque ele é “apenas” um PM, seu amigo pessoal de anos, mais fiel ao bolsonarismo do que ao corporativismo da caserna, quando fazem isso, quem joga lama na “unicidade dos esforços” do governo, Olavo de Carvalho ou esses homens fardados que o obrigaram a assinar essa nota embaraçosa, que fez com que seu próprio filho se envergonhasse de tamanha covardia? 
Infelizmente, Presidente Bolsonaro, o senhor tem dado mostras cada vez mais clara de que quem manda no governo é o Exército e não o presidente escolhido por 57 milhões de brasileiros. A presidência está claramente sendo tutelada. Não foi para isso que votamos em Jair Bolsonaro.

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Andrius Paulo Batista

Andrius Paulo Batista

2 h · 

Deixei o protestantismo, sou agora e para todo sempre adepto ao catolicismo.

Não foi uma mudança repentina e equivocada, eu diria que foi uma consequência de estudos e minha dedicação por inteiro em ser um escravo da verdade, pois, como bem disse o padre Sertillanges “a verdade só serve a seus escravos”. Graças ao bom Deus eu conheci o Olavo e sua obra, seus vídeos, artigos e livros que foram essenciais para minha conversão.

A todos os protestantes eu só tenho a dizer uma coisa: scientia vincit malitia!

Ícaro de Carvalho

Ícaro de Carvalho

22 min · 

O Olavo postou, agora há pouco, que se tivesse um patrocinador tornaria o curso online de filosofia gratuito e que em uma geração veríamos diferenças enormes.

Não duvido.

O que me chamou atenção foi a reação do meio: as pessoas começaram a falar em Luciano Hang e em outros multimilionários, como se, de fato, você precisasse de bilhões para patrociná-lo.

Em uma conta rápida, de padaria, que pode estar errada, estimo que o COF gere uma receita bruta de 3 milhões de reais por ano. Imagino que o imposto orbite os 15%. Como não sei o custo, ignorarei.

São 3 mil produtos de mil reais ano. 250 por mês.

Ou 6 mil produtos de quinhentos. 500 por mês.

Isso sem contar programas de treinamento, documentação histórica, direito de publicação e uso de imagem, eventos ao vivo, produtos high ticket para escolas e profissionais da educação…

O Olavo é uma marca incrível que, na semana passada, ocupou meia hora do horário nobre da Globo. Que está nas capas de jornal dia sim outro também.

As dúvidas são todas sobre a disposição do professor em tornar-se marca e justificar esse investimento — afinal de contas nenhum empresário assinará um cheque desse porte por mera liberalidade.

Financeiramente se justifica — e muito!

O Olavo é uma marca que eu avaliaria, sem medo, com a capacidade de produzir entre 15-20 milhões de reais anuais, isso explorando apenas a sua imagem na internet. Uma rede de escolas, em formato de tranquia, sob a sua tutela intelectual, adicionaria mais 8-10 milhões anuais às contas.

Ter razão nunca foi tão rentável. 🙂 ❤️

Ana Berger

Ana Berger

4 h · 

https://gshow.globo.com/programas/conversa-com-bial/episodio/2019/04/11/videos-do-episodio-de-conversa-com-bial-de-quarta-feira-10-de-abril.ghtml

Prof.Olavo de Carvalho foi brilhante nas respostas dadas ao Bial.Sinto muito ter que ver um homem como Olavo de Carvalho ser usado como chamariz para manter a audiência do programa para o dia seguinte,linkando na mesma abertura um zero a esquerda como Jean Willis.Como em sã consciência alguém pode achar que a lhama cuspidora está na mesma altura de um homem como Olavo de Carvalho?Ao contrário de Olavo,Jean deixou o Brasil por não ter mais espaço para “figuras vazias”como ele.Quantos livros esse screveu que ficarão para o sempre?Como Bial se atreve chamar esse BBB em fuga, de patriota?Qual foi a real intenção de Bial? Só e tão sómente de ressucitar o seu próprio livro(uma biografia de Roberto Marinho) que deve ter sido esquecido e de tentar promover mais um pouco do gramscismo que Jean prega.Citou de forma desnecessária FHC e de forma asquerosa deu a entender que nesse novo século podemos aceitar ser comunistas e de direita ao mesmo tempo,pois sabem que perderam.Isso só até se um dia, Deus nos Livre,eles voltarem ao poder…Aí a coisa muda de figura e eles tentarão enterrar a direita novamente. 
Mas fico feliz que a armadilha não funcionou e quem dominou toda a entrevista foi o nosso professor,deixando em muitos momento Bial “meio gago”.
Olavo de Carvalho foi quem na realidade deu o ritmo da entrevista respondendo com serenidade a todas as tentativas ridículas de Bial de desabonar e diminuir Bolsonaro.Como exemplo,negar o enorme sucesso político,comercial e diplomático de Bolsonaro, nas visitas ao exteriror e de como foi recebido por Trump e Bibi.Tentou diminuir a figura de Bolsonaro a todo o custo como governante.Elogiou Lula em relação a frase de Obama sobre o sapo presidiário ser “o cara’levando Olavo a quase dar uma sonora gargalhada e recebendo uma resposta das mais adequadas onde o professor deixa claro que Obama é considerado o pior presidente que os EEUU já tiveram…Em resumo um jornalista comunista sendo comunista e o Prof.Olavo de Carvalho fazendo o que melhor faz que é mandar “comunistas tomarem no cú” …

Leonardo Flávio

Leonardo Flávio

Seguir · 9 de abril ·  Jordan Peterson, psicólogo clínico e de origem canadense. Olavo de Carvalho, professor, filósofo e escritor brasileiro. O que eles tem em comum? Trabalham através da retórica deliberativa, onde certamente aprenderam lendo Aristóteles, segundo um dos escritos do filósofo, Aristóteles analisa e fundamenta os três gêneros retóricos: político ou deliberativo (que procura persuadir ou dissuadir), singularidades perceptíveis na pessoa do Olavo e do Jordan. Um olhar inteligente do passado ocidental. Poucos conseguem obter este olhar, porque estão presos ao orgulho. Não aceitam nada que venha do passado. Ainda mais se tratando de bons costumes. Só aceitam o pior de lá; a libertinagem marxista. 
Olavo e Peterson trabalham a arte cintilante da realidade dos fatos que abrange o mundo e suas faculdades distintas. Dois seres que ousam enxergar os lados mais complicados e obscuros da história política como um todo e, — eu me refiro as doze camadas da personalidade humana de Olavo de Carvalho, e também, claro, a síndrome do Peter Pan de Jordan Peterson que, através destas conjunções verbais, buscam eles abrir aos olhos do descrente que conscientemente ou inconscientemente, seguem algum erro destrutivo ao caráter que por suas vez, atrela a alma própria, ou, centenas de pessoas, isto é: centenas de almas. O papel do Olavo e do Jordan, soa para mim um grande sinal; libertar estas pobres almas do inferno que se encontram.

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Flávio Lindolfo Sobral

25 min · 

Com o risco de ser solenemente mal interpretado, eu escrevi aqui que o Brasil precisa de uma renovação cultural, seja à esquerda ou à direita, e quando mencionei a esquerda não era um ensaio de vira-casaquismo mais a constatação de um fato: a esquerda tem mais know-how para investidas na cultura do que esta direita que está aí. Na direita, a única chance de acontecer uma renovação cultural é através do projeto pedagógico do professor Olavo de Carvalho, o famoso COF. 
Já falei também da possibilidade imensa de gente esquerdista de absorver alguns ensinamentos do professor e usá-los para o movimento. Obviamente são poucos que podem fazer isso, mas não é necessário muitos, desde que sejam pessoas com capacidade de fazer a roda girar, ou seja, articulação, influência e comando. É preciso lembrar as entrevistas dadas por José Dirceu durante as eleições. Jamais vou esquecer de suas palavras elogiosas, quase lambendo os beiços, das movimentações de rua do povão.
A única forma da esquerda entrar no páreo será um investimento no imaginário popular. Não com aquele papo de “retorno às bases”, pois sua base não é o povo, mas sua militância, e a opinião dela não passa de ecos da própria voz da liderança do movimento.

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