Forças políticas

“NÃO HÁ mais forças políticas mundiais em que uma consciência cristã possa buscar abrigo. Todas são demônios. Estamos sozinhos, nossas forças estão espalhadas e esfareladas pelo mundo, e nossas lideranças estão infestadas de traidores. Mas, se você não tem sequer a coragem de enxergar a realidade, como pode ter a pretensão de mudá-la? Este é o primeiro passo: reconhecer que não temos protetores no mundo. Nossa proteção está em Deus e somente n’Ele. That’s all.”

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A Carta – Depoimentos III


Conheço o Olavo há uns 4 ou 5 anos só, queria tê-lo conhecido antes, mas antes tarde do que nunca. Quando falei para um colega que descobri um sujeito chamado Olavo de Carvalho e que ele falava umas coisas bem interessantes, a primeira coisa que ouvi foi: “Esse cara é nazista”. Procurei as evidências desse nazismo e não encontrei, pelo contrário, vi que tinha um grupo que o acusava era de ser sionista! Desde então eu já vi o Olavo ser chamado de nazista, sionista, católico tradicionalista, protestante, maçom, muçulmano, comunista (!), agente da CIA, empregado do George Soros e até de satanista. É por isso que quando vem alguém com ares de “inside information” falar mal do Olavo eu já começo a bocejar. O Olavo é maior do que a intelectualidade brasileira atual pode suportar. Como ele está muito acima, ninguém sabe onde enquadrá-lo, então cada um se reserva o direito de pintá-lo com as cores daquilo que mais detesta.

Davi Marciglio

Eu sinceramente não sei o que eu seria hoje sem a influência do professor Olavo de Carvalho. Depois da descoberta bombástica, em 2007, aqueles primeiros anos do COF, pra mim, foram uma escalada de mudanças e transformações. Se eu sou um pouco menos burro, hoje, é por causa dessa fase em que ainda vivo, mas que teve seus momentos de horror metafísico (com a minha própria ignorância antes desconhecida) a partir de 2009. Não conseguiria fazer um daqueles textões lindos que muitos têm feito e só consigo admirar e lê-los emocionado em ver que tantos, como eu, compartilham de tamanha gratidão. É possível que todos nós, fiéis alunos, tivéssemos uma ideia de que um dia ele sofreria um ataque severo. Basta compreender um pouco do fosso em que o país está afundado e o contraste com aquele profundo clima de entusiasmo pelo conhecimento, que presenciamos a cada aula, a cada raro encontro entre os alunos mais sérios, aqueles com quem, muitas vezes, nem encontramos seguidamente, mas quando estamos juntos percebemos a cumplicidade de termos sido retirados do profundo sono da brasilidade contemporânea. Como ele sempre nos ensina, não buscamos ser compreendidos, mas compreendermos o mundo que nos cerca, doa o que doer. A existência de uns Veadescos e Veadazzos é algo que sempre esperamos, dada a abrangência do bem que Olavo espalhou por este país. Isso só pode deixar o diabo indignado. E não há maior representante do diabo do que a inveja, a intriga e a ingratidão neste mundo.

22.9.2017

Pedagogia moderna:

http://www.wsbtv.com/news/local/video-teacher-is-repeatedly-slapped-during-fight-between-students/612117405

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A ideologia “multicultural” consiste, sumariamente, em ódio sem fim à massa do povão e amor incondicional aos bandidos, loucos, narcotraficantes, estupradores e similares. That’s all, folks.

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Karl Marx propôs a “crítica radical a tudo quanto existe”, mas nunca chegou a realizá-la. Não era capaz de odiar a humanidade inteira, nem de amar incondicionalmente os que queriam assá-la no espeto. Nem o próprio Georg Lukacs, que inventou a escola de Frankfurt, chegou a esse ponto. Esse privilégio estava reservado aos heróis intelectuais de 1968: Marcuse, Foucault, Bourdieu e tutti quanti.

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Nem o racismo é tão ruim quanto isso. Ninguém pode ser racista sem gostar ao menos de UMA raça, geralmente a própria.

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Vivo procurando um teórico racista que diga que a raça superior é a dos outros. Nunca encontrei.

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Nietzsche dizia que o seu próprio povo era uma bosta, que bons eram os franceses. Mas Nietzsche não era racista.

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A natureza é machista. Em todas as espécies de mamíferos, com exceção das hienas, o macho é quem manda, pela simples razão de que é difícil botar o pinto na mesa sem ter um pinto.

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Se você é contra isso, não é porque você seja bonzinho: é porque não concebe outra superioridade senão a do poder e da força.

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Não consigo ficar ofendido com nada que o Tomole diz. A voz dele é muito engraçada. Parece o Pato Donald.

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O Claudio Tomole fez curso de fonoaudiologia com o Tiririca.

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Comparada com o jornalismo do Tomole, a astrologia do Walter Mercado era uma ciência exata.

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Quem escolhe candidato pelo “sex appeal” não está procurando um presidente. Está procurando hômi.

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O sujeito quebra a cara nas primeiras páginas de “O Capital” e se sente aliviado ao saber que Karl Marx tinha hemorróidas, porque aí tem pelo menos algo a dizer contra ele.

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Quando os robôs se incumbirem de todas as tarefas e os seres humanos nada mais tiverem a fazer senão consumir drogas, aí talvez alguém entenda que a abundância universal é um flagelo infinitamente mais temível que a miséria.

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O típico pequeno-burguês da nossa época não consegue conceber que haja pessoas excepcionalmente boas ou más, Tudo o que ele enxerga são “cinquenta tons de cinza”, e o que esteja para além disso é história da carochina, teoria da conspiração ou, na mais generosa das hipóteses, “crença”, Não espanta que, nessas condições, o máximo de cristianismo que ele possa imaginar seja a “Campanha da Fraternidade”, e o maior dos demônios, no seu entender, seja — conforme a preferência política — o Lula ou o Bolsonaro.

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Sem querer, acabei de traçar o mapa cognitivo do Tomole.

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Já encontrei gente que via em Nosso Senhor Jesus Cristo uma espécie de Mahatma Gandhi. Não tive saco para explicar a diferença.

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A quase totalidade dos “formadores de opinião” no Brasil pensa por imagens estereotipadas, slogans, reflexos condicionados e sínteses confusas inanalisáveis. Pensa — literalmente — como um macaco.

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Quando você tem ódio de um filósofo porque não entende o que ele diz e se sente horrivelmente humilhado por isso, só lhe resta apegar-se a fofocas de quarenta anos atrás para dar — sobretudo a você mesmo — a impressão de que sabe alguma coisa dele.

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A representante máxima da zé-lite universitária brasileira:

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Dinheiro jogado fora, para valer, são os impostos do povão que custearam os estudos da Carina Vitral.

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Quanto custaram, ao povo brasileiro, os diplominhas de milhões de analfabetos funcionais? O Petrolão, perto disso, é trocadinho.
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Por que acham que me ofendem quando me chamam de astrólogo? Chamam-me até de jornalista!
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Asseguro e atesto, para os devidos fins, que, das cenas de “O Jardim das Aflições” filmadas comigo, o Daniel Aragão não dirigiu NENHUMA. Nem meia. Obedeceu as instruções do Josias Teófilo e não encheu o saco.
Daniel Aragão Professor, existe uma vertente do documentário comandada pelo Jonas Mekas desde o início do cinema caseiro (Anos 60, início do 8mm e 16mm) – nos anos 80 o cineasta brasileiro Eduardo Coutinho aperfeiçoou bastante o estilo do Mekas, talvez você até conheça o Coutinho pessoalmente já que ele morava no Rio – estude esses caras para você entender o que fiz quando estive em sua casa sem você ou o Josias jamais perceber. Mas não se preocupe não que só vou lançar esse filme quando o senhor morrer – deveria ter dado um Google no meu nome antes de deixar o Josias contratar um diretor fodaço como eu. 😉
Olavo de Carvalho Quando eu morrer, o caraio. Eu mesmo vou lançar a coisa.
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Se o Daniel Aragão filmou alguma cena minha em “off”, ela PERTENCE A MIM e só eu tenho o direito de exibi-la. Ele que me devolva o que é meu em vez de querer se promover na base do roubo.
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Daniel Aragão Roubei nada não, fêssô. Peguei emprestado só. Sempre esteve comigo. Quando estiver no Recife pode passar aqui em casa pra pegar pois o material é inviável de dar Upload dentro da técnologia internética gulaguiana brasileira. Garanto que serás tão bem recebido como eu fui em sua casa tantas vezes – a gente aproveita e toma um café e dá umas risadas novamente. O meu endereço é um prédio de 4 andares de frente ao Hospital do SUS Agamenon Magalhães. Se você se perder quando chegar, basta perguntar a qualquer frentista da zona norte do Recife onde mora o rasta do Opalāo bêge 😙
Olavo de Carvalho Daniel Aragão Perfeito. Andaram dizendo que você queria botar o material na internet, e eu — sinto muito — acreditei. Não tenho nada contra a divulgação, só me reservo o direito de fazê-la eu mesmo.
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Se o Daniel Aragão filmou alguma cena minha em “off”, ela PERTENCE A MIM e só eu tenho o direito de exibi-la. Ele que me devolva o que é meu em vez de querer se promover na base do roubo.
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Uma vez, um quarto de século atrás, estive bem no meio de um “arrastão” no Rio de Janeiro. Nunca me senti tão seguro e tranquilo. Os saqueadores só queriam saber de velhinhas e crianças. Homem adulto eles nem olhavam. Tive a premonição de que ali estava o futuro do Brasil.
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Perto disto, o Padre Pinto é pinto:
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Uma das melhores do genial Victor Borge:

21.9.2017

Milene Robles me enviou: é o altar natureba da Igreja Pirocólatra Veadasca:

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Tiago de Pauli

Vou rezar uma novena em nome de Olavo de Carvalho e Guilherme Hobbs.

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Quem acompanhou a 8a Jornada da Alfabetização em Casa sabe o quanto o trabalho do Carlos Nadalim é importante. Ele é a única alternativa real à obra de destruição da inteligência das crianças empreendida pelo Ministério da Educação, pelas faculdades de pedagogia e pelas escolas públicas e privadas. É por isso que recomendo o seu curso a todos meus leitores e alunos.

http://comoeducarseusfilhos.com.br/ensine-seus-filhos-a-ler-comprar-ok/?ref=A1956782S

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Da página do Pedro de Carvalho :

Estou vendo muita gente falando mal do meu pai sem conhecê-lo. Então para quem quer saber todos os podres de Olavo de Carvalho, aqui estão palavras verdadeiras de quem viveu com ele por mais de 20 anos.

– Ele é o pior jogador de futebol que já vi. Uma vez ele foi chutar uma bola parada e conseguiu pisar nela e cair.
– Ele não sabia brincar de lego. Quebrava tudo e misturava as peças.
– Ele não nos avisava com antecedência quando íamos nos mudar. Um dia ele disse que iríamos nos mudar para a França. Quando perguntei que dia, ele falou amanhã.
– Ele ria de tudo o que eu fazia e criou uma expectativa falsa em mim. Eu achei que era a pessoa mais engraçada do mundo, mas na escola ninguém ria das minhas piadas.
– Ele sempre foi muito exagerado. Quando eu pedia para ele me comprar um sanduíche no McDonalds ele me comprava treze.

Para vocês verem que horror de pessoa ele era. Esses foram os piores detalhes da sua profunda personalidade.

– A pior de todas é que eu nunca consegui respeitar muito meus professores. Eles pra mim estavam tão longe do meu pai que eu os considerava meus peers.

Te amo pai. Logo esqueceremos dessa maluquice toda e voltaremos a trazer sorrisos e risadas para sua vida.

Sem o Pedro a vida seria muito, muito triste.

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Depois de ouvir as gravações de conversas que a minha filha Heloisa teve com alguns dos meus alunos (as quais só divulgarei em último caso), estou cem por cento persuadido de que ela se encontra num estado de desequilíbrio mental alarmante, causado por uma sucessão de acontecimentos traumáticos quase simultâneos — morte da avó, fim do casamento, ruptura de relações com a mãe e com os três irmãos que lhe eram mais próximos, desastre comercial seguido de ameaças de agressão emorte, desmoralização pública por esse motivo –, além de alcoolismo compulsivo e talvez uso de drogas pesadas. Ela não me parece capacitada a avaliar racionalmente as conseqüências de seus atos e palavras. Súbitas mudanças de atitude, da afeição à agressividade extrema, manifestada até mesmo em AMEAÇAS DE MORTE que ela proferiu contra pessoas que não lhe haviam feito mal nenhum –, começaram a surgir desde uns meses atrás, denotando o início de uma crise psicótica, ou no mínimo pré-psicótica. Obviamente os meus inimigos mais perversos, que todos vocês conhecem, viram nisso a chance de ouro de ampliar num escândalo de mídia a obra de difamação sistemática até então limitado a blogs e a páginas do Facebook. Fingindo-se de amigos e prometendo ajuda financeira, induziram a Heloisa a esboçar a “carta aberta” à qual eles mesmos deram a redação final, patrocinando-a e distribuindo-a a um vasto público, bem como a órgãos de mídia, alguns dos quais não tiveram escrúpulos de publicá-la e mantê-la no ar a despeito de contradições patéticas do texto e mesmo depois que o crime mais grave ali relatado — ameaças que eu teria feito, de arma em punho, contra alguns dos meus filhos — já tinha sido desmentido em público PELAS PRÓPRIAS VÍTIMAS ALEGADAS, que declararam jamais ter recebido de mim qualquer tipo de ameaça, muito menos a mão armada. Trata-se evidentemente de um CONCURSO DE CRIMES, orquestrado e realizado mediante a manipulação cruel e desumana de uma doente mental. A batalha judicial que isso requer é imensa, ameaçando consumir o meu tempo e todos os meus recursos por muitos meses à frente, atrapalhando um bocado o prosseguimento normal dos meus estudos e do meu trabalho. Por isso peço abertamente a ajuda e a compreensão de todos os meus alunos e amigos e agradeço do fundo do meu coração aquilo que já fizeram por mim e — espero — continuarão fazendo até o fim desse pesadelo macabro.

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Mensagem da Sandra Regina Ouro :

Professor Olavo,

Queria ter escrito antes, mas estava enrolada aqui e não sabia bem o que escrever para te dar um carinho, um pouco de apoio. Daí tive a idéia do que eu vou escrever aqui mas não dava para postar no face porque não ia conseguir escrever em poucas linhas, ia ficar muito grande para um post. Inspirada pelo post do seu filho Davi, em e da Paula Felix, em sua defesa, o que vem a seguir, é a tentativa de narrar um momento agradável que passamos e que para mim teve uma dimensão imensa, que o senhor nem imagina e se eu não te contar, o senhor nunca saberá. Como o senhor gostou do que a Paula Felix postou, de ter ganho muitas filhas, fiquei menos envergonhada de parecer piegas e pueril para o senhor. Tenha paciência com a “qualidade” da escrita.

Meu pai me ensinou a atirar, com uma espingardinha de chumbo, eu devia ter uns onze, doze anos, num terreno baldio que havia do lado da nossa casa. Havia uma casinha velha no meio dele e uma mureta, que talvez possa ter sido uma parede algum dia. O papai colocava latas de óleo de cozinha sobre a mureta para servirem de alvo. Ele ensinava a mim e ao meu irmão, cinco anos mais novo, a colocar o chumbinho, armar a espingarda e atirar. Meu irmão, tadinho, era muito novinho, errava todas. Eu acertava todas e, claro, amei o esporte. Depois meu irmão cresceu um pouco e eu continuava acertando tudo e ele errando quase tudo. Ele ficava doido com isso.

Começou aquela palhaçada de campanha do desarmamento, e eu não podia mais dizer que gostava de atirar, porque isso fazia de mim uma monstra. No entanto, eu tinha aquela lembrança boa, que comecei a acreditar que era um mal instinto mesmo. Passei anos pensando isso. Quando comecei a acompanhar o senhor, descobri as influência do Poder na vida de todos nós, da qual eu não fazia a menor idéia, em vários aspectos, inclusive na importância do desarmamento para o Estado. Mais importante para mim, que coisa mais linda e que libertador, foi descobrir que eu não era anormal nem monstruosa por gostar de atirar com espingardinha de chumbo!

Na data desta foto, fomos visitar o senhor, a Dahise, a Lilian e eu, com uns quarenta livros para o senhor autografar. Desculpa! Não faço nunca mais isso com o senhor! Mas, enquanto autografava pacientemente os livros e conversava conosco sobre resistência civil pacífica e outras coisas, e o senhor nos convidou algumas vezes para a irmos lá no fundo, no range, para dar uns tirinhos. Imaginava que só estava sendo gentil, então eu ficava na minha, por timidez, e não querendo abusar da sua hospitalidade. Por dentro, estava doida para ir lá atirar, por fora tentava parecer uma lady, com cara de monalisa, por educação, fingindo, creio que muito mal, indiferença. Até que o senhor tomou atitude: levantou e falou, vamos lá dar uns tiros.

A gente foi. Graças a Deus!

No caminho para o seu range, a impressionante similaridade da disposição do cenário me deu a sensação de estar fazendo uma viagem no tempo. A casa à direita, árvores a esquerda e ao fundo, aquele barulhinho das folhas no chão sob os nossos pés a cada passo, cheiro de mato. Eu só tinha atirado com chumbinho e, pela primeira vez, iria atirar com arma de verdade.

O senhor perguntou “quem vai ser a primeira? “, o coro das amigas respondeu “a Sandra”. Lá fui eu, nada ofendida. O senhor explicando tudo, me ajudando a segurar a arma. A Winchester, era pesada. Neste momento, um calor me envolveu, era tanta coisa invisível acontecendo ao mesmo tempo, dentro de mim. Prestando atenção ao que o senhor explicava, ansiosa e com um pouco de medo, afinal era uma arma de verdade, saudade do meu pai e ao mesmo tempo felicidade de ter mais um pouquinho dele, ainda que remotamente ali com o senhor, vontade de chorar. Já tinha vivido aquilo, e o senhor, sem saber, me fazendo reviver um dos momentos mais incríveis que eu tive. Tudo parecido, mas tudo novo. Se quando menina a arma era de faz de conta e o pai de verdade, naquele momento era um “pai” de faz de conta com uma arma de verdade. E o que o senhor nos ensina? A apreciarmos a verdade, a realidade. A Verdade, que transcende o tempo e o espaço. Esta é a sua orientação para todos os que se dispuserem a aprender.

Eu nunca fiz aquele exercício de deitar no chão, num jardim ou no mato, que o senhor até menciona no filme Jardim das Aflições, mas acho que esta experiência teve um efeito parecido. E isso da questão das armas, que era importante para mim desde cedo, foi só uma das muitas questões em que, graças a sua influência, eu consegui enxergar para além do que “era permitido”.

O senhor acaba sendo, sem querer, de muitas formas e em muitos sentidos, um pai pai para nós, seus alunos. Um dia eu te conto da minha conversão (ó não! Outro textão!). Se eu tiver alguma chance de ir para o céu, se um dia a gente se encontrar por lá, a responsabilidade é, em grande parte, sua. Não reclame! Rs

Eu tenho muito muito muito o que agradecer, professor Olavo, por tanto que o senhor faz por todos nós e por tanto que o senhor transformou na minha vida. Obrigada por tudo tudo tudo e por ter me dado aquele momento de lembrança, de amor e muito mais que eu não consigo traduzir em palavras. Foi o melhor e maior presente que eu jamais imaginei ser possível ganhar de alguém. Esteja adotado como “paifessor”.

Que Deus abençoe sempre sua vida e de sua família, que eu amo muito também.

Um beijão e um abração para o senhor, extensivo a todos aí, especialmente para a Roxane. Morro de saudades de vocês!

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Um aspecto facílimo de comprovar é que Veadascos e Rossis — agora com a ajuda da minha filha Heloísa — buscam desesperadamente QUALQUER COISA da qual possam me acusar, pouco lhes importando se é grande ou pequena, significativa ou irrisória, real ou irreal, atual ou de meio século atrás. Ciscam como galinhas alucinadas, maliciando e deformando TUDO — fatos ou palavras –, tentando dar a tudo ares de crime e monstruosidade, excluindo “a priori” que algum dia eu possa ter feito algo de bom ou respeitável, por mais mínimo que seja.
O intuito difamatório não poderia ser mais evidente.
Não se trata de “críticas” — pois em parte alguma discutem a minha obra enquanto tal — mas de uma CAMPANHA DIFAMATÓRIA sistemática e persistente.
Qualquer um pode comprovar isso com os seus próprios olhos.

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Mensagem do Luiz Gonzaga De Carvalho Neto e do Tales de Carvalho:

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Meus SETE filhos já desmascararam a farsa das “ameaças a mão armada” — a acusação mais pesada que apareceu na “carta aberta” preparada e patrocinada pelos irmãos Veadascos.
Querem agora que eu desminta também os gemidos de prazer ouvidos à distância, o pedófilo anônimo passador de mão (que a acusadora insiste em proteger), os fetos que depois de mortos e devorados continuam falando quarenta anos depois?
Querem que eu me rebaixe a contestador de puerilidades macabras?

Detalhe: antes de acusar alguém de “omisso” perante um crime, é preciso provar que o crime aconteceu.

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Recordar é viver:

https://www.facebook.com/ojardimdasaflicoes/videos/vb.617393518390274/901454453317511/?type=2&theater

Vocês acham que alguém faria uma declaração dessas sobre um pai psicótico e desumano que o ameaçou de arma em punho?

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Começa a nova série do Brasil Paralelo, que contará a história do Brasil pela primeira vez sem o viés do esquerdismo hegemônico. Para conhecer melhor a história do nosso país, inscreva-se aqui: http://bit.ly/2wQbQpu

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Recordar é viver:

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Mensagem do Percival Puggina

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Da página da Nancy Galvão :

Conheço o Olavo de Carvalho desde 1987. Estava em um período ruim de minha vida, frágil. Fui apresentada às suas aulas, que aconteciam em sua casa no bairro da Bela Vista, em São Paulo. Comecei a frequentar o curso, sem pagar, porque não tinha dinheiro. Era uma casa aberta a quem quisesse estudar, trabalhar. Nunca precisei comer lá, mas muits faziam. Conheci todos os seus filhos, o mais novo, Pedro de Carvalho ainda estava na barriga da Ro. Mudei para o Rio de Janeiro é continuei a frequentar, sem pagar ainda, suas aulas. Nunca significou que ele era rico, ao contrário, ele sempre lutou muito porque enxergava a necessidade do que fazia. Nos fazíamos aulas, ríamos, atravessavamos a noite aprendendo com ele. Não, nunca o considerei um guru, nunca achei que ele fosse perfeito. Nem precisa ser. Minha vida intelectual, pessoal e profissional ficou com outra qualidade depois das aulas dele. Hospedei ele em minha casa, assim como outras pessoas aqui. Depois, ele pagava o aluguel. Passei Natal com ele. Fazíamos Saraus. Enfim, continuo e continuarei ao lado dele e de sua família. Dá para entender que, na falta de quesitos morais e intelectuais, pessoas queiram destruir seu coração, sua alma. Mas, que ele conte com nosso amor, com nosso respeito e confiança. E o que precisar. Um grande beijo Olavo, Roxane Carvalho Leilah Pedro Carvalho

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É claro que não vou discutir com a minha filha nem dizer nada contra ela, mas publico isto só como amostra de que ela não se encontra em bom estado de saúde mental. Leiam com atenção.

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O conjunto “filhos” pode conter algum elemento que não seja um deles?

Também revela confusão mental ela dizer que nem liguei para o seu psiquiatra para saber do estado dela, quando fui eu quem, por meio da Roxane, telefonou a ele pedindo que a atendesse — numa ocasião em que ela estava em plena crise — e depois novamente para saber dos honorários, que ele generosamente se recusou a receber.

É a coisa mais autocontraditória que tenho lido nos últimos tempos.

Que raio de filho é esse, que não entra na lista dos meus porque o gerei, mas porque a Heloísa lhe escreveu o nome?

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Nóis aqui só é bonzinho na frente das visita. Quando elas vai embora nóis só fica comênu feto, fazênu missa negra, provocânu uma guerra mundiar e encostânu revórvi na cabeça das criancinha. Quando uma das visita fica aqui durante uns mêis, nóis passa mar por síndrome de abstinência de ritos satânico.

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A incapacidade de perceber ironia ou sarcasmo é sinal seguro de doença mental.

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Mensagem do Percival Puggina :

Querida amiga Roxane. Estou acompanhando o sofrimento de vcs. Hoje, enquanto lia algumas mensagens que chegavam para o Olavo, em voz alta, para Mariza, engasguei e chorei. Como dói a injúria! Escrevi o texto que segue para ser postado aí. Poderia fazê-lo aqui, mas o assunto ainda não repercutiu e se o fizesse estaria ampliando o círculo da maldade. Se for útil, dispõe dele. Se o caso repercutir aqui, eu o publicarei como contestação. Bjs, meu carinho e orações.
***
Há muitos anos, tantos que não consigo mais precisar quando – mas foi lá pelo início dos anos 90 – recebi um convite do Olavo de Carvalho para reunir-me com ele e outras pessoas em São Paulo. Iríamos conhecer-nos e trocar ideias sobre os rumos do Brasil. Estranhei o convite porque eu era apenas aquilo que ainda sou, um discreto colunista provinciano interessado em Política. Como um filósofo do centro do país, com brilhantes artigos publicados assiduamente nos principais jornalões, havia tomado conhecimento da minha modesta existência? Até hoje não sei a resposta e não a obtive sequer quando compareci àquele e a outros encontros que se seguiram, em São Paulo e Curitiba. Nesses encontros conheci, entre outros, a Graça Salgueiro, o Heitor de Paola, o José Monir Nasser e o Nivaldo Cordeiro. Convivi com ele e sua família quando, morando em Curitiba, convidou-me para gravarmos um programa de TV com a participação do saudoso José Monir sobre meu livro “A tragédia da Utopia”. Se, por um lado, nesse breve convívio, conheci um sábio que passou a influenciar fortemente minha formação – ainda que nunca tenha sido formalmente seu aluno -, por outro conheci sua família, dormi na casa deles onde fui acolhido de modo doce e amável pela Roxane e pelos filhos, então pouco mais que adolescentes. Vi um lar como poucos, uma usina de amor e sabedoria (mais ou menos a mesma coisa, não?) que alguns anos mais tarde, desde a Virgínia, iria se derramar em proporções inimagináveis pelo país inteiro e mundo afora. Assisti isso acontecer com reflexos e numa proporção que só Deus conhece. Alunos do Olavo multiplicam-se por toda parte. No meu amado grupo de estudos, que há bom tempo se reúne semanalmente na minha casa, quase todos são alunos do Olavo. Jovens e idosos, nos vários ambientes que frequento, o mencionam, intuindo uma conexão que resiste à distância e aos muitos anos sem nos vermos e sem nos falarmos. Sinto que o Brasil ficou melhor graças a Olavo de Carvalho, de longe o intelectual que mais o influenciou positivamente no século 21. Durante anos li como quem come mel, lambuzando-me, os artigos que o Olavo escrevia para a principal página de opinião de Zero Hora dominical. Quando ele se desentendeu com a editoria do jornal, em 2006, ZH convidou-me para substituí-lo. Lembro que hesitei e, por isso, escrevi a ele, sabendo-o incomodado com o tratamento que recebera. A resposta que me enviou fala de sua grandeza de alma: “Fico feliz que sejas tu a defender aí nossas posições”. E foi o que tratei de fazer nos onze anos subsequentes. Enfim, escrevo estas linhas ferido, como milhares amigos, alunos e admiradores do Olavo com a injúria de que foi vítima. Dói-me a dor que ele expressa nos breves textos destas últimas horas. Dói-me. Trancou-me a voz ler a carta do filho Pedro. Se a pessoa que o acusa está perturbada, e o relato que faz é desmentido por todos os irmãos, aqueles que a incitam sabem o mal que fazem e são movidos por sentimentos tão desprezíveis que deveriam ser desprezados.
Difamar o Olavo é uma tarefa impossível porque sua fama supera toda falsidade. Mas a injúria fere, faz sangrar o coração e meu amigo sofre com isso. Caiu-lhe nos ombros uma cruz. Que o Senhor do bem, com nossas orações, lhe faça mais leve o peso no corpo e no espírito.

*

Da página do Davi de Carvalho :

Nos porões da minha vida.

Agora há pouco, tive a infelicidade de ler um texto da Sei-lá-o-que Macedo, que dizia que minha mãe, meus irmãos e eu, morávamos no porão da casa da Vicente Prado.
Na verdade, nós vivíamos pela casa inteira. O escritório do meu pai era a parte mais reservada da casa, mas mesmo assim, ele nunca nos impediu de entrar.
Certa vez, eu e o Tales fizemos uma poção de molho inglês com shoyu, esquentamos e colocamos na xícara dele. Chegamos no escritório, como os melhores filhos do mundo, e entregamos a xícara para ele, que foi logo tomando um generoso gole. Ele imediatamente cuspiu todo em cima da mesa e exclamou: “que porra é essa? O que vocês fizeram?”. Nós saímos correndo e gargalhando pela casa. Ele nunca nos deu uma bronca por causa disso, mas aposto que até hoje ri dessa história.

Outra situação que sempre acontecia: nós tirávamos absolutamente todos os livros da estante, e montávamos um labirinto para o gato passar, colocando, muito estrategicamente, uma sardinha ao final do trajeto. Da mesma forma, nunca levamos uma bronca. Depois que o gato completava seu percurso, meu pai pacientemente juntava todos os livros e colocava de volta na estante.
Foi mal pela bagunça, Pai.

Mas, voltando ao que interessa: o porão.
O porão da casa da Vicente Prado era bem grande. Ou talvez eu fosse muito pequeno. Lá tinha uma sala de aula e várias cadeiras, de metal com assento plástico. O Gugu, o Tales e eu, como bons anjinhos que eramos, empilhávamos todas elas em um canto, com almofadas, cobertores e lençóis, e passávamos horas brincando de alpinista. De novo, nenhuma bronca.

Além desse porão, acho que a Sei-lá-o-que Macedo deveria saber que houve outro porão na nossa vida: o da casa da Escola Júpiter.
Alguns alunos compraram, sebe-se lá o motivo, vários sacos com pequenas bolinhas de isopor. Esse porão, acho eu, não era tão grande, então nós abrimos todos os sacos e espalhamos tudo, para brincar de piscina de bolinha. Não contentes, o Gugu teve a brilhante ideia de nos molharmos com a mangueira e mergulharmos nas bolinhas, para brincar de homem das neves. Fizemos exatamente isso, e fomos até o gramado para mostrar para o meu pai e… Bom, não preciso dizer que foi parar bolinha por todos os lados.
O que ele nos disse? “Vocês vão juntar todas essas bolinhas do gramado.”
Nessa hora, a brincadeira perdeu a graça, e nem preciso
dizer que essa foi a última vez que o homem das neves foi visto.

Em nenhuma dessas vezes nós levamos bronca, castigo ou qualquer coisa parecida. Em nenhuma dessas vezes, meu pai estava armado e nos ameaçou. Pelo contrário, ele sempre deu risada, como tenho certeza que vai fazer quando terminar de ler isso.

*

Depois de o Paulo Porcão, que posava de católico tradicionalista, confessar que é comunista, só faltava mesmo os Veadascos e o Caraio Rossi, que também se fingem de “defensores da fé”, se aliarem a essas fortalezas do petismo que são o Brasil 171 e o Diário do Cu do Mundo. Todos, com o tempo, acabam se revelando.

*

QUEM, senão psicopatas consumados, pode alegar como prova de crime um processo em que o réu foi INOCENTADO PELA JUSTIÇA?

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Acabo de ler, mas não posso divulgar, a mensagem que o meu filho Tales de Carvalho enviou ao nosso amigo comum Pe. Luis Luís Filidis.
É uma demonstração de respeito e amor filial que atesta, acima de quaisquer diferenças de opinião em matéria religiosa, a boa índole e o coração nobre desse meu filho querido, que nunca me causou dor senão a da saudade.

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Da página do Antonio Emilio Angueth de Araujo:

quinta-feira, setembro 21, 2017

O Olavo de Carvalho também apontou uma arma para mim. Só que ele atirou!

Dizem por aí que uma filha do Olavo anda dizendo que ele apontou uma arma para ela, e outras coisas mais.

Para mim, ele apontou não uma, mas várias, durante anos, desde 1999. A primeira bala que me atingiu foi um livrinho sobre erística, que naquela época era palavrão para mim. Feriu-me profundamente; feriu minha enorme ignorância. Depois, esse atirador de elite, um verdadeiro snipper, me feriu com o Imbecil Coletivo. Como eu era professor universitário, me senti incluído no coletivo e me achei bastante imbecil. Meu amor próprio, a tal auto-estima, foi para o hospital. Outro petardo veio com o Jardim das Aflições, que me causou várias aflições. Com mais de quarenta anos e com dois filhos para criar, eu não podia ficar muito tempo no hospital e esperava que o Olavo tivesse pena e parasse de me atirar. Mas não. Ele continuava semanalmente com seus artigos em vários jornais nacionais e com vários livros: sobre o futuro da inteligência brasileira, sobre os quatro discursos de Aristóteles, etc. Tudo parecia se destruir frente a chuva de balas que me atingia. Esse cara é, na verdade, um exército em posição de ataque.

Como não conseguia sair do hospital, levei meus filhos para lá e eles começaram a levar balas. Com o tempo, com os cursos e os vários livros que lemos, descobrimos que estávamos no Brasil e não no hospital. A percepção do Brasil como hospital foi nossa maior descoberta. Descobrimos também que não havia médicos nesse hospital, exceto o Olavo. Aquelas balas, que sentíamos como balas, eram os remédios amargos que ele nos fazia tomar, para nos curar.

Pouco a pouco, começamos a melhorar. Não saímos do hospital, pois ele é muito grande, mas agora tomamos as balas, ou melhor, os remédios, com gratidão, com afeto. Um dia, quem sabe, seremos também bons snippers.

Que Deus abençoe o grande Olavo!

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No meio de tantas invencionices difamatórias grosseiras que os Veadascos e seus parceiros colocaram em circulação, era impossível que, aproveitando-se da situação, não aparecesse pelo menos um cúmplice com ares de intelectual, tentando dar à difamação as cores róseas de uma contestação respeitável.
Não sei quem é o autor da porcaria enfeitada (v. https://www.facebook.com/AcaoAvante/posts/1525957147491223), mas, como se trata de um comunista de velho estilo, devoto confesso de Josef Stalin e hostil à esquerda “diversitária”, suspeito que seja aquele rapaz que aparecia em vídeos do Youtube vestido de soldadinho russo, coisa mais linda.
Eis aqui algumas acusações que o assanhadinho me faz:
1) “No livro ‘Aristóteles em Nova Perspectiva’, Olavo copia a tese central do filósofo e professor italiano Giovanni Reale.”
RESPOSTA: Desafio o cidadão a me mostrar livro e página onde o prof. Reale, ANTES OU DEPOIS DE MIM, tenha enunciado a tese central do meu livro, isto é, que a Poética, a Retórica, a Dialética e a Analítica sejam partes de uma ciência única do discurso, subentendida nos textos de Aristóteles. Ele não cita NADA. Joga a acusação no ar, com a esperança de que acreditem na sua mera palavra.
2) “Aliás, Olavo se gaba de ter sido o primeiro a divulgar a figura de Eric Voegelin no Brasil, o que também é mentira.”
RESPOSTA: Como posso ter-me gabado disso, se na página 368 de “O Jardim das Aflições”, de 1995, cito como fonte o livro do meu falecido amigo Nelson Lehmann da Silva, “A Religião Civil do Estado Moderno”, publicado DEZ anos antes, a primeira tese consagrada a Eric Voegelin por um brasileiro?
O que afirmei, sim, foi que fui o primeiro a difundir a obra do filósofo alemão NA GRANDE MÍDIA, o que é verdade estrita.
3) “Olavo não faz plágio apenas com conservadores. Foi dos marxistas da primeira metade do século XX que ele roubou o termo ‘paralaxe cognitiva’, que vende como seu. Slavoj Zižek, filósofo marxista contemporâneo, aborda a paralaxe cognitiva num estudo recente, citando os pensadores marxistas responsáveis pela criação do termo.”
RESPOSTA: Num artigo de ONZE anos atrás (http://www.olavodecarvalho.org/o-futuro-da-pustula/), já expliquei que entre a “paralaxe” tal como a entendo e tal como aparece entre os marxistas, principalmente Zizek, há apenas uma coincidência de termos, encobrindo conceitos totalmente diferentes e até antagônicos. Eis o que escrevi na ocasião:
“A paralaxe assim definida é um fenômeno específico, perfeitamente distinto, identificável historicamente.
Por isso mesmo convém explicar que esse fenômeno não tem nada a ver com aquilo a que o filósofo esloveno Slavoj Zizek (creio que isto se pronuncia Tchitchék) dá o mesmo nome no seu recente livro ‘The Parallax View’ (MIT, 2006), que ele próprio considera o seu magnum opus. Paralaxe, para Zizek – autor bem conhecido no Brasil desde a edição de duas das suas obras pela Boitempo –, é a descontinuidade entre uma coisa e a mesma coisa vista sob outro aspecto qualquer. Por exemplo, as regras monásticas de São Bento e a conta de telefone de um mosteiro beneditino. Ou o conteúdo deste artigo e os problemas matrimoniais do jornaleiro da esquina. Ou a filosofia de Slavoj Zizek e a fórmula da tinta com que seu livro foi impresso. Zizek acredita piamente que o exame de qualquer idéia sob um ângulo paralático tem o poder de revelar os pressupostos ocultos dessa idéia — um método que subentende a total indistinção entre as conexões lógicas e as curiosas coincidências. Entre os moleques da minha escola, chamávamos a esse tipo de investigação “o estudo da influência das barbatanas de tubarão nas marés”, mas creio que nisso ainda estávamos mais perto de alguma continuidade efetiva.
A paralaxe como a entende Zizek já era conhecida pelos antigos gregos, que a denominavam ‘metábasis eis allo guénos’, confusão de gêneros, e abandonaram o seu estudo por não querer dispersar neurônios com uma coleção infinita de semelhanças e diferenças irrelevantes. Aristóteles, com sua distinção entre os significados múltiplos do ser, e Leibniz, com a observação de que cada mônada contém em si a infinidade de suas diferenças para com todas as outras, disseram tudo o que havia para dizer de importante a respeito. Mas Zizek acredita ver em cada exemplo de paralaxe (no sentido dele) uma antinomia absoluta, insuperável dialeticamente, o que leva, em última instância, a admitir que a impossibilidade de fazer um gato empalhado miar é um problema filosófico tragicamente sério.
Para alívio geral da inteligência humana, no entanto, em muitos casos a descontinuidade alegada por Zizek não existe a não ser para quem imagina que ela existe. O exemplo mais lindo é o que ele chama de “paralaxe vaginal”. Sob esse nome ele designa a existência de um “abismo ontológico absoluto” entre a vagina considerada como canal do prazer e como conduto do parto. Esse abismo pode ser um problema para quem sinta dificuldade de ereção quando pensa em tornar-se pai, mas, nós, que já nos acostumamos com a idéia, não precisamos nos preocupar com ele de maneira alguma, de vez que até as prostitutas de rua se permitem ignorá-lo solenemente quando nos convidam a fazer nenéns. Na verdade, a síntese dialética entre os dois aspectos da vagina não somente existe como também – quem diria? — já foi descoberta pela ciência: chama-se “gravidez”.
No fundo, porém, acho a filosofia de Zizek perfeitamente razoável. Como o objetivo que ele busca declaradamente atingir com ela é a restauração do materialismo dialético, o apelo a um método desesperado é uma simples questão de lógica. E, como ele mesmo afirma que a única razão para adotar esse método é “a decisão política” de fazer isso, temos de admitir que ele está no pleno uso das suas garantias constitucionais. Nos tempos em que o materialismo dialético era doutrina oficial na Eslovênia, ele seria fuzilado se dissesse que para justificá-lo era preciso ir tão longe. Mas, numa democracia, é direito do cidadão fazer o que bem entenda com a sua própria filosofia.
O que não creio de maneira alguma é que exista descontinuidade ontológica absoluta, ou mesmo relativa, entre as doutrinas de Slavoj Zizek e o fato de que ele seja um dos filósofos prediletos do dr. Emir Sader, mentor da Boitempo. Ao contrário: eu diria até que eles foram feitos um para o outro.”

***
Será preciso contestar o resto? Acho que não. TRÊS falsas acusações de plágio num só artigo já bastam para mostrar que o autor, intelectualmente presunçoso o quanto seja, não passa de um veadasco com talquinho no bumbum.

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Mensagem do Silvio Grimaldo :

Em 2006, fui visitar o professor Olavo de Carvalho e sua família em sua casa na Virgínia. Eu já era seu aluno desde 2002, mas nunca tivemos qualquer contato fora do auditório da É Realizações, em São Paulo. Eu era apenas mais um das centenas de alunos desconhecidos do Seminário Permanente de Filosofia e Humanidades. A visita deveria durar dois dias, mas acabei morando com eles por 8 meses. Desde então, minha vida é um vai e vem aos EUA, e a casa do Olavo, da Roxane, da Leilah, do Pedro, da Dona Olga, da Tiffany e dos bêbes tornou-se também a casa do Silvio Grimaldo. É minha segunda casa. Ou melhor, meu segundo lar. Não só porque sou um folgado que não tomou a dose diária de Semancol, mas porque desde o dia em que coloquei os pés ali, fui recebido e tratado como um membro da família.
Se alguém me pedisse para resumir o que presenciei e vivi no seio dessa família, eu diria o seguinte: ali encontramos o amor e a generosidade. Olavo de Carvalho é certamente a pessoa mais generosa que já conheci, e sua família lhe segue o exemplo de perto. É um homem extremamente afetuoso com a esposa, com os filhos e com os amigos. E também com os desconhecidos. Nunca vi ali uma briga, uma palavra ríspida, um comentário amargo. Não estou dizendo que não existam dificuldades, problemas, crises, tretas. Estou dizendo que o amor e a generosidade superam tudo, inclusive esse episódio grotesco em que uma trupe de bandidos exploram uma incapaz para tentar destruir um terceiro.
É justamente por isso, por conta do coração sem igual do nosso professor, que para cada dois Velascos que surgem de uma nuvem de enxofre com historinhas fantasiosas, levantam-se dois mil desconhecidos, anônimos, com uma história real de como o Olavo mudou suas vidas, de como os salvou da degradação em que estavam e lhes ajudou a encontrar um caminho para Deus e para a verdade. Todos nós que recebemos a vida de volta graças ao Olavo somos também seus filhos. E estamos muito agradecidos por isso tudo.
Um amor dessa magnitude, que construiu uma família de milhares de irmãos espalhados pelos quatro cantos do mundo, que procuram viver de acordo com o bem e com a verdade, certamente atormenta o Diabo e o deixa 227% putaço. Mas ele que fique lá xingando muito no twitter e se lamentando dessa puta falta de sacanagem. Nós seguimos em frente, admirando cada vez mais o cada vez mais foda Olavo de Carvalho.

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Da página da Beatriz Kicis :

Quem tem ou teve um dia a Graça de conhecer Olavo de Carvalho e Roxane Carvalho de perto conhece o amor que sua família inspira em cada um de nós. O clima é de aconchego, alegria, carinho e muita celebração pela vida, apesar e acima de todas as dificuldades e loucuras que esse mundo abriga. Amo vocês e vocês são uma fonte de inspiração e ensinamentos para milhões de indivíduos dispostos a crescerem e a aprenderem. Fiquem em paz.

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Tem gente na internet assegurando, a sério, que eu não ter ficado traumatizado com leves bolinações sofridas na infância é prova de que defendo a pedofilia.
De fato, repito: o doidão no cinema e a véia no ónibus não me amedrontaram nem um pouco. Deveriam?
A hipótese de que eu fosse inocente demais para me assustar com essas coisas nem passa pela cabeça dessa gente.
De novo, Yeats tinha razão:

The blood-dimmed tide is loosed, and everywhere
The ceremony of innocence is drowned;

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Para muita gente nesta sociedade, a inocência infantil se tornou IMPENSÁVEL.

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Não ser palhaço o suficiente para ficar choramingando traumas de infância aos setenta anos de idade é hoje o crime dos crimes. O modelo Lula — “menino pobre no Nordeste, ai ai ai” — virou norma.

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Contei aqui, tempos atrás, a história da nobre alemã Amália von Graffen, que morreu no Brasil na mais deplorável miséria, nos anos 60. Hoje meu irmão me telefonou retificando um episódio: o marido dela parece não ter morrido na guerra, como pensei. Foi para a Alemanha lutar um duelo, venceu, mas morreu num naufrágio quando voltava ao Brasil. A família von Graffen remonta ao século XIII.

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Da página do Alvim Neto :

Desde pequeno, sempre busquei as coisas superiores do espírito, na tentativa de superar o meio medíocre em que vivia.
Em 2011, por meio dos seus palavrões no True Outspeak, conheci o professor Olavo. Em um vídeo de pouco mais de dez minutos, pude ver a sinceridade desse grande homem, uma segurança pessoal que eu jamais tinha visto.
Encantado, em 2013 entrei para o seu Curso Online de Filosofia, daí minha vida mudou completamente. Foi um total divisor de águas. Minha mãe, especificamente, sempre me afirma que o Olavo me mudou para melhor.
Hoje, sou um jovem mais consciente, o que me leva a tomar decisões mais corretas e sensatas. E é incrível como várias portas vão se abrindo quando o espírito busca retamente a Verdade.
Nunca serei suficientemente grato ao professor Olavo por ter me mostrado a obra de José Geraldo Vieira, Platão, Aristóteles, Mário Ferreira dos Santos e mais uma enorme lista de grandes homens, e por ter despertado em mim o interesse pela língua portuguesa e pela língua francesa, língua que me dá acesso a praticamente toda a literatura ocidental.
Desculpem-me, mais não possuo palavras adequadas para agradecer a esse grande homem que é Olavo de Carvalho. Talvez eu tenha que sair por aí, durante anos, no meio da rua, fazendo caridade para agradecer a Deus por ter conhecido tamanha generosidade e inteligência em uma só pessoa.

20.9.2017

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Bravo, Nando Moura !

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Prometi não examinar em detalhes a mensagem Heloísa-Veadascos para não ter de remexer episódios deprimentes das vidas de algumas pessoas que hoje estão velhas, doentes e moribundas. Limitei-me, pois, a esclarecer uns pontos que receberam destaque na mídia. Entre eles, um que me chamou a atenção foi este: Por que, no texto da mensagem DESTINADA À MÍDIA a signatária se alardeia vítima de “abuso sexual”, e deixa para um discreto post no Facebook a singela confissão de que não foi bem isso, de que apenas lhe passaram a mão na bunda? Notem bem: passar a mão na bunda de uma criança pode ser um gesto impróprio, mas cuja intenção erótica é absolutamente impossível de provar, por mera inexistência de um corpo de delito. Pior: se houvesse essa intenção, como poderia percebê-la uma menina de nove anos numa época em que ninguém falava de “direitos sexuais das crianças” e na qual não havia nem o programa da Xuxa para assanhar a meninada? Então aquilo que diante do grande público se proclama como crime ostensivo e patente se mostra, mais em privado, como uma dúvida envolta em ambiguidades. A única coisa ostensiva e patente, aí, é a ânsia de produzir efeito com uma triste escassez de causas.

P. S. – Ainda aguardo o nome do passador de mão.

Olavo de Carvalho Pode ser até — admito como pura hipótese — que na época alguém tenha me falado da passada de mão. Mas é claro que eu não poderia nem dar queixa na justiça por um crime tão evanescente — e, se fosse tomar satisfações do acusado, sem provas nem testemunhas, seria eu o autor de crime. Não havia, pois, nada a fazer.
Pode ser a isso que a mensagem se refere ao dizer que a Heloísa sofreu “abuso sexual” e não a defendi.

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Lembro-me de que até já contei aqui que aos dez ou onze anos fui bolinado por um pedófilo numa sessão de cinema no auditório de uma igreja. Na época eu não tinha a menor idéia do que fosse erotismo, e por isso nem me assustei nem me ofendi com a atitude do cidadão, a qual me pareceu apenas despropositada e esdrúxula ao ponto da total comicidade. Foi só quando, rindo, contei a coisa aos meninos mais velhos e eles foram correndo denunciar ao padre, que percebi, vagamente, ter sido vítima de algum negócio não muito lícito.
Mais tarde uma véia me agarrou no ônibus para Ibitinga e, mesmo já tendo mais conhecimento do assunto, novamente não fiquei assustado nem ofendido, apenas achei aquilo uma chatice dos diabos e dei graças aos céus ao desembarcar do ônibus.
Até hoje eu me acharia ridículo se saísse me alardeando vítima de abuso sexual em qualquer desses dois casos. Só fui vítima de encheção de saco.

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Ninguém jamais foi ao Instituto Médico-Legal mostrar as cicatrizes de uma passada de mão.

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A última coisa que esperei da vida foi que uma filha minha viesse a servir de escudo humano para um esquadrão de mosquitos.

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Da página do Elpídio Fonseca :

São Paulo, setembro de 2017.

Em meio ao alarido dos vira-latas que, fundados em boatos e fofocas de detratores psicopatas, tentam, em vão, manchar a honra do Professor Olavo de Carvalho, cometendo contra ele crimes de calúnia, injúria e difamação, por serem incapazes de refutar, uma que seja, algumas das muitas contribuições dele à filosofia, desponta, insofismável, esta verdade:

Não tivesse o filósofo Olavo de Carvalho, nos últimos anos:

– ministrado 400 aulas (até agora) no Curso Online de Filosofia;
– escrito onze livros originais;
– elaborado o curso História Essencial da Filosofia.
– reunido, em livro, sete volumes (até o momento) seus artigos escritos no Diário do Comércio;
– ministrado centenas de aulas nos Seminários de Filosofia, entre os anos de 1997 e 2002, em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Paraná, no Rio Grande do Sul;
– escrito dezenas de orelhas e apresentações dos maiores escritores brasileiros;
– transmitido, durante 5 anos, o programa True-Outspeak, programa, à época, de maior audiência do site Blog Talk Radio;
– participado de dezenas de debates, um deles com Alexandre Dugin, do qual saiu vencedor, tendo tal livro sido publicado no Brasil e na Romênia, lá estando entre os mais vendidos.
– participado de dezenas de conferências pelo Brasil afora.
– escrito o livro, editado por Felipe Moura Brasil, O Mínimo que você precisa saber para não ser um idiota, lançado pela Record, com mais de 300 mil exemplares vendidos, a despeito do boicote total que lhe fez a imprensa, não o divulgando;

Não tivesse ele feito nada disso, e somente o ter dado a conhecer, ao público brasileiro, há vinte anos, em 1997, com O futuro do Pensamento Brasileiro (Autor) e há dezoito anos, 1999, com As seis doenças do espírito Contemporâneo (autor, Constantin Noica, tradutores Fernando Klabin e Elena Sburlea, sendo suas a introdução, edição, notas e comentários) os maiores autores romenos da geração anterior e da atual, e já seu nome mereceria figurar como o de restaurador da alta cultura do Brasil.

De fato, se, como aluno de Olavo de Carvalho, eu não tivesse ouvido falar dos autores romenos mencionados em aula, certamente não teria tido meu interesse despertado para o estudo desse idioma, há dezessete anos atrás, e o público brasileiro não teria tido acesso a autores como: Constantin Noica, Nicolae Steinhardt, Gabriel Liiceanu, Andrei Pleşu, Vladimir Tismăneanu e Lucian Blaga.

E isto é apenas um pequeno nicho dos interesses do Professor Olavo de Carvalho, para não mencionar a divulgação, para um público amplo, das obras de Eric Voegelin, inter alii.

Enquanto o Professor Olavo de Carvalho produz obras de tal envergadura, que faz a cainçada? Obra, obra, obra o excremento de que se alimenta no monturo em que vive, e para cima do qual não consegue olhar….

Que, a despeito dos ladridos ao redor, Nosso Senhor Jesus Cristo o guarde, Professor Olavo de Carvalho, por muitos anos e bons, dando-lhe força, coragem e bom-humor para continuar nessa sua grande missão recivilizadora do Brasil!

Um abraço do aluno Elpídio Fonseca.

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Do meu amigo John Haskins (mensagem enviada aos membros do Interamerican, complementando a resposta ao Julio Soumzero, que publiquei ontem nesta página):

If you read Julio Severo’s spectacular rumor-mongering against Olavo please read my reply on Olavo’s behalf.

If this attack were upon me, I might not even bother debunking it, though it’s quite repugnant.

It is in part borrowed (with shameless opportunism) by Julio from allegations in a very public character assassination being attempted in Brazil to discredit Olavo.

Those behind the accusations which Julio is spreading vengefully are people apparently backed by the spectacularly corrupt regime which has deep ties to the communist regimes in Cuba and Venezuela, the FARC Marxist narco-mafia which controls much of the narcotics distribution in the Western Hemisphere, etc, etc….

According to Olavo, a major Brazilian magazine has published his rebuttal, which already has attracted some half-million readers online. Olavo is a major intellectual figure and pundit there, and has done much to discredit the crypto-communist narco-mafia government.
Some of you know all this, but others may not.

In my original reply (below, from June 2016) to Julio’s previous outing, I answered his attempt to use Olavo’s views of the Inquisition to discredit Olavo among Protestant friends and colleagues. As far as I know, Olavo doesn’t deny Catholic burnings of “heretics” like Jan Hus, John Wycliffe, etc. and he told me last year he doesn’t deny the French massacre of the Huguenots. Jeff Nyquist (a Protestant) lent support (farther below) to Olavo’s conclusions.

To whatever degree Olavo’s conclusions are historically correct, they are views of history, based on sources. Rational people will not anathematize a person on such a basis. But Julio, whose life seems overly dedicated to asserting that Pentecostalism represents God’s most sublime achievement and to discrediting Calvinists, Catholics and others who don’t speak in tongues and cure leprosy, has a deeply bruised ego that won’t heal..

Below, unfortunately, I’m’forced to first debunk Julio’s strained portrayal of me as his erstwhile accomplice in this foolishness. I doubt most of you will want to read that — except possibly if you read the rumors he’s spreading about Olavo’s family life and research interests decades ago and need help judging Julio’s value as a bearer of tales. I’ll try to be fair to Julio.

[MORE IMPORTANTLY, in a separate e-mail I’ll answer, on Olavo’s behalf, the new ad hominem slander that poor Julio has seized upon and is trafficking around.]

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Testemunho do Pe. Luís Filidis :

TESTEMUNHO OLAVO DE CARVALHO
Creio que conheço Olavo de Carvalho há quase 30 anos. Meu professor de Tai Chi Chuan, William Kawasaki, fez questão que eu fosse conhecê-lo na época e hoje entendo os motivos. Além de sua inteligência e cultura inigualáveis foi sempre generoso e amigo, como um pai, ensinando por palavras e por exemplos. Me acolheu e acudiu em momentos cruciais. Devo a ele a minha vida. Ele próprio e todos os meus amigos e familiares sabem disso. No entanto o mais notável poucos sabem. Olavo é responsável pela conversão de CENTENAS de pessoas que atendi e atendo pastoralmente PESSOALMENTE em três estados, fora outras inúmeras de que tenho conhecimento por todo o Brasil. Estas pessoas estavam perdidas e fora da Igreja, ou em estado de tibieza de fé, ou ainda praticando outras religiões contrárias à fé católica. Não apenas aderiram ao Cristo como também experimentaram uma verdadeira mudança de vida. Uma metanóia. Algo notável testemunhado não apenas por elas mesmas como também por seus familiares e amigos. A conversão de almas promovida pelo Olavo eu só vi num lugar: na biografia dos grandes santos. As mesmas biografias que contam como foram difamados e caluniados. Só se atira pedra em árvore que dá frutos. Que Deus te recompense regiamente por todas essas conversões, querido amigo. Deus te abençoe.
“Matarei os seguidores dessa mulher, e todas as igrejas saberão que Eu Sou aquele que sonda mentes e corações, e portanto, retribuirei a cada um de vós de acordo com as vossas obras”. Ap 2, 23
“Mas o Filho do homem virá na glória de seu Pai, com os seus anjos, e então recompensará a cada um de acordo com suas obras” Mt 16, 27

Luís Filidis : Obrigado, queridissimo amigo, e se você se encontrar com o William, diga que me lembro dele sempre com admiração e carinho.

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Crônica do Paulo Antônio Briguet — como sempre, uma obra de arte:

OS FILHOS DE OLAVO

Olavo de Carvalho salvou a minha vida. Graças a ele, voltei para a Igreja e passei a amar a verdade, condição essencial para amar a Deus. Face aos ataques perniciosos que ele vem sofrendo nos últimos dias, cujo propósito evidente é atingir o seu coração com as armas da inveja, republico aqui a crônica em homenagem aos seus 70 anos, que saiu na Folha de Londrina no dia 28 de abril deste ano. Somos todos filhos de Olavo.

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Há alguns dias, depois de participar de um debate em Harvard, o filósofo brasileiro Olavo de Carvalho foi jantar com a esposa Roxane e um pequeno grupo de amigos no Restaurante Sem Nome (No Name Restaurant), que serve frutos do mar no mercado central de Boston. Lá foram atendidos por um velhinho grego que é, ao mesmo tempo, dono e garçom da casa. Como uma equipe de TV pediu para fazer uma entrevista com Olavo no local, o proprietário do restaurante percebeu que se tratava de uma pessoa “famosa”.

Depois da entrevista, o velhinho grego se aproximou de Olavo e, com muita discrição, perguntou em inglês quem ele era. Olavo respondeu com a habitual gentileza e convidou o proprietário a sentar-se. O rosto do homem se encheu de surpresa:

— Olavo de Carvalho, o filósofo?

— Sim, sou eu mesmo.

Então o velhinho começou a chorar.

Na juventude, o velhinho havia estudado filosofia. Tempos atrás, ele recebera pela internet um artigo sobre religião, traduzido para o inglês, e havia dado para o filho ler. Após a leitura do texto, o moço decidiu voltar à Igreja, da qual estava afastado por muito tempo. O dono do restaurante fizera questão de guardar o nome daquele autor que tanto bem fizera ao seu filho. Era Olavo de Carvalho, “brazilian philosopher and writer”. E agora, por uma incrível sorte, o homem estava ali, diante dele!

Conto essa pequena história verídica para ressaltar uma das realizações menos lembradas do meu amigo e professor Olavo de Carvalho: ele é responsável por um número incalculável de conversões religiosas. O trabalho de educação intelectual clássica que ele faz provoca, não raro, um despertar espiritual em seus alunos. Os casos de pessoas que voltaram à Igreja depois de ler seus livros e assistir às suas aulas poderiam encher esta página.

Assim como existiu a Lista de Schindler, existe uma Lista de Olavo, composta pelas pessoas que o filósofo reconduziu à Igreja, por meio da alta cultura e do estudo dos clássicos. Assim como há os “judeus de Schindler”, há uma quantidade espantosa de “cristãos de Olavo”, que graças ao filósofo se libertaram de suas amarras ideológicas e ateísticas.

Aqui vale a pena lembrar a frase de Nassim Taleb: “Nunca espere condecorações por dizer a verdade”. Se você busca o aplauso das elites acadêmicas, fazer parte da Lista do Olavo não é um bom negócio. Mas, se você procura o conhecimento e a contemplação da verdade, vale muito a pena.

Hoje em dia as pessoas falam muito de listas vergonhosas, como a da Odebrecht. Na Internet, de vez em quando, pipocam as listas de “verdades e mentiras”. Pois eu vou contar aqui uma simples verdade: com modéstia, mas também com orgulho, pertenço à Lista do Olavo.

Amanhã, 29 de abril, Olavo de Carvalho completa 70 anos. O trabalho que ele fez pelo resgate da alta cultura no Brasil é comparável a uma Operação Lava Jato do espírito. Deveríamos estar tão agradecidos a ele quanto o velhinho grego do Restaurante Sem Nome.

Mensagem do Pedro Ferraz :

Olavo de Carvalho, o professor do Brasil.

Cheguei hoje de viagem e só agora vi como a semana foi triste para o meu velho professor.

Não consigo imaginar quão vazio pode ser o dia de uma pessoa que decidiu devotar a própria vida para maldizer um senhor que simplesmente dá aulas para quem vai atrás dele. Olavo não está na rede pública de ensino, onde as crianças seriam obrigadas a ouvi-lo; Olavo não está na academia, onde os professores em formação seriam obrigados a aprender com ele; Olavo não está na TV, onde o povo passa o seu tempo livre. Olavo só ensina quem o busca e ainda assim a sanha dos maus é tanta que acreditam ser ele o mais terrível perigo para o país.

Há dez anos, quando comecei a conhecê-lo, a internet não era como é hoje. Não havia centenas de sites e páginas difundindo verdades históricas, demonstrando os planos globais de corrupção da inteligência e desmascarando acordos políticos diabólicos. Há dez anos só havia Olavo, que, sabe-se lá como, sobrevivera.

Mesmo existindo ainda alguns bons grupos conservadores, nenhum conseguiu atingir o público que o professor alcançou, muito menos ensinar com sua absoluta didática. Todo o panorama de conservadorismo crescente que vemos hoje não seria possível sem o sacrifício persistente do meu velho professor. Por isso o amo tanto. O homem sozinho mudou uma nação inteira, ele sozinho demonstrou o poder transformador da verdade. Que Nossa Senhora continue a usá-lo por longos anos.

Cedo ou tarde a história reconhecerá Olavo de Carvalho como o professor do Brasil e os intelectuais brasileiros o chamarão para sempre de pai.

Roxane Carvalho e sua família estão todos os dias nas intenções das minhas orações e desejo de todo o coração que Maria Santíssima os santifique copiosamente. Aguardo ansioso o dia em que terei condições de visitá-los.

Um forte e filial abraço dos seus alunos mais bonitos, Pedro e Karina Ferraz.

*

Mensagem da Moema Viana, uma queridinha:

Olavo de Carvalho como definir um homem desses? Impossível. Só posso agradecer a Deus pelo professor, filósofo, amigo e pai que ele é para mim e para todos os alunos. Foi esse homem que me estendeu a mão quando mais precisei, que acreditou em mim, e que me fez voltar a Cristo. Entre tantas qualidades sem dúvida a mais bonita é que o Olavo é um pescador de almas. Sim, a preocupação maior dele sempre foi nos fazer buscar a Cristo. É pecado ajudar ao semelhante? Ora, se esse homem cometeu um crime, foi o de ajudar uma sociedade doente a ser resgatada. Esse homem é um exemplo de amor ao próximo, dedicação e amor a Deus.
Não, não é por dinheiro, se fosse pra ter lucro ele iria ser político e não professor e filósofo. Olavo, obrigadão por tudo! Amo muito você e sua família

*

Mensagem da Silvania Beatriz Delduque:

Com Professor Olavo de Carvalho aprendemos a raciocinar, a julgar proporções e valores, compreendemos a devastação cultural que dilacerou nosso país, aumentamos de forma exponencial nossos níveis de consciência, entre tantas outras lições que nos ajudam a entender melhor nossa experiência nessa breve passagem pelo planeta.
O amado Professor nos guia, alimenta a coragem que sempre advém do amor, o mais nobre sentimento que o ser humano pode ter.
Nosso amor por Olavo de Carvalho é incomensurável.
Os ataques feitos pelos detratores do Professor só servem para exibir o obvio ululante: #Olavotemrazão
Mestre, obrigada por todos os ensinamentos e guiamentos.
Te amamos!
Silvania Beatriz Delduque e Samy Farid Houchaimi

*

Mensagem da Carmela Manna Ferreira :

Essa postagem eu fiz há 45 dias ,quando tudo começou, na página da Heloloca. Ela me rendeu ataques furiosos , calúnias e difamação . Me calei e esperei. O resultado está aí , uma onda de solidariedade e amor ao professor Olavo.
A coragem não é um atributo dos fracos, mas daqueles que não temem a verdade .
#somostodosolavo

Heloisa , sinto muito, mas vou ter que te dizer . Não sou sua amiga aqui , mas sua página é pública , então peço licença pra falar .
Você se uniu com todos os desafetos do seu pai, contra ele . E mesmo assim ,ele te ama e te perdoa . Se alguém está errado aqui , é você , expondo a família que te deu o sangue e a vida .
Já que o teu pai te ajuda financeiramente, você deveria ter no mínimo gratidão, já que não o respeita. A sua avó Nice é uma santinha , não merece estar sendo usada como arma contra o próprio filho .
Você tem filhos ? Tem marido ? Tem 7 irmãos ? Tem a você própria ?
Peça perdão a Deus por esse pecado em não honrar quem te deu a vida .
Tudo começou porque você resolveu defender o Daniel e tenho certeza que ele não te pediu isso . Agora , pergunte a ele se vai te dar uma mesada como agradecimento . Não , ele não tá nem aí pra você , a heroína, justa e corajosa .
Porque de 8 filhos , só você persegue o teu pai ? Deveria ser carinhosa , boa , amiga , dele e da linda família que graças a Deus ele tem .
Ainda está em tempo , se redima, deixe de orgulho , diga que se arrependeu . É o que todos nós , queremos . A paz e o amor vencerão !

*

Difamar o pai por dinheiro já é abominação suficiente. Mas fazê-lo sob o falso pretexto de uma ajuda fictícia à mãe doente e paralítica — tenho testemunhas de que essa ajuda nunca existiu — já entra num terreno diferente, menos psicopático do que propriamente psicótico. O psicopata, por definição, é um manipulador esperto, dotado de habilidades sociais. O psicótico, o doente mental, perde o senso da realidade, se atrapalha todo e só consegue destruir-se a si mesmo. Parece-me que é precisamente o caso da Heloisa, induzido por alcoolismo e talvez drogas pesadas. Os verdadeiros criminosos, no caso, são os que se utilizam de uma doente mental como escudo humano para poder me atacar desde uma posição mais segura. Incluo nisso os jornalistas envolvidos, que já foram muito além do mero crime de calúnia.

Essa conversa (não direi com quem foi) não revela esperteza psicopática, mas a confusão psicótica que se trai e atira no próprio pé.

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Mensagem da Carla Farinazzi:

Eu pouco tenho usado o Facebook ultimamente. Curto umas e outras postagens, mas o Face só vale a pena porque o prof. Olavo está nele. Eis o que tenho a dizer a respeito dele: eu o amo, o conheço, convivi com ele, com a Roxane, que é uma pessoa maravilhosa; com a Leilah, que é um doce de pessoa, com o Pedro, os bebês, a Tiffany…, são pessoas maravilhosas; o período que passei convivendo com o FILÓSOFO Olavo de Carvalho foi essencial à minha vida.
A volta à Igreja Católica que eu tive em minha vida foi por causa do Olavo, disso lhe serei devedora o resto da vida.
Eu sei que estou chovendo no molhado e cheguei tarde para manifestar minha opinião, no meio de tantas melhores que a minha. Mas, tendo conhecimento da VERDADE a respeito do meu professor, eu não poderia deixar de me manifestar nesse momento. O professor Olavo é uma das melhores pessoas que eu já conheci na vida, fodam-se aqueles que o atacam. FODAM-SE.
E, professor, não sei se o senhor chegará a ver essa minha insignificante e tardia, talvez, manifestação. Mas o fato que quero deixar claro é que eu o conheço e o amo. Pra sempre. O meu sentimento de gratidão pelo senhor é imensurável e INDESTRUTÍVEL.

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Mensagem do Nando Castro :

Sobre o Olavo de Carvalho, o que eu tenho a dizer é o seguinte:
– Li a transcrição da aula “O que é milagre?” e a partir daí senti uma convicção ainda mais forte sobre a minha fé e o caminho correto que eu sempre segui na Igreja Católica, como minha família sempre me ensinou. Esse escrito apenas mostrou que todos meus parentes estavam corretos, além da riqueza de informações que eu simplesmente não sabia.
– Em agosto de 2014, o meu avô Fernando me aconselhou que procurasse os artigos do professor Olavo. Um tempo depois, ganhei um exemplar d’O Mínimo e meu avô sempre elogiava quando eu lia os artigos do professor. Em virtude de um problema na visão, ele não conseguia ler, restando para mim ou pessoas próximas o papel de ler os livros e jornais da vida. Um dia antes dele falecer, li para ele o artigo “Pobreza e grossura”. Quando terminei, ele disse: tá vendo aí? Esse Olavo é muito sensato.
– Em março de 2015, meu avô foi para a morada eterna. Um mês depois de perdê-lo, consegui o Skype do professor Olavo. Numa ocasião, liguei para ele e, sob forte tristeza, informei sobre a minha situação de saudades e dor que sentia naquele momento. Recebi conselhos que jamais irei esquecer.
– No ano passado, eu não tinha nenhuma renda. Nenhuma experiência no currículo, sem nenhuma porta sendo aberta para mim. Período de dificuldade financeira na família. Eis que ele lançou o curso “Guerra Cultural”. Fiquei louco pra fazer, mas não dava. Pedi ajuda a várias pessoas e não consegui.
– Fui no Skype e, me sentindo o sujeito mais insolente do mundo, liguei pro Olavo a fim de pedir uma bolsa para fazer o curso. Disse de cara do que se tratava e ele sequer deixou eu terminar de explicar a minha situação. Apenas disse: “tudo bem, vou falar com o Silvio e ele vai lhe encaminhar os dados. Boa sorte por aí, não desista de nada não porque você vai conseguir superar esses problemas aí”.
– A bolsa foi de fato dada pra esse sujeito aqui que o professor nunca viu pessoalmente. Além disso, já houve ocasiões em que o próprio Olavo me atendeu outras vezes, me dando vários conselhos para a minha profissão e vida pessoal.
Em tempos de assassinato de reputações sendo patrocinadas por pessoas de caráter torpe, não custa nada lembrar do cara que num recente passado me deu forças para seguir em frente, me ajudou na educação e, sem perceber, pavimentou o caminho para que eu pudesse fortalecer ainda mais a minha fé.
Diante de todos esses feitos e essa amizade entre um professor e um aluno que está a milhares de quilômetros, resta-me, apenas, expressar em poucas palavras a gratidão que tenho, portanto: obrigado, professor. Que Deus abençoe o senhor e sua família.

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Mensagem do Flavio Morgenstern:

Sobre a nova celeuma envolvendo o professor Olavo de Carvalho, salta aos olhos algo menos escondível do que um elefante no bolso: um dos lados admira alguém pela filosofia, pelo trabalho desmistificando mentiras e erros intelectuais, pela vasta cultura e erudição, pela paciência e verdadeiro wit até quando só solta um comentário sardônico. O outro lado está interessado em fofocas, boatos e em tirar uma casquinha do homem sem, sei lá, estudar.

Você já reparou que o comportamento ANTI-olavete é que é uma verdadeira SEITA? Tem gente que acorda todo dia e digita “Olavo de Carvalho” no Google, Facebook, Twitter e embaixo da cama pra sair caçando o que falaram de Olavo. Alguém que admira o Olavo faz algo minimamente parecido com esta vida miserável?

Sempre as mesmas pessoas, em uníssono, com o mesmo discurso maçante, curtindo tudo o que falam contra o Olavo, simplesmente por notarem seu nome associado a algo negativo. Não importa a verdade, não importa averiguar fatos, não importa ler algo do que Olavo fez ou conhecer as pessoas maravilhosas a seu redor, como sua esposa e sua filha Leilah, que tive o prazer de conhecer e descobrir que estão entre as pessoas mais doces e admiráveis que já vi na vida.

Não: isso dá muito trabalho. Melhor só se retroalimentar de rancor. Viver de fofoca. Afundar-se em uma comorbidade de vício e intriga, de monomania umbigocêntria. E pior: com o umbigo alheio.

Ao fim e ao cabo, tudo o que conseguem sempre é fazer as pessoas mais inteligentes do país (tem alguma, ao menos nas áreas de Humanas, que não seja admiradora de Olavo?), unirem-se às pessoas mais interessantes, retas e admiráveis pelo grande professor Olavo de Carvalho. Já pensou se um único de seus detratores conseguissem, sei lá, unir 5 pessoas LEGAIZINHAS a seu redor?

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O Punheteu está autorizado a dizer o que bem deseje.

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Vocês podem, por favor, abrir a página http://jconline.ne10.uol.com.br/…/filha-de-olavo-de-carvalh… e informar aos distintos jornalistas que quando eles publicaram a acusação de crime as próprias vítimas alegadas já a haviam desmentido? Já não estou aguentando mais responder a tanta baixaria vinda de tantas fontes diferentes. É uma luta de milhares contra um. Não estou reclamando, estou só dizendo que a trabalheira ultrapassa a minha força física.

*

O Jornal do Comércio, tendo tomado conhecimento da resposta — já publicada na Veja quando o jornal publicou a denúncia –, OMITE DESPUDORADAMENTE a parte principal dessa resposta, na qual AS PRÓPRIAS VÍTIMAS ALEGADAS desmentem que o crime tenha acontecido. Isso não é jornalismo. É crime organizado.

Agindo dessa maneira, o jornal simula respeitar o preceito de “ouvir os dois lados”, utilizando esse fingimento como meio de simplesmente repetir a acusação.

Pressionado pelas cartas, o JC acabou consentindo, com atraso formidável, em publicar um resuminho do desmentido que saiu na Veja.

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Atacar a honra de um homem por todos os lados, sem lhe dar meios de defesa, não é mero “assassinato de reputação”. É tentativa de homicídio. Claude Lévi-Strauss, baseado nas descobertas do pioneiro da psicologia fisiológica, W. B. Cannon, descreve esse processo num capítulo de “Antropologia Estrutural”: trata-se de alimentar propositadamente o medo, o sentimento de perseguição e a raiva impotente até que a vítima comece a ter distúrbios de microcirculação e acabe morrendo por falência geral dos órgãos.
Espero não cair nessa armadilha.

Cf. W. B. Cannon “Bodily Changes in Pain, Hunger, Fear and Rage”, 1915.

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Depoimento do Adivo Paim Filho :

Sobre Olavo de Carvalho.
—-

***
Era o final dos anos 1990 quando comecei a acompanhar os seus escritos online, pertencendo eu à Geração que começou a usar a Internet, propriamente, em abril de 1996, embora a conhecesse nos primórdios de 1991, pela RNP-Rede Nacional de Pesquisa.
Vindo de uma formação escolar e universitária, esta até certo ponto, que foi destruída nos anos 1970 e poucos e seguintes, encontrei nos textos do Prof. Olavo densos ecos do que já havia estudado e, tendo concluído que as gerações dos anos 1950 e 1960 haviam se demitido, por completo da Educação e da Cultura em nossa Pátria, nunca hesitei em recomendá-lo a interessados de todas as Gerações a que tinha (e tenho) acesso. É verdade: nunca participei do seu Seminário de Filosofia, mas o recomendei a quantos identifiquei com potencial para o crescimento e o amadurecimento intelectual, espiritual quiçá. Tive a oportunidade de conhecê-lo, pessoalmente, em outubro de 2002, já em pleno século XXII, quando em uma de suas pouquíssimas grandes ações efetivas o Instituto de Estudos Empresariais, de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, o trouxe para um Painel, com dois empresários, a Santa Maria, Rio Grande do Sul, no Centro Universitário Franciscano. Os empresários nem sei mais quem eram. Antes do churrasco gaúcho, à janta, fumei (sem ser fumante) por quase duas horas com o Prof. Olavo, numa conversa girando em torno de pontos da primeira edição de “O Jardim das Aflições”, um clássico de sua lavra nas muitas Áreas nele abordadas. Desde então o considero como um Amigo Pessoal. Mais adiante tive a oportunidade de batalhar por, e conseguir, estar presente à sua última palestra pública em Porto Alegre, antes de transterrar-se nos Estados Unidos da América. Nessa oportunidade também esteve presente outro pensador extraordinário, Nelson Lehmann, de cuja existência eu tomara conhecimento pelo Prof. Olavo. Sou testemunha, pois, de que a vida educacional e cultural do Brasil, neste século XXII (iniciado em 11.9.2001) pode ser considerado como “o Tempo de Olavo”. Controvérsias, polêmicas e debates sempre o cercaram, e sempre saiu-se muito bem de tudo. Hoje, porém, o ataque contra ele veio de um lado inesperado e odiosamente repercutido nos média. Sua Obra Educacional e Cultural, porém, aí está, monumental e de cujas boas consequências o Brasil usufruirá em todas as próximas Gerações. Isto, penso, basta para definir de que lado encontra-se o Bem, a Luz, o verdadeiro Porvir. Ah! sim, é bom esclarecer: nem sou ‘olavista’, ‘olaviano’ ou ‘olavette’ — sou apenas um leitor, atento tanto quando posso, e amigo. Avante, caro Prof. Olavo de Carvalho!

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POR FAVOR, aqueles dentre vocês que puderem pagar adiantado Três mensalidades do COF, façam-no imediatamente. Agradeço desde já e creio que não preciso explicar as razões do pedido. Podem fazer por meio do nosso plano trimestral, aqui: http://www.seminariodefilosofia.org/planos-de-assinaturas/
Não se trata de doações, mas apenas das mensalidades normais.

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Milene Robles deu um telefonema para o Jornal do Comércio do Recife, um gesto DECISIVO para convencer o jornal a publicar ao menos um resumo do desmentido que saiu na Veja. Tenho a gravação aqui, mas não estou conseguindo inseri-la nesta página.
Agradeço imensamente a essa corajosa amiga a bela iniciativa.

O medo e a raiva, eu controlo na boa, mas a tristeza não tem jeito não.

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Do Heitor de Paola :

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Quem acompanhou a 8a Jornada da Alfabetização em Casa sabe o quanto o trabalho do Carlos Nadalim é importante. Ele é a única alternativa real à obra de destruição da inteligência das crianças empreendida pelo Ministério da Educação, pelas faculdades de pedagogia e pelas escolas públicas e privadas. É por isso que recomendo o seu curso a todos meus leitores e alunos.

http://comoeducarseusfilhos.com.br/ensine-seus-filhos-a-ler-comprar-ok/?ref=A1956782S

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Depoimento do Iranlei Toscano :

Professor Olavo de Carvalho e Roxane Carvalho,

Graças a Deus, ao senhor, Professor, ao Padre Paulo Ricardo e à Roxane, não apenas eu e Goya voltamos à Igreja Católica Apostólica Romana, mas sentimos a necessidade de nos tornar escravos de Maria. Goya consagrou-se à Santíssima Virgem durante a gravidez, para que José Iranlei, nosso primogênito, nascesse sob o manto protetor da Mãe de Deus. Eu decidi postergar um pouco a minha consagração, para que ela fosse realizada neste ano de 2017, centenário da aparição de Nossa Senhora em Fátima. No dia 02 de fevereiro passado, tornei-me também um escravo de Maria.

Obrigadíssimo, Professor e Roxane: vocês são o norte para a nossa caminhada na fé que conduz a Deus e à Sua Santíssima Igreja; são modeloa de virtude que desejamos nos tornar. Obrigado, Professor Olavo de Carvalho, por ser o meu mestre, o meu exemplo, o mantenedor da minha sanidade física e mental; o farol que ilumina as trevas da minha inteligência e, paulatinamente, torna-me menos idiota.

Que Deus vos abençoe, Nossa Santíssima Mãe vos guarde e o São Padre Pio de Pieltrecina continue a interceder por vocês e por toda vossa família, especialmente pelos que mais precisam.

P.S. Reativei meu Facebook apenas para deixar essa singela mensagem para vocês dois, meu queridos, pois é o mínimo que eu poderia fazer diante de tanto bem que vocês já nos propiciaram.

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Telefone do Jornal do Comércio, fornecido pela Milene Robles : 021 (81) 3413-6110

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Do João Spacca:

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Da Joice Hasselmann:

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Do deputado Marco Feliciano:

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A Carta – Alunos, amigos e familiares se manifestam II

O post da Heloísa da Carta Aberta teve, se não me engano, uns 3 mil likes e centenas de comentários, com direito a matéria na grande mídia. Um estouro. Aquele bafafá que nós vimos. ”Revelações bombásticas”, ui. Mas agora, que a história toda foi desbancada, o núcleo anti-Olavo dos veadascos e adjacentes voltou a sua relevância normal: aquela mesma meia dúzia de vagabundos que já conhecemos. O último post deles, 12 horas atrás, teve…19 likes. As baratas e lacraias voltam a sua solene insignificância. E o Razzo? Bom, o Razzo está declarando a queda do Olavo até agora, coitado.


 


Rapaz, espero mesmo chegar aos 90 anos de idade como meus avós, para poder ver de camarote os alunos e os alunos dos alunos do Olavo de Carvalho mudando o Brasil e tanto o Brasil “clássico” (mesquinho, pequeno, invejoso), quanto o revolucionário relegados ao museu dos contra-exemplos do que ninguém nunca deveria ser e ter vergonha só de ser parecido.


Francisco Souza Estou nessa turma. Conheci o Pe. Paulo Ricardo através do Olavo. O processo de desencralamento esquerdóide na minha alminha foi mais longo e doloroso. Ouvi todos os True Outspeak, me divertia com os palavrões enquanto a palavra do professor agia na minha cabeça, consertando a podreira acumulada.
Quando comecei o COF achava que ia encontrar mais palavrões, ao invés disso encontrei a logia, a coerência e a verdade.

O próprio professor postou hoje que dá conta da raiva e do medo, mas a tristeza dele perdura. Oremos.


Leonardo Ferreira Martins O professor Olavo tem aquele caráter generoso comum às pessoas inteligentes, que se vê alguém falando uma besteira não tenta acabar com a pessoa, mas tem toda a calma do mundo para corrigi-la. E mesmo ele estando em outro nível o mais incrível é que ele não perde a humildade, o que me faz admirá-lo ainda mais. Seus detratores é que não tem humildade para aceitar as criticas justas que ele faz. Também sou eternamente grato ao professor Olavo de Carvalho por ter me tirado da descrença (da minha “alma leprada de ateísmo”, como Álvares de Azevedo descreveu certa vez o poeta ateu Percy Shelley) e me feito abraçar o catolicismo. Como escreveu o Paulo Briguet: “O trabalho de educação intelectual clássica que ele faz provoca, não raro, um despertar espiritual em seus alunos. Os casos de pessoas que voltaram à Igreja depois de ler seus livros e assistir às suas aulas poderiam encher esta página.” Eu sou um deles.


Conheci o professor Olavo de Carvalho através do Padre Paulo Ricardo em 2010 e, até então, não conseguia compreender a complexidade de seus textos, da sua forma de raciocinar, mas conseguia apreender a VERDADE sempre explícita neles. Eram os textos do Mídia sem Máscara e do site e também os vídeos do youtube. Em 2013, adquiri o livro “O Mínimo que Você Precisa Saber Para Não Ser um Idiota” e mudei completamente a minha mentalidade, eliminando de vez todos resquícios do esquerdismo que ainda tinha. Só no final de 2015 me matriculei no COF e passei a ler seus outros livros e a admirá-lo ainda mais. Não tive a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente nem a sua família, mas é notório o quanto são amáveis, acolhedores e pessoas de bem. Muitos já testemunharam isso e só aumenta o meu desejo de conhecê-los.
Professor, quero agradecer por tudo e bendizer a Deus pela sua vida, pela linda família que o senhor construiu e honrou, também rezar pela sua saúde, por uma vida abundante e por sua proteção e segurança. Hoje, rezei o Rosário na sua intenção e de sua família, também na intenção de sua filha. Nossa Senhora e as milícias celestes combatem junto de vocês. Creiam. Um forte abraço.

Um intelectual como Olavo de Carvalho não cabe na cabeça dos brasileiros ingratos.


Adalberto Benedix
Li a Carta aberta escrita pela Filha do Olavo de Carvalho. Sinceramente, nao vejo nada que arranhe a obra e a imagem publica do Olavo. Alem de me parecer uma materia encomendada, tras aspectos da vida pessoal familiar do Olavo, que se forem verdade, o que duvido, ocorrem em muitas outras familias. Quem nunca surtou? Quem nunca discutiu com filhos? Quem na mocidade nao fez farras de todo tipo? Quem nunca passou por necessidade? Quem na busca do sustentobe e do conhecimento teve de deixar de dar a atencao necessaria a familia? Aprendo com o Olavo desde a época do Garganta de Fogo, com o Yuri Vieira e sou aluno do COF desde seu inicio, posso dizer com propriedade que nunca sofri lavagem cerebral, pelo contrario, o que aprendi com o Olavo nao so higienizou como potencializou meu cerebro. So vejo alunos e pessoas que nao sao alunos dele mas que leem suas obras so elogiar e exaltar o bem que lhes fizeram. Os que reclamam do Olavo e o atacam sao as pesoas que querem e fazem exatamente a lavagem cerebral da qual está sendo injustamente acusado. A que sei e ouvi do proprio Olavo de Carvalho varias vezes , ele sempre disse que nao era perfeito, que cometia erros como qualquer outro e que de toda sua busca por Deus, que essa culminou com as verdades de Jesus e da Igreja Catolica, tendo dito que sempre procura se confessar para chegar do outro lado com o minimo de manchas possivel. Diferentemente so dito na Carta, sempre assisti o Olavo enfrentar diretamente seus algozes e todo tipo de escumalha que quer acabar com seu trabalho que floresce cada dia mais. Assim, para mim, a Carta aberta publicada da Veja nao tem forca de me fazer mudar qualquer consideracao ou sentimento que tenho em relação ao Prof. Olavo, pelo qual tenho somente gratidao e admiração. Todo mundo na vida pessoal e familiar erra e acerta e corrigir os erros é o mais normal, sendo o anormal permanecer no erro. Tenho pena do ressentimento que ao que parece essa Filha do Olavo guarda e que parece nao deixa morrer, apesar de ja ser uma pessoa adulta e muitos anos ter se passado dos fatos que ela unilateralmente afirma terem ocorrido sem demonstrar qualquer prova. Fica aqui essas minhas consideracoes que ante tudo que aprendi com o Prof. Olavo de Carvalho, por gratidão, não poderia me furtar a tecer essas consideracoes, rogando para que o Grande Professor e Filosofo Olavo,que tanto bem tem feito pelas pessoas e para esta nacao, nao se deixe esmorecer. Grande Abraco, Nobre Professor Olavo e muito obrigado por tudo que tem ensinado a mim e a muitos outros.


Bruno Fenelon Caríssimo Professor Olavo de Carvalho, aproveito esta chance para lhe transmitir o meu TOTAL apoio, a minha IRRESTRITA solidariedade, e a minha INFINITA GRATIDÃO, por TODA a diferença que o Senhor fez na minha VIDA, bem como na de TODOS os que o SenhorLIBERTOU das trevas da IGNORÂNCIA e do esquerdismo, e GUIOU no caminho DA VERDADE e do CONHECIMENTO! Como Pai e Chefe de Família que sou, imagino bem, o momento dificílimo, que o Mestre está atravessando. Porém, uma vez mais, o Senhor nos brinda com ENSINAMENTOS! Verdadeiramente nos EDUCA, desta vez através do EXEMPLO de DIGNIDADE, HONRADEZ, HOMBRIDADE, ALTIVEZ, e GENEROSIDADE, com que enfrenta, o triste momento. Sou um navegante de primeira hora. Desde os tempos de sua coluna no infame folhetim, chamado O Globo. Já lá se vão QUASE QUARENTA ANOS! Um legítimo DESPERTAR, fez-me prosseguir numa agradável e prazerosa estrada, que passa pela, quase integral leitura de seus escritos, entre colunas, livros e artigos vários. Ouvindo todos os impressionantes episódios/aula/comentários, do programa trueoutspeak. E, continuando até hoje, como aluno aplicado do COF. Sem esquecer os préstimos inestimáveis dos cursos de Política e Cultura, Esoterismo, e outros trabalhos seus. Porém, o mais importante, talvez não seja nada disso. Mas o fato de, em tempos passados, passarem por minha mente, pensamentos acerca da existência ou inexistência de DEUS. Pensamentos estes, definitivamente dissipados, pela recorrente lembrança desta singela frase: “Se o Olavo de Carvalho, acredita, deve estar certo”! Receba, então, Professor Olavo de Carvalho, um AFETUOSO e SINCERO ABRAÇO! Deste seu agradecido ALUNO, e, apesar de ainda não ter tido o prazer de conhecê-lo, pessoalmente, acredite, AMIGO!


Tentativa pueril de ataque à reputação de é clara demonstração do medo de sua influência sobre milhões de brasileiros.


Um intelectual como Olavo de Carvalho não cabe na cabeça dos brasileiros ingratos.


Flavio Morgenstern

20 h · 

Sobre a nova celeuma envolvendo o professor Olavo de Carvalho, salta aos olhos algo menos escondível do que um elefante no bolso: um dos lados admira alguém pela filosofia, pelo trabalho desmistificando mentiras e erros intelectuais, pela vasta cultura e erudição, pela paciência e verdadeiro wit até quando só solta um comentário sardônico. O outro lado está interessado em fofocas, boatos e em tirar uma casquinha do homem sem, sei lá, estudar.

Você já reparou que o comportamento ANTI-olavete é que é uma verdadeira SEITA? Tem gente que acorda todo dia e digita “Olavo de Carvalho” no Google, Facebook, Twitter e embaixo da cama pra sair caçando o que falaram de Olavo. Alguém que admira o Olavo faz algo minimamente parecido com esta vida miserável?

Sempre as mesmas pessoas, em uníssono, com o mesmo discurso maçante, curtindo tudo o que falam contra o Olavo, simplesmente por notarem seu nome associado a algo negativo. Não importa a verdade, não importa averiguar fatos, não importa ler algo do que Olavo fez ou conhecer as pessoas maravilhosas a seu redor, como sua esposa e sua filha Leilah, que tive o prazer de conhecer e descobrir que estão entre as pessoas mais doces e admiráveis que já vi na vida.

Não: isso dá muito trabalho. Melhor só se retroalimentar de rancor. Viver de fofoca. Afundar-se em uma comorbidade de vício e intriga, de monomania umbigocêntria. E pior: com o umbigo alheio.

Ao fim e ao cabo, tudo o que conseguem sempre é fazer as pessoas mais inteligentes do país (tem alguma, ao menos nas áreas de Humanas, que não seja admiradora de Olavo?), unirem-se às pessoas mais interessantes, retas e admiráveis pelo grande professor Olavo de Carvalho. Já pensou se um único de seus detratores conseguissem, sei lá, unir 5 pessoas LEGAIZINHAS a seu redor?


O Flavio Morgenstern tem razão: os detratores do Olavo é que são uma SEITA. Aliás, composta de fanáticos, histéricos e psicopatas.
Uma gente que não faz OUTRA COISA na vida a não ser caluniar, perseguir e tentar difamar o Olavo.
Psionante.
Por ANOS A FIO aquela cambada não se ocupou de porra nenhuma a não ser de VAGAR, como um bando de hienas sarnentas, a farejar rastros de alguma coisa que pudesse ser usada pra atacar o Olavo – maniacamente, psicopaticamente, freneticamente.
Um negócio realmente DOENTIO, eu vou te contar.
O tempo passa e você pensa: não, né possível que ainda estejam ali os MESMOS débeis mentais fazendo a MESMA coisa – vai olhar e PIMBA, não dá outra.
Tá lá toda a corja, só que mais velhos, mais mentalmente INDIGENTES e mais cretinos ainda – o que você achava que seria IMPOSSÍVEL, e aí constata que, por inacreditável que pareça, não era: a estupidez e a canalhice NÃO TÊM LIMITES.


Os veadascos e demais ratazanas chegaram tarde demais. Olavo de Carvalho é indestrutível, pois seu conhecimento já está gravado nas 400 aulas, nas apostilas, nos livros, e, principalmente, na consciência daqueles que com ele aprenderam. Penso mesmo que qualquer ataque, por mais mentiroso, vil e rasteiro que seja, só fará com que mais pessoas se interessem por conhecê-lo; e, conhecendo, não tem como não respeitá-lo e admirá-lo, a não ser que você seja um psicopata ou um filho da puta. #olavotemrazão


Rosenir Fontenele Sampaio Essa Filha é uma transloucada e com certeza tem alguém por trás disso. O meu pai que não tinha Cultura, era uma pessoa humilde e carinhosa ; eu tenho o maior orgulho pelo que ele me ensinou, imagina se fosse um Olavo. Ele é um dos melhores e mais inteligentes do nosso país, nós temos muito orgulho de ter ele como professor de muitos brasileiros. No Brasil tínhamos de ter várias escolas e faculdades com a mesma metodologia do professor Olavo.


Ricardo Costa É muito amor em torno do mestre.Uma muralha de amor retribuído.


Adolfo Sachsida

18 min · 

1) Ele é o autor de diversas obras, entre elas um best seller nacional; 2) em 2015 e 2016 milhares de indivíduos espalhados pelo Brasil carregaram cartazes com seu nome; 3) é um ícone da direita; 4) figura seguida por milhares de brasileiros. Nada disso foi motivo para a VEJA e outras publicações fazerem uma única matéria a seu respeito. Mas bastou sua filha falar mal dele que ganhou manchetes… por quê?


Estou há 2 dias recolhendo depoimentos de apoio ao Professor Olavo. Não vou dizer nada do episódio que tentou manchar sua honra porque vai já foi passado a limpo e a filha doidinha há de recobrar a cabeça. Como conheço muito bem o Professor sei que ele perdoará 100% e a vida vai seguir. Lembram aquela sacada que ele teve e nos ensinou de como é o perdão de Deus? Então, sei que ele busca imitar igualzinho um perdão completo sem mágoas, sem ranços, sem rancores e Gugui vai voltar a ser Gugui.
Mas foi um prazer ler e me emocionar com tantos depoimentos amorosos emocionantes e agradecidos dos meus amigos feitos nos círculos de estudo do COF.
Uma pessoa que reúne grandes inteligências, corações caridosos e almas amigas só pode ser feito de amor.

Obrigada professor!

https://olavodecarvalhofb.wordpress.com/catego…/depoimentos/
Olha lá Olavão, agregamos mais duas dúzias nas centenas de depoimentos recolhidos nos últimos 3 anos que o blog das redes do Olavo existe.


Depois de meditar por um segundo nos pontos abaixo, qualquer um que continue espalhando que “acredita na possibilidade de serem verdadeiras as acusações da Heloísa contra o Olavo” é um filho da puta:

1) TODAS as possíveis VÍTIMAS já se manifestaram, não apenas eximindo o Olavo de culpa, como alegando TOTAL DESCONHECIMENTO a respeito de que diabos ela possa estar falando. Isso significa que não só não foram vítimas, como nem testemunhas de nada parecido.

2) NENHUMA DAS OUTRAS TESTEMUNHAS possíveis se apresentou até agora para confirmar nada do que ela disse. Até agora não apareceu unzinho sequer dizendo “Eu vi isso, eu vi aquilo”.

3) CEM POR CENTO dos familiares, parentes, amigos e conhecidos que, devido ao contato com a família na época, pudessem ter testemunhado algum daqueles “fatos”, se manifestaram em solidariedade ao Olavo, ninguém a favor da Heloísa. Os relatos deste tipo já chegam a quase vinte. (Não estou falando das centenas de alunos e admiradores do Olavo que o conheceram depois, e nem estou analisando aqui se alguém acha possível ou não aquelas coisas terem ocorrido; estou sendo objetivo em relação às acusações da Heloísa e me atendo à época dos fatos alegados por ela. Também não estou discutindo se ela está louca ou se o Olavo é um anjo ou um demônio; não é disso que estou falando aqui.)

4) AS ÚNICAS pessoas que temos visto se manifestar, seja a favor da Heloísa na página dela, seja contra o Olavo (na página dela, nas suas próprias, nas publicações da imprensa ou na puta que os pariu) são pessoas que não tiveram NENHUMA LIGAÇÃO com a família na época. São todos uns urubus que, por sua própria natureza, vivem de carne podre – a carne podre de quem evidentemente está muito doente, o que torna a difamação dessa gente ainda mais culpável perante Deus.

*

Estou vendo muita gente falando mal do meu pai sem conhecê-lo. Então para quem quer saber todos os podres de Olavo de Carvalho, aqui estão palavras verdadeiras de quem viveu com ele por mais de 20 anos.

– Ele é o pior jogador de futebol que já vi. Uma vez ele foi chutar uma bola parada e conseguiu pisar nela e cair.
– Ele não sabia brincar de lego. Quebrava tudo e misturava as peças.
– Ele não nos avisava com antecedência quando íamos nos mudar. Um dia ele disse que iríamos nos mudar para a França. Quando perguntei que dia, ele falou amanhã.
– Ele ria de tudo o que eu fazia e criou uma expectativa falsa em mim. Eu achei que era a pessoa mais engraçada do mundo, mas na escola ninguém ria das minhas piadas.
– Ele sempre foi muito exagerado. Quando eu pedia para ele me comprar um sanduíche no McDonalds ele me comprava treze.

Para vocês verem que horror de pessoa ele era. Esses foram os piores detalhes da sua profunda personalidade.

– A pior de todas é que eu nunca consegui respeitar muito meus professores. Eles pra mim estavam tão longe do meu pai que eu os consideravam meus peers.

Te amo pai. Logo esquecermos dessa maluquice toda e voltaremos a trazer sorridos e risadas para sua vida.


Silvio Grimaldo

27 min · 

Em 2006, fui visitar o professor Olavo de Carvalho e sua família em sua casa na Virgínia. Eu já era seu aluno desde 2002, mas nunca tivemos qualquer contato fora do auditório da É Realizações, em São Paulo. Eu era apenas mais um das centenas de alunos desconhecidos do Seminário Permanente de Filosofia e Humanidades. A visita deveria durar dois dias, mas acabei morando com eles por 8 meses. Desde então, minha vida é um vai e vem aos EUA, e a casa do Olavo, da Roxane, da Leilah, do Pedro, da Dona Olga, da Tiffany e dos bêbes tornou-se também a casa do Silvio Grimaldo. É minha segunda casa. Ou melhor, meu segundo lar. Não só porque sou um folgado que não tomou a dose diária de Semancol, mas porque desde o dia em que coloquei os pés ali, fui recebido e tratado como um membro da família.
Se alguém me pedisse para resumir o que presenciei e vivi no seio dessa família, eu diria o seguinte: ali encontramos o amor e a generosidade. Olavo de Carvalho é certamente a pessoa mais generosa que já conheci, e sua família lhe segue o exemplo de perto. É um homem extremamente afetuoso com a esposa, com os filhos e com os amigos. E também com os desconhecidos. Nunca vi ali uma briga, uma palavra ríspida, um comentário amargo. Não estou dizendo que não existam dificuldades, problemas, crises, tretas. Estou dizendo que o amor e a generosidade superam tudo, inclusive esse episódio grotesco em que uma trupe de bandidos exploram uma incapaz para tentar destruir um terceiro.
É justamente por isso, por conta do coração sem igual do nosso professor, que para cada dois Velascos que surgem de uma nuvem de enxofre com historinhas fantasiosas, levantam-se dois mil desconhecidos, anônimos, com uma história real de como o Olavo mudou suas vidas, de como os salvou da degradação em que estavam e lhes ajudou a encontrar um caminho para Deus e para a verdade. Todos nós que recebemos a vida de volta graças ao Olavo somos também seus filhos. E estamos muito agradecidos por isso tudo.
Um amor dessa magnitude, que construiu uma família de milhares de irmãos espalhados pelos quatro cantos do mundo, que procuram viver de acordo com o bem e com a verdade, certamente atormenta o Diabo e o deixa 227% putaço. Mas ele que fique lá xingando muito no twitter e se lamentando dessa puta falta de sacanagem. Nós seguimos em frente, admirando cada vez mais o cada vez mais foda Olavo de Carvalho.


Antônio Emílio Angueth de Araújo

O Olavo de Carvalho também apontou uma arma para mim. Só que ele atirou!

Dizem por aí que uma filha do Olavo anda dizendo que ele apontou uma arma para ela, e outras coisas mais.
Para mim, ele apontou não uma, mas várias, durante anos, desde 1999. A primeira bala que me atingiu foi um livrinho sobre erística, que naquela época era palavrão para mim. Feriu-me profundamente; feriu minha enorme ignorância. Depois, esse atirador de elite, um verdadeiro snipper, me feriu com o Imbecil Coletivo. Como eu era professor universitário, me senti incluído no coletivo e me achei bastante imbecil. Meu amor próprio, a tal auto-estima, foi para o hospital. Outro petardo veio com o Jardim das Aflições, que me causou várias aflições. Com mais de quarenta anos e com dois filhos para criar, eu não podia ficar muito tempo no hospital e esperava que o Olavo tivesse pena e parasse de me atirar. Mas não. Ele continuava semanalmente com seus artigos em vários jornais nacionais e com vários livros: sobre o futuro da inteligência brasileira, sobre os quatro discursos de Aristóteles, etc. Tudo parecia se destruir frente a chuva de balas que me atingia. Esse cara é, na verdade, um exército em posição de ataque.
Como não conseguia sair do hospital, levei meus filhos para lá e eles começaram a levar balas. Com o tempo, com os cursos e os vários livros que lemos, descobrimos que estávamos no Brasil e não no hospital. A percepção do Brasil como hospital foi nossa maior descoberta. Descobrimos também que não havia médicos nesse hospital, exceto o Olavo. Aquelas balas, que sentíamos como balas, eram os remédios amargos que ele nos fazia tomar, para nos curar.
Pouco a pouco, começamos a melhorar. Não saímos do hospital, pois ele é muito grande, mas agora tomamos as balas, ou melhor, os remédios, com gratidão, com afeto. Um dia, quem sabe, seremos também bons snippers.
Que Deus abençoe o grande Olavo!

Mensagem da Sandra Regina Ouro :

Professor Olavo,

Queria ter escrito antes, mas estava enrolada aqui e não sabia bem o que escrever para te dar um carinho, um pouco de apoio. Daí tive a idéia do que eu vou escrever aqui mas não dava para postar no face porque não ia conseguir escrever em poucas linhas, ia ficar muito grande para um post. Inspirada pelo post do seu filho Davi, em e da Paula Felix, em sua defesa, o que vem a seguir, é a tentativa de narrar um momento agradável que passamos e que para mim teve uma dimensão imensa, que o senhor nem imagina e se eu não te contar, o senhor nunca saberá. Como o senhor gostou do que a Paula Felix postou, de ter ganho muitas filhas, fiquei menos envergonhada de parecer piegas e pueril para o senhor. Tenha paciência com a “qualidade” da escrita.

Meu pai me ensinou a atirar, com uma espingardinha de chumbo, eu devia ter uns onze, doze anos, num terreno baldio que havia do lado da nossa casa. Havia uma casinha velha no meio dele e uma mureta, que talvez possa ter sido uma parede algum dia. O papai colocava latas de óleo de cozinha sobre a mureta para servirem de alvo. Ele ensinava a mim e ao meu irmão, cinco anos mais novo, a colocar o chumbinho, armar a espingarda e atirar. Meu irmão, tadinho, era muito novinho, errava todas. Eu acertava todas e, claro, amei o esporte. Depois meu irmão cresceu um pouco e eu continuava acertando tudo e ele errando quase tudo. Ele ficava doido com isso.

Começou aquela palhaçada de campanha do desarmamento, e eu não podia mais dizer que gostava de atirar, porque isso fazia de mim uma monstra. No entanto, eu tinha aquela lembrança boa, que comecei a acreditar que era um mal instinto mesmo. Passei anos pensando isso. Quando comecei a acompanhar o senhor, descobri as influência do Poder na vida de todos nós, da qual eu não fazia a menor idéia, em vários aspectos, inclusive na importância do desarmamento para o Estado. Mais importante para mim, que coisa mais linda e que libertador, foi descobrir que eu não era anormal nem monstruosa por gostar de atirar com espingardinha de chumbo!

Na data desta foto, fomos visitar o senhor, a Dahise, a Lilian e eu, com uns quarenta livros para o senhor autografar. Desculpa! Não faço nunca mais isso com o senhor! Mas, enquanto autografava pacientemente os livros e conversava conosco sobre resistência civil pacífica e outras coisas, e o senhor nos convidou algumas vezes para a irmos lá no fundo, no range, para dar uns tirinhos. Imaginava que só estava sendo gentil, então eu ficava na minha, por timidez, e não querendo abusar da sua hospitalidade. Por dentro, estava doida para ir lá atirar, por fora tentava parecer uma lady, com cara de monalisa, por educação, fingindo, creio que muito mal, indiferença. Até que o senhor tomou atitude: levantou e falou, vamos lá dar uns tiros.

A gente foi. Graças a Deus!

No caminho para o seu range, a impressionante similaridade da disposição do cenário me deu a sensação de estar fazendo uma viagem no tempo. A casa à direita, árvores a esquerda e ao fundo, aquele barulhinho das folhas no chão sob os nossos pés a cada passo, cheiro de mato. Eu só tinha atirado com chumbinho e, pela primeira vez, iria atirar com arma de verdade.

O senhor perguntou “quem vai ser a primeira? “, o coro das amigas respondeu “a Sandra”. Lá fui eu, nada ofendida. O senhor explicando tudo, me ajudando a segurar a arma. A Winchester, era pesada. Neste momento, um calor me envolveu, era tanta coisa invisível acontecendo ao mesmo tempo, dentro de mim. Prestando atenção ao que o senhor explicava, ansiosa e com um pouco de medo, afinal era uma arma de verdade, saudade do meu pai e ao mesmo tempo felicidade de ter mais um pouquinho dele, ainda que remotamente ali com o senhor, vontade de chorar. Já tinha vivido aquilo, e o senhor, sem saber, me fazendo reviver um dos momentos mais incríveis que eu tive. Tudo parecido, mas tudo novo. Se quando menina a arma era de faz de conta e o pai de verdade, naquele momento era um “pai” de faz de conta com uma arma de verdade. E o que o senhor nos ensina? A apreciarmos a verdade, a realidade. A Verdade, que transcende o tempo e o espaço. Esta é a sua orientação para todos os que se dispuserem a aprender.

Eu nunca fiz aquele exercício de deitar no chão, num jardim ou no mato, que o senhor até menciona no filme Jardim das Aflições, mas acho que esta experiência teve um efeito parecido. E isso da questão das armas, que era importante para mim desde cedo, foi só uma das muitas questões em que, graças a sua influência, eu consegui enxergar para além do que “era permitido”.

O senhor acaba sendo, sem querer, de muitas formas e em muitos sentidos, um pai pai para nós, seus alunos. Um dia eu te conto da minha conversão (ó não! Outro textão!). Se eu tiver alguma chance de ir para o céu, se um dia a gente se encontrar por lá, a responsabilidade é, em grande parte, sua. Não reclame! Rs

Eu tenho muito muito muito o que agradecer, professor Olavo, por tanto que o senhor faz por todos nós e por tanto que o senhor transformou na minha vida. Obrigada por tudo tudo tudo e por ter me dado aquele momento de lembrança, de amor e muito mais que eu não consigo traduzir em palavras. Foi o melhor e maior presente que eu jamais imaginei ser possível ganhar de alguém. Esteja adotado como “paifessor”.

Que Deus abençoe sempre sua vida e de sua família, que eu amo muito também.

Um beijão e um abração para o senhor, extensivo a todos aí, especialmente para a Roxane. Morro de saudades de vocês!


Bruna Luiza

21 h · 

O problema de ser uma pessoa boa num país onde reina a cultura do “jeitinho”, da corrupção, e do analfabetismo, é que estarão sempre procurando algum defeito escondido em você, um comportamento escabroso por baixo da superfície para fazer com que os erros próprios pareçam menores. É muito mais fácil procurar o erro secreto no outro do que admitir que o problema não é a bondade e honestidade dele, mas sim o seu mau-caratismo. Diante da realidade irrefutável de nossa podridão, podemos procurar mil culpados, revoltando-se contra a família, contra a sociedade, contra o sistema, tentando nos fazer de vítimas para não precisarmos enfrentar a dura tarefa de procurar melhorar. Esse é o caminho mais comum, e é o que fez com que o professor Olavo de Carvalhofosse atacado recentemente.

Vi muitos alunos e amigos saindo em defesa do professor, falando de como sua conduta é exemplar e seu caráter é admirável. Não é segredo. Qualquer um que já conversou com o professor sabe que ele é um poço de bondade e paciência – até mesmo com toupeiras feito eu. O que me incomodou realmente não foram os ataques em si, pois claramente partem de uma mente doente, mas sim a repercussão deles. Uma mídia que ignora o trabalho sério de análise e produção filosófica, mas que dá ecos retumbantes à acusações sem prova. Pessoas que declaravam que Olavo era insignificante e logo se apressaram em dizer que “agora Olavo já era”. É muita preocupação dos opositores em tentar derrubar alguém que, segundo eles, não tem importância, não é?

E há quem venha dizer que “ah, tudo bem, Olavo deve mesmo ter feito algumas coisas para a filha”, ou então que “o que ele fez com a família não importa, eu o sigo pelas análises.” Vocês estão malucos? Qualquer pessoa que consiga dar credibilidade aos ataques de Heloísa é prova do quanto o trabalho do professor Olavo é necessário, pois alguém que faz ataques contra o próprio pai publicamente e busca obter dinheiro através disso deve ser total e completamente ignorado. O fato de que esses ataques encontrem público demonstra um cenário cultural de insanidade.

Esse é o problema de ser bom num país de pessoas ruins. Sua bondade será tão incompreendida que até ataques infundados e sem provas serão tolerados, e o máximo de respeito que a opinião pública terá será de dizer que “tudo bem, todo mundo erra, ninguém é perfeito.” Essa nuance parece estar passando despercebida por muitos, mas é ela que reforça a nossa necessidade do professor para nos ensinar que existem valores maiores e uma conduta correta fora de nossa cultura podre e utilitarista, onde só se busca lucro e prazer. E eu só consigo ter uma pequena noção disso por causa do professor OIavo.

Não irei falar de tudo de bom que ele já fez por mim, pois passaria dias escrevendo, nem mencionarei o quanto ele merece nosso apoio, nosso respeito, nossa consideração, porque isso deveria ser um reconhecimento óbvio e cotidiano. Não responderei aos ataques de Heloísa dando evidências de que tudo que está escrito naquela carta são mentiras e calúnias, pois para mim é como explicar que a roda é redonda. E se você precisou disso para descobrir o quanto o professor Olavo é um bom homem, se aprofunde mais nas leituras de suas obras, porque você perceberá um novo mundo e um novo horizonte cultural que te salvará de si mesmo. Obrigada, professor Olavo, por nos permitir ter acesso a essa noção. Nem um milhão de textos de agradecimento nas redes sociais seriam capazes de pagar o bem que você está fazendo a todos nós.


Nos porões da minha vida.

Agora há pouco, tive a infelicidade de ler um texto da Sei-lá-o-que Macedo, que dizia que minha mãe, meus irmãos e eu, morávamos no porão da casa da Vicente Prado.
Na verdade, nós vivíamos pela casa inteira. O escritório do meu pai era a parte mais reservada da casa, mas mesmo assim, ele nunca nos impediu de entrar.
Certa vez, eu e o Tales fizemos uma poção de molho inglês com shoyu, esquentamos e colocamos na xícara dele. Chegamos no escritório, como os melhores filhos do mundo, e entregamos a xícara para ele, que foi logo tomando um generoso gole. Ele imediatamente cuspiu todo em cima da mesa e exclamou: “que porra é essa? O que vocês fizeram?”. Nós saímos correndo e gargalhando pela casa. Ele nunca nos deu uma bronca por causa disso, mas aposto que até hoje ri dessa história.

Outra situação que sempre acontecia: nós tirávamos absolutamente todos os livros da estante, e montávamos um labirinto para o gato passar, colocando, muito estrategicamente, uma sardinha ao final do trajeto. Da mesma forma, nunca levamos uma bronca. Depois que o gato completava seu percurso, meu pai pacientemente juntava todos os livros e colocava de volta na estante.
Foi mal pela bagunça, Pai.

Mas, voltando ao que interessa: o porão.
O porão da casa da Vicente Prado era bem grande. Ou talvez eu fosse muito pequeno. Lá tinha uma sala de aula e várias cadeiras, de metal com assento plástico. O Gugu, o Tales e eu, como bons anjinhos que eramos, empilhávamos todas elas em um canto, com almofadas, cobertores e lençóis, e passávamos horas brincando de alpinista. De novo, nenhuma bronca.

Além desse porão, acho que a Sei-lá-o-que Macedo deveria saber que houve outro porão na nossa vida: o da casa da Escola Júpiter.
Alguns alunos compraram, sebe-se lá o motivo, vários sacos com pequenas bolinhas de isopor. Esse porão, acho eu, não era tão grande, então nós abrimos todos os sacos e espalhamos tudo, para brincar de piscina de bolinha. Não contentes, o Gugu teve a brilhante ideia de nos molharmos com a mangueira e mergulharmos nas bolinhas, para brincar de homem das neves. Fizemos exatamente isso, e fomos até o gramado para mostrar para o meu pai e… Bom, não preciso dizer que foi parar bolinha por todos os lados.
O que ele nos disse? “Vocês vão juntar todas essas bolinhas do gramado.”
Nessa hora, a brincadeira perdeu a graça, e nem preciso
dizer que essa foi a última vez que o homem das neves foi visto.

Em nenhuma dessas vezes nós levamos bronca, castigo ou qualquer coisa parecida. Em nenhuma dessas vezes, meu pai estava armado e nos ameaçou. Pelo contrário, ele sempre deu risada, como tenho certeza que vai fazer quando terminar de ler isso.


Moreno Garcia Na primeira semana que eu estava nos EUA, eu e o Pedro de Carvalho fomos buscar um fogão, que o seu pai comprou no E-bay, lá na Carolina do Sul. O Pedro tomou uma multa por excesso de velocidade no caminho – fomos parados pela polícia – e voltamos meioapreensivos. Já sentados no escritório o Pedro desembuchou para o seu pai:

– Pai, eu tomei uma multa por excesso de velocidade, o que aqui chamam de reckless (nosso equivalente a infração grave).

O professor só respondeu:
– Pau no seu cu.

E deu uma longa gargalhada.

Naquele dia eu já entendi quem era o Professor Olavo: Magnânimo, bem humorado e generoso.


Professor Olavo de Carvalho, eu o acompanho desde março de 1998 e, desde então, já vi quase de tudo contra o senhor: de petistas rastreando seus passos, de jornalistas cheios de má-fé, passando por “católicos” caçadores de gnósticos, por guenonianos histéricos, por eurasianos militantes, por judeus esquerdistas, por ex-alunos ingratos, por direitistas canalhas, por militares enfezados, por diplomados arrogantes… e chegamos agora a uma dupla obcecada em lhe atacar usando a mais ardilosa das armas: um ente querido desajustado.
Contudo, em nenhum momentos destes eu vi uma atitude da sua parte que o desabonasse — pelo contrário: pude acompanhar não apenas o senhor se sobressaindo nas polêmicas com os jumentos acadêmicos como também das armadilhas rasteiras de diversos e maliciosos inimigos.
O que mais me impressiona é a capacidade do senhor, mesmo metido nestes turbilhões de enfrentamentos, de calúnias e de mesquinharias, de sempre nos oferecer uma lição, seja sobre um assunto, seja sobre a vida, reerguendo-se com mais autoridade da nossa lama cultural diária. Muito mais do que a palavra é o exemplo que educa.
É nessas horas tumultuosas que percebo a presença de um algo a mais, uma certa presença que vivifica e abençoa o seu trabalho de maior educador do Brasil. Muito mais do que seus alunos e familiares o senhor tem sem sombra de dúvida uma ajuda divina.
Abração pernambucano.
#tamojunto


 


19.9.2017

Extra: Pensamentos filosóficos da Stella Caymmi e da Roxane Carvalho :

Quando um pau aflito encontra um cu destemido, ninguém déte.

*

Algumas pessoas — poucas, felizmente — tentam assumir a minha defesa dando por pressuposto que as acusações publicadas na mensagem Heloísa-Veadascos são verazes, e só alegando em meu favor o direito à privacidade e ao perdão.
Sem negar que, como todo ser humano, necessito desses dois benefícios, advirto que conheço muito bem os meus pecados reais e não posso me reconhecer naqueles que pessoas movidas pelos interesses mais vis e por uma imaginação delirante me atribuem. Também não considero ser prova de amizade, nem muito menos de espírito cristão, a pressa em me absolver de pecados que, por não havê-los cometido, jamais confessei.

*

Da página da Priscila Garcia :

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*

Da página da Patricia Grah :

Não é novidade, mas vale lembrar que, assim como centenas de outras pessoas, inicialmente foi graças ao professor Olavo de Carvalho que voltei à igreja, retomei minha fé e deixei de ser uma feminista enrustida para buscar um pouco de decência.

Não há nada de chocante na carta que a filha dele divulgou, até porque o próprio sempre falou abertamente dos erros que já cometeu. Ter um passado um tanto tenebroso faz parte da sua história, assim como da de muitos de nós. Lembremo-nos de que Paulo era um perseguidor dos cristãos e mesmo assim Jesus o escolheu para ser seu discípulo. Se houver confissão e arrependimento de um coração sincero, não há porquê chafurdar em um passado que até Deus já esqueceu.

Há anos converso com pessoas que conviveram com Olavo, Roxane e família, e a única coisa não saudável que descobri foi que constumam jantar nachos com cheddar.
Um dos dez mandamentos da lei de Deus diz que devemos honrar pai e mãe, logo unir-se aos maiores inimigos do seu progenitor na tentativa de desonrá-lo já demonstra quem está do lado perverso na história.

*

Do PadreCléber Eduardo Dos Santos Dias :

Prezado Prof. Olavo.
Envio-lhe esta curta mensagem por meio de sua esposa, pois sua caixa de mensagens deve estar como sempre abarrotada. Sei que minha mensagem não acrescentará em nada o que pessoas mais próximas e queridas suas têm a dizer-lhe, mas mesmo assim a envio.
Este episódio grotesco só pode dar-lhe uma certeza: a quantidade de pessoas que o amam e estimam – mesmo nem intuindo ou sonhando no todo aquilo qe o senhor faz – é infinitamente superior a qualquer detração, mesmo uma dolorida vinda de “fogo amigo”. Sua fé em nosso Senhor Jesus Cristo e a certeza de que o senhor ajudou a despertar o Brasil da boçalidade orgulhosa são os dois demarcadores que o farão reerguer-se para o combate.
Há bem mais pessoas que o senhor imagina que rezam pela sua paz e para que continues a despertar um país de sua letargia retumbante. Siga no front, soldado!
In Christo,
Padre Cléber

*

Do meu amigo John Haskins:

Olavo, I assume you read my first reply to Julio tonight.
Of course I will also do the most important part: debunk the nasty rumors Julio sent.

I believe it was necessary to first refute his extravagant attempts to drive a wedge between you and me by grossly distorting the communications about the Inquisition several years ago.

Actually, I feel sorry for him. Obviously you hurt his self-esteem very deeply, but that’s not why I feel sorry for him. Rather, it’s that he’s so weak, behind the false security of his shallow Pentecostalism and his “conservative” issue advocacy. Though I’m writing harshly to him I am aware that my words will humiliate him perhaps deeply, which I take no pleasure in doing because I am not aware of any path for a weak man to face what he is and become strong.

As a larger problem this is a colossal tragedy. I believe it’s one of the most serious obstacles to objectives and projects such as yours: there are no men out there upon which to establish anything. They are all little boys or effeminates (malakoi). I know of no escape for them from that state, except possibly for some, a psychologically violent destruction of all that they have trusted. Maybe if they are forced to become hunter-gatherers and fight to stay alive they will become men. But most would only become jackals covered in fleas, the stronger ones might be hyenas, scavengers.

Probably tomorrow I’ll have time for the main reply. This kind of rebuttal takes intense concentration and a lot of energy to be effective. I’m too tired right now.

John

From: haskinsjohn Tue, Sep 19, 2017 5:13 am To: juliosevero
Cc: jrnyquist; miguel.-bd; justiceparker; gottfrpe; skbaskerville ; ayelt; edwinvieira scbaldwin; ape46; alfonsoplazasv minascarakushansky; zoilandon; oakwoodwolf; roxane.andrade; alec.cota
Subject: Severo’s latest attack on Olavo de Carvalho — Re: To IAI Fellows and Its Director

If you read Julio Severo’s spectacular rumor-mongering against Olavo please read my reply on Olavo’s behalf.

If this attack were upon me, I might not even bother debunking it, though it’s quite repugnant.

It is in part borrowed (with shameless opportunism) by Julio from allegations in a very public character assassination being attempted in Brazil to discredit Olavo.

Those behind the accusations which Julio is spreading vengefully are people apparently backed by the spectacularly corrupt regime which has deep ties to the communist regimes in Cuba and Venezuela, the FARC Marxist narco-mafia which controls much of the narcotics distribution in the Western Hemisphere, etc, etc….

According to Olavo, a major Brazilian magazine has published his rebuttal, which already has attracted some half-million readers online. Olavo is a major intellectual figure and pundit there, and has done much to discredit the crypto-communist narco-mafia government.
Some of you know all this, but others may not.

In my original reply (below, from June 2016) to Julio’s previous outing, I answered his attempt to use Olavo’s views of the Inquisition to discredit Olavo among Protestant friends and colleagues. As far as I know, Olavo doesn’t deny Catholic burnings of “heretics” like Jan Hus, John Wycliffe, etc. and he told me last year he doesn’t deny the French massacre of the Huguenots. Jeff Nyquist (a Protestant) lent support (farther below) to Olavo’s conclusions.

To whatever degree Olavo’s conclusions are historically correct, they are views of history, based on sources. Rational people will not anathematize a person on such a basis. But Julio, whose life seems overly dedicated to asserting that Pentecostalism represents God’s most sublime achievement and to discrediting Calvinists, Catholics and others who don’t speak in tongues and cure leprosy, has a deeply bruised ego that won’t heal..

Below, unfortunately, I’m’forced to first debunk Julio’s strained portrayal of me as his erstwhile accomplice in this foolishness. I doubt most of you will want to read that — except possibly if you read the rumors he’s spreading about Olavo’s family life and research interests decades ago and need help judging Julio’s value as a bearer of tales. I’ll try to be fair to Julio.

[MORE IMPORTANTLY, in a separate e-mail I’ll answer, on Olavo’s behalf, the new ad hominem slander that poor Julio has seized upon and is trafficking around.]

John
(My replies are highlighted to make it easier.)

*

Julio Soumzero é um pseudópodo dos Veadascos. Nada mais.

*

Tudo o que escrevi sobre a Inquisição — nada mais que notinhas resumidíssimas — foi baseado nas Atas do simpósio que reuniu os maiores historiadores dessa matéria em 1998: Agostino Borromeo (org), L’inquisizione: atti del Simposio internazionale, Città del Vaticano, 29-31 ottobre 1998.
O Julio Soumzero não lê italiano, não conhece o livro e não tem qualificações mínimas para discutir o assunto. Tudo o que ele quer é queimar minha reputação perante os membros protestantes do Inter-American Institute, no propósito mal disfarçado de camuflar a fraude que cometeu ao coletar dinheiro sob falsos pretextos — crime que denunciei há tempos.

*

Mensagem do Marcelo Amaral :

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*

Como o Carlos Veadasco, em plena idade adulta, reconhece ser ainda presa fácil das tendências psicopáticas que o dominam desde a infância, ele simplesmente não pode compreender o que é a vida de um homem normal que evolui entre contradições até estabilizar-se na forma de uma maturidade que as absorve e transcende.
Daí a sua tendência, fartamente documentada no que ele escreve contra mim, de espremer numa simultaneidade delirante e deformante as diferentes épocas da minha vida, como se, à imagem dele, eu estivesse preso em etapas do meu passado que hoje para mim só têm um vago interesse autobiográfico, e às vezes nem isso.
A incapacidade de sentir a passagem do tempo e de integrá-la numa visão sucessiva é um bem conhecido sintoma da ingestão da cannabis, mas pode também ter outras causas, que vão da simples imaturidade à psicopatia.
Outra deformidade grave da sua mente é a incapacidade de distinguir entre prosaicas relações de parentesco e uma parceria baseada em planos político-estratégicos vagamente sinistros, a serviço de sabe-se lá que poderes internacionais e destinada, segundo ele, a produzir uma “primavera árabe” na América Latina e eventualmente — caralho! — uma guerra mundial.
É quase impossível ao leitor culto não perceber que a forma dessa mente é a de uma caricatura grotesca e mórbida da vida intelectual — algo que normalmente só deveria merecer atenção de tipo clínico.

*

Da página da Cristina Froes :

Prof. Olavo de Carvalho, somente agora vim me manifestar publicamente porque vi com muita tristeza que a situação chegou na mídia. Até ontem me mantive em silêncio porque aprendi com o senhor a não opinar sobre o que não se sabe. E não falei ontem porque cheguei tarde em casa de um plantão de 12hs.
Além disso, estava realmente triste com o que estava acontecendo ao ponto de querer lhe chamar no Skype para lhe dizer algumas palavras de conforto. Graças à Deus que recebeu inúmeras manifestações de carinho.
Não queria ser repetitiva e dizer o mesmo que muitos dos seus afetos lhe disseram, mas apenas como testemunho mesmo:
Devo muitissimo ao senhor, além do Luís Filidis, do Padre Paulo Ricardo, de Dom Bertrand e do Dr. Plínio Corrêa de Oliveira a minha conversão ao Catolicismo. Mas devo mais e particularmente ao senhor de como PERDOAR VERDADEIRAMENTE – o que foi muito importante para a minha vida hoje. E – veja só! – foi com o senhor que aprendi a importância de se honrar pai e mãe. Lembro-me mais ou menos destas palavras no COF – não exatamente com estas: falar mal dos pais atinge-nos muito mais porque na verdade estamos falando de nós mesmos. Seus alunos devem lembrar melhor desta aula.
Professor Olavo, todo o meu carinho e gratidão ao senhor por tudo que fez por mim e pela minha família!
O senhor nem imagina!
Que Nossa Senhora lhe abençoe grandemente!

*

Estar a par do “status quaestionis” — um hábito que espero ter inoculado nos meus alunos de uma vez para sempre — não é o mesmo que seguir o consenso atual reinante entre os estudiosos de determinada matéria, o “state of the art”. É também conhecer as vias que foram abandonadas num passado às vezes remoto, e que merecem ser percorridas de novo em busca de tesouros esquecidos. Sem isso eu jamais teria escrito “Aristóteles em Nova Perspectiva”.

*

A grande novidade do simpósio l’Inquisizione, bem como dos livros do prof. Henry Kamen, é que neles se vê pela primeira vez um exame histórico da Inquisição baseado na leitura integral dos autos dos processos inquisitoriais, a mais primária das fontes e a mais ignorada durante cinco séculos. Pois, por incrível que pareça, esse material só começou a ser examinado a partir de 1947. E as revelações que ele trouxe mostram que, sem a menor possibilidade de dúvida, a imagem popular da Inquisição se constitui de 95 por cento de falsificações grosseiras e lendas urbanas impregnadas no “senso comum” pela mera repetição mecânica.
Segundo o Julio Soumzero, divulgar os ensinamentos dessas fontes é “tomar partido da Inquisição”.

*

Bravo, Nando Moura !

A Carta – Alunos, amigos e familiares se manifestam

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http://www.facebook.com/decarvalho.davi

Davi de Carvalho

Eu evitei qualquer tipo de comentário sobre toda essa situação entre a minha irmã, Heloisa, e meu pai, Olavo. Porém, sérias acusações estão sendo feitas e não posso me silenciar diante disso.

O fato é: meu pai NUNCA apontou uma arma para a minha cabeça, e também NUNCA o vi apontar uma arma para qualquer outra pessoa. As armas que ele me MOSTROU, foram entregues por ele nas minhas mãos, para que eu mesmo pudesse atirar no shooting range que havia na casa dele na Virginia. Uma dessas vezes foi registrada no vídeo abaixo.

O que eu tenho a dizer sobre o resto da carta da Heloisa, e das outras acusações, é que ela é uma ingrata. Sempre foi com todos. Com a mãe, com o pai, com amigos e até mesmo com a tia que a criou, e a quem eu também devo muito.

Eu realmente sinto muito que meu pai, a essa altura da vida, tenha que passar por isso, e amargar o desgosto de ter a própria filha voltada contra ele e ainda por cima abraçada na pior corja de seres humanos que existem.

Independente dos problemas que qualquer um de nós, filhos, possam ter com ele, qualquer rede social não é lugar para resolver. Meu pai não é perfeito, como qualquer outro ser humano, mas uma coisa eu posso dizer com certeza: ele sempre perdoou qualquer pessoa que lhe pedisse desculpas, e fosse sincera, colocando imediatamente uma pedra em cima do assunto.

Acredito que, por pior que seja a situação e as histerias da Heloisa, enquanto se está vivo, sempre há esperança.
“A seguir, levantou-se e foi para seu pai.
Estando ainda longe, seu pai o viu e, cheio de compaixão, correu para seu filho, e o abraçou e beijou. O filho lhe disse: ‘Pai, pequei contra o céu e contra ti. Não sou mais digno de ser chamado teu filho’. Mas o pai disse aos seus servos: ‘Depressa! Tragam a melhor roupa e vistam nele. Coloquem um anel em seu dedo e calçados em seus pés. Tragam o novilho gordo e matem-no. Vamos fazer uma festa e alegrar-nos.” (Lucas 15:20-23)


Da pagina da Stephanie Podbevsek, esposa do meu filho Davi e mãe de dois dos meus netos:

Não comece a ler essa postagem se você espera mais uma carta aberta. Trata-se de um pequeno relato, feito de coração e com gratidão, a uma pessoa que me é muito querida: meu sogro, Olavo, ou como carinhosamente o chamo, Sogrão.
O conheço desde antes de conhecer o Davi. Ele me foi apresentado pelo meu pai, e desde então teve grande influência na minha educação, na minha vida, na minha maneira de pensar.
Sou e sempre serei eternamente grata à ele, pois independente da sua contribuição para a filosofia, para a política, é por sua causa que eu tenho o meu Davi. Se ele não tivesse aceitado a bênção divina que é receber uma criança, ou o tivesse devorado como dizem que ele faz, hoje eu não teria o marido maravilhoso que eu tenho, e meus filhos não teriam o pai mais incrível que eu já vi.
E eu também serei eternamente grata pelo conselho simples que ele me deu, em um jantar no Outback, quando estávamos nos EUA. Eu estava sem falar com o meu pai, e ele que sabia de toda a situação e dos meus motivos para a falta de contato, chegou, colocou a mão no meu ombro e disse: “seu pai me ligou hoje. Perdoa ele. Ele te ama”.
Voltamos para o Brasil e no dia seguinte fui visitar meu pai. Dois meses depois, ele morreu.
A perda do meu pai me marcou muito, e até hoje dói. Mas seria infinitamente pior se eu não tivesse ouvido aquele conselho.

Falei para ele hoje, ao telefone, que o amo como se fosse meu segundo pai, e que neste coração, apesar do meu jeito meio “cavalar” como ele diz, tem muito carinho por ele e por toda a família.


Mensagem do Dr. Italo Marsili, médico psiquiatra:

TESTEMUNHO OLAVO DE CARVALHO

Morei com Olavo de Carvalho entre 2007 e 2008, na Virginia. em 2005 conheci seus escritos jornalísticos, os quais consumi em apenas uma tragada. Logo progredi para suas apostilas e transcrições, livros e DVDs. Não havia mais nada disponível, tudo havia sido estudado, resumido, meditado, confrontado — desde os escritos de astrocaracterologia e alquimia até às análises de conjuntura política, passando por psicologia, gnoseologia e religião. Foi então que resolvi tomar coragem; escrevi-lhe um e-mail pedindo “asilo intelectual”. Sinceramente não esperava resposta. Em menos de 24h recebi um e-mail bem humorado revelando a mim a personalidade do homem mais generoso com quem convivi. Entre acertos práticos e teóricos, a querida Roxane Carvalho entrou no circuito. Ambos me trataram com o maior carinho e benevolência que se possa imaginar. NUNCA haviam me visto. NUNCA haviam convivido comigo; ainda assim me acolheram como quem acolhe a um filho. Cheguei em Richmond pela primeira vez em 28 de dezembro de 2007. Cometi uma incrível gafe: comuniquei o horário de chegada do voo errado. Olavo e família foram ao aeroporto com 7 horas de antecedência. Comecei mal; eles não. Assim que fui recebido pela Leilah Carvalho e pelo Pedro (Olavo e Roxane já haviam voltado para casa), pude perceber que eu estava em família. Nenhuma crítica, nenhum sinal de contrariedade; pelo contrário, sorrisos abertos e semblantes leves. A conversa fluiu naturalmente. Chegando até a casa do professor, fui rapidamente introduzido ao escritório onde pude vê-lo pela primeira vez. Estava assistindo a um videoclipe dos Mamonas Assassinas; ria divertidamente, muito. Aquela cena confirmou minhas expectativas. Estava diante de um homem de verdade, sem empáfias, sem falsidade, sem pose. Que coração. Que generosidade. Deu-me um abraço, perguntou sobre a viagem e começou a me mostrar sua biblioteca: “aqui a literatura universal, ali os de teologia e religião, desse lado muita coisa sobre comunismo… e esses aqui, sobre Descartes, etc.”. Passamos uns 10 minutos esperando o jantar. Entramos. Sentamos à mesa. Olavo começou a prece do Pai-Nosso em inglês. Sem afetações, começamos a nos servir. Era uma torta de camarão, item de luxo — naquela altura eu não sabia dos apertos financeiros pelos quais a família passava (JB e Diário do Comércio não pareciam bons pagadores). Muitas anedotas e algum filme de ação do Van Dame, creio, nos acompanharam naquele primeiro jantar com a família. A mim, apenas uma advertência: “você só não me verá cagar, todo o resto esteja à vontade”. Já nos primeiros dias perceberam que eu não possuía um computador, deram-me um bom Laptop que não estava sendo usado. Jamais deixaram que eu pagasse nenhuma conta (nem mercado, nem abastecimento do carro, nem nada).

Passaram-se os dias e a rotina confirmava minhas primeiras impressões: benevolência, doação, generosidade e outras virtudes inimagináveis para o brasileiro médio eram a tônica das condutas em família. Vi o Olavo atender, solicito e paciente, ao telefonema de algumas figuravas que viriam a traí-lo.

Rezávamos o terço juntos quase que diariamente. Testemunhei ainda uma cena memorável: assistíamos, apenas ele e eu, ao filme do Padre Pio. Após aquela poderosa cena na qual o Padre Pio repreende a um de seus fiéis com um murro no rosto, Olavo pausa o filme, levanta-se em silêncio, confronta o horizonte com seus olhos – talvez com todo seu espírito – e pergunta, não a mim, evidentemente, mas talvez ao próprio Deus: “o que será que o Padre Pio diria de mim?”. A partir dessa data, passou a pedir a interceção deste mesmo santo e da virgem maria antes do início de seus programas de rádio semanais.

Testemunhei centenas de histórias que não caberiam nesse post. Imaginem a seguinte rotina: eu chegava na biblioteca por volta das 23h, frequentemente munido de uma pergunta — muitas idiotas —, às quais eram respondidas com toda a deferência, como se eu fosse um rei. Essa era precisamente a impressão que ia se confirmando em mim através daquele convívio: o Olavo era capaz de ver a realeza do ser-humano, a personalidade atual e a possível. Suas ações encaminhavam-se no sentido de promover em mim, no aluno em geral, creio, a descoberta, a assunção da própria personalidade humana, da vocação mesma. Fui testemunha de inúmeros atos que ficaram gravados na minha memória e no meio peito. Vi uma família de verdade. Espero que os novos, bem como os antigos, detratores do Olavo encontrem juízo mental e paz em seus espíritos.


Miguel Nagib:

Caro Olavo,

Gostaria de manifestar, neste momento particularmente doloroso pelo qual você está passando, minha gratidão por tudo o que você já fez e continua a fazer pelo Brasil e pelos brasileiros. Sei que você sabe quem é, e não precisa que lhe digam essas coisas; mas me sinto no dever de dizer: você não mudou apenas o rumo de um país (os fatos estão aí); mudou a vida de muita gente, e mudou para melhor. Quanto a mim, posso dizer, aos 57 anos, que não seria quem sou se não fosse o Olavo de Carvalho. Lembro-me do parágrafo que me fisgou, há vinte anos. Está no prólogo do Imbecil Coletivo: um apelo à sinceridade que desde então vem guiando meus passos neste mundo:

“Dirijo-me ao que há de melhor no íntimo do meu leitor, não àquela sua casca temerosa e servil que diz amém à opinião grupal por medo da solidão. Fazer o contrário seria um desrespeito. Portanto, iracundo leitor, não me censure em público antes de certificar-se de que não me dará razão na intimidade, quando, no coração da noite, as palavras que lhe brotarem de dentro não encontrarem outro interlocutor senão o silêncio imenso.”

Depois disso, não parei de aprender com seus escritos e suas aulas. O bem que você tem espalhado é tão grande, que só Deus é capaz de lhe dar a merecida retribuição. E eu sei que, no fundo, é só isso que importa pra você.

Um grande abraço do amigo

Miguel Nagib


“O perdão é a lei que estrutura o universo.” (Olavo de Carvalho)
Eu não tinha consciência disto quando a escrevi, mas a crônica de hoje é um desagravo ao professor Olavo de Carvalho, meu amigo e mestre. Há 25 anos, o grande escritor e filósofo tem sofrido mais ataques, injúrias e calúnias do que qualquer outro cidadão brasileiro. Leia na #AvenidaParaná:
http://www.folhadelondrina.com.br/…/oracao-do-esfarrapado-9…


Rafael C. Libardi

7 h · 

Acho o momento oportuno para revelar o que até então seria surpresa. Meu livro contém um agradecimento especial ao Prof. Olavo e nenhuma carta odienta vai mudá-lo. Cá está:

“Como diz o personagem Atticus Finch, em To Kill A Mockinbird, alguns homens precisam fazer o trabalho sujo. Isso é suficiente para explicar a resistência chula ao magnífico trabalho do Prof. Olavo de Carvalho, pois, como se sabe, não há muita simpatia por quem acerta em doses cavalares. A explicação para isso é simples, obviamente. É que o professor pratica o ofício que ninguém gostaria de ter, mas cujo mérito todos invejam até a última gota. Buscar a Verdade, portanto, é o trabalho sujo da modernidade, e não admira que seja o serviço mais faltante neste país.

É fato que não o conheço – e talvez ele nem saiba da minha existência, mas recebi do Prof. Olavo o que nenhuma outra pessoa foi capaz de me oferecer: justamente, o trabalho sujo; o dolorido exercício de ginástica mental. Talvez por isso sua obra seja tão grandiosa, já que não se restringe ao círculo de alunos e conhecidos, mas toca e transforma milhares de leitores e ouvintes que estão do lado de cá do COF, o curso onde ele se dedica a lapidar personalidades e a criar gênios. Na definição certeira do amigo Sileno Guimarães, Olavo é o maior semeador do nosso tempo. Dedicar-lhe uma página neste livro, portanto, é a natural obrigação desta pequena árvore que vos escreve.

Muito obrigado, professor!”.


Para variar, lá vai difamação sobre o professor Olavo de Carvalho. Felizmente, ele chegou àquele momento em que se prepara cada dia mais para dar suas satisfações a Deus e não ao mundo que o cerca.

Com certeza trarão à tona os velhos caluniadores e difamadores de sempre. Deixo aqui um artigo já relativamente antigo, mas, ao que parece, ainda necessário.


O que estão fazendo com o Olavo de Carvalho é imundo, rasteiro, desumano e muito desprezível.

Aproveitar-se de uma querela familiar e explorá-la de forma duvidosa em suas não comprovadas facetas, é moralmente inadmissível. A filha jamais poderia ter exposto o pai desta maneira, demonstrando sua enorme ingratidão e desequilíbrio. Já os outros ( bem piores ), os aproveitadores e detratores de todo gênero, aqueles que estão tentando auferir lucros políticos com a lamentável situação e ainda macular a vida e obra de um homem bom – que só fez o bem ao país -, estes são canalhas pérfidos.

No Brasil não basta ser invejoso e ser intelectualmente fracassado, precisam também caluniar quem está quieto e trabalhando seriamente. Se não respeitam este homem por seu ENORME legado em plena vida, deveriam demonstrar consideração por seus setenta anos.

Corja abominável!


O prof. Olavo está na Veja. Por tudo o que ele fez pelo Brasil? Não. Por causa de uma carta de difamação, que teve sua divulgação paga por uma dupla de caluniadores de araque do Facebook. Nenhuma novidade. Só mais um dia normal no Bananil.


Raul Martins :

O Sr. Francisco Razzo, a quem eu já tive o desprazer e a burrice de admirar, assanhado qual cão no cio mal pôde esconder a alegria ante a carta psicótica — literalmente patrocinada e impulsionada pelos irmãos Veadasco, dupla de malucos igualmente psicóticos — que a filha do professor Olavo escreveu ao pai, cá no Facebook.

Já foi logo, magnânimo que só, a cofiar as filosóficas barbas, com a sua aguçadíssima mente analítica e aquele estilo literário epiléptico-psicodélico de Hegel bêbado do agreste, informando ao mundo ingênuo que o professor Olavo é — rufem os tambores — igualzinho ao Lula; além de diabólico. Eu vi Satanás cair do Céu como um relâmpago, e além dos chifres, dos pés de bode e do tridente de praxe ele estava com um cigarro na boca e uma caneca de café na mão, a gritar um ora porrrraaaaaa…

À parte o ridículo inacreditável a que se presta o Sr. Razzo, marmanjo com não sei quantos filhos nas costas que não perde uma chance de falar asneiras, eis o que é engraçado: todos os anti-Olavo, desde os mais xiitas até os mais sunitas, desde os mais abertamente histéricos até os mais come-quieto e mexeriqueiros nas sombras, falam com um formidável arzinho de condescendência. É sempre a mesma coisa; sempre o mesmo tom pegajoso de quem crê piamente pairar acima do interlocutor. São, todos eles, uns Morpheus, com as suas pílulas azuis para os iludidos alunos do COF; todos eles Moisés, a conduzir num novo Êxodo os olavetes escravos do Faraó da Virgínia.

Se não é um analfabeto micareteiro a dizer que largou, enfim e de vez, o olavismo, é um Júlio Lemos, o Zé Bonitinho das ciências, com aquele ar blasé inevitável, a soltar aqui e ali pérolas de sabedoria transcendental aos porcos olavetes; se não é um Rodrigo Constantino a escrever (urgh) um romance (sim, é sério) sobre o “Otávio de Ramalho” (juro, não estou brincando), é um cristãozão qualquer a denunciar o gnosticismo olavético; se não é um Reinaldo Azevedo a chamá-lo de líder de seita, é um pastor a chamá-lo de nazista; se não é um petista a chamá-lo de fascista, é um liberal a chamá-lo de fascista; se não é o diabo a quatro a chamá-lo de muçulmano enrustido, é o sr. Razzo a chamá-lo de diabólico.

Mas todos, sem exceção, falam com aquele tom de “senta aqui no colo do tio que eu vou te explicar uma coisa”. O tio pode ser histérico, pode ser calmo, pode ser mais ou menos inteligente, mais ou menos piedoso — mas é sempre um tio. E nós, os alunos do COF, somos os sobrinhos ingênuos, demasiadamente ingênuos.

Só há, aí, um pequeno problema: todas as cabeças iluminadas juntas não seriam capazes de escrever dez páginas do Jardim das Aflições. Sei bem que não sou lá grande coisa, mas sou uma inteligência, e estou desperto. Quantas inteligências os detratores e caluniadores do prof. Olavo já despertaram? Quantas vidas já mudaram com um simples artigo? Com uma frase solta ao léu num excerto de Youtube? Anteontem, o diabólico guru da Virgínia deu a 400ª aula do COF. Há alguns dias, fui reassistir à primeira delas e fiquei literalmente o dia inteiro para terminá-la, de tantas anotações que fiz. Quantos aulas já deram os faladores? E quanto alunos os há por aí para dizer, a plenos pulmões, que elas lhes mudaram as vidas? Eu divido a minha vida em pré-COF e pós-COF. Enquanto os libertadores maldizem, o maldito liberta. Uma árvore se conhece pelos seus frutos. Quais são os frutos de suas maledicências e picuinhas, ó retos e irrepreensíveis críticos de botequim? Quantos se tornaram mais corajosos, mais sinceros, mais inteligentes com os seus esforços? Quantas personalides já se transformaram pela força pura de suas próprias?

Vocês acham que nós o defendemos por julgar que ele é santo? Que o amamos por crer que ele é perfeito?

O sr. Razzo diz que o professor Olavo é diabólico. Mas que diabo é esse que tantos leva a Deus? Que mal é esse que faz tanto bem? Que obscuro que a tantos faz pensar? Quando o fogo do tempo vier consumir e purificar as obras dos Homens, o ouro, as jóias e as pedras preciosas dos frutos do filósofo haverão de permanecer, incólumes e gloriosos, em meio às cinzas das fofocas espalhadas pelo chão escuro do anonimato.

“O sr. Razzo diz que o professor Olavo é diabólico. Mas que diabo é esse que tantos leva a Deus? Que mal é esse que faz tanto bem? Que obscuro que a tantos faz pensar? Quando o fogo do tempo vier consumir e purificar as obras dos Homens, o ouro, as jóias e as pedras preciosas dos frutos do filósofo haverão de permanecer, incólumes e gloriosos, em meio às cinzas das fofocas espalhadas pelo chão escuro do anonimato.”

Raul Martins


Iracema Pamplona Genecco Cada um só pode dar o que tem. Do professor, só recebi o bem até hoje. Seus detratores espalham ressentimentos, invejas, maledicências. Devem colher em dobro. Mendigos de atenção.


Tem gente que trabalha
Que estuda
Que ajuda
E tem aqueles que escrevem carta aberta.

By Zita Injah


Professor Olavo de Carvalho, formou uma bela família com Roxane Carvalho, dessa união nasceram seus filhos Leilah Carvalho e Pedro de Carvalho . Uma família belíssima que tem recebido ilustres pessoas em sua residência nos EUA.
Entre os visitantes está o nosso queridíssimo Padre Paulo Ricardo. Que
Inclusive até gravou um programa sobre o nosso também queridíssimo prof. Olavo de Carvalho. Link abaixo:

https://padrepauloricardo.org/…/o-minimo-que-voce-precisa-s…

Sendo o professor um homem realizado e querido, desperta também a inveja e ódio de parasitas oportunistas que vivem nas sombras procurando fragilidades das pessoas para poder atingí-las. Só que não somos bobos, dentre muitas coisas que o MITO prof Olavo nos ensinou foi a PENSAR.

Sr Vedasco, quanta covardia! Usar Heloisa de Carvalho, filha do prof Olavo de Carvalho, uma moça que não foi criada por seu pai, sim pela família de sua mãe. Família essa, que não ensinou a menina a amar e respeitar seu pai.
Heloisa de Carvalho, sai dessa! Procure conhecer melhor seu pai, madrasta, irmãos e sobrinhos.
Honrar pai e mãe! Quarto Mandamento das Leis de Deus.

Professor, eu e muitos estamos com o senhor e sua família.

José Eduardo Iara Faria Marco AurélioGracita SalgueiroThiago FelícioAllan Dos SantosAllan Dos SantosAllan Dos SantosUbirajara LopesThiago GomesSilvio GrimaldoIza Do ValleTarcisio MouraPatricia Torres Da Silva MelloRuth TomaziSilvia ElizabethLuciane Badiz HouseMirtes Regina CiniAdriana de AbreuThomas DreschThereza SouzaJosé NetoJuliana Cunha
Edson CamargoMárcio GualbertoRenato CorreaViviane CanelloMarie AsmarLilian CristinaMagda BarbosaAna Paula ResendeAna Matias
Ana Caroline CampagnoloCássio Silva


É nitidamente de caráter difamatório e minimamente calculado o ataque que estão promovendo contra o professor, mas no fim, isso tudo não passará de mais um peido falhadoo dos Veadascos! Ó gentezinha baixa, se essas porras não encontrarem paz e sossego para as suas grotescasa almas, vão acabar rosnando raiva contra o professor no inferno.


“Honrar pai e mãe.”


Lembro-me de uma aula do professor Olavo de Carvalho em Curitiba, entre 2001 e 2005, em que ele disse que nunca devemos falar mal de nossos pais pois ninguém além deles teria a coragem de nos conceber. Daí vem a revoltadinha e escancara a vida do pai nas redes sociais. Ela fez isso com o ÚNICO homem que teve a coragem de concebê-la. O professor Olavo de Carvalho é um segundo pai para muitos aqui. Isso é um fato. Daí vem a mocinha rebelde e joga esse homem na lata de lixo. Na verdade, ela entrega o pai aos abutres. Espero que um dia ela perceba a cagada que fez e peça perdão a Deus em público. Eu tenho certeza de que o seu pai a receberá de braços abertos.


Estive pessoalmente com a família do professor Olavo de Carvalho em três ocasiões distintas.

A primeira foi ainda em Curitiba quando, visitando aquela cidade e sendo enxerido, liguei para a professor perguntando se poderíamos aproveitar minha estada lá para almoçarmos e conversarmos. Para minha surpresa dado que até então eu conversara com ele apenas no contexto de sala de aula, ao invés disso, ele me convidou para jantar na casa dele, onde conheci a Roxane Carvalho e a Leilah Carvalho. Não lembro porque cargas d’água o Pedro de Carvalho não estava lá nesse dia.

A segunda foi em 2008, já nos EUA, onde, assim como já fizera com outros alunos, ele permitira que alguns de nós mais durebas pernoitassem na casa dele para fazermos o curso, salvando-nos assim do custo do hotel. Na época eu acabara de me mudar para Curitiba, morava em pensão e não tinha um emprego fixo ainda. Só conseguira ir para o curso por imensa generosidade de uma pessoa amiga. Lá convivi com a família mais tempo confirmando que é uma família harmoniosa e de hábitos generosos, boa parte de seus problemas com o mundo vindo antes do excesso de generosidade que vulnerabiliza para facadas nas costas.

A terceira, que espero não ser a última, foi ano passado quando aproveitando o feriado de Ação de Graças estive lá mais uma vez e fui recebido, bem como outros visitantes que estavam lá, com toda hospitalidade e amizade nesta comemoração tipicamente familiar, apesar inclusive do professor na ocasião estar baleado com um gripe forte que justificaria perfeitamente um pedido de não tratar com ninguém por um tempo. Uma das ações “diabólicas” e de “rituais secretos” que pude testemunhar nessa ocasião foi a família rezar o terço juntos.

Em todas as três situações o que vi foi uma família feliz, rodeada de amigos, mais hospitaleira a estranhos do que eu mesmo sou no meu dia-a-dia – e lembremos que hospitalidade é uma das virtudes bíblicas. Não duvido que tenham seus problemas, os quais por caridade e direito de privacidade evidentemente eles não compartilham com ninguém de fora. Mas tenho certeza também que são os problemas normais de qualquer família e, dada a evidente boa índole de todos ali, suspeito que menos intensos do que naquelas famílias mais dramáticas.

Além desses três, conheci a Inês de Carvalho ainda no Rio de Janeiro, nas aulas do Olavo. Simpatíssissima e inteligente, embora não tenha tido contato mais próximo, sempre tive a melhor das impressões sobre ela. Outro filho, que é bem conhecido, é o Luiz Gonzaga De Carvalho Neto que dá aula no ICLS. Não acompanho seu trabalho com a mesma proximidade que acompanho o do Olavo, mas do pouco que vi, quando menciona o pai é sempre de forma elogiosa e respeitosa.

Quanto ao passado do professor Olavo de Carvalho, também nunca foi segredo seu envolvimento com astrologia, tariqa do Schuón, que suas primeiras experiências como marido e pai não foram boas (o professor já lamentou publicamente no Facebook por não ter sido tão bom pai com os primeiros filhos quanto hoje ele sabe ser!), nem uma vida sexual mais promíscua na juventude – ele mesmo mencionou certa vez que desistira de casar-se com uma moça virgem quando pela primeira vez entrou em um bordel. Ou seja, qualquer insinuação de que ele escondia seu passado para fazer-se de santinho é uma deslavada mentira. Antes parece-me que ele divulgou abertamente mais fatos da sua vida privada do que a vasta maioria das pessoas que tem presença pública faz, e imensamente mais do que, para minha personalidade mais desconfiada ao menos, parece-me prudente. Cada vez que eu lia um desses fatos, comentado não discretamente numa roda de amigos, mas publicado no Facebook, pensava logo que cedo ou tarde algum mal-intencionado usaria isso contra o professor.

Tendo dito isso, um membro da família que nunca conheci pessoalmente foi a tal da Heloísa. O que sei é que mais de um testemunho que tive de pessoas próximas da família é de que ela é uma pessoa desequilibrada, que jamais perdôou o pai por erros da juventude, cultivando por todos esses anos um rancor literalmente enlouquecedor, sentido-se no direito de tudo exigir do pai, financeiramente inclusive, talvez por compensação, esperando com isso aliviar a dor que seu rancor cultiva ao invés de perdoar, e tornando-se agressiva quando seus delírios compensatórios não são satisfeitos – sem que nenhuma demonstração de afeto, amor ou arrependimento hoje lhe dê a paz de coração para perdoar os erros de ontem. Suspeito que guarde profunda inveja da esposa e filhos atuais do Olavo, certamente uma família muito mais harmoniosa que a dela foi e cuja semelhança, parece, ela jamais conseguiu obter nas famílias que ela mesmo chegou a construir, sentimento de inveja esse que é o testemunho constante e incalável de que ela sabe sim que o pai mudou, amadureceu e finalmente se tornou o pai que ela gostaria que ele tivesse sido. É uma pena, porque se ela não teve esse pai na infância por responsabilidade dele, ela poderia ter o pai que queria hoje, se não fosse por suas atitudes atuais. O que ela perdeu na infância não está nem sob o poder do Olavo recuperar porque ele não tem como mudar o passado. O que ela está deixando de ter agora, inclusive o amor de seu pai hoje, é responsabilidade exclusiva dela agora, não mais do pai. E sejamos sinceros. O Olavo está com 70 anos. Queira Deus que viva bastante, mas eu não gostaria de viver os últimos anos da presença do meu pai na terra, meus últimos anos para experimentar seu amor, guardando rancores de infância. Não vou dizer pela internet como uma pessoa que sequer conheço deve lidar com sua dor. Ela é adulta, suponho que conheça o Evangelho ao menos como estória, e já devem ter dito mil vezes à ela que o rancor e inveja são auto-destrutivos, que tentar cooptar a piedade e punir o pai por auto-sabotagem (“olha pra mim, olha como minha vida é ruim pai, e é por sua culpa!”) é irracional, que desejar que algum pedido de desculpas para ser verdadeiro tenha que adquirir a forma de uma humilhação e submissão a uma vingança cruel é em si uma crueldade e uma perversidade e que perdoar é que a aliviaria.

Observo tudo isso para ter como critério de avaliação da credibilidade e valor de uma “carta” escrita por essa filha junto a inimigos jurados do professor Olavo, um dos quais admite ter personalidade borderline *e* psicopata. Se havia necessidade de alguma prova da auto-destrutividade mencionada acima é que ela põe-se a caluniá-lo a serviço de duas pessoas perturbadas que concentram toda a sua vida em tentar destruir a imagem pública do homem que é o centro do seu mundo imaginativo e emocional, provavelmente o centro de paixões homoafetivas mal-resolvidas e odiadas por eles mesmos, necessitando destruir sua imagem como destruição compensatória para aliviar o ego que o ama de forma que eles detestam, amor esse que gostariam de destruir mas não conseguem. E não digo isso como piada ou xingamento, mas como uma hipótese psicológica que me parece razoável. Ou seja, entre inveja e loucura, rancor e obsessão, trata-se de um emaranhado de trevas entre trevas. Que Deus tenha piedade de nós, e ilumine todas as almas.


Olavo foi um dos responsável por me tirar do ateísmo e sei por fato que não estou sozinho. É o agente diabólico mais incompetente da história conhecida.


Tales de Carvalho:

“REPETINDO E REPETINDO E REPETINDO…

Sujar a imagem dos pais ‘lavando roupa suja em público’ é um pecado GRAVÍSSIMO, mesmo que as acusações sejam verdadeiras. Inventar mentiras sobre os pais é uma ABOMINAÇÃO BLASFEMA da pior categoria que muitas vezes é seguida de punições divinas já nessa vida.

Quando os pais cometem injustiças contra nós, devemos perdoar ou, na pior, nos afastar. Quando os pais cometem injustiças contra terceiros, o máximo que podemos fazer é testemunhar a verdade diante de AUTORIDADES LEGÍTIMAS, nada além disso e JAMAIS em redes sociais.

Isso é o que Deus, através de nossa amada Religião, nos ordena, mesmo quando nossos pais não gostam muito dela.”


Depois do post polêmico da filha do Olavo, por ter sido citado, me tornei definitivamente “conhecido” no submundo da direita sulista. Antes eu era considerado apenas um “camera man” que ajudou o “Jardim” a ficar bonitinho. A Heloísa é a única da família que entende de produção de audiovisual profundamente já que trabalhou na área durante décadas – ela sacou na hora que eu tinha sido usado e me deu moral na hora que eu estava deprê. Fui recebido com sorrisos e afagos na casa do Olavo mas isso não significa que ele entendam meu trabalho afinal de contas nenhum deles teve interesse em ver meus filmes. Meu negócio não é com a salvação da “Alta cultura”. Fui criado batendo punheta pra VHS de filme B dos anos 60 e 70 e jogando Street Fighter 2 com os maloqueiros da rua – música clássica pra mim é Burt Bacharach – essa é minha “alta” cultura e vocês têm que me respeitar!

Ricardo Costa Daniel,ela te usou e te capitalizou com sucesso, parceiro.Aquilo é cobra, mais cobra ainda do que o Josias.Mas se você não se ligou com a sua malandragem de pista,quem sou eu pra te ensinar a distinguir uma piranha contando história triste pra arrancar dinheiro de otário.
Daniel Aragão Brother. Meu problema é com o Josias mas enquanto o Olavo não arrancar as orelhas do fedelho, a Heloísa continua certa na parte que me toca. O resto do que ela escreveu não sei nem quero saber.

1. Filósofos não fazem séquiçu.
2. O Olavo fez muito séquiçu.
Logo, Olavo não é filósofo.

– Serip Retsük.


O recente ataque ao Olavo de Carvalho é uma das coisas mais abjetas que eu já vi.

Evidente que foi algo planejado. Utilizaram uma filha do Professor que claramente tem sérios problemas psicológicos para atacá-lo de forma vil. A tal carta escrita por ela foi replicada em poucas horas por dezenas de páginas da esquerda com posts impulsionados, ou seja, alguém investiu dinheiro na campanha. Até a Veja, a nova revista preferida do PSOL, entrou na onda.

Mas o que de tão grave foi revelado sobre Olavo? Passagens não muito auspiciosas da sua vida que ele mesmo já havia contado em diversas oportunidades e outras coisas que duvido muito que sejam verdade, pois foram desmentidas pelos supostos envolvidos, além de não condizerem com a personalidade dele.

Olavo não é santo e sempre fez questão de afirmar isso. A genialidade usualmente está associada a conflitos internos e externos constantes, um preço alto a pagar pela capacidade de enxergar a vida de uma maneira diferente.

Tive a oportunidade de encontrar o Professor algumas vezes e posso afirmar que além de ter sido muito bem recebido por ele e pela Dona Roxane Carvalho, percebi um ambiente familiar muito saudável, onde é possível identificar facilmente o quanto ele é querido pelos filhos e outros familiares.

Sem nem entrar no mérito da importância do Professor como um grande pensador brasileiro que influenciou positivamente uma geração inteira, pois nenhuma pessoa deve ser submetida a esse tipo de ataque asqueroso e covarde.

Só me resta oferecer todo o apoio ao Olavo e agradecer pelos seus ensinamentos, além da sua gentileza comigo.


Pronto, o showzinho da Heloísa e dos irmãos Veadascos já foi desmascarado. A Veja publicou uma matéria muito honesta onde os outros 7 filhos desmentem tudo, fora as dezenas de relatos de familiares e amigos que conhecem a família do professor e que postaram em seu perfil. Aparentemente, o surto da mulher se deve ao fato dela ter desejado participar do filme e não ter sido chamada. Uma mulher de quase 50 anos agindo assim. Meu Deus do céu, cada família tem um doido, fazer o que. E pra você que achou a cartinha dela razoável e ficou chocadinho com o passado do professor, a minha mensagem pra você é a seguinte: vai dar meia hora de cu com o relógio parado, seu filho da puta.


Não foi apenas um ataque de haters do Olavo.

Foi a sua filha, pior ainda, a primogênita!

A lavação de roupa suja, num mundo ideal, deveria ser realizada entre a família, jamais em público, e muito menos no Facebook.

Infelizmente, a filha se uniu ao pior tipo de gente, gente má que trabalha sob as maldições das trevas.

Não se engane! A filha vendeu a alma ao diabo para destruir a reputação do pai.

Não se trata de uma rusga ideológica ou de uma desavença intelectual, apenas, elaborada e tocada por terceiros desconhecidos.

Trata-se da primogênita do Olavo, cujo relato guarda um peso enormemente desproporcional, infinitas vezes maior do que qualquer página fuboca construída pelos seus detratores.

A filha está interpretando o papel da locomotiva dos desvairados, dos loucos sedentos pelo sangue do filósofo. O seu combustível é a vingança.

Não existe mais a possibilidade de você, caro amigo, não tomar posição, já que tudo se tornou público, familiares, alunos e admiradores do Olavo saíram em sua plena e irrestrita defesa.

Não existe a possibilidade de você separar o “Olavo filósofo construtor de uma obra inigualável” do “Olavo ser humano individual e familiar”, já que um faz parte do outro e o outro faz parte do um.

Separar uma coisa da outra para justificar a sua inércia é seguir a regrinha de etiqueta social, também conhecido como COVARDIA.

Sacar a convenção social como argumento para se abster e depois apoiar quem apoiou a filha é uma grave demonstração de endosso indireto da pretensa destruição, iniciada pela primogênita.

Como diz um conhecido adágio, quem escolhe o muro já É um aliado do demônio.

Ter vergonha de defender o que É correto é covardia, também.

Inúmeras pessoas decidiram apoiar o insensato, o louco, o errado, o absurdo. Não estou nem aí mais para elas! Se elas têm disposição para defender o errado em desfavor do Olavo, haverá igual disposição para defender o errado em MEU desfavor.

Olavo enfrenta problemas proporcionais ao seu tamanho.

O episódio pelo qual ele lamentavelmente está passando é mais um desafio integrante de sua Grande Jornada; é mais um degrau em sua Escada de Jacó.

Se Olavo algum dia flertou com o mal, graças a Deus Nossa Senhora, a Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo, o resgatou, o limpou e o pôs em nossas vidas, firme e forte!

Devo ao Olavo inúmeras coisas, como, por exemplo, a oportunidade de enxergar um horizonte mais dinâmico, com novas possibilidades e ferramentas mentais.

Também posso usar como exemplo as suas postagens diárias, muitas das quais significam chaves para abrir portas que me levam a uma nova perspectiva ou pronta reflexão.

Devo também ao Olavo a minha reaproximação da Igreja Católica, o respeito ao seu Legado e a restauração de minha devoção à Maria, a cujo Ser Celestial fui consagrado pela minha própria mãe no exato dia de meu nascimento.

Não há mais como você, caro leitor, não tomar partido. Ou você está do lado da Verdade ou do lado da mentira.

Acho que era só isso.

Muito obrigado, Olavo, e que Deus abençoe rica e abundantemente você e sua linda família, aqui incluídos os filhos e parentes, e que Ele te proteja de toda a malícia infernal.

Maria, passa na frente!


As evidências me parecem um tanto claras: quanto mais os ecos do trabalho pedagógico e filosófico do Professor Olavo de Carvalho geram incômodos para a elite governante, mais os serviçais dessa gente na mídia e na academia apegam-se às oportunidades (aparentes ou reais; plausíveis ou implausíveis) de difamá-lo, na esperança insana de destruir sua honra — como se um homem que sabe que honra não é sinônimo de fama ou de prestígio, mas sim de caráter, de integridade e de retidão perante Deus, pudesse ter sua honra diminuída ou aumentada pela falatório das almas toscas que povoam as redações, as universidades e as redes sociais.

Sendo leitor e aluno do Professor há muitos anos, e tendo o privilégio de contar com a sua amizade e com os seus conselhos, sou testemunha de que o Olavo é um homem bom, generoso e de invulgar grandeza de alma. É evidente que, como todos nós, o Olavo também é capaz de baixezas ocasionais. Ressalto, no entanto, que não afirmo isso por ter testemunhado alguma dessas ocasiões (o que nunca ocorreu), mas porque o Professor jamais as escondeu e, pelo contrário, sempre se mostrou obstinadamente disposto a confessar humildemente os seus pecados e a convertê-los em lições para si próprio e para todos os que são humildes o suficiente para aprender com os erros alheios.

E quão preciosas são essas lições! Os livros, as aulas, os conselhos e o exemplo do Professor foram e continuam sendo de valor inestimável para a minha formação. Ao longo destes anos todos, o trabalho dele não apenas me ajudou a lidar com problemas pessoais como se mostrou muito útil sempre que me deparei com a necessidade de ajudar amigos e familiares, de modo que, mesmo sendo um zero-à-esquerda, graças ao que aprendi e aprendo com ele, pude ajudar a salvar alguns casamentos, a melhorar a vida de algumas crianças, além de aliviar o sofrimento de uma porção de amigos.

Thomas Merton ensinava que a essência da piedade cristã está em usar nossas feridas abertas para curar os nossos irmãos; e a postura do Professor Olavo de Carvalho foi uma das coisas que mais me ajudaram a compreender o que o monge católico queria dizer com isso. Foi por seu compromisso profundo em se apresentar perante os homens com a mesma sinceridade que se apresenta perante Deus, que o Olavo acabou se expondo voluntariamente à maledicência daqueles que o odeiam. Foi por sua sinceridade radical, que ele se colocou diante de seus desafetos mais maliciosos munido apenas da convicção de que não há força mais poderosa do que uma personalidade autêntica. Foi por cultivar um amor maior pela verdade do que por sua sua imagem pública, que ele nunca se importou em expor seus erros passados para ajudar seus alunos (quando não aos brasileiros em geral) a evitar erros futuros.

Não se enganem. O Professor Olavo de Carvalho não está sendo atacado com todas essas fofocas e mentiras por ser um homem mau que, publicamente, busca projetar uma imagem positiva; ele está sendo atacado pelo oposto simétrico disso; ele está sendo atacado por se reconhecer autor de seus próprios atos; por se apresentar ao público sem qualquer máscara ou adorno; por se negar a ser uma personalidade forjada; por falar com a própria voz e com a autoridade de uma consciência individual; por ser, em suma, um filósofo e um cristão — um sujeito duplamente qualificado para mudar os rumos culturais e políticos de uma nação e para meter medo nos poderosos que a governam.

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P.S.: Mesmo se tudo o que está dito na tal da carta fosse verdade, aquilo ali apenas serviria como testemunho do miraculoso crescimento pessoal pela qual o Olavo passou e daria daria a gente como eu a esperança de um dia também se tornar um homem bom e decente.


Pelo menos com essa peleia na família Carvalho ficamos conhecendo todos os Carvalhinhos. Fiquei impressionado com a beleza, inteligência e meiguice da Inês. Se ela fosse solteira, eu a pediria em namoro. Claro que com a anuêcia do pai. Eu nem sabia que o professor tem um filho chamado Percival. Cheguei a pensar que ele fosse o nono. Sujeito irreverente e inteligente também. Daí o Tales, o filho muçulmano, o Davi, casado com uma das filhas do meu amigo Eduy, o Gugu, o mais inteligente dos filhos, a Leilah, a mais carinhosa das filhas, o Pedro, o fuzileiro naval. Faltou alguém nessa família tão bela? Ah, sim, a Heloísa. Rezemos por ela.


Da Henriete Fonseca, minha amiga há quatro décadas:

Olavo de Carvalho, vou chover no molhado: você é o cara mais amado do Brasil! Sua generosidade, que todos nós conhecemos, tirou milhares da indigência intelectual; feitos tão benéficos assim fazem levantar o Inferno, mas, tenha a certeza, Alguém te ama muito e vai tirar de todo esse mal o maior bem que você um dia vai receber, confie! Te amo!


Meu pai, Olavo de Carvalho, é a pessoa mais generosa e amorosa que já conheci. Ele sempre foi e sempre será o meu maior exemplo de ser humano. Dizer que ele é o melhor pai do mundo é pouco. Ele é muito mais do que isso. Meu pai, meu professor, meu herói, minha maior inspiração.


Ontem me limitei a não comentar o caso da Filha do Olavo de Carvalho pois acreditava se tratar-se de um assunto de família, não sendo da minha conta nem me preocupei em ler a carta aberta. Mas não, é um assassinato de reputação onde utilizaram a filha para destruir o pai, foi a coisa mais baixa que eu vi neste ano acontecendo no Facebook, com participação bovina da mídia que finalmente deixa a espiral do silêncio para participar do ato e dar suas facadas no Cezar e de todo o tipo de hienas que estavam caladas a muito tempo mas agora regozijiam de felicidade por conta de uma fofoca encomendada de internet.
Não bastando isso temos contornos de teoria da conspiração impulsionada pela VEJA onde Olavo estaria manipulando tudo e todos junto ao Bolsonaro para a tomada do poder e o controle do exército para fins malignos.
Nem 10 Pablos Vittar em uma exposição que faz apologia a pedofilia se beijando no horário nobre da globo me daria mais nojo que esse estratagema.


A quem interessar possa:

Quando o CNPq me sonegou qualquer apoio material para concluir meu doutorado em Filosofia nos Estados Unidos , busquei contato com vários jornalistas nacionalmente conhecidos. Fui solenemente ignorado por quase todos.

Disse quase todos. Porque Olavo de Carvalho agiu de maneira bem diversa. Forneceu-me o telefone de sua residência e me facultou as páginas do Midia Sem Máscara. Lá escrevi um protesto.

No final das contas, os americanos capitalistas malvados vieram em meu socorro, visto que meu desempenho era muito bom.

De toda sorte, nunca me esquecerei da generosidade demonstrada pelo professor àquela ocasião.


O professor Olavo foi um dos PRINCIPAIS responsáveis pela minha reaproximação do catolicismo. Se dependesse de almas purinhas como as de Razzos, Velascos, Porcões, Fumacedos e o caralho a quatro, certamente seria um militante ateu, pois esses exemplos de cristandade são exatamente a caricatura criada pelos neo-ateus para atacar o Cristianismo.

Quão diabólico é esse Olavo, hein??!!


Sobre o caso do Olavo de Carvalho, ainda aguardo a oportunidade de conhece-lo pessoalmente, mas sigo o mandamento do Nosso Senhor Jesus Cristo para formar meu juízo, segundo o qual devemos analisar a qualidade da árvore pelos seus frutos:

1- Uma obra invejável, dentre as quais um dos livros mais importantes já escritos no Brasil (O Jardim das Aflições), o maior sucesso editorial político dos últimos anos (O Mínimo), além de 400 aulas repletas de preciosidades e um sem número de artigos brilhantes.

2- Boa parte dos homens que eu admiro no Brasil, nos mais diversos campos, tiveram alguma influência do Olavo. Desde cientistas políticos a psiquiatras, passando por advogados, professores e artistas.

3- Todos os meus amigos que tiveram contato pessoal com o Olavo relatam a experiência de lidar com uma figura doce e autêntica e voltam me recomendando que vá a Virginia encontra-lo, se tiver a oportunidade.

4- Não sei nem dizer quantas referências, quantos conceitos e de que maneira as aulas do COF me influenciaram nos últimos 5 anos. O salto de inteligência foi, sem dúvida, maior do que tive nos 3 cursos universitários pelos quais passei.

Estes são os fatos, ou seja, os frutos inquestionáveis. Com estes, me perdoem se sigo a orientação do próprio Cristo, em vez de me deixar levar pelo desabafo de uma filha nitidamente magoada, cuja história desconheço e do bom estado mental desconfio.


Zita Injah

3 h · 

O professor Olavo de Carvalho é o responsável pelo melhor círculo de amizade que uma pessoa pode ter, serei grata eternamente! 💗💗💗


Olavo de Carvalho é o pai que todos nós queríamos ter.


As mesmas criaturas diabólicas de sempre, sofisticaram suas depravações ao ponto de cooptar a própria filha do professor – que não está de posse da integridade de suas faculdades mentais – para desferir mais uma covardia desprezível a um homem bom e honorável.

A tal “carta aberta” foi colocada em campanhas pagas nas redes digitais e difundida por um exército de ignóbeis criaturas.

Sou tomado de tristeza ao observar que pessoas (algumas próximas, e ainda outras: queridas) caiam nessa esparrela. E mais: que estejam sedentas de que fatos desta natureza aconteçam para que subscrevam seus desejos em relação a derrocada de alguém que nunca se dará por vencido por meio de futricos, detraios e trapaças.

Me causa repugnância notar que alguns – inclusive jornalistas e “intelectuais” – se aproveitam de momentos de clara vileza para destilarem também suas torpezas sofreadas e seus sentimentos abjetos retidos.

Vida longa, professor Olavo de Carvalho!


Acabo de excluir daqui 6 fulanos por serem amigos do tal Veadasco.

Mexeu com o professor mexeu comigo.

Quer se tornar inimigo dele? Então combata-o no campo intelectual e com honra.

Difamação e calúnia é arma de filho da puta.


Tudo o que teria para dizer sobre o prof. Olavo, eu já disse em mais de mil postagens neste perfil. Quem me conhece sabe o quanto devo minha vida a esse homem, a quem reconheço como um segundo pai.

Então fiquem apenas com a foto de capa. É uma imagem dele NEM AÍ PRAS INIMIGA. Nosso sobrevivente, nossa luz na escuridão, nosso mais verdadeiro amigo.

Nós te amamos, prof. Olavo. Deus te abençoe hoje e sempre.


Da minha cunhada Rosane Sanches Antunes (antes da publicação do desmentido na Veja):

Eu tive a oportunidade de conviver e conhecer de perto a família Carvalho, principalmente quando Olavo e a Roxane voltaram para o Brasil da França , eles ficaram na minha casa até conseguirem uma casa disponível .Falo com propriedade que conheço a índole e a conduta desta família e este artigo que saiu na revista Veja é completamente equivocada( sem direito do contraditório, unilateral, e sem depoimento dos outros filhos para confirmar a veracidade das alegações). É muito triste ver uma filha atacando o pai desta forma.Eu estou indignada! E ainda mais indignada com o jornalismo leviano irresponsável da revista Veja. Revista Veja , aguardo matéria de direito de resposta do Olavo e depoimento dos outros filhos para ver se as alegações procede . Se não houver pergunto: Quem será que encomendou esta matéria?


Pergunto: – “Qual o mágico faz carreira, torna-se astro diante o público, e revela depois o seu próprio truque?”. Respondo: – “Nenhum”. Explico melhor: se o Olavo de Carvalho utilizasse técnicas de PNL (Programação Neuro Linguística), seria ele o Mister M da hipnose, invés do David Coperfield que “A Carta” proclama. No Jardim das Aflições (época que o professor era um completo desconhecido), já havia ele denunciado todo abuso das descobertas de Milton Erickson. Leiam o capítulo 4, chama-se A Lógica de Epicuro, está tudo lá. Só mesmo um cretino para acreditar que, e através de, simplíssimas video conferências, teria ele tamanha influência para “lavagem cerebral sobre as pessoas”, principalmente esta que as denúncias retumbam: de “proporções” demasiadas.


Tem gente que trabalha
Que estuda
Que ajuda
E tem aquelas que escrevem carta aberta.


Não comece a ler essa postagem se você espera mais uma carta aberta. Trata-se de um pequeno relato, feito de coração e com gratidão, a uma pessoa que me é muito querida: meu sogro, Olavo, ou como carinhosamente o chamo, Sogrão.
O conheço desde antes de conhecer o Davi. Ele me foi apresentado pelo meu pai, e desde então teve grande influência na minha educação, na minha vida, na minha maneira de pensar.
Sou e sempre serei eternamente grata à ele, pois independente da sua contribuição para a filosofia, para a política, é por sua causa que eu tenho o meu Davi. Se ele não tivesse aceitado a bênção divina que é receber uma criança, ou o tivesse devorado como dizem que ele faz, hoje eu não teria o marido maravilhoso que eu tenho, e meus filhos não teriam o pai mais incrível que eu já vi.
E eu também serei eternamente grata pelo conselho simples que ele me deu, em um jantar no Outback, quando estávamos nos EUA. Eu estava sem falar com o meu pai, e ele que sabia de toda a situação e dos meus motivos para a falta de contato, chegou, colocou a mão no meu ombro e disse: “seu pai me ligou hoje. Perdoa ele. Ele te ama”.
Voltamos para o Brasil e no dia seguinte fui visitar meu pai. Dois meses depois, ele morreu.
A perda do meu pai me marcou muito, e até hoje dói. Mas seria infinitamente pior se eu não tivesse ouvido aquele conselho.

Falei para ele hoje, ao telefone, que o amo como se fosse meu segundo pai, e que neste coração, apesar do meu jeito meio “cavalar” como ele diz, tem muito carinho por ele e por toda a família.


NESTE mar de calúnias contra o professor Olavo de Carvalho, de minha parte, como um de seus piores alunos, deixo nesta nota a minha eterna gratidão e divida para com ele. Muito obrigado, professor! Serei sempre grato ao Sr. por todos os livros, cursos, aulas do COF, amizades verdadeiras por meio de seus alunos e renovação do meu amor pela Igreja de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Muito obrigado!


Leonardo Oliveira
4 h · 

Sem o professor Olavo eu não teria conhecido o Mário Ferreira dos Santos, e sem o Mário Ferreira dos Santos eu não teria voltado a acreditar em Deus. Foi o Olavo, mais uma vez, falando de passagem sobre as chagas de São Francisco e também sobre a confissão, que me levou à conversão ao catolicismo. Se hoje faço vocês darem risadas e sou um pouco melhor, é graças a ele. O Olavo pra mim, é como um segundo pai. Enfim, é isso.

Carta aberta aos “Carta aberta”. Entendedores entenderão.

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A gente pode até amar demais, mas não como o Olavo na Escola Júpiter nos anos 70.


Há oito anos eu iniciava meu estudos no COF (Curso Online de Filosofia), do Seminário de Filosofia de Olavo de Carvalho. Dentre muitos exercícios propostos – os quais praticava sempre com seriedade e obstinação – havia um, em particular, que me despertou interesse mortal (perdoem o trocadilho incidental): o exercício do necrológio.

O exercício consistia em elaborar um elogio post mortem a mim mesmo, mas como se tivesse sido escrito por um grande amigo.

Àquela altura da minha vida, com 35 anos, não me encontrava absolutamente satisfeito com minha situação. Algo havia se perdido ao longo do caminho. Não que eu estivesse totalmente perdido, somente estava numa estrada paralela a de minha verdadeira vontade e não possuía as ferramentas necessárias para retomar a via original.

Quase uma década se passou e há poucos dias atrás eu estava na casa do professor, conversando com Roxane Carvalho em sua sala, no piso térreo – com Olavo me aguardando para uma entrevista no andar de cima – e, de súbito, distingui algo que me parecia velado até aquele momento: eu estava atualizando cada linha daquele exercício que, com tamanha urgência, havia me dedicado há tanto tempo atrás.

O que pensar de alguém que o ajuda tomar posse de suas potencialidades e realizá-las, por mais difíceis que lhes possam parecer?

O que pensar de alguém que, ao longo do caminho, lhe aconselha não com dicas, “sacadas” e orientações, mas com aulas soberbas que tocam a alma e – em muitas vezes – até com um silêncio eloqüente diante de suas idéias tolas?

O que pensar de alguém que lhe mostra pelo exemplo que há um sentido único na vida de cada indivíduo e que, se você toma posse dessa idéia, é possível desenvolver sua personalidade e tornar-se aquilo que você realmente é?

O que pensar de alguém que, por influência direta ou pelo convívio com todos de sua casa, o faz reaproximar-se de sua família, dos entes queridos e de Deus?

Penso somente em gratidão, respeito e amizade genuína. Sentimentos extensivos aos seus familiares que sempre me trataram como um dos seus.

Obrigado, professor. Obrigado, família Carvalho. Contem sempre comigo!


Prints do dia


— E então, Yuri, com tudo o que andam falando do Olavo de Carvalho na imprensa e nas redes sociais, o que você acha dele agora?
— Achar? Eu não acho nada: eu amo esse cara!


OS FILHOS DE OLAVO

Olavo de Carvalho salvou a minha vida. Graças a ele, voltei para a Igreja e passei a amar a verdade, condição essencial para amar a Deus. Face aos ataques perniciosos que ele vem sofrendo nos últimos dias, cujo propósito evidente é atingir o seu coração com as armas da inveja, republico aqui a crônica em homenagem aos seus 70 anos, que saiu na Folha de Londrina no dia 28 de abril deste ano. Somos todos filhos de Olavo.

********

Há alguns dias, depois de participar de um debate em Harvard, o filósofo brasileiro Olavo de Carvalho foi jantar com a esposa Roxane e um pequeno grupo de amigos no Restaurante Sem Nome (No Name Restaurant), que serve frutos do mar no mercado central de Boston. Lá foram atendidos por um velhinho grego que é, ao mesmo tempo, dono e garçom da casa. Como uma equipe de TV pediu para fazer uma entrevista com Olavo no local, o proprietário do restaurante percebeu que se tratava de uma pessoa “famosa”.

Depois da entrevista, o velhinho grego se aproximou de Olavo e, com muita discrição, perguntou em inglês quem ele era. Olavo respondeu com a habitual gentileza e convidou o proprietário a sentar-se. O rosto do homem se encheu de surpresa:

— Olavo de Carvalho, o filósofo?

— Sim, sou eu mesmo.

Então o velhinho começou a chorar.

Na juventude, o velhinho havia estudado filosofia. Tempos atrás, ele recebera pela internet um artigo sobre religião, traduzido para o inglês, e havia dado para o filho ler. Após a leitura do texto, o moço decidiu voltar à Igreja, da qual estava afastado por muito tempo. O dono do restaurante fizera questão de guardar o nome daquele autor que tanto bem fizera ao seu filho. Era Olavo de Carvalho, “brazilian philosopher and writer”. E agora, por uma incrível sorte, o homem estava ali, diante dele!

Conto essa pequena história verídica para ressaltar uma das realizações menos lembradas do meu amigo e professor Olavo de Carvalho: ele é responsável por um número incalculável de conversões religiosas. O trabalho de educação intelectual clássica que ele faz provoca, não raro, um despertar espiritual em seus alunos. Os casos de pessoas que voltaram à Igreja depois de ler seus livros e assistir às suas aulas poderiam encher esta página.

Assim como existiu a Lista de Schindler, existe uma Lista de Olavo, composta pelas pessoas que o filósofo reconduziu à Igreja, por meio da alta cultura e do estudo dos clássicos. Assim como há os “judeus de Schindler”, há uma quantidade espantosa de “cristãos de Olavo”, que graças ao filósofo se libertaram de suas amarras ideológicas e ateísticas.

Aqui vale a pena lembrar a frase de Nassim Taleb: “Nunca espere condecorações por dizer a verdade”. Se você busca o aplauso das elites acadêmicas, fazer parte da Lista do Olavo não é um bom negócio. Mas, se você procura o conhecimento e a contemplação da verdade, vale muito a pena.

Hoje em dia as pessoas falam muito de listas vergonhosas, como a da Odebrecht. Na Internet, de vez em quando, pipocam as listas de “verdades e mentiras”. Pois eu vou contar aqui uma simples verdade: com modéstia, mas também com orgulho, pertenço à Lista do Olavo.

Amanhã, 29 de abril, Olavo de Carvalho completa 70 anos. O trabalho que ele fez pelo resgate da alta cultura no Brasil é comparável a uma Operação Lava Jato do espírito. Deveríamos estar tão agradecidos a ele quanto o velhinho grego do Restaurante Sem Nome.


Prof. Olavo de Carvalho, somente agora vim me manifestar publicamente porque vi com muita tristeza que a situação chegou na mídia. Até ontem me mantive em silêncio porque aprendi com o senhor a não opinar sobre o que não se sabe. E não falei ontem porque cheguei tarde em casa de um plantão de 12hs.
Além disso, estava realmente triste com o que estava acontecendo ao ponto de querer lhe chamar no Skype para lhe dizer algumas palavras de conforto. Graças à Deus que recebeu inúmeras manifestações de carinho.
Não queria ser repetitiva e dizer o mesmo que muitos dos seus afetos lhe disseram, mas apenas como testemunho mesmo:
Devo muitissimo ao senhor, além do Luís Filidis, do Padre Paulo Ricardo, de Dom Bertrand e do Dr. Plínio Corrêa de Oliveira a minha conversão ao Catolicismo. Mas devo mais e particularmente ao senhor de como PERDOAR VERDADEIRAMENTE – o que foi muito importante para a minha vida hoje. E – veja só! – foi com o senhor que aprendi a importância de se honrar pai e mãe. Lembro-me mais ou menos destas palavras no COF – não exatamente com estas: falar mal dos pais atinge-nos muito mais porque na verdade estamos falando de nós mesmos. Seus alunos devem lembrar melhor desta aula.
Professor Olavo, todo o meu carinho e gratidão ao senhor por tudo que fez por mim e pela minha família!
O senhor nem imagina!
Que Nossa Senhora lhe abençoe grandemente!


 

Nando Castro:

Sobre o Olavo de Carvalho, o que eu tenho a dizer é o seguinte:
– Li a transcrição da aula “O que é milagre?” e a partir daí senti uma convicção ainda mais forte sobre a minha fé e o caminho correto que eu sempre segui na Igreja Católica, como minha família sempre me ensinou. Esse escrito apenas mostrou que todos meus parentes estavam corretos, além da riqueza de informações que eu simplesmente não sabia.
– Em agosto de 2014, o meu avô Fernando me aconselhou que procurasse os artigos do professor Olavo. Um tempo depois, ganhei um exemplar d’O Mínimo e meu avô sempre elogiava quando eu lia os artigos do professor. Em virtude de um problema na visão, ele não conseguia ler, restando para mim ou pessoas próximas o papel de ler os livros e jornais da vida. Um dia antes dele falecer, li para ele o artigo “Pobreza e grossura”. Quando terminei, ele disse: tá vendo aí? Esse Olavo é muito sensato.
– Em março de 2015, meu avô foi para a morada eterna. Um mês depois de perdê-lo, consegui o Skype do professor Olavo. Numa ocasião, liguei para ele e, sob forte tristeza, informei sobre a minha situação de saudades e dor que sentia naquele momento. Recebi conselhos que jamais irei esquecer.
– No ano passado, eu não tinha nenhuma renda. Nenhuma experiência no currículo, sem nenhuma porta sendo aberta para mim. Período de dificuldade financeira na família. Eis que ele lançou o curso “Guerra Cultural”. Fiquei louco pra fazer, mas não dava. Pedi ajuda a várias pessoas e não consegui.
– Fui no Skype e, me sentindo o sujeito mais insolente do mundo, liguei pro Olavo a fim de pedir uma bolsa para fazer o curso. Disse de cara do que se tratava e ele sequer deixou eu terminar de explicar a minha situação. Apenas disse: “tudo bem, vou falar com o Silvio e ele vai lhe encaminhar os dados. Boa sorte por aí, não desista de nada não porque você vai conseguir superar esses problemas aí”.
– A bolsa foi de fato dada pra esse sujeito aqui que o professor nunca viu pessoalmente. Além disso, já houve ocasiões em que o próprio Olavo me atendeu outras vezes, me dando vários conselhos para a minha profissão e vida pessoal.
Em tempos de assassinato de reputações sendo patrocinadas por pessoas de caráter torpe, não custa nada lembrar do cara que num recente passado me deu forças para seguir em frente, me ajudou na educação e, sem perceber, pavimentou o caminho para que eu pudesse fortalecer ainda mais a minha fé.
Diante de todos esses feitos e essa amizade entre um professor e um aluno que está a milhares de quilômetros, resta-me, apenas, expressar em poucas palavras a gratidão que tenho, portanto: obrigado, professor. Que Deus abençoe o senhor e sua família.


Espero que este meu comentário não fique muito longo, como aqueles em que aparece o link “continuar lendo” e ai quando você clica ele te joga para uma outra página e muitas pessoas simplesmente param de ler ao ver o tamanho do artigo. Se isto acontecer, por favor continue lendo.

Porque o Olavo de Carvalho, apesar de ser tão perseguido, continua angariando fãs e admiradores, que crescem a cada dia? Será que ele tem algum poder hipnótico? Usa de Programação Neo Linguística como uma pessoa falou? Será que usa algum poder místico satânico? Nada disto.
Ele se torna admirável pelo seu poder de abrir o nosso entendimento da realidade por meio de suas aulas de filosofia, seus comentário sobre a realidade política e social do Brasil e do mundo e muito mais ainda pela sua capacidade de nos dar um testemunho à sua maneira da fé cristã autêntica. Esta última, para mim é uma das mais admiráveis.

A loucura que hoje é geral na sociedade humana, não pode somente ser curada pelos estudos acadêmicos, mas pelo encontro de nossa alma com o divino, e a com a verdade. Não são poucos os que como eu, entenderam a maravilhosa fé católica e se aperceberam de sua ação libertadora em suas vidas. Sua apologética cristã, mais especificamente da fé Católica, não é de maneira nenhuma convencional, e eu diria, que é muito mais autentica porque não é direta nem imposta, mas como no método de ensino socrático, apenas nos faz reconhecer que já conhecíamos certas verdades fundamentais, somente não as re-conhecíamos plenamente. Suas explicações não são novidades estranhas, mas noções familiares, onde o que somente nos era sentido em nosso íntimo se mostra pela primeira vez expressado em palavras e conceitos.
Daí em diante, o que nos resta é aceitar o que nós mesmos já sabíamos, na maioria das vezes. Sua capacidade de unir o místico como o trivial, e dar ao segundo a profundidade do primeiro, fazendo assim a ponte que nos faltava para vermos que, longe de encararmos a fé como simples crença em algo totalmente além do real, ela é a essência mesma da vida. A fé em Cristo e na Igreja deixa então de ser algo alheio à nos mesmos para assumir sentido e unidade com nossa consciência. Daí tantas pessoas dizerem que se converteram ou voltaram à Igreja Católica com muito mais fé e convicção do que antes. Se formos procurar onde nas aulas dele ele nos ordena isto, não encontraremos nada, mas somente aquelas palavras certas que nos remeterão ao resultado de nossa conversão, assim como se consegue um resultado matemático de uma operação aritmética qualquer.

Como ele mesmo ensina, a verdade segue camadas em círculos concêntricos que vão desde verdades fundamentais e genéricas até pequenos fatos do dia a dia, mas todos eles amarrados pela linha da estrutura da realidade, que de forma nenhuma pode alijar a ação do Espírito Santo na história humana. Um filósofo que não entrasse nos meandros da Religião seria um pensador pela metade.
Nunca ficou tão patente as palavras de Jesus em que ele diz que importa que os verdadeiros adoradores do Pai o adorem em ESPÍRITO e em VERDADE.

Por isto por detrás de tanta perseguição ao nobre professor Olavo de Carvalho, existem muito mais causas invisíveis movendo fantoches humanos, do que supõe a vã percepção dos fatos dos que não o entendem.


Elpídio Fonseca adicionou 16 novas fotos.

17 h · 

São Paulo, setembro de 2017.

Em meio ao alarido dos vira-latas que, fundados em boatos e fofocas de detratores psicopatas, tentam, em vão, manchar a honra do Professor Olavo de Carvalho, cometendo contra ele crimes de calúnia, injúria e difamação, por serem incapazes de refutar, uma que seja, algumas das muitas contribuições dele à filosofia, desponta, insofismável, esta verdade:

Não tivesse o filósofo Olavo de Carvalho, nos últimos anos:

– ministrado 400 aulas (até agora) no Curso Online de Filosofia;
– escrito onze livros originais;
– elaborado o curso História Essencial da Filosofia.
– reunido, em livro, sete volumes (até o momento) seus artigos escritos no Diário do Comércio;
– ministrado centenas de aulas nos Seminários de Filosofia, entre os anos de 1997 e 2002, em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Paraná, no Rio Grande do Sul;
– escrito dezenas de orelhas e apresentações dos maiores escritores brasileiros;
– transmitido, durante 5 anos, o programa True-Outspeak, programa, à época, de maior audiência do site Blog Talk Radio;
– participado de dezenas de debates, um deles com Alexandre Dugin, do qual saiu vencedor, tendo tal livro sido publicado no Brasil e na Romênia, lá estando entre os mais vendidos.
– participado de dezenas de conferências pelo Brasil afora.
– escrito o livro, editado por Felipe Moura Brasil, O Mínimo que você precisa saber para não ser um idiota, lançado pela Record, com mais de 300 mil exemplares vendidos, a despeito do boicote total que lhe fez a imprensa, não o divulgando;

Não tivesse ele feito nada disso, e somente o ter dado a conhecer, ao público brasileiro, há vinte anos, em 1997, com O futuro do Pensamento Brasileiro (Autor) e há dezoito anos, 1999, com As seis doenças do espírito Contemporâneo (autor, Constantin Noica, tradutores Fernando Klabin e Elena Sburlea, sendo suas a introdução, edição, notas e comentários) os maiores autores romenos da geração anterior e da atual, e já seu nome mereceria figurar como o de restaurador da alta cultura do Brasil.

De fato, se, como aluno de Olavo de Carvalho, eu não tivesse ouvido falar dos autores romenos mencionados em aula, certamente não teria tido meu interesse despertado para o estudo desse idioma, há dezessete anos atrás, e o público brasileiro não teria tido acesso a autores como: Constantin Noica, Nicolae Steinhardt, Gabriel Liiceanu, Andrei Pleşu, Vladimir Tismăneanu e Lucian Blaga.

E isto é apenas um pequeno nicho dos interesses do Professor Olavo de Carvalho, para não mencionar a divulgação, para um público amplo, das obras de Eric Voegelin, inter alii.

Enquanto o Professor Olavo de Carvalho produz obras de tal envergadura, que faz a cainçada? Obra, obra, obra o excremento de que se alimenta no monturo em que vive, e para cima do qual não consegue olhar….

Que, a despeito dos ladridos ao redor, Nosso Senhor Jesus Cristo o guarde, Professor Olavo de Carvalho, por muitos anos e bons, dando-lhe força, coragem e bom-humor para continuar nessa sua grande missão recivilizadora do Brasil!

Um abraço do aluno Elpídio Fonseca.


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https://catracalivre.com.br/geral/cidadania/indicacao/filha-de-olavo-de-carvalho-revela-podres-do-pai-em-carta-aberta/

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/olavo-de-carvalho-responde-carta-aberta-da-filha/

Olavo de Carvalho atribui acusações de filha a ausência em filme

Vocês podem, por favor, abrir a página http://jconline.ne10.uol.com.br/…/filha-de-olavo-de-carvalh… e informar aos distintos jornalistas que quando eles publicaram a acusação de crime as próprias vítimas alegadas já a haviam desmentido? Já não estou aguentando mais responder a tanta baixaria vinda de tantas fontes diferentes. É uma luta de milhares contra um. Não estou reclamando, estou só dizendo que a trabalheira ultrapassa a minha força física.

http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/cultura/noticia/2017/09/18/filha-de-olavo-de-carvalho-acusa-o-pai-de-colocar-arma-na-cabeca-dos-filhos-307398.php

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http://libertoprometheo.blogspot.com.br/2017/09/carta-aberta-um-pai.html?m=1


18.9.2017

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Notem, por favor, que até agora eu não disse uma palavra sequer contra a minha filha. Nem vou dizer.

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Mais da Lu Arianov:

Existe um motivo para a minha foto não ser realmente minha. Eu SEI de muitas histórias, bem piores do que as que comentei. Conheço vários familiares da Heloísa, e cada um deles pode provar o que eu estou falando.
Frequento Atibaia há muito tempo, e a conheci ainda quando eu era criança. Nessa época, ela morava com seu marido e filho na casa de sua tia, e era por ela sustentada. Já naquela época ela não prestava. Ela fez essa mudança para Atibaia quando o Olavo perdeu muitos alunos, e já não tinha mais dinheiro. Então, como boa oportunista, foi se pendurar em quem tinha dinheiro, que é a parte comunista da família. O que acontece agora é exatamente a mesma coisa, tanto que nem a própria nega esse fato. Enquanto o pai lhe mandava dinheiro, ela postava fotos e homenagens e se dizia a filha predileta. Agora que ele não o faz mais, ela se virou contra ele.
Ainda tenho grandes amigos em Atibaia, e frequento a cidade. A Heloisa é louca, perigosa e conhece toda a Polícia de Atibaia, visto que ela mesma já foi policial e daquelas bem sujas. Atormentou tanto a todos, que um de seus ex-maridos, também policial, foi afastado da corporação por INSANIDADE.
Claro. Casado com ela, quem não ficaria louco?
Podem ficar tranquilos que, a hora em que a minha segurança, a de meus amigos e a da minha família não estiver mais em risco, eu mostro meu rosto. Até lá, busquem confirmação do que eu escrevo e vocês vão ver quem realmente é a Heloisa.
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Aos Heloisettes de plantão:
Não sou fake, e muito menos o Olavo se passando por alguém.
A família deles é MUITO grande, e todas essas passagens que comentei na “carta aberta” podem ser confirmadas por qualquer deles. É como qualquer outra família, onde encontra-se de tudo. Tem vários agregados e muita coisa, tanto boa quanto ruim.
Meu perfil não foi criado há 5 dias. Já existia bem antes disso, mas foi desativado. Prefiro viver no mundo real, onde as pessoas dão a cara pra bater e falam sem se esconder. Apenas o reativei há 5 dias.
Não mudem os fatos, independente disso: a Heloisa não presta. Não merece nem a cachaça barata que ela compra, quem dirá a credibilidade de alguém.
***
Como já era esperado, a Heloisa de Carvalho Martin Arribas excluiu meu comentário de sua publicação e me bloqueou. Não fugiu de sua normalidade, nem me surpreende: fugiu como a cadela sarnenta que é, e a essa hora deve estar escondida em algum boteco afogando suas mágoas na mardita.
É muito fácil ser “mulher macho” por trás de uma tela. Cadê a mesma coragem que ela demonstrou quando resolveu atacar seu pai e o resto dos familiares? Fica a pergunta.

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Contribuição da Milene Robles :

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Da página do Lucas Secundum : A prova cabal de que a carta da Heloísa foi preparada E PAGA pelos Veadascos:

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AUTO-RETRATO DE UMA PERSONALIDADE PSICOPÁTICA:

«No conjunto de todas as tendências que existem dentro de mim, há algumas terríveis. Elas me acompanharam desde tenra idade e, apesar de conhecer a sua História e o seu desenvolvimento, não consigo explicar o porquê de lá estarem e de nunca desaparecerem: muitos passaram por coisas ainda mais extremas do que eu e não adquiriram estas tendências. São elas a ira, a arrogância e a paranóia, uma combinação verdadeiramente perigosa que quando se sobrepõe às tendências positivas, transforma um homem num verdadeiro monstro. Conhecer intimamente estas três irmãs é ao mesmo tempo um perigo, como todos imaginam, mas também é um dom, pois isso abre uma janela para a compreensão das mentes mais perversas, tanto a nível individual como colectivo, e nos meus estudos de História eu aprendi o quanto isso é precioso.

Entretanto, essa janela aberta para o lado mais negro do homem exige de mim um constante exercício para me manter fortalecido, até porque eu sinto todos os dias como a minha energia é sugada pelo mal. Quando estou bem e fortalecido, e isso não é apenas mental, mas também é físico, essas tendências me ajudam e acabam por me dotar de armas preciosas contra o mal, porém, quando estou fraco, elas podem tomar conta de mim e despertar paixões tão intensas que fazem de mim um verdadeiro louco; mas não um louco qualquer, mas um louco perigoso.”

CARLOS VELASCO

http://midiasemmascara.org/ar…/economia/2014-03-12-04-43-43/

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Admito que as tendências perversas que, segundo o Carlos Veadasco, AINDA HABITAM A SUA ALMA, podem “abrir uma janela para a compreensão das mentes mais perversas”. Mas, na mesma medida, tornam essa alma cega para o bem, por trás do qual há de buscar sempre, obsessivamente, uma motivação maligna igual àquelas que a inspiram.
Creio ter sido por volta de 2014 que esse indivíduo teve a idéia sublime de salvar o mundo das minhas garras — um empreendimento que, na imaginação dele, deve ter brotado numa das fases boazinhas da sua existência bipolar.
Como observou naquela ocasião o editor do Mídia Sem Máscara (creio que já fosse o Edson Camargo), “mais importante é a acusação que o Sr. Velasco faz de que Olavo de Carvalho é um desestabilizador preparando uma ‘primavera árabe’ para o Brasil, para provocar um conflito generalizado na América do Sul, podendo isso até gerar uma guerra mundial”.

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O hominho está persuadido de que faz essa merda toda para evitar uma guerra mundial…

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Da página da Leilah Carvalho :

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Eu nada disse contra a Heloísa, nem direi. Mas um ponto na mensagem da Lu Arianov tem de ser confirmado, porque é a pura verdade. Desde que me separei da mãe da Heloisa, esta só passou curtos períodos comigo e não foi educada por mim, e sim pela parte comunista da familia, isto é, pelos parentes da mãe dela. “Parte comunista” não é um modo de dizer nem um julgamento ideológico. É um fato puro e simples. O avô materno da Heloísa, José Costa, foi dirigente do PCB, e dois outros membros da família estiveram presos por participação nas guerrilhas. Foram trocados por um embaixador durante um sequestro e terminaram seus dias na Suécia.

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Se eu fosse retificar ponto por ponto a narrativa da Heloisa, teria de entrar em detalhes repugnantes quanto à conduta criminosa e ao caráter patológico de alguns contraparentes, entre os quais se incluem dois esquizofrênicos com tendências homicidas, um pedófilo e uma personalidade psicopática com laudo médico passado por um célebre psiquiatra forense. Não tenho pelas abjeções reais da vida alheia o interesse obsessivo que os Veadascos têm pelas que imaginam na minha, de modo que evitarei o quanto possível entrar nesse assunto. Mas o post que os Veadascos prepararam e patrocinaram é por si mesmo tão melodramaticamente fantasioso que se desmente por si e não tem credibilidade senão para pessoas de mente frágil, de sorte que nenhuma explicação é necessária para leitores de bom senso.

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No mínimo, É ÓBVIO que ao menos o texto final da carta não foi escrito pela Heloisa. Falta, na mais generosa das hipóteses, um erro de gramática a cada duas linhas.

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Não devo, aliás, explicações a ninguém. O ônus da prova, que eu saiba, pertence ao acusador.

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Usar essa fofocagem idiota e macabra como ocasião para enlamear por tabela a imagem do Jair Bolsonaro é uma daquelas espertezas pueris, tão típicas da mídia nacional, que se autodenunciam no ato.
Sou, em intenção, eleitor do Bolsonaro, mas não sou seu cabo eleitoral, não participo da sua campanha nem mesmo em pensamento e não tenho com ele nenhuma espécie de contato ou acordo político.
Dois dos seus filhos vieram me visitar e tudo o que eu lhes disse foi que estaria à disposição do seu pai caso ele quisesse algum conselho meu. Diria o mesmo a qualquer outro candidato presidencial.

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Não devo, aliás, explicações a ninguém. O ônus da prova, que eu saiba, pertence ao acusador.

No mínimo, É ÓBVIO que ao menos o texto final da carta não foi escrito pela Heloisa. Falta, na mais generosa das hipóteses, um erro de gramática a cada duas linhas.

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O site da Montfaible está repassando a mensagem dos Veadascos, antecedida de um “Salve Maria”, e afirmando, sem o mais mínimo sinal de prova, que se trata de revelações autênticas. Que mais se poderia esperar dessa gente?

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Da página do Raul Martins :

O Sr. Francisco Razzo, a quem eu já tive o desprazer e a burrice de admirar, assanhado qual cão no cio mal pôde esconder a alegria ante a carta psicótica — literalmente patrocinada e impulsionada pelos irmãos Veadasco, dupla de malucos igualmente psicóticos — que a filha do professor Olavo escreveu ao pai, cá no Facebook.

Já foi logo, magnânimo que só, a cofiar as filosóficas barbas, com a sua aguçadíssima mente analítica e aquele estilo literário epiléptico-psicodélico de Hegel bêbado do agreste, informando ao mundo ingênuo que o professor Olavo é — rufem os tambores — igualzinho ao Lula; além de diabólico. Eu vi Satanás cair do Céu como um relâmpago, e além dos chifres, dos pés de bode e do tridente de praxe ele estava com um cigarro na boca e uma caneca de café na mão, a gritar um ora porrrraaaaaa…

À parte o ridículo inacreditável a que se presta o Sr. Razzo, marmanjo com não sei quantos filhos nas costas que não perde uma chance de falar asneiras, eis o que é engraçado: todos os anti-Olavo, desde os mais xiitas até os mais sunitas, desde os mais abertamente histéricos até os mais come-quieto e mexeriqueiros nas sombras, falam com um formidável arzinho de condescendência. É sempre a mesma coisa; sempre o mesmo tom pegajoso de quem crê piamente pairar acima do interlocutor. São, todos eles, uns Morpheus, com as suas pílulas azuis para os iludidos alunos do COF; todos eles Moisés, a conduzir num novo Êxodo os olavetes escravos do Faraó da Virgínia.

Se não é um analfabeto micareteiro a dizer que largou, enfim e de vez, o olavismo, é um Júlio Lemos, o Zé Bonitinho das ciências, com aquele ar blasé inevitável, a soltar aqui e ali pérolas de sabedoria transcendental aos porcos olavetes; se não é um Rodrigo Constantino a escrever (urgh) um romance (sim, é sério) sobre o “Otávio de Ramalho” (juro, não estou brincando), é um cristãozão qualquer a denunciar o gnosticismo olavético; se não é um Reinaldo Azevedo a chamá-lo de líder de seita, é um pastor a chamá-lo de nazista; se não é um petista a chamá-lo de fascista, é um liberal a chamá-lo de fascista; se não é o diabo a quatro a chamá-lo de muçulmano enrustido, é o sr. Razzo a chamá-lo de diabólico.

Mas todos, sem exceção, falam com aquele tom de “senta aqui no colo do tio que eu vou te explicar uma coisa”. O tio pode ser histérico, pode ser calmo, pode ser mais ou menos inteligente, mais ou menos piedoso — mas é sempre um tio. E nós, os alunos do COF, somos os sobrinhos ingênuos, demasiadamente ingênuos.

Só há, aí, um pequeno problema: todas as cabeças iluminadas juntas não seriam capazes de escrever dez páginas do Jardim das Aflições. Sei bem que não sou lá grande coisa, mas sou uma inteligência, e estou desperto. Quantas inteligências os detratores e caluniadores do prof. Olavo já despertaram? Quantas vidas já mudaram com um simples artigo? Com uma frase solta ao léu num excerto de Youtube? Anteontem, o diabólico guru da Virgínia deu a 400ª aula do COF. Há alguns dias, fui reassistir à primeira delas e fiquei literalmente o dia inteiro para terminá-la, de tantas anotações que fiz. Quantos aulas já deram os faladores? E quanto alunos os há por aí para dizer, a plenos pulmões, que elas lhes mudaram as vidas? Eu divido a minha vida em pré-COF e pós-COF. Enquanto os libertadores maldizem, o maldito liberta. Uma árvore se conhece pelos seus frutos. Quais são os frutos de suas maledicências e picuinhas, ó retos e irrepreensíveis críticos de botequim? Quantos se tornaram mais corajosos, mais sinceros, mais inteligentes com os seus esforços? Quantas personalides já se transformaram pela força pura de suas próprias?

Vocês acham que nós o defendemos por julgar que ele é santo? Que o amamos por crer que ele é perfeito?

O sr. Razzo diz que o professor Olavo é diabólico. Mas que diabo é esse que tantos leva a Deus? Que mal é esse que faz tanto bem? Que obscuro que a tantos faz pensar? Quando o fogo do tempo vier consumir e purificar as obras dos Homens, o ouro, as jóias e as pedras preciosas dos frutos do filósofo haverão de permanecer, incólumes e gloriosos, em meio às cinzas das fofocas espalhadas pelo chão escuro do anonimato.

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Da página do Fabio L. Leite :

Estive pessoalmente com a família do professor Olavo de Carvalho em três ocasiões distintas.

A primeira foi ainda em Curitiba quando, visitando aquela cidade e sendo enxerido, liguei para a professor perguntando se poderíamos aproveitar minha estada lá para almoçarmos e conversarmos. Para minha surpresa dado que até então eu conversara com ele apenas no contexto de sala de aula, ao invés disso, ele me convidou para jantar na casa dele, onde conheci a Roxane Carvalho e a Leilah Carvalho. Não lembro porque cargas d’água o Pedro de Carvalho não estava lá nesse dia.

A segunda foi em 2008, já nos EUA, onde, assim como já fizera com outros alunos, ele permitira que alguns de nós mais durebas pernoitassem na casa dele para fazermos o curso, salvando-nos assim do custo do hotel. Na época eu acabara de me mudar para Curitiba, morava em pensão e não tinha um emprego fixo ainda. Só conseguira ir para o curso por imensa generosidade de uma pessoa amiga. Lá convivi com a família mais tempo confirmando que é uma família harmoniosa e de hábitos generosos, boa parte de seus problemas com o mundo vindo antes do excesso de generosidade que vulnerabiliza para facadas nas costas.

A terceira, que espero não ser a última, foi ano passado quando aproveitando o feriado de Ação de Graças estive lá mais uma vez e fui recebido, bem como outros visitantes que estavam lá, com toda hospitalidade e amizade nesta comemoração tipicamente familiar, apesar inclusive do professor na ocasião estar baleado com um gripe forte que justificaria perfeitamente um pedido de não tratar com ninguém por um tempo. Uma das ações “diabólicas” e de “rituais secretos” que pude testemunhar nessa ocasião foi a família rezar o terço juntos.

Em todas as três situações o que vi foi uma família feliz, rodeada de amigos, mais hospitaleira a estranhos do que eu mesmo sou no meu dia-a-dia – e lembremos que hospitalidade é uma das virtudes bíblicas. Não duvido que tenham seus problemas, os quais por caridade e direito de privacidade evidentemente eles não compartilham com ninguém de fora. Mas tenho certeza também que são os problemas normais de qualquer família e, dada a evidente boa índole de todos ali, suspeito que menos intensos do que naquelas famílias mais dramáticas.

Além desses três, conheci a Inês de Carvalho ainda no Rio de Janeiro, nas aulas do Olavo. Simpatíssissima e inteligente, embora não tenha tido contato mais próximo, sempre tive a melhor das impressões sobre ela. Outro filho, que é bem conhecido, é o Luiz Gonzaga De Carvalho Neto que dá aula no ICLS. Não acompanho seu trabalho com a mesma proximidade que acompanho o do Olavo, mas do pouco que vi, quando menciona o pai é sempre de forma elogiosa e respeitosa.

Quanto ao passado do professor Olavo de Carvalho, também nunca foi segredo seu envolvimento com astrologia, tariqa do Schuón, que suas primeiras experiências como marido e pai não foram boas (o professor já lamentou publicamente no Facebook por não ter sido tão bom pai com os primeiros filhos quanto hoje ele sabe ser!), nem uma vida sexual mais promíscua na juventude – ele mesmo mencionou certa vez que desistira de casar-se com uma moça virgem quando pela primeira vez entrou em um bordel. Ou seja, qualquer insinuação de que ele escondia seu passado para fazer-se de santinho é uma deslavada mentira. Antes parece-me que ele divulgou abertamente mais fatos da sua vida privada do que a vasta maioria das pessoas que tem presença pública faz, e imensamente mais do que, para minha personalidade mais desconfiada ao menos, parece-me prudente. Cada vez que eu lia um desses fatos, comentado não discretamente numa roda de amigos, mas publicado no Facebook, pensava logo que cedo ou tarde algum mal-intencionado usaria isso contra o professor.

Tendo dito isso, um membro da família que nunca conheci pessoalmente foi a tal da Heloísa. O que sei é que mais de um testemunho que tive de pessoas próximas da família é de que ela é uma pessoa desequilibrada, que jamais perdôou o pai por erros da juventude, cultivando por todos esses anos um rancor literalmente enlouquecedor, sentido-se no direito de tudo exigir do pai, financeiramente inclusive, talvez por compensação, esperando com isso aliviar a dor que seu rancor cultiva ao invés de perdoar, e tornando-se agressiva quando seus delírios compensatórios não são satisfeitos – sem que nenhuma demonstração de afeto, amor ou arrependimento hoje lhe dê a paz de coração para perdoar os erros de ontem. Suspeito que guarde profunda inveja da esposa e filhos atuais do Olavo, certamente uma família muito mais harmoniosa que a dela foi e cuja semelhança, parece, ela jamais conseguiu obter nas famílias que ela mesmo chegou a construir, sentimento de inveja esse que é o testemunho constante e incalável de que ela sabe sim que o pai mudou, amadureceu e finalmente se tornou o pai que ela gostaria que ele tivesse sido. É uma pena, porque se ela não teve esse pai na infância por responsabilidade dele, ela poderia ter o pai que queria hoje, se não fosse por suas atitudes atuais. O que ela perdeu na infância não está nem sob o poder do Olavo recuperar porque ele não tem como mudar o passado. O que ela está deixando de ter agora, inclusive o amor de seu pai hoje, é responsabilidade exclusiva dela agora, não mais do pai. E sejamos sinceros. O Olavo está com 70 anos. Queira Deus que viva bastante, mas eu não gostaria de viver os últimos anos da presença do meu pai na terra, meus últimos anos para experimentar seu amor, guardando rancores de infância. Não vou dizer pela internet como uma pessoa que sequer conheço deve lidar com sua dor. Ela é adulta, suponho que conheça o Evangelho ao menos como estória, e já devem ter dito mil vezes à ela que o rancor e inveja são auto-destrutivos, que tentar cooptar a piedade e punir o pai por auto-sabotagem (“olha pra mim, olha como minha vida é ruim pai, e é por sua culpa!”) é irracional, que desejar que algum pedido de desculpas para ser verdadeiro tenha que adquirir a forma de uma humilhação e submissão a uma vingança cruel é em si uma crueldade e uma perversidade e que perdoar é que a aliviaria.

Observo tudo isso para ter como critério de avaliação da credibilidade e valor de uma “carta” escrita por essa filha junto a inimigos jurados do professor Olavo, um dos quais admite ter personalidade borderline *e* psicopata. Se havia necessidade de alguma prova da auto-destrutividade mencionada acima é que ela põe-se a caluniá-lo a serviço de duas pessoas perturbadas que concentram toda a sua vida em tentar destruir a imagem pública do homem que é o centro do seu mundo imaginativo e emocional, provavelmente o centro de paixões homoafetivas mal-resolvidas e odiadas por eles mesmos, necessitando destruir sua imagem como destruição compensatória para aliviar o ego que o ama de forma que eles detestam, amor esse que gostariam de destruir mas não conseguem. E não digo isso como piada ou xingamento, mas como uma hipótese psicológica que me parece razoável. Ou seja, entre inveja e loucura, rancor e obsessão, trata-se de um emaranhado de trevas entre trevas. Que Deus tenha piedade de nós, e ilumine todas as almas.

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Recebi do Rodrigo Gurgel

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É claro que não vou ficar destrinchando, uma a uma, as acusações insanas da mensagem Heloísa-Veadascos. Só mencionei os gemidos audíveis à distância pela comicidade involuntária do tópico. Mas há uma dessas acusações — a pior — que me suscita irresistivelmente algumas perguntas.
Primeira: Alguém ignora que a Heloísa tem não um, nem dois, mas SETE irmãos, e que, se eu tivesse ameaçado a algum deles com um cano de revólver encostado na sua cabeça, como a Heloísa diz que o fiz com vários deles, ele teria o máximo interesse em correr para confirmar o depoimento da irmã que o defende contra um pai virtualmente assassino?
Em vez disso, um deles já qualificou o procedimento dela de “abominação blasfema”, o que é corretíssimo tanto na perspectiva islâmica, que é a dele, quanto na cristã.
Os outros, com toda a certeza, tomarão atitude similar. Nem preciso consultá-los, porque os conheço e sei que bem conhecem a mentalidade da irmã.
Segunda pergunta: Por que algumas pessoas, como os trombadinhas da Montfaible a sra. Rochelle Cysne d’Abreu — vergonhosamente, uma colaboradora do prof. Loryel Rocha –, sem a menor curiosidade de ouvir o depoimento das alegadas vítimas, se apressam a tomar as declarações da mensagem como verdadeiras e a divulgá-las, sob esse rótulo, nas suas respectivas páginas e na dos próprios Veadascos? Não vêem que a Heloísa, no caso, é uma acusadora que entra em cena trazendo, em vez de testemunhas, anti-testemunhas? Não vêem que, procedendo como o fizeram, se tornam cúmplices de um crime de calúnia, tão criminosas quanto os próprios remetentes da mensagem originária?

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Mensagem do Dr. Italo Marsili, médico psiquiatra:

TESTEMUNHO OLAVO DE CARVALHO

Morei com Olavo de Carvalho entre 2007 e 2008, na Virginia. em 2005 conheci seus escritos jornalísticos, os quais consumi em apenas uma tragada. Logo progredi para suas apostilas e transcrições, livros e DVDs. Não havia mais nada disponível, tudo havia sido estudado, resumido, meditado, confrontado — desde os escritos de astrocaracterologia e alquimia até às análises de conjuntura política, passando por psicologia, gnoseologia e religião. Foi então que resolvi tomar coragem; escrevi-lhe um e-mail pedindo “asilo intelectual”. Sinceramente não esperava resposta. Em menos de 24h recebi um e-mail bem humorado revelando a mim a personalidade do homem mais generoso com quem convivi. Entre acertos práticos e teóricos, a querida Roxane Carvalho entrou no circuito. Ambos me trataram com o maior carinho e benevolência que se possa imaginar. NUNCA haviam me visto. NUNCA haviam convivido comigo; ainda assim me acolheram como quem acolhe a um filho. Cheguei em Richmond pela primeira vez em 28 de dezembro de 2007. Cometi uma incrível gafe: comuniquei o horário de chegada do voo errado. Olavo e família foram ao aeroporto com 7 horas de antecedência. Comecei mal; eles não. Assim que fui recebido pela Leilah Carvalho e pelo Pedro (Olavo e Roxane já haviam voltado para casa), pude perceber que eu estava em família. Nenhuma crítica, nenhum sinal de contrariedade; pelo contrário, sorrisos abertos e semblantes leves. A conversa fluiu naturalmente. Chegando até a casa do professor, fui rapidamente introduzido ao escritório onde pude vê-lo pela primeira vez. Estava assistindo a um videoclipe dos Mamonas Assassinas; ria divertidamente, muito. Aquela cena confirmou minhas expectativas. Estava diante de um homem de verdade, sem empáfias, sem falsidade, sem pose. Que coração. Que generosidade. Deu-me um abraço, perguntou sobre a viagem e começou a me mostrar sua biblioteca: “aqui a literatura universal, ali os de teologia e religião, desse lado muita coisa sobre comunismo… e esses aqui, sobre Descartes, etc.”. Passamos uns 10 minutos esperando o jantar. Entramos. Sentamos à mesa. Olavo começou a prece do Pai-Nosso em inglês. Sem afetações, começamos a nos servir. Era uma torta de camarão, item de luxo — naquela altura eu não sabia dos apertos financeiros pelos quais a família passava (JB e Diário do Comércio não pareciam bons pagadores). Muitas anedotas e algum filme de ação do Van Dame, creio, nos acompanharam naquele primeiro jantar com a família. A mim, apenas uma advertência: “você só não me verá cagar, todo o resto esteja à vontade”. Já nos primeiros dias perceberam que eu não possuía um computador, deram-me um bom Laptop que não estava sendo usado. Jamais deixaram que eu pagasse nenhuma conta (nem mercado, nem abastecimento do carro, nem nada).

Passaram-se os dias e a rotina confirmava minhas primeiras impressões: benevolência, doação, generosidade e outras virtudes inimagináveis para o brasileiro médio eram a tônica das condutas em família. Vi o Olavo atender, solicito e paciente, ao telefonema de algumas figuravas que viriam a traí-lo.

Rezávamos o terço juntos quase que diariamente. Testemunhei ainda uma cena memorável: assistíamos, apenas ele e eu, ao filme do Padre Pio. Após aquela poderosa cena na qual o Padre Pio repreende a um de seus fiéis com um murro no rosto, Olavo pausa o filme, levanta-se em silêncio, confronta o horizonte com seus olhos – talvez com todo seu espírito – e pergunta, não a mim, evidentemente, mas talvez ao próprio Deus: “o que será que o Padre Pio diria de mim?”. A partir dessa data, passou a pedir a interceção deste mesmo santo e da virgem maria antes do início de seus programas de rádio semanais.

Testemunhei centenas de histórias que não caberiam nesse post. Imaginem a seguinte rotina: eu chegava na biblioteca por volta das 23h, frequentemente munido de uma pergunta — muitas idiotas —, às quais eram respondidas com toda a deferência, como se eu fosse um rei. Essa era precisamente a impressão que ia se confirmando em mim através daquele convívio: o Olavo era capaz de ver a realeza do ser-humano, a personalidade atual e a possível. Suas ações encaminhavam-se no sentido de promover em mim, no aluno em geral, creio, a descoberta, a assunção da própria personalidade humana, da vocação mesma. Fui testemunha de inúmeros atos que ficaram gravados na minha memória e no meio peito. Vi uma família de verdade. Espero que os novos, bem como os antigos, detratores do Olavo encontrem juízo mental e paz em seus espíritos.

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Mensagem do Tales de Carvalho:

REPETINDO E REPETINDO E REPETINDO…

Sujar a imagem dos pais “lavando roupa suja em público” é um pecado GRAVÍSSIMO, mesmo que as acusações sejam verdadeiras. Inventar mentiras sobre os pais é uma ABOMINAÇÃO BLASFEMA da pior categoria que muitas vezes é seguida de punições divinas já nessa vida.

Quando os pais cometem injustiças contra nós, devemos perdoar ou, na pior, nos afastar. Quando os pais cometem injustiças contra terceiros, o máximo que podemos fazer é testemunhar a verdade diante de AUTORIDADES LEGÍTIMAS, nada além disso e JAMAIS em redes sociais.

Isso é o que Deus, através de nossa amada Religião, nos ordena, mesmo quando nossos pais não gostam muito dela 🙂

Compartilhem à vontade (copiando e colando) mas, nesse caso, insisto que citem a fonte.”

“”Nossos pais foram ELEITOS POR DEUS como intermediários de nossa criação, daí toda a necessidade de honra-los na medida do possível e de respeita-los sempre.

“Quem não é grato à criatura não pode ser grato ao Criador!” – Hadith”

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Só uma coisa não entendo: Desde que o Veadasco escreveu que sou um agente designado sabe-se lá por quais poderes para provocar uma guerra mundial, como é possível não lhe dar razão quando ele mesmo se confessa, com toda a seriedade, um louco perigoso?

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O Brasil 171 publica a carta da Lu Arianov, afirmando, porém, que é uma falsificação criada por mim. Que mais se poderia esperar de um site que vive de propinas?

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O AUTÊNTICO OBA-OBA

Depois de presentar o público com as obras sublimes do Antonio Obá, o Santander traz ao Brasil logo quem? O Obama em pessoa. Antonio Obama e Barack Obá: a dupla Oba-Oba.

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Era só o que faltava: a mensagem Veadasca saiu na Veja:

Filha publica carta com acusações contra Olavo de Carvalho

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Da página do Matheus Faria :

Gostaria de registrar meu profundo carinho pela família do professor Olavo de Carvalho.

Encontrei pessoas sensacionais e que me trataram como um filho durante minha visita à Virgínia.

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Chegamos a esse ponto: A Veja publica uma acusação de crime sem nem mesmo consultar as alegadas vítimas. Basta-lhe a palavra de terceiros.

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Uma segunda pergunta que me ocorre, diante da mensagem Heloisa-Veadascos, é a seguinte: Se a Heloisa sofreu abuso sexual aos nove anos de idade, quem foi o autor do crime? Por que não dá o nome? Por que protege o criminoso sob o manto do anonimato enquanto acusa de omissão, quatro décadas depois, o pai que na época não soube de coisa nenhuma?

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Mensagem do Miguel Nagib:

Caro Olavo,

Gostaria de manifestar, neste momento particularmente doloroso pelo qual você está passando, minha gratidão por tudo o que você já fez e continua a fazer pelo Brasil e pelos brasileiros. Sei que você sabe quem é, e não precisa que lhe digam essas coisas; mas me sinto no dever de dizer: você não mudou apenas o rumo de um país (os fatos estão aí); mudou a vida de muita gente, e mudou para melhor. Quanto a mim, posso dizer, aos 57 anos, que não seria quem sou se não fosse o Olavo de Carvalho. Lembro-me do parágrafo que me fisgou, há vinte anos. Está no prólogo do Imbecil Coletivo: um apelo à sinceridade que desde então vem guiando meus passos neste mundo:

“Dirijo-me ao que há de melhor no íntimo do meu leitor, não àquela sua casca temerosa e servil que diz amém à opinião grupal por medo da solidão. Fazer o contrário seria um desrespeito. Portanto, iracundo leitor, não me censure em público antes de certificar-se de que não me dará razão na intimidade, quando, no coração da noite, as palavras que lhe brotarem de dentro não encontrarem outro interlocutor senão o silêncio imenso.”

Depois disso, não parei de aprender com seus escritos e suas aulas. O bem que você tem espalhado é tão grande, que só Deus é capaz de lhe dar a merecida retribuição. E eu sei que, no fundo, é só isso que importa pra você.

Um grande abraço do amigo

Miguel Nagib

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“Até a publicação — diz a Veja –, Olavo não havia respondido ao contato de VEJA enviado por suas redes sociais.”

Não recebi contato nenhum, e o comentário brevíssimo que postei não foi publicado até agora.

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É a SEGUNDA VEZ que a Veja comete crime de difamação e calúnia contra mim. Da primeira vez, negou-me o direito de resposta, obrigando-me a recorrer à Justiça. Agora, não publica nem mesmo um breve comentário que enviei.

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Conversa da Leilah com o meu filho Davi — uma das supostas vítimas do crime de ameaça com revólver:

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Se, como diz a Heloísa, comi os fetos de todos os meus descendentes, de onde saiu essa que meio século depois da sua gestação interrompida aparece me acusando?
É um grave sinal de analfabetismo funcional não perceber que tudo isso é loucura.

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Os irmãos da Heloísa, os mesmos que teriam sofrido ameaça à mão armada, conhecem a peça e não sabem se riem ou se choram.

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Mensagem do Dr. Maurício Marques Canto :

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Olavo de Carvalho Uma das alegrias da minha vida é justamente o Davi ter-se casado com a bela e inteligentíssima filha de um dos meus amigos mais queridos.

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Da pagina da Stephanie Podbevsek, esposa do meu filho Davi e mãe de dois dos meus netos:

Não comece a ler essa postagem se você espera mais uma carta aberta. Trata-se de um pequeno relato, feito de coração e com gratidão, a uma pessoa que me é muito querida: meu sogro, Olavo, ou como carinhosamente o chamo, Sogrão.
O conheço desde antes de conhecer o Davi. Ele me foi apresentado pelo meu pai, e desde então teve grande influência na minha educação, na minha vida, na minha maneira de pensar.
Sou e sempre serei eternamente grata à ele, pois independente da sua contribuição para a filosofia, para a política, é por sua causa que eu tenho o meu Davi. Se ele não tivesse aceitado a bênção divina que é receber uma criança, ou o tivesse devorado como dizem que ele faz, hoje eu não teria o marido maravilhoso que eu tenho, e meus filhos não teriam o pai mais incrível que eu já vi.
E eu também serei eternamente grata pelo conselho simples que ele me deu, em um jantar no Outback, quando estávamos nos EUA. Eu estava sem falar com o meu pai, e ele que sabia de toda a situação e dos meus motivos para a falta de contato, chegou, colocou a mão no meu ombro e disse: “seu pai me ligou hoje. Perdoa ele. Ele te ama”.
Voltamos para o Brasil e no dia seguinte fui visitar meu pai. Dois meses depois, ele morreu.
A perda do meu pai me marcou muito, e até hoje dói. Mas seria infinitamente pior se eu não tivesse ouvido aquele conselho.

Falei para ele hoje, ao telefone, que o amo como se fosse meu segundo pai, e que neste coração, apesar do meu jeito meio “cavalar” como ele diz, tem muito carinho por ele e por toda a família.

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Da página do meu filho Davi de Carvalho, artista plástico, pai de dois dos meus netos e, segundo a mensagem Heloísa-Veadascos, uma das vítimas de ameaça a mão armada:

Davi de Carvalho
58 min ·

Eu evitei qualquer tipo de comentário sobre toda essa situação entre a minha irmã, Heloisa, e meu pai, Olavo. Porém, sérias acusações estão sendo feitas e não posso me silenciar diante disso.

O fato é: meu pai NUNCA apontou uma arma para a minha cabeça, e também NUNCA o vi apontar uma arma para qualquer outra pessoa. As armas que ele me MOSTROU, foram entregues por ele nas minhas mãos, para que eu mesmo pudesse atirar no shooting range que havia na casa dele na Virginia. Uma dessas vezes foi registrada no vídeo abaixo.

O que eu tenho a dizer sobre o resto da carta da Heloisa, e das outras acusações, é que ela é uma ingrata. Sempre foi com todos. Com a mãe, com o pai, com amigos e até mesmo com a tia que a criou, e a quem eu também devo muito.

Eu realmente sinto muito que meu pai, a essa altura da vida, tenha que passar por isso, e amargar o desgosto de ter a própria filha voltada contra ele e ainda por cima abraçada na pior corja de seres humanos que existem.

Independente dos problemas que qualquer um de nós, filhos, possam ter com ele, qualquer rede social não é lugar para resolver. Meu pai não é perfeito, como qualquer outro ser humano, mas uma coisa eu posso dizer com certeza: ele sempre perdoou qualquer pessoa que lhe pedisse desculpas, e fosse sincera, colocando imediatamente uma pedra em cima do assunto.

Acredito que, por pior que seja a situação e as histerias da Heloisa, enquanto se está vivo, sempre há esperança.

“A seguir, levantou-se e foi para seu pai.
Estando ainda longe, seu pai o viu e, cheio de compaixão, correu para seu filho, e o abraçou e beijou. O filho lhe disse:
‘Pai, pequei contra o céu e contra ti. Não sou mais digno de ser chamado teu filho’. Mas o pai disse aos seus servos: ‘Depressa! Tragam a melhor roupa e vistam nele. Coloquem um anel em seu dedo e calçados em seus pés. Tragam o novilho gordo e matem-no. Vamos fazer uma festa e alegrar-nos.” (Lucas 15:20-23)

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Depoimento da Claudia Wild, publicado na página da Sandra Regina Ouro :

Sandra Regina Ouro
23 min ·

Texto de Claudia Wild, que eu assino em baixo.

O que estão fazendo com o Olavo de Carvalho é imundo, rasteiro, desumano e muito desprezível.

Aproveitar-se de uma querela familiar e explorá-la de forma duvidosa em suas não comprovadas facetas, é moralmente inadmissível. A filha jamais poderia ter exposto o pai desta maneira, demonstrando sua enorme ingratidão e desequilíbrio. Já os outros ( bem piores ), os aproveitadores e detratores de todo gênero, aqueles que estão tentando auferir lucros políticos com a lamentável situação e ainda macular a vida e obra de um homem bom – que só fez o bem ao país -, estes são canalhas pérfidos.

No Brasil não basta ser invejoso e ser intelectualmente fracassado, precisam também caluniar quem está quieto e trabalhando seriamente. Se não respeitam este homem por seu ENORME legado em plena vida, deveriam demonstrar consideração por seus setenta anos.

Corja abominável!

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É por causa de posts como ESTE que há tantos interessados em acabar com a minha vida:

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E resumo desde já o que diria a qualquer desses candidatos: Descreveria o mais realisticamente que pudesse a posição perigosa do Brasil no novo quadro internacional e sugeriria alguns meios pelos quais o nosso país pode deslizar entre as malhas da dominação globalista que ele não pode vencer mas à qual não deve se submeter passivamente.

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A “queda do Olavo”, que o Chico Cazzo celebrou entre orgasmos e tremeliques indescritíveis, já está se manifestando sob a forma de 1400 novos seguidores que entram nesta página a cada semana.

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Tais Faulkner : Não consigo nem mesmo abrir o print-screen da Paula. O bloqueio é severo. Mas agradeça a ela por mim. Vocês são uns amores. – O. de C.

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Mensagem da Paula Felix :

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A retificação, feita pelo repórter João Pedroso, está muito honesta:

Olavo de Carvalho atribui acusações de filha a ausência em filme

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Limitei-me a responder às acusações que a revista pôs em destaque. Já expliquei que não quero examinar a porcaria inteira, porque aí teria de vasculhar misérias da vida de contraparentes, alguns dos quais já velhos e moribundos e, se essa atividade é do agrado dos Veadascos, não é do meu.

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A Paula Felix tem razão: cumprindo a profecia bíblica, perdi uma filha e ganhei milhares.

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O site da Montfaible está repassando a mensagem dos Veadascos, antecedida de um “Salve Maria”, e afirmando, sem o mais mínimo sinal de prova, que se trata de revelações autênticas. Que mais se poderia esperar dessa gente?

P. S. – Decorreram uns vinte anos entre o último dia em que o Tales morou comigo e o dia da sua conversão ao Islam.

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Da página da Stella Caymmi :

Eu sou uma filha espiritual de Olavo de Carvalho. Eu o conheço desde quando eu era uma jovem estudante de jornalismo, há trinta anos. Além de um brilhante professor, capaz de em pouco tempo me abrir um horizonte civilizacional que nem imaginava existir, ele sempre foi um amigo leal e devotado, um conselheiro generoso e paciente, uma das pessoas mais corretas e íntegras que já conheci. Sua família tem sido uma família para mim todos esses anos. Como eu, Olavo tem muitos “filhos” a quem ele só fez o bem.
Olavo tem exercido sobre as últimas gerações de alunos – milhares, na verdade,– uma influência das mais importantes e decisivas que esse país já viu nas últimas décadas em áreas como filosofia, educação, literatura, ciência política, religião. Sozinho, ele as vem educando para restaurar a alta cultura do Brasil, única solução que o filósofo encontrou para sanear o estado de calamidade em que nos encontramos ante o perigo da ameaça comunista e metacapitalista entre nós. Repito: sozinho. E por isso vem sofrendo toda sorte de perseguição, difamação e ameaça. Ele vem nos alertando há décadas sobre os perigos da hegemonia gramsciana no Brasil e no resto do continente, do projeto da “Pátria Grande” orquestrado pelo Foro de São Paulo, que visa transformar a América Latina num ‘paraíso socialista”, a moda de Mao e Stalin., da desconstrução dos valores judaicos-cristãos que sustentam o ocidente movida por projetos globalistas espúrios e abjetos. E com isso ele vem despertando muita gente que pensava estar deitado eternamente em berço esplêndido sem enxergar o enorme perigo que não só eles mas as futuras gerações estão correndo.
Para não me estender, cito o Educador dos educadores. Cristo nos ensina “Pelos frutos, conhecereis”. Não é difícil para os homens de boa vontade identificar os muitos os frutos que o Brasil está colhendo graças ao trabalho do Olavo de Carvalho, com seus livros, suas aulas e seu papel esclarecedor nas redes sociais. Vou citar apenas alguns:
Rodrigo Gurgel
Silvio Grimaldo
Flavio Gordon
Felipe Moura Brasil
Filipe Martins
Josias Teófilo
Bruna Luiza
Miguel Nagib
Lorena Miranda Cutlak
Edson Camargo
Alexandre Borges
Diego Pessi
Marcio Augusto Bragaglia
Graça Salgueiro
Carlos Nadalin
Heitor de Paola
Rafael de Paola
Bruno Garschagen
Yuri Vieira
Flavio Morgenstern
Hélio Angotti Neto
Rodrigo Garcia Duarte
Rafael Nogueira
Ana Caroline Campgnolo

(E, cá entre nós, esta que vos fala).
Stella Caymmi

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Da página do Carlos Andreazza;

Editei um livro de Olavo de Carvalho – um dos maiores best-sellers da história do mercado editorial brasileiro – e a imprensa o ignorou, mesmo que, por meses, aparecesse entre os mais vendidos na página ao lado.
Nada disso era notícia. Mas – vejam que coisa – notícia sobre Olavo de súbito é a carta de uma filha o atacando.

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O Julio Soumzero, como não poderia deixar de ser, espalhou a fofoca veadasca em inglês.

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Da página do Paulo Eduardo Martins:

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Da minha cunhada Rosane Sanches Antunes (antes da publicação do desmentido na Veja):

Eu tive a oportunidade de conviver e conhecer de perto a família Carvalho, principalmente quando Olavo e a Roxane voltaram para o Brasil da França , eles ficaram na minha casa até conseguirem uma casa disponível .Falo com propriedade que conheço a índole e a conduta desta família e este artigo que saiu na revista Veja é completamente equivocada( sem direito do contraditório, unilateral, e sem depoimento dos outros filhos para confirmar a veracidade das alegações). É muito triste ver uma filha atacando o pai desta forma.Eu estou indignada! E ainda mais indignada com o jornalismo leviano irresponsável da revista Veja. Revista Veja , aguardo matéria de direito de resposta do Olavo e depoimento dos outros filhos para ver se as alegações procede . Se não houver pergunto: Quem será que encomendou esta matéria?

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Da página da Roxane Carvalho :

Tenho muito a dizer, mas serei sintética. Estou com Olavo há trinta e três anos e vi o quanto ele lutou e sofreu POR esses filhos, jamais contra eles. Preciso dizer mais?

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Da página da Sara Winter, queridinha do pofessô:

CARTA ABERTA SOBRE OLAVO DE CARVALHO

Conheci o trabalho do professor Olavo quando eu ainda era feminista.
Conservadores numa tentativa de me sacanear ou ajudar, me marcavam em publicações e vídeos dele.
Me lembro de ficar maravilhada com suas palavras, mas ao mesmo tempo sentia um conflito interno gigantesco e um medo enorme de perder meus amigos caso mudasse minhas ideias.
Eu assistia tudo, fazia tanto sentido pra mim, mas me obrigava a fechar tudo e eesquecer.
Durante meu processo de conversão, logo no início eu ainda não sabia a verdade sobre política, filosofia, etc. Eu sabia aquilo que haviam me ensinado, repetia como um papagaio jargões e falsas estatísticas.
O tempo que passei na esquerda me fez emburrecer muito, e somente as palavras do professor começaram a me resgatar de todo aquilo submundo sujo e asqueroso.
Sem toda ajuda intelectual e emocional do Olavo, eu jamais teria concretizado meu processo de conversão.
Inúmeras pessoas da massa que se auto intitula “Direita” me ofendeu, me humilhou, me perseguiu.
Sou imensamente grata ao professor por ter feito uso de suas redes sociais pra prestar apoio publicamente à minha pessoa sem antes ter trocado sequer uma palavra comigo.
Como ele poderia saber que eu estava bem intencionada?
Ele não sabia, mas ele havia me perdoado em seu coração, ele havia feito uso da mais simples vontade de Deus: o perdão.
Ele não só me apoiou como me defendeu e me acolheu como mais uma de suas alunas, me dando todo incentivo e suporte pra fazer o Curso Online de Filosofia.
Aos poucos, ele foi se tornando um amigo, não somente ele, mas também a querida Roxane.
Há mais ou menos um ano, um grupelho de 15 pessoas, entre eles vários “líderes de Direita” usaram meu irmão, que é usuário de drogas e uma pessoa extremamente perigosa e violenta pra fazer vários textos e vídeos com informações falsas contra minha pessoa. Isso causou uma grande destruição na minha família, até mesmo minha querida mãe foi espancada e torturada pelo ódio que essas pessoas geraram nele. Ainda sim, paginas de Direita, administrada por essas pessoas, diziam que eu estava mentindo e foi preciso expor ainda mais minha família ao apresentar publicamente nas redes sociais todos os boletins de ocorrência e laudos médicos.
Foi uma época de muito sofrimento e eu não teria suportado se não fosse o professor, sempre ao meu lado, sempre me incentivando a continuar meu trabalho, continuar estudando e ajudando as pessoas.
Eu senti na pele o que Olavo está sentindo.
Pessoas que deveriam lutar lado a lado, tentando nos destruir, mas destruir principalmente a ele, que É SIM o grande responsável pela organização, mesmo que mínima de qualquer coisa que se diga de Direita no Brasil. Até mesmo a esquerda reconhece isso, pois caso nao reconhecesse não estariam tão preocupados em derrubá-lo.
Olavo não é só meu professor, é meu amigo, meu confidente.
Minhas dores, medos e inseguranças são sanados por ele e pela Roxane.
Quantas vezes já não me acalmaram, me acolheram e me amaram em momentos difíceis da minha vida?
Se fazem sempre presentes, com muito amor e carinho, que por vezes me sinto mais uma filha do casal.
Sabem como foi meu dia dos namorados?
Meu noivo estava de serviço e eu tive uma crise de choro horrível por enfrentar alguns problemas pessoais, e como um anjo que sabe o momento certo de agir, o professor Olavo me ligou por Skype e passou horas me acalmando e cuidando de mim, me aconselhando, me amando como um irmão em Cristo.
Por duas vezes, o professor me ofereceu sua casa para que eu possa estudar ao seu lado, e confesso que ainda não fui pois meu filho é muito pequeno.
Mas eu não precisei tocar o Olavo e Roxane pra ver, entender e sentir, não na pele mas em meu coração como é uma família cristã de verdade, com harmonia e bem estruturada.
Se não fosse pelo acolhimento do professor, eu provavelmente ainda seria uma feminista mal amada, de sovaco peludo e abortista.

*

Da minha sobrinha Marianna Andrade:

Tio Olavo de Carvalho,

Eu sempre tive problemas com o meu pai e o senhor sabe disso!
Isso é passado!!! Hoje vejo que eu perdi muito tempo magoada com ele! Eu teria sido mais paciente, mais amável, mais companheira. Porque hoje depois de 7 anos sem ele ( 3 anos sem falar sequer um OI por telefone e 4 do seu falecimento) entendo perfeitamente as ações e reações dele enquanto vivo. Só me arrependo de ter sido tão orgulhosa e tão burra. Eu te admiro profundamente! Os seus valores morais, a sua doçura despojada para com todos ao seu redor, a sua fé e espiritualidade. Poucos te conhecem de verdade, já outros acabam sendo presos por rótulos que colocaram no senhor que infelizmente acaba os cegando e é lamentável não darem uma chance de conhecer a incrível pessoa que você é antes de rótulos e julgamentos!
Eles não sabem que vc voltando de uma viagem para a casa que dividíamos com a tia Tane, a Leilah e o Pedro, meu irmão, minha mãe e meu pai, encontrou um menino bem necessitado pedindo esmola e o levou na porta da nossa casa e deu 50 reais p ele! E esse foi só um dos casos… fora os outros de ajuda que não pararam quando vc mudou p os EUA. Eu sei!! Eu morei 6 meses com vcs na Virgínia! Não estou falando da boca para fora. EU VI!!! Eles não sabem a bondade que tem no seu coração!
Eu só rezo a Deus para que ele entre no coração da sua filha, eu não quero dar ibope, e mostre a ela que o que ela tá fazendo é completamente… Que palavra caberia para uma ação dessa? Infeliz? Absurdo? Horroroso!

ISSO! HORROROSO!

Eu NUNCA fiz uma coisa dessas com o meu pai! Eu tive meus ressentimentos, minhas feridas mas eu te digo, sempre senti muita falta e sempre amei MUITO meu pai, e a minha imaturidade ajudou muito para que eu não voltasse a falar com ele. Perdi a oportunidade de falar, me perdoa pai pelos os meus erros e eu te perdoo pelos seus, enquanto ele ainda era vivo. Perdi a oportunidade de curtir o meu pai por muito mais tempo!

Mas não se preocupe tio, assim como eu reconheci os meus erros um dia ela reconhecerá os dela. Assim espero e rezo, pois se ela não reconhecer as próprias mãos sujas de merda, ela vai continuar na merda. Infelizmente! Rezemos para que ela evolua e não continue neste universo escuro que a vida dela se baseia. 🙏🏻

Amo muito você!

*

Da página do Xavier Gil

https://www.facebook.com/gilxavier2/videos/1859750087673065/

Xavier Gil