Hélio Angotti Neto

Hélio Angotti Neto está com Roxane Carvalho.

4 h · 

FILOSOFIA E POLÍTICA

A obra filosófica de Olavo de Carvalho alça vôos internacionais há mais de uma década. Suas análises políticas, profundamente enraizadas em conceitos filosóficos muito bem fundamentados, são capazes de prever eventos e explicá-los com vinte anos de antecedência.

Quem estuda a obra de Olavo de Carvalho também se encontra em círculos internacionais que estudam autores como Voegelin, Rosenstock-Huessy, Wolfgang Smith, Xavier Zubiri e muitos outros.

Olavo de Carvalho – gostem dele ou não – é e permanecerá como uma referência cultural histórica em nosso país e, muito provavelmente, no mundo. Sua obra escrita já conquistou o devido reconhecimento entre os grandes e já começa a ser publicada em outras línguas. Sua obra ainda não publicada soma o suficiente para dezenas de grossos volumes filosóficos, e está a caminho para o desespero dos medíocres e invejosos que amargam o próprio fracasso.

Pessoalmente, utilizei sua filosofia para aprimorar meus estudos de filosofia da medicina. Em breve, se tudo der certo, mostrarei alguns resultados na obra BIOÉTICA: VIDA, VALOR E VERDADE. O livro é uma breve estruturação de princípios ontológicos e epistemológicos para refletir sobre a ética na saúde e uma singela homenagem à obra filosófica de Olavo, que muito me ajuda a buscar coerência entre o que aprendo e o que sou.

Uma leitura fundamental para quem se interessa pela política é o debate entre Olavo de Carvalho e Alexandr Dugin: “Os EUA e a Nova Ordem Mundial”. O curso de Filosofia Política, disponível no Seminário de Filosofia, e suas apostilas também são leituras essenciais. E todas as análises e reflexões estão amparadas pelo arcabouço filosófico muito bem descrito por Ronald Robson, no artigo: https://www.recantodasletras.com.br/artigos-de-cul…/5037101…

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Eduardo Levy

Eduardo Levy

7 h · 

“E é! E é!” — Olavo de Carvalho, reafirmando alguma de suas teses aparentemente malucas, no que se tornou um bordão satírico da comunidade masturbatória “Olavo de Carvalho nos odeia”, do Orkut.

“Agradeço à (sic) Deus…” — Primeira frase, e das melhores, de tese de doutorado revisada pelo autor e aprovada suma cum laude et bolsa do CNPq

“Meus alunos de redação escrevem muito melhor que meus colegas de faculdade.” — O autor, respondendo a um desavisado que lhe pedira opinião sobre o curso de Letras.

“Você só está preparado para ser um filósofo quando aguenta ter razão sozinho, sem poder comunicar o que sabe a ninguém.” — Olavo de Carvalho, Curso Online de Filosofia (citação de memória)

“Peço de vocês o seguinte: Deixem de lado o meu modo de falar e considerem esta coisa mesma e apliquem suas mentes a ela: Se as coisas que eu digo são ou não justas.” Apologia de Sócrates, 18a

Já que são tempos sombrios estes em que vivemos, e como já passa da meia-noite, hora que, segundo Machado de Assis, apavora, dirijo-me a um terreno baldio, em companhia somente de uma cabra vadia a devorar o cenário, e quebro meu longo silêncio autoimposto para lhes contar uma que eu não diria ao padre, ao psicanalista nem ao fantasma do Nelson Rodrigues, depois de morto.

Leio tudo o que Olavo de Carvalho escreve desde 2004 e ouço tudo o que diz desde 2009. Nesta época, ele já realizara proezas como narrar a história política futura do Brasil com uma década de antecedência (v. “A nova era e a revolução cultural”, 1993); dizer a um incrédulo Pedro Bial (1996), que a esquerda brasileira pretendia retomar aqui o que fora perdido na União Soviética (v. Youtube e o documentário “O Jardim das Aflições”) e prever (1994) que o Islã tomaria a Europa desde dentro (v. “O Jardim das Aflições”, o livro). Assim mesmo, à razão de uma vez por mês, o homem soltava, quase que por compulsão, algo que faria o D. Sebastião de Fernando Pessoa corar. Como o resto era muito bom, eu fingia que não ouvia, como quem releva despautério de criança, e continuava lendo os livros e ouvindo as aulas.

Calhava, invariavelmente, que uns dois anos depois — mas às vezes uns dez — vinha da realidade a prova de que a afirmação alucinada estava certa. É que parecera lunática apenas porque Olavo via mais, melhor e mais longe não só do que eu, mas do que todos aqueles cujos olhos eu buscava quando os meus falhavam. Ríamos dele como liliputianos que só enxergam o edifício em frente riem de Gulliver por ver a cidade inteira. De modo que aprendi (mas não muito bem…) a esperar em silêncio reverente e surpreso quando vinham aquelas afirmações insanas.

Assim, quando eu me entusiasmava com Ted Cruz e considerava (eu e a audiência do Super Bowl), que a candidatura de Donald Trump era uma piada que nem o próprio levava a sério, vi, pálido de espanto como numa crônica rodrigueana, Olavo afirmar que Trump era o único candidato republicano com chances de vencer e, aliás, o melhor também. Quando eu me contentava que a grande excitação direitista desse num Doria qualquer, ereção que de muito reprimida se torna meia-bomba e não leva ao orgasmo, lá vinha aquele maldito maluco afirmar — estamos em 2015 — que um tal de Bolsonaro, que e eu e as pesquisas eleitorais mal conhecíamos, era não apenas o melhor candidato, mas o único candidato viável.

Eis o que eu queria dizer: Não pode haver diversão maior do que ver todo jornalistinha de política metido a besta, orgulhoso de um diploma que não seria capaz de obter quando os diplomas valiam algo, obrigado a acompanhar e relatar as publicações do Olavo no Facebook, comentá-las com desdém infinito e receber em resposta uma cacetada da qual, ainda que sua carreira possa se recuperar, seu ego jamais poderá. Esses pobres-diabos, que tratam o homem mais lúcido vivo (observem que eu não disse “do Brasil”) como um guru patético, um ideólogo de meia-tigela, um lunático engraçadinho, mero bobo da corte a quem toleramos porque nos faz rir e até diz umas verdades de vez em quando, não fazem a menor ideia de no quê estão se metendo. Se por nenhuma outra razão, a eleição de Bolsonaro terá valido a pena por esta. Ou, em outras palavras, e para não fugir ao mestre: Vai todo o mundo tomar no cu.

P.S.: Não me lembrei disto enquanto escrevia, mas vá a correção em edição: Nada pode ser mais simbólico do que o fato de que no mesmo dia em que meia dúzia de jornalistas e políticos que ninguém sabe quem é proclamava a irrelevância do Olavo este se encontrava com Steve Bannon. E, notem, não foi o Olavo que foi ao Bannon, mas o Bannon que foi ao Olavo, indicação clara da hierarquia de importância entre os dois (e ninguém duvide de que o Bannon, bom americano que é, tinha plena ciência dessa indicação ao ir à casa do Olavo).

Bernardo Pires Küster

Bernardo Pires Küster

9 h · 

O dia do benefício é a véspera da ingratidão mesmo. Luiz Miranda (DEM-DF), que liderou a viagem dos deputados do PSL à China, garantiu ao UOL que irá PROCESSAR o prof. Olavo de Carvalho por difamação nas redes sociais. Se for verdade, aparentemente ser chamado de caipira, palhaço e analfabeto – adjetivos usados pelo professor – é algo gravíssimo demais para um deputado marmanjo suportar! Parece que nunca levou puxão de orelha na vida. Eu mesmo já ouvi coisa pior e saí por cima.

Quem é o deputado do DEM? Luiz Miranda é mesmo que teve profundas simpatias por Ciro Gomes nessa corrida eleitoral e que, na última hora, foi para o lado de Bolsonaro como se nada tivesse acontecido. Parece-me que ele e sua empresa enfrentam vários processos complicados na Justiça. É o mesmo Luiz Miranda que, segundo fontes do Terça Livre e antes da viagem à China, já pretendia fechar contratos com a empresa chinesa Huawei para o esquema de reconhecimento facial.

E MAIS! Luiz Miranda está sendo investigado por compra de votos, porque teria distribuído iPhones a eleitores e abusado de seu poder econômico, e as provas são muito consistentes. O processo está nas mãos do corregedor Regional Eleitoral, desembargador Waldir Leôncio Júnior (processo 0603108-57.2018.6.07.0000).

Luiz, acho que tu tá precisando de um videozinho mais detalhado.

Rafael Fiorott

Rafael Fiorott
17 de janeiro às 19:08

Lembro que, quando trabalhei na China, o governo me cadastrou como uma pessoa de interesse, já que eu trabalharia com mapas digitais.

Semanas após a minha chegada, fui submetido a extensos exames para levantar vários aspectos da minha saúde, incluindo formação óssea do corpo inteiro, exames cardíacos, respiratórios, bem como para doenças venéreas e HIV.

Qualquer movimentação de saída e entrada era acompanhada por perguntas pelas autoridades nos aeroportos.

Nossa empresa era objeto de “batidas”, que objetivavam entender que tipo de informação de mapeamento já havíamos coletado.

Toda e qualquer mapa ou informação espacial que buscamos em agências governamentais nos foi fornecido, nas raras oportunidades que tivemos sucesso em obtê-los, somente após a introdução de um erro de localização.

Estas são apenas amostras de como o governo chinês lida com informações sensíveis e dados de inteligência no dia a dia.

Não vou nem entrar no mérito do great firewall, do social score e laogai. Pesquisem.

Aceitar um convite destes com todas as despesas pagas, ficando no hotel que o governo escolheu, é sim de uma bur.., digo, inocência gigante.

Os chineses coletarão informação de inteligência desde o aeroporto. Usou o Wi-Fi do hotel? Parabéns, o governo chinês agora terá os logins de redes sociais e e-mails de todos os parlamentares, que darão acesso à inteligência de tantas outras pessoas do entorno do grupo de apoio do governo.

Sem falar na possibilidade de estarem sendo filmados em seus próprios quartos, também com o objetivo de coleta de inteligência.

Parlamentares do PSL e setor de inteligência do governo Bolsonaro: não vou chamá-los de burros, talvez de ingênuos. Mas, gostem ou não, Olavo tem razão.

Paulo Antônio Briguet

Paulo Antônio Briguet está com Roxane Carvalho e outras 7 pessoas.

3 h · 

A PAUTA É NOSSA! (Crônica da Bolha de S. Paulo)

Redação da Bolha, final de tarde. O repórter entra esbaforido na salinha do editor:

— Chefe, chefe, olha aqui! O Murilo Meneses, aquele olavete que ia cuidar do Enem, acaba de ser exonerado! Deu no Diário Oficial.
— Bom trabalho, meu garoto. Buahahaha! Agora vamos fazer uma manchete bombástica. Bota aí: “MEC recua e exonera diretor do Enem que chamou professores de ‘palhaços’”.
— Mas, chefe, ele não chamou os professores de ‘palhaços’. Ele disse ‘manipuladores’, e se referia apenas a alguns.
— Quiquéisso, rapaz? Virou bolsominion? Andou vendo o COF escondido?
— Não, chefe. Sou #Elenão até o fundo da alma. Acho que a gente pode botar ‘manipuladores’ entre aspas, afinal ele pronunciou a palavra. Está neste vídeo do Youtube, exatamente em 2h14min42seg. Mas tem que prestar bastante atenção, senão você não escuta.
— Então quiéquitá esperando? Publica logo essa merda!

(Passam-se alguns minutos.)

— Chefe, desculpe incomodar. A gente achou outra coisa no Diário Oficial.
— O quê? Mais um olavete foi defenestrado? Ah, esse colombiano parecia macho, mas na verdade é um bundão.
— Não, chefe. Na mesma edição do Diário, na página seguinte, tem uma nomeação do Murilo.
— Quiquéisso? Quiquéisso? Ele foi nomeado pra quê?
— Pra outra função no Enem. Parece que é a mesma coisa, foi só um erro burocrático.
— De jeito nenhum! De jeito nenhum! Ficou doido, guri? Nada me tira da cabeça de que você anda assistindo o COF.
— Imagina, chefe! Filosofia pra mim é Karnal e Tiburi. Nem sei quem é Mário Ferreira dos Santos… Mas acho que desta vez o MEC não recuou, foi só uma falha burocrática, na hora da digitação.
— De jeito nenhum, garoto! Se nós usamos a palavra recuo, é porque HOUVE recuo. Lembre-se de nosso slogan: “A narrativa acima de tudo, Lula acima de todos!”
— Então o que é que eu escrevo?
— Bota aí: “MEC recua e dá prêmio de consolação para diretor exonerado que chamou professores de palhaços”.
— Manipuladores, chefe.
— Tá, cacete, manipuladores. Mas muda logo esse negócio. O importante é dar destaque para o “prêmio de consolação”. E põe aí também: “O governo recuou e depois recuou do recuo”.
— OK, chefe. Só mais uma pergunta.
— Desembucha, guri.
— E se o cara fizer mudanças na prova do Enem? E se ele tirar a lacração e colocar a cultura? E se ele substituir a vovozinha lésbica por poemas de Camões?
— Moleque! Você virou aluno do Olavo, confesse! Fora daqui! Fora daqui!

Bruna Luiza

Bruna Luiza

51 min · 

Então você quer ir à China?

Então você se elege deputado federal e resolve aceitar um convite para uma viagem à China, sem avisar seu partido ou consultar seus eleitores.

Você não vê mal em fomentar relações entre os países, e acredita que isso será positivo para o Brasil. Quando a viagem se torna pública, e as críticas aparecem, você não entende o motivo, e fica bravo com Olavo de Carvalho por criticá-lo. Como ele ousa, afinal? Ele não sabe nada de Brasil, nem de China, brada seu ego em auto-defesa, enquanto passa instruções aos assessores do conforto da cama do hotel 5 estrelas bancado pelo governo chinês.

Mas Olavo sabe, sim, do que está falando. Em 2018 ele já previa que você seria convidado para essa viagem, e o racha que isso causaria. Vejamos o que ele disse há mais de um mês (em 8 de dezembro de 2018):

“O que eu condeno é o sujeito subir rápido demais sem estar preparado. Então, prestem atenção ao tamanho do inimigo que você enfrenta, é um negócio de escala mundial.

Eu estudo isso há cinquenta anos, vocês não têm idéia do que é um negócio chamado KGB, do que é o Serviço de Inteligência Chinês, vocês não têm idéia da magnitude dos intelectuais que dirigem isso.

Esse pessoal é capaz de fazer picadinho de qualquer partido conservador latino-americano em dez minutos.

Eu vou lhe dizer algo simples, por exemplo: que recomeçaram as negociações com a China, negociações com bases mais equitativas, e quem vai conduzir é o presidente Bolsonaro e ninguém mais. O que a China faz?

Manda um convite para cada deputadinho: ‘venham aqui discutir um pacto comercial conosco’. Num instante, por uma porcaria de conjunto de passagens aéreas, dissolvem a unidade do movimento, isola cada um para conversar particularmente com a gente. E os idiotas caem nessa armadilha.

Isso o que é? Falta de preparo, não estudaram o assunto tempo suficiente, alguns não estudaram nada”.

Como é possível que Olavo tenha previsto isso? Bem, não importa. O que importa é que agora você será deputado e precisa defender sua decisão. Então o que fazer? Já sei: vamos usar dados do comércio. Comércio é bom e todo mundo gosta. Foi pensando na economia brasileira que vim! Como sou articulado, hein? Vou dizer, irônico que sou, que “o mínimo que você precisa saber para não ser um idiota” é repetir uns números de balança comercial e pronto.

Mas, novamente, Olavo previu isso. Ele sabe o que está acontecendo, entende o cenário e as relações entre Brasil e China muito antes de você googlar os números de comércio bilateral. Pior. Esses dados já foram destroçados pelo professor e desmontados. Não existe balança comercial positiva quando o requerimento da relação de troca pede que o Brasil realize doações bilionárias a ditaduras. Vejamos o que Olavo previu e explicou em novembro de 2018:

“Ano passado o comércio com a China nos deu 20 milhões de superávit”, muito bem. A China só fez isso porque o governo Lula e Dilma e o Temer também estavam distribuindo dinheiro para os amigos deles, os amigos da China: Cuba, Angola, Venezuela, etc: 1 trilhão. Levamos 20 milhões e distribuímos 1 trilhão. Que beleza, né? Claro que se o governo parar de representar vantagem política para a China, acaba o comércio na mesma hora. Comércio com a China é escravidão. Isso é óbvio e todo mundo deveria saber disso. Vai perguntar para o Tibet se é bom conversar com a China. Agora, para os EUA, é bom, porque a riqueza da China é quase feita toda de dinheiro americano. Outra coisa, tem gente que chega a ser tão idiota que ultrapassa a medida do acreditável. Por exemplo, Mino Carta acha ruim comerciar com Estados Unidos e acha que deve comerciar com a China. Mas a China só quer saber de comerciar com os Estados Unidos, meu deus do céu. Por que os EUA é bom para a China e é ruim para nós? Essa coisa anti-americana pueril é coisa de estudantezinho comunista de 1950, naquele tempo havia um livrinho que os comunistas distribuíam, a Editora Brasiliense, que é comunista para caramba, chamado “um dia na vida do Brasilino” e tudo o que ele consumia era americano. Só que se você retirasse todos aqueles produtos, o Brasilino retornaria à Idade da Pedra. Tem essa mentalidade ainda. É encrenquismo. Agora encrenquismo com a China não tem, embora estejamos de fato entregando tudo para a China. Essa burrice já passou do limite no Brasil.”

Como é possível que Olavo tenha previsto tudo isto? É difícil entender, querido deputado?

Se escapa ao seu entendimento, e se você não sabe mais como responder, talvez fosse melhor para você, e melhor para o Brasil, pegar sua malinha e voltar para casa antes que as demais previsões dele se cumpram e o seu vexame piore.

Ps: eu conheço a China, eu moro no Brasil, eu tenho formação em relações internacionais e conheço todos os dados da balança comercial. Mantenho: Olavo tem razão.

Antunes Fernandes


28 min · 

A discrepância entre os admiradores do professor Olavo e seus desafetos é tanta, que eu duvido que tenha existido exemplar semelhante em toda história humana. Ontem o professor recebeu em sua casa o Steve Bannon, ex estrategista chefe da Casa Branca, líder da campanha do Trump e um dos caras que mais conhece de política americana no mundo. Este cara visita o Olavo, ouve com humildade o que ele tem a dizer, troca idéia com respeito e posa para foto. E tem o Alexandre Frota, QUE É O ALEXANDRE FROTA, que quer passar pito no Olavo naquele tom de “Beleza Olavinho, você já deu a sua contribuiçãozinha, agora deixa com nós, os homens da ação”.

E nada mais precisa ser dito.