A Carta – Alunos, amigos e familiares se manifestam

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http://www.facebook.com/decarvalho.davi

Davi de Carvalho

Eu evitei qualquer tipo de comentário sobre toda essa situação entre a minha irmã, Heloisa, e meu pai, Olavo. Porém, sérias acusações estão sendo feitas e não posso me silenciar diante disso.

O fato é: meu pai NUNCA apontou uma arma para a minha cabeça, e também NUNCA o vi apontar uma arma para qualquer outra pessoa. As armas que ele me MOSTROU, foram entregues por ele nas minhas mãos, para que eu mesmo pudesse atirar no shooting range que havia na casa dele na Virginia. Uma dessas vezes foi registrada no vídeo abaixo.

O que eu tenho a dizer sobre o resto da carta da Heloisa, e das outras acusações, é que ela é uma ingrata. Sempre foi com todos. Com a mãe, com o pai, com amigos e até mesmo com a tia que a criou, e a quem eu também devo muito.

Eu realmente sinto muito que meu pai, a essa altura da vida, tenha que passar por isso, e amargar o desgosto de ter a própria filha voltada contra ele e ainda por cima abraçada na pior corja de seres humanos que existem.

Independente dos problemas que qualquer um de nós, filhos, possam ter com ele, qualquer rede social não é lugar para resolver. Meu pai não é perfeito, como qualquer outro ser humano, mas uma coisa eu posso dizer com certeza: ele sempre perdoou qualquer pessoa que lhe pedisse desculpas, e fosse sincera, colocando imediatamente uma pedra em cima do assunto.

Acredito que, por pior que seja a situação e as histerias da Heloisa, enquanto se está vivo, sempre há esperança.
“A seguir, levantou-se e foi para seu pai.
Estando ainda longe, seu pai o viu e, cheio de compaixão, correu para seu filho, e o abraçou e beijou. O filho lhe disse: ‘Pai, pequei contra o céu e contra ti. Não sou mais digno de ser chamado teu filho’. Mas o pai disse aos seus servos: ‘Depressa! Tragam a melhor roupa e vistam nele. Coloquem um anel em seu dedo e calçados em seus pés. Tragam o novilho gordo e matem-no. Vamos fazer uma festa e alegrar-nos.” (Lucas 15:20-23)


Da pagina da Stephanie Podbevsek, esposa do meu filho Davi e mãe de dois dos meus netos:

Não comece a ler essa postagem se você espera mais uma carta aberta. Trata-se de um pequeno relato, feito de coração e com gratidão, a uma pessoa que me é muito querida: meu sogro, Olavo, ou como carinhosamente o chamo, Sogrão.
O conheço desde antes de conhecer o Davi. Ele me foi apresentado pelo meu pai, e desde então teve grande influência na minha educação, na minha vida, na minha maneira de pensar.
Sou e sempre serei eternamente grata à ele, pois independente da sua contribuição para a filosofia, para a política, é por sua causa que eu tenho o meu Davi. Se ele não tivesse aceitado a bênção divina que é receber uma criança, ou o tivesse devorado como dizem que ele faz, hoje eu não teria o marido maravilhoso que eu tenho, e meus filhos não teriam o pai mais incrível que eu já vi.
E eu também serei eternamente grata pelo conselho simples que ele me deu, em um jantar no Outback, quando estávamos nos EUA. Eu estava sem falar com o meu pai, e ele que sabia de toda a situação e dos meus motivos para a falta de contato, chegou, colocou a mão no meu ombro e disse: “seu pai me ligou hoje. Perdoa ele. Ele te ama”.
Voltamos para o Brasil e no dia seguinte fui visitar meu pai. Dois meses depois, ele morreu.
A perda do meu pai me marcou muito, e até hoje dói. Mas seria infinitamente pior se eu não tivesse ouvido aquele conselho.

Falei para ele hoje, ao telefone, que o amo como se fosse meu segundo pai, e que neste coração, apesar do meu jeito meio “cavalar” como ele diz, tem muito carinho por ele e por toda a família.


Mensagem do Dr. Italo Marsili, médico psiquiatra:

TESTEMUNHO OLAVO DE CARVALHO

Morei com Olavo de Carvalho entre 2007 e 2008, na Virginia. em 2005 conheci seus escritos jornalísticos, os quais consumi em apenas uma tragada. Logo progredi para suas apostilas e transcrições, livros e DVDs. Não havia mais nada disponível, tudo havia sido estudado, resumido, meditado, confrontado — desde os escritos de astrocaracterologia e alquimia até às análises de conjuntura política, passando por psicologia, gnoseologia e religião. Foi então que resolvi tomar coragem; escrevi-lhe um e-mail pedindo “asilo intelectual”. Sinceramente não esperava resposta. Em menos de 24h recebi um e-mail bem humorado revelando a mim a personalidade do homem mais generoso com quem convivi. Entre acertos práticos e teóricos, a querida Roxane Carvalho entrou no circuito. Ambos me trataram com o maior carinho e benevolência que se possa imaginar. NUNCA haviam me visto. NUNCA haviam convivido comigo; ainda assim me acolheram como quem acolhe a um filho. Cheguei em Richmond pela primeira vez em 28 de dezembro de 2007. Cometi uma incrível gafe: comuniquei o horário de chegada do voo errado. Olavo e família foram ao aeroporto com 7 horas de antecedência. Comecei mal; eles não. Assim que fui recebido pela Leilah Carvalho e pelo Pedro (Olavo e Roxane já haviam voltado para casa), pude perceber que eu estava em família. Nenhuma crítica, nenhum sinal de contrariedade; pelo contrário, sorrisos abertos e semblantes leves. A conversa fluiu naturalmente. Chegando até a casa do professor, fui rapidamente introduzido ao escritório onde pude vê-lo pela primeira vez. Estava assistindo a um videoclipe dos Mamonas Assassinas; ria divertidamente, muito. Aquela cena confirmou minhas expectativas. Estava diante de um homem de verdade, sem empáfias, sem falsidade, sem pose. Que coração. Que generosidade. Deu-me um abraço, perguntou sobre a viagem e começou a me mostrar sua biblioteca: “aqui a literatura universal, ali os de teologia e religião, desse lado muita coisa sobre comunismo… e esses aqui, sobre Descartes, etc.”. Passamos uns 10 minutos esperando o jantar. Entramos. Sentamos à mesa. Olavo começou a prece do Pai-Nosso em inglês. Sem afetações, começamos a nos servir. Era uma torta de camarão, item de luxo — naquela altura eu não sabia dos apertos financeiros pelos quais a família passava (JB e Diário do Comércio não pareciam bons pagadores). Muitas anedotas e algum filme de ação do Van Dame, creio, nos acompanharam naquele primeiro jantar com a família. A mim, apenas uma advertência: “você só não me verá cagar, todo o resto esteja à vontade”. Já nos primeiros dias perceberam que eu não possuía um computador, deram-me um bom Laptop que não estava sendo usado. Jamais deixaram que eu pagasse nenhuma conta (nem mercado, nem abastecimento do carro, nem nada).

Passaram-se os dias e a rotina confirmava minhas primeiras impressões: benevolência, doação, generosidade e outras virtudes inimagináveis para o brasileiro médio eram a tônica das condutas em família. Vi o Olavo atender, solicito e paciente, ao telefonema de algumas figuravas que viriam a traí-lo.

Rezávamos o terço juntos quase que diariamente. Testemunhei ainda uma cena memorável: assistíamos, apenas ele e eu, ao filme do Padre Pio. Após aquela poderosa cena na qual o Padre Pio repreende a um de seus fiéis com um murro no rosto, Olavo pausa o filme, levanta-se em silêncio, confronta o horizonte com seus olhos – talvez com todo seu espírito – e pergunta, não a mim, evidentemente, mas talvez ao próprio Deus: “o que será que o Padre Pio diria de mim?”. A partir dessa data, passou a pedir a interceção deste mesmo santo e da virgem maria antes do início de seus programas de rádio semanais.

Testemunhei centenas de histórias que não caberiam nesse post. Imaginem a seguinte rotina: eu chegava na biblioteca por volta das 23h, frequentemente munido de uma pergunta — muitas idiotas —, às quais eram respondidas com toda a deferência, como se eu fosse um rei. Essa era precisamente a impressão que ia se confirmando em mim através daquele convívio: o Olavo era capaz de ver a realeza do ser-humano, a personalidade atual e a possível. Suas ações encaminhavam-se no sentido de promover em mim, no aluno em geral, creio, a descoberta, a assunção da própria personalidade humana, da vocação mesma. Fui testemunha de inúmeros atos que ficaram gravados na minha memória e no meio peito. Vi uma família de verdade. Espero que os novos, bem como os antigos, detratores do Olavo encontrem juízo mental e paz em seus espíritos.


Miguel Nagib:

Caro Olavo,

Gostaria de manifestar, neste momento particularmente doloroso pelo qual você está passando, minha gratidão por tudo o que você já fez e continua a fazer pelo Brasil e pelos brasileiros. Sei que você sabe quem é, e não precisa que lhe digam essas coisas; mas me sinto no dever de dizer: você não mudou apenas o rumo de um país (os fatos estão aí); mudou a vida de muita gente, e mudou para melhor. Quanto a mim, posso dizer, aos 57 anos, que não seria quem sou se não fosse o Olavo de Carvalho. Lembro-me do parágrafo que me fisgou, há vinte anos. Está no prólogo do Imbecil Coletivo: um apelo à sinceridade que desde então vem guiando meus passos neste mundo:

“Dirijo-me ao que há de melhor no íntimo do meu leitor, não àquela sua casca temerosa e servil que diz amém à opinião grupal por medo da solidão. Fazer o contrário seria um desrespeito. Portanto, iracundo leitor, não me censure em público antes de certificar-se de que não me dará razão na intimidade, quando, no coração da noite, as palavras que lhe brotarem de dentro não encontrarem outro interlocutor senão o silêncio imenso.”

Depois disso, não parei de aprender com seus escritos e suas aulas. O bem que você tem espalhado é tão grande, que só Deus é capaz de lhe dar a merecida retribuição. E eu sei que, no fundo, é só isso que importa pra você.

Um grande abraço do amigo

Miguel Nagib


“O perdão é a lei que estrutura o universo.” (Olavo de Carvalho)
Eu não tinha consciência disto quando a escrevi, mas a crônica de hoje é um desagravo ao professor Olavo de Carvalho, meu amigo e mestre. Há 25 anos, o grande escritor e filósofo tem sofrido mais ataques, injúrias e calúnias do que qualquer outro cidadão brasileiro. Leia na #AvenidaParaná:
http://www.folhadelondrina.com.br/…/oracao-do-esfarrapado-9…


Rafael C. Libardi

7 h · 

Acho o momento oportuno para revelar o que até então seria surpresa. Meu livro contém um agradecimento especial ao Prof. Olavo e nenhuma carta odienta vai mudá-lo. Cá está:

“Como diz o personagem Atticus Finch, em To Kill A Mockinbird, alguns homens precisam fazer o trabalho sujo. Isso é suficiente para explicar a resistência chula ao magnífico trabalho do Prof. Olavo de Carvalho, pois, como se sabe, não há muita simpatia por quem acerta em doses cavalares. A explicação para isso é simples, obviamente. É que o professor pratica o ofício que ninguém gostaria de ter, mas cujo mérito todos invejam até a última gota. Buscar a Verdade, portanto, é o trabalho sujo da modernidade, e não admira que seja o serviço mais faltante neste país.

É fato que não o conheço – e talvez ele nem saiba da minha existência, mas recebi do Prof. Olavo o que nenhuma outra pessoa foi capaz de me oferecer: justamente, o trabalho sujo; o dolorido exercício de ginástica mental. Talvez por isso sua obra seja tão grandiosa, já que não se restringe ao círculo de alunos e conhecidos, mas toca e transforma milhares de leitores e ouvintes que estão do lado de cá do COF, o curso onde ele se dedica a lapidar personalidades e a criar gênios. Na definição certeira do amigo Sileno Guimarães, Olavo é o maior semeador do nosso tempo. Dedicar-lhe uma página neste livro, portanto, é a natural obrigação desta pequena árvore que vos escreve.

Muito obrigado, professor!”.


Para variar, lá vai difamação sobre o professor Olavo de Carvalho. Felizmente, ele chegou àquele momento em que se prepara cada dia mais para dar suas satisfações a Deus e não ao mundo que o cerca.

Com certeza trarão à tona os velhos caluniadores e difamadores de sempre. Deixo aqui um artigo já relativamente antigo, mas, ao que parece, ainda necessário.


O que estão fazendo com o Olavo de Carvalho é imundo, rasteiro, desumano e muito desprezível.

Aproveitar-se de uma querela familiar e explorá-la de forma duvidosa em suas não comprovadas facetas, é moralmente inadmissível. A filha jamais poderia ter exposto o pai desta maneira, demonstrando sua enorme ingratidão e desequilíbrio. Já os outros ( bem piores ), os aproveitadores e detratores de todo gênero, aqueles que estão tentando auferir lucros políticos com a lamentável situação e ainda macular a vida e obra de um homem bom – que só fez o bem ao país -, estes são canalhas pérfidos.

No Brasil não basta ser invejoso e ser intelectualmente fracassado, precisam também caluniar quem está quieto e trabalhando seriamente. Se não respeitam este homem por seu ENORME legado em plena vida, deveriam demonstrar consideração por seus setenta anos.

Corja abominável!


O prof. Olavo está na Veja. Por tudo o que ele fez pelo Brasil? Não. Por causa de uma carta de difamação, que teve sua divulgação paga por uma dupla de caluniadores de araque do Facebook. Nenhuma novidade. Só mais um dia normal no Bananil.


Raul Martins :

O Sr. Francisco Razzo, a quem eu já tive o desprazer e a burrice de admirar, assanhado qual cão no cio mal pôde esconder a alegria ante a carta psicótica — literalmente patrocinada e impulsionada pelos irmãos Veadasco, dupla de malucos igualmente psicóticos — que a filha do professor Olavo escreveu ao pai, cá no Facebook.

Já foi logo, magnânimo que só, a cofiar as filosóficas barbas, com a sua aguçadíssima mente analítica e aquele estilo literário epiléptico-psicodélico de Hegel bêbado do agreste, informando ao mundo ingênuo que o professor Olavo é — rufem os tambores — igualzinho ao Lula; além de diabólico. Eu vi Satanás cair do Céu como um relâmpago, e além dos chifres, dos pés de bode e do tridente de praxe ele estava com um cigarro na boca e uma caneca de café na mão, a gritar um ora porrrraaaaaa…

À parte o ridículo inacreditável a que se presta o Sr. Razzo, marmanjo com não sei quantos filhos nas costas que não perde uma chance de falar asneiras, eis o que é engraçado: todos os anti-Olavo, desde os mais xiitas até os mais sunitas, desde os mais abertamente histéricos até os mais come-quieto e mexeriqueiros nas sombras, falam com um formidável arzinho de condescendência. É sempre a mesma coisa; sempre o mesmo tom pegajoso de quem crê piamente pairar acima do interlocutor. São, todos eles, uns Morpheus, com as suas pílulas azuis para os iludidos alunos do COF; todos eles Moisés, a conduzir num novo Êxodo os olavetes escravos do Faraó da Virgínia.

Se não é um analfabeto micareteiro a dizer que largou, enfim e de vez, o olavismo, é um Júlio Lemos, o Zé Bonitinho das ciências, com aquele ar blasé inevitável, a soltar aqui e ali pérolas de sabedoria transcendental aos porcos olavetes; se não é um Rodrigo Constantino a escrever (urgh) um romance (sim, é sério) sobre o “Otávio de Ramalho” (juro, não estou brincando), é um cristãozão qualquer a denunciar o gnosticismo olavético; se não é um Reinaldo Azevedo a chamá-lo de líder de seita, é um pastor a chamá-lo de nazista; se não é um petista a chamá-lo de fascista, é um liberal a chamá-lo de fascista; se não é o diabo a quatro a chamá-lo de muçulmano enrustido, é o sr. Razzo a chamá-lo de diabólico.

Mas todos, sem exceção, falam com aquele tom de “senta aqui no colo do tio que eu vou te explicar uma coisa”. O tio pode ser histérico, pode ser calmo, pode ser mais ou menos inteligente, mais ou menos piedoso — mas é sempre um tio. E nós, os alunos do COF, somos os sobrinhos ingênuos, demasiadamente ingênuos.

Só há, aí, um pequeno problema: todas as cabeças iluminadas juntas não seriam capazes de escrever dez páginas do Jardim das Aflições. Sei bem que não sou lá grande coisa, mas sou uma inteligência, e estou desperto. Quantas inteligências os detratores e caluniadores do prof. Olavo já despertaram? Quantas vidas já mudaram com um simples artigo? Com uma frase solta ao léu num excerto de Youtube? Anteontem, o diabólico guru da Virgínia deu a 400ª aula do COF. Há alguns dias, fui reassistir à primeira delas e fiquei literalmente o dia inteiro para terminá-la, de tantas anotações que fiz. Quantos aulas já deram os faladores? E quanto alunos os há por aí para dizer, a plenos pulmões, que elas lhes mudaram as vidas? Eu divido a minha vida em pré-COF e pós-COF. Enquanto os libertadores maldizem, o maldito liberta. Uma árvore se conhece pelos seus frutos. Quais são os frutos de suas maledicências e picuinhas, ó retos e irrepreensíveis críticos de botequim? Quantos se tornaram mais corajosos, mais sinceros, mais inteligentes com os seus esforços? Quantas personalides já se transformaram pela força pura de suas próprias?

Vocês acham que nós o defendemos por julgar que ele é santo? Que o amamos por crer que ele é perfeito?

O sr. Razzo diz que o professor Olavo é diabólico. Mas que diabo é esse que tantos leva a Deus? Que mal é esse que faz tanto bem? Que obscuro que a tantos faz pensar? Quando o fogo do tempo vier consumir e purificar as obras dos Homens, o ouro, as jóias e as pedras preciosas dos frutos do filósofo haverão de permanecer, incólumes e gloriosos, em meio às cinzas das fofocas espalhadas pelo chão escuro do anonimato.

“O sr. Razzo diz que o professor Olavo é diabólico. Mas que diabo é esse que tantos leva a Deus? Que mal é esse que faz tanto bem? Que obscuro que a tantos faz pensar? Quando o fogo do tempo vier consumir e purificar as obras dos Homens, o ouro, as jóias e as pedras preciosas dos frutos do filósofo haverão de permanecer, incólumes e gloriosos, em meio às cinzas das fofocas espalhadas pelo chão escuro do anonimato.”

Raul Martins


Iracema Pamplona Genecco Cada um só pode dar o que tem. Do professor, só recebi o bem até hoje. Seus detratores espalham ressentimentos, invejas, maledicências. Devem colher em dobro. Mendigos de atenção.


Tem gente que trabalha
Que estuda
Que ajuda
E tem aqueles que escrevem carta aberta.

By Zita Injah


Professor Olavo de Carvalho, formou uma bela família com Roxane Carvalho, dessa união nasceram seus filhos Leilah Carvalho e Pedro de Carvalho . Uma família belíssima que tem recebido ilustres pessoas em sua residência nos EUA.
Entre os visitantes está o nosso queridíssimo Padre Paulo Ricardo. Que
Inclusive até gravou um programa sobre o nosso também queridíssimo prof. Olavo de Carvalho. Link abaixo:

https://padrepauloricardo.org/…/o-minimo-que-voce-precisa-s…

Sendo o professor um homem realizado e querido, desperta também a inveja e ódio de parasitas oportunistas que vivem nas sombras procurando fragilidades das pessoas para poder atingí-las. Só que não somos bobos, dentre muitas coisas que o MITO prof Olavo nos ensinou foi a PENSAR.

Sr Vedasco, quanta covardia! Usar Heloisa de Carvalho, filha do prof Olavo de Carvalho, uma moça que não foi criada por seu pai, sim pela família de sua mãe. Família essa, que não ensinou a menina a amar e respeitar seu pai.
Heloisa de Carvalho, sai dessa! Procure conhecer melhor seu pai, madrasta, irmãos e sobrinhos.
Honrar pai e mãe! Quarto Mandamento das Leis de Deus.

Professor, eu e muitos estamos com o senhor e sua família.

José Eduardo Iara Faria Marco AurélioGracita SalgueiroThiago FelícioAllan Dos SantosAllan Dos SantosAllan Dos SantosUbirajara LopesThiago GomesSilvio GrimaldoIza Do ValleTarcisio MouraPatricia Torres Da Silva MelloRuth TomaziSilvia ElizabethLuciane Badiz HouseMirtes Regina CiniAdriana de AbreuThomas DreschThereza SouzaJosé NetoJuliana Cunha
Edson CamargoMárcio GualbertoRenato CorreaViviane CanelloMarie AsmarLilian CristinaMagda BarbosaAna Paula ResendeAna Matias
Ana Caroline CampagnoloCássio Silva


É nitidamente de caráter difamatório e minimamente calculado o ataque que estão promovendo contra o professor, mas no fim, isso tudo não passará de mais um peido falhadoo dos Veadascos! Ó gentezinha baixa, se essas porras não encontrarem paz e sossego para as suas grotescasa almas, vão acabar rosnando raiva contra o professor no inferno.


“Honrar pai e mãe.”


Lembro-me de uma aula do professor Olavo de Carvalho em Curitiba, entre 2001 e 2005, em que ele disse que nunca devemos falar mal de nossos pais pois ninguém além deles teria a coragem de nos conceber. Daí vem a revoltadinha e escancara a vida do pai nas redes sociais. Ela fez isso com o ÚNICO homem que teve a coragem de concebê-la. O professor Olavo de Carvalho é um segundo pai para muitos aqui. Isso é um fato. Daí vem a mocinha rebelde e joga esse homem na lata de lixo. Na verdade, ela entrega o pai aos abutres. Espero que um dia ela perceba a cagada que fez e peça perdão a Deus em público. Eu tenho certeza de que o seu pai a receberá de braços abertos.


Estive pessoalmente com a família do professor Olavo de Carvalho em três ocasiões distintas.

A primeira foi ainda em Curitiba quando, visitando aquela cidade e sendo enxerido, liguei para a professor perguntando se poderíamos aproveitar minha estada lá para almoçarmos e conversarmos. Para minha surpresa dado que até então eu conversara com ele apenas no contexto de sala de aula, ao invés disso, ele me convidou para jantar na casa dele, onde conheci a Roxane Carvalho e a Leilah Carvalho. Não lembro porque cargas d’água o Pedro de Carvalho não estava lá nesse dia.

A segunda foi em 2008, já nos EUA, onde, assim como já fizera com outros alunos, ele permitira que alguns de nós mais durebas pernoitassem na casa dele para fazermos o curso, salvando-nos assim do custo do hotel. Na época eu acabara de me mudar para Curitiba, morava em pensão e não tinha um emprego fixo ainda. Só conseguira ir para o curso por imensa generosidade de uma pessoa amiga. Lá convivi com a família mais tempo confirmando que é uma família harmoniosa e de hábitos generosos, boa parte de seus problemas com o mundo vindo antes do excesso de generosidade que vulnerabiliza para facadas nas costas.

A terceira, que espero não ser a última, foi ano passado quando aproveitando o feriado de Ação de Graças estive lá mais uma vez e fui recebido, bem como outros visitantes que estavam lá, com toda hospitalidade e amizade nesta comemoração tipicamente familiar, apesar inclusive do professor na ocasião estar baleado com um gripe forte que justificaria perfeitamente um pedido de não tratar com ninguém por um tempo. Uma das ações “diabólicas” e de “rituais secretos” que pude testemunhar nessa ocasião foi a família rezar o terço juntos.

Em todas as três situações o que vi foi uma família feliz, rodeada de amigos, mais hospitaleira a estranhos do que eu mesmo sou no meu dia-a-dia – e lembremos que hospitalidade é uma das virtudes bíblicas. Não duvido que tenham seus problemas, os quais por caridade e direito de privacidade evidentemente eles não compartilham com ninguém de fora. Mas tenho certeza também que são os problemas normais de qualquer família e, dada a evidente boa índole de todos ali, suspeito que menos intensos do que naquelas famílias mais dramáticas.

Além desses três, conheci a Inês de Carvalho ainda no Rio de Janeiro, nas aulas do Olavo. Simpatíssissima e inteligente, embora não tenha tido contato mais próximo, sempre tive a melhor das impressões sobre ela. Outro filho, que é bem conhecido, é o Luiz Gonzaga De Carvalho Neto que dá aula no ICLS. Não acompanho seu trabalho com a mesma proximidade que acompanho o do Olavo, mas do pouco que vi, quando menciona o pai é sempre de forma elogiosa e respeitosa.

Quanto ao passado do professor Olavo de Carvalho, também nunca foi segredo seu envolvimento com astrologia, tariqa do Schuón, que suas primeiras experiências como marido e pai não foram boas (o professor já lamentou publicamente no Facebook por não ter sido tão bom pai com os primeiros filhos quanto hoje ele sabe ser!), nem uma vida sexual mais promíscua na juventude – ele mesmo mencionou certa vez que desistira de casar-se com uma moça virgem quando pela primeira vez entrou em um bordel. Ou seja, qualquer insinuação de que ele escondia seu passado para fazer-se de santinho é uma deslavada mentira. Antes parece-me que ele divulgou abertamente mais fatos da sua vida privada do que a vasta maioria das pessoas que tem presença pública faz, e imensamente mais do que, para minha personalidade mais desconfiada ao menos, parece-me prudente. Cada vez que eu lia um desses fatos, comentado não discretamente numa roda de amigos, mas publicado no Facebook, pensava logo que cedo ou tarde algum mal-intencionado usaria isso contra o professor.

Tendo dito isso, um membro da família que nunca conheci pessoalmente foi a tal da Heloísa. O que sei é que mais de um testemunho que tive de pessoas próximas da família é de que ela é uma pessoa desequilibrada, que jamais perdôou o pai por erros da juventude, cultivando por todos esses anos um rancor literalmente enlouquecedor, sentido-se no direito de tudo exigir do pai, financeiramente inclusive, talvez por compensação, esperando com isso aliviar a dor que seu rancor cultiva ao invés de perdoar, e tornando-se agressiva quando seus delírios compensatórios não são satisfeitos – sem que nenhuma demonstração de afeto, amor ou arrependimento hoje lhe dê a paz de coração para perdoar os erros de ontem. Suspeito que guarde profunda inveja da esposa e filhos atuais do Olavo, certamente uma família muito mais harmoniosa que a dela foi e cuja semelhança, parece, ela jamais conseguiu obter nas famílias que ela mesmo chegou a construir, sentimento de inveja esse que é o testemunho constante e incalável de que ela sabe sim que o pai mudou, amadureceu e finalmente se tornou o pai que ela gostaria que ele tivesse sido. É uma pena, porque se ela não teve esse pai na infância por responsabilidade dele, ela poderia ter o pai que queria hoje, se não fosse por suas atitudes atuais. O que ela perdeu na infância não está nem sob o poder do Olavo recuperar porque ele não tem como mudar o passado. O que ela está deixando de ter agora, inclusive o amor de seu pai hoje, é responsabilidade exclusiva dela agora, não mais do pai. E sejamos sinceros. O Olavo está com 70 anos. Queira Deus que viva bastante, mas eu não gostaria de viver os últimos anos da presença do meu pai na terra, meus últimos anos para experimentar seu amor, guardando rancores de infância. Não vou dizer pela internet como uma pessoa que sequer conheço deve lidar com sua dor. Ela é adulta, suponho que conheça o Evangelho ao menos como estória, e já devem ter dito mil vezes à ela que o rancor e inveja são auto-destrutivos, que tentar cooptar a piedade e punir o pai por auto-sabotagem (“olha pra mim, olha como minha vida é ruim pai, e é por sua culpa!”) é irracional, que desejar que algum pedido de desculpas para ser verdadeiro tenha que adquirir a forma de uma humilhação e submissão a uma vingança cruel é em si uma crueldade e uma perversidade e que perdoar é que a aliviaria.

Observo tudo isso para ter como critério de avaliação da credibilidade e valor de uma “carta” escrita por essa filha junto a inimigos jurados do professor Olavo, um dos quais admite ter personalidade borderline *e* psicopata. Se havia necessidade de alguma prova da auto-destrutividade mencionada acima é que ela põe-se a caluniá-lo a serviço de duas pessoas perturbadas que concentram toda a sua vida em tentar destruir a imagem pública do homem que é o centro do seu mundo imaginativo e emocional, provavelmente o centro de paixões homoafetivas mal-resolvidas e odiadas por eles mesmos, necessitando destruir sua imagem como destruição compensatória para aliviar o ego que o ama de forma que eles detestam, amor esse que gostariam de destruir mas não conseguem. E não digo isso como piada ou xingamento, mas como uma hipótese psicológica que me parece razoável. Ou seja, entre inveja e loucura, rancor e obsessão, trata-se de um emaranhado de trevas entre trevas. Que Deus tenha piedade de nós, e ilumine todas as almas.


Olavo foi um dos responsável por me tirar do ateísmo e sei por fato que não estou sozinho. É o agente diabólico mais incompetente da história conhecida.


Tales de Carvalho:

“REPETINDO E REPETINDO E REPETINDO…

Sujar a imagem dos pais ‘lavando roupa suja em público’ é um pecado GRAVÍSSIMO, mesmo que as acusações sejam verdadeiras. Inventar mentiras sobre os pais é uma ABOMINAÇÃO BLASFEMA da pior categoria que muitas vezes é seguida de punições divinas já nessa vida.

Quando os pais cometem injustiças contra nós, devemos perdoar ou, na pior, nos afastar. Quando os pais cometem injustiças contra terceiros, o máximo que podemos fazer é testemunhar a verdade diante de AUTORIDADES LEGÍTIMAS, nada além disso e JAMAIS em redes sociais.

Isso é o que Deus, através de nossa amada Religião, nos ordena, mesmo quando nossos pais não gostam muito dela.”


Depois do post polêmico da filha do Olavo, por ter sido citado, me tornei definitivamente “conhecido” no submundo da direita sulista. Antes eu era considerado apenas um “camera man” que ajudou o “Jardim” a ficar bonitinho. A Heloísa é a única da família que entende de produção de audiovisual profundamente já que trabalhou na área durante décadas – ela sacou na hora que eu tinha sido usado e me deu moral na hora que eu estava deprê. Fui recebido com sorrisos e afagos na casa do Olavo mas isso não significa que ele entendam meu trabalho afinal de contas nenhum deles teve interesse em ver meus filmes. Meu negócio não é com a salvação da “Alta cultura”. Fui criado batendo punheta pra VHS de filme B dos anos 60 e 70 e jogando Street Fighter 2 com os maloqueiros da rua – música clássica pra mim é Burt Bacharach – essa é minha “alta” cultura e vocês têm que me respeitar!

Ricardo Costa Daniel,ela te usou e te capitalizou com sucesso, parceiro.Aquilo é cobra, mais cobra ainda do que o Josias.Mas se você não se ligou com a sua malandragem de pista,quem sou eu pra te ensinar a distinguir uma piranha contando história triste pra arrancar dinheiro de otário.
Daniel Aragão Brother. Meu problema é com o Josias mas enquanto o Olavo não arrancar as orelhas do fedelho, a Heloísa continua certa na parte que me toca. O resto do que ela escreveu não sei nem quero saber.

1. Filósofos não fazem séquiçu.
2. O Olavo fez muito séquiçu.
Logo, Olavo não é filósofo.

– Serip Retsük.


O recente ataque ao Olavo de Carvalho é uma das coisas mais abjetas que eu já vi.

Evidente que foi algo planejado. Utilizaram uma filha do Professor que claramente tem sérios problemas psicológicos para atacá-lo de forma vil. A tal carta escrita por ela foi replicada em poucas horas por dezenas de páginas da esquerda com posts impulsionados, ou seja, alguém investiu dinheiro na campanha. Até a Veja, a nova revista preferida do PSOL, entrou na onda.

Mas o que de tão grave foi revelado sobre Olavo? Passagens não muito auspiciosas da sua vida que ele mesmo já havia contado em diversas oportunidades e outras coisas que duvido muito que sejam verdade, pois foram desmentidas pelos supostos envolvidos, além de não condizerem com a personalidade dele.

Olavo não é santo e sempre fez questão de afirmar isso. A genialidade usualmente está associada a conflitos internos e externos constantes, um preço alto a pagar pela capacidade de enxergar a vida de uma maneira diferente.

Tive a oportunidade de encontrar o Professor algumas vezes e posso afirmar que além de ter sido muito bem recebido por ele e pela Dona Roxane Carvalho, percebi um ambiente familiar muito saudável, onde é possível identificar facilmente o quanto ele é querido pelos filhos e outros familiares.

Sem nem entrar no mérito da importância do Professor como um grande pensador brasileiro que influenciou positivamente uma geração inteira, pois nenhuma pessoa deve ser submetida a esse tipo de ataque asqueroso e covarde.

Só me resta oferecer todo o apoio ao Olavo e agradecer pelos seus ensinamentos, além da sua gentileza comigo.


Pronto, o showzinho da Heloísa e dos irmãos Veadascos já foi desmascarado. A Veja publicou uma matéria muito honesta onde os outros 7 filhos desmentem tudo, fora as dezenas de relatos de familiares e amigos que conhecem a família do professor e que postaram em seu perfil. Aparentemente, o surto da mulher se deve ao fato dela ter desejado participar do filme e não ter sido chamada. Uma mulher de quase 50 anos agindo assim. Meu Deus do céu, cada família tem um doido, fazer o que. E pra você que achou a cartinha dela razoável e ficou chocadinho com o passado do professor, a minha mensagem pra você é a seguinte: vai dar meia hora de cu com o relógio parado, seu filho da puta.


Não foi apenas um ataque de haters do Olavo.

Foi a sua filha, pior ainda, a primogênita!

A lavação de roupa suja, num mundo ideal, deveria ser realizada entre a família, jamais em público, e muito menos no Facebook.

Infelizmente, a filha se uniu ao pior tipo de gente, gente má que trabalha sob as maldições das trevas.

Não se engane! A filha vendeu a alma ao diabo para destruir a reputação do pai.

Não se trata de uma rusga ideológica ou de uma desavença intelectual, apenas, elaborada e tocada por terceiros desconhecidos.

Trata-se da primogênita do Olavo, cujo relato guarda um peso enormemente desproporcional, infinitas vezes maior do que qualquer página fuboca construída pelos seus detratores.

A filha está interpretando o papel da locomotiva dos desvairados, dos loucos sedentos pelo sangue do filósofo. O seu combustível é a vingança.

Não existe mais a possibilidade de você, caro amigo, não tomar posição, já que tudo se tornou público, familiares, alunos e admiradores do Olavo saíram em sua plena e irrestrita defesa.

Não existe a possibilidade de você separar o “Olavo filósofo construtor de uma obra inigualável” do “Olavo ser humano individual e familiar”, já que um faz parte do outro e o outro faz parte do um.

Separar uma coisa da outra para justificar a sua inércia é seguir a regrinha de etiqueta social, também conhecido como COVARDIA.

Sacar a convenção social como argumento para se abster e depois apoiar quem apoiou a filha é uma grave demonstração de endosso indireto da pretensa destruição, iniciada pela primogênita.

Como diz um conhecido adágio, quem escolhe o muro já É um aliado do demônio.

Ter vergonha de defender o que É correto é covardia, também.

Inúmeras pessoas decidiram apoiar o insensato, o louco, o errado, o absurdo. Não estou nem aí mais para elas! Se elas têm disposição para defender o errado em desfavor do Olavo, haverá igual disposição para defender o errado em MEU desfavor.

Olavo enfrenta problemas proporcionais ao seu tamanho.

O episódio pelo qual ele lamentavelmente está passando é mais um desafio integrante de sua Grande Jornada; é mais um degrau em sua Escada de Jacó.

Se Olavo algum dia flertou com o mal, graças a Deus Nossa Senhora, a Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo, o resgatou, o limpou e o pôs em nossas vidas, firme e forte!

Devo ao Olavo inúmeras coisas, como, por exemplo, a oportunidade de enxergar um horizonte mais dinâmico, com novas possibilidades e ferramentas mentais.

Também posso usar como exemplo as suas postagens diárias, muitas das quais significam chaves para abrir portas que me levam a uma nova perspectiva ou pronta reflexão.

Devo também ao Olavo a minha reaproximação da Igreja Católica, o respeito ao seu Legado e a restauração de minha devoção à Maria, a cujo Ser Celestial fui consagrado pela minha própria mãe no exato dia de meu nascimento.

Não há mais como você, caro leitor, não tomar partido. Ou você está do lado da Verdade ou do lado da mentira.

Acho que era só isso.

Muito obrigado, Olavo, e que Deus abençoe rica e abundantemente você e sua linda família, aqui incluídos os filhos e parentes, e que Ele te proteja de toda a malícia infernal.

Maria, passa na frente!


As evidências me parecem um tanto claras: quanto mais os ecos do trabalho pedagógico e filosófico do Professor Olavo de Carvalho geram incômodos para a elite governante, mais os serviçais dessa gente na mídia e na academia apegam-se às oportunidades (aparentes ou reais; plausíveis ou implausíveis) de difamá-lo, na esperança insana de destruir sua honra — como se um homem que sabe que honra não é sinônimo de fama ou de prestígio, mas sim de caráter, de integridade e de retidão perante Deus, pudesse ter sua honra diminuída ou aumentada pela falatório das almas toscas que povoam as redações, as universidades e as redes sociais.

Sendo leitor e aluno do Professor há muitos anos, e tendo o privilégio de contar com a sua amizade e com os seus conselhos, sou testemunha de que o Olavo é um homem bom, generoso e de invulgar grandeza de alma. É evidente que, como todos nós, o Olavo também é capaz de baixezas ocasionais. Ressalto, no entanto, que não afirmo isso por ter testemunhado alguma dessas ocasiões (o que nunca ocorreu), mas porque o Professor jamais as escondeu e, pelo contrário, sempre se mostrou obstinadamente disposto a confessar humildemente os seus pecados e a convertê-los em lições para si próprio e para todos os que são humildes o suficiente para aprender com os erros alheios.

E quão preciosas são essas lições! Os livros, as aulas, os conselhos e o exemplo do Professor foram e continuam sendo de valor inestimável para a minha formação. Ao longo destes anos todos, o trabalho dele não apenas me ajudou a lidar com problemas pessoais como se mostrou muito útil sempre que me deparei com a necessidade de ajudar amigos e familiares, de modo que, mesmo sendo um zero-à-esquerda, graças ao que aprendi e aprendo com ele, pude ajudar a salvar alguns casamentos, a melhorar a vida de algumas crianças, além de aliviar o sofrimento de uma porção de amigos.

Thomas Merton ensinava que a essência da piedade cristã está em usar nossas feridas abertas para curar os nossos irmãos; e a postura do Professor Olavo de Carvalho foi uma das coisas que mais me ajudaram a compreender o que o monge católico queria dizer com isso. Foi por seu compromisso profundo em se apresentar perante os homens com a mesma sinceridade que se apresenta perante Deus, que o Olavo acabou se expondo voluntariamente à maledicência daqueles que o odeiam. Foi por sua sinceridade radical, que ele se colocou diante de seus desafetos mais maliciosos munido apenas da convicção de que não há força mais poderosa do que uma personalidade autêntica. Foi por cultivar um amor maior pela verdade do que por sua sua imagem pública, que ele nunca se importou em expor seus erros passados para ajudar seus alunos (quando não aos brasileiros em geral) a evitar erros futuros.

Não se enganem. O Professor Olavo de Carvalho não está sendo atacado com todas essas fofocas e mentiras por ser um homem mau que, publicamente, busca projetar uma imagem positiva; ele está sendo atacado pelo oposto simétrico disso; ele está sendo atacado por se reconhecer autor de seus próprios atos; por se apresentar ao público sem qualquer máscara ou adorno; por se negar a ser uma personalidade forjada; por falar com a própria voz e com a autoridade de uma consciência individual; por ser, em suma, um filósofo e um cristão — um sujeito duplamente qualificado para mudar os rumos culturais e políticos de uma nação e para meter medo nos poderosos que a governam.

______________

P.S.: Mesmo se tudo o que está dito na tal da carta fosse verdade, aquilo ali apenas serviria como testemunho do miraculoso crescimento pessoal pela qual o Olavo passou e daria daria a gente como eu a esperança de um dia também se tornar um homem bom e decente.


Pelo menos com essa peleia na família Carvalho ficamos conhecendo todos os Carvalhinhos. Fiquei impressionado com a beleza, inteligência e meiguice da Inês. Se ela fosse solteira, eu a pediria em namoro. Claro que com a anuêcia do pai. Eu nem sabia que o professor tem um filho chamado Percival. Cheguei a pensar que ele fosse o nono. Sujeito irreverente e inteligente também. Daí o Tales, o filho muçulmano, o Davi, casado com uma das filhas do meu amigo Eduy, o Gugu, o mais inteligente dos filhos, a Leilah, a mais carinhosa das filhas, o Pedro, o fuzileiro naval. Faltou alguém nessa família tão bela? Ah, sim, a Heloísa. Rezemos por ela.


Da Henriete Fonseca, minha amiga há quatro décadas:

Olavo de Carvalho, vou chover no molhado: você é o cara mais amado do Brasil! Sua generosidade, que todos nós conhecemos, tirou milhares da indigência intelectual; feitos tão benéficos assim fazem levantar o Inferno, mas, tenha a certeza, Alguém te ama muito e vai tirar de todo esse mal o maior bem que você um dia vai receber, confie! Te amo!


Meu pai, Olavo de Carvalho, é a pessoa mais generosa e amorosa que já conheci. Ele sempre foi e sempre será o meu maior exemplo de ser humano. Dizer que ele é o melhor pai do mundo é pouco. Ele é muito mais do que isso. Meu pai, meu professor, meu herói, minha maior inspiração.


Ontem me limitei a não comentar o caso da Filha do Olavo de Carvalho pois acreditava se tratar-se de um assunto de família, não sendo da minha conta nem me preocupei em ler a carta aberta. Mas não, é um assassinato de reputação onde utilizaram a filha para destruir o pai, foi a coisa mais baixa que eu vi neste ano acontecendo no Facebook, com participação bovina da mídia que finalmente deixa a espiral do silêncio para participar do ato e dar suas facadas no Cezar e de todo o tipo de hienas que estavam caladas a muito tempo mas agora regozijiam de felicidade por conta de uma fofoca encomendada de internet.
Não bastando isso temos contornos de teoria da conspiração impulsionada pela VEJA onde Olavo estaria manipulando tudo e todos junto ao Bolsonaro para a tomada do poder e o controle do exército para fins malignos.
Nem 10 Pablos Vittar em uma exposição que faz apologia a pedofilia se beijando no horário nobre da globo me daria mais nojo que esse estratagema.


A quem interessar possa:

Quando o CNPq me sonegou qualquer apoio material para concluir meu doutorado em Filosofia nos Estados Unidos , busquei contato com vários jornalistas nacionalmente conhecidos. Fui solenemente ignorado por quase todos.

Disse quase todos. Porque Olavo de Carvalho agiu de maneira bem diversa. Forneceu-me o telefone de sua residência e me facultou as páginas do Midia Sem Máscara. Lá escrevi um protesto.

No final das contas, os americanos capitalistas malvados vieram em meu socorro, visto que meu desempenho era muito bom.

De toda sorte, nunca me esquecerei da generosidade demonstrada pelo professor àquela ocasião.


O professor Olavo foi um dos PRINCIPAIS responsáveis pela minha reaproximação do catolicismo. Se dependesse de almas purinhas como as de Razzos, Velascos, Porcões, Fumacedos e o caralho a quatro, certamente seria um militante ateu, pois esses exemplos de cristandade são exatamente a caricatura criada pelos neo-ateus para atacar o Cristianismo.

Quão diabólico é esse Olavo, hein??!!


Sobre o caso do Olavo de Carvalho, ainda aguardo a oportunidade de conhece-lo pessoalmente, mas sigo o mandamento do Nosso Senhor Jesus Cristo para formar meu juízo, segundo o qual devemos analisar a qualidade da árvore pelos seus frutos:

1- Uma obra invejável, dentre as quais um dos livros mais importantes já escritos no Brasil (O Jardim das Aflições), o maior sucesso editorial político dos últimos anos (O Mínimo), além de 400 aulas repletas de preciosidades e um sem número de artigos brilhantes.

2- Boa parte dos homens que eu admiro no Brasil, nos mais diversos campos, tiveram alguma influência do Olavo. Desde cientistas políticos a psiquiatras, passando por advogados, professores e artistas.

3- Todos os meus amigos que tiveram contato pessoal com o Olavo relatam a experiência de lidar com uma figura doce e autêntica e voltam me recomendando que vá a Virginia encontra-lo, se tiver a oportunidade.

4- Não sei nem dizer quantas referências, quantos conceitos e de que maneira as aulas do COF me influenciaram nos últimos 5 anos. O salto de inteligência foi, sem dúvida, maior do que tive nos 3 cursos universitários pelos quais passei.

Estes são os fatos, ou seja, os frutos inquestionáveis. Com estes, me perdoem se sigo a orientação do próprio Cristo, em vez de me deixar levar pelo desabafo de uma filha nitidamente magoada, cuja história desconheço e do bom estado mental desconfio.


Zita Injah

3 h · 

O professor Olavo de Carvalho é o responsável pelo melhor círculo de amizade que uma pessoa pode ter, serei grata eternamente! 💗💗💗


Olavo de Carvalho é o pai que todos nós queríamos ter.


As mesmas criaturas diabólicas de sempre, sofisticaram suas depravações ao ponto de cooptar a própria filha do professor – que não está de posse da integridade de suas faculdades mentais – para desferir mais uma covardia desprezível a um homem bom e honorável.

A tal “carta aberta” foi colocada em campanhas pagas nas redes digitais e difundida por um exército de ignóbeis criaturas.

Sou tomado de tristeza ao observar que pessoas (algumas próximas, e ainda outras: queridas) caiam nessa esparrela. E mais: que estejam sedentas de que fatos desta natureza aconteçam para que subscrevam seus desejos em relação a derrocada de alguém que nunca se dará por vencido por meio de futricos, detraios e trapaças.

Me causa repugnância notar que alguns – inclusive jornalistas e “intelectuais” – se aproveitam de momentos de clara vileza para destilarem também suas torpezas sofreadas e seus sentimentos abjetos retidos.

Vida longa, professor Olavo de Carvalho!


Acabo de excluir daqui 6 fulanos por serem amigos do tal Veadasco.

Mexeu com o professor mexeu comigo.

Quer se tornar inimigo dele? Então combata-o no campo intelectual e com honra.

Difamação e calúnia é arma de filho da puta.


Tudo o que teria para dizer sobre o prof. Olavo, eu já disse em mais de mil postagens neste perfil. Quem me conhece sabe o quanto devo minha vida a esse homem, a quem reconheço como um segundo pai.

Então fiquem apenas com a foto de capa. É uma imagem dele NEM AÍ PRAS INIMIGA. Nosso sobrevivente, nossa luz na escuridão, nosso mais verdadeiro amigo.

Nós te amamos, prof. Olavo. Deus te abençoe hoje e sempre.


Da minha cunhada Rosane Sanches Antunes (antes da publicação do desmentido na Veja):

Eu tive a oportunidade de conviver e conhecer de perto a família Carvalho, principalmente quando Olavo e a Roxane voltaram para o Brasil da França , eles ficaram na minha casa até conseguirem uma casa disponível .Falo com propriedade que conheço a índole e a conduta desta família e este artigo que saiu na revista Veja é completamente equivocada( sem direito do contraditório, unilateral, e sem depoimento dos outros filhos para confirmar a veracidade das alegações). É muito triste ver uma filha atacando o pai desta forma.Eu estou indignada! E ainda mais indignada com o jornalismo leviano irresponsável da revista Veja. Revista Veja , aguardo matéria de direito de resposta do Olavo e depoimento dos outros filhos para ver se as alegações procede . Se não houver pergunto: Quem será que encomendou esta matéria?


Pergunto: – “Qual o mágico faz carreira, torna-se astro diante o público, e revela depois o seu próprio truque?”. Respondo: – “Nenhum”. Explico melhor: se o Olavo de Carvalho utilizasse técnicas de PNL (Programação Neuro Linguística), seria ele o Mister M da hipnose, invés do David Coperfield que “A Carta” proclama. No Jardim das Aflições (época que o professor era um completo desconhecido), já havia ele denunciado todo abuso das descobertas de Milton Erickson. Leiam o capítulo 4, chama-se A Lógica de Epicuro, está tudo lá. Só mesmo um cretino para acreditar que, e através de, simplíssimas video conferências, teria ele tamanha influência para “lavagem cerebral sobre as pessoas”, principalmente esta que as denúncias retumbam: de “proporções” demasiadas.


Tem gente que trabalha
Que estuda
Que ajuda
E tem aquelas que escrevem carta aberta.


Não comece a ler essa postagem se você espera mais uma carta aberta. Trata-se de um pequeno relato, feito de coração e com gratidão, a uma pessoa que me é muito querida: meu sogro, Olavo, ou como carinhosamente o chamo, Sogrão.
O conheço desde antes de conhecer o Davi. Ele me foi apresentado pelo meu pai, e desde então teve grande influência na minha educação, na minha vida, na minha maneira de pensar.
Sou e sempre serei eternamente grata à ele, pois independente da sua contribuição para a filosofia, para a política, é por sua causa que eu tenho o meu Davi. Se ele não tivesse aceitado a bênção divina que é receber uma criança, ou o tivesse devorado como dizem que ele faz, hoje eu não teria o marido maravilhoso que eu tenho, e meus filhos não teriam o pai mais incrível que eu já vi.
E eu também serei eternamente grata pelo conselho simples que ele me deu, em um jantar no Outback, quando estávamos nos EUA. Eu estava sem falar com o meu pai, e ele que sabia de toda a situação e dos meus motivos para a falta de contato, chegou, colocou a mão no meu ombro e disse: “seu pai me ligou hoje. Perdoa ele. Ele te ama”.
Voltamos para o Brasil e no dia seguinte fui visitar meu pai. Dois meses depois, ele morreu.
A perda do meu pai me marcou muito, e até hoje dói. Mas seria infinitamente pior se eu não tivesse ouvido aquele conselho.

Falei para ele hoje, ao telefone, que o amo como se fosse meu segundo pai, e que neste coração, apesar do meu jeito meio “cavalar” como ele diz, tem muito carinho por ele e por toda a família.


NESTE mar de calúnias contra o professor Olavo de Carvalho, de minha parte, como um de seus piores alunos, deixo nesta nota a minha eterna gratidão e divida para com ele. Muito obrigado, professor! Serei sempre grato ao Sr. por todos os livros, cursos, aulas do COF, amizades verdadeiras por meio de seus alunos e renovação do meu amor pela Igreja de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Muito obrigado!


Leonardo Oliveira
4 h · 

Sem o professor Olavo eu não teria conhecido o Mário Ferreira dos Santos, e sem o Mário Ferreira dos Santos eu não teria voltado a acreditar em Deus. Foi o Olavo, mais uma vez, falando de passagem sobre as chagas de São Francisco e também sobre a confissão, que me levou à conversão ao catolicismo. Se hoje faço vocês darem risadas e sou um pouco melhor, é graças a ele. O Olavo pra mim, é como um segundo pai. Enfim, é isso.

Carta aberta aos “Carta aberta”. Entendedores entenderão.

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A gente pode até amar demais, mas não como o Olavo na Escola Júpiter nos anos 70.


Há oito anos eu iniciava meu estudos no COF (Curso Online de Filosofia), do Seminário de Filosofia de Olavo de Carvalho. Dentre muitos exercícios propostos – os quais praticava sempre com seriedade e obstinação – havia um, em particular, que me despertou interesse mortal (perdoem o trocadilho incidental): o exercício do necrológio.

O exercício consistia em elaborar um elogio post mortem a mim mesmo, mas como se tivesse sido escrito por um grande amigo.

Àquela altura da minha vida, com 35 anos, não me encontrava absolutamente satisfeito com minha situação. Algo havia se perdido ao longo do caminho. Não que eu estivesse totalmente perdido, somente estava numa estrada paralela a de minha verdadeira vontade e não possuía as ferramentas necessárias para retomar a via original.

Quase uma década se passou e há poucos dias atrás eu estava na casa do professor, conversando com Roxane Carvalho em sua sala, no piso térreo – com Olavo me aguardando para uma entrevista no andar de cima – e, de súbito, distingui algo que me parecia velado até aquele momento: eu estava atualizando cada linha daquele exercício que, com tamanha urgência, havia me dedicado há tanto tempo atrás.

O que pensar de alguém que o ajuda tomar posse de suas potencialidades e realizá-las, por mais difíceis que lhes possam parecer?

O que pensar de alguém que, ao longo do caminho, lhe aconselha não com dicas, “sacadas” e orientações, mas com aulas soberbas que tocam a alma e – em muitas vezes – até com um silêncio eloqüente diante de suas idéias tolas?

O que pensar de alguém que lhe mostra pelo exemplo que há um sentido único na vida de cada indivíduo e que, se você toma posse dessa idéia, é possível desenvolver sua personalidade e tornar-se aquilo que você realmente é?

O que pensar de alguém que, por influência direta ou pelo convívio com todos de sua casa, o faz reaproximar-se de sua família, dos entes queridos e de Deus?

Penso somente em gratidão, respeito e amizade genuína. Sentimentos extensivos aos seus familiares que sempre me trataram como um dos seus.

Obrigado, professor. Obrigado, família Carvalho. Contem sempre comigo!


Prints do dia


— E então, Yuri, com tudo o que andam falando do Olavo de Carvalho na imprensa e nas redes sociais, o que você acha dele agora?
— Achar? Eu não acho nada: eu amo esse cara!


OS FILHOS DE OLAVO

Olavo de Carvalho salvou a minha vida. Graças a ele, voltei para a Igreja e passei a amar a verdade, condição essencial para amar a Deus. Face aos ataques perniciosos que ele vem sofrendo nos últimos dias, cujo propósito evidente é atingir o seu coração com as armas da inveja, republico aqui a crônica em homenagem aos seus 70 anos, que saiu na Folha de Londrina no dia 28 de abril deste ano. Somos todos filhos de Olavo.

********

Há alguns dias, depois de participar de um debate em Harvard, o filósofo brasileiro Olavo de Carvalho foi jantar com a esposa Roxane e um pequeno grupo de amigos no Restaurante Sem Nome (No Name Restaurant), que serve frutos do mar no mercado central de Boston. Lá foram atendidos por um velhinho grego que é, ao mesmo tempo, dono e garçom da casa. Como uma equipe de TV pediu para fazer uma entrevista com Olavo no local, o proprietário do restaurante percebeu que se tratava de uma pessoa “famosa”.

Depois da entrevista, o velhinho grego se aproximou de Olavo e, com muita discrição, perguntou em inglês quem ele era. Olavo respondeu com a habitual gentileza e convidou o proprietário a sentar-se. O rosto do homem se encheu de surpresa:

— Olavo de Carvalho, o filósofo?

— Sim, sou eu mesmo.

Então o velhinho começou a chorar.

Na juventude, o velhinho havia estudado filosofia. Tempos atrás, ele recebera pela internet um artigo sobre religião, traduzido para o inglês, e havia dado para o filho ler. Após a leitura do texto, o moço decidiu voltar à Igreja, da qual estava afastado por muito tempo. O dono do restaurante fizera questão de guardar o nome daquele autor que tanto bem fizera ao seu filho. Era Olavo de Carvalho, “brazilian philosopher and writer”. E agora, por uma incrível sorte, o homem estava ali, diante dele!

Conto essa pequena história verídica para ressaltar uma das realizações menos lembradas do meu amigo e professor Olavo de Carvalho: ele é responsável por um número incalculável de conversões religiosas. O trabalho de educação intelectual clássica que ele faz provoca, não raro, um despertar espiritual em seus alunos. Os casos de pessoas que voltaram à Igreja depois de ler seus livros e assistir às suas aulas poderiam encher esta página.

Assim como existiu a Lista de Schindler, existe uma Lista de Olavo, composta pelas pessoas que o filósofo reconduziu à Igreja, por meio da alta cultura e do estudo dos clássicos. Assim como há os “judeus de Schindler”, há uma quantidade espantosa de “cristãos de Olavo”, que graças ao filósofo se libertaram de suas amarras ideológicas e ateísticas.

Aqui vale a pena lembrar a frase de Nassim Taleb: “Nunca espere condecorações por dizer a verdade”. Se você busca o aplauso das elites acadêmicas, fazer parte da Lista do Olavo não é um bom negócio. Mas, se você procura o conhecimento e a contemplação da verdade, vale muito a pena.

Hoje em dia as pessoas falam muito de listas vergonhosas, como a da Odebrecht. Na Internet, de vez em quando, pipocam as listas de “verdades e mentiras”. Pois eu vou contar aqui uma simples verdade: com modéstia, mas também com orgulho, pertenço à Lista do Olavo.

Amanhã, 29 de abril, Olavo de Carvalho completa 70 anos. O trabalho que ele fez pelo resgate da alta cultura no Brasil é comparável a uma Operação Lava Jato do espírito. Deveríamos estar tão agradecidos a ele quanto o velhinho grego do Restaurante Sem Nome.


Prof. Olavo de Carvalho, somente agora vim me manifestar publicamente porque vi com muita tristeza que a situação chegou na mídia. Até ontem me mantive em silêncio porque aprendi com o senhor a não opinar sobre o que não se sabe. E não falei ontem porque cheguei tarde em casa de um plantão de 12hs.
Além disso, estava realmente triste com o que estava acontecendo ao ponto de querer lhe chamar no Skype para lhe dizer algumas palavras de conforto. Graças à Deus que recebeu inúmeras manifestações de carinho.
Não queria ser repetitiva e dizer o mesmo que muitos dos seus afetos lhe disseram, mas apenas como testemunho mesmo:
Devo muitissimo ao senhor, além do Luís Filidis, do Padre Paulo Ricardo, de Dom Bertrand e do Dr. Plínio Corrêa de Oliveira a minha conversão ao Catolicismo. Mas devo mais e particularmente ao senhor de como PERDOAR VERDADEIRAMENTE – o que foi muito importante para a minha vida hoje. E – veja só! – foi com o senhor que aprendi a importância de se honrar pai e mãe. Lembro-me mais ou menos destas palavras no COF – não exatamente com estas: falar mal dos pais atinge-nos muito mais porque na verdade estamos falando de nós mesmos. Seus alunos devem lembrar melhor desta aula.
Professor Olavo, todo o meu carinho e gratidão ao senhor por tudo que fez por mim e pela minha família!
O senhor nem imagina!
Que Nossa Senhora lhe abençoe grandemente!


 

Nando Castro:

Sobre o Olavo de Carvalho, o que eu tenho a dizer é o seguinte:
– Li a transcrição da aula “O que é milagre?” e a partir daí senti uma convicção ainda mais forte sobre a minha fé e o caminho correto que eu sempre segui na Igreja Católica, como minha família sempre me ensinou. Esse escrito apenas mostrou que todos meus parentes estavam corretos, além da riqueza de informações que eu simplesmente não sabia.
– Em agosto de 2014, o meu avô Fernando me aconselhou que procurasse os artigos do professor Olavo. Um tempo depois, ganhei um exemplar d’O Mínimo e meu avô sempre elogiava quando eu lia os artigos do professor. Em virtude de um problema na visão, ele não conseguia ler, restando para mim ou pessoas próximas o papel de ler os livros e jornais da vida. Um dia antes dele falecer, li para ele o artigo “Pobreza e grossura”. Quando terminei, ele disse: tá vendo aí? Esse Olavo é muito sensato.
– Em março de 2015, meu avô foi para a morada eterna. Um mês depois de perdê-lo, consegui o Skype do professor Olavo. Numa ocasião, liguei para ele e, sob forte tristeza, informei sobre a minha situação de saudades e dor que sentia naquele momento. Recebi conselhos que jamais irei esquecer.
– No ano passado, eu não tinha nenhuma renda. Nenhuma experiência no currículo, sem nenhuma porta sendo aberta para mim. Período de dificuldade financeira na família. Eis que ele lançou o curso “Guerra Cultural”. Fiquei louco pra fazer, mas não dava. Pedi ajuda a várias pessoas e não consegui.
– Fui no Skype e, me sentindo o sujeito mais insolente do mundo, liguei pro Olavo a fim de pedir uma bolsa para fazer o curso. Disse de cara do que se tratava e ele sequer deixou eu terminar de explicar a minha situação. Apenas disse: “tudo bem, vou falar com o Silvio e ele vai lhe encaminhar os dados. Boa sorte por aí, não desista de nada não porque você vai conseguir superar esses problemas aí”.
– A bolsa foi de fato dada pra esse sujeito aqui que o professor nunca viu pessoalmente. Além disso, já houve ocasiões em que o próprio Olavo me atendeu outras vezes, me dando vários conselhos para a minha profissão e vida pessoal.
Em tempos de assassinato de reputações sendo patrocinadas por pessoas de caráter torpe, não custa nada lembrar do cara que num recente passado me deu forças para seguir em frente, me ajudou na educação e, sem perceber, pavimentou o caminho para que eu pudesse fortalecer ainda mais a minha fé.
Diante de todos esses feitos e essa amizade entre um professor e um aluno que está a milhares de quilômetros, resta-me, apenas, expressar em poucas palavras a gratidão que tenho, portanto: obrigado, professor. Que Deus abençoe o senhor e sua família.


Espero que este meu comentário não fique muito longo, como aqueles em que aparece o link “continuar lendo” e ai quando você clica ele te joga para uma outra página e muitas pessoas simplesmente param de ler ao ver o tamanho do artigo. Se isto acontecer, por favor continue lendo.

Porque o Olavo de Carvalho, apesar de ser tão perseguido, continua angariando fãs e admiradores, que crescem a cada dia? Será que ele tem algum poder hipnótico? Usa de Programação Neo Linguística como uma pessoa falou? Será que usa algum poder místico satânico? Nada disto.
Ele se torna admirável pelo seu poder de abrir o nosso entendimento da realidade por meio de suas aulas de filosofia, seus comentário sobre a realidade política e social do Brasil e do mundo e muito mais ainda pela sua capacidade de nos dar um testemunho à sua maneira da fé cristã autêntica. Esta última, para mim é uma das mais admiráveis.

A loucura que hoje é geral na sociedade humana, não pode somente ser curada pelos estudos acadêmicos, mas pelo encontro de nossa alma com o divino, e a com a verdade. Não são poucos os que como eu, entenderam a maravilhosa fé católica e se aperceberam de sua ação libertadora em suas vidas. Sua apologética cristã, mais especificamente da fé Católica, não é de maneira nenhuma convencional, e eu diria, que é muito mais autentica porque não é direta nem imposta, mas como no método de ensino socrático, apenas nos faz reconhecer que já conhecíamos certas verdades fundamentais, somente não as re-conhecíamos plenamente. Suas explicações não são novidades estranhas, mas noções familiares, onde o que somente nos era sentido em nosso íntimo se mostra pela primeira vez expressado em palavras e conceitos.
Daí em diante, o que nos resta é aceitar o que nós mesmos já sabíamos, na maioria das vezes. Sua capacidade de unir o místico como o trivial, e dar ao segundo a profundidade do primeiro, fazendo assim a ponte que nos faltava para vermos que, longe de encararmos a fé como simples crença em algo totalmente além do real, ela é a essência mesma da vida. A fé em Cristo e na Igreja deixa então de ser algo alheio à nos mesmos para assumir sentido e unidade com nossa consciência. Daí tantas pessoas dizerem que se converteram ou voltaram à Igreja Católica com muito mais fé e convicção do que antes. Se formos procurar onde nas aulas dele ele nos ordena isto, não encontraremos nada, mas somente aquelas palavras certas que nos remeterão ao resultado de nossa conversão, assim como se consegue um resultado matemático de uma operação aritmética qualquer.

Como ele mesmo ensina, a verdade segue camadas em círculos concêntricos que vão desde verdades fundamentais e genéricas até pequenos fatos do dia a dia, mas todos eles amarrados pela linha da estrutura da realidade, que de forma nenhuma pode alijar a ação do Espírito Santo na história humana. Um filósofo que não entrasse nos meandros da Religião seria um pensador pela metade.
Nunca ficou tão patente as palavras de Jesus em que ele diz que importa que os verdadeiros adoradores do Pai o adorem em ESPÍRITO e em VERDADE.

Por isto por detrás de tanta perseguição ao nobre professor Olavo de Carvalho, existem muito mais causas invisíveis movendo fantoches humanos, do que supõe a vã percepção dos fatos dos que não o entendem.


Elpídio Fonseca adicionou 16 novas fotos.

17 h · 

São Paulo, setembro de 2017.

Em meio ao alarido dos vira-latas que, fundados em boatos e fofocas de detratores psicopatas, tentam, em vão, manchar a honra do Professor Olavo de Carvalho, cometendo contra ele crimes de calúnia, injúria e difamação, por serem incapazes de refutar, uma que seja, algumas das muitas contribuições dele à filosofia, desponta, insofismável, esta verdade:

Não tivesse o filósofo Olavo de Carvalho, nos últimos anos:

– ministrado 400 aulas (até agora) no Curso Online de Filosofia;
– escrito onze livros originais;
– elaborado o curso História Essencial da Filosofia.
– reunido, em livro, sete volumes (até o momento) seus artigos escritos no Diário do Comércio;
– ministrado centenas de aulas nos Seminários de Filosofia, entre os anos de 1997 e 2002, em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Paraná, no Rio Grande do Sul;
– escrito dezenas de orelhas e apresentações dos maiores escritores brasileiros;
– transmitido, durante 5 anos, o programa True-Outspeak, programa, à época, de maior audiência do site Blog Talk Radio;
– participado de dezenas de debates, um deles com Alexandre Dugin, do qual saiu vencedor, tendo tal livro sido publicado no Brasil e na Romênia, lá estando entre os mais vendidos.
– participado de dezenas de conferências pelo Brasil afora.
– escrito o livro, editado por Felipe Moura Brasil, O Mínimo que você precisa saber para não ser um idiota, lançado pela Record, com mais de 300 mil exemplares vendidos, a despeito do boicote total que lhe fez a imprensa, não o divulgando;

Não tivesse ele feito nada disso, e somente o ter dado a conhecer, ao público brasileiro, há vinte anos, em 1997, com O futuro do Pensamento Brasileiro (Autor) e há dezoito anos, 1999, com As seis doenças do espírito Contemporâneo (autor, Constantin Noica, tradutores Fernando Klabin e Elena Sburlea, sendo suas a introdução, edição, notas e comentários) os maiores autores romenos da geração anterior e da atual, e já seu nome mereceria figurar como o de restaurador da alta cultura do Brasil.

De fato, se, como aluno de Olavo de Carvalho, eu não tivesse ouvido falar dos autores romenos mencionados em aula, certamente não teria tido meu interesse despertado para o estudo desse idioma, há dezessete anos atrás, e o público brasileiro não teria tido acesso a autores como: Constantin Noica, Nicolae Steinhardt, Gabriel Liiceanu, Andrei Pleşu, Vladimir Tismăneanu e Lucian Blaga.

E isto é apenas um pequeno nicho dos interesses do Professor Olavo de Carvalho, para não mencionar a divulgação, para um público amplo, das obras de Eric Voegelin, inter alii.

Enquanto o Professor Olavo de Carvalho produz obras de tal envergadura, que faz a cainçada? Obra, obra, obra o excremento de que se alimenta no monturo em que vive, e para cima do qual não consegue olhar….

Que, a despeito dos ladridos ao redor, Nosso Senhor Jesus Cristo o guarde, Professor Olavo de Carvalho, por muitos anos e bons, dando-lhe força, coragem e bom-humor para continuar nessa sua grande missão recivilizadora do Brasil!

Um abraço do aluno Elpídio Fonseca.


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https://catracalivre.com.br/geral/cidadania/indicacao/filha-de-olavo-de-carvalho-revela-podres-do-pai-em-carta-aberta/

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/olavo-de-carvalho-responde-carta-aberta-da-filha/

Olavo de Carvalho atribui acusações de filha a ausência em filme

Vocês podem, por favor, abrir a página http://jconline.ne10.uol.com.br/…/filha-de-olavo-de-carvalh… e informar aos distintos jornalistas que quando eles publicaram a acusação de crime as próprias vítimas alegadas já a haviam desmentido? Já não estou aguentando mais responder a tanta baixaria vinda de tantas fontes diferentes. É uma luta de milhares contra um. Não estou reclamando, estou só dizendo que a trabalheira ultrapassa a minha força física.

http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/cultura/noticia/2017/09/18/filha-de-olavo-de-carvalho-acusa-o-pai-de-colocar-arma-na-cabeca-dos-filhos-307398.php

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http://libertoprometheo.blogspot.com.br/2017/09/carta-aberta-um-pai.html?m=1


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REGRAS BÁSICAS DO AMOR À VERDADE

1- Você deve amar e aceitar a verdade pouco importando a sua fonte.
2- O amor à verdade é o aspecto principal e primeiro do amor a Deus.
3- Se você não ama a verdade em si mesma, independentemente da sua fonte, então não tem amor a Deus nenhum.
4- Também não adianta você alegar que você tem boas intenções porque a esfera da moralidade é submetida à esfera da realidade.
5- Você não pode sobrepor a ideia do bem e do mal à ideia do real e irreal, do verdadeiro e falso. Você já começou a falsear tudo se você fizer isto.
6- Então, não existe boa intenção sem amor à verdade.
7- Não existe amor à verdade sem busca da verdade.
8- E não existe busca da verdade se você não está disposto a aceitá-la venha ela de onde vier.

Aceitar a verdade

“Você deve amar e aceitar a verdade pouco importando a sua fonte. O amor à verdade é o aspecto principal e primeiro do amor a Deus. Se você não ama a verdade em si mesma, independentemente da sua fonte, então não tem amor a Deus nenhum.
Também não adianta você alegar que você tem boas intenções porque a esfera da moralidade é submetida à esfera da realidade. Você não pode sobrepor a ideia do bem e do mal à ideia do real e irreal, do verdadeiro e falso. Você já começou a falsear tudo se você fizer isto.
Então, não existe boa intenção sem amor à verdade. Não existe amor à verdade sem busca da verdade. E não existe busca da verdade se você não está disposto a aceitá-la venha ela de onde vier.”

— Olavo de Carvalho, COF, aula 354.

Sobre educação dos filhos

“Governe-se a si mesmo com sabedoria, dosando habilmente severidade e tolerância, e suas crianças acabarão seguindo você como uma orquestra segue o maestro.”

“A ÚNICA emoção que você deve passar aos seus filhos é a do amor. As outras, guarde para si mesmo e aja sempre com a razão. Seu filho deve ver em você um princípio organizador do caos da existência e não o gerador do caos no coraçãozinho dele.”

“Se os pais corrompem os filhos, estes nunca mais vão honrá-los. E a maioria os corrompe é na tentativa de educá-los. Tapas e gritos só ensinam a dar tapas e a gritar. Pior ainda se são entremeados de pedidos de desculpas e tentativas canhestras de conquistar o amor dos filhos. Se você usa o sujeitinho como recipiente do seu mal-estar interior, não peça que ele o ame.

“A única norma a seguir é a da Bíblia: Não atormente os seus filhos. Você pode castigá-los, mas só quando eles já estão crescidinhos o bastante para assimilar o castigo com a razão e não com as emoções.”

“Descarregar emoções ruins em cima dos filhos, a pretexto de educá-los ou de simplesmente aliviar o saco, é semear encrencas por muitos anos à frente.”

“Torre o saco do seu filho por cinco anos e ele torrará o seu pelo resto da vida.”

“O cinema americano está repleto de pirralhos metidos passando pito nos pais. Quem os ensinou? Os pais.”

“No começo eu pensava que a obrigação de um pai era educar os filhos. Que cagada! Eles se educam a si mesmos imitando o pai.”

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REFORMA AGRÁRIA

“Quando algum justiceiro universal comunopetista-emessetista, discursando em favor das “áreas indígenas”, lhe disser que os índios eram os “legítimos proprietários” da terra brasileira, depois “usurpada” pelos portugueses, informe ao desgraçado que, na época dos descobrimentos, havia aproximadamente 5 milhões de índios numa área territorial de 8.515.767,049 quilômetros quadrados, portanto 1.703 quilômetros quadrados para cada um. O equivalente a uma área inteira da cidade de São Paulo para cada índio. Os portugueses na Europa eram 10 milhões, acotovelando-se em 92 090 quilômetros quadrados, isto é, 0,009 quilômetro quadrado para cada um. Tomar as terras “dos índios” era uma questão elementar de REFORMA AGRÁRIA: dividir entre os trabalhadores os maiores latifúndios improdutivos do planeta.”

Santo Agostinho

No Dia de Santo Agostinho, meditemos sobre a necessidade da “confissão sincera”, grande contribuição do Santo a todos nós, conforme nos ensina Olavo de Carvalho na nota abaixo, encontrada na página de Artur Silva
Uma das maiores contribuições de Santo Agostinho:
“Quem não confessa diariamente que é um farsante, não tem idéia do que é sinceridade. Quer dizer, a necessidade da farsa está colocada na própria constituição humana pelo Pecado Original. Qual é o pecado de Eva? Eva acredita na mentira. O que é o demônio? Mentiroso e pai da mentira. Então isto quer dizer que a mentira está encrustada em nós pelo Pecado Original. É a mentira, não são os pecados do sexo, não é a cobiça de dinheiro, não é a violência, a ira, não é nada disso. Isto é tudo secundário, isso são os efeitos, a raiz da coisa é a mentira. E daí a mentira piora. Quando Deus cobra de Caim, ele responde: “Não estou sabendo de nada” (é como o Lula: “eu não sabia de nada”). Nós fazemos isto todo dia e temos de desfazer. Esse autodesmascaramento profundo — que começa evidentemente com uma constatação deprimente, mas prossegue numa libertação maravilhosa — é a essência da confissão agostiniana. Se você quer saber, eu acho que isso é o maior presente que o filósofo deu à humanidade: ensinar a arte da confissão.”

COMO TORNAR-SE UM LEITOR INTELIGENTE

”A partir de um certo momento na vida só existe o aprendizado voluntário. Reparem que o aprendizado de uma criança não é voluntário, é espontâneo. Na medida em que a criança cresce, ela busca novos conhecimentos como alguém que busca apenas respirar; ela tem uma curiosidade sem fim. Contudo, num dado momento, isso não é mais possível. Você somente aprenderá aquilo que for de seu real interesse. Mas por que você deve querer aprender? Essa é a pergunta. Você somente irá querer aprender se você vislumbrar algum objetivo que transcenda infinitamente os seus interesses pela sobrevivência imediata. Você não sabe exatamente o que é esse objetivo, mas você o vislumbra. E isso é o que nós podemos chamar de imagem paradisíaca. Se não existe uma imagem apocalíptica, o fim do mundo!, e de uma outra vida que transcenda tudo aquilo que nós conhecemos, se não existem imagens do paraíso, da felicidade eterna, então não há razão para aprender.

Excetuando os aprendizados para fins pragmáticos e imediatos, o que move o aprendizado ideal é uma aspiração pelo Infinito que existe no ser humano. Em princípio, nós podemos dizer que a aspiração pelo Infinito é a própria natureza humana, ou seja, para sermos humanos precisamos ter essa aspiração, do contrário seremos apenas bichinhos. Mas essa possibilidade que define o ser humano raramente é realizada por todos. Dito de outro modo, a maior parte dos seres humanos permanece abaixo do que é a possibilidade humana essencial.

Então, se uma criança tem o seu conhecimento ampliado espontaneamente na medida em que ela cresce, você, já adulto, parou de crescer, e só aprenderá se fizer um esforço a mais, se quiser, de fato, aprender. E você só desejará aprender se você medir a sua vida na escala do Infinito ou da felicidade eterna. Sem a imagem paradisíaca o ser humano paralisa. E é isso, no fundo, que nós buscamos quando lemos qualquer livro. Por trás do simples ato de você ler mais uma página existe o Infinito buscado por você. Se não existir, não há motivo para ler. A não ser que seja uma leitura para fins imediatos que auxiliem em sua subsistência. Assim, para ler, não é necessária uma técnica, mas uma motivação. E a única motivação fundamental é a aspiração pelo Infinito. Essa motivação pode levar você a compreender as coisas mais difíceis. Se você entender que o aprendizado de certos assuntos que você quer aprender no momento, por difíceis que sejam, possui sob si o acesso à dimensão paradisíaca, ninguém vai segurar você. Você aprenderá o assunto de qualquer modo.

Mas é claro que a relação entre o objetivo último de todo aprendizado, mediante a leitura ou não, e as dificuldades imediatas, tem que aparecer de modo claro para você. E frequentemente ela não aparece. Assim, você se perguntará: ‘Em que isto me auxiliará a alcançar o objetivo último?’ De início, uma coisa parecerá nada ter a ver com a outra. E por isso surgirá o problema do que você deve ler e estudar. A resposta é esta: leia e estude somente aquilo que pareça aproximar você da beatitude eterna. Aquilo que não tem para você o atrativo da felicidade eterna não lhe dará forças para aprender, e, na verdade, não há razão alguma para aprender.”

“Muçulmanos tradicionais”

“É preciso ser muito, muito pueril para acreditar que existem, de um lado, os “muçulmanos tradicionais” bonzinhos e de outro os terroristas malvadinhos. Ambos trabalham para o mesmo fim, a islamização do mundo ocidental, estes usando a violência, aqueles a sedução e o engodo. O maquiavelismo dos tradicionalistas chega ao ponto de querer, segundo o projeto de René Guénon, restaurar uma fachada de catolicismo tradicional SOB A DIREÇÃO SECRETA DE MUÇULMANOS. René Guénon esclarece que, se isso falhasse, seria preciso INVADIR O OCIDENTE pela força. A articulação entre tradicionalismo, terrorismo e “ocupação pela imigração” não poderia ser mais clara. É uma treta de grande escala, à qual alguns jovens deslumbrados servem como escravos voluntários, subindo nas tamanquinhas, entre espasmos de indignação histérica, quando alguém tenta adverti-los do erro que cometem.”

“Exatamente como os comunistas, os muçulmanos têm um discurso para exportação e outro para consumo interno. No Ocidente, é ecumenismo, é fraternidade, é até “unidade transcendente das religiões”. Nos países muçulmanos, é monopólio da religião islâmica e cadeia ou morte para quem pregue o cristianismo em público. Só isto já basta para mostrar o que é a cabeça dos “muçulmanos tradicionais” — só diferente da dos terroristas no mesmo sentido em que, no Brasil, o Partidão divergia da “luta armada”.

“Muçulmanos “moderados” adoram diálogo inter-religioso NO EXTERIOR. Nos seus países, gostam mesmo é de tapar a boca dos infiéis.”

“Uma civilização superior não é aquela que consegue destruir os seus inimigos, mas a que é capaz de absorvê-los e acomodá-los como partes dela. Vocês conseguem imaginar a civilização islâmica absorvendo e acomodando em si a ciência ocidental, a tecnologia ocidental, a literatura ocidental, a arte ocidental como os bárbaros europeus absorveram o legado grecolatino e asiático? Imaginam meninos muçulmanos lendo Rabelais, Flaubert e Henry Miller nas escolas? Imaginam multidões de senhoras de burqa apreciando numa galeria as artes figurativas ocidentais, que sua religião proíbe? Imaginam um governo islâmico preservando os vitrais das catedrais góticas e o legado inteiro da arte sacra européia como valiosos patrimônios civilizacionais? Essas coisas não acontecerão nunca. Imaginam aos governos muçulmanos publicando e divulgando as grandes obras da mística cristã como a Europa publica e divulga as da mística islâmica? O Islam só pode crescer destruindo, suprimindo e proibindo, como sempre fez. E não venham me falar das belezas da filosofia islâmica, da mística islâmica etc. Essas coisas são admiráveis e existiram, mas banidas da vida pública e só cultuadas em círculos fechados, quase sempre vistos com suspeita pelas autoridades (leiam Al-Ghazali). A civilização islâmica não absorve nem sequer o que ela mesma produz de melhor. A islamização da Europa será a maior supressão de valores civilizacionais que já se viu no mundo.”

Método nas ciências sociais

 

“Um método é um conjunto de proposições auto-evidentes (ou provadas com base nelas) que delimitam um objeto e os meios de conhecê-lo. O bom método não define o seu objeto, mas recebe essa definição de uma prévia descrição fenomenológica. Há muitos princípios auto-evidentes que podem orientar uma boa previsão histórico-política. Dois deles:
1) A difusão dos fatos produz novos fatos.
2) Ninguém age onde não enxerga.

Em qualquer previsão histórico-política, odeio lidar com “probabilidades”. Procuro simplesmente eliminar o impossível e ficar com o que sobra. Por exemplo: o que você não faz não produz efeitos, mas também não impede os efeitos de outras ações. Quando em 2004 afirmei que o PT se tornara invencível, não me baseei em nenhuma sondagem de opinião, mas no fato de que seus adversários lutavam com armas inofensivas. ”

— Olavo de Carvalho

A VERDADEIRA AMIZADE

 

Uma coisa ainda bastante óbvia é que a amizade é também um dos pilares sobre os quais se constitui a nossa personalidade. Se você não encontra os amigos adequados, que partilham dos mesmos valores que você, você vai acabar se associando a outros grupos, que lhe oferecerão apoio e amizade em troca da sua corrupção, em troca de você desistir de ser quem você é, em troca de você abandonar seus próprios valores e fazer sacrifícios inúteis e abjetos no altar de uma falsa amizade.

Um dos segredos básicos da vida é você conseguir se aproximar de pessoas que têm os mesmos objetivos e os mesmos valores que você.

Uma amizade que nasce é como um diamante que brota do solo. Uma que acaba é apenas algo em que a gente não pensa mais.

A mais perfeita forma de amizade somente é possível para aqueles que buscam a Verdade. Pessoas mundanas, por melhores que sejam, jamais conhecerão a dimensão espiritual de um verdadeiro amigo. Conversas fiadas e tantas outras babaquices são o único objetivo de seu convívio.

“Qualquer amigo verdadeiro quer para seu amigo: 1) que exista e viva; 2) todos os bens; 3) fazer-lhe o bem; 4) deleitar-se com sua convivência; e 5) finalmente compartilhar com ele suas alegrias e tristezas, vivendo com ele um só coração.” S. Tomás de Aquino, Summa Theologiae, II-II, q. 25, a. 7.