14.11.2018

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Não quero ficar dando palpites não solicitados, mas o Joaquim Levy no governo Bolsonaro pode ser um pepino no banana split.

Não sei quem é Simone Aparecida Nunes, mas agradeço-lhe de coração a remessa de um belo cachimbo Paronelli.

O reitor Vahan Agopyan diz que não vai criar um mecanismo de controle ideológico na USP. É claro que não vai. Esse mecanismo já existe há décadas e Vahan Agopyan não permitirá que alguém proteste contra.

Agradeço ao Edson Camargo por ter-me chamado a atenção para a NOTÍCIA MAIS IMPORTANTE E MAIS REVELADORA DAS ÚLTIMAS SEMANAS.
O Brasil é realmente — literalmente — governado por uma rede de associações criminosas.

https://www.oantagonista.com/brasil/pt-tenta-suspender-decreto-contra-pcc-e-comando-vermelho/?fbclid=IwAR1Df_E4iDdKU3ItWc4fHeir8JCryJkucd4vTxKek0Nb2HuC7lPkJkXhxbc

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13.11.2018

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https://www.facebook.com/carvalho.olavo/photos/a.275184005967014/1127946064024133/?type=3&xts__%5B0%5D=68.ARBefm_zg5GOaK5qLAnDX0gQX4o40CH1yUdibWLcjFJOQKRZdWLKgq57mUUoYCEt4zbEeU22jFz19WTgz0AKfsCAZLLXBJOgSKKh9SuaCB63TjIsytTmN0may7fI3qbOCXEoM6JwtvwsLSFPCKE8AcZWahIES0OuUrjyX5i5VuPA9ONFN_6_I7PgjuwiZHj_SmGnrfP9YoV3qRZlaPHQnHD2WRbwxZuWQ2pGCizRvTmpQ1KkHqH-we6_J76SqppyAm0WBFh3U_ANKXt9xmwZ7Y81Na_MiYdO&__tn=-R

Para vocês irem fazendo uma idéia de quanto os nossos antifascistas de show da Globo ignoram tudo do fascismo. Por volta de 1910 o escritor Enrico Corradini, um dos pioneiros do fascismo italiano, exortou seus colegas sindicalistas a modificar radicalmente o conceito da luta de classes, transmutando-o, de um conflito entre proletários e burgueses dentro de uma mesma nação, numa luta geral entre “nações proletárias” e “nações plutocráticas”. Essa doutrina viria a tornar-se a estratégia mundial do movimento COMUNISTA logo após o término da II Guerra.

Eu tencionava poupar o Mino Carta, tendo em vista a sua idade (85), mas, se um velho se torna cada vez mais mentiroso e safado, insistentemente oferecendo ao chinelo sua bunda murcha de aspirante a múmia, quem sou eu para contrariá-lo? 
Darei um jeito nele na próxima aula do COF.

No pós-guerra, seguindo a nova orientação de Stalin, que transmutava a idéia da revolução mundial num conflito “anti-imperialista”, a proposta fascista de Enrico Corradini, com a sua marca de origem cuidadosamente apagada, tornou-se doutrina oficial do Partido Comunista Brasileiro: a luta já não era a do proletariado contra a burguesia, mas a da “burguesia nacional” aliada do “proletariado” contra o “imperialismo” e seus “agentes locais”.
Os comunistas jamais perdoaram aos fascistas o roubo do cetro da revolução mundial, e vingaram-se roubando deles a ferramenta do roubo. 
Concomitantemente, trataram de pintar com as cores do inimigo o parceiro sacaneado, inventando para isso a teoria ridícula do “fascismo instrumento do grande capital”, que milhões de idiotas ainda subscrevem como verdade evangélica.

Os esquerdistas brasileiros garganteiam antifascismo em festinhas da Globo, mas, quando aparece um fascista DE VERDADE, como o prof. Duguin, correm, num assanhamento dos diabos, para chupar-lhe a pica.

Corradini, como aliás os dois outros mentores intelectuais do fascismo, Alfredo Rocco e o próprio Mussolini, era de formação marxista. Mussolini chegou a ser considerado a mais brilhante inteligência marxista da Itália.

Os comunistas sempre tiveram mais ódio assassino aos seus dissidentes internos do que ao inimigo declarado. O Paulo Francis costumava dizer, com razão, que ninguém matou tantos comunistas quanto Stalin e Mao.

Sempre que fazem merda, o que aliás sempre fazem, os comunistas primeiro a desmentem, mas depois, quando o desmentido perde credibilidade, emerdeiam com ela a imagem do inimigo. O Mico Narta, vejam vocês, atribui a mim e ao Bolsonaro a Revolução Cultural Chinesa. E o louco, evidentemente, sou eu.

12.11.2018

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KITS ESPECIAIS: https://bit.ly/2qsGqjJSocialismo é mendacidade psicopática sistematizada.
Nenhuma sociedade do passado chegou a ser tão estratificada e hierarquizada como a moderna sociedade igualirária. A classe dominante de hoje está mais distante das classes populares do que qualquer uma das que a antecederam.

O machismo não é um valor, é um fato. Isso quer dizer que os machos não dominam porque são melhores, mas simplesmente porque dominam. E o macho dominante é o que tem mais fêmeas. Tente modificar isso e o máximo que você consegue é entregar todo o poder ao macho que obtiver o maior apoio da platéia feminina. A sociedade feminista não elimina o machismo: apenas modifica os meios pelos quais ele se afirma.

Eric Rodrigues Hahahaahahahah deixa sua mulher ler isso que a única coisa q vc vai dominar vai ser o sofá hj kkkkk

Olavo de Carvalho Minha casa não á a sua.

Colocar o pinto na mesa é uma imposição. Colocar uma buceta é apenas um convite.

Colocar o cu é uma doação.

O homem que comanda apóia-se nas mulheres que se sentem protegidas por ele. A mulher que comanda, nos homens que a protegem.
Kerenski, quando subiu ao poder, tentou inverter essa ordem, fazendo-se proteger por uma tropa de mulheres. O inimigo estuprou todas e o botou para correr.

O homem que comanda apóia-se nas mulheres que se sentem protegidas por ele. A mulher que comanda, nos homens que a protegem.
Kerenski, quando subiu ao poder, tentou inverter essa ordem, fazendo-se proteger por uma tropa de mulheres. O inimigo estuprou todas e o botou para correr.
O igualitarismo é o mais belo truque que já se inventou para aumentar a desigualdade.

Até o homem que não acredita em nada precisa de uma garota que acredite nele.” (Albert Einstein)

Quem mais me ensinou a escrever foi um patrão que tive na juventude, o qual, quando a gente entrava na sala dele, avisava:
— Diga tudo em dois minutos ou vá embora já.

Sem o aval feminino, o poder masculino é apenas brutalidade. Com ele, torna-se autoridade.

Meu vídeo da entrevista já tem 255 mil views. Quando alguma coisa publicada na porra da Carta Capetal vai ter esse número de leitores?

Sem primeiro destruir a inteligência da massa universitária por meio da maconha, JAMAIS idéias idiotas como a livre escolha de gênero teriam sido aceitas nem mesmo nas estrebarias.

A estupidez endêmica da juventude universitária hoje em dia ultrapassa todas as expectativas calamitosas que eu pudesse conceber trinta anos atrás. Acabo de receber mensagem de um rapaz que pergunta EDUCADAMENTE se saí do Brasil por ter dado um golpe na praça.

O Mico Narta é a encarnação viva da autopersuasão histérica.

Uma vez vi um debate entre o diretor da Carta Capetal e um professorzinho de ginásio. Aquele, o famoso Mico Narta, provava a exploração imperialista alegando que os EUA tiravam petróleo do Golfo do México. Ele não sabia que o Golfo do México fica na Flórida. Todos os argumentos desse pateta são confusões entre palavras e coisas

Uma vez vi um debate entre o diretor da Carta Capetal e um professorzinho de ginásio. Aquele, o famoso Mico Narta, provava a exploração imperialista alegando que os EUA tiravam petróleo do Golfo do México. Ele não sabia que o Golfo do México fica na Flórida. Todos os argumentos desse pateta são confusões entre palavras e coisas.

O ideólogo de um líder político é o sujeito que interpreta as idéias dele e lhes dá expressão organizada. Se sou o ideólogo do Bolsonaro, então aprendi com ele as idéias que venho publicando desde trinta anos antes de conhecê-lo.

Só pessoas MUITO ignorantes imaginam que esquerda e direita são forças simetricamente opostas como dois boxeadores no ringue. Os boxeadores trocam porradas, mas estão — e acreditam que estão — praticando o mesmo esporte. Direita e esquerda NUNCA jogam o mesmo jogo, entre elas não há propriamente uma disputa, mas um desencontro invencível.

Numa época em que o analfabetismo funcional se tornou a regra, o trabalho do Carlos Nadalim é indispensável.
http://comoeducarseusfilhos.com.br/wpac/?ref=S6521683G
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10.11.2018


Nova esquerda? O Ciro Gomes me pareceu ser isso quando o conheci nos anos 80. De lá para cá ele se especializou na arte de apostar no cavalo errado, e agora, quando descobriu que o cavalo certo era ele mesmo, o cavalo já passou do prazo de validade.

O Ciro acabou com a própria carreira porque, quatro décadas atrás, em vez de pedir conselhos a mim foi pedi-los ao Mangabeira Unger, que é doido de pedra e não entende PORRA NENHUMA de ciência política.

O valor de uma teoria científica se mede pelo número de previsões certas que ela produz.

Nunca esquecer isto: o búfalo só é vulnerável pelo lado da bunda — precisamente o lado que, ao fugir, ele oferece ao agressor.

Uma coisa que os cristãos e conservadores têm de aprender de uma vez para sempre — e que parecem empenhados em não aprender de maneira alguma – é que ninguém pode, ao mesmo tempo, ser o defensor de uma causa e um juiz imparcial. Muito menos pode falar simultaneamente nesses dois tons. No esforço de persuadir os hostis e recalcitrantes, o discurso conservador, com freqüência, assume o tom do observador imparcial que trata os dois lados com igual deferência. Com isso, já entra em campo com um braço amarrado. A imparcialidade é apenas uma precaução inicial, útil quando não se conhece a verdade e tudo o que se pode fazer é investigá-la. Quando a verdade já é conhecida, ser imparcial é fingir desconhecê-la, concedendo ao erro e à mentira as mesmas honras que a ela e somente a ela são devidas. A verdade não é imparcial. NUNCA é imparcial. A imparcialidade é a expressão lógica da dúvida e de uma ignorância que, justamente, se pretende provisória. Quando o defensor da verdade assume o tom de um juiz imparcial ele a avilta e a degrada e, com freqüência, mesmo contra a sua vontade expressa, será interpretado como inimigo e detrator daquilo que tenciona defender. Esse erro primário foi até cometido pelo Papa João Paulo II no prefácio às atas do Congresso L’Inquisizione: Náo foi a mídia que distorceu suas declarações, fazendo parecer que ele condenava a inquisição. Foi ele próprio que, adotando o tom de uma imparcialidade descabida, pareceu condenar o que defendia.

Uma defesa fraca ou hesitante vale por uma acusação. No mínimo, desperta suspeita. Temendo parecer radical ou ferir suscetibilidades, o advogado tímido condena o réu que lhe incumbia defender. Não conheço UM só autor cristão, hoje em dia, que não caia nesse erro fatal. Foram-se os bons tempos de León Bloy, Louis Veuillot e Georges Bernanos, que não davam refresco ao inimigo. Hoje, o defensor da cristandade já vem cheio de dedos, como que pedindo desculpas por ser cristão, caprichando na escolha das palavras que soem mais doces aos ouvidos do inimigo.

Se você sente que não tem o direito de defender o cristianismo com vigor feroz por estar cheio de pecados, não cometa mais um defendendo-o com tibieza e pusilanimidade.

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No Brasil, os pecados capitais não são sete, são apenas três: o gênio, a santidade e o heroísmo. Nao incorra em nenhum deles, e a comunidade jamais verá algo de errado em você

Até a entrada do Bolsonaro em cena, os dois maiores ídolos nacionais tinham sido dois criminosos vulgares, duas mediocridades presunçosas desprovidas de qualquer virtude humana superior, e às quais o puxassaquismo desenfreado atribuía até as qualidades de profetas ungidos: Getúlio Vargas e Lula. Na pessoa do Bolsonaro, pela primeira vez os brasileiros amam alguém que parece o que é: um homem simples que percebe a realidade tal como o próprio povo a percebe. Isso talvez seja o começo da cura.

Cada um de nós tem seus ideais de perfeição nas áreas da existência que lhe são mais caras e familiares: economia, educação, relações internacionais, justiça, administraçãp da saúde, etc. Mas um presidente que assume o cargo cercado de resistências ferozes e hostilidades bilionárias tem de escolher uma ou duas áreas e atacá-las com todas as suas forças, deixando o resto, até segunda ordem, na merda em que está.

Se você fizer abstração dos livros “O Jardim das Aflições”, “Aristóteles em Nova Perspectiva”, “A Dialética Simbólica”, “Visões de Descartes”, “A Filosofia e Seu Inverso”, “Maquiavel ou A Confusão Demoníaca” e mais alguns outros; das quatrocentas e quarenta aulas do Curso Online de Filosofia; dos dezesseis cursos avulsos pronunciados em Colonial Heights; dos trinta e tantos vídeos da série “História Essencial da Filosofia”; dos cursos de Filosofia Política proferidos na Universidade Católica do Paraná; de umas dúzias de apostilas e artigos filosóficos e conferências pronunciadas no Exterior, o Olavo de Carvalho ficará bem parecido com os antipetistas de carreira que começaram a brotar por aí depois que ele, cansado de lavrar em solo árido, foi para os EUA em 2005. Uma espécie de miniatura praticamente indiscernível do Marco Antonio Vil ou do Arruinaldo Azevedo, muito mais manejável, é claro, do que o personagem de carne e osso.

Os que me rotulam de “guru do Bolsonaro” ou “ideólogo do Bolsonaro” não atribuem a ele as minhas idéias, mas a mim as idéias dele — um giro bastante confortável e prático, pois estas eles conhecem e aquelas estarão para sempre acima da sua compreensão.

Quando um discurso é errado no seu conteúdo explícito mas tem qualidades estéticas, isso mostra que a experiência de fundo que o inspira é genuína, só falsificada no percurso da representação direta à transmutação em “idéias”. Obras de arte literária ou mesmo de filosofia em defesa de idéias falsas podem, por isso, ser verdadeiras esteticamente, isto é, na sua expressão direta da experiência. Isso acontece, por exemplo, em muitas obras de Máximo Gorki, de Knut Hamsun ou do nosso Jorge Amado, bem como de Schopenhauer e Nietzsche.
Mas hoje em dia é praticamente impossível isso acontecer com qualquer produção escrita de autor esquerdista, porque, desde o advento da Escola de Frankfurt e da adoção paternal do esquerdismo pelas megafortunas, ser esquerdista tornou-se a forma mais típica da existência falsificada.

Basta ler uns versos de Victor Hugo ou as primeiras páginas do magistral “L’Enfant” de Jules Vallès, para ver que a literatura genuína pode coexistir com a ideologia falsa, desde que esta não retroaja sobre a primeira para modificá-la conforme as suas conveniências. Isso é assim porque a literatura, como bem viu Saul Bellow, é a expressão direta de “experiências autênticas” e não de “opiniões”. Mas, a partir do momento em que a experiência mesma passa a se constituir de opiniões, a autopersuasão histérica substituindo as emoções diretas e tornando-as inacessíveis, toda possibilidade de uma literatura genuína desaparece. A esterilidade literária da esquerda brasileira é o preço da sua alienação existencial.

Recordar é viver:

Excluídos o heroísmo e a santidade, ser um escritor — um escritor de verdade — é a mais alta glória humana. Dar voz a quem não tem, dizer em palavras claras o que todos sentem no fundo obscuro de uma consciência muda, e assim devolver a cada um o dominio do seu próprio destino, é o mais belo serviço que alguém pode prestar aos seus semelhantes. Que cargo público pode significar alguma coisa em comparação com isso?

Neguim esperneia um pouco contra alguma opinião minha, mal lida e mal compreendida, e já sai alardeando que “refutou”. Pior: que refutou não essa opinião em particular, mas “o” Olavo de Carvalho. A miséria dessa gente é indescritível.

O número de analfabetos funcionais que vêm me ensinar a escrever prova que a síndrome de Dunning-Kruger já se tornou endêmica nos puteiros universitários.
Nunca esqueçam: um currículo Lattes é, em cinquenta por cento dos casos, prova de analfabetismo funcional, e nos casos restantes não é prova de nada.

A redução de toda atividade intelectual à profissão universitária, a partir dos anos 60, foi o início da barbarização geral, não só no Brasil como no mundo.
Aqueles que já nasceram no meio disso e ignoram tudo o que existia antes são aqueles para os quais o Curriculo Lattes é o tribunal supremo da inteligência humana.
Nem imaginam o quanto, assim procedendo, provam apenas uma incultura monstruosa.

Impor situações por meio do dinheiro, da intimidação e da propaganda, e depois apresentá-las como inevitabilidades históricas espontâneas, condenando como inimigos do progresso todos os refratários e recalcitrantes, é um truque tão velho que já começa a funcionar às avessas. Quem vem com essa conversa é como se ostentasse na testa o rótulo de vigarista.


Como era de se esperar, a Carta Capetal, “house organ” do puteiro comunolarápio, fez o que bem entendeu com as declarações que prestei ao seu repórter, versão quase masculina da Flávia Tavares, e assim me obriga a publicar a gravação integral da entrevista, que estará no ar amanhã.

De repente, passei de zé-mané indigno de atenção a ameaça continental.


Como era de se esperar, a Carta Capetal, “house organ” do puteiro comunolarápio, fez o que bem entendeu com as declarações que prestei ao seu repórter, versão quase masculina da Flávia Tavares, e assim me obriga a publicar a gravação integral da entrevista, que estará no ar amanhã.


Depois que eu fodi com tudo, cada porta-voz da mídia chique está contando vantagem:
— Peidei no pau dele!

A técnica, como sempre, é multiplicar “ad infinitum” os canais de difamação, tornando materialmente impossível qualquer resposta da minha parte.
O desprezo que esses semi-analfabetos da mídia chique e do show business sentem pela maioria da população brasileira é a prova mais patente da sua loucura. São tão loucos que, isolados no seu grupelho de derrotados, xingam de paranóico quem quer que fique com a maioria e ouse desafiar a sacrossanta autoridade deles.

Recomendação da aula de hoje em promoção na Livraria do Seminário.

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3.11.2018

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Mensagem do Hélio Angotti Neto na página da Roxane. É bom vocês lerem esta listinha para formar uma idéia de como são irresponsáveis aqueles jornalistinhas de merda que, com base em uns artigos de mídia e posts do Facebook, já saem cagando regras sobre uma tal de “ideologia do Olavo de Carvalho.

No COBEM, um aluno interessado em Humanidades Médicas questionou qual o filósofo que mais influenciou meus estudos. Não há a menor dúvida: Olavo de Carvalho. E foi ele que me conduziu a centenas de outros filósofos de todo o mundo, de todas as crenças e de todas as épocas. Frequento o Curso Online de Filosofia desde 2009, e leio os seus escritos filosóficos desde 2002. Para quem deseja ter alguma ideia da magnitude do que se discute, ofereço algumas informações valiosas para conhecer um pouquinho do COF.
Aulas dadas no COF (lista parcial)
Considerações iniciais
Necrológio
Necrológio e Fetiche Verbal
Louis Lavelle – Elementos antagônicos
Linguagem dos fatos. Formação imaginativa
Especial: Eric Voegelin
Comunidade Virtual. Linguagem: aprender a falar
Síntese das aulas anteriores
Ética da Vida Intelectual
Formação do imaginário. Exercício Leitura Lenta
Educação
Ciência e Realidade
Comentários a mensagem do Mario Chainho
Busca da Verdade
Raciocínio intuitivo e construtivo
Alta cultura no Brasil
Alta cultura e ciência
Percepção – Categorias de Aristóteles
Compreensão
Leitura de textos filosóficos – Joseph Maréchal
Texto Maréchal. Erudição: instrumentos e atitudes mentais
Ambiente histórico-cultural
Presença do ser – carta Luciane Amato
Especial: Introdução à Psicologia
Postura dos alunos no Forum
Tomada de posse da inteligência
Unidade e Percepção (TEXTO)
Obstáculos ao aprendizado e ao desenvolvimento intelectual
Cultura superior
Ambiente mental brasileiro (artigo: “O erro organizado”)
Forma e Matéria
Método de Relaxamento. Obras do Olavo – unidade (manuscrito)
Como estudar filosofia – Didascalion
Objetivos do curso (gravação)
Domínio da língua e da literatura
Educação doméstica. Governo Mundial
A filosofia da iluminação (continuação: Categorias – Aristóteles)
Perdão
Autoridade intelectual (síntese sobre 1º ano do COF)
Paralaxe Cognitiva – Karl Marx, O Capital
Comentários ao texto “A arte sacra e a estupidez profana”
Literatura. Ciência
Técnica filosófica
Mapa da ignorância
Solidão intelectual
Aprendizado – mimetismo lingüístico brasileiro
Comportamento: Esclarecimento – postura
Introdução à Lógica Clássica e observações críticas
Lógica: primeira apreensão
Lógica: apreensão e juízo (gravação)
Lógica: conceitos elementares
Lógica: simples apreensão
Lógica: conceitos elementares
Necrologio – modelos de imitação
Filosofia antiga e medieval
A alma imortal
A alma imortal
Especial: Filosofia das Ciências
A alma imortal – coleção de melodias
Lógica: Antepredicamentos
A alma imortal e Literatura: papel na sociedade
Lógica: Antepredicamentos – gravação: 3 partes
Lógica: juízo
Síntese das últimas aulas
A Filosofia Atual – textos
A Filosofia Atual – texto
A Filosofia Atual – comentários
Esclarecimentos sobre: Seminário e Wittgenstein
Mentalidade Revolucionária (pergunta de aluno)
A Filosofia Atual – texto
Admiração invejosa – Wittgenstein
Considerações sobre a sociedade brasileira. Texto: Dois Métodos
Perguntas dos alunos
Influências Intelectuais do Olavo
A Filosofia Atual – texto
Dois Métodos – Textos Filosóficos
Brasil e a atividade intelectual
Teoria Política – Fundamentos das Ciências Sociais
Especial: Consciência de Imortalidade
Sobre a leitura de textos filosóficos
Investigação filosófica e a doutrina da Igreja Católica
Visão mais ou menos organizada da filosofia do Olavo
A Vida Intelectual – As Doze Camadas da Personalidade
História da Filosofia
A Filosofia Administrativa
Engenharia Social e Agentes de Transformação
O Valor da Educação Literária (gravação)
Aprendizagem
Exposição Sistemática da Filosofia I
Debates Públicos: fatores decisivos omitidos
Exposição Sistemática da Filosofia II
Exposição Sistemática da Filosofia III
Testamento Filosófico, de Ravaisson
Debate Duguin – Fundamentos guenonianos das teses de Duguin
Idoneidade intelectual
Perguntas dos alunos
Aquisição da Cultura Filosófica
Leitura e comentário: artigo: “Como tornar-se um gostosão intelectual”
Leitura Formativa
Comentários sobre a leitura de Platão
Debate Duguin – comentários da mensagem II – Geopolítica e História
Gravação
Comentários sobre das leituras de Platão
Debate Duguin – Comentários sobre resposta de Duguin
Debate Duguin – Leitura e comentários da 3ª resposta a Duguin
Debate Duguin – Estudo: A.Duguin e a Guerra dos Continentes
Especial: Curso de Metafísica
Aquisição de Cultura Literária
Gravação
Gravação
Gravação – artigo “A Raposa e o Tigre” – Política
Fédon – Comentários
Fédon – Comentários
Comentários sobre resposta a Carlos Nogué
Confissão – Autobiografia
Palestra de Lançamento de Maquiavel, ou a Confusão Demoníaca
Fédon – Comentários finais (enviada o Olavo)
Descartes – leitura e comentário do livro em andamento
Descartes – continuação
Descartes – continuação – Texto e comentários: A Maldição do Cartesianismo
Descartes – continuação
Descartes – continuação – Textos e comentários
Descartes – Meditação de Filosofia Primeira – leitura e comentários
Descartes – Meditação de Filosofia Primeira – leitura e comentários
Descartes – Meditação de Filosofia Primeira – leitura e comentários
Descartes – Meditação de Filosofia Primeira – leitura e comentários
Especial: Raízes da Modernidade
Descartes – Meditação de Filosofia Primeira – leitura e comentários
Descartes – Meditação de Filosofia Primeira – leitura e comentários
Descartes – Meditação de Filosofia Primeira – leitura e comentários
Esclarecimentos de ordem metodológica
Esclarecimentos de ordem metodológica
Descartes – Meditação de Filosofia Primeira – leitura e comentários
Descartes – Meditação de Filosofia Primeira – leitura e comentários
Descartes – Meditação de Filosofia Primeira – leitura e comentários
Descartes – Meditação de Filosofia Primeira – leitura e comentários (§ 25 a 40)
Descartes – Meditação de Filosofia Primeira – leitura e comentários (IV-§ 1 a 2)
Seis pólos, Vida intelectual no Brasil, Autobiografia
Falso divórcio Ciência e Filosofia (apostila) – continuação
Nota sobre artigo do Julio Lemos. Falso divórcio entre Ciência e Filosofia (apostila)
Ensino na Filosofia no Brasil (texto: “Miséria sem grandeza”). Filosofia Analítica
Filosofia: formação do spoudaios
A extensão das ciências em todos os campos da vida social
Positivismo – texto: “A visão geral do positivismo”
Positivismo – texto: “A visão geral do positivismo” – continuação
A Educação segundo Platão
Compreensão das opiniões alheias
As virtudes
Texto: “A filosofia e seu inverso II” – leitura e comentário
Texto: “A filosofia e seu inverso III” – leitura e comentário
Texto: “A filosofia e seu inverso III” – leitura e comentário (continuação)
Pergunta de aluno: “Para quem é a filosofia”
Pergunta de aluno: “Para quem é a filosofia” (continuação)
Especial: Conhecimento e Moralidade
Leitura de textos filosóficos – § 1º de “A Nova Ciência Política” de Eric Voegelin
A forma da Verdade
Texto de Romano Guardini – Leitura e comentário
Formas. História político-cultural do século XX
Autoevidência. Psicopatia.
Análise de um debate político
Texto: “Filosofia e Autoconsciência”
Movimento gay – homossexualismo: natural e antinatural
Ideologia ecológica – disseminação da ética ecológica
Texto: “Gnosiologia Pluridimensional”, Pe Laudusãns
Texto: “Mentiroso, mentecapto ou ambas as coisas?”
Ideologia ecológica – diferenças entre homens e animais
Teoria dos Quatro Discursos
A soberania dos fatos. Destruição do senso comum
Leitura e comentários de trechos do livro “Chaves da Gnose”
Cristianismo – Conservadorismo brasileiro
Marxismo – linhas de estudo
Finalidades do COF e responsabilidade dos alunos
Sócio-construtivismo e a democratização da inépcia
Especial: Princípios e Métodos da Auto-Educação* (revisão com demais aulas)
COF: revisão do caminho percorrido, conclusões e esboço das realizações futuras
Movimento modernista – Igreja Católica
Noção de Ser
Concílio Vaticano II – enfoques conservador e progressista (moral e psicológico)
(1) Restauração da alta cultura (2) Lógica e os conceitos
Discussão no Fórum Lógicos do Brasil
Ainda a Lógica e a abordagem filosófica de um assunto
Texto: “Por que não ser cristão”, Bertrand Russell – Concepção de mundo
Ainda Bertrand Russell e sua influência
Filosofia atual (observações de Hermann Broch, 1932). Texto: “Crença e sistema”
Textos: “Crença e Sistema” e “Seeing God”, de Oliver Sacks
Texto: “Manual de Metodologia Dialética”, Louis Lavelle
Texto: “A afirmação do ser absoluto”, Louis Lavelle
Texto: “Espírito e Personalidade”, Olavo de Carvalho
Texto: “A concepção da filosofia em Louis Lavelle”
Texto: “O fato primitivo”. Liberdade do espírito — Louis Lavelle
Texto: “Essência e Existência em Lavelle”, Emérito Quito
Texto: “Experiência e presença”, Christiane D’Ainval
Texto: “Encontrar o que sou”, Levelle. “Solidão e Comunhão”, Michael Adam
Texto: “O segredo da intimidade”, Lavelle. “Breve comentário a Lavelle”, Olavo
Texto: “Reflexão e participação”, Christiane D’Ainval
Texto: “Educação segundo Lavelle”, Vieillard-Baron
Artigo: “The Heretic”, Andrew Ferguson. Texto: “Lavelle e o neokantismo”, Olavo
Texto: “O mundo exterior e as perguntas cépticas”, Olavo
Breve exposição da situação internacional
Notas: “A Filosofia em busca da sua autodefinição”, Olavo
Texto: “Sobre a ontologia de Louis Lavelle”, Philippe Perrot
Textos: “Exercícios espirituais e filosofia antiga”, P.Hadot. “A unidade do conheci/o”, Olavo
Especial: Introdução à filosofia de Louis Lavelle
Textos: “Sobre a ontologia de Lavelle”, Perrot. “O Absoluto e primeiro termo”, Lavelle
Textos: “Absoluto e primeiro termo”, Lavelle
Leitura e comentário trecho do livro sobre Descartes. Conversa com Bruno Garschagen
O que fazer para entender os acontecimentos atuais
Análise da situação brasileira – texto: “Caos e Estratégica” – leitura e comentário
Leitura e comentário artigo “Alguém e ninguém” e texto “Enigma René Guénon”
Autoanálise da análise conjuntural ou estratégico do Brasil
Texto “Filosofia e Cristianismo” – capítulo I: Do desvelamento à desintegração da verdade
Texto “Filosofia e Cristianismo” – fascículo 2
Texto: “Filosofia e Cristianismo” – fascículo 3
Texto: “Filosofia e Cristianismo” – continuação fascículo 3
Artigo: “Mais inépcia acadêmica”, Olavo
Notas e “Filosofia e Cristianismo” – fascículo 4
“Elementos da filosofia de Olavo de Carvalho”, Ronald Robson – leitura e comentário
Comentários a críticas ao Olavo. “Elementos da Filosofia de Olavo de Carvalho”
“Elementos da Filosofia de Olavo de Carvalho” – leitura e comentário
“Elementos da Filosofia de Olavo de Carvalho” – leitura e comentário
Prévia do curso Sociologia da Filosofia
Especial: Sociologia da Filosofia
Artigo: “O idiota em sentido estrito”. Esclarecimento sobre tradicionalismo guenoniano
Conferência de lançamento de “O mínimo que você precisa saber…”
Descristianização do Ocidente
Filosofia da Linguagem — Escola Analítica
Notas à aula 226 (02/11/13) – leitura e comentário
Texto-base: “o que a educação grega tem a nos ensinar hoje”
Texto: “O mundo da Rainha de Copas” – leitura e comentário
Texto: “O mundo da Rainha de Copas” – leitura e comentário (continuação)
Texto: ‘O Ilusionista”, Robin Phillips – leitura e comentário
Texto: ‘O Ilusionista”, Robin Phillips – leitura e comentário (continuação)
Texto: ‘O Ilusionista”, Robin Phillips – leitura e comentário (continuação)
Texto: ‘O Ilusionista”, Robin Phillips – leitura e comentário (continuação)
A linguagem e o estado do idioma brasileiro
Notas para a aula 236 – Problema filosófico: Identidade permanente
Escola de Frankfurt – Marxismo cultural
Artigo “A luta de classes no Brasil” – leitura e comentário
Nota postada no Facebook – leitura e comentário
Artigo: “A vingança de Aristóteles” – leitura e comentário
Texto: “Consciência e forma” – leitura e comentário
Texto: “Dissolução do conceito de filosofia” – leitura e comentário
Texto: “Dissolução do conceito de filosofia” (continuação)- leitura e comentário
A presente situação política no mundo e no Brasil
Noção de tradição primordial de René Guénon
Observações sobre quesões de método nas ciências humanas
Especial: Como tornar-se um leitor inteligente
Lições úteis à vida prática do estudante
Sobre a arte do debate – artigo “Falsificação integral” – leitura e comentário
Esclarecimentos sobre Otto Maria Carpeaux e o estado presente da cultura brasileira
Ciência Política, segundo Olavo de Carvalho
Leitura e comentário de estudo “A Destruição da inteligência” (Digesto Econômico)
As 12 camadas da personalidade e elementos da psicologia de Lipot Szondi
Necrologio – modelo de vida
A cultura heavy metal
A maturidade, sobretudo do homem de estudos
Temas centrais do estudo da filosofia – notas lançadas no Facebook
Notas postadas no Facebook
O que é a História?
Justificação da verdade e o que é a verdade?
Problemas da sociedade brasileira
O senso da verdade
A filosofia de Immanuel Kant
Artigos: “Meditação e consciência” – leitura e comentário
Kant: apreensão da aparência fenomênica e não da coisa em si mesma
Texto: “As filosofias e sua estrutura”
Textos: “Kant – idéia para uma história universal” e “Para compreender Kant”
Texto: “Mundo ideal de Kant – a astúcia da razão”
Texto: “O iluminismo segundo Kant” e “Intuição e existência”
Texto: “O começo da história segundo Kant”
Texto: “Intuição e existência” – Kant
Especial: A crise da inteligência segundo Roger Scruton
Kant
Notas: discussão sobre conceito de filosofia
Texto: Philosophical Analysis in the 20th Century, Scott Soames
Texto: “A alucinação revolucionária”
Texto: “A alucinação revolucionária – new age”
Cosmovisão do esquerdista médio de hoje
Texto do Mário Ferreira dos Santos – correções
Intuição (nota” no Facebook)
Opiniões sobre Islamismo (critério da veracidade-presunção intelectual). Duguin e Heidegger
Heidegger e Duguin. Complemento ao artigo do DC
Teoria do Estado
Compreendendo Alexander Duguin
Sobre a História das Religiões
Cultura e Personalidade – Introdução ao curso “Formação da Personalidade”
Método filósofico – complemento ao curso ministrado em 2008
Conceito de filosofia (continuação da aula 287)
Argumento tu quoque.
Método filósofico
Empirismo clássico (John Locke) e Kant
Senso de realidade
Especial: Formação da Personalidade
Articulação dos temas: o que é filosofia, necrologio, 12 camadas e as análises sociopolíticas
Articulação de várias perspectivas na análise de uma situação real II
Articulação de várias perspectivas na análise de uma situação real III
I. Obstáculos para compreensão da realidade: mídia. II. Mateus Lima e impeachment D.Toffoli
Conceitos filosóficos (abstratos) aplicados aos fenômenos reais I
Cont. aula 298 e o estudo da filosofia como treino de perepção e expressão
Cont. aula 299 e artigo “A Igreja Humilhada” (leitura e comentários) – simbolismo medieval
Cont. Aula 300 e o artigo “Igreja Humilhada”
Cont. Aula 301 – A perda da cosmologia medieval
Cosmologia medieval
Texto: “Duas visões do destino” – leitura e comentário
Introdução teórica sobre a situação brasileira. Artigo: “A oligarquia contra o povo”
Texto: “Herança de confusões” – leitura e comentário
Autoridade cognitiva (intelectual ou espiritual): elemento formador da estrutura da sociedade
Breve análise da situação brasileira
Entrevista do documentário “O Jardim das Aflições”
Entrevista do documentário “O Jardim das Aflições”
Questões sobre problemas de método nas ciências sociais
Dificuldades pessoais na busca da verdade – Texto: Zetologia – leitura e comentário
Dificuldades pessoais na busca da verdade – continuação
Dificuldades pessoais na busca da verdade – continuação
Dificuldades pessoais na busca da verdade – continuação
Breve análise da situação brasileira no momento – O Brasil perante a Nova Ordem Mundial
II Encontro de Escritores Brasileiros na Virgínia
Dificuldades pessoais na busca da verdade (continuação) e acontecimentos recentes
Artigo de Joel Pinheiro da Fonseca (Revista Café Colombo) – comentários
Comentários ao livro Soumission, Michel Houellebecq
Comentários de vários tópicos
Texto: Em busca da unidade da filosofia (cap. do livro “Introdução ao Método Filosófico”)
Consideraçoes sobre a educação e auto-educação dentro do contexto brasileiro
Texto: A vocação filósofica de Platão – parágrafo do livro “Introdução ao Método Filosófico”
Texto: O percurso filósofico de Aristóteles
Texto: O percurso filósofico de Aristóteles (continuação)
Relação entre substância aristotélica e o círculo de latência
Astrocaractereologia: o que é e para que serve
Condições permanentes que pesam sobre a existência humana
As interpretações dos acontecimentos atuais no Brasil: ausência do horizonte de consciência
Condições permanentes que pesam sobre a existência humana (continuação)
A história da filosofia e a história das idéias
Condições permanentes que pesam sobre a existência humana (continuação)
Dialética (continuação – tema iniciado na aula 333)
Perguntas e respostas
Mentalidade e movimento revolucionário
Grandes religiões e a filosofia
Hegemonia cultural no Brasil e resposta ao Reinaldo Azevedo (leitura e comentário)
O conceito e a experiência de ordem – filosofia política
Filosofia política – Normas e a conduta da sociedade – continuaçao da aula 339
Diferença entre o discurso do agente político e o do observador científico
Posição do Brasil na área internacional
Os três esquemas globalistas e a concepção perenialista (dita tradicionalista)
Os três esquemas globalistas e a concepção perenialista (dita tradicionalista) – continuação
Concepção perenista, os quatro disursos e o trauma da emergência da razão
Status quaestionis
A crise da linguagem
Ainda sobre a linguagem – análise de escritos culturais brasileiros
Conduta dos formadores de opinião
Necrologio. Documentário: O Jardim das Aflições. Debate Craig e Hitchens
Debate Craig e Hitchens: existência de Deus – Ciência e religião
Considerações sobre o filme “O Jardim das Aflições”
Temas do curso “Guerra Cultural”
Mentalidade Revolucionária
Kant e a oração – texto lido e comentado
O “eu” de Descartes e as suas conseqüências
Schelling – ambiente intelectual I
Schelling – ambiente intelectual II
Schelling – elementos históricos que o conduziram
Schelling – antecedentes
Sobre o populismo. Teoria Morgenthau
Teoria Morgenthau. Metafísicas antigas e modernas
Metafísicas antigas e modernas
Profecia de Richard Rorty. Argumento da contigência (S. Tomás de Aquino)
Leitura e comentário de novo livro do Professor Olavo
Leitura e comentário de novo livro do Professor Olavo (continuação)
Leitura e comentário de novo livro do Professor Olavo (continuação)
Introdução preparatória do curso Esoterismo na História. Notas sobre simbolismo e realidade
Introdução preparatória do curso Esoterismo na História. Notas sobre simbolismo e realidade
Breve autobiografia e os objetivos do COF
Ética material e ética formal
Movimento da idéias – debate intelectual
Ciência Política: rótulos ideológicos
Situação brasileira
Estudo de caso: transformações psicológicas no Brasil
Comentários à sentença de Aristóteles: ritos de mistério (Esoterismo)
Identidade nacional
As castas
Educação literária: o tempo – verbus mentis
A alta cultura
Nova ideologia globalista: negação da intuição, da experiência
Interpretação do decreto da Igreja Católica contra comunismo
Nova ordem mundial: livros de Alain Sorel e Lucien Cerise
Sobre o romance “Luz de Agosto” de William Faulkner
Novilíngua orwelliana e Marx & Engels
Sobre o documentário “O Jardim das Aflições”
Tema da história da filosofia
Queda do QI médio brasileiro e suas conseqüências
René Guénon: continuação da aula 388
Fedro – Platão: comentário trecho 274e a 275a. Arte da escrita
Como montar uma biblioteca e organizar os estudos
Análise do panorama eleitoral brasileiro
Tópicos da evolução histórica do marxismo (a complexidade das relações entre ideologia e movimento político)
A direita atual; que proveitos cognitivos podemos tirar da obra de George Ivanovich Gurdjieff
Leitura de trecho de um livro que Olavo está escrevendo (título provisório: A Tragédia da Utopia: Do sonho de liberdade à escravidão consentida)
Continuação da aula anterior e o movimento diversitário
O intuicionismo e a tradição aristotélico-tomista
Alta cultura e mídia
Linguagem e sua função no processo do raciocínio
O que é arte? (com base no acontecimento do santander e no projeto de parlamentares pra descriminalizar qualquer tipo de arte)
Teoria semiológica do conhecimento; João de Sto Tomás
Análise da situação brasileira com base no episódio masp e santander
Análise da situação brasileira com base no fracasso dos líderes (mbl e etc) da nova direita
O que é arte? Análise do episódio santander e masp
Os movimentos de maio de 1968 inseridos na tradição gnóstica
Análise da situação brasileira com base num documento emitido pela universidade federal da paraíba
Gnosiologia
Quebra da hegemonia esquerdista no Brasil, perspectivas e caminhos pra intelectualidade nascente
Última aula do curso sobre o Mario Ferreira dos Santos
O problema da possibilidade da existência e do conhecimento da verdade
Filosofia e história da filosofia
Por que a literatura é a base de toda a educação superior
O mito do surgimento da poesia e as funções da linguagem
“A dupla tragédia da utopia” (trechos do livro sobre a revolução diversitária ou multicultural que Olavo está escrevendo)
Continuação de “A dupla tragédia da utopia”
As raízes intelectuais do Maio de 68
A contribuição de Jacques Derrida para a “revolução diversitária”
A Igreja Católica e a mentalidade diversitária
Continuação da exposição sobre os antecedentes do Maio de 68
A heresia em Karl Rahner
Resumo da primeira parte do livro de Olavo de Carvalho sobre a mentalidade diversitária
O fenômeno Monte Verità (sobre a mentalidade diversitária)
Dois assuntos: A situação atual dos brasileiros e a doutrina católica
Dois assuntos: A situação atual do Brasil e a obra de Wolfgang Smith
Técnicas e métodos da vida intelectual
Sobre livros recomendados durante as aulas, recomendo o link:https://fiatjaf.alhur.es/livros-olavo.html
O índice das aulas foi obtido dehttps://www.rafaelalmeida.com/conservadorismo/cof onde também estão listados livros recomendados por aula e duração de cada aula.

31.10.2018

*

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Se você está tão persuadido da justiça da sua causa que não lhe ocorre nenhum argumento razoável e sensato que se possa alegar contra ela, isso prova que você não está preparado para defendê-la.

Em política, não há nada mais pueril do que querer a todo instante posar como a encarnação viva da democracia e dos direitos humanos. Só ladrões e totalitários precisam dessa camuflagem ridícula (ou muleta psicológica). Quem está mesmo do lado da democracia sabe que ela não é nenhum valor absoluto e sacrossanto, apenas uma espécie de sapato largo para pés doloridos.

https://l.facebook.com/l.php?u=https%3A%2F%2Fwww.citizengo.org%2Fpt-br%2F166453-apoio-prof-ana-caroline-campagnolo-por-uma-educacao-sem-manifestacoes-politico-partidarias%3Ftc%3Dfb%26tcid%3D51760508&h=AT0dLBiPmQN3oz7HStKL7lq3B9G9ka8sq4Oz8DEUTREz2bBVSuTXKhL3ul9H9cBUZX2X06Tm54k7pguvni02w4uMgFQqCCgpGSJvg9qwqvPrRkYIWLWCGvNsBCzIULCAnH6knv78r9h5L6OMAhIpVewgQ9Efr3tqrNF7kqK3RAffdeT0rmr1hTnv0vHYA0-UrFWVKuz4slrnxIQkl6fv4n6WqsPevBbMSF-Nj80GPzIgG-2W0juE57wY96Hj85bFQtIpC7-nHqtDD-e5NLtS1Dcmoz46lC9UuxiM8O-myaLhTsax3kM4XevL_FPwyaeUo76iw-goS8tE8lkgnxlMvG6NPhXMyIgaxVGqCpqdeh8LCeIra6SEt9wbm_gwmUlFLhcLP-GhxJEayCyOSjYW91QbCSEJ6KLC4eJ7ukYGRbrmZfo0WhEwjV33nrQ8z8CPrg

 

O golpe vem aí?
Por favor, leiam isto:
http://cuiabahoje.com.br/stf-analisara-se-bolsonaro-sendo-…/.

Um tal de Padre Joãozinho, que nunca fez mal nenhum ao comunismo, distribui beijinhos fraternos aos comunistas e aderiu entusiasticamente à campanha do Bolsonaro depois da eleição, anda falando mal de mim. Ainda bem. Quero distância desse tipo de gente.

P. S. – By the way, é o sujeito que reduziu o Espírito Santo a “brisa santa”. Vade retro!

Roger Kimball é um dos mais respeitados intelectuais conservadores dos EUA:

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Na minha modesta opinião, os amigos e apoiadores do presidente Bolsonaro NÃO DEVEM, por enquanto, oferecer reação nenhuma aos agitadores, incendiários e agentes provocadores comunopetistas. Deixem que estes se mostrem à nação com toda a feiura da sua mentalidade criminosa, com toda a sua sede de sangue despida da camuflagem das belas palavras. A reação deve partir DO GOVERNO FEDERAL APÓS A POSSE DO NOVO PRESIDENTE, cuja severidade na aplicação das leis e na manutenção da ordem terá então plena aprovação popular.

O Boulos quer espalhar o terror nas universidades? Que o faça. Que passe das palavras às ações. Que exiba todo o charme e a beleza do seu cu em brasa. Que os últimos retalhos da sua máscara de pacifista e democrata caiam na privada e desapareçam para sempre. Em janeiro ele irá para a cadeia e fim de papo.

A esquerda apaga a má impressão dos seus crimes acusando a direita de crimes futuros.

Esquerda boa existe? Existe. O Myke Tyson tinha uma.

Existe esquerda boa? Existe. O Myke Tyson tinha uma.

Até agora o Bolsonaro não colocou nenhum charlatão no Ministério. Isso já basta para torná-lo melhor do que TODOS os seus antecessores.

O Bolsonaro será o melhor presidente que o Brasil já teve. Aos que mentiram contra ele só restará enfiar o dedo no cu e chupar.

O que se ensina do fascismo nas nossas universidades — e que depois vai ecoar “ad nauseam” no vocabulário dos insultos políticos — é pura mitologia infantil sem NENHUM conhecimento histórico. A ignorância geral é tanta que já penso em escrever um livro didático com o título “Que Caralho é o Fascismo?”.

Oxiuros falam? Não só falam como escrevem. Sem isso a Fôia não existiria.

Eis aqui um breve resumo do primeiro capítulo do livro “Que Caralho é o Fascismo?”:

Os pontos de convergência entre o socialismo de Lênin e o
fascismo de Mussolini são tantos, que chega a ser um enigma histórico a hostilidade sangrenta entre os representantes dessas duas ideologias. Só para dar os exemplos mais vistosos: (1) ambos colocam a autoridade totalitária do Estado acima da vontade popular, das tradições, da moral etc.; (2) ambos fazem uso de uma vasta militância doutrinada e adestrada para perseguir os adversários; (3) ambos têm o culto das máquinas e do progresso tecnológico; (4) ambos governam pela intimidação e pelo terror. Etc., etc.
Como puderam tornar-se inimigos viscerais?
O fato de que um é internacionalista e o outro nacionalista é às vezes alegado como explicação, mas não funciona, porque o sucessor de Lênin, Stalin, usou eficazmente de uma retórica nacionalista parecida com a do fascismo e apelou aos sentimentos nacionalistas das nações do Terceiro Mundo contra o “imperialismo ianque”.
A explicação que os próprios comunistas oferecem – a de que o fascismo é o instrumento do “grande capital” para maximizar os lucros sufocando as forças produtivas – é tão oposta aos fatos históricos que nem merece discussão.
A meu ver, a explicação tem de ser buscada no seguinte fator:
Tanto o fascismo quanto o comunismo governavam pela repressão e pelo terror, mas o comunismo dizia fazê-lo em nome dos ideais iluministas, da democracia, da liberdade e dos direitos humanos, enquanto o fascismo alardeava desprezar esses ideais e pregava abertamente o regime ditatorial.
A diferença entre comunismo e fascismo é a mesma que existe entre a hipocrisia maquiavélica e o sincerismo obsceno.
Por isso os comunistas não podiam tolerar os fascistas. A presença de um só fascista no cenário mostrava o jogo de poder em toda a sua violência e crueza, despindo-o dos adornos retóricos com que os comunistas acreditavam poder camuflá-lo.
O fascismo exibia, na sua própria feiura, a feiura do comunismo. Exposta à plena luz do dia a maldade que ocultavam sob belas palavras, os comunistas viam-se retratados no discurso fascista, e o odiavam precisamente por isso.

Lênin e Mussolini eram ambos farsantes, mas de tipos opostos: Lênin era um tipo sorrateiro, dissimulado, cheio de segredos; Mussolini era um exibicionista, um show-man de teatro pornô.

Transposta para contextos que não têm PORRA NENHUMA a ver com fascismo, a retórica antifascista dos comunistas continua sendo usada como camuflagem. É assim que qualquer piadinha do Bolsonaro, por exemplo, é interpretada como um perigo apocalíptico e a tentativa de assassinar o candidato é minimizada como se fosse um detalhe sem importância.

Vou avisar pela enésima vez: se você não seguiu um curso de estudos como o que recomendei no artigo “Estudar antes de falar”– ou equivalente –, você NÃO ESTÁ PREPARADO para enfrentar os comunistas, exceto na condição de humilde militante tarefeiro. Não peide acima do próprio cu.

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28.10.2018

*

Da página do Filipe G. Martins:

DATAFOLHA, IBOPE E A VITÓRIA DE BOLSONARO
01. Segundo o Datafolha, Bolsonaro tem 47% dos votos totais enquanto Haddad tem apenas 39%. No levantamento anterior, Bolsonaro tinha 48% e Haddad 38%.
02. Segundo o Ibope, Bolsonaro tem 47% dos votos totais e Haddad tem 41%. Na pesquisa anterior, Bolsonaro tinha 50% e Haddad, 37%.
03. A discrepância entre as duas pesquisas, que costumam apresentar números aproximados, é significativa. No Datafolha a oscilação é praticamente nula (mesmo para um período menor) enquanto que no Ibope a oscilação é de 3 pp. negativos para Bolsonaro e 4 pp. positivos para Haddad.
04. Uma explicação hipotética para essa diferença poderia ser a diferença entre o intervalo das pesquisas do Ibope e o intervalo das pesquisas do Datafolha: 2 dias no caso do Datafolha e 4 no caso do Ibope.
05. Se essa hipótese estiver correta, isso significa que as movimentações desaceleraram nos últimos 2 dias, oscilando apenas 1 pp. (abaixo da margem de erro) nestes últimos 2 dias, muito abaixo da oscilação observada nos 2 dias anteriores.
06. Isso significa que, mesmo que esses números retratassem a realidade, tudo o que apontariam seria uma tendência de desaceleração, de modo que Haddad cresceria no máximo meio pp. e chegaria a 38.5% dos votos totais, na pior das hipóteses (para o Brasil).
07. Nesse cenário, acrescentada a abstenção e sua distribuição ponderada, Haddad teria algo em torno de 39 milhões de votos contra 58 milhões de Bolsonaro, uma vantagem de 19 milhões para o candidato do PSL.
08. Há outros fatores que devem ser considerados, porém, como o viés das bases amostrais dos dois institutos e os ajustes das frações. Por isso, acredito que o mais provável é que Bolsonaro apareça com algo acima dos 50% dos votos totais (possivelmente 52%) e Haddad com 35%.
09. Em termos de votos válidos, isso daria 59% para Bolsonaro e 41% para Haddad, podendo variar levemente para mais ou para menos. Utilizando a margem de erro mais comum (2%) poderíamos dizer que Bolsonaro terá algo entre 58 e 62% — sendo 59% o valor mais provável.
10. Seja como for, é apenas uma questão de quão grande será a vantagem de Bolsonaro e, por isso mesmo, temos pesquisas e notícias sob medida para mobilizar o eleitorado petista e não permitir que a abstenção seja grande o suficiente para evitar uma derrota ainda mais arrasadora.
11. Fiquem tranquilos. Só não deixem de fazer a parte de vocês. A esquerda está apostando todas as fichas e recursos em diminuir o tamanho da vantagem e criar uma narrativa de “país dividido”, mas Bolsonaro será o próximo presidente do Brasil e a vantagem não será pequena.
275 comentários991 compartilhamentos

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Espero que esta análise esteja certa. Seria horrível ver as Forças Armadas perderem sua credibilidade.

Um país dividido? Sim. O povo contra o crime. So simple as that.

É uma satisfação perceber que a minha definição do fenômeno revolucionário — mudança social radical por meio da concentração de poder — já virou linguagem corrente… na Colômbia. De fato, obtive audiência atenta nesse querido país vizinho muito antes de obtê-la no Brasil.

https://www.facebook.com/efrabemo/videos/10155941842791395/

Mais um truque sórdido. Não sendo possível eleger o queridinho dela e do narcotráfico, a mídia porca (perdoem a redundância) partiu para o Plano B: o equivalentismo fingido, calculado para legitimar o crime organizado como oposição legal ao próximo governo.
Peço a Deus que a tentação da paz a todo preço, quase irresistível após uma vitória eleitoral, não leve o Capitão a cair nessa.
Não pode haver paz entre a lei e o crime.

Danilo Pedrosa Olavo de Carvalho o que acha do historiador Emilio Gentile?
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Jair Bolsonaro provou que não precisa do apoio da mídia chique para se eleger presidente. Espero que daí ele conclua que também não precisa dela para governar. Que lhe baste o apoio do povo.

O conceito de fascismo que se ensina nas nossas universidades é o da propaganda soviética (no máximo embelezada um pouquinho por elementos da Escola de Frankfurt), não o dos historiadores profissionais. Graças aos bons préstimos de professores comunistas, nossos estudantes têm sido mantidos na total ignorância da historiografia essencial sobre o fascismo publicada DESDE OS ANOS 70. Isso é fraude geral, é crime organizado.

Só uma perguntinha: Como poderia o fascismo ser “conservador” se — na Itália como aliás no Brasil também — ele nasceu da revolução literária modernista?

Todas as revistas comunistas com pretensões acadêmicas têm de ser banidas do rol das publicações cientíificas respeitáveis. São propaganda e trapaça, nada mais.

A revista uspiana “Teoria e Debate” é puro diálogo interno do movimento comunista.

“Liberdade já não existe há muito tempo dentro das universidades.”
Janaína Paschoal

Mistérios da natureza. O Bigmac, quanto mais velho fica, mais o pinto dele cresce. Nunca vi uma coisa dessas. Ainda bem que por aqui não há nenhuma fêmea para ele comer. Seria um cadelicídio.

Olê olê olê olê,
Vai siiii fudêee.

Não entendo os críticos do consumismo. De quê serve ganhar mais dinheiro, se não é para comprar mais coisas?

Proibidos de intimidar e amordaçar os seus alunos, os professores universitários se sentirão vítimas de perseguição fascista.

Ele não disse que era a hora da virada? Pois é. Virou a bundinha e levou.

BRASIL ACIMA DE TUDO,
DEUS ACIMA DE TODOS.

Eu nunca disse com tanta satisfação:
— Pau no cu dos prejudicados.

Maravilhas fez conosco o Senhor, exultemos de alegria!

Salmo da missa de hoje.

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A HORA DA VIRADA

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Zoe Maria Martinez, queridinha do Brasil: Agora sim você vai ter a liberdade que veio procurar aqui,

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Joice Hasselmann, Bia Kicis, Carla Zambelli, Janaina Paschoal, Sara Winter, Zoe Martinez… A quantas mulheres valentes não devemos esta vitória!

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Que aconteceu desta vez? Aposto que o Toffoli, vendo que saiu muito sujo da história da apuração secreta, nomeou seu assessor um general para poder ter uma boa desculpa para cumprir a lei quando a petezada viesse lhe pedir uns votinhos roubados:
— Ô turma, agora eu não posso, sacumé, o general tá olhando…

A pessoa normal gradua a intensidade do medo pelo tamanho do perigo real. O histérico avalia o perigo pelo tamanho do medo que sente.
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Onde, quando, em que planeta foi que essa doida ouviu o Bolsonaro dizer que o problema do Brasil eram os negros, os gays, os nordestinos e as mulheres?

Somando negros, gays, nordestinos e mulheres, temos aí uns oitenta por cento da população brasileira. Quem, caraio, quem prometeu acabar com esse pequeno problema?

Nem neonazi é maluco o suficiente para propor uma merda dessas.

As universidades, no Brasil, são máquinas de infantilização em massa.

29.10.2018

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As universidades, no Brasil, são máquinas de infantilização em massa.

Banir das escolas qualquer discurso político-ideológico é IMPOSSÍVEL, pela simples razão de que, para os marxistas, TODA CULTURA É IDEOLOGIA, e com a maior facilidade qualquer marxistinha bunda como esse tal de Boulos pode virar contra nós o argumento isentista.

O que precisamos é uma escola (a) sem censura, sem hegemonia, sem controle ideológico e perseguição de discordantes; (b) sem analfabetos funcionais diplomando outros analfabetos funcionais. That’s all, folks.

É praticamente impossível você acusar um professor de “doutrinação” sem ele responder, e não totalmente desprovido de razão, que você também está doutrinando.

A prova de “doutrinação” é subjetiva e relativa. A de perseguição e controle ideológico é uma simples questão de fatos concretos. A de analfabetismo funcional também.

Evite tentar provar uma coisa que depende de provar uma segunda coisa ou, pior ainda, uma terceira. Os retóricos greco-romanos já sabiam disso.

Todos os palavrões da língua portuguesa, somados, são menos obscenos do que o Caetano sacudindo as suas pelancas intelectuais no palco.

Arruinaldo Azevedo, FHC, Jô Soares e tutti quanti apostaram seu prestígio na derrota do Bolsonaro e perderam. São amadores palpiteiros. Não entendem PORRA NENHUMA de política, porque baseiam suas opiniões nos clichês e estereótipos que eles mesmos criam. Não aguentariam um confronto com o Filipe G. Martins.

TODO sujeito que fala com voz empostada e ares de importante não é sério intelectualmente.

Atenção, putada comunolarápia. Pare de usar gays, negros, nordestinos e mulheres como escudos humanos. Ninguém ameaçou fazer nada contra eles, nem fará. Fará contra você, puta véia. E quanto mais você se esconder por trás de inocentes, maIs severa será a punição que vai sofrer.

Aquele que disse “Eu sou o EU SOU” nos deu um coração autoconsciente capaz de reconhecer-se, com todas as suas grandezas e misérias, no espelho da verdade divina. Não há força mais poderosa no mundo humano. Nem as armas, nem o dinheiro, nem o prestígio nem o zunzum dos fofoqueiros podem nada contra um coração sincero.

O coração sincero participa, em certa medida, do poder profético.

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Roxane Carvalho https://blogdoolavo.com/
Na tarde de 29 de outubro o perfil do Olavo foi bloqueado pelo Facebook por trinta dias, por conta de uma mensagem que ele NÃO publicou. Enquanto isso, vocês terão de acompanhá-lo pelo blog. Por favor, espalhem este aviso.

Merdinhas em ação
As vingancinhas pueris já começaram. Algum caggadinho, miadianinjinha, caetaninho ou outro tipo qualquer de idiota espalhou, em meu nome e — é claro — sem a minha autorização, aquele aviso alarmista e falso sobre o horário de fechamento das urnas eleitorais, e, embora a porcaria não tivesse nem mesmo aparecido na minha página, esta foi bloqueada pelo Facebook por trinta dias. O treco começava com um “Bom dia” seguido de três pontos de exclamação, o que já basta para qualquer leitor um tanto experiente saber de imediato que não foi eu que o escvrevi.

https://blogdoolavo.com/
Na tarde de 29 de outubro o perfil do Olavo foi bloqueado pelo Facebook por trinta dias, por conta de uma mensagem que ele NÃO publicou. Enquanto isso, vocês terão de acompanhá-lo pelo blog. Por favor, espalhem este aviso.

27.10.2018

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Nos anos 90, bastava ler os documentos do Foro de São Paulo para saber TUDO o que o PT iria fazer: o assalto aos cofres públicos para sustentar ditaduras genocidas; a aliança com o narcotráfico e o terrorismo internacional; as fraudes eleitorais e os homicídios. Os que, diante disso, adotaram a política do “Senta que o leão é manso” estão agora choramingando de medo do leão.

Ói nóis no Epoch Times, o jornal predileto do Donald Trump. Entrevista ao Jeffrey Nyquist:

https://www.epochtimes.com.br/entrevista-olavo-de-carvalho-fala-sobre-comunismo-no-brasil-e-na-america-latina/

https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/10/em-novo-texto-olavo-de-carvalho-chama-haddad-de-monstro-de-frieza-e-premeditacao.shtml?fbclid=IwAR1sJXmove8W9ySJk_PnyHKv9l8mQJoqNIfXULvbSEaUXtmXzFraJMxsYjk

BUCETINHAS CAPRINAS. Em vez de publicar o texto que lhe enviei no uso do meu direito de resposta, a Folha de São Paulo, canalha como ela só, colocou em lugar dele um resumo brutalmente alterado, dando sumiço nos meus argumentos e reiterando a mentira pró-Haddad publicada dias antes.
É um jornal feito pelas cabritinhas do Lula.

Sem exagero: O PT e seus associados — PCC, Comando Vermelho, Hezbollah, Farc, Foro de São Paulo, Maduro, O Globo, Folha de S. Paulo etc. — são A MAIOR organização criminosa que já existiu no mundo.
O que estamos vendo não é uma concorrência eleitoral: é a luta de um povo desarmado contra o crime organizado e bilionário.

https://observador.pt/opiniao/o-filosofo-de-bolsonaro/?fbclid=IwAR3afMRHoWSOv1Uq9eZskxf_jYnGo0Db0nw_jVGLaVlMhD5dRMjDzOk6VK8

Na área de comentários do artigo abaixo, o Rodrigo Sousa colocou estas notas, com as quais concordo em gênero, número e grau:

Olá Roxane, eu enviei-lhe uma mensagem há uns tempos… sempre que o filósofo Olavo de Carvalho for atacado pelo mainstream em Portugal, nós defenderemos a sua honra. Precisamos talvez de uma palavra de apoio para quem aqui vive, português ou brasileiro, para que sejamos unidos, organizarmos convívios, jantares, o que for, para fomentar essa amizade e unidade. Portugal não vive um processo revolucionário emergente e imediato, mas uma revolução progressiva. Somos cozidos como sapos. Espero que este artigo desperte o Olavo a virar as suas atenções ao país irmão, ajudando-nos a libertar-nos igualmente da subjugação ideológica em que vivemos. Por minha vontade, o único que faria na vida era seguir somente as orientações do Professor Luiz Gonzaga De Carvalho Neto, bem como de outros autores, e dedicar-me só à parte espiritual (pois ele suplanta o pai nestas matérias) mas a situação social e política é demasiado má. Precisamos de estar mais unidos para evitar o 1984 progressivo na nação lusitana.

Atenção, ô chefe da fôia: Ideólogo é o cu da sua mãe.

Desisti de discutir com o Caetano quando vi que ele afirmava ser um bezerro gritando “Mamãe!” e nem percebia que acabava de xingar sua digníssima progenitora.

O brasileiro é, na História, o primeiro povo que saiu às ruas, desarmado, para enfrentar uma gangue de ladrões, narcotraficantes e assassinos armados até os dentes.

Opinião e realidade. Por favor, comparem estes dois recortes. O primeiro é um comentário na Fôia. O segundo é uma explicação, pelo Homeland Security, do que é o tipo de visto que recebi do governo americano — sendo, até onde sei, o ÚNICO escritor brasileiro que recebeu esse tipo de reconhecimento.

É hora da virada, Caggad. Vá virando a bundinha aí.

Recebi por inbox:

https://www.facebook.com/MovimentoJuntospeloBrasil/videos/2144161248936078/

David Amato Professor Olavo de Carvalho: há algum tempo eu pedi para que o Edson Camargo, editor do MSM, perguntasse pessoalmente ao senhor sobre os projetos administrativos, em especial o do CdR. A resposta foi que sim, eles continuavam em curso, motivo pelo qual aprofundei as leituras sobre o tema. O primeiro contato que tive com esse mapa se deu por conta de indicação sua acerca da obra de Nicholas Hagger, que posteriormente me levou até a fonte original. O que está compilado na postagem é uma tentativa de compartilhar o pouco que aprendi e agradecer pela sua ajuda. Obrigado, professor.

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Perguntar não ofende: Se o voto eletrônico já é ruim, para quê essa frescura de máquinas de votar com impressoras, como alguns propõem? Por que não só o papelzinho, como antigamente? Quanto mais inteligentes se tornam as máquinas, mais burros os seres humanos.

<Mais antigamente ainda, as cédulas eram impressas pelos próprios candidatos. O governo não gastava nisso um tostão.

O que está em jogo hoje não é saber quem será o próximo presidente da República; é saber se, sem a ajuda das Forças Armadas, a quase totalidade da população de um país pode alguma coisa contra a quadrilha de ricaços e celebridades que decidiu sugar-lhe até a última gota de sangue,