30.7.2020

De Sainte-Beuve e Mathew Arnold até Lionel Trilling e George Steiner, o centro vivo da crítica literária era a literatura como expressão da vida moral com todas as suas perplexidades e tensões. A partir do momento em que a crítica deixou de ser ela mesma um tipo de criação literária e se tornou uma profissão acadêmica, todo drama moral foi desaparecendo dela tanto quanto da literatura mesma, uma vez que a burocratização de ambas veio junto com a imposição geral de estereótipos moralizantes uniformes e obrigatórios, que ninguém na mídia ou nos meios universitários ousaria contestar nem mesmo em detalhes sem ver-se condenado imediatamente como um inimigo da espécie humana.

Não há mais dramas ou tensões morais. O bem e o mal estão claramente definidos de uma vez para sempre, o primeiro representado pela mídia e pelo establishment acadêmico, o segundo — quem não sabe? — por blogueiros reacionários, fascistas, xenófobos, racistas e homofóbicos.

Jamais se investiu tanto dinheiro na propagação do bem e na condenação do mal.

Existe algo mais inconfundivelmente nazista do que tomar hidroxicloroquina para curar o covid?

O sonho da minha vida é ver o Borroso imitando foca junto com o Felipe Feto.

Andei dando uma força para o carinha do Hidrogênio Global, mas ele foi tremendamente sacana com o Paulo Pavesi, um homem que só merece respeito e amizade.

O Alberto Silva também entrou nessa frescura de anti-Pavesi. Que vá cagar no mato.

Para o Mourão meditar na cama:

Recordar isto é OBRIGATÓRIO:

Muito certo: Os traidores do Bolsonaro sifudêru.

“Ó tu, historiador, que em tintas não mendazes
Escreves deste tempo a história monstruosa,
Aos nossos filhos conta todo o horror fatal,
A fim de que ao ler-te chorem nosso mal
E tomem como exemplo os pecados dos pais
De medo de cair em similar miséria.”

Pierre de Ronsard (1524-1585), “Discurso sobre as misérias destes tempos”, tradução minha.

Pode ser:

A milícia comunista do Imoraes está organzada e pronta para a ação repressiva EM ESCALA INTERNACIONAL:

https://outline.com/5Yhbmr

OS bispos comunistas da CNBB não são bispos, não são padres, não são nem membros da Igreja. São excomungados, inimigos de Cristo e dos fiéis. Não se deixem enganar por esses satanistas de fala adocicada.

Sou cem por cento a favor de que o Borroso converse com o Felipe Feto. Com a condição de que nunca mais ele converse com mais ninguém.

29.7.2020

O Borroso só anda com gente boa: Átila Iamarino, Felipe Feto, João de Deus…

Mundo louco. Nem o governo soviético chegou a impor a ortodoxia comunista com o rigor e a abrangência com que os macrocapitalistas a impõem hoje. E a massa militante de esquerda nem chega a perceber que está servindo àqueles que uns anos atrás eram, ao menos em teoria, os seus piores inimigos

O Faquinha entrega toda uma população à mercê do nartcotráfico e não vai preso. É mágica.

Quando criança, vendo nos filmes as casinhas bonitinhas em que moravam as famílias americanas de classe média e baixa, eu achava que aquilo só existia no mundo róseo do cinema. Fui ao vir aos EUA pela primeira vez em 1986 que descobri que era tudo a pura realidade, e então a feiúra da moradia brasileira, que antes me parecia normal e inevitável, revelou ser uma aberração revoltante, um crime de proporções colossais.

Eu deveria ter percebido antes. Que caralho de ambiente visual poderia, afinal, ter sido criado por uma cultura de futebol, carnaval, samba e macumba?

O sucesso do comunismo no Brasil explica-se facilmente pelo sentimento mais secreto e profundo que a cultura nacional dominante infunde nas almas: o desejo de morrer.

É claro que sou anticomunista — toda criatura humana minimamente decente tem o dever de ser –, mas nunca tomei o comunismo como alvo principal dos meus combates. O alvo foi sempre o mesmo: a culltura nacional da ignorância orgulhosa. O comunismo é só o aspecto temporário que essa doença maldita assumiu desde os anos 60.

Momentos inesquecíveis. Revoltado porque a esposa caíra sob a influência de uns macumbeiros malandros, meu querido e saudoso amigo Adriano Colangelo, um italianão professor de artes marciais, invadiu o terreiro, bateu nos pais-de-santo e nas pombas-giras e ainda gritava:
— Tchama os exu! Tchama os exu pa apanhá també!

Quando criança, no bairro do Cambuci, a única coisa bonita que me parecia contrastar com a feiura ambiente era o interior da igreja de Nossa Senhora da Paz, todo branco com painéis do Fulvio Penacchi. Era a minha imagem do céu.

Recordar é viver:

Você compraria um velocípede usado deste cidadão?

Desde que as universidades assumiram o domínio completo dos estudos literários, nunca mais apareceram críticos geniais como F. R. Leavis, Edmund Wilson, Lionel Trilling e similares. No Brasil, nunca mais houve um Agrippino Grieco, um Sérgio Milliet, um Otto Maria Carpeaux, um Lívio Xavier. Sempre que uma atividade intelectual se torna profissão regulamentada, ela morre e é substituída por uma imitação caricatural burocrática.

Não lembro onde li esta história. Lá vinha o Satanás andando pela rua quando um dos capetas assessores lhe apontou um homem e advertiu:
— Mestre, aquele sujeito acaba de entrever uma verdade.
O chefe respondeu:
— Não tema, vamos tratar de regulamentá-la.

Dra. Stella Immanuel é minha ídola:

Tudo indica que, segundo o Borroso, hidroxicloroquina é macumba, ciência é o João de Deus.

Meio século de experiência no jornalismo nacional me ensinou que, EM GERAL, A OPINIÃO QUE A MÍDIA TOMA COMO CERTEZA INDISCUTÍVEL ESTÁ ERRADA E É TOTALMENTE IMBECIL.

https://brasilsemmedo.com/oficiais-brasileiros-recebem-treinamento-de-exercito-comunista-chines/?fbclid=IwAR0vprJIQOnK_LdvT_tFFh0ykwU42fUOEBgCyDyIL1mmSCM_uuMmbZkDfOg

28.7.2020

Bravo, Roberto Jefferson!

Eu não confio no Faquinha nem para juiz de uma partida de futebol de botão.

O ato de promover um corruptor intelectual de menores já mostra quem o Borroso é — um tipo indigno de qualquer respeito ou admiração.

Tendo perdido o seu eleitorado, a esquerda aposta todo o seu futuro na esperança de que a platéia infantil do Felipe Feto jamais chegue à idade madura.

Momentos inesquecíveis. Quando eu trabalhava no “Jornal da Tarde”, edição vespertina do Estadão, a publicação estava sob forte censura e, por instrução do nosso diretor Ruy Mesquita, colocávamos receitas de cozinha no lugar das matérias vetadas. No dia em que o censor vetou uma notícia que queimava a reputação do então governador Laudo Natel, o Carlinhos Brickmann substituiu a matéria pela receita “LAUTO PASTEL”.

NADA poderá trazer de volta o respeito que o povo antigamente sentia pelos juízes da Suprema Côrte. Até uns meses atrás ainda dava para salvar alguma coisinha. Agora, graças aos recentes abusos, fodeu de vez.

Vida e obras do Faquinha:

Ler o Anta é ser feito de trouxa:

Só agora vi um artigo de novembro de 2019 em que um articulista anônimo da “Gazeta do Povo”, do Paraná, chamava o Gustavo Corção de “o Olavo de Carvalho dos anos 60”, com esta amável ressalva: “sem os palavrões”.
Sempre fui leitor e admirador do Corção, mas qualquer semelhança entre nós é aparência enganosa, puramente jornalística. No jornalismo brasileiro é tão raro surgir algum católico anticomunista que, se aparecem logo dois, a impressão geral é a de que se trata de duas versões da mesma pessoa. É pura superficialidade, e aí termina toda semelhança.
O Corção, conhecedor extenso e profundo da Doutrina católica, coisa que nunca fui, deu a toda a sua carreira o sentido explícito de uma apologia da fé, coisa que sempre considerei estar imensamente acima da minha capacidade.
Tudo o que desejei na vida foi investigar certas questões, seja de filosofia, seja da cena política, buscando não a defesa deste ou daquele corpo de princípios e valores, mas a simples solução de alguma dificuldade cognitiva, o esclarecimento de alguma obscuridade.
Mesmo nos meus artigos mais frequentemente rotulados de “polêmicos” – aqueles que dediquei ao Foro de São Paulo –, nunca discursei na clave do “contra” e “a favor”, mas busquei apenas trazer à luz um conjunto de dados essenciais que a mídia e a classe política ocultaram durante dezesseis anos, e sem o qual nada se poderia compreender da política brasileira e latino-americana.
Na área filosófica, o Corção foi sempre um aristotélico-tomista de carteirinha, coisa que nunca me ocorreu tentar ser, e um discípulo devoto do Jacques Maritain, pensador que jamais levei muito a sério nem mesmo como porta-voz do pensamento escolástico do século XX, função na qual o campeão dos campeões, na minha opinião, foi o ainda injustamente mal conhecido Pe. André Marc.
Por fim, os palavrões. Quem vê neles um traço saliente da minha pessoa revela apenas jamais ter lido os meus livros, nos quais eles estão despudoradamente ausentes, e ter antes sabido de mim só por programas de rádio e posts do Facebook. Os que assim agem não são interlocutores intelectuais sérios e sim apenas desprezíveis subjornalistas, se tanto.

Recordar é viver:

27.7.2020

Hipoglós, meu filho, Hipoglós.

Dr. Carrie Madej, DO is a Internal Medicine Specialist in McDonough, GA and has over 19 years of experience in the medical field. She graduated from Kansas City Univ Of Medicine Bioscience College Of Osteopathic Medicine medical school in 2001. She is affiliated with medical facilities Piedmont Fayette Hospital and Southern Regional Medical Center.

 Prezado Thomas, não jogue o passado na cara das honestas muiezinhas. Para o bem e conforto da espécie humana, tive a prudência de jamais posar pelado, mas fui comunista, o que é muito mais indecente, e nem por isso deixo de falar o que tenho de falar.

Se dissessem que o Borroso iria ter um debate com o Dr. Ives Gandra ou com o Dr. Modesto Carvalhosa, eu não acreditaria. Mas com o Felipe Feto, tudo bem. Os dois estão no mesmo nível intelectual. Só faltou a Greta.

Escritores sem público nem futuro, comunidade multitudinária neste Brasil, sempre viram nos empregos públicos a salvação divina do seu orçamento doméstico cronicamente anêmico. O sr. Mastim Vaca, que é indiscutivelmente um desses, pelo simples fato de que jamais aprendeu a escrever, busca se consolar do seu merecido fracasso imaginando que meu sonho na vida seja “infiltrar no governo federal” os meus alunos e leitores. Na verdade, os poucos que ali entraram aconselhei que saíssem, e saíram. Aos demais, que nunca lá estiveram, sempre ensinei, profilaticamente, que dinheiro público, mesmo adquirido por vias legais, é venenoso — e ilustrei o ensinamento com meu exemplo vivo, abdicando de receber a aposentadoria à qual tenho direito desde há duas décadas. Mas entendo que, para o Mastim Vaca, a condição de barnabé é tão atraente e deliciosa quanto para mim é humilhante e repulsiva.

O Borroso acertou: no Brasil, o único público que pode acreditar nele é o do Felipe Feto, de cinco a doze anos de idade.

Nunca esqueçam: ESPORROS SALVAM VIDAS.

Nunca podemos esquecer que, em matéria de obras públicas, nenhum governante democrático chegou nem chegará jamais a competir com Stálin e Hitler.
Na luta pela popularidade, essas obras são uma arma essencial, mas só um idiota completo pode confundir popularidade e poder. Se um governante possui muito poder, como aqueles ditadores possuíam, ele pode embelezar esse poder com a popularidade conquistada através de obras públicas, mas, numa situação como a brasileira, onde o poder mais decisivo está justamente no órgão mais IMPOPULAR — o STF –, a popularidade não pesa em absolutamente nada na luta pelo poder. Nenhum presidente foi, ao mesmo tempo, tão popular e tão impotente quanto Bolsonaro. Obras públicas não mudarão isso em nada.

A ADI enviada pelo presidente Bolsonaro ao STF é um ato significativamente meritório, do ponto de vista moral, mas, numa disputa de poder com a elite de toga, é perfeitamente inócua. É inútil aprisionar numa armadilha lógica indivíduos que já provaram ser totalmente indiferentes à argumentação lógica e sensíveis unicamente à força.

Contra um indivíduo de mentalidade prepotente e brutal, a argumentação lógica só serve se for usada num confronto direto e público, como arma psicológica para humilhá-lo ante a platéia. Mas humilhados ante a platéia os togados já estão, e isso não diminuiu em nada nem a sua autoconfiança psicopática nem o seu coeficiente de PODER.

Esmolar popularidade a um enganador de crianças é o ato mais degradante a que alguém com pretensões de jurista sério já se submeteu, mas será que o Borroso é mesmo sensível a degradações ou, ao contrário,se entrega a elas sem nem piscar os olhos, quando as acha vantajosas?

A política é, em essência e universalmente, a luta pela conquista e exercício do poder. Poder, no sentido mais geral, é possibilidade concreta de ação, e, dentro desse gênero, a espécie “poder POLÍTICO” é a possibilidade concreta de determinar as ações de toda uma coletividade.
O sistema eleitoral e a disputa parlamentar são apenas regulamentações parciais e convencionais que o poder político recebe nas democracias modernas. Confundi-los com a política enquanto tal, como é endêmico no Brasil liberal e conservador, é grave sinal de ignorância. Os comunistas jamais caem nesse erro e aliás sabem aproveitar-se dele para fazer de trouxas os liberais e conservadores na disputa real pelo poder político.

A ditadura do capital a serviço dos comunistas.

Um presidente de Tribunal Superior trocando gentilezas com o sujeito que ensina crianças a falsificar documentos é um caso extremo de putaria a céu aberto.

Um traço saliente da minha personalidade pública é o contraste entre os louvores enfáticos que recebeu dos maiores escritores e pensadores seus contemporâneos no Brasil e em Portugal — Josué Montello, Herberto Sales, Carlos Heitor Cony, Jorge Amado, Edson Nery da Fonseca, Antonio Olinto, Paulo Mercadante, Ives Gandra da Silva Martins, Mendo Castro Henriques, Vamireh Chacon, Ariano Suassuna, Bruno Tolentino, Rodrigo Gurgel, Romano Galeffi, Ernildo Stein, Nelson Saldanha, Luiz Carlos Lisboa, Miguel Reale, Alexandre Costa Leite, Roberto Campos, Paulo Francis, Alberto Dines, entre muitos outros — e a afetação de desprezo enojado com que a trataram joões ninguéns midiáticos sem obra nem relevo, como Joel Dinheiro, Julio Soumzero, Henry Bucetalho, o falecido Jumenstein ou os redatores do Diário do Cu do Mundo. Só posso concluir que para admitir o valor da minha obra o cidadão tem de possuir algum valor ele próprio, o que está cada vez mais difícil.

Eu jamais consentiria em ser “especialista” em Hegel, em Kant, em Aristóteles ou em quem quer que fosse. Não por orgulho autoral, mas, ao contrário, por modéstia. Se os grandes filósofos do passado não se explicaram suficientemente bem, eu teria de ser um monstro de presunção para me acreditar capaz de explicá-los melhor que eles mesmos. E, se for para explicá-los pior, mais vale esperar que eles próprios se expliquem.

Além disso esse treco de “especialistas” só serve para acrescentar comentários a comentários de comentários e assim por diante.

A instituição universitária serve sobretudo para dar, a autores que ninguém no mundo externo lê, a ilusão de que são importantes porque seu colega da sala vizinha os leu.

Tendo perdido o seu eleitorado, a esquerda aposta todo o seu futuro na esperança de que a platéia infantil do Felipe Feto jamais chegue à idade madura.

O livrinho que escrevi sobre Aristóteles não foi para explicar Aristóteles. Nunca tive essa pretensão. Foi apenas para completar as explicações dele sobre a teoria do discurso com uns parágrafos que ele pensou mas não escreveu.

Se você quer mesmo saber em que país está vivendo, não deixe de ler o livro do Paulo Pavesi, “Tráfico de Órgãos no Brasil”. Você só não vai sair da leitura odiando o Brasil porque as vítimas inocentes do horror brasileiro também são brasileiras.

Também leio, num gesto instintivo de autodefesa psicológica, o primeiro volume (1952-57) dos Diários do Josué Montello, um animado panorama da vida intelectual num Brasil de sonho, que não existe mais. Se naquela época disséssemos a qualquer personagem dessa narrativa que um dia a cena pública nacional estaria ocupada por tipos como o Borroso e o Felipe Feto, ele nos chamaria de paranóicos.

O comunismo é, desde há 172 anos, o ÚNICO movimento político de ALCANCE MUNDIAL, e desde há pelo menos meio século o de maior influência sobre a mídia de quase todos os países. Quem quer que se oponha a ele em qualquer lugar do mundo será atacado não somente pela mídia desse país, mas pela de dúzias de outros, dando a impressão de um CONSENSO GERAL DA ESPÉCIE HUMANA contra ele. Pergunto: Alguém no presente governo ou na direita em geral chegou, já não digo a preparar-se para enfrentar esse risco, mas simplesmente a ler algum livrinho a respeito? A resposta é obviamente NÃO.

Afirmo categoricamente: Todos os posudos generais do presente governo NÃO ENTENDEM BOSTA NENHUMA DE COMUNISMO. Seguir os conselhos deles nesse domínio é SUICÍDIO.

Lendo “As Florestas”, memórias do poeta Augusto Frederico Schmidt, não pude deixar de me enternecer com as páginas em que ele narra sua visita à casa-museu de Erneste Renan, e nas quais esse católico fiel não esconde sua devota afeição pelo morto ilustre, um magno artista da palavra que consagrou à destruição do cristianismo o melhor dos seus talentos e esforços. O livro é de 1959. Nessa época o amor às letras ainda se sobrepunha a toda paixão ideológica (ou, pior que ideológica, demagógica) e o culto da diversidade, sem nome, era a prática usual de todos os dias, antes de tornar-se, após ganhar o nome, um slogan carregado de ódio assassino.

26.7.2020

Finalmente o Borroso encontrou um interlocutor que está no nível dele: o Felipe Feto. Aguardem O DEBATE DO SÉCULO.

Bravo, Rodrigo Cocô!

Paula Felix4 d

Em 26 de agosto de 2014, Jandira Magdalena dos Santos Cruz, grávida de 4 meses, procurou uma clínica de aborto onde um médico e uma enfermeira (formados, com registro nos respectivos conselhos, bonitinho!) realizaram nela o procedimento que resultou em severa hemorragia. Ao invés de procurarem socorro, ambos a puseram num carro no qual rodaram até que ela morresse, não sem antes tomar-lhe o celular com o qual ela informava ao marido o que tinha se passado. Depois, balearam o cadáver, arrancaram-lhe os dedos e os dentes, e abandonaram-no dentro do carro, no qual puseram fogo, a fim de ocultar o crime. Presos, estes monstros recorreram ao STF, onde Luís Roberto Barroso, ao lhes conceder liberdade, aproveitou para decidir que o aborto não era mais crime no Brasil.
Diante disso vocês acham mesmo que foi o STF que se rebaixou ao “debater” seja o que for com Felipe Neto? Por mais imbecil que seja o adolescente-foca trintão, quem desceu foi ele.

Rodrigo Miceli5 d

O Centro de Controle de doenças do Canadá aconselhou que casais façam sexo por buracos na parede, com o mínimo de contato corporal possível para evitar possível contaminação por COVID-19. Sobre isso eu tenho duas considerações:

I – Quando eu disse que o ato sexual seria considerado um hábito “perigoso”, “anacrônico”, “auto-destrutivo”, e em última análise, um “atentado contra a saúde pública”, disseram que eu esta exagerando. Aí está. Em breve nossa reprodução será completamente artificial.

II – Sim, tudo isto é absurdo ao nível do caricato, e é proposto justamente por ser absurdo ao nível do caricato. Não querem apenas te escravizar fisicamente, mas te rebaixar intelectualmente. Você SABE que tudo isto não faz o menor sentido, mas tem que seguir mesmo assim, por uma simples questão de autoridade de quem manda. É uma violação à sua liberdade, um fetiche de dominação, além de um projeto de destruir todo e qualquer tipo de afeto humano; acabar com a relação entre as pessoas e com os laços que daí são criados. E quer saber do pior? Você sustenta estes tiranos através de impostos; você paga esses burocratas para ditarem o que você deve ou não fazer, e você ainda os chama de “autoridade”.

O Bolsonaro ainda é o melhor presidente que o país já teve. Seu único erro — que já apontei muitas vezes — foi aceitar, desde o início, PARTIDOS ILEGAIS como interlocutores legítimos, consagrando-os implicitamente como superiores à lei e dando-lhes assim a força com a qual eles hoje tentam destrui-lo. Não foi um erro moral nem legal, apenas estratégico-tático. TODOS OS PROBLEMAS DO SEU GOVERNO PROVÊM DAÍ.

Os generais, ao aceitar membros do Foro de São Paulo como ministros da Defesa, proclamando até que suas concepções da segurança nacional eram iguais às de um deles (como se os interesses da pátria fossem os mesmos da “Pátria Grande” dos Chávez e Marulandas), abriram caminho para esse erro, se é que não foram eles mesmos quem convenceu o presidente a cometê-lo.

25.7.2020

De tudo o que escrevi nesta vida, só o que restou na memória dos jovens profissionais da nossa mídia — especialmente da Fôia — foi a palavra “cu”. Não conseguem falar de mim sem mencioná-la. Mas, ciosos de parecer bons meninos e elegantíssimos, não podem pronunciá-la diretamente, e cada vez apelam a eufemismos mais artificiosos para substituí-la. O individuozinho contratado por aquela bosta de jornal para ensinar aos leitores a língua portuguesa, e que por motivos superiores ao meu entendimento se acredita piamente capaz de fazê-lo, inventou esta semana a expressão “monossílabo malcheiroso” para designar aquele humilde órgão excretor que, por mais revoltante que isto pareça ao referido, está presente no centro da bunda dele como no de todas as bundas humanas. Imagino o que o velho Graciliano Ramos diria do autor desse expediente. Aristóteles observaria que, assim como a palavra “cão” não morde, a palavra “cu” não fede. Mas não só a palavra. Os próprios cus, quando limpos, não fedem nada. Para dizer a verdade, a menção da mera palavra trazer à memória de alguém uma sensação olfativa denota uma anomalia perceptiva de tipo histérico. E, se essa sensação é de mau cheiro, só posso concluir que o professoral redator jamais notou a presença de um cu na extremidade inferior do seu tronco sem que ali se destacassem, na mais higiênica das hipóteses, alguns resíduos de merda. O infeliz jamais teve a reconfortante e singela experiência de possuir um cu inodoro, comum a todos os mortais que tomam banho.

Fazendo inveja à velha KGB, os mega-empresários tornaram-se os mais devotados e severos fiscais da ortodoxia comunista na mídia, na internet e até nas conversações particulares. Escapou da “linha justa”, eles lhe negam os serviçoa das suas empresas e fazem de você um renegado, uma não-pessoa.

Os comunistas DOMINAM, hoje, a mentalidade mundial, exceto no mundo islâmico e em alguns raros focos de rersistência na Europa Oriental. Cadê aqueles imbecis segundo os quais “o comunismo acabou”?

A mão de Stalin está sobre nós. Toda essa fúria assassina do Black Lives Matter tem origem na instrução do ditadior soviético que nos anos 30 do século passado mandou dar a qualquer conflito de raças o sentido de luta de classes.

Stalin foi e ainda é, desde há quase um século, o homem mais influente do mundo.

A mão de Stalin está sobre nós. Quando ele orientou os comunistas americanos para que deixassem de lado os proletários e, em vez disso, tratassem de conquistar a adesão dos ricos e do beautiful people, ele criou o mundo em que vivemos hoje.

Para os americanos, reconhecer o poder da influência de Stalin sobre a sua sociedade inteira é muito humillhante, Eles preferem explicar tudo por causas locais perfeitamente secundárias.

Posto este vídeo aqui pela segunda vez. Assistam, por favor. Esta moça entende de política mais do que qualquer deputado, senador, general ou comentarista de mídia. É só por um preconceito machista (ou por ciumeira feminina) que muitos fingem nada ter a aprender com ela.

No regime militar, nenhum escritor ou jornalista, por mais comunista que fosse, foi jamais excluído da mídia pelas autoridades. Nenhum.

Esse sr. Borroso não tem a menor idéia do que seja uma democracia. Aplica a palavra a qualquer estado de coisas que, na política, lhe pareça agradável.

Tire a pose do Borroso e NÃO SOBRA NADA, picas, porra nenhuma.

Escrevi em 2009 e, decorridos onze anos, não tenho o que alterar:

Finalmente, uma atitude:

24.7.2020

O FAKE DOS FAKES

NÃO ESQUEÇAM:

Quando nossos políticos e jornalistas apelam à autoridade da “ciência”, não se referem nem à prática científica real dos laboratórios, nem ao método científico tal como o entendem os melhores expositores da área, nem à teoria da ciência tal como a elaboraram os grandes pensadores científicos. Referem-se a uma idealização ginasiana tipo “Guerra nas Estrelas”.

O presidente e seus queridos generais farão algo para proteger a liberdade e os direitos civis diariamente pisoteados pelos imperadores da toga? O futuro do Brasil depende da resposta a essa pergunta.


É o círculo de espiões que o Clinton, por dinheiro chinês, ajudou a criar:

23.7.2020

As máscaras vieram para ficar? O rosto humano será definitivamente proibido nas ruas?

Eba! O desenho da página voltou ao normal. Será que o meu esporro funcionou?

Eu e a condessa de la Queima-Ruesca não damos moleza.

Nunca confie em pessoas sem cultura. As tomadas de posição, as opiniões éticas e politicas do sujeito inculto ou semiculto são só impressões superficiais de momento, que mudam ao primeiro sopro do vento sem que a criatura nem se dê conta do que aconteceu.

Comparar os políticos da Era Vargas — Francisco Campos, Lourival Fontes, Oswaldo Aranha — com os que temos hoje é comparar seres humanos com macacos.

Experimentem. Comparem o Oswaldo Aranha com o Nhonho.

O francês era a língua mais bonita e clara do mundo. Depois dos desconstrucionistas, tornou-se a mais obscura e repulsiva.

Corre, que fudeu! Fudeu! Fudeeeeeeuuu!!!

22.7.2020

Desde que Frege estabeleceu a análise da linguagem como único objeto legítimo da filosofia, era inevitável que a filosofia mesma se tornasse, no fim das contas, o maior problema filosófico, e que o primeiro dever de qualquer filósofo minimamente honesto se tornasse o de declarar que não tinha a menor idéia do que estava fazendo. Mas para mim a análise da linguagem, tomada em si mesma, é um buraco sem fundo, pois nunca existiu nenhuma “linguagem em si”, e sim apenas linguagens NO mundo, as quais nunca podem ser analisadas “em si mesmas” e sim apenas no quadro de um vasto conhecimento extralingüístico ou, se quiserem, pré-lingüístico.

Nunca podemos explicar a nossa imagem visual do mundo pela mera estrutura do olho humano, pois ninguém pode ver um “olho em si”, fora e independentemente do mundo. Ao contrário, é a experiência do mundo que me informa existir, nele, um treco chamado “olho humano”. Portanto o mundo explica o olho, não o olho o mundo.

Cada vez me interesso menos pelo que a profissão acadêmica chama de “filosofia”, uma atividade cuja maior ou única finalidade é falar de si mesma.

Quem estudou algo dos meus ensinamentos e depois levou mais de cinco minutos para perceber que os tais “relatórios” do Aymeuânus são puras empulhações é, na mais otimista das hipóteses, um aluno muito desatento.

Os militares se gabam de haver, em 1964, livrado o Brasil do comunismo. Mentira. Livraram o Brasil, isto sim, da direita civil que havia derrotado os comunistas. Durante TODO o período militar os comunistas continuaram dominando o meio cultural e jornalístico (com a ajuda do próprio governo militar), enquanto a direita civil era banida até chegar, no fim dos anos 80, à completa inexistência.

Os textos do prof. Lorenz Puntel já são complicados em si mesmos, mas as traduções brasileiras, acrescentando-lhes os erros gramaticais e aberrações estilísticas de praxe, fazem deles um tormento.

Quando você aceita a premissa kantiana de que Deus não é objeto de experiência, você nega dois milênios de experiências bem testemunhadas, e nem se sente obrigado a justificar essa arbitrariedade, tão convicto você está de que a cabeça do Kant é o limite do conhecimento humano possível.
Na verdade, o Deus DO Kant não pode ser objeto de experiência, porque é apenas um conceito inventado. O que pode ser objeto de experiência é o Deus que desceu à Terra e habitou entre nós.

O curso universitário que faz o aluninho ler Kant e Heidegger antes de ele possuir um domínio suficiente da língua portuguesa faz dele um monstro de ignorância presunçosa.

Os esforços do prof. Puntel para provar que ainda se pode falar de Deus numa linguagem já totalmente complicada por Immanuel Kant, Gottlieb Frege e a escola analítica são altamente meritórios, mas sempre me fazem sentir grato por jamais ter tido a tentação de fazer isso.

Máscaras assassinas

Aymeuânus vira AYMUITOSÂNUS:

Quase dois anos decorridos da eleição do Bolsonaro, os comunistas ainda são a força política dominante na mídia, nas universidades, nos governos estaduais, no sistema judiciário e no Congresso. Em face disso, exigir “moderação” da direita é serviço prestado aos comunistas.

21.7.2020

Restaurei a vida intelectual do Brasil, e esses generais acham que tudo o que fiz foi criar um grupelho de disputadores de carguinhos. Medem-me pela sua própria estatura de carreiristas, porque nada conseguem conceber acima dela.

Como nada conseguem conceber acima da sua mesquinha esfera de interesses, acham que qualquer um que desembarque em Brasília dando carteirada de olavista é meu representante. Não tenho representantes, muito menos autorizados.

Medindo-me por si próprios, esses bostas imaginam que eu sou o Aymeuânus da direita.

Recebi do Geraldo Ribeiro:

O homem semiculto, produto típico das nossas universidades, academias militares e ambientes jornalísticos, tudo mede e concebe segundo os estereótipos e chavões habituais que, para ele, constituem a imagem realista do mundo. As infinitas diferenças que, estas sim, dão informação do mundo real lhe escapam porque, não tendo a criatividade lingüística requerida para expressá-las, nem a humildade de admitir sua impotência cognitiva, só lhe resta negar a existência do que está além do seu horizonte de visão.

Não sei de nada que o Pazuelo esteja fazendo de errado no seu Ministério. O Gilmar é que é palpiteiro demais.

Como os milicos em geral, o Pazuelo não entende bosta nenhuma de política mas tem lá suas virtudes de administrador.

O diabo, embora tenha sido visto e testemunhado por mais pessoas do que o foram Elvis Presley, Barack Obama, George Bush ou Michael Jackson, foi tratado pela cultura midiática como uma não-entidade, um mero pensamento humano, mas essa confortável invisibilidade está em vias de acabar. Influindo cada vez mais na política, nos negócios e no show business, o capeta logo logo vai ter de arcar com as responsabilidades da vida pública, entre as quais a de frequentar as manchetes dos seus próprios jornais.

Tenho ou não tenho razões para amar os Rednecks?

Dica da Claudia Tait:

Os tipos mais desprezíveis que existem são aqueles que se sentem superiores por ser ateus.

Celeste Abel1 d

Moderador entre o bem e o mal chama-se Pilatos!! Olavo

Até Sargento Fahur caiu nessa, “é tudo para seu bem” disse que foi merecido os guardas que foram humilhados pelo IDOSO ganharem MEDALHA.
MAS alguem pensou na humilhação do CIDADÃO, um TRABALHADOR que apenas estava sem máscara sendo tratado pior que um bandido?

E o rapaz na praia? tinha pelo menos 6 POLICIAIS para prender um cidadão que estava na praia um local saudável com muito sol ele foi agredido deram choques para imobilizá-lo, uma senhora foi ”algemada” por estar protestando em frente a um banco, uma moça foi retirada a força de uma praça arborizada e sem aglomeração. Se voces acham essa imposição NORMAL ME DEIXEM FORA DESSA NORMALIDADE, aos moldes da Xina.

Olha, muita gente nao está enxergando a gravidade dos fatos mas a Venezuela já é aqui e os (tupamaros-milicia-Venezuelana) só faltam matar em nome da tal “ÇAÚDE” E DA “SSIÊNCIA”
COMANDADA PELA OMS-ONU,CUT, FIOCRUZ, CHINA.E REPASSADA AS ORDENS PARA GOVERNADORES E PREFEITOS. Eles nao podem agir assim com a sociedade de bem, enquanto soltam bandidos com todo carinho com tablets nas maos. *70 MIL ASSASSINATOS ANO*

POLICIAS QUE SAO CAPANGAS DE DITADORES NAO MERECEM NOSSO RESPEITO. ELES AINDA VÃO NOS MATAR!!! . Vide, Xina, Cuba, Venezuela, Corea-Norte .
O NAZISMO FOI O QUE? tudo para o bem deles..

*Não esqueçam, Mataram ‘Oscar Perez’ (e outros) por serem contra a ditadura comunista de Maduro-Venezuela*😭

Gente, os Globalistas_Nazi-comunistas não estão brincandooo!!
combater essa DITADURA é dever de TODOS, DEPOIS NAO ADIANTA CHORAR..
Leiam em coment, texto de Olavo de Carvalho👇👇

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Há indivíduos livres de racismo, mas comunidades seriamente não-racistas — exceto as miscigenadas — só existem na cabeça dos racistas mais cínicos: aqueles que pretendem dominar as raças dos outros em nome do anti-racismo.

No youtube da emissora, esta entrevista já teve mais de um milhão de views, mas achei bom reproduzi-la aqui para fins de documentação.

Isso não vai parar.

Proteger criminosos e perseguir inocentes: para isso servem os onze togados.

PORRA, DIAGRAMADORES DO FACEBOOK! PAREM DE MEXER NO DESENHO DA PÁGINA. FICA CADA VEZ PIOR!

O conde Chupeteux de la Queima-Ruesca levando esporro da condessa foi o espetáculo do ano.

Recordar é viver: