O novo código moral

Existem milhares de livros contra os americanos, os russos, os católicos, os protestantes, os judeus, contra o Obama e o Trump, contra Karl Marx, contra Jesus e a Santíssima Virgem, mas diga uma palavra contra os gays ou as feministas e você é tratado como um criminoso”

“Esse pessoal feminista-gayzista pode chamar você de fascista, de nazista, de homofóbico, de estuprador, de assassino, mas, se você faz UMA piadinha sobre eles, lá vem choradeira indignada contra o DISCURSO DE ÓUDIU.”

“O problema, quando se conversa com um gayzista enfezadinho, é que ele não se contenta em que os cristãos o tratem como um simples pecador igual a todos nós. Ele quer porque quer que o homossexualismo seja sacrossanto, inatacável, imune a toda reprovação ou crítica, superior, nisso, até ao cristianismo como um todo. A exigência é tão absurda, tão prepotente, tão psicótica, que só merece ser respondida com palavrões.”

“O gayzista que ataca alguém por citar trechos da Bíblia que o desagradam está enviando a todos os crentes uma mensagem implícita, mas muito clara tão logo você a percebe: “Meu prazer de um minuto é mais respeitável do que a sua esperança da vida eterna.” De fato, que vale uma alma humana, em comparação com bucetas, pirocas e cus?”

“Segundo o Fuckerberger, transexuais, assim como gays em geral, são “grupos protegidos” que não podem ser alvos de uma palavra dura e nem mesmo de uma piadinha. O mesmo não se aplica, é claro, a religiosos e leigos cristãos. De fato, pensando bem, de que valem todos aqueles santos e mártires, aquelas freiras que desistem de todos os prazeres materiais e vão para os mais bárbaros cafundós do universo cuidar de órfãos, de tuberculosos, de leprosos, de que valem essas pessoas em comparação com a grandeza moral de um Laerte ou de um Jean Uiui? Que gravidade têm 150 mil assassinatos anuais de cristãos em comparação com o horror indescritível de uma piadinha de gays?
O novo código moral que Fuckerbergers e similares querem impor ao mundo é criminoso, psicopático, monstruoso.

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Alta Cultura

”Os colegas acadêmicos de Eric Voegelin notavam muitas das suas excentricidades. Por exemplo: eles notavam que o Voegelin, O HOMEM MAIS CULTO que eles conheciam, não tinha NENHUM REFINAMENTO em matéria de vestimenta ou de gastronomia. Em vez de jantar num bom restaurante, o Voegelin entrava no primeiro botequim da esquina e jantava qualquer coisa; se fumava um charuto, ao invés de fumar um charuto cubano, fumava um mata-rato alemão. Então era algo chocante, pois o Voegelin aparecia para os seus colegas acadêmicos como um aristocrata intelectual com gostos de proletário. Mas o Voegelin não tinha gostos de proletário, ele apenas não dava a mais mínima importância a essas questões de refinamento.

Mas notem que no ambiente universitário brasileiro um tipo excêntrico como o Voegelin não seria sequer tolerado, pois aqui a identificação entre alta cultura e alto consumo é inerente. Tanto que o simples alto consumo é tomado como sinônimo de alta cultura. No dia em que o nosso presidente Lula aprendeu a fumar charutos caros e a vestir ternos Armani, todo mundo o considerou como um homem culto, pois há uma impregnação de uma ideia na outra. Sendo assim, entende-se que um homem culto também deve ser versado em bons vinhos, no melhor da culinária francesa etc etc. Claro que esta é uma concepção deveras mundana do que seja a alta cultura. Nesta concepção, a alta cultura seria um bem de consumo reservado a certas elites financeiras, no fim das contas. Evidente que este é apenas um conceito de alta cultura que só funciona num meio que acredita nele, pois na prática ele é insustentável. NOTEMOS QUE TODA A ALTA CULTURA FOI REALIZADA POR POBRETÕES: Machado de Assis, Capistrano de Abreu, Castro Alves, Gonçalves Dias, Lima Barreto etc. Quase todos eles eram uns pobretões e mesmo assim fizeram a nossa alta cultura. E é curioso que esta alta cultura, no instante seguinte, seja considerada tanto pelos ricos, quanto pelos pobres, como um produto de alto consumo reservado para as elites.

Naturalmente, esse produto de alto consumo, na medida em que é cobiçado como se cobiça um carro importado, um iate, um terno Armani etc, torna-se também um motivo de humilhação para os que não o têm. Logo, ele como tal, passa a ser odiado. Então, a alta cultura, entendida como um mero produto de alto consumo, torna-se um símbolo de inferioridade para quem não a possui. Sendo assim, como o sujeito que não a possui faz para se autoafirmar? De duas maneiras: ou ele adquire alta cultura, tornando-se igual aos que a possuem; ou ele a desmoraliza, a combate, e toma a si mesmo como algo mais elevado do que a alta cultura. Assim, juntamente com os carros importados e os ternos Armani que o sujeito não possui, ele também rejeita a alta cultura, pois ela é considerada como um odioso símbolo de discriminação social. Esta motivação esteve muitíssimo presente na eleição do senhor Luís Inácio para a presidência da República. Muitos de seus eleitores pensaram assim: ‘Temos que votar num indubitável semianalfabeto para que nos libertemos deste sentimento humilhante de sermos inferiores’. Então é óbvio que há uma confusão mórbida entre o consumo de bens materiais e a aquisição de cultura. É uma confusão doente e as pessoas se livram dela mediante um expediente igualmente doente.

É claro que isto também está totalmente presente nas legitimações letradas da cultura inferior. Isto é, quando aparece algum professor universitário afirmando que a legítima cultura brasileira digna de atenção é o carnaval, o samba, o futebol etc, ele está reforçando exatamente a tendência nacional ao desprezo da verdadeira alta cultura. O professor em questão, embora seja um indivíduo que teve acesso à alta cultura, ele, de algum modo, sente que não a tem efetivamente, porque a sua absorção foi superficial e não se integrou à sua personalidade. Sendo assim, a alta cultura persiste para ele como um símbolo externo de um bem que não lhe é acessível. O homem que teve acesso à alta cultura, mas que não a integrou em sua personalidade, mantém a impressão de que a alta cultura é um bem externo do qual ele está injustamente privado, passando a odiá-la por isso. Neste contexto, só restaria a sua aquisição ou a sua destruição, e a destruição sistemática da alta cultura é empreendida por muitos acadêmicos brasileiros”.

— Olavo de Carvalho, trecho da aula de 30/11/2002 do antigo Seminário de Filosofia.

O real

Existe um outro exercício que faremos depois, complementar a este, que é o de você aceitar cem por cento, sem nenhuma objeção, tudo aquilo que te acontece, e jamais reclamar. Nunca, nunca, nunca. Porque aquilo que acontece é o real, e o real tem uma primazia extraordinária, porque ele é a sede da verdade. Se você não gosta do que acontece, a sua mente rejeita, não quer pensar naquilo, não aceita, e aí você já se desliga da realidade. Aceitar a realidade com plenitude é também um exercício, e isso implica colocar a realidade acima do seu desejo. Se você não faz isso, você nunca vai conseguir distinguir o que é realidade daquilo que você está superpondo a ela. Isto faz parte daquilo que eu chamo de voto de pobreza em matéria de opinião.

O sofrimento

“Se você aceita o sofrimento com total resignação e doçura, não como um castigo ou como uma injustiça cósmica, mas simplesmente como um capítulo normal daquela parte do nosso destino que só Deus entende, acaba descobrindo que esse sofrimento, ainda que em si permaneça incompreensível, aumenta o seu realismo e fortalece a sua maturidade. É a pretensão de entender tudo que nos leva a não entender nada.”

A engenharia social da pedofilia:

1- Há 40 anos, não existia o termo “pedofilia”. Usavam-se as expressões “estupro” e “abuso sexual” de menor, conforme fosse menina ou menino, respectivamente;

2- Como esses conceitos eram muito fortes e rígidos, impróprios para a aceitação popular, criou-se o termo “pedofilia”, que em tradução literal do grego significa “amigo da criança”.

3- Pari passu, o conceito penal de estupro, que significava “conjunção carnal em vagina de mulher”, passou a ser estendido ao sexo masculino também. Isto faz com que seu teor de gravidade seja dessacralizado. Quando um mesmo tipo penal é aplicado a duas hipóteses de incidência diferentes, é a mais grave que fica relativizada e banalizada.

4- A próxima etapa foi a da perseguição aos pedófilos. Vocês viram abundantemente nos noticiários no início do século XXI reportagens de pedófilos sendo caçados e presos em diversos lugares. Quando eram padres, pastores ou professores e diretores de escolas, era um banquete. Não se sinta confuso. Aqui foi empregada a técnica da dissonância cognitiva. Danem-se os pedófilos que foram presos. Serviram como inocentes úteis. O importante nesta fase é que o termo “pedofilia” foi espalhado e ficou conhecido pela população.

5- Vencida esta fase, começa a da problematização. “Doutores especialistas” vão começar a fazer declarações e artigos científicos nos quais propõem que a pedofilia é antes uma doença do que um ato de perversidade, e já tratam de separar pedofilia de homossexualismo. Vocês se lembram da campanha de que “Um homossexual não é pedófilo!”, e que os mais modais pedófilos eram homens das próprias famílias das crianças, como pais e tios?

6- Vem a hora da tv: entrevistas, filmes e novelas envolvem emocionalmente o público sobre o amor sincero de um adulto por algum adolescente, primeiramente sutilmente sugerindo, até chegarem às cenas de sexo. É chegado o momento de normalizar a pedofilia como uma simples opção sexual, dentro do vasto abecedário lgbtwxyz…

“Primeiro dizem que é doença pra não dizer que é crime; depois tornam crime dizer que é doença”. Olavo de Carvalho.

Beatles e a mídia

Flavio Morgenstern

11 de setembro às 11:51 · 

Achei que até as lêndeas sabiam que os Beatles defendiam abertamente o satanismo (até colocando foto de Aleister Crowley em capa de álbum e negando o Paraíso), que eram analfabetos musicais COMPLETOS (os reis do iê-iê-iê, os “autores” de She loves you, yeah, yeah, yeah – aprendi a tocar Something na segunda aula de violão), que eram frutos da mesma Kulturindustrie que Adorno criticava, mas que ele próprio criou e usou para dominar as massas (não é engraçado ver universitário que cita Escola de Frankfurt e ouve MPB, ao invés de Puccini e Haydn?). Bom, mas aí lembrei que existe esquerdista e jornalista, que via de regra está um nível abaixo da categoria supracitada.

Da página de Edu Nicácio

O que o #Olavo disse:

“Queria dar uma informação que ainda vou verificar. Entre inúmeras outras informações úteis – o cara se chama Robin de Ruiter, eu não sei ler holandês, eu só sei dele através de menções que foram feitas em outros livros -, entre outras informações que ele dá ele dá, uma que eu vou investigar, mas que me parece verdadeira pelo contexto ali, ele diz o seguinte: ‘os Beatles eram semi-analfabetos em música, eles mal sabiam tocar violão. Quem compôs as canções deles foi o Theodor Adorno (sociólogo membro da Escola de Frankfurt e um dos autores da Teoria Crítica da sociedade)’.”

O que a esgotosfera INTEIRA replicou:

“Vídeo: Olavo de Carvalho afirma que Adorno compôs músicas dos Beatles.”
Revista Isto é

“Olavo de Carvalho vira piada ao dizer que compositor dos Beatles era Theodor Adorno”
UOL

“Olavo de Carvalho brisa de novo em vídeo e une Adorno a Beatles”
Catraca Livre

“Olavo de Carvalho diz que quem escreveu as músicas dos Beatles foi sociólogo alemão”
Folha de São Paulo

“Olavo de Carvalho diz que Theodor Adorno compôs as músicas dos Beatles”
Poder360

“Olavo de Carvalho diz que quem escreveu as músicas dos Beatles foi Adorno: ‘É satanismo puro'”
Revista Forum

“Vídeo: Olavo diz que Beatles eram “satanistas” e que “Theodor Adorno compôs as canções”
Conversa Afiada

“Olavo de Carvalho sobre os Beatles: ‘Eram semi-analfabetos em música'”
Correio Braziliense

“VÍDEO: ‘Quem compôs as canções dos Beatles foi Theodor Adorno. Eles eram satanistas’, diz Olavo de Carvalho”
Diário do Centro do Mundo

“Depois de falar mal dos Beatles, Olavo de Carvalho ataca filhotes de labrador”
Revista Piauí

“Beatles: Olavo de Carvalho diz que eles eram satanistas e semi-analfabetos em música”
Whiplash

“Os Beatles eram analfabetos em música, diz Olavo de Carvalho”
Revista Rollingstone

“Olavo de Carvalho diz que quem escreveu as músicas dos Beatles foi sociólogo alemão”
Jornal Zero Hora

“Olavo ataca os Beatles: eram semi-analfabetos. Mal sabiam tocar”
Brasil 247

“Segundo Olavo, quem escreveu as músicas dos Beatles foi sociólogo alemão”
Jornal O Tempo

e a lista segue ad eternum…

Mas vocês não precisam acreditar em mim. Assistam ao vídeo e tirem suas próprias conclusões.

Este comportamento típico de rebanho não é somente maucaratismo, mas analfabetismo-funcional explícito em seu mais elevado grau! Esse pessoal (me recuso a chamá-los de jornalistas) que infesta as redações de mídia no Brasil possuem uma capacidade de interpretação que os assemelha a um chimpanzé! Isso mesmo: não passam de chimpanzés amestrados seguindo gritos de ordem e chavões que são incapazes de compreender. Ou, como diria o próprio Olavo, idiotas úteis que, por definição, são idiotas demais para saberem que são úteis e quem os utiliza.

Como o próprio Olavo já afirmou, é humanamente IMPOSSÍVEL se defender de um ataque tão vil e covarde quando este vem de todos os lados, usando de todos os meios possíveis e impossíveis para assassinar a sua reputação. E isto não se aplica somente a ele, mas a qualquer um que OUSA trazer à baila qualquer assunto tido como “polêmico” ou carimbado como “teoria da conspiração”. Para esta gente, qualquer um que tenta descobrir e divulgar a verdade deve ser tratado com chacota. Qualquer um.

E o que fica como lição deste espisódio? Procure analisar TUDO o que lhe cai às mãos, mesmo que à primeira impressão lhe pareça a coisa mais inverossímel que você já viu na sua vida. Ah, e não acredite numa linha do que é publicado pela extrema-imprensa. Nunca. Jamais. Especialmente quando seus jornazistas adotam um comportamento de rebanho na tentativa de assassinar a reputação de alguém.

Para saber mais:

O Anticristo – O Poder oculto por trás da Nova Ordem Mundial, uma advertência para a Cristandade
de Ruiter, Robin

O Anticristo III – Conspiração contra Deus
de Ruiter, Robin

A Nova Ordem Mundial – A conspiração da Maçonaria e do Poder Financeiro para a derrocar da Ordem Social Cristã e impor ao mundo um só Governo Mundial
López Padilla, Luis Eduardo

Tavistock Institute of Human Relations: Shaping the Moral, Spiritual, Cultural, Political and Economic Decline of The United States of America
Coleman, John

Conspirators Hierarchy: The Story of the Committee of 300
Coleman, John

O Papel dos Beatles
Bernadic, Milenko

Analfabetismo funcional mais explícito impossível! “Jornalistas” não sabem a diferença entre uma fala direta e citação de terceiros. Extrema imprensa passando veeeeeeergooooooonhããããããããooooooooo!

60 Minutes@60Minutes

Paul McCartney–one of the most famous songwriters in the world–tells Sharyn Alfonsi he doesn’t read or write music. Watch the full interview: https://cbsn.ws/2NbI8io

Segundo Mandamento

” Você tem é que meter o segundo mandamento na sua cabeça. Você tem que começar a amar a si mesmo para amar ao próximo. Eu lhe dou este conselho: nunca fale nem pense mal de si mesmo, nada, nada, nada. Cada vez que você pensar mal de você, peça perdão a Deus imediatamente. Fale assim com Ele: “Você me fez para Você e para a Sua grandeza e eu estou aqui cuspindo no que Você fez. Eu sei que eu sou pequeno, que eu tenho os meus pecados, mas Você tem amor a mim e, portanto, aos Seus olhos eu valho alguma coisa, embora eu não compreenda o porquê”.

Dignidade

Já fui pobre, paupérrimo, de passar fome, magro como um palito, com o coração apertado de ver meus filhos reduzidos a uma ração de sobrevivência. Minha vida estava uma merda, mas jamais me passou pela cabeça a idéia de considerá-la “indigna”. Nunca me rebaixei ao ponto de confundir conforto com dignidade.”

“Com a expressão “vida decente”, o burguês e o socialista designam uma certa quantidade de confortos. É a concepção indecente da decência. Minha avó Alma Elisa Schneider nunca desfrutou de conforto nenhum e foi a pessoa mais decente que conheci.”

“Campanha por “moradia digna”? Até um barraco de papelão é digno, se for pago com trabalho honesto. A única moradia indigna é aquela que é recebida de graça, do governo, mediante gritaria, intimidação e chantagem.

Voto de pobreza em matéria de opiniões

O mundo é sempre mais complexo do que você pensa, e você tem de ficar permanentemente aberto a ele; tem de deixar que a realidade te ensine. A pressa em chegar a conclusões só serve para que você feche o círculo, e é por isso que eu sugiro aos meus alunos o voto de pobreza em matéria de opiniões. É melhor você ter um monte de contradições na cabeça do que ter opiniões. Deixe para ter opiniões quando elas valerem alguma coisa. Como é que você sabe o que a sua opinião vale? Vale o trabalho que você teve para obtê-la. Quanto esforço custou essa opinião? Por exemplo, quantos livros você leu para ter essa opinião? Um?”