19.1.2019

Pus em questão a sobrevivência da nação no contexto da voracidade imperialista chinesa, mas os deputadinhos mudaram o foco da discussão: a urgência máxima de suas vidas é fazer o presidente da República gostar mais deles do que de mim. Nossas escalas de prioridade são bem diferentes.

Para mim, a questão essencial é:
Entregar a um governo estrangeiro comunista a identidade facial de todos os brasileiros é a total abdicação da soberania nacional. Se queremos isso, deveríamos ter votado no Caggad. 
Por que os deputados não debatem isso em vez de colocar no centro da discussão as suas vaidades supostamente feridas?

https://s1n7ese.com/article/o-filosofo-e-os-deputados-ou-exercitando-o-senso-das-proporcoes/?fbclid=IwAR1hLaH59zq5D8TOz1MY5z7strUvKEepRzGRmlzNMcOl95kp087Nn76qHX4

Tento defender a soberania nacional e os deputados acham que meu objetivo é danar as suas reputações. Definitivamente, não estamos falando do mesmo assunto nem cultuando os mesmos valores.

Suas Incelenças querem mesmo chantagear o presidente da República, ameaçando retirar seu apoio parlamentar se ele não submeter o país ao poder do Partido Comunista Chinês?
Li isso num jornal e ainda tenho dificuldade em acreditar.

Se o sistema de reconhecimento facial fosse americano, a mídia, as universidades e o Beautiful people inteiro estariam gritando contra a “intervenção imperialista”.

Robert Garmong, autor muito recomendado pelo Winston Ling, diz que o regime chinês não é comunista, é fascista. Da minha parte, tenho afirmado que NO MUNDO não existe economia comunista, só fascista.

Se os deputados eleitos pelo partido do presidente colocam sua lealdade ao Partido Comunista Chinês acima da lealdade ao presidente, considerando aquela inegociável e esta negociável, o Brasil já acabou.

Será que o Winston Ling conhece mais o regime da China do que os exilados chineses que publicam o Epoch Times?

Sobre o regime chinês, não acredito numa só palavra vinda de quem ganha dinheiro com ele.

O destino político de Suas Incelenças não é da minha conta nem é o centro da questão.
O centro da questão é este: Devemos entregar ao Partido Comunista Chinês, dono da Huawei e tradicional assassino de cristãos, o cadastro de informações sobre todos os cidadãos brasileiros? Sim ou não?

Se meu objetivo fosse trazer dano a Suas Incelenças, eu teria enfatizado, em primeiro lugar, que só por receber presentinhos de um governo estrangeiro elas já perderam seus mandatos. Mas esse, evidentemente, não era o ponto sobre o qual chamei atenção em primeiro lugar.

O último liberal brasileiro que estudou o marxismo a sério foi o José Guilherme Merquior, e mesmo assim ele só se interessou pelos aspectos teóricos, jamais pela estratégia e tática. E ele está morto há vinte e sete anos.

As ameaças já começaram:

https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2019/01/19/china-so-investe-onde-e-bem-vinda-cuidado-brasil-diz-camara-de-comercio.htm?fbclid=IwAR0Eii_dDtl9M2DG-bi3-Xv5Rn255xWaxH6uBPXqD7sivEYpZ9sSTrrBJlI

A China não permite que UM ÚNICO brasileiro fale contra ela. Ameaça impor sanções econômicas caso alguém no Brasil critique o seu regime. É um imperialismo infinitamente mais prepotente do que qualquer outro que já existiu no mundo.

Bastou UM brasileiro protestar contra os negócios com a Huawei para que imediatamente a Câmara de Comércio Brasil-China viesse com a ameaça de sanções econômicas ao nosso país.
O Brasi JÁ ESTÁ sob o regime chinês de censura.

Meses antes da eleição do Bolsonaro eu já avisava que um presidente nacionalista e conservador estaria à mercê de forças internacionais incontroláveis e cercado de agentes locais a serviço delas. 
Eleger um presidente sem ter antes conquistado em favor dele a hegemonia cultural, avisei, é um risco quase suicida.

O Frota já mostrou que é mais leal aos chineses do que ao presidente cujo prestígio o elegeu. Não precisava ter tanta pressa de realizar o que eu previa desde 2018.

Essa é, realmente, uma briga superior às minhas forças. O Brasil JÁ ESTÁ sob o domínio chinês e não vejo o que eu possa fazer contra isso.

O Frota viu a sacanagem e tirou a conclusão lógica: Vou denunciar, aí eles me oferecem uma boquinha:

Retribuindo a gentil visita, estive ontem na casa do Steve Bannon em Washington D.C. e tive a oportunidade de explicar a ele e a um grupo de seus amigos os princípios elementares da minha filosofia, pelos quais a mídia fofoqueira não tem demonstrado o menor interesse.

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1872580302853159&set=a.605639712880564&type=3&xts%5B0%5D=68.ARC_M8uUdsvFukxL7TtUNVXjmFYnrCK0jY1sNEzAYKm-IDpe_m_tFWLvUvvx77yoXmh-jJXrGXz6Wpa5BIObQUNVPzWI97HIo97_ywWvQSGEPdke1L8uOL7OudxFszM85HZjzAOZizX9cT6UpN1ARlC8kx2TOJ7dbUVgnEgc2BBqw5M2Ak4TELrnIKmqvZw64r-6tY1tdjH3zZJjK5boXhmT1V74Gd7XvPg0vhH2c-lvarEQcut23yKxdsAG1f8J6Shcar81MowT4z0oEbbgr4gJMu6ccNMUzXAvS3Hf4L8odrbWxUKXzaRGjGZmP5QLGk0Ker0TKUZuBpdcUlVvX7Pkrg&tn=H-R

Agradeço aos detratores, que fizeram de mim o escritor mais lido do Brasil.

Agradeço o link à Paloma Riker:

https://www.youtube.com/watch?v=jQCuiES48kI&fbclid=IwAR3EBK4cl0W_VloS-MTEU3b_UrEFIGJ_e1SJkYir_2JvaHBvJP-rkmLzSBY&feature=youtu.be&app=desktop

Um deputado me chamou de bunda-murcha. Tem razão. Véia de 71 anos, ela é murcha mesmo. Já a dele é nova, gorduchinha e hospitaleira.

Da página de Cleide Fayad

https://www.theepochtimes.com/starvation-policy-prisoners-china_1521827.html?fbclid=IwAR1uFok44Cemh1JvNFM2_sX66OEChcll9bri1mzuC4ZpKktj8uEsYfkWXdE

É nóis na casa do Steve Bannon. Foto Josias Teófilo

“O problema de estar cem anos à frente é que você tem de esperar cem anos.”
(Antonio Carlos Harres, o Bola)

http://www.puggina.org/artigo/outrosAutores/figuras-de-linguagem/14489?fbclid=IwAR13mqdlu1oP_LAlhHvUlJkM8b9xShb5AeUEwIChSRQx2XehhlH9jkj8r_g

Nunca fui contra a China. Quem é contra a China é o governo chinês.

Recebi por e-mail:

Cassiano Pereira de Farias
08:14 (Há 13 horas)

para Olavo, eu, Olavo

Prezado Professor,

Sobre a comitiva dos políticos xing lings à China, lembrei-me duma coisa que já dizia Cícero: “acta enim illa res est animo virili, consilio puerili.” Traduzo bem livremente: “tratam destes negócios com bravura de homens e planejamento de crianças.”

Mas, por outro lado, também me lembrei dos seus ensinamentos sobre as camadas da personalidade. Porque as reações de alguns dos políticos xing lings às suas palavras soaram para mim como de alguém enfurnado na quarta camada reagindo às críticas duma pessoa que se encontra pelo menos (pelo menos!) na décima.

Entretanto digo essas coisas supondo a boa fé alheia, ainda que desastrada. Mas, considerando certos rumores, não sei se semelhante boa fé poderia se aplicar irrestritamente a todos os membros da comitiva. E conheço o suficiente do meu país para saber que é praxe o vício do lobby, mesmo às custas dos interesses nacionais mais importantes. O Brasil atualmente é como um alcoólatra que está lutando para largar o vício. Logo, todo pretexto é tentação para recaída.

Mais lamentáveis ainda são as insinuações nada veladas de chantagem contra o presidente e, por conseguinte, ao país. Isto é lá atitude decente de quem se diz patriota e bem intencionado? Que espécie de abuso é este? Por acaso estamos diante do triste fenômeno de inocência perversa?

O senhor nunca escondeu seus receios de ainda estarmos bastante despreparados intelectualmente para lidar com as graves questões que afligem o nosso país. Porém no COF o senhor já havia advertido sobre os perigos de sequer possuirmos uma formação humana adequada, uma personalidade bem acabada e pronta para a vida intelectual. Aparentemente, as conseqüências disto na ordem pública outra vez vieram à tona. Posso portanto usar o famoso bordão: Olavo tem razão.

Um forte abraço,

Cassiano

Oi, pessoal: Estou saindo da minha fanpage e voltando para o meu perfil pessoal. Quem quiser me ler deve ir para lá.

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18.1.2019

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https://pesadelochines.blogspot.com/2018/11/perseguicao-anticrista-em-nome-do-pacto.html

Visitante ilustre. Steve Bannon na minha casa ontem. Foto Josias Teófilo.

Saiu no Terça Livre:

As reações do Alexandre Frota e da Carla Zambelli à minha advertência sobre a China deixam a China de lado e desviam a discussão para os egos de ambos, sobre os quais não tenho opinião nenhuma nem pretendo ter.

Alain de Benoist escreve contra o Bolsonaro? Ótimo. O fundador da “nouvelle droite” não passa de um office-boy do Duguin.

Em 1914, três anos antes da tomada do poder na Rússia pelos comunistas — conta Alexander Soljenítsin no livro “Lenin in Zurich” –, Jacob Fürstenberg (também conhecido como Yakov Ganetzki e Yakov Hanecki), o respeitadíssimo conselheiro econômico de Lênin, ensinou ao patrão: “A melhor maneira de vencermos o capitalismo é nos tornarmos nós mesmos capitalistas.” E até hoje, no Ocidente, há milhões de jumentos lobotomizados que, quando vêem um partido comunista se meter em grandes atividades capitalistas, concluem que o comunismo acabou ou se tornou inofensivo.

Se existem no Brasil tantos gênios habilitados a “refutar o Olavo de Carvalho”, devem existir também, em muito maior quantidade, livros e cursos de filosofia melhores que os dele. Que bom, né?

https://mciradio.com.br/o-que-esta-por-tras-da-campanha-de-difamacao-contra-olavo-de-carvalho/?fbclid=IwAR2r5d9FWt9Xn2mlBX4uHy4h9DwqMbeThsAQdZ-W2-3ssCCFq4zcCphDoQg

Não acompanhei o caso do Murilo Rezende, mas, se é justo alguém perder um modesto emprego no Ministério da Educação por haver plagiado um artigo de revista (delito que até o Otto Maria Carpeaus chegou a cometer), muito mais justo seria a Marilena Chauí perder a sua cátedra universitária por haver plagiado um livro quase inteiro.

Se é para esculhambar de vez, por que não lançaram logo, para presidente do Brasil, o Renan Caralheiros?

Dica do João Ferreira:

Se ainda é preciso uma prova cabal e definitiva de que a mídia brasileira é dominada por uma tropa bem treinada e disciplinada de comunistas com fortes ligações internacionais, as matérias que se publicaram a meu respeito em vários jornais e revistas do Brasil e do exterior fornecem essa prova com uma abundância de detalhes suficiente para desfazer todas as dúvidas que ainda possam restar na mente dos mais céticos e recalcitrantes.
Simplesmente não é possível, sem acordo prévio, que tantos repórteres repitam os mesmos erros grosseiros e que todos esses erros, contrariando ostensivamente a lei das probabilidades, sempre distorçam a realidade CONTRA um determinado personagem, nunca a favor dele.

Não vejo outro mérito nos livros que escrevi sobre Aristóteles, Descartes e Maquiavel (bem como nas aulas sobre Kant, que nunca tive tempo de redigir) senão o fato de que aí tentei ir além da mera explicação escolar de textos (limite superior do ensino da filosofia nas universidades brasileiras) e entrei em cheio no exame pessoal dos problemas mesmos, prestando atenção às coisas que os filósofos viram em vez de me limitar às suas palavras.

É significativo, por exemplo, que TODOS os repórteres repitam uniformemente a balela de que só me tornei famoso graças ao youtube, quando muitos anos antes de abrir um canal no youtube eu já tinha, como comentarista de mídia e autor de livros, muito mais público do que cada um desses repórteres jamais teve ou terá.

Essa gritaria toda em torno do Queiroz me parece puro factóide, propaganda difamatória enganosa. A movimentação bancária do sujeito é de 50 mil reais por mês, e seus ganhos salariais são de 23 mil. Um vendedor de carros que não tenha depósitos mensais de pelo menos 27 mil está falido.

Não tenho capacidade para ser presidente, ministro, deputado, senador, governador ou prefeito. Só o que sei fazer é exatamente o que estou fazendo: observar, tentar entender e explicar o que entendi.

Já me acusaram de tanta coisa que já não sei mais se não comi a Dilma.

A China só se transmutou de nação falida em superpotência graças ao capital americano. E o quê os americanos exigiram dela em troca? Nada. 
Entendem agora a diferença entre o imperialismo ianque e o imperialismo comunista?

Por que o Flavio Bolsonaro deixou que esse caso do Queiroz, esse primor de inocuidade, parecesse manchar a sua reputação? É simples. Ele ainda acredita um pouco na mídia nacional. Leu a acusação e achou que naquela besteira podia haver um fundo de verdade. O certo é NUNCA aceitar a mídia nacional como fonte de informação. Nunca e a propósito de nada. Quando ela acerta, é por engano.

O establishment midiático e universitário é o maior inimigo da nação brasileira.

Façam as contas. 27 mil reais por mês são quantia anormal na conta de um vendedor de carros? Puta merda, até quando a malícia pueril será o supremo juiz da moralidade nacional? O caso do Queiroz é um factóide ridículo, forçado, artificioso, inventado só para queimar a reputação do Flávio Bolsonaro. Não merece dois minutos de atenção numa rádio do interior. O que merece atenção e merece ser denunciado, isto sim, é a operação midiática que o criou.

Quando o governo militar, aquela plêiade de gênios, impôs nas escolas a Educação Moral e Cívica, cada organização de esquerda ordenou que seus militantes entrassem nos concursos para provimento dessa cátedra. Tudo, nessa disciplina, virou propaganda comunista.
SEMPRE que o governo abre concurso para qualquer cargo que possa ser útil à estratégia comunista, aquelas organizações repetem o truque. Cargos de promotor público e de juiz não são exceções.

Da página da Bruna Luiza:
Então você quer ir à China?

Então você se elege deputado federal e resolve aceitar um convite para uma viagem à China, sem avisar seu partido ou consultar seus eleitores.

Você não vê mal em fomentar relações entre os países, e acredita que isso será positivo para o Brasil. Quando a viagem se torna pública, e as críticas aparecem, você não entende o motivo, e fica bravo com Olavo de Carvalho por criticá-lo. Como ele ousa, afinal? Ele não sabe nada de Brasil, nem de China, brada seu ego em auto-defesa, enquanto passa instruções aos assessores do conforto da cama do hotel 5 estrelas bancado pelo governo chinês.

Mas Olavo sabe, sim, do que está falando. Em 2018 ele já previa que você seria convidado para essa viagem, e o racha que isso causaria. Vejamos o que ele disse há mais de um mês (em 8 de dezembro de 2018):

“O que eu condeno é o sujeito subir rápido demais sem estar preparado. Então, prestem atenção ao tamanho do inimigo que você enfrenta, é um negócio de escala mundial.Eu estudo isso há cinquenta anos, vocês não têm idéia do que é um negócio chamado KGB, do que é o Serviço de Inteligência Chinês, vocês não têm idéia da magnitude dos intelectuais que dirigem isso.

Esse pessoal é capaz de fazer picadinho de qualquer partido conservador latino-americano em dez minutos.Eu vou lhe dizer algo simples, por exemplo: que recomeçaram as negociações com a China, negociações com bases mais equitativas, e quem vai conduzir é o presidente Bolsonaro e ninguém mais. O que a China faz?

Manda um convite para cada deputadinho: ‘venham aqui discutir um pacto comercial conosco’. Num instante, por uma porcaria de conjunto de passagens aéreas, dissolvem a unidade do movimento, isola cada um para conversar particularmente com a gente. E os idiotas caem nessa armadilha. Isso o que é? Falta de preparo, não estudaram o assunto tempo suficiente, alguns não estudaram nada”.

Como é possível que Olavo tenha previsto isso? Bem, não importa. O que importa é que agora você será deputado e precisa defender sua decisão. Então o que fazer? Já sei: vamos usar dados do comércio. Comércio é bom e todo mundo gosta. Foi pensando na economia brasileira que vim! Como sou articulado, hein? Vou dizer, irônico que sou, que “o mínimo que você precisa saber para não ser um idiota” é repetir uns números de balança comercial e pronto.

Mas, novamente, Olavo previu isso. Ele sabe o que está acontecendo, entende o cenário e as relações entre Brasil e China muito antes de você googlar os números de comércio bilateral. Pior. Esses dados já foram destroçados pelo professor e desmontados. Não existe balança comercial positiva quando o requerimento da relação de troca pede que o Brasil realize doações bilionárias a ditaduras. Vejamos o que Olavo previu e explicou em novembro de 2018:

“Ano passado o comércio com a China nos deu 20 milhões de superávit”, muito bem. A China só fez isso porque o governo Lula e Dilma e o Temer também estavam distribuindo dinheiro para os amigos deles, os amigos da China: Cuba, Angola, Venezuela, etc: 1 trilhão. Levamos 20 milhões e distribuímos 1 trilhão. Que beleza, né? Claro que se o governo parar de representar vantagem política para a China, acaba o comércio na mesma hora. Comércio com a China é escravidão. Isso é óbvio e todo mundo deveria saber disso. Vai perguntar para o Tibet se é bom conversar com a China. Agora, para os EUA, é bom, porque a riqueza da China é quase feita toda de dinheiro americano. Outra coisa, tem gente que chega a ser tão idiota que ultrapassa a medida do acreditável. Por exemplo, Mino Carta acha ruim comerciar com Estados Unidos e acha que deve comerciar com a China. Mas a China só quer saber de comerciar com os Estados Unidos, meu deus do céu. Por que os EUA é bom para a China e é ruim para nós? Essa coisa anti-americana pueril é coisa de estudantezinho comunista de 1950, naquele tempo havia um livrinho que os comunistas distribuíam, a Editora Brasiliense, que é comunista para caramba, chamado “um dia na vida do Brasilino” e tudo o que ele consumia era americano. Só que se você retirasse todos aqueles produtos, o Brasilino retornaria à Idade da Pedra. Tem essa mentalidade ainda. É encrenquismo. Agora encrenquismo com a China não tem, embora estejamos de fato entregando tudo para a China. Essa burrice já passou do limite no Brasil.”

Como é possível que Olavo tenha previsto tudo isto? É difícil entender, querido deputado?

Se escapa ao seu entendimento, e se você não sabe mais como responder, talvez fosse melhor para você, e melhor para o Brasil, pegar sua malinha e voltar para casa antes que as demais previsões dele se cumpram e o seu vexame piore.

Ps: eu conheço a China, eu moro no Brasil, eu tenho formação em relações internacionais e conheço todos os dados da balança comercial. Mantenho: Olavo tem razão.

O PROGRESSO DA IGNORÂNCIA – Olavo de Carvalho
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Estamos tão habituados a ouvir falar de “progresso do conhecimento”, que não nos damos conta de que essa expressão não é um conceito descritivo, a tradução verbal de uma realidade, e sim apenas uma figura de linguagem, uma metonímia, por trás da qual não há senão uma impressão confusa e até mesmo enganosa. “Conhecimento”, a rigor, só existe na mente de quem conhece, no instante e no grau em que conhece. Mas em que medida o homem que está desorientado no meio de uma massa de informações tem real “conhecimento” dela?
*

Eduardo de Alencar15 de janeiro às 18:50

Tem uma parcela da nova direita brasileira que se explica perfeitamente pelo binômio rivalidade mimética e ressentimento. Girard cabe como uma luva para o caso.

Geralmente, esse grupelho é formado de ex-alunos ou antigos admiradores do Olavo de Carvalho. Uma parcela deles foi rejeitada publicamente, com ou sem razão. Enquanto outra se afastou naturalmente, por discordâncias pontuais, conversão religiosa, adesão a outro grupo de referência etc.

Porém, o desejo mimético, isto é, a vontade de ter aquilo que quem você queria ser tem, nunca foi abandonado de todo. Uns queriam ter o domínio filosófico do velho. Outros, sua criatividade, sua fama, seu alunos ou suas vendas no mercado editorial.

Todos, em suma, queriam ser, de alguma forma, iguais a ele. Ou a uma versão melhorada dele. Tanto faz.

Agora, há também os que queriam ter o poder de influenciar os acontecimentos políticos e os rumos do governo, desejo sub-reptício de imensa parcela da classe falante, de direita ou de esquerda. Ou seja, a coisa aumentou exponencialmente.

Na fórmula girardiana, a rivalidade mimética desemboca na violência, quanto mais próximo o modelo está daquele que imita, na prática ou na cabeça do imitador. A ausência de títulos honoríficos, cargos em universidades e outros dispositivos que funcionam como reconhecimento e sedimentação de hierarquias, bem como freios para a disputa violenta, possivelmente intensifica ainda mais a coisa toda. Afinal, instituições também são freios para que a imitação não desemboque na loucura homicida.

Na medida que o filósofo atingiu uma fama que o distancia demais dessa turma, o ressentimento começa a se dirigir contra as pessoas que tem o seu aval ou reconhecimento. Mirar o Olavo não adianta, se o Olavo sequer se digna a responder, ou quando já se foi miseravelmente humilhado por ele no passado. Então, transformam-se em alvos o Filipe Martins, o Josias Teófilo, o Flávio Morgenstern, o Mauro Ventura, o Bernardo Kuster ou qualquer outro dos “golden boys”, estejam ou não no governo.

Antigamente, essas querelas ficavam restritas às redes sociais e páginas de internet. Agora, que o filósofo ganhou importância política, essa turma tem recebido espaço em grandes meios de comunicação, que tentam, de todo jeito, abrir brechas naquilo que identificam como uma maçaroca informe – Olavo de Carvalho, Bolsonaro, Trump, os neopentecostais, os militares, Sergio Moro e o raio que o parta.

É fácil ver como a coisa é motivada pelo ressentimento se se considera a incoerência e inconsistência das seguidas tentativas de classificação, de emplacar adjetivos e de fazer analogias ruins. Compara-se Olavo, seus alunos e/ou o novo governo com o jacobinismo, o integralismo, as loucuras de terroristas presos e outras sandices.

Obviamente, as tentativas não tem a menor conexão entre si. É só desespero para criar rótulo, para coisificar. São as mil e uma formas que o ressentimento encontra de tentar assassinar o modelo.

A coisa toda é ao mesmo tempo degradante e antropologicamente interessante de acompanhar. Espero que não haja algum pecado nessa curiosidade pela miséria existencial de gente aparentemente tão inteligente e estudada. De todo modo, basta só dizer uma coisa: os registros estão sendo feitos e essa história será contada um dia.

O “progresso do conhecimento” implica necessariamente o concomitante aumento da ignorância. E, quando a ignorância e o conhecimento se mesclam de maneira inseparável, é a ignorância que predomina, pois é ela que determina a forma do conjunto. Não é preciso dizer que, levada ao seu extremo, a impossibilidade de discernir conhecimento e ignorância põe em risco não somente a segurança da civilização, mas a própria integridade da
inteligência humana.

Pus em questão a sobrevivência da nação no contexto da voracidade imperialista chinesa, mas os deputadinhos mudaram o foco da discussão: a urgência máxima de suas vidas é fazer o presidente da República gostar mais deles do que de mim. Nossas escalas de prioridade são bem diferentes.

17.1.2019

Por favor, viralizem:

http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do

“Aucun universitaire, au Brésil ou ailleurs, ne lui reconnaît une quelconque importance.”
Esta frase monstruosamente mentirosa, agora publicada no Courrier International, de Paris, saiu uniformemente igual em dezenas de jornais e revistas do Brasil e do exterior, provando a existência de uma OPERAÇÃO INTERNACIONAL DE ASSASSINATO DE REPUTAÇÃO, convocada às pressas pela esquerda nacional em estado de desespero após a derrota do Caggad.

Eis aqui alguns — somente alguns — dos “nenhuns universitários” que apreciam o meu trabalho:

Miguel Reale, filósofo brasileiro de renome universal.
Antoine Danchin, geneticista, matemático e físico, diretor do Instituto Pasteur em Paris.
Roberto de Oliveira Campos, economista e escritor brasileiro, ex-ministro do Planejamento. Da Academia Brasileira de Letras.
Paulo Francis, jornalista e escritor brasileiro, um dos fundadores do Pasquim, colunista da Folha, do Globo e do Estadão.
Antônio Olinto, romancista brasileiro traduzido em 28 idiomas. Da Academia Brasileira de Letras.
Alexandre Costa Leite, filósofo brasileiro (v.http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do…)
Jorge Amado, romancista brasileiro de renome internacional. Da Academia Brasileira de Letras.
Josué Montello, romancista brasileiro, ex-presidente das Academia Brasileira de Letras.
Herberto Sales, romancista brasileiro . Da Academia Brasileira de Letras.
Carlos Heitor Cony, romancista brasileiro. Da Academia Brasileira de Letras,
Nélida Piñon, romancista brasileira, ex-presidente da Academia Brasileira de Letras
João Carlos Martins, pianista e maestro brasileiro de fama mundial
Mendo Castro Henriques, filósofo português, professor da Universidade Católica de Lisboa.
João Seabra Botelho, filósofo português.
Maria José de Queiroz, escritora brasileira, lecionou nas universidades de Paris, Lille, Bordeaux, Aix-en-Provence, Bonn, Colônia, Indiana, Harvard e Berkeley.
Jeffrey Nyquist, escritor americano.
Fernando Silva Pereira Manso, professor da UFRJ, PhD em Sistemas de Informação pela London School of Economics.
Amâncio César Santos Friaça, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP.
Amy Colin, diretora da Maison des Sciences de l’Homme, Unesco, Paris.
Jerônimo Moscardo, diplomata brasileiro, ex-ministro da Cultura.
Romano Galeffi, filósofo italiano, ex-catedrático de Estética da Universidade Federal da Bahia.
Carlos Alberto Montaner, jornalista cubano residente na Espanha, colunista (com seis milhões de leitores) de vários jornais da Europa e dos EUA.
Vamireh Chacon, escritor e cientista político brasileiro, professor da Universidade de Brasília.
José Carlos de Azevedo, físico brasileiro, ex-reitor da Universidade de Brasília.
Andrei Pleshu, filósofo romeno, diretor do New Europe College em Bucareste, ex-ministro das Relações Exteriores da Romênia.
Emil Constantinescu, ex-presidente da Romênia.
Paulo Mercadante, filósofo, jurista e escritor brasileiro de renome internacional.
Gabriel Liiceanu, filósofo romeno, diretor da Editora Humanitas em Bucareste.
Vladimir Tismaneanu, cientista político romeno, diretor do Center for the Study of Post-Communist Societies da Universidade de Maryland.
Gilberto de Mello Kujawski, filósofo brasileiro, presidente da comissão que premiou o ensaio de O. de C. Sobre Ortega y Gasset em concurso promovido pelo governo espanhol.
Monica Grigorescu, escritora romena, ex-embaixadora da Romênia no Brasil.
Edson Nery da Fonseca, crítico literário do Diário de Pernambuco.
Ângelo Monteiro, poeta e filósofo brasileiro, professor de Estética na Universidade Federal de Pernambuco.
Nelson Saldanha, diretor do Instituto de Tropicologia da Fundação Joaquim Nabuco, Recife. PE.
Luiz Carlos Lisboa, crítico literário do Jornal da Tarde, São Paulo.
Jacob Klintowitz, crítico de arte do Jornal da Tarde, São Paulo.
Alejandro Chafuen, economista argentino, presidente da Atlas Economic Research Foundation, Alexandria, VA.
Mark Huessy, diretor do Eugen Rosenstock-Huessy Fund, Essex, VT.
Richard Shaull, teólogo americano.
Valentin Lazea, economista-chefe do Banco Central da Romênia.
Augustin Buzura, romancista romeno, presidente da Fundação Cultural Romena, Bucareste.
Itamar Franco, ex-presidente do Brasil.
Frank F. Souza, diretor do Center for Portuguese Studies and Culture, Universidade de Massachusetts-Dartmouth.
Célio Borja, ex-ministro da Justiça.
Mauro Salles, escritor e publicitário brasileiro.
Antônio Fernando Borges, romancista brasileiro, ganhador do Prêmio Nestlé de Literatura.
Enio Mainardi, publicitário e escritor brasileiro.
Bryan McCann, professor de História da América Latina na Universidade Georgetown.
J. O. de Meira Penna, diplomata e escritor brasileiro, ex-professor de Ciência Política na Universidade de Brasília.
Jody Cockerill-Bruhn, PhD em Ciência Política, Universidade Notre Dame, IN. Da equipe de preparadores das “Collected Works” de Eric Voegelin.
Frederick Wagner, editor da página The Voegelin View.
David Walsh, filósofo americano, ex-chefe do Departamento de Ciência Política da Catholic University of America.
Ciro Gomes, político brasileiro, ministro das Finanças no governo FHC e da Integração Nacional no governo Lula.
Ítala Nandi, atriz e escritora brasileira.
José Mário Pereira, editor brasileiro, diretor da Topbooks.
Ahmed Youssif El-Tassa, médico e sinólogo brasileiro, autor de um Glossário Chinês-Português publicado pelo governo da China. O primeiro ocidental a ser aceito como membro da Academia de Ciências de Pequim.
Tom Parker, juiz da Suprema Corte do Estado do Alabama.
Herbert W. Titus, jurista americano, deão da Faculdade de Direito da Regent University, VA.
Judith Reisman, ex-investigadora-chefe do Departamento de Justiça dos EUA e consultora dos Departamentos de Saúde e Educação. Autora do best-seller “Kinsey: Crimes and Consequences”. Conferencista mundialmente conhecida.
Rodrigo Gurgel, crítico literário.
Mina Seinfeld de Carakushansky, professora aposentada de Matemática na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Militante anti-drogas internacionalmente reconhecida.
Stephen Baskerville, professor de Ciência Política no Patrick Henry College, Virginia. Atualmente um “Fulbright scholar” na Universidade Federal Russa de Humanidades.

Jair Bolsonaro é um grande, honesto e leal presidente, mas cercado de falsos amigos.

https://canaltech.com.br/seguranca/donald-trump-proibe-uso-de-tecnologias-da-huawei-e-zte-pelo-governo-dos-eua-120162/?fbclid=IwAR0Ek3c5kZvfcVOZ56m1owRZ46aoyt_d4DmqwL43OEsnO-JtKRUh3GOBupY

Se a luta é contra um inimigo que se orgulha de apelar sistematicamente ao roubo, ao homicídio e ao terrorismo, que sentido tem a exigência de “moderação”?
O moderado é aquele sujeito que tem horror de que o acusem de haver feito algo contra o inimigo.

Comprar o sistema chinês de reconhecimento facial é colocar todos os brasileiros à mercê do Partido Comunista da China, dono da empresa que produz o sistema. 
Isso é um crime tão monstruoso contra a nação inteira, que a simples sugestão de praticá-lo já deveria ser punida com pena de prisão.

Análises políticas baseadas na oposição de “extremismo” e “moderação” não requerem mais de dois neurônios.

Se o Caggad escreve que a Escola de Frankfurt inventou uma nova estratégia revolucionária e que o PT já aplica essa estratégia, ele é um grande cientista social. Se eu escrevo exatamente a mesma coisa, sou um maluco teórico da conspiração. Isso já é norma de redação na mídia nacional inteira.

Um petista gentil me pergunta se pode comer a Roxane. 
Resposta:
— Não. Ela não cabe no seu cu.

A resposta da Carla Zambelli não diz NADA sobre o risco nacional que assinalei. Só fala dela própria, que não é assunto do meu interesse.

O Luiz Miranda diz que quando o convidaram a ir à China não falaram nada de reconhecimento facial. Segundo ele, foi a Fôia que inventou essa história para prejudicar os políticos do PSL.
Pode ser, mas então por que nenhum deles reagiu quando o jornal publicou isso?

Se a midia nacional inteira ocultou e negou a existência do Foro de São Paulo durante dezesseis anos, só passando a mencioná-la quando o próprio Foro liberou a informação, é IMPOSSÍVEL não concluir que essa mídia obedece as instruções do Foro.

Não tenho, não peço e não aceito emprego público, não recebo dinheiro de partidos ou empresas, vivo exclusivamente dos meus livros e cursos. Como o Spinoza do soneto de Machado de Assis, encontro na independência o meu salário e não tenho por que bancar o moderadinho.


Atenção:

https://pages.hotmart.com/d9782020n/o-imbecil-coletivo-curtametragem/


Até que ponto um povo pode se rebaixar e humilhar por dinheiro? Imaginem o que a mídia inteira estaria dizendo se em vez do Partido Comunista Chinês o fabricante do sistema de reconhecimento facial fosse a CIA?
Vejam o tamanho da encrenca em que os louquinhos queriam meter o Brasil:

Nação assassina de cristãos só é irmã do diabo.

“A coisa mais comum do mundo é você sentir que entendeu algo do qual não entendeu nada.”
(David Berlinski)

Sempre tive a maior simpatia tanto pela Carla Zambelli quanto pelo Alexandre Frota, e não tive o menor intuito de sujar suas reputações. É precisamente no interesse dessas reputações que sugiro: renunciem AGORA MESMO ao acordo com a Huawei.

https://thefifthcolumnnews.com/2018/06/who-are-chinas-political-prisoners-a-human-rights-assessment-29-years-after-tiananmen/

Os lucros dos vendedores de frangos são tão sagrados que em nome deles devemos sacrificar os direitos humanos de todos os nossos compatriotas?

16.1.2019

Botaram a minha foto num site de relacionamentos, reduzindo a minha idade, gentilmente, para 60 anos. O Putin também está lá, reclamando que há quatro anos não tem muié.

Minha amiga Bia Kicis é candidata a presidente da CCJ — Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal. Tomara que a elejam.

É curioso que me atribuam a introdução do tema “marxismo cultural” no Brasil, já que eu mesmo protestei várias vezes contra esse termo inexato.
Mas hoje em dia as citações são mesmo assim, colhidas de qualquer vídeo que o autor citado desconhece e não autorizou.

Rildo Ramires e Luiz André Marson são dois idiotas que entram aqui argumentando em favor do heliocentrismo, como se eu o tivesse contestado. “Ignoratio elenchi” quatro cruzes. O analfabetismo funcional é o mais grave problema do Brasil.

No Brasil, analfabeto funcional chega a diplomar-se em astrofísica.

Assim que puder, vou voltar à minha página pessoal e abandonar esta fan-page, onde o número de palpiteiros idiotas ultrapassa as dimensões do meu saco.

AS ORIGENS DA CRISE ÉTICA NA MEDICINA E NA FARMÁCIA

Ahmed El Tassa
CRM/DF 20368
Médico e estudante do 5º. semestre de Farmácia

AS ORIGENS DA CRISE ÉTICA NA MEDICINA E FARMÁCIA

Desde a antigüidade, a farmácia e a medicina sempre foram duas faces da mesma moeda, duas faces da mesma ars curandi. Há indícios de que isso parece ser uma constante lingüística de vários idiomas. Na língua espanhola, assim como no inglês, e no chinês, quando se fala a palavra ‘medicina’, ‘medicine’ ou ‘yi’, refere-se, dependendo do contexto, tanto a um medicamento, quanto à arte de medicar. Ou seja, tradicionalmente o médico e o farmacêutico não eram profissões independentes e separadas, ao contrário, tratavam-se da mesma profissão divididas em duas especialidades, o médico especialista em farmácia e o médico especialista em clínica, isto é, “o farmacêutico da antigüidade” tratava-se nada mais nada menos do que um médico especializado em pesquisar e manipular formulações, e por outro lado, “o médico da antigüidade”, era um médico especializado em diagnosticar e prescrever fórmulas medicamentosas.
Mas isto mudou radicalmente com o advento da grande indústria farmacêutica no século 19, quando surgiu na Alemanha um dos primeiros e mais famosos medicamentos sintéticos, o ácido acetil-salicílico da Bayer, fitofármaco originalmente extraído e isolado a partir do córtex e das folhas da Salix alba, uma árvore popularmente conhecida como “chorão”). O AAS tornou-se um dos mais famosos, senão o mais lucrativo fitofármaco patenteado, comercializado e posteriormente sintetizado em linhas de produção em larga escala, e que se popularizou em todos os paises.
O estrondoso crescimento, difusão e lucros astronômicos, jamais vistos antes na história humana com relação a um medicamento, estimulou o surgimento de outras gigantes indústrias farmacêuticas, o que perpetuou a ambição pelo lucro fácil em larga escala, fruto da venda diretamente ao consumidor de novas drogas com moléculas descobertas e isoladas a partir de produtos naturais tradicionalmente comuns e baratos.
O desejo destas indústrias de se eternizarem no poder que este nicho recém descoberto lhes estava proporcionando, estimulou a nível mundial um poderoso lobby para que fossem criadas, pela primeira vez, duas profissões separadas e independentes: o “médico” e o “farmacêutico” modernos, criando para isso duas instituições de ensino superior separadas por currículos próprios e diferentes, com a óbvia finalidade de não ensinar química medicinal ou química farmacêutica para os egressos das faculdades de medicina, bem como não ensinar clínica e deontologia médicas, para os egressos das faculdades de farmácia.
Vale a pena enfatizar que isto nunca havia ocorrido até os anos 30 e 40 do século 20, quando graduandos de medicina e farmácia haviam sido colegas na mesma sala de aula e com o mesmo currículo acadêmico, diferenciado-se apenas no sexto ano de estudos, ou seja, no internato, quando de acordo com o talento e o gosto de cada estudante, optavam por um dos dois tipos de estágio acadêmico: manipulação farmacêutica (para os graduandos farmacêuticos) ou clínica médica (para os graduandos médicos), conforme ocorria desde a primeira Faculdade de Medicina e Farmácia fundada na Bahia por D. João VI em 18 de fevereiro de 1808.
Mesmo os graves e novos problemas que começaram a aparecer desde então, a poderosa indústria farmacêutica não retrocedeu, mas começou a gerenciar de forma econômico-administrativa o aparecimento inédito do que chamou “efeitos secundários” e “efeitos colaterais ou adversos” dos modernos fitofármacos descobertos, isolados, sintetizados e comercializados, ao invés de reconsiderarem aquela divisão acadêmica espúria, para que um exame ético pudesse ser feito, e assim saber a base clínica do que realmente estaria ocorrendo com aquelas novas drogas, ao contrário, resolveram investir ainda mais na ambição lucrativa, através de centenas de experiências farmacológicas in vivo utilizando milhares de prisioneiros como cobaias humanas de governos ditatoriais facistas, nazistas e comunistas, para estabelecerem doses com o mínimo de reações secundárias e adversas, bem como estabelecer as doses tóxicas e letais das novas drogas.
Após a Segunda Guerra Mundial, e vencidos os regimes ditatoriais, a grande indústria farmacêutica se depararou com governos locais mais atentos à farmacovigilância e à segurança dos seus cidadãos, isto fez com que tais indústrias comessassem a ficar com seus depósitos abarrotados daquelas novas drogas na Europa, e por isso começaram a se interessar em comercializar seu enorme estoque de produtos farmacêuticos em países onde a massa crítica com relação à farmacovigilância era praticamente inexistente, como por exemplo na América do Sul, especialmente no Brasil, África e Ásia.
Para facilitar esta operação, os egressos destas novas faculdades de medicina e faculdades de farmácia, estavam prontos, por assim dizer: o “novo médico”, ignorante em química farmacêutica (pois no novo currículo acadêmico criado deixou de existir), aceitava asininamente como verdade única, final e absoluta a rota metabólica convenientemente selecionada que seu visitador farmacêutico lhe explicava magistralmente, transformando-o involuntariamente em vendedor da indústria; assim como, o novo farmacêutico, decaído do seu status original de médico, pois não tendo mais conhecimento clínico ou deontológico algum (pois no novo currículo acadêmico também deixou de existir), transformou-se então, pelo seu treinamento na indústria, em um aético propagandista da indústria farmacêutica, um balconista de drogaria, ou no máximo um útil “assinacêutico”.
Apesar das inúmeras tentativas ao longo dos anos, através de dispositivos legais de cada conselho de classe, hoje a recuperação do elevado status original, tanto do médico quanto do farmacêutico, depende totalmente do retorno à fusão acadêmica original entre medicina e farmácia, pois dificilmente um médico que não tenha estudado durante o seu curso as disciplinas de química farmacêutica, farmacocinética, farmacodinâmica entre outras, preencherá a lacuna conceitual, muito comum entre os estudantes de medicina, durante o período em que estudam as disciplinas de Farmacologia e as várias disciplinas clínico-patológicas, para poder prescrever da forma mais racional possível, assim como, da mesma forma, é hoje impossível um farmacêutico exercer a assistência farmacêutica e a área de pesquisa e desenvolvimento de novas drogas de modo ético sem nunca ter estudado clínica e deontologia médicas.

https://www.nossasenhoracuidademim.com/2019/01/catolico-de-verdade-nao-assiste-o-big.html?m=1&fbclid=IwAR32oqEhP3Ad1ReNm0ZxV2WCY8ZaHMfDIddPvLigVXFCqopM58UO9WfvdR0

Qualquer analfabeto funcional desconhecido acredita REALMENTE que morro de inveja do seu diproma.

Crer no heliocentrismo é uma coisa. Crer que toda discussão a respeito já foi definitivamente eliminada é outra. Mas parece que isso é muito difícil de entender, principalmente para brasileiros diplomados em ciência.

Da página do Eduardo de Alencar:

Tem uma parcela da nova direita brasileira que se explica perfeitamente pelo binômio rivalidade mimética e ressentimento. Girard cabe como uma luva para o caso.
Geralmente, esse grupelho é formado de ex-alunos ou antigos admiradores do filósofo. Uma parcela deles foi rejeitada publicamente, com ou sem razão. Enquanto outra se afastou naturalmente, por discordâncias pontuais, conversão religiosa, adesão a outro grupo de referência etc.
Porém, o desejo mimético, isto é, a vontade de ter aquilo que quem você queria ser tem, nunca foi abandonado de todo. Uns queriam ter o domínio filosófico do velho. Outros, sua criatividade, sua fama, seu alunos ou suas vendas no mercado editorial.
Todos, em suma, queriam ser, de alguma forma, iguais a ele. Ou a uma versão melhorada dele. Tanto faz.
Agora, há também os que queriam ter o poder de influenciar os acontecimentos políticos e os rumos do governo, desejo sub-reptício de imensa parcela da classe falante, de direita ou de esquerda. Ou seja, a coisa aumentou exponencialmente.
Na fórmula girardiana, a rivalidade mimética desemboca na violência, quanto mais próximo o modelo está daquele que imita, na prática ou na cabeça do imitador. A ausência de títulos honoríficos, cargos em universidades e outros dispositivos que funcionam como reconhecimento e sedimentação de hierarquias, bem como freios para a disputa violenta, possivelmente intensifica ainda mais a coisa toda. Afinal, instituições também são freios para que a imitação não desemboque na loucura homicida.
Na medida que o filósofo atingiu uma fama que o distancia demais dessa turma, o ressentimento começa a se dirigir contra as pessoas que tem o seu aval ou reconhecimento. Mirar o Olavo não adianta, se o Olavo sequer se digna a responder, ou quando já se foi miseravelmente humilhado por ele no passado. Então, transformam-se em alvos o Filipe Martins, o Josias Teófilo, o Flávio Morgenstern, o Mauro Ventura, o Bernardo Kuster ou qualquer outro dos “golden boys”, estejam ou não no governo.
Antigamente, essas querelas ficavam restritas às redes sociais e páginas de internet. Agora, que o filósofo ganhou importância política, essa turma tem recebido espaço em grandes meios de comunicação, que tentam, de todo jeito, abrir brechas naquilo que identificam como uma maçaroca informe – Olavo de Carvalho, Bolsonaro, Trump, os neopentecostais, os militares, Sergio Moro e o raio que o parta.
É fácil ver como a coisa é motivada pelo ressentimento se se considera a incoerência e inconsistência das seguidas tentativas de classificação, de emplacar adjetivos e de fazer analogias ruins. Compara-se Olavo, seus alunos e/ou o novo governo com o jacobinismo, o integralismo, as loucuras de terroristas presos e outras sandices.
Obviamente, as tentativas não tem a menor conexão entre si. É só desespero para criar rótulo, para coisificar. São as mil e uma formas que o ressentimento encontra de tentar assassinar o modelo.
A coisa toda é ao mesmo tempo degradante e antropologicamente interessante de acompanhar. Espero que não haja algum pecado nessa curiosidade pela miséria existencial de gente aparentemente tão inteligente e estudada. De todo modo, basta só dizer uma coisa: os registros estão sendo feitos e essa história será contada um dia.

Até hoje isto não me sai da cabeça. Quando denunciei o uso de fetos humanos na fabricação de adoçantes, o dr. Pirrola argumentou que no produto final não restavam resíduos dos fetos. Ninguém percebeu a monstruosidade criminosa desse argumento, que legitimava o uso industrial de fetos humanos contanto que nada restasse deles no produto final. Dar formação científica a analfabetos funcionais acaba por transformá-los em monstros.

Ao contrário do que proclamam os acadê-miquinhos, a discussão, em vez de encerrada, está apenas começando, mas até a Wikipédia já percebeu. Só a Fôia é que não.

https://en.wikipedia.org/wiki/Axis_of_evil_(cosmology)

Se há uma discussão científica entre duas ou mais teses, a única coisa que está definitivamente provada não é qualquer das teses, é apenas a existência da discussão.
Quanto você tira um diproma de ciências numa universidade brasileira, isso se torna incompreensível.

A massa adepta da liberação de armas é um dos principais apoios populares do governo. O presidente deveria cuidar para não desagradá-la NEM UM POUQUINHO.

Se alguém imagina que tenho alguma influência sobre o governo, está muito enganado.

Para o materialismo burguês, tudo o que existe no universo é a matéria mensurável e, de outro lado, o mundo evanescente do “pensamento”, a secreção imaterial do cérebro humano. Desse dualismo vem, por analogia, a idéia idiota de que a economia determina o curso da História, idéia à qual o marxismo deu uma versão muito mais elegante e sutil, mas na qual o burguês acredita de maneira literal e rasa.

O segredo do sucesso econômico das grandes nações é o equilíbrio dialético do liberalismo na ecomia interna com a dose indispensável de protecionismo no comércio com as outras nações. A via segura do fracasso é, inversamente, o estatismo na economia interna aliado ao livre comércio internacional. 
Quando alguém na nossa política vai entender que LIVRE MERCADO não é LIVRE COMÉRCIO?

ELEMENTOS DA FILOSOFIA DE OLAVO DE CARVALHO
Link: https://mailchi.mp/olavodecarvalho.org/elementos

“Toda tese científica é provisória”, ensinava Richard Feynman, Prêmio Nobel de Física. Só as de quem tem diproma são definitivas.

15.1.2019

https://s1n7ese.com/new/comunistas-armados-da-uniao-nacional-camponesa-unc-invadem-fazenda-e-aprisionam-funcionarios-no-para/

A Armadilha do Dr. Wolf

https://s1n7ese.com/article/a-armadilha-do-dr-wolf/

Segundo os sábios da Fôia, o heliocentrismo já foi provado cientificamente há séculos e só um analfabeto em ciências, como eu, pode imaginar que ainda há alguma dúvida ou discussão a respeito. Está bem, lindões, vamos lá:

“Qual sistema é real, o ptolemaico ou o copernicano? Embora não seja incomum as pessoas dizerem que Copérnico provou que Ptolomeu estava errado, isso não é verdade… Nossas observações dos céus podem ser explicadas presumindo-se que o Sol ou a Terra esteja imóvel.” ( Stephen HAWKING, físico, em “The Grand Design”, 2010, p., 41.)
“Do ponto de vista de Einstein, Ptolomeu e Copérnico estão igualmente certos. Qual ponto de vista vamos escolher é matéria de mera conveniência.” (Max BORN, físico, “Einstein’s Theory if Relativity”, 1962, p. 345.)
“O sistema da Terra central é, na realidade, absolutamente idêntico ao sistema copernicano, e todas as computações dos lugares dos planetas são as mesmas nos dois sistemas.” (J. L. E. DREYER, astrônomo, ‘A History of Astronomy from Thales to Kepler”, 1953, p, 363.) citada
“Se Galileu tivesse se confrontado com a Igreja na época de Einstein, teria perdido a discussão.” (Carl F. WULFMAN, matemático, carta citada na revista “Christian Order” de abril de 1993.)
“Não há observação planetária pela qual nós, na Terra, possamos provar que a Terra está se movendo em torno do Sol.” (I. Bernard COHEN, físico, “Birth of a New Physics”, 1985, p. 78.)
Se quiserem mais, tenho muitas. 
A Fôia é um órgão de desinformação popular apenas.


Eduardo Big Bad Wolf, Rodrigo Cocô Instantâneo, Arruinaldo Azevedo e similares jamais me perdoarão por não serem eu.

Tanto no caso do heliocentrismo como no da evolução, jamais tomei posição. Limito-me a acompanhar os debates que surgem, mas, do ponto de vista de fanáticos idiotas como os redatores da Fôia, a mera sugestão de que uma crença deles pode ser debatida já é um crime imperdoável.

A redação da Fôia não é uma redação: é um “coletivo” dedicado à prática do marxismo cultural. Com a mesma idoneidade com que escondeu por dezesseis anos a existência do Foro de São Paulo, a Foia decidiu agora esconder a sua própria existência.

Depois que o emeritíssimo Ruy Infausto se meteu a balão comigo e saiu com a bunda ardendo, o coletivo se reuniu e decidiu produzir artigos diários anti-olavísticos em quantidade tal que eu não os pudesse responder. Vencer pela quantidade o que não se pode enfrentar pela qualidade — o expediente mais típico dos derrotados.

Bloqueei um tal de Jucemar porque não entende sequer que não citei os cientistas para argumentar em favor do geocentrismo, mas apenas para provar que ainda há discussão a respeito. Lugar de fanático idiota é na redação da Fôia, não aqui.,

Devotos brasileiros da “ciência” só proclamam que ela não tem dogmas para dar a impressão de que seu apego fanático ao que aprenderam dela no ginásio é o ápice da racionalidade crítica.
Se você entra aqui argumentando contra o geocentrismo, como se eu fosse um geocentrista, você só prova que é ANALFABETO como o pessoal da Fôia. Sabe o que é “ignoratio elenchi”? É o seu problema.

Segundo os sábios da Fôia, o heliocentrismo já foi provado cientificamente há séculos e só um analfabeto em ciências, como eu, pode imaginar que ainda há alguma dúvida ou discussão a respeito. Está bem, lindões, vamos lá:

“Qual sistema é real, o ptolemaico ou o copernicano? Embora não seja incomum as pessoas dizerem que Copérnico provou que Ptolomeu estava errado, isso não é verdade… Nossas observações dos céus podem ser explicadas presumindo-se que o Sol ou a Terra esteja imóvel.” ( Stephen HAWKING, físico, em “The Grand Design”, 2010, p., 41.)
“Do ponto de vista de Einstein, Ptolomeu e Copérnico estão igualmente certos. Qual ponto de vista vamos escolher é matéria de mera conveniência.” (Max BORN, físico, “Einstein’s Theory if Relativity”, 1962, p. 345.)
“O sistema da Terra central é, na realidade, absolutamente idêntico ao sistema copernicano, e todas as computações dos lugares dos planetas são as mesmas nos dois sistemas.” (J. L. E. DREYER, astrônomo, ‘A History of Astronomy from Thales to Kepler”, 1953, p, 363.) citada
“Se Galileu tivesse se confrontado com a Igreja na época de Einstein, teria perdido a discussão.” (Carl F. WULFMAN, matemático, carta citada na revista “Christian Order” de abril de 1993.)
“Não há observação planetária pela qual nós, na Terra, possamos provar que a Terra está se movendo em torno do Sol.” (I. Bernard COHEN, físico, “Birth of a New Physics”, 1985, p. 78.)
Se quiserem mais, tenho muitas. 
A Fôia é um órgão de desinformação popular apenas.


Eduardo Big Bad Wolf, Rodrigo Cocô Instantâneo, Arruinaldo Azevedo e similares jamais me perdoarão por não serem eu.

Tanto no caso do heliocentrismo como no da evolução, jamais tomei posição. Limito-me a acompanhar os debates que surgem, mas, do ponto de vista de fanáticos idiotas como os redatores da Fôia, a mera sugestão de que uma crença deles pode ser debatida já é um crime imperdoável.

A redação da Fôia não é uma redação: é um “coletivo” dedicado à prática do marxismo cultural. Com a mesma idoneidade com que escondeu por dezesseis anos a existência do Foro de São Paulo, a Foia decidiu agora esconder a sua própria existência.

Depois que o emeritíssimo Ruy Infausto se meteu a balão comigo e saiu com a bunda ardendo, o coletivo se reuniu e decidiu produzir artigos diários anti-olavísticos em quantidade tal que eu não os pudesse responder. Vencer pela quantidade o que não se pode enfrentar pela qualidade — o expediente mais típico dos derrotados.

Bloqueei um tal de Jucemar porque não entende sequer que não citei os cientistas para argumentar em favor do geocentrismo, mas apenas para provar que ainda há discussão a respeito. Lugar de fanático idiota é na redação da Fôia, não aqui.,

Devotos brasileiros da “ciência” só proclamam que ela não tem dogmas para dar a impressão de que seu apego fanático ao que aprenderam dela no ginásio é o ápice da racionalidade crítica.
Se você entra aqui argumentando contra o geocentrismo, como se eu fosse um geocentrista, você só prova que é ANALFABETO como o pessoal da Fôia. Sabe o que é “ignoratio elenchi”? É o seu problema.

Da página do Luke de Held:

Em recente artigo publicado na coluna ” Opinião ” do site Conjur o Professor Lenio Streck aponta, de sua ótica, erros interpretativos do Professor Olavo de Carvalho acerca das teorias sobre Hermenêutica defendidas pelo jurista norte americano Ronald Dworkin e a associação com o ativismo judicial detectado na atuação do STF, através dos votos de seus ministros. Apontando, de forma irônica, a ausência de formação acadêmica por parte do Professor Olavo, o Professor Streck aponta ser impossível ignorar Olavo de Carvalho cuja importância se materializa em ter ” feito ” dois ministros no atual governo, bem como vários cargos do segundo escalão. Ora, por primeiro é necessário lembrarmos que o embate no campo das opiniões não resulta na formulação de postulados com validade científica. Opinião é apenas opinião e ainda que verse sobre postulados científicos, com eles não se confunde. Não há graus de hierarquia entre opiniões em contraposição, inobstante seja possível verificar qual delas melhor descreve a realidade concreta do mundo. Sob esse parâmetro, Olavo está anos luz a frente de Lenio, quer seja por ter mais tempo de vida e um horizonte de consciência imensamente maior , quer seja por ter forjado seu conhecimento para muito além da poeira que repousa sobre o mármore das bibliotecas jurídicas. Sim, Professor Streck existe vida e conhecimento para além das formulações jurídicas. 
Necessário inicialmente, refutando o Professor Streck, apontar a dimensão de validade de saberes adquiridos fora do ambiente acadêmico. O Professor Streck erra ao desmerecer saberes alheios a academia, reduzindo todo conhecimento válido ao ministrado no ambiente acadêmico. Nunca é demais lembrar que o reducionismo é a pornografia do saber. Em paralelo, é sintomático que o jurista pós doutor se disponha a refutar ( navegando entre a ironia e descortesia ) a opinião de um ” iletrado ” ainda que best seller ( autor de 18 livros e com mais de 9000 horas de aulas on LINE )”. O Professor Streck erra, ainda , ao dimensionar a importância do Professor Olavo circunscrevenfo-a a eventual influência intelectual no atual governo e talvez o faça involuntariamente por dois motivos : o primeiro deles o de desconhecer a extensão e profundidade da obra de Olavo de Carvalho e o segundo porque, contaminado pela excessiva vaidade que impregna os ares da pós graduação acadêmica, atribua valor e sentido unicamente à obtenção e provimento de cargos ( ” ah, quem me dera ser um dos onze do STF “, eu mesmo quando criança ambicionava ser um dos onze do escrete canarinho, quem nunca ??? ) . Aqui, abro um parêntese para afirmar que a obra de Olavo de Carvalho é uma contribuição inestimável a humanidade, no campo do conhecimento, da filosofia e da humanística. Faria bem ao Professor Streck matricular-se no COF. Já na primeira aula seria convidado a desnudar-se ante ao espelho da própria consciência despindo-se das roupas da fútil vaidade acadêmica ao escrever seu próprio necrologio. 
Superadas as questões ” ad hominem ” passemos a questão do ativismo judicial e do uso das teorias de Dworkin como suporte teórico nas decisões do STF. 
Dworkin formula sua teoria em um contexto regido pelo Sistema jurídico da common law, direito consuetudinario, não codificado, alicerçado em usos e costumes, cujos marcos legais se estabelecem através de leading cases. Segundo Dworkin o Direito está em permanente mutação e sintonia com os novos anseios sociais ( praticamente um Heráclito de Éfeso do constitucionalismo anglo saxão ), cabendo ao juiz identificar e reconhecer esses anseios reconhecendo sua legitimidade e eficácia no campo da jurisprudência, a luz da interpretação de princípios constitucionais genericos e imprecisos. O juiz seria um porta voz e catalisador desses novos anseios, um agente de transformação ( revolução ) social. Esse é o posicionamento explícito do Ministro Luís Roberto Barroso. Veja-se, por exemplo a tese pelo mesmo defendida que identifica e sobrepõe, a luz do princípio da dignidade da pessoa humana, um nova categoria de direitos ditos sexuais reprodutivos das mulheres aos direitos do nascituro, negando ao embrião a própria condição humana, permitindo o aborto até o terceiro mês de gestação, atropelando o comando objetivo previsto no caput do artigo 5o da Constituição Federal ( inviolabilidade do direito a vida ) e do artigo 123 do Código Penal. É o erro epistemologico de buscar a aplicação direta no Brasil, sem adaptações, de uma teoria gestada em um Ambiente intelectual e cultural e sob os influxos de um sistema juridico absolutamente distinto do Brasileiro. Adicione a isso como efeito do ativismo judicial, a usurpação da função legislativa e a transformação do judiciário em um superpoder plenipotenciario que a todos impõe a força de suas decisões ainda que contra legem ( salvo a Renan Calheiros que sequer permite o ingresso do oficial de justiça no Senado ). Assim sendo, erra mais uma vez o Professor Streck ao cuidar da irrelevante questão de fundo da discussão posta a mesa de parte do Professor Olavo qual seja a relativa aos riscos do ativismo judicial e do uso da teoria hermenêutica de Dworkin como suporte teórico. Por último a construção de um ” novo direito ” a revelia do legislador, a luz de princípios interpretados discricionariamente pelo juiz fere de morte princípios outros estruturantes do Estado de Direito qual seja o da legalidade o da separação de poderes e o da representatividade. Ao que me parece as erroneas interpretações de Dworkin vem não dá Virgínia, mas do Planalto Central, mas sobre isso o Professor Lenio não se dispõe a escrever.

14.1.2019

Tantos me cobram respostas às críticas quantos me recomendam ignorá-las. Mas não me lembro de haver perguntado a ninguém o que devo fazer.

Da página do Felipe Moura Brasil:

Felipe Moura Brasil avisa:
Ainda de férias, dei essa entrevista ao jornal inglês The Guardian.)

Como você descobriu o trabalho do Olavo de Carvalho?

Descobri o trabalho de Olavo de Carvalho na década de 1990 por meio de seus artigos de jornal, que depois me despertaram o interesse pelos seus livros de crítica cultural, filosofia e história da filosofia.

O que achou?

Ao contrário da maioria dos colunistas da imprensa, que tratava apenas da política diária e com frequência buscava produzir sentimentos, tomadas de posição e ações nos leitores, Olavo de Carvalho examinava as questões mais sensíveis do debate público como um educador que resgata a definição de conceitos fundamentais como educação (‘ex ducere’, que significa levar para fora), conhecimento, verdade, inteligência, vocação, sociedade, cultura, democracia, direita, esquerda e fanatismo, sempre identificando, acompanhando e até constituindo as correntes intelectuais profundas que geram transformações culturais e depois políticas, estas últimas normalmente surpreendentes para os setores da imprensa limitados aos acontecimentos de superfície e/ou cegos pela ideologia e pela militância, como vimos recentemente nas eleições de Donald Trump e Jair Bolsonaro. Em seus artigos, Olavo levava o leitor para fora da bolha criada por aqueles que transformaram a atividade intelectual em megafone de interesses partidários.

Por que achou importante colecionar os textos dele para o livro e como foi esse processo?

Os artigos jornalísticos de Olavo de Carvalho representam a parte da sua obra dedicada à crítica cultural, embora também embutam elementos de sua filosofia e até de seus ensinamentos de história da filosofia, que constituem outras partes. Apesar do sucesso do livro “O imbecil coletivo”, de 1996, que reunia artigos jornalísticos do autor voltados mais especificamente à exposição da decadência e da corrupção da camada intelectual da sociedade brasileira, a parte de crítica cultural era a menos organizada de sua obra e, ao mesmo tempo, aquela com maior potencial de fisgar o cidadão comum – como aconteceu comigo – não só pela capacidade de síntese, como também pela destreza no trato de questões existenciais e sociais, como a juventude, a vocação, a formação da personalidade, a pobreza e a prática do amor ao próximo.

Os artigos, muitos dos quais haviam apontado também os germes intelectuais de acontecimentos políticos atuais e cujo conteúdo sem o devido crédito já passava a ser repetido por velhos e novos colunistas com décadas de atraso, estavam dispersos na internet, de modo que organizá-los por temas e acrescentar explicações em notas foi uma maneira de fazer jus à obra pioneira do autor e de torná-la acessível ao cidadão comum disposto a sair da bolha. Apresentei o projeto de “O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota” e o título a Carlos Andreazza, editor da Record, que topou de imediato; e depois a Olavo, que adorou e deu o sinal verde para que eu continuasse o trabalho, sem qualquer interferência dele. O resultado foi um best seller para os padrões brasileiros, que teve desde 2013 mais de 300 mil exemplares vendidos e uma edição comemorativa em capa dura, consolidando mudanças culturais que teriam reflexo na política.

Por que a importância dele na política brasileira cresceu tanto?

A importância da obra jornalística de Olavo de Carvalho é primeiramente cultural. Ela quebrou a hegemonia intelectual esquerdista, à medida que diagnosticou esta situação e expôs suas raízes históricas, seus exemplos práticos nos meios acadêmicos e de comunicação, e suas consequências nefastas para a cultura e a democracia. Com isso, abriu espaço para outras ideias, também favorecidas (1) pelo advento da internet e das redes sociais, que permitiram a refutação de narrativas circulantes por meio de um contato direto de autores com o grande público sem o filtro político-ideológico do establishment; e (2) pela operação Lava Jato, que mostrou a magnitude da corrupção no Estado inchado brasileiro, defendido e ocupado pela esquerda e por seus aliados. Que um político não esquerdista como Jair Bolsonaro considere a opinião de um autor como Olavo sobre uma ou outra pessoa capaz de fazer um bom trabalho como ministro, é apenas um efeito periférico dessas mudanças culturais. No entanto, é o efeito periférico que desperta o interesse da maior parte da imprensa. O trabalho mais profundo que Olavo fez, quebrando a hegemonia intelectual esquerdista e abrindo espaço para outras ideias, nunca havia sido objeto de notícia.

Por que tantos brasileiros seguem os vídeos e textos dele, coisa inédita para um filosofo por aqui?

Se os jornalistas lessem a obra de Olavo de Carvalho, a começar por “O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota”, talvez entendessem a capacidade dele de lançar luz sobre a experiência mental brasileira e as forças que atuam sobre ela, sendo ao mesmo tempo erudito, popular, educativo e engraçado.

Qual foi a importância da influência e pensamentos dele no crescimento dessa onda conservadora dos últimos anos? Qual foi a importância dele na vitória do Jair Bolsonaro?

A expressão “onda conservadora”, usada pela imprensa, é, no mínimo, imprecisa. A maioria do povo brasileiro já tinha posições conservadoras, de acordo com os próprios institutos de pesquisa respeitados pela imprensa. O que o povo não tinha era representatividade, no caso um candidato viável com posições conservadoras em quem votar. Esta lacuna foi até celebrada pelo então presidente Lula em setembro de 2009, quando declarou: “Pela primeira vez não vamos ter um candidato de direita na campanha. Não é fantástico isso? Vocês querem conquista melhor do que numa campanha neste país a gente não ter nenhum candidato de direita?”

Em 2012, no entanto, o Datafolha mostrou que 83% dos brasileiros são contra a legalização das drogas. Em 2014, o Ibope mostrou que 79% são contra a legalização até da maconha. Em 2010 e 2016, o Ibope também mostrou que 78% são contra o aborto. Em 2016, o Ibope mostrou ainda que 78% são a favor da redução da maioridade penal e que 78% são a favor de prisão perpétua para quem comete crimes hediondos. Esses dois números ainda haviam aumentado 12 e 15 pontos, respectivamente, em relação a 2010, indicando que o aumento da criminalidade no país durante os governos de esquerda só fazia crescer no povo a demanda por punições mais duras aos criminosos. Olavo, entre outras coisas, mostrava a desconexão entre os anseios do povo e os do establishment cultural e político; e o projeto de Jair Bolsonaro de virar presidente começou neste cenário até então ignorado pela maioria dos supostos representantes do povo, que não vocalizavam o sentimento popular nem representavam suas ideias, geralmente consideradas retrógradas pela imprensa. Mesmo não sendo a encarnação perfeita do conservadorismo, Bolsonaro se posicionou contra a legalização das drogas, contra o aborto, a favor da redução da maioridade penal e de penas mais duras aos criminosos, incluindo corruptos como Lula presos pela Lava Jato, operação que só potencializou a demanda por ordem no país. O atual presidente, apesar de ter adotado o liberalismo econômico apenas recentemente e mesmo assim com várias ressalvas, soube explorar tudo isso a seu favor, falando com simplicidade diretamente ao cidadão comum.

Como o trabalho dele te ajudou na sua carreira e pensamento? Fez um curso com ele? Como foi?

No artigo “O imbecil juvenil”, Olavo expressou o que eu percebia em muitos jovens ao meu redor, sempre dispostos a adquirir vícios alheios e suprimir sua personalidade para pertencer a um grupo qualquer, sem jamais desenvolver a consciência individual e fazer o esforço necessário para sair da bolha em que se meteram. No artigo “Vocações e equívocos”, Olavo descreveu o que eu percebia em pessoas frustradas, amarguradas e/ou ressentidas, que só concebiam a dedicação a alguma atividade por dinheiro ou por prazer, ignorando a experiência da vocação, do chamado, do sentido da vida. Esses e outros artigos, além de livros, apostilas e aulas de seu curso online de filosofia que ainda não encontrei tempo para concluir, sem falar nos numerosos e fundamentais autores indicados por ele, tiveram forte influência sobre minha vida intelectual e minhas decisões práticas, tanto pessoais quanto profissionais, porque busquei e sigo buscando exercer minha personalidade e minha vocação sem me deixar nivelar pelo corporativismo social, político ou ideológico de qualquer patota. Sobre minha carreira, a influência de Olavo é indireta: como ele quebrou a hegemonia intelectual esquerdista, abrindo espaço para outras ideias no debate público, o meu trabalho de mais de 10 anos como colunista na internet, alguns dos quais no site Mídia Sem Máscara, criado por ele, acabou me rendendo contratos para escrever e falar em veículos maiores onde havia editores que não boicotavam vozes dissidentes capazes de refutar as narrativas circulantes.

Como descreveria a personalidade e pessoa do Olavo de Carvalho? O que ele contou para você da historia da vida, da descoberta de filosofia, do tempo que foi de esquerda, dos trabalhos com astrologia, a fé e a mudança para os EUA?

Nunca encontrei Olavo pessoalmente, o que pretendo fazer assim que possível, viajando à cidade onde ele mora nos EUA. Nosso contato até aqui foi inteiramente virtual. Mas ele é uma das pessoas mais generosas que conheci. Tão generosa que não preciso falar da vida dele, porque o próprio Olavo tem tido a paciência de explicá-la em detalhes até mesmo a jornalistas que não leram sua obra, que trabalham para veículos que o demonizam, que buscam detalhes banais de sua biografia para rotulá-lo pejorativamente e que só o procuram porque Bolsonaro nomeou como ministros um par de nomes elogiados por ele.

O Olavo de Carvalho já fez alguns comentários polêmicos. Concorda com todos? Se não, do que discorda?

Eventuais discordâncias pontuais são irrelevantes perto do que aprendi com a obra de Olavo e dos autores indicados por ele, como Roger Scruton e Dennis Prager.

Gostou das recomendações de ministros dele? Compartilha as posições ideológicas dos dois?

Essa análise da política diária, referente a um governo que acabou de começar, prefiro deixar para o programa Os Pingos Nos Is, da rádio Jovem Pan, que volto a ancorar em 21 de janeiro. Neste momento, estou curtindo duas semanas de férias, que só interrompi para tratar de assuntos culturais mais relevantes. Obrigado.

Dois bobocas falam mal de mim no “Consultor Jurídico” por haver criticado o Ronald Dworkin com base em citações de um único de seus livros, sem conferi-las com as idéias que esse autor apresenta em várias outras obras.
Os dois patetas, em comparação, julgam-se no direito de me criticar com base NUMA SIMPLES DECLARAÇÃO ORAL DE IMPROVISO, sem conferi-la com mais nenhuma outra coisa que eu possa ter dito ou escrito.
Dispensam-se, despudoradamente, de ter no julgamento da minha pessoa uma fração mínima do rigor que me exigem quando falo do Dworkin.
Não são estudiosos sérios nem dignos de respeito.

https://www.folhadelondrina.com.br/blogs/paulo-briguet/retratacao-de-um-jornalista-preconceituoso-1024303.html?fbclid=IwAR0UQOjwBkD8pwW2eYF9Z1mUTf_62NjGXBYuGqzPEpFqyWdROyxfBjmVB1w

Supondo — ad argumentandum tantum — que todas as pretensas refutações que se fizeram de opiniões minhas estivessem cem por cento certas, isso não abalaria nem um pouco a solidez da minha obra filosófica, já que nenhuma das opiniões atacadas pelos meus “críticos” faz parte da minha filosofia. Nunca se viu, no mundo, tanta gente roendo pelas beiradas.

A mais linda ilusão dos acadê-miquinhos é imaginar que estou frustrado porque não me reconhecem. Ser reconhecido por tipos como Ruy Infausto e Vladimir Safado (para não falar do Pauno Bundadelli) seria a suprema humilhação.

Da página do Yuri Meirelles de Meireles:

Gravei uma série de cinco vídeos curtos, comentando a matéria difamatória do El Pais contra o professor Olavo que saiu há 2 dias.

Sugiro que todos nós alunos do COF ou seguidores de Olavo, façamos isso. Aliás, ele mesmo disse que é impossível para ele responder a tantas matérias difamatórias e que seria bom que fizéssemos isso. Então, precisamos todos nós escolher uma matéria recente difamando o professor e defendê-lo, comentando por vídeo ou por artigo ou até mesmo post em rede social.

O professor não tem nenhuma máquina multibilionária como George Soros, Ford e esses banqueiros que financiam a esquerda. Só mesmo o nosso trabalho e orações à Deus para interceder por ele aqui na Terra.

“No centro do discurso de Olavo de Carvalho estão críticas ferrenhas a Paulo Freire”, afirma El País. 
A única coisa que escrevi sobre Paulo Freire foi um breve ARTIGO DE JORNAL publicado no Diário do Comércio em 19 de abril de 2012. E nesse artigo não faço pessoalmente NENHUMA crítica a Paulo Freire, apenas reproduzo, sem comentários a favor ou contra, algumas críticas feitas por ex-alunos e colaboradores da criatura.
Paulo Freire nunca esteve na esfera dos meus interesses, muito menos no centro dela.
El País é um pasquim de merda com credibilidade ZERO.

Qualquer pessoa com um pouco de prática na leitura ou produção do jornalismo científico de bom nível (que hoje em dia um brasileiro só encontra em línguas estrangeiras), sabe que há um hiato de pelo menos trinta anos entre a ciência da qual se lê nos livros escolares e aquela que os grandes cientistas discutem no momento. Como nossos jornalistas e acadê-miquinhos não acompanham essas discussões de alto nível, sempre que faço alusão a algo que ouvi nelas acreditam que é tudo invenção minha e que podem contestar-me apelando à autoridade dos livros escolares. No Brasil a ignorância é a mais alta fonte de autoridade intelectual.

Eu já disse muita coisa contra o socioconstrutivismo, mas quem disse que essa técnica foi inventada pelo Paulo Freire? Ele nunca passou de um divulgador e usuário do socioconstrutivismo.

Nunca tomei partido em discussões de física, astrofísica ou biologia. Apenas aludi a discussões de ponta entre cientistas dessas áreas. Cretinos que não sabem dessas discussões mas se apegam aos livros escolares em que estudaram sentem que a mera afirmação de que há discussões é uma negação MINHA daquilo que aprenderam nesses livros. Não passam de Acadê-Micos.

TODO o anti-olavismo que vem aparecendo na mídia desde a eleição do Bolsonaro omite COMPLETAMENTE as teses essenciais da minha filosofia e cria um “pensamento do Olavo de Carvalho” com base em opiniões casuais que dei na internet, deformadas sempre com malícia pueril e doses cavalares de analfabetismo funcional verdadeiro ou simulado.
Todas essas matérias são desinformação proposital, uma operação criminosa que imagina poder derrubar o governo Bolsonaro mediante um bombardeio de fraudes intelectuais monstruosas.

Quando o Ronald Robson publicou seu breve e preciso estudo, “Elementos da filosofia de Olavo de Carvalho”, o Israel Rosário escreveu, profeticamente:
“Interessantíssimo,a petralhada vai passar longe e dizer que ‘não leu e não gostou’.”

https://www.recantodasletras.com.br/artigos-de-cultura/5037101?fbclid=IwAR0cJehBFXqI0SYYxFM0jtTagY4E_8mTFpaYP3Evt2eIfqV7RKML5IhmhjA

Em filosofia, história, letras e ciências humanas, a PRIMEIRA coisa que um estudante tem de aprender é averiguar a autenticidade dos textos e a confiabilidade das fontes. Professores universitários que me criticam com base em vídeos mutilados e em posts do Tweeter são CHARLATÃES.

Em filosofia, história, letras e ciências humanas, a PRIMEIRA coisa que um estudante tem de aprender é averiguar a autenticidade dos textos e a confiabilidade das fontes. Professores universitários que me criticam com base em vídeos mutilados e em posts do Tweeter são CHARLATÃES.

A Fôia negando a existência do marxismo cultural é o mesmo que o Lula negando a existência de cabritas.

13.1.2019

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O Curso Online de Filosofia (COF) é um programa de orientação de estudos filosóficos ministrado pelo filósofo Olavo de Carvalho, no intuito de formar filósofos e não apenas professores de filosofia e consumidores de cultura filosófica.

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A mais linda ilusão dos acadê-miquinhos é imaginar que estou frustrado porque não me reconhecem. Ser reconhecido por tipos como Ruy Infausto e Vladimir Safado (para não falar do Pauno Bundadelli) seria a suprema humilhação.

12.1.2019

Como não acompanham os debates científicos mais recentes, os jornalistas e acadêmicos brasileiros, quando faço alusão a um desses debates, acham que se trata de opiniões pessoais minhas e, com ingenuidade tocante, acreditam que podem derrubá-las apelando à autoridade do que aprenderam em livros didáticos anteriores aos debates. É patético.

Muitas vezes omito as fontes de propósito, para que os idiotas imaginem estar na posição de profissionais das ciências em confronto com um leigo intrometido. Caem como patinhos.

A coisa mais fácil de provar é que quase toda a atividade intelectual na Fefelech se reduz ao debate interno dos partidos de esquerda. Por que o pessoal do Escola Sem Partido nunca pensou sequer em fazer uma tese sobre esse fenômeno escabroso?

O Anta diz que “um grupo de deputados federais e estaduais” veio aqui conversar comigo. Errado. Veio um só deputado federal, o Eduardo Bolsonaro, mais quatro estaduais e alguns funcionários de terceiro escalão. Nada do governo secreto que povoa o imaginário jornalístico nacional.

“Olavo questiona o heliocentrismo” é uma estupidez descomunal. Eu simplesmente dei ciência de debates que JÁ acentecem no meio científico, mas que os jornalistas da Fôia e os acadê-miquinhos consultados por eles desconhecem. Vejam https://www.theprinciplemovie.com. Ademais, informar que uma teoria se tornou objeto de debate NÃO É contestá-la, exceto no mundo do analfabetismo funcional brasileiro.

Excelente resposta a uma matéria fecal anônima de um tal de canaltech:

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Abraão Lynconl Torquato • 20 horas atrás
Esse é mais um exemplo de como fazer um péssimo jornalismo. O vídeo do Olavo foi postado HÁ MUITO TEMPO, e não essa semana. Ele não contesta o heliocentrismo, mas sim as provas que haviam sido dadas. O analfabetismo funcional de alguns que se dizem “mídia tradicional” é tão grande, que não conseguem ver a diferença.
Eu acredito que o heliocentrismo seja a explicação correta. Mas pelo argumento do próprio Einstein, barrando-se em Mach, não há referencial especial em movimentos, então TANTO FAZ! Aceita-se como norma o heliocenteismo pq é mais simples de construir uma relação matemática.
Além disso, depois que o idiota do Pirulla veio com o mesmo papinho de “negacionismo” o Olavo explicou o seu argumento, desenhou, é ainda completou “o fato de você possuir uma explicação sobre um fenômeno e até construir tecnologias funcionais, não significa que a explicação está correta, caso contrário fogões a lenha e aspirinas não funcionariam”

Mil vezes avisei que nessa questão do heliocentrismo, bem como em outras similares, NÃO TENHO NENHUMA OPINIÃO. Não adianta. Vigaristas da mídia e da universidade me atribuem a opinião que bem desejam e, contestando-a (aliás mal e porcamente), acreditam que “refutaram o OIavo de Carvalho”. 
Mídia e universidade são os centros geradores da ignorância nacional.

Os assuntos sobre os quais tenho opiniões claras e definidas são aqueles de que tratei nos meus LIVROS E CURSOS DE FILOSOFIA. No resto, ou tenho opiniões casuais,. relativas e provisórias, ou não tenho nenhuma. Enfatizando psicoticamente esta parte e suprimindo sistematicamente o conteúdo da minha obra filosófica, o jornalismo marrom-cocô da Fôia, da Veja etc. cria em torno da mim um farelo de malentendidos, dando a impressão de que essa poeira fecal de sua invenção é o “pensamento do Olavo de Carvalho”.

É EVIDENTEMENTE IMPOSSÍVEL responder mesmo a um por cento das mentiras, intrigas, invencionices, distorções e lendas urbanas que órgãos da grande e da pequena mídia, mandando às favas os preceitos mínimos do jornalismo decente, espalharam contra mim. A quantidade, uniformidade e simultaneidade desses ataques já mostram que se trata de uma operação tipo “netwar”, e não de jornalismo normal.
Imaginem, por outro lado, o tamanho e o custo da assessoria jurídica que eu precisaria ter para levar essa multidão de hienas a responder na Justiça pelos crimes que tem cometido contra mim.
Os ataques não visam somente a destruir a minha reputação, mas a tornar inviável a minha vida social e profissional.
Os autores dessa monstruosidade partem da premissa de que sou o guru do governo Bolsonaro e daí concluem que, emporcalhando a reputação do guru, derrubarão o governo.
Curiosamente, ninguém no governo, até agora, disse uma única palavra em minha defesa.

Com tempo e calma, posso derrubar, uma a uma, todas as cretinices e invencionices que circulam a meu respeito. POR ISSO MESMO elas são postas em circulação TODAS AO MESMO TEMPO E EM QUANTIDADE INABARCÁVEL. Num confronto um a um, o analfabetismo funcional é a maior das fraquezas, mas, multiplicado pelo número de vozes numa gritaria infernal, ele cria uma barreira de malentendidos que nunca mais pode ser desfeita.

Nunca, na história dos debates universais, se mobilizou tamanha máquina de assassinato de reputação contra um autor isolado, desprovido de qualquer cargo no governo ou patrocínio oficial (ou privado). Nem o governo soviético lançou tantos ataques simultâneos a qualquer escritor dissidente. O Brasil tem a glória de ser, até o momento, o campeão das lutas de UM MILHÃO CONTRA UM.

Um repórter da New Yorker quer me entrevistar. Mandei responder que só aceito se ele ler primeiro os meus livros sobre Aristóteles, Descartes, Maquiavel, além de “O Jardim das Aflições”, de “A Filosofia e seu Inverso” e do debate com o Duguin — praticamente TUDO o que a mídia, ao falar de mim, esconde sob o tapete e substitui por versões idiotas de algumas opiniões soltas.

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Equipe do Seminário de Filosofia

O Professor Wolfgang Smith fala sobre a importância de um filme que promove uma exposição filosófica sobre o Milagre.
Contribua para a realização do documentário de Mauro Venturahttps://ivinfilms.com/produto/milagre/

A recusa ou incapacidade de captar nuances humorísticas na linguagem alheia é prova cabal de analfabetismo funcional ou de distúrbio psíquico, mas se tornou um TRAÇO OBRIGATÓRIO dos jornalistas de esquerda no Brasil. Como essa deficiência é INCOMPATÍVEL com o exercício idôneo desse ofício, só a interproteção mafiosa de pessoas e grupos ligados a interesses de partidos criminosos impede que esses tipinhos sejam banidos — por enquanto — da profissão. Por enquanto.

Da página do Mauricio Marques Canto:

A classe jornalística brasileira, com exceções que se contam nos dedos das mãos, só tem na atualidade as seguintes funções:
1) Criar intrigas entre os componentes do governo Bolsonaro, para levá-lo ao caos e à autodestruição.
2) Ocultar os crimes da esquerda ou, caso isso não seja possível, ao menos despolitizá-los, de modo que mesmo conhecidos e comprovados não tragam dano à imagem moral do esquerdismo.
3) Pintar como incultos e despreparados todos os membros e amigos do governo, de modo a que o público venha a sentir saudades da elite iluminada cujos astros intelectuais maiores foram Lula e Dilma Rousseff.
Se você faz parte do público da Fôia, da Grobo ou da Abriu, você está financiando os picaretas que se dedicam a essas três tarefas.

Todo dia uns sujeitos que se dizem meus alunos, amigos ou admiradores me enviam links de ataques medonhos à minha pessoa, pedindo meus comentários. Evidentemente não têm a mínima percepção da imoralidade do seu procedimento. Vendo um homem ser atacado por mil lados ao mesmo tempo, nada fazem para defendê-lo e, em vez disso, só querem ter o prazer de vê-lo lutar em mil ringues simultâneos.
Com amigos como esses, quem precisa de inimigos?

Se o governo Bolsonaro, a pretexto de “liberdade de imprensa”, nada fizer contra aqueles que estrangularam toda liberdade de imprensa e transformaram a mídia em arma de guerra comunista, ele se condenará à morte em prazo recorde.

Onde há liberdade de imprensa, a distribuição do espaço na mídia acompanha a divisão das preferências ideológicas entre a população. No Brasil, a opinião majoritária da população está TOTALMENTE EXCLUÍDA da grande mídia. Isso é liberdade de expressão?

O profissional especializado que me vê emitir uma opinião de passagem sobre matéria da sua área e se põe a contestá-la com ares de sapiência acadêmica é evidentemente um vigarista, em primeiro lugar por colocar no centro do retrato que pinta de mim os seus interesses em vez dos meus, deformando toda a perspectiva, em segundo lugar porque, em vez de esperar passar a onda de ataques coletivos contra mim para depois entrar numa discussão honesta um-a-um, se acha muito lindo por juntar a sua voz ao coro dos imbecis enfurecidos.
E nem de longe percebe o quanto sua conduta é imoral.

Um filósofo tem de ser julgado pelas afirmações básicas que constituem o fundamento da sua filosofia, não sobre opiniões de passagem (em geral orais e improvisadas) sobre assuntos laterais. 
Os meus atacantes invertem isso porque NÃO SÃO CAPAZES DE LER A MINHA OBRA FILOSÓFICA, muito menos de tentar apreender a figura do conjunto.

O artigo publicado no Consultor Jurídico sobre umas opiniões que dei em aula sobre Ronald Dworkin é o exemplo típico do que estou dizendo.

Qualquer crítica a opiniões laterais emitidas por um filósofo ou escritor tem de ser ao menos respeitosa ao ponto de reconhecer que detalhes menores e de ocasião não desmerecem o conjunto de uma obra. 
Estudando a obra do Otto Maria Carpeaux, descobri dezenas de opiniões erradas aqui e ali. Vocês conseguem me imaginar falando dele, por essa razão. com ares de desprezo superior?
Os que se metem a meus críticos são bárbaros, selvagens iletrados que ignoram até as regras mais óbvias da ética intelectual.

10.1.2019

Da página da Beth Ferraz:

Quando eu vejo que o governador da Bahia quer criar um Consórcio Público com os Estados do Nordeste, só uma coisa me vem a cabeça: montar um poder paralelo ao governo Bolsonaro, com financiamento de organizações criminosas e países ditatoriais.
Até pq a esquerda não discute projetos com o pé na realidade ou fatos. Ela quer comandar e sustenta apenas uma discussão idealista – impossível de ser viável ou sustentável -, para arrebanhar simpatizantes ou se passar como solução para todos os problemas da humanidade. Solução essa sem contemplar o trabalho, a seriedade, o estudo, a realidade, passando por cima de Leis Federais. Ela usa de pressão psicológica, ameaças e uma ‘suposta e falsa superioridade moral’ para enganar quem gosta de ser enganado.
Essa é a verdade.

Em geral os meus “críticos” não percebem nem a diferença entre o que eu digo e o discurso indireto livre em que, sem citação formal, expresso a opinião de alguém mais. É o caos, o inferno mental irredutível à racionalidade.

A IVIN Films, produtora de “Bonifácio”, está quase batendo a meta de arrecadação do crowdfunding do novo filme. Participe você também do novo documentário: Milagre.

Link: https://ivinfilms.com/produto/milagre/