12.7.2018

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O voto ser eletrônico ou impresso faz pouca diferença, se os responsáveis pela apuração quiserem roubar. Na época em qjue Stalin disse “Não importa em quem os eleitores votam, só importa é quem conta os votos”, nem havia voto eletrônico.
O que interessa, portanto, é colocar fiscais e olheiros em tudo quanto é seção eleitoral, todo mundo com cara de “Roube um voto e eu corto o seu saco”. Gente na rua exigindo honestidade, aos berros, também ajuda.

Nos bons tempos em que voto eletrônico não existia nem em imaginação, ninguém perdia tempo trocando os votos impressos um por um. O pessoal trocava logo urnas inteiras ou zonas eleitorais inteiras.

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Nos bons tempos em que voto eletrônico não existia nem em imaginação, ninguém perdia tempo trocando votos impressos um por um. Trocava urnas inteiras. Vocês são jovens, não se lembram disso.

Para quem confia em voto impresso. Na primeira eleição da ABDE, Associação Brasileira de Escritores (depois União Brasileira de Escritores), o Carlos Drummond de Andrade teve de defender a pontapés a lista dos votos, que os comunistas tentavam roubar. Como dizia o Marques Rebelo, as moscas mudam, mas a merda é a mesma.

A democracia não dá direitos a ninguém. Só dá, aliás tanto quanto as ditaduras, uma oportunidade de defendê-los na porrada.

A mim pouco me importa se o regime é bom ou ruim. O dever de lutar pelo que é certo é o mesmo nos dois casos.

Essa mania idiota de milico burro de espalhar documento falso só atrapalha.

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O invejoso, quando se contorce de dores ao ver que alguém é melhor que ele, tenta consolar-se acusando-o de não ser melhor que Deus.

Atenção:

https://editora.centrodombosco.org/
O SEGUNDO TOMO DA TEOLOGIA MORAL E A PRINCIPAL BIOGRAFIA DE SANTO AFONSO!
FRETE GRÁTIS: digite o cupom “fretegratis200” ao fim da compra.

A Teologia Moral de Santo Afonso Maria de Ligório compreende 7 livros e a primeira campanha desta obra lançou o livro I, que versa sobre a Consciência e a Lei. Graças ao apoio de todos vocês foi possível antecipar a tradução do latim dos dois livros seguintes desta obra magna, que é uma das maiores da história da Igreja! Assim, O TOMO II CONTEMPLARÁ OS LIVROS II E III DA TEOLOGIA MORAL!
O livro II traz uma análise das virtudes teologais – Fé, Esperança e Caridade – sob a ótica da teologia moral, tratando de questões como: se é lícito em alguma ocasião negarmos a fé verdadeira publicamente ou professarmos uma fé falsa; se estamos obrigados a dar esmola dos bens necessários para a vida; e se é lícito cooperar com o pecado do próximo.
Já o livro III versa sobre os preceitos do Decálogo e da Igreja. Daí decorre uma série de questões que precisam ser analisadas pelos confessores no dia-a-dia. Por exemplo, quanto ao primeiro mandamento, o Doutor da Igreja analisa problemas relacionados com as superstições, as idolatrias e o uso da astrologia para prever o futuro das pessoas.
A presente campanha ainda trará a possibilidade de adquirir a principal biografia de Santo Afonso Maria de Ligório, escrita em dois livros pelo pe. Berthe. Reuniremos as duas partes em um único volume!
Diante do sucesso da primeira campanha, esta segunda servirá para cobrir os custos de revisão (que também são altíssimos), diagramação e impressão dos livros II e III que virão juntos nesse tomo II. Bem como antecipar os gastos de tradução do livro IV. Todo lucro da presente campanha será destinado à antecipação de futuros desafios editoriais do Centro Dom Bosco, para maior glória de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Viva Cristo Rei!

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Não imaginem que a sociedade brasileira pré-68 era um paraíso. Eu vivi nela. Era uma bosta. Entre o imoralismo e o moralismo, o que eu escolho mesmo é dar no pé.

O Brasil pré-68 era om reino dos moralistas engomadinhos, que nunca tinham pensamentos impuros porque estavam sempre ocupados sondando os dos outros.

Naquela época (da qual ainda restam sobreviventes), o suprassumo da virtude era ser o primeirão a apedrerjar a mulher adúiltera.

O Sidney Silveira está montado na razão quando diz que os católicos tradicionalistas brasileiros piraram da cabeça. Mas a raiz da loucura vem de meio século atrás. São idéias cristãs que, amputadas de todo senso das proporções, passam por cima dos dois mandamentos supremos e começam a mandar no mundo.

A Revolução Sexual, que no início parecia até um alívio, também pirou. A raiz de toda loucura ideológca é a absolutização do relativo.

Dostoiévski, pela sua experiêcia na prisão, observou que entre os criminosos há por vezes mais ética do que na sociedade “normal”. Decorrido um século, essa observação ocasional tornou-se o princípio universal marcusiano que faz dos criminosos os juizes da sociedade.

A ÚNICA coisa essencial, na educação, é aprender a distinguir entre o universal e o particular, o essencial e o acessório, o divino e o humano. Mas em geral a educação ensina tudo, menos isso.

O Primeiro Mandamento institui o senso das proporções como obrigação universal incontornável. Deus considerou perfeitos muitos homens que, no julgamentop de hoje, seriam condenados como pecadores contumazes.
 
Na quase totalidade dos casos, os seres humanos sentem-se mais culpados do mal que lhes acontece que do mal que eles próprios fazem.
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11.7.2018

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É verdade que eu fodi com tudo, mai tem uns carinha aí na tar direita que tá fodênu é cum nói mêrmu.

Mais um quadro maravilhoso do John Paul Strain que vai para a minha parede.
Legendas:
SOLDADO: – Quem é o tal sujeito que fodeu com tudo?
ESPIÃ: – É aquele ali, ó.

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John Paul Strain é pintor e historiador. Escreve a história da Guerra Civil e pinta cada episódio.

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Só quem tem a mentira no sangue pode mentir constantemente com algum proveito. O mentiroso ocasional ou reativo sempre se ferra. Em torneios de mentiras, os comunistas vencerão sempre. A única maneira de vencê-los é pela força maciça da rejeição popular. E para a população odiá-los, é só contar a ela o que eles fazem. Só que não é possível fazer isso e ser bonzinho com eles ao mesmo tempo.

Se, durante os vinte anos em que governaram o país, os militares tivessem mandado as TVs exibirem constantemente documentários sobre as atrocidades comunistas, a esquerda jamais teria voltado ao poder.

Até o dia da eleição, vão espoucar crises, simulacros de crises e mil propostas de emergência para a solução de toda sorte de crises. Não liguem. Não parar, não precipitar, não retroceder.

Só três coisas interessam: (1) Garantir que haja eleições; (2) Garantir que o Bolsonaro estará na lista de candidatos; (3) Garantir, por todos os meios, a apuração mais honesta possível. O resto é frescura.

Se soltarem o Lula, não liguem.
Se disserem que os tanques estão nas ruas, não liguem.
Se o MST tocar fogo no planeta, não liguem,
Se houver invasão de extraterrestres, não liguem.

Nada de abstenção, voto nulo ou em branco. Pela primeira vez em décadas temos um candidato que personifica a vontade do povo, e vamos perder essa oportunidade?

Luigi Amendola Professor, tem alguma sugestão pra dar um jeito no STF?

Primeiro, eleger o presidente da República.

 

10.7.2018

Daniel Ferraz

O livro do Prof. Sidney Silveira, “Cosmogonia da Desordem”, é crucial tanto para os interessados em estudar os porquês de estarmos nesse estado de coisas no Ocidente, como para àqueles que querem conhecer à verdadeira gnosiologia ocidental, estruturada pelos verdadeiros filósofos clássicos e medievais. Resgata, de maneira deveras detalhada, a tradição metafísica que fora subvertida pelas filosofias modernas e suas falsas premissas; os verdadeiros significados das artes, das leis, da liberdade, da Pólis, da política, das ciências, da religião, de Deus, etc., etc., trazendo o melhor da filosofia aristotélico-tomista. Enfim, vale MUITO a pena ler e reler os diversos artigos dessa Exegese com sincera atenção! Muito obrigado por esse trabalho, Professor!

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O texto abaixo, distribuído como de minha autoria, NÃO É MEU. É pura macaqueação. O estilo é ginasiano e cheio de cacoetes típiicos dos “serviços de inteligência”.

Subestime a religião socialista, e eles vão arrebentar você de novo. O petismo ainda é dominante em 3 zonas: 1) nas universidades, especializações, mestrados e doutorados; 2) fortíssimo no campo jurídico, reduto de ‘justiceiros sociais’ completamente doutrinados; 3) na arte, devido ao espírito anti-conservador da geração beat e do pós-modernismo. Com a condenação de Lula, eles estarão cada vez mais obcecados e ressentidos, com um sentimento de vingança mais do que profundo na raiz da alma, e estão neuróticos achando que enveredaram em uma cruzada final contra o ‘mal’, contra o ‘grande capital’. A doença mental difusa do PT e do esquerdismo em geral tem uma racionalidade própria, possui auxílio direto da KGB, do serviço secreto cubano, além de seguirem recebendo dinheiro dos globalistas, e enquanto a burguesia brasileira solta foguete com a prisão do Lula, eles estão se reformulando, trocando de pele porque este é o ofício da cobra. Membros de uma seita não desistem nunca. É preciso ver a prisão de Lula como uma janela, uma oportunidade para entrar com bisturi na guerra cultural que mal começou no país. Estamos no olho do furacão de uma reviravolta cultural que vai durar uns 200 anos. Recomendo que treine os seus filhos, pois precisaremos deles.
NÃO NOS ILUDAMOS!
A ação realizada ontem pelo PT foi uma manobra Estratégica conhecida como reconhecimento em força. O objetivo principal era apenas o de avaliar o dispositivo de defesa das Instituições de Estado, Poder Judiciário, Ministério Público, Forças Armadas. A reação da sociedade. A força das redes sociais. O comportamento da mídia. Os flancos expostos. É uma operação que precede o ataque. O ataque final está por vir. A decisão sobre o quando e o como será tomada por ocasião da reunião do Foro de São Paulo em Cuba. Dirceu foi solto para coordenar isto. A via de acesso que será utilizada está pavimentada e todos já conhecemos: o STF. A hora se aproxima, e será logo após o recesso da Corte . Estejamos preparados! Não há o que comemorar. O que o obtivemos ontem foi uma vitória de Pirro.

 

Neguim tem de ser DUPLAMENTE imbecil e presunçoso para achar que, como escritor, pode se fazer passar por mim. Que alguém na “direita” tente fazer isso é coisa que só mostra o estado de auto-ilusionismo pueril que reina nessa facção.

Desde o tempo do “Plano Cohen”, a milicada adora um textinho falsificado. Quando usado como artifício de propaganda, é sinal de puerilidade.

Se neguim conseguisse me imitar, eu lhe daria um diploma honoris causa do COF.

9.7.2018

 

Filipe G. Martins

01. Se há alguma certeza em meio à confusão de hoje, é a de que neste momento todos somos personagens da próxima peça de propaganda da campanha petista.

02. Quer o Lula seja candidato até o final ou não, a estratégia é segurar a campanha até setembro, com a finalidade de garantir presença no segundo turno.

03. Essa estratégia não é novidade na política e é a que melhor atende ao interesse do PT de manter sua hegemonia dentro da esquerda nacional e de conseguir elementos para fortalecer sua narrativa eleitoral e histórica sobre o momento atual.

04. O Haddad não teria força suficiente para chegar sozinho ao segundo turno, mas se ele assumir em setembro, após uma campanha liderada até ali pela figura do Lula, as chances dele serão enormes.

05. Essa manobra é bem conhecida no Distrito Federal, onde inúmeros candidatos ao governo conduzem suas candidaturas até a véspera das eleições, quando são cassados pelo TRE e promovem os vices de suas chapas, que entram na disputa com uma força que jamais teriam sozinhos.

06. O índice de sucesso dessa jogada não é nada desprezível.

07. Adicionalmente, nos próximos dias, uma série de viagens internacionais do Temer e de outras autoridades poderá colocar o Toffoli temporariamente na presidência do STF; e, em setembro, ele assumirá oficialmente como presidente daquela corte. Os dois períodos demandam atenção redobrada.

08. Por isso tudo, a situação é realmente preocupante e qualquer passividade pode se voltar contra nós e cobrar um preço muito alto no futuro.

09. É hora de trazer isso tudo para o centro das atenções, deixar de lado a idéia enganosa de que o Lula não fará parte desta eleição (mesmo que temporariamente ou apenas como idéia) e pautar o debate, alertando e esclarecendo a parcela da população que não está prestando atenção nesses desdobramentos e que, por isso, pode acabar sendo instrumentalizada por esse estratagema petista.

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O povo brasileiro já está chegando àquela situação em que a escritora espanhola Anaïs Nin, cansada de ser comida pelo seu namorado, o priápico Henry Miller, choramingou:
— Não aguento mais pinto.

 

O futuro do Brasil depende de uma só coisa: conseguir manter a ordem até as eleições. Não se deixar conduzir nem por aqueles que querem o caos para precipitar um golpe militar, nem pelos que querem um golpe militar para justificar o caos. Nunca o sangue frio foi tão necessário, A situação é tão grave que ficar nervoso se tornou um luxo suicida.

Só uma coisa é certa: O povo quer o Bolsonaro na presidência e os comunolarápios na cadeia. Tudo o mais são interesses miúdos que tentam desviar o foco por todos os meios possíveis.

Não dêem ouvidos a apelos histéricos. Não percam o foco. That’s all, folks.

Não parar, não precipitar, não retroceder.

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Tiago Silveira O senhor falou dos teólogos, me respondendo, que os que não têm medo investigam todas as coisas. Olavo, um santo, quando fala de coisas filosóficas e teológicas, quão certo ele pode estar? O que é interpretado, da parte do sujeito, da própria inspiração? Santo Aquino e Santo Agostinho divergiam em algumas coisas, por exemplo. Sei pouco deles… pelo que sei, Aquino não concordava muito com a questão da intuição (algo que o senhor discorda), nem com a fé como meio de prova de Deus e nem mesmo com questões da “Cidade de Deus” que Agostinho trabalhou — eu peguei essas coisas da síntese e interpretações das aulas da faculdade, das suas aulas e artigos e de algumas aulas do senhor Nougué, algo que passou pela minha interpretação enquanto leigo e que eu possa ter entendido errado as emissões dessas três fontes. Mas a pergunta minha é quão válidos são os juízos dos santos? Lembremos que o islã nem condena (em teoria) expressões sob êxtase místico, é análoga a Igreja Católica em relação a isso?

Olavo de Carvalho Tudo o que NÃO esteja no Denziger não é dogma, é campo aberto à discussão

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Bernardo Pires Küster

Um sacerdote amigo meu me disse que, durante o tempo que passou como missionário nas favelas, ele observou a perspicácia e a estratégia a longo prazo calculada pelos traficantes, a fim de consolidar e expandir seus meios de ação. Eis o que eles faziam à época – e continuam a fazer.

Com todo o dinheiro que conseguem do tráfico de drogas, crimes e acordos com políticos de todo o país, os narco-chefes pagam para algumas crianças das favelas as melhores escolas, cursinhos e universidades a fim de que, futuramente, possam ocupar, acima de tudo e sempre em benefício dos comandos, lugares-chave no sistema judiciário e de segurança – promotores, procuradores, juízes, desembargadores, juízes federais, escrivães, delegados e chefe de polícia.

Vocês acham mesmo que existe alguém na chamada direita disposta a fazer algo desse tipo? Disposta a dar seus próprios recursos para colocar gente boa nos lugares corretos?

Toda essa malícia para tentar soltar Lula lhes pareceu uma surpresa? O que vocês acham que a esquerda vem fazendo nos últimos 60 anos, fazendo memes?

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Aqueles que acham que só um governo militar seria capaz de destruir o poder da aliança comunotraficante não sabem, ou não querem saber, que esse poder se constituiu justamente durante o regime militar, bem diante dos olhos cegos dos governantes. Se a sociedade civil não é capaz de organizar-se para resolver seus próprios problemas — com a ajuda das Forças Armadas, é claro –, em vão ela se colocará sob as asas de uma corporação em especial.

A classe dominante, no Brasil, constitui-se exclusivamente de políticos,burocratas, juízes, narcotraficantes, mídia e “movimentos sociais”. Empresários e banqueiros são apenas serviços terceirizados.

O Brasil foi o único país do mundo que adotou integralmente como doutrina oficial a crença marcusiana de que os bandidos são os juízes morais da sociedade. Deu no que deu.

Stefano Fontana é o autor do livro excelente sobre (contra) Karl Rahner que citei no COF.

A GNOSE, DILACERAÇÃO DE CRISTO, DILACERAÇÃO DO HOMEM – Stefano Fontana

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Dica do Doug Nogueira :

https://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,pcc-monta-rh-tem-setor-para-prisoes-femininas-e-cria-ate-curso-de-fazer-bomba,70002390031

 

Isto podia ter sido evitado. Militares, empresários e políticos simplesmente NÃO QUISERAM.

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8.7.2018

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https://www.facebook.com/events/268658423697169/

Atenção, pessoal de CURITIBA:

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Da página do Sidney Silveira :

O uso do nome da Igreja Católica em favor de projetos pessoais (políticos, “pedagógicos” e/ou “espirituais”) alcançou no Brasil um patamar diabólico.
Quanto manto de veludo rematado em franjas de algodão, Deus do céu! Quanta vaidade e quanta — sim, senhores — avareza! O pior de tudo é que dar nome a alguns bois de nada adiantaria, dada a cegueira voluntária da boiada.
De que vale denunciar a sedução a quem se deixou seduzir a ponto de não mais enxergar o óbvio?
Semana passada, em BH, contemplando o cenário juntamente com o Prof. Antônio Angueth, concluímos não sem tristeza que o catolicismo brasileiro “tradicional” está louco varrido.
A sanidade é exceção cada vez mais honrosa neste quadro de horrores. A normalidade, também, em meio a “treteiros”, a oportunistas e a charlatães operosos.
Salve-se quem puder. Ou melhor, quem Deus quiser.

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https://www.facebook.com/GuerraseSuasCuriosidades/videos/2053682374898894/

ARMAS SALVAM VIDAS:

Vou confessar um negócio para vocês: ODEIO filosofia política normativa. As normas que devem orientar toda política, Deus já baixou, e não sou eu quem vai lhes acrescentar alguma coisa.

Se todos os filósofos ditos cristãos que escreveram livros sobre a boa política que deve existir tivessem, em vez disso, se esforçado para compreender algo da má política que existe, talvez a merda em que estamos não seria tão vasta e profunda.

Adriano Gianturco G Em português, existe só um livro assim. Descritivo e realista: https://www.grupogen.com.br/catalogsearch/result/…Gerenciar
Olavo de Carvalho Vou ler. Obrigado pela dica.
Abner Schmuller Prof. Olavo, o Sr. pode citar um (alguns) que fez algo para compreender as más políticas?

Olavo de Carvalho A obra inteira do Eric Voegelin.
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Platão escreveu um livro inteiro sobre a política ideal, e ao longo dos tempos a maioria dos politólogos, juristas e professores de boa política não percebeu que FOI DE GOZAÇÃO.

Neguim escreve um livro para provar que o regime ideal é impossível, e entra para a História como advogado do regime ideal.

João Wood Aliás, professor Olavo de Carvalho o senhor pode me indicar algum estudo ou intérprete de Platão que defende essa mesma perspectiva do senhor, para que possa estudar? Agradeço desde já!

Olavo de Carvalho Paul Friedländer e Eric Voegelin.
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Gosto de muitos Sherlocks Holmes diferentes: o de Basil Rathbone, austero e misterioso; o de Christopher Lee, altivo e irônico; o de Ronald Howard, excêntrico, jovial e gozador; o de Christopher Plummer, humano e compassivo; e outros. Mas o maior e mais fiel de todos é o do Jeremy Brett: puro brilho da inteligência.

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Na Guerra Civil americana, segundo tudo o que estudei, os dois lados tinham razão. Mas,sentimentalmente, estou um tiquinho — 0,001 por cento — a favor dos Confederados porque o Sul tem um não-sei-quê que cativa os corações.

O tal desembargador Favretto já pôs em ação o novo slogan petista: SEM MEDO DE TOMAR NO CU.

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7.7.2018

Quanto mais alunos meus testemunham que questionaram mil vezes as minhas opiniões sem sofrer nenhum constrangimentos por isso, mais os histéricos repetem o mantra: “Os alunos do Olavo são catequizados para não discordar.”
A histeria define-se pelo total desligamento entre percepção e linguagem.

Prova cabal de que o Olavo não permite objeções: ele as responde

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Continuação do debate proibido. Darei na aula de amanhã a resposta pedida.

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Vejam e VIRALIZEM.

Aos alunos do COF: Por favor, ao pagar suas mensalidades, usem de preferência o Paypal, se possível. Obrigado.

6.7.2018

Frase da semana:
“Vejam vocês, antes mesmo de Newton descobrir a lei da gravidade, as coisas já caíam no chão normalmente.” (Tarcísio, irmão do Silvio Grimaldo)

A caçoada ou deboche, que caricatura por meio da macaqueação e do exagêro forçado, é a modalidade tipicamente pueril do humor — e praticamente o único tipo de humor que resta nos meios universitários e na grande mídia.

Ricardo Fudex informa à estupefata humanidade: o candidato preferencial do Olavo de Carvalho é o Ciro Gomes…

Prepare o seu coração. Corremos o sério risco de ver, no dia da vitória do Bolsonaro, comunistas e intervencionistas chorando abraçadinhos.

A pedidos: Na aula de amanhã, sábado, analisarei o movimento intervencionista.

Fins e meios não são substâncias distintas e separadas como o pretendem os defensores do indefensável: numa sequência ordenada de ações, cada uma é o fim da anterior e o meio da subsequente.

5.7.2018

Não despreze os seus pecados. No início da sua vida na religião, Deus não aceita conversa sobre outra coisa. Mas fale deles, e Ele lhe dará toda a atenção do mundo.

Cito a frase de Leibniz, “Admirar sempre com moderação é sinal de espírito mesquinho”, e o tal Rodrigo Cássio Oliveira entende que eu é que estou mordido com ele porque só aceito ser admirado sem ressalvas. Leitura típica de analfabeto funcional metido a espertinho, que acha que pode transfomar uma norma moral universal em prova de um vício psicológico pessoal mediante simples inversão mecânica dos termos.
Porém o mais ridículo de tudo é esse ilustre desconhecido dando lições de sucesso ao Josias Teófilo. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu.

A decadência de um idioma pode-se medir pela frequência com que chavões totalmente desprovidos de sentido adquirem poder de persuasividade pela simples repetição costumeira. Quando, por exemplo, um sujeito que vive discutindo é, por isso mesmo, acusado de “não aceitar discussões”, é óbvio que a linguagem aí perdeu toda referência à realidade e tornou-se apenas um instrumento de pressão psicológica.

Outro chavão sem sentido é o tal “respeitar as opiniões discordantes”. Pode-se respeitar a pessoa de um discordante, pode-se respeitar o seu direito de discordar, mas respeitar a opinião discordante em si mesma seria nada dizer contra ela, e aí não haveria discordância alguma.

Na mentalidade brasileira de hoje, a mera expressão de divergência vale como refutação. e a refutação efetiva é uma violência autoritária.

Os chamados “mestres da suspeita” (Nietzsche, Marx, Freud) habituaram seus discípulos a só enxergar o bem como inversão do mal, a saúde como inversão da doença, o amor como inversão do ódio, como se o negativo fosse a realidade positiva e o positivo nada mais que a sua sombra. Como figura de linguagem, funciona às vezes, mas, transposto à realidade do mundo tridimensional, resulta em eliminar o positivo e celebrar o negativo.

Quando falar contra a pedofilia se tornar finalmente um crime punido por lei, por favor me avisem. Estou véio demais para acompanhar os pogréço da umanidade.

O prova cabal e definitiva de que você está diante de um charlatão é a desenvoltura, a facilidade com que ele usa nomes de patologias mentais ou de deficiências do desenvolvimento psíquico como meros insultos, sem nem perguntar se existe, entre esses termos e o caso concreto a que os associa, algo mais que uma semelhança vaga e fortuita.

O consenso universal dos estudiosos ensina que nada se pode entender das opiniões de um filósofo sem ter uma idéia correta da estrutrura geral do seu pensamento, e que não se pode adquirir essa idéia sem ter lido os seus textos principais ou um estudo de conjunto feito por um erudito habilitado. No Brasil não posso dizer isso sem provocar chiliques de indignação.

As opiniões comuns e correntes delineiam-se sobre um fundo de crenças gerais socialmente admitido. Uma filosofia JAMAIS pode ser compreendida com base nesse fundo porque ela não se move dentro dos limites dele, mas tenta, desde fora, reformá-lo e ampliá-lo.

No Brasil, o que se chama de “filosofia”, e que se pratica nas universidades, consiste, na melhor das hipóteses, em duas coisas que não são filosofia: (a) explicações de textos filosóficos, ou filologia; (b) estudos técnicos de lógica matemática.

No Brasil, um sujeito exclama “Não concordo!” e já sai se gabando: “Refutei a idéia dele.”

Nunca, nunca, nunca encontrei no Brasil um discutidor que soubesse usar, na prática, as regras da demonstração e da prova — e refiro-me inclusive àqueles que as estudaram em cursos de lógica.

Do mesmo modo que não se aprende a lutar boxe estudando manuais sem nunca subir no ringue, não se aprende a discutir estudando “lógica” “ou “retórica”, mas acompanhando com atenção as grandes discussões filosóficas que se desenrolaram ao longo da História.

“Admirar com restrições” é nonsense, é uma confusão de gêneros, típica do pensamento pueril. Tenho mil restrições à filosofia de John Duns Scot, mas isso não diminui em nada a admiração que tenho por ele. Não tenho grandes restrições ao pensamento do Ben Shapiro ou do Milo Yiannopoulos, mas nem por isso chego a admirá-los, só gosto deles, Admirar é, POR DEFINIÇÃO, colocar alguém acima da nossa estatura.

Os problemas dos universitários, jornalistas, artistas e intelectuais brasileiros são quatro:
a) Eles não sabem ler.
b) Eles não sabem escrever.
c) Eles não sabem falar.
d) Eles não sabem fazer contas.

A imprecisão vocabular, num adulto, é prova de mente confusa. A falta do senso das proporções, prova de desonestidade inconsciente.
Você aprende português e matemática — isto é, quando aprende — para se vacinar contra esses dois vícios.

Todo mundo sabe que Richard Wagner comia as mulheres dos amigos, tomava o dinheiro deles e ainda saía falando mal dos coitados. Isso diminui nossa admiração por ele? Que nada. Até aumenta. A gente fica perguntando: Mas como é que um filho da puta desses conseguiu compor essas coisas maravilhosas?

Uma das características infalíveis do típico opinador brasileiro de hoje em dia é a total incapacidade (e falta de vontade) de imaginar que alguém, por mais notável que seja, possa ter motivações mais altas do que as que são banais no meio social e na sua faixa etária do julgador. O que é, ao menos inconscientemente, um modo de se colocar no topo das virtudes humanas.

Em todas as almas, os sentimentos, emoções, temores e desejos são os mesmos. Só o que difere é a sua proporção e distribuição no quadro total da personalidade. Só aquele que tem uma visão muito clara da forma integral da sua personalidade — o que não se alcança senão na idade madura e com muito esforço — pode enxergar a alma alheia com algum realismo. Fora disso, todas as opiniões que alguém emita sobre a personalidade de quem quer que seja — especialmente as opiniões negativas — não passam de “wishful thinking” ou de compensação de algum complexo de inferioridade infanto-juvenil.

Bonifácio em BH. É ou não é para eu ter orgulho dos meus alunos?

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Graças à turma olavette, o cinema brasileiro está deixando de ser aquela picaretagem e interbadalação comunista que passou mais de meio século torrando o nosso saco e o nosso dinheiro.

Comparados com Josias Teófilo e Mauro Ventura, os bam-bam-bans do Cinema Novo não passavem de pseudo-intelectuais de miolo mole.

Compreendo perfeitamente que os esquerdistas me odeiem por ter destruído toda a sua obra de décadas, e que os direitistas me odeiem porque quem fez isso fui eu e não eles.

Não é por nada não, mas na época — o tempo do “Cinema Novo” — foi só por espírito de solidariedade grupal que eu não disse que “Vidas Secas” e “Terra em Transe” eram apenas bons filmes amadores.

Se eu algum dia tiver um mínimo de influência na distribuição das verbas federais de cultura, não haverá grana para picaretas exibidinhos.

Só agora assisti ao vídeo em que o tal Mauricio Ricardo se congratula pela vitória judicial que obteve sobre o Nando Moura. Não discuto a sentença, mas tenho dois reparos a fazer. Primeiro, esse sujeito jamais assistiu aos meus cursos. Ao dizer que meus alunos são “catequizados para não questionar”, ele age apenas como difamador e mentiroso, tentando, por mera rotulação verbal, reduzir pessoas de comprovada capacidade, incomparavelmente maior que a dele, à estatura de crianças bobas manipuladas. Em segundo lugar, ele mostra ser um blefador presunçoso ao afirmar que o nazismo ser de direita ou de esquerda “é coisa que nem se discute mais no mundo acadêmico”. Só se for no mundo acadêmico que ele conhece — centros de formação de mortadelas.

No Brasil dos Maurícios Ricardos, um professor responder meticulosamente e perguntas e objeções, provando o seu ponto ou deixando a questão em aberto, é “catequizar os alunos para que não questionem”.
Não por coincidência, só pessoas que não frequentam o curso reclamam que ali vigora a proibição de perguntar. Repetindo em coro e “ad nauseam” esse chavão difamatório idiota, juram, ao mesmo tempo, que são espíritos independentes, que pensam com as próprias cabeças.

Só o mais presunçoso dos idiotas negaria que há conhecimentos valiosos e essenciais espalhados em todas as tradições científicas, literárias. artísticas, religiosas e esotéricas milenares. A forma do conjunto, no entanto, é caótica e inapreensível, e toda tentativa de colocar nele alguma ordem esbarra não só na quantidade inabarcável do material e na multiplicidade dos códigos lingüísticos e simbólicos envolvidos, mas na dificuldade invencível de encontrar o nexo, a chave de abóbada desde a qual a unidade se revele por trás e por cima (ou por baixo) da massa, entre luminosa e obscura, que se oferece como supremo enigma à inteligência humana. Uma chave propriamente cognitiva ( isto é, doutrinal ou teórica) é inalcançável por definição, já que sua posse corresponderia ao domínio intelectual da “ciência divina” que só Deus possui. Mas uma chave heurística e prática pode ser encontrada pela busca da PRIORIDADE REAL capaz de separar os conhecimentos que são valiosos para o ser humano e aqueles que expressam somente uma ambição satanicamente desmedida. Essa chave, por sua vez, tem de emanar do reconhecimento da finalidade mais vital e dramática da nossa existência, que é a SALVAÇÃO DA ALMA, o salto da individualidade humana da vida temporal para a vida eterna. A rigor, a única tradição espiritual que tem essa meta como seu objetivo central e único, enquanto as outras se diversificam em finalidades múltiplas e variadas, é o cristianismo. Logo, só o cristianismo pode recolher, articular e ordenar, não numa impossível síntese teórica, mas na perspectiva da racionalidade prática, o máximo volume abarcável dos dados da sabedoria tradicional, separando o joio do trigo e retribuindo a cada uma das fontes a sua parcela da verdade. Se existe alguma “unidade transcendente” acessível à consciência do homem temporal, é a unidade que só o cristianismo, absorvendo, depurando e ordenando, confere a tudo o que não é ele.

NB – Esse é um dos temas que desenvolverei no meu próximo curso, “Simbolismo e ordem cósmica, ontem e hoje”. A ementa e o programa serão divulgados nos próximos dias.

Samuel Coelho : Sob a aparente complexidade do simbolismo, a mensagem de “O Dragão da Maldade contra o Santo Gurreiro” era um banal apelo aos militares para que deixassem de ser paus-mandados da “classe dominante” e assumissem a dianteira da revolução socialista. O Glauber Rocha acreditava piamente tanto nesse diagóstico quanto no remédio sugerido. Durante anos ele tentou armar uma aliança entre a esquerda e o presidente Geisel.
A fofocagem política é o extremo limite do horizonte de consciência da “classe artística” — mortadelões de luxo.

Quanto mais falam de mim com ares de despeito ao mesmo tempo que se mostram incapazes de fazer uma análise crítica das minhas obras, mais os “intelectuais de esquerda” se desmoralizam pelo contraste ante a superioridade fingida e a humilhação real. Acho que essa patota não se levanta mais.

4.7.2018

O crítico goiano Rodrigo Cássio Oliveira escreveu sobre “O Jardim das Aflições” em 17 de dezembro de 2017, e até ontem, 3 de julho de 2018, havia recebido exatamente UM “like”. Instigado pelo Josias Teófilo, dei-lhe mais um e uma boa alma seguiu o meu exemplo.
O motivo desse meu gesto foi que o autor do artigo faz duas perguntas que eu desejaria responder.
A primeira é por que o filme não mostra, na minha pessoa, “nenhum sinal de abalo ou fraqueza”. A resposta é dupla:
O filme não é sobre mim, mas sobre UM tema de UM dos meus livros, e tudo, ali, inclusive as minhas aparições, se destina a ilustrá-lo. Não vejo em que meus abalos ou fraquezas, pouco importando o que o crítico imagine sob esses rótulos, poderiam contribuir para isso.
Na medida em que o tema era explorado por meio de um personagem, Josias Teófilo inspirou-se, confessadamente, no exemplo dos filmes de Joaquim Pedro de Andrade sobre Gilberto Freyre e Manuel Bandeira, sondagens poéticas sem nenhuma pretensão de análise psicológica, e, mais ainda, sem nenhum espaço para aqueles exercícios de psicologia pejorativa com que no Brasil os incapazes e medíocres buscam o alívio da distância humilhante que os separa dos grandes.
Qualquer que seja o caso, a fome de “abalos ou fraquezas” diz muito sobre a psicologia do crítico, típico opinador brasileiro que só sabe admirar com restrições, coisa que G. W. F. von Leibniz, o homem mais inteligente da Europa depois de Aristóteles, considerava um sinal inconfundível de espírito mesquinho.
A segunda pergunta é mais interessante: por que o personagem é mostrado sozinho, solto no ar, fora do quadro de louvores e críticas que formam o seu entorno, ou, para usar a expressão de Ortega y Gaseet, a sua “circunstância”.
Em parte a resposta já está dada. O personagem só está ali para ilustrar – pelas suas palavras e pelo ambiente físico e moral em que escolheu viver – o tema da caminhada humana do Jardim do Éden ao Jardim das Oliveiras através do Jardim de Epicuro. Críticas e louvores à sua pessoa são tão indiferentes a esse tema quanto os aplausos e vaias na estréia de uma sinfonia não exercem nenhuma influência retroativa sobre a sua composição.
Mas há um motivo mais próximo para essa ausência da “circunstância”. É que, em tudo o que se disse e se escreveu contra mim desde a publicação de “O Jardim das Aflições” (1995), não se destaca uma única palavra que mereça registro na história da cultura nacional ou que possa ser comparada, sem passar vergonha, à enxurrada de louvores entusiásticos vindos dos mais célebres intelectuais e escritores brasileiros, como Miguel Reale, Vamireh Chacon, Ariano Suassuna, Jorge Amado, Josué Montello, Herberto Sales, Carlos Heitor Cony, Alberto Dines e não sei mais quantos. De modo que a paridade entre “defesas apaixonadas e reações de profundo desprezo” se torna inviável pela absoluta insignificância cultural destas últimas, assinadas, quase sempre, por joões-ninguéns semi-analfabetos e complexados, ao ponto de que se torna uma horrível imprecisão vocabular chamar de “desprezo” aquele desprezo fingido cujo nome apropriado é despeito.

Na Europa vai fazer aproximadamente meio século que nenhuma figura de destaque no mundo das ciências acha que resolveu o problema da astrologia ao chamá-la de “pseudociência”.

A astrologia é o ÚNICO esquema completo e integrado da alma humana no cosmos.
No Brasil, em geral os opinadores nem entendem que essa afirmativa não tem NADA a ver com a questão da “influência dos astros”.

O sujeito que calcula preços, economiza sorrisos, não conta piadas e só come comidas saudáveis já está morto e não sabe.

Comparado com “O Jardim das Aflições” em conteúdo filosófico, o cinema brasileiro INTEIRO (com a relativa exceção do filme do Mário Peixoto, “Limite”), não passa de uma coleção de fofocas de bairro com umas pinceladas de sociologia uspiana.

Quando a intelectualidade esquerdista, na segunda metade da década de 90, reagiu ao “Imbecil Coletivo” com gritinhos de raiva e afetações de desprezo em vez de aproveitar a chance para uma auto-análise em profundidade, entendi imediatamente que os dias dela estavam contados.
Hoje vejo uma parcela da direita caindo em erro similar.
A burrice orgulhosa é a véspera da morte.

Não despreze os seus pecados. No início da sua vida na religião, Deus não aceita conversa sobre outra coisa. Mas fale deles, e Ele lhe dará toda a atenção do mundo.

P. S. – É para falar com Deus, não com qualquer Zé-Mané.

A diferença entre simplesmente pensar nos seus pecados e falar sobre eles com Deus é a mesma que há entre atiçar um fogo e apagá-lo.

 

3.7.2018

Já notaram, por exemplo, quantos desses “pensadores independentes” se sentem escandalizados e fazem cara de nojinho à simples audição da palavra “astrologia”?

Todo exagero que não é de pura gozação denota impotência.

Anderson Filho Pode dar um exemplo, Professor?
Olavo de Carvalho O excesso de armações que fazem para o Bolosonaro parecer malvado.

Para mim, a prova mais cabal de ignorância presunçosa é um católico ou protestante fazendo cara de escandalizadinho quando ouve falar de astrologia.

O maior perigo para a candidatura Bolsonaro NÃO É a fraude nas urnas. É a cambada de espertinhos alegando a possibilidade da fraude como motivo para não votar.

Cada romance do José Geraldo Vieira se passa numa cidade diferente, que o leitor acaba sentindo que é a sua cidade natal, tão vivas e meticulosas são as evocações dos lugares. Parece impossivel que o paulista de “A Ladeira da Memória”, o carioca de “A Túnica e os Dados” virasse, de repente, tão baiano quanto Jorge Amado, mas isso de fato acontece em “A Mais que Branca”.

Acho que não havia nada no mundo visível cujo nome o José Geraldo não soubesse.

Melquisedec Ferreira Da Silva Santos Professor, como se adquire essa capacidade?

Olavo de Carvalho Respeitando a natureza das coisas e não mudando os nomes delas.
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Voto no Bolsonaro e votaria nele em mil eleições que houvesse. O homem que convive com a putada mais torpe da política nacional durante décadas e sai limpo merece todo o nosso rerspeito e admiração.

Se você não ama de paixão a sua língua natal, jamais dominará a arte de escrever e muito menos a de falar em público; e, se a ama, será para sempre inimigo daqueles que a corrompem, seja pela breguice preguiçosa, seja pelo pedantismo rebuscado.

Com o Bolsonaro na Presidência, não aceitarei cargo público, mas farei tudo o que estiver ao meu alcance para colocar um pouco de racionalidade no sistema nacional de ensino e na distribuição das verbas de cultura.

A influência marxista instilou nos nossos críticos literários o vício de olhar tudo com uma pose de superioridade infinita, como se cada um deles fosse a voz do Processo Histórico Universal e o pobre autor da obra que ele está lendo não passasse de um grão de poeira levado pelo vento. Resultado: a crítica de livros, no Brasil, virou a prova viva daquilo que dizia Leibniz: “Admirar sempre com moderação é sinal de espírito mesquinho.”

Há autores que amo de paixão e nem sei nem quero saber se têm defeitos: José Geraldo Vieira e Alphonsus de Guimaraens Filho são dois deles.

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O PT já decidiu qual será o seu slogan na próxima eleição: SEM MEDO DE TOMAR NO CU.

No Brasil, o nariz franzido do desprezo afetado é não só um emblema de superioridade intelectual, mas uma obrigação moral incontornável.

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O consenso universal dos historiadores da literatura admite que praticamente toda a poesia moderna — e uma boa parte da arte narrativa — é de inspiração diretamente esotérica. Isso quer dizer que, quando você ouve um sabereta falando de astrologia, alquimia ou assuntos afins com o superior desprezo de um sábio materialista ou com o sacrossanto horror de uma alminha virginal, você pode ter a CERTEZA ABSOLUTA de que está diante de alguém que não só ignora tudo da literatura moderna, mas não tem sequer os meios elementares de começar a tentar compreendê-la.