23.4.2019

Não estranho que a direita anti-Bolsonaro faça frente única com o general Mourão. O oposto disso é que seria espantoso.

Alguém deve ter soprado na orêia do Mourão aquela história idiota de que eu havia tramado o impeachment dele. Ele acreditou e veio com aquele gracejo bundadéllico da astrologia. Tentar me matar a tiros não é fácil, pois atiro com espingarda desde os oito anos, mas concorrer comigo nas piadas é ainda mais arriscado, pois as faço desde os dois.

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Tentar arranhar a minha reputação me chamando de astrólogo é coisa de moleque analfabeto.

No Brasil um curriculinho lattes de bosta vale mais do que um “Einstein Visa”. Conto isso aqui e ninguém acredita.

Primeiro, o crime vira doença; depois, chamá-lo de doença vira crime.

POR QUE todos os que odeiam o Bolsonaro aplaudem o Mourão? Será porque o Mourão é muito amigo do Bolsonaro?

Os jornalistas especializados em previsões erradas me odeiam, por justas razões. O Vil não pode ouvir falar de mim sem ter ataque apoplético.

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https://www.oantagonista.com/brasil/oficiais-do-exercito-sao-condenados-por-desvio-de-11-milhoes-em-esquema-do-ime-com-dnit/?fbclid=IwAR0CcWpyS4Gpxm7-sllTEFO-rEyGL_spaTs5cwB1NIQBFLKN8YoQxp5NVuI

Arruinaldo: Ganho bem, obrigado. Tenho muitos milhares de alunos e leitores. Nunca vivi de fazer boquetes em políticos, como você.

AOS GENERAIS E SIMILARES

Olavo de Carvalho

Carl Schmitt definia a política como aquele setor da atividade humana no qual, sendo impossível a arbitragem racional das divergências, só restava juntar os “amigos” contra os “inimigos”. Isso quer dizer, obviamente, que mesmo no entender daquele entusiasta da política só uma parte ínfima da experiência humana pode estar submetida aos critérios “políticos”. A total degradação e estupidificação da vida social é assinalada, então, pela absoluta politização de todas as questões, conflitos e divergências. Isso exclui dos seus altos postos naturais a ciência, a filosofia, a moral, a religião e até o senso comum. Só resta, como critério supremo de julgamento a pergunta mais imediatista e mais vil dos políticos e politiqueiros: Ele está “a nosso favor” ou “contra nós”? Isto é exatamente o que se passa no Brasil de hoje: moldada por vigaristas e analfabetos funcionais ávidos de poder e de dinheiro, a opinião pública só entende todas as afirmações, especialmente as minhas, como “tomadas de posição” a favor deste ou daquele grupo. Mesmo as análises que faço de acontecimentos de mais de meio século atrás são reduzidas a fusquinhas e caras feias contra este ou aquele alto funcionário, como se eu estivesse disputando seu cargo. O que digo das Forças Armadas e da sua atuação no regime militar é uma TESE HISTÓRICA ABSOLUTAMENTE IRREFUTÁVEL. Não podendo contestá-la, generais incultos e presunçosos tentam reduzi-la a uma conspiração jornalística contra as suas augustas pessoas. Afirmo categoricamente: nenhum egresso de academia militar tem hoje a mais mínima condição de impugnar a minha análise ou sequer de apreender o alcance histórico do que estou dizendo. Esperneando histericamente contra a verdade histórica, só mostram o quanto é exíguo o seu horizonte de consciência e invencível a sua submissão aos critérios politiqueiros de julgamento. 
Não temam, burocratas, fardados ou civis. Não ambiciono os seus postos nem o seu tipo de prestígio. Sou um escritor, filho das minhas obras e não de cargos recebidos. Jamais me rebaixei nem me rebaixarei a disputar aquilo que para vocês é o supremo valor da existência.

Perigoso? Qual o perigo em zombar de quem zomba de mim, general?

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Exato :

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General Etchegoyen, você não tem capacidade nem coragem para discutir comigo, por isso prefere fazer fofocas vulgares em linguagem de pó-de-arroz.

Esse intrometido não tem capacidade nem mesmo para dizer de qual opinião minha discorda. Mente como um sub-Arruinaldo Azevedo ao insinuar que só digp palavrões em vez de expor argumentos sérios.

Duvido que esse Echegoyen tenha sequer a capacidade de expor alguma tese minha, quanto mais de contestá-la. É um exibicionista de boas maneiras e não um intelectual.

Isolar o presidente do povo ajuda a quem? Bloquear a tentativa de angariar apoio popular para a Reforma da Previdência ajuda a quem?

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O Santos Cruz já me ofendeu gravemente sem a menor provocação minha, e dois dias depois de eu o haver elogiado.
É um ditadorzinho desprezivel.

O ódio insano que esses generaizinhos têm de mim, e que nunca tiveram dos comunistas genocidas, já diz tudo sobre o que eles são: monstros de vaidade.

Tudo o que eu e meus amigos queremos é apoiar o presidente, fazê-lo vencer e brilhar.
Não acredito, nem de longe, que esse seja o objetivo de tipos como Santos Cruz.

Eu NÃO SEI nem nunca soube quais as intenções do Mourão. Adivinhar intenções é para as putas da Folha., Só o que conheço do Mourão é a sua conduta ostensiva. Precisa algo mais?

As putas da Folha dizem que pedi a um “preposto” meu, Marco Feliciano, que abrisse na Câmara o processo de impeachment do Mourão. É MENTIRA CRIMINOSA, como quase tudo o que sai nesse jornal de bordel. Nem o Feliciano é meu “preposto”, nem lhe pedi coisa nenhuma. O impeachment foi iniciativa dele e só dele.

Senhor Presidente: Só comecei a reclamar do Mourão porque ele ofendeu gravemente V. Excia, várias vezes. O país inteiro sabe disso.

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Arruinaldo: Talvez nem todos me reconheçam, mas as suas tetas todos reconhecerão.

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A única contribuição do Arruinaldo à literatura nacional é o termo “petralha”, que ele criativamente adaptou do Pato Donald.

*

Da pagina Soberanistas:

Vamos ao básico. Nunca um vice se expôs tanto como Mourão. Se expôs como? Sempre criando sérios constrangimentos para o presidente. Se pessoas de fora do governo, ao perceberem o óbvio, criticam e analisam, é parte do jogo e mais que natural. Se alguém de fora do governo, mas com um peso significativo critica posturas inaceitáveis de um vice que não pára de criar constrangimentos, ninguém pode recriminar.

Olavo de Carvalho criou toda a atmosfera para que um nome como o Bolsonaro pudesse ser considerado como viável. Olavo manifestou seu voto ao Bolsonaro desde o início, enquanto todos ridicularizavam o então candidato. Dos liberaloides aos lunáticos intervencionistas, todos boicotaram o Bolsonaro até o último momento. Me lembro bem da luta para convencer esses loucos a não gerarem o BAN, já quase na beira da eleição. Todos ligados a militares ridicularizavam o Bolsonaro como despreparado e tal ainda em fins de agosto de 2018, mas o Olavo, mesmo sendo um gênio e erudito, se manteve junto desde o início ao Bolsonaro.

Voltando ao Mourão, tudo ficou na cara ( e modestamente eu, Maurício Waissman, fui talvez o primeiro que denunciou o fato lá em setembro de 2018 depois da bendita entrevista) quando na entrevista de Mourão na Globo News. Bolsonaro antes da facada tinha dado uma entrevista tensa lá, encarando os jornalistas delinquentes com tudo. O então candidato estava pegando a manha com os pilantras da mídia e estava mitando em todas as entrevistas e debates, pois tinha pego o timing e viu que era seguindo o que o Olavo sempre falou em como devia se portar perante o big coletivo que é a classe jornalística que era o caminho. Bem, facada, Adélio e vamos em frente. Bolsonaro no hospital agonizando e chorando, angustiado com uma possível fraude pelo PT alerta o povo para o perigo real. Mourão vai dar a entrevista na Globo News substituindo o candidato. Puxa saco de jornalista cafajeste, é evasivo em todos os principais temas, quando perguntado sobre as denúncias do Bolsonaro no hospital diz que deve ter sido por estar emocionalmente abalado. Passa a entrevista toda bajulando os entrevistadores e fala que era leitor da Miriam Leitão e Merval. Ali eu vi quem ele era, o que veio se confirmar mais na frente.

Depois vimos: filho de Mourão sendo nomeado nas primeiras semanas de forma afrontosa, declarações dele pró desarmamento, declaração pró aborto, toda hora opinava sobre questões que nada tinham a ver com o cargo de vice, entrevista desmerecendo a política exterior traçada pelo Ministro Ernesto Araújo, desmentia o presidente em diversas ocasiões, curtidas de posts e tweets pejorativos em relação ao presidente, participação de evento em que é apresentado como voz moderada em oposição a um presidente despreparado, crítica a questão de Jerusalém, afrontas diversas ao presidente indo em programas com jornalistas que o presidente fazia questão de deixar claro serem inimigos pessoais, etc…etc…

Olavo de Carvalho,além de gênio, é uma pessoa de bem. Faz uma zoeira aqui, ali e tal, mas está mostrando algo real, questões sérias de que ninguém elegeu o Bolsonaro para ter um tucanato internacionalista nos próximos anos.

Se acaso Mourão e cúpula militar assumirem a liderança do governo (o que não acredito que consigam) serão mais coitados que o Temer. Não elegem um presidente nem em mil anos.

Não existe crise alguma. O presidente cedeu um pouco pela pressão interna, deu carta branca para seu filho descer a pancada e servir de escudo e sabe que o sucesso de seu mandato depende da militância e base que o elegeu.

Existem militares dignos sim, mas a cúpula formada por Mourão, Santos Cruz, etc.. não representa tal postura. Creem que Bolsonaro é um bobo incapaz (o que não é) que deve ser tutelado e que ele foi apenas a escada para eles voltarem ao poder nos braços do povo. O que só existe na mente deles, pois o povo não votou neles. Eles são coadjuvantes do momento histórico, se mostraram figuras provincianas e desconectadas como temas chaves internacionais, econômicas, do sistema de ensino, no enfrentamento cultural e do aparelhamento do Estado, etc….Se baseiam em mídia tradicional decadente, acham Trump e Bannon dois bananas “extremistas” e querem ir além do que é o papel deles neste momento histórico do país.

Caso os militares desmoralizem o presidente fazendo dele um fantoche e destruindo o governo como se fosse um neo tucanato fardado, teremos a volta da esquerda ao poder já nos próximos anos, seja via Dória, seja via a linha do PDT do Ciro, seja por um Álvaro Dias da vida, ou mesmo o PT. Qualquer militar, seja Mourão ou outro que tenha a audácia infantil de querer ser o sucessor, vai ter a votação de um Temer ou de um Meireles da vida: 1 %.

Olavo tem peso, é digno e está se expondo pelo bem de todos nós, pois está defendendo bandeiras que nos são caras.

Votamos nestas bandeiras, não em continuação do tucano/ mdebismo/ petismo e suas linhas auxiliares NOVO e DEM. Por Maurício Waissman

*

Mais Arruinaldo. Que posso dizer de um sujeito que acha que um presidente pedir apoio diretamente ao povo é contra a democracia? Não posso chamá-lo de filho da puta, porque nenhuma puta jamais pariu uma deformidade dessas.

Etchegoyen, insinuações obscuras são coisas de dondocas. Seja homem e diga logo qual o “perigo” a que você se refere. O Mourão vai mandar me matar? Me prender? Me bater? Espalhar fofocas a meu respeito? Foi ele quem lhe disse alguma dessas coisas ou você, por iniciativa própria, comete crime de ameaça?

Distinção elementar: um diploma universitário significa apenas que o seu portador alcançou a nota mínima indispensável à sua aprovação.
O “Einstein Visa” significa que o portador ULTRAPASSOU NOTAVELMENTE a média das realizações na sua atividade. 
Os diplomadinhos brasileiros — inclusive de academias militares — posam de superiores porque não sabem nem isso e porque sofrem de síndrome de Dunning-Kruger em grau superlativo.

A inteligência do Arruinaldo diminuía à medida que as tetas cresciam.

Eduardo de Alencar8 h

A Bela Megale, que não tem nada de jornalista de tabloide, confirma em sua coluna no Globo aquilo que todo mundo com alguma boa intenção em relação a esse governo já desconfiava: o General Mourão conspira abertamente em favor de um impeachment.

A coisa vazou por um aliado do Presidente. A base a favor da movimentação já estaria em pelo menos 100 deputados, que estariam de olho no tão esperado loteamento do Estado barrado até agora pela vontade do Presidente.

Isso significa que os recados que o General passava para agradar a imprensa e os setores do establishment também tinham seu componente esotérico. É a lógica das aproximações sucessivas, para usar de expressão cara a esse conspirador que só tropeça na própria vaidade.

Por suposto, tem mais gente envolvida no jogo. Há setores da imprensa interessados no negócio desde o início do governo. Tem gente no Congresso e na esquerda. E parcela do empresariado também. É de se supor que até a disposição de Guedes cobrar de sonegadores contumazes tenha contribuído para o arranjo.

Não se duvide que a insistência de parte dos caminhoneiros em instigarem nova greve, a despeito das vitórias que tem alcançado junto ao governo desde o início do ano, tenha dedo dessa gente. Já falei por aqui disso antes. Uma das maiores forças envolvidas na greve de 2018 era composta de intervencionistas. E intervencionistas sempre operam a mando de generais da reserva com intenções inconfessáveis.

Ironicamente, a revelação veio a público depois de Bolsonaro se afastar publicamente do Olavo de Carvalho, depois que o Carlos, possivelmente, publicou um vídeo gravado no quintal do filósofo em que ele tecia novas críticas aos militares. Ao que parece, teria sido a gota d’água para o caldo entornar. Bolsonaro deletou o vídeo e mandou publicar a nota. É provável que só tenha recebido a confirmação da disposição golpista do seu vice pouco depois disso.

De novo, Olavo tem razão, sim. Não precisa ser olavete pra assumir isso. Até o Globo já tratou de colocar as coisas em pratos limpos. E é provável que o filósofo tenha razão também na solução que vem pregando para destruir de vez os conspiradores: o Presidente precisa falar com o povo em rede nacional de televisão.

Na dúvida, basta estudar um pouquinho sobre a forma de fazer política nas Forças Armadas, porque emparedar o antecessor foi o modus operandi que regeu todas as sucessões presidenciais de 1964 até 1985. Criatividade nunca foi o forte dos quarteis.

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Meu abraço triste e afetuoso à amiga distante, Daniela Gouveia, cujo pai morreu heroicamente num tiroteio contra QUINZE assaltantes.

O Janer tinha umas idéias malucas, mas escrevia mil vezes melhor que o Arruinaldo.

*

Pense nisto, Presidente:

Silvio Grimaldo
23 h · 
Pelo que dizem, a nota foi escrita pelo próprio Gen. Rego, que chegou com ela pronta para que o presidente a autorizasse. O BolsoTutelado não deve ter refletido direito a respeito da nota, mas nós aqui vamos ajudar o presidente a pensar melhor no que ele autorizou que fosse dito ali em seu nome.
A notinha, Presidente Jair Messias Bolsonaro, afirma que às críticas do Olavo de Carvalho aos militares “não contribuem para a unicidade de esforços” do governo. Pois bem, BolsoVader, as críticas não contribuem para a “unicidade dos esforços” do governo porque não pretendem isso. Pelo contrário, as críticas foram feitas para alertar seus eleitores, e o senhor mesmo, de que o presidente está cercado por um bando de traíras com quem não é possível ter “unicidade de esforços” alguma, porque, entenda, OS GENERAIS O DESPREZAM, Senhor Presidente!
Mourão, Santos Cruz, Rego e todos os outros milicos que o senhor enfiou aí acreditam que o Presidente é um idiota, fraco e irresponsável, um menino malcriado que precisa ser controlado.
Isso fica bem claro quando um Rego da vida o faz assinar uma nota chamando, na prática, de inimigo do governo, um amigo e aliado, que foi o único a defendê-lo continuamente e sem poupar esforços desde quando o senhor era motivo de piada do CQC, lembra? Eu lembro!
Quando o General Mourão curtiu a publicação da Rachel Sheherazade em que ela o acusava de ser motivo de VERGONHA NACIONAL, afirmando que ele, Mourão, ele sim era um gostosão que deveria ocupar seu lugar, quando ele fez isso, acenando positivamente para críticas da imprensa à sua pessoa, com as quais ele certamente concorda, veio algum Rego lembrá-lo de que isso não contribuía “para a unicidade de esforços”? Não. Mas veio o Olavo de Carvalho alertá-lo.
As inúmeras vezes que Mourão veio a público desdizer o Presidente, ou fazer afirmações claramente contrárias ao programa de governo e desalinhadas com as propostas da campanha, como no caso da legalização do aborto, seu porta-voz veio pedir uma notinha para manter a “unicidade de esforços”? 
Quando ele e os outros foram à imprensa criticar seus filhos, em que isso contribuía para a “unicidade dos esforços” do governo? Em nada. E quem os defendeu? Olavo de Carvalho!
Quando Santo Cruz mandou o Brigadeiro Machado ao MEC para sabotar, sem que o senhor soubesse, a Política Nacional de Alfabetização do prof. Carlos Nadalim, algum milico foi alertá-lo de que isso “não contribui para a unicidade de esforços”? Não! Quem defendeu o projeto, que consta da sua proposta de campanha e da sua mensagem ao Congresso Nacional, e impediu que ele fosse entregue ao tucanato educacional, foram os alunos do Olavo de Carvalho, fiéis ao Presidente. 
E as tentativas do generais do Planalto de derrubar o ministro Ernesto Araújo? Isso não compromete a “unicidade dos esforços”? E quanto à tentativa dos militares tomarem a APEX? Quem é que não contribui para a “unicidade dos esforços” do governo?
E quando, presidente, militares dentro do Planalto conspiram bem debaixo do seu nariz para substituir o chefe do Gabinete Pessoal do Presidente da República, o Major Pedro, porque ele é “apenas” um PM, seu amigo pessoal de anos, mais fiel ao bolsonarismo do que ao corporativismo da caserna, quando fazem isso, quem joga lama na “unicidade dos esforços” do governo, Olavo de Carvalho ou esses homens fardados que o obrigaram a assinar essa nota embaraçosa, que fez com que seu próprio filho se envergonhasse de tamanha covardia? 
Infelizmente, Presidente Bolsonaro, o senhor tem dado mostras cada vez mais clara de que quem manda no governo é o Exército e não o presidente escolhido por 57 milhões de brasileiros. A presidência está claramente sendo tutelada. Não foi para isso que votamos em Jair Bolsonaro.

*

Herberto Sales, que o Otto Maria Carpeaux considerava, na literatura brasileira, o mais consciente artista do idioma, dizia do meu estilo: “Tem o amplo fôlego de uma epopéia da palavra, a palavra destemidamente lúcida, a palavra corajosa e exata.* E agora vem um generalzinho, sem obra nem fortuna crítica, me dar lições de elegância litarária? Só mesmo nesse chiqueiro cultural que é o Brasil.

Josué Montello, supremo romancista e então presidente da Academia Brasileira de Letras, dizia aprender mais com os meus livros do que com quaisquer outros, mas o pó-de-arroz Etchegoyen quer me ensinar a escrever.

“”Inexaurível erudição e incontornável honestidade intelectual… O clarim de uma adiada E TEMIDA ressurreição da independência crítico-filosófica da nação.” 
BRUNO TOLENTINO, prefácio a O Jardim das Aflições.

SIM, TEMIDA ATÉ HOJE POR TODOS OS PSEUDO-INTELECTUAIS DONDOCAS.

*

Roxane Carvalho7 h

Pedro Henrique Medeiros

Segundo o Antagonista, o vice-presidente da República, General Hamilton Mourão, pergunta: “Quem se importa com as opiniões do Olavo de Carvalho?”

Deixa que eu respondo: em primeiro lugar, o seu chefe, o presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, e os filhos dele.

Em segundo lugar, só o perfil pessoal de Olavo no Facebook tem mais de 550.000 seguidores. Seu Best-seller, ‘O Mínimo’, já vendeu umas 500 mil cópias.

Mas espera aí que vou fazer uma listinha:

– Ângelo Monteiro, poeta e filósofo brasileiro, professor de Estética na Universidade Federal de Pernambuco;
– Ariano Suassuna, dramaturgo, romancista, ensaísta, poeta e professor brasileiro;
– Ives Gandra da Silva Martins, jurista, advogado, professor e escritor brasileiro. É professor emérito da Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie e membro da Academia Brasileira de Filosofia;
– Bruno Tolentino, poeta e intelectual brasileiro, três vezes vencedor do prêmio Jabuti;
– Wolfgang Smith, um dos maiores físicos da atualidade, matemático, filósofo da ciência, metafísico, professor no MIT, na UCLA e no OSU;
– Steve Bannon, diretor executivo da campanha presidencial do Donald Trump, foi assessor e estrategista-chefe da Casa Branca;
– Horia-Roman Patapievici, filósofo e físico romeno chefe do Romanian Cultural Institute, membro do Conselho Nacional para o Estudo dos Arquivos de Segurança da Romênia;
– Andrei Pleshu, filósofo romeno, diretor do New Europe College em Bucareste, ex-ministro das Relações Exteriores da Romênia;
– Emil Constantinescu, ex-presidente da Romênia;
– Paulo Mercadante, filósofo, jurista e escritor brasileiro de renome internacional;
– Gabriel Liiceanu, filósofo romeno, diretor da Editora Humanitas em Bucareste;
– Vladimir Tismaneanu, cientista político romeno, diretor do Center for the Study of Post-Communist Societies da Universidade de Maryland;
– Miguel Reale, filósofo brasileiro de renome universal;
– Antoine Danchin, geneticista, matemático e físico, diretor do Instituto Pasteur em Paris;
– Roberto de Oliveira Campos, economista e escritor brasileiro, ex-ministro do Planejamento. Da Academia Brasileira de Letras;
– Paulo Francis, jornalista e escritor brasileiro, um dos fundadores do Pasquim, colunista da Folha, do Globo e do Estadão;
– Antônio Olinto, romancista brasileiro traduzido em 28 idiomas. Da Academia Brasileira de Letras;
– Alexandre Costa Leite, filósofo brasileiro;
– Jorge Amado, romancista brasileiro de renome internacional. Da Academia Brasileira de Letras;
– Josué Montello, romancista brasileiro, ex-presidente das Academia Brasileira de Letras;
– Herberto Sales, romancista brasileiro. Da Academia Brasileira de Letras;
– Carlos Heitor Cony, romancista brasileiro. Da Academia Brasileira de Letras;
– Nélida Piñon, romancista brasileira, ex-presidente da Academia Brasileira de Letras;
– João Carlos Martins, pianista e maestro brasileiro de fama mundial;
– Mendo Castro Henriques, filósofo português, professor da Universidade Católica de Lisboa;
– João Seabra Botelho, filósofo português;
– Maria José de Queiroz, escritora brasileira, lecionou nas universidades de Paris, Lille, Bordeaux, Aix-en-Provence, Bonn, Colônia, Indiana, Harvard e Berkeley;
– Fernando Silva Pereira Manso, professor da UFRJ, PhD em Sistemas de Informação pela London School of Economics;
– Amâncio César Santos Friaça, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP;
– Amy Colin, diretora da Maison des Sciences de l’Homme, Unesco, Paris;
– Jerônimo Moscardo, diplomata brasileiro, ex-ministro da Cultura;
– Romano Galeffi, filósofo italiano, ex-catedrático de Estética da Universidade Federal da Bahia;
– Carlos Alberto Montaner, jornalista cubano residente na Espanha, colunista (com seis milhões de leitores) de vários jornais da Europa e dos EUA;
– Vamireh Chacon, escritor e cientista político brasileiro, professor da Universidade de Brasília;
– José Carlos de Azevedo, físico brasileiro, ex-reitor da Universidade de Brasília;
– Gilberto de Mello Kujawski, filósofo brasileiro, presidente da comissão que premiou o ensaio de Oalvo Sobre Ortega y Gasset em concurso promovido pelo governo espanhol;
– Monica Grigorescu, escritora romena, ex-embaixadora da Romênia no Brasil;
– Edson Nery da Fonseca, crítico literário do Diário de Pernambuco;
– Nelson Saldanha, diretor do Instituto de Tropicologia da Fundação Joaquim Nabuco, Recife – PE;
– Luiz Carlos Lisboa, crítico literário do Jornal da Tarde, São Paulo;
– Jacob Klintowitz, crítico de arte do Jornal da Tarde, São Paulo;
– Alejandro Chafuen, economista argentino, presidente da Atlas Economic Research Foundation, Alexandria, VA;
– Mark Huessy, diretor do Eugen Rosenstock-Huessy Fund, Essex, VT;
– Richard Shaull, teólogo americano;
– Valentin Lazea, economista-chefe do Banco Central da Romênia;
– Augustin Buzura, romancista romeno, presidente da Fundação Cultural Romena, Bucareste;
– Itamar Franco, ex-presidente do Brasil;
– Frank F. Souza, diretor do Center for Portuguese Studies and Culture, Universidade de Massachusetts-Dartmouth;
– Célio Borja, ex-ministro da Justiça;
– Mauro Salles, escritor e publicitário brasileiro;
– Antônio Fernando Borges, romancista brasileiro, ganhador do Prêmio Nestlé de Literatura.

A literatura, dizia o Otto Maria Carpeaux, é o centro vivo da alma de um povo. Quem não dedica o melhor de si a absorver a literatura nacional e a gravar no coração as sutilezas do seu idioma NÃO TEM A MENOR IDÉIA DO QUE É PATRIOTISMO.

Ver generais do Exército Brasileiro unindo-se covardemente a Jumensteins, Arruinaldos e Bundadellis na campanha multitudinária de difamação de um cidadão privado sem cargo nem partido não me espanta nem um pouco. O nível moral de civis e militares revela, apenas, ser exatamente o mesmo.

*

Do Flávio Lindolfo Sobral.

Diga, senhor presidente, QUEM está corroendo a unidade do governo:

O tal do Mourão, na mesma semana em que recebíamos a delegação israelense que ajudaria nas buscas da tragédia de Brumadinho, MG, e sabendo que era promessa de campanha do Bolsonaro a transferência da embaixada brasileira em Israel para a cidade de Jerusalém, aliás promessa reforçada no dia da posse diante do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, o vice recebeu uma delegação palestina e divulgou que o projeto da embaixada em Jerusalém não era coisa certa.
O tal do Mourão publicamente atacou ministros nomeados por Bolsonaro, colocando em dúvida a competência e capacidade deles.
O tal do Mourão passou pano para o ditador sanguinário Nicolás Maduro.
O tal do Mourão defendeu o desarmamento civil.
O tal do Mourão afirmou publicamente que independente de um país (a Venezuela) ser uma ditadura, é preferível que a população continue desarmada.
O tal do Mourão defendeu o aborto.
O tal do Mourão chamou os presidentes militares de ilegítimos, mesmo sabendo que sua imagem é devedora do saudosismo que muitos brasileiros possuem destes presidentes.
O tal do mourão aceitou um convite que desabonava escandalosamente o Presidente.
O tal do Mourão curtiu comentários em que criticavam pesadamente o Presidente Bolsonaro.
O tal do Mourão criticou a aproximação do governo brasileiro com o governo americano do Trump.
O tal do Mourão morre de amores pela mídia esquerdista.
O tal do Mourão defendeu publicamente Jean Wyllys, inimigo declarado do Presidente.
O tal do Mourão defendeu publicamente a Ilona Szabó, menina de recado dos globalistas e desarmamentistas e que fez campanha contra o Bolsonaro.
O tal do Mourão está conivente com uma movimentação traíra que está sendo realizada por seu partido, PRTB, para tornar o Presidente refém de tudo aquilo que não presta na política brasileira: o toma lá da cá.
O tal do Mourão publicamente desqualificou amizades do Presidente.
O tal do Mourão não falou nada a favor do Presidente nas investidas caluniosas e nas fake news da mídia esquerdista.
Ou seja, Mourão ataca, desqualifica e ofende de forma pública, ora direta, ora indiretamente o Presidente da República, apresenta todos os elementos de estelionato eleitoral e fomenta todo este ambiente hostil dentro e fora do governo contra o Presidente, mas errado mesmo é o Carlos Bolsonaro e nós que estamos criticando o vice porque o respeito ao cargo está acima de tudo. Eu não sabia que o lema do governo tinha mudado para “Brasil acima de tudo, Mourão acima de todos”…

A última AUTORIDADE MORAL que resta no Brasil é O POVO. O resto é TUDO empulhação.

A comunistada xinga o governo de tudo quanto é nome, acusa-o de tudo quanto é crime, trama contra ele as mais ousadas violências, e as dondocas fardadas se juntam contra mim. Puta que pariu, nunca vi tanta baixeza.

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Silvio Grimaldo

Silvio Grimaldo

1 h · 

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Pelo que dizem, a nota foi escrita pelo próprio Gen. Rego, que chegou com ela pronta para que o presidente a autorizasse. O BolsoTutelado não deve ter refletido direito a respeito da nota, mas nós aqui vamos ajudar o presidente a pensar melhor no que ele autorizou que fosse dito ali em seu nome.
A notinha, Presidente Jair Messias Bolsonaro, afirma que às críticas do Olavo de Carvalho aos militares “não contribuem para a unicidade de esforços” do governo. Pois bem, BolsoVader, as críticas não contribuem para a “unicidade dos esforços” do governo porque não pretendem isso. Pelo contrário, as críticas foram feitas para alertar seus eleitores, e o senhor mesmo, de que o presidente está cercado por um bando de traíras com quem não é possível ter “unicidade de esforços” alguma, porque, entenda, OS GENERAIS O DESPREZAM, Senhor Presidente!
Mourão, Santos Cruz, Rego e todos os outros milicos que o senhor enfiou aí acreditam que o Presidente é um idiota, fraco e irresponsável, um menino malcriado que precisa ser controlado.
Isso fica bem claro quando um Rego da vida o faz assinar uma nota chamando, na prática, de inimigo do governo, um amigo e aliado, que foi o único a defendê-lo continuamente e sem poupar esforços desde quando o senhor era motivo de piada do CQC, lembra? Eu lembro!
Quando o General Mourão curtiu a publicação da Rachel Sheherazade em que ela o acusava de ser motivo de VERGONHA NACIONAL, afirmando que ele, Mourão, ele sim era um gostosão que deveria ocupar seu lugar, quando ele fez isso, acenando positivamente para críticas da imprensa à sua pessoa, com as quais ele certamente concorda, veio algum Rego lembrá-lo de que isso não contribuía “para a unicidade de esforços”? Não. Mas veio o Olavo de Carvalho alertá-lo.
As inúmeras vezes que Mourão veio a público desdizer o Presidente, ou fazer afirmações claramente contrárias ao programa de governo e desalinhadas com as propostas da campanha, como no caso da legalização do aborto, seu porta-voz veio pedir uma notinha para manter a “unicidade de esforços”? 
Quando ele e os outros foram à imprensa criticar seus filhos, em que isso contribuía para a “unicidade dos esforços” do governo? Em nada. E quem os defendeu? Olavo de Carvalho!
Quando Santo Cruz mandou o Brigadeiro Machado ao MEC para sabotar, sem que o senhor soubesse, a Política Nacional de Alfabetização do prof. Carlos Nadalim, algum milico foi alertá-lo de que isso “não contribui para a unicidade de esforços”? Não! Quem defendeu o projeto, que consta da sua proposta de campanha e da sua mensagem ao Congresso Nacional, e impediu que ele fosse entregue ao tucanato educacional, foram os alunos do Olavo de Carvalho, fiéis ao Presidente. 
E as tentativas do generais do Planalto de derrubar o ministro Ernesto Araújo? Isso não compromete a “unicidade dos esforços”? E quanto à tentativa dos militares tomarem a APEX? Quem é que não contribui para a “unicidade dos esforços” do governo?
E quando, presidente, militares dentro do Planalto conspiram bem debaixo do seu nariz para substituir o chefe do Gabinete Pessoal do Presidente da República, o Major Pedro, porque ele é “apenas” um PM, seu amigo pessoal de anos, mais fiel ao bolsonarismo do que ao corporativismo da caserna, quando fazem isso, quem joga lama na “unicidade dos esforços” do governo, Olavo de Carvalho ou esses homens fardados que o obrigaram a assinar essa nota embaraçosa, que fez com que seu próprio filho se envergonhasse de tamanha covardia? 
Infelizmente, Presidente Bolsonaro, o senhor tem dado mostras cada vez mais clara de que quem manda no governo é o Exército e não o presidente escolhido por 57 milhões de brasileiros. A presidência está claramente sendo tutelada. Não foi para isso que votamos em Jair Bolsonaro.

22.4.2019

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Lindeza.

No Brasil, a economia é o último setor do debate público em que os conceitos de verdade e falsidade ainda são levados em conta um pouquinho. No resto, é só “amigo” e “inimigo”.

Cada vez que um vigarista brasileiro fracassa, ele conclui que o erro foi ter sido menos vigarista do que devia.

O Mourão deveria se limitar à única função que desempenha bem, de modelo.

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Se o Mourão se acha habilitado a julgar a minha obra, deveria tentar debatê-la comigo, em vez de fofocar pelas costas.


Wilson Filho Ribeiro de Almeida
 Viu que o Bolsonaro chegou a publicar o seu vídeo no canal dele? Mas depois tirou… https://www.youtube.com/watch?v=Z79VijKAetM

Se o presidente tem a humildade suficiente para reconhecer a dívida que tem para comigo, seus inferiores não deveriam se expor ao ridículo de fingir que não me devem nada.

Mourão: Você não tem nem a mínima capacidade requerida para julgar a minha obra. Cale a boca antes de virar um Caio Blinder fardado.

Mourão:

O simples fato de interpretar como “críticas” em vez de simples revisão histórica as coisas que tenho dito sobre o regime militar já mostra que o Mourão NÃO ALCANÇA o patamar da verdade e falsidade, só o do amigo e inimigo. É um adolescente totalmente desqualificado para qualquer debate intelectual sério.

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Apelar ao rótulo de “astrólogo” é argumento digno do Bundadelli.

Se direita e esquerda são coisas do passado, por que o presidente se elegeu com a promessa de quebrar o poder da esquerda? Ele e todos os seus eleitores são idiotas e só o Mourão é sábio?

Aviso: Não tenho BOSTA NENHUMA a ver com o pedido de impeachment do Mourão.
Se tivesse, diria com todas as letras. O que eu faço, assumo, Não me escondo por trás de políticos.
Apenas, esses homens de isopor da esfera federal nem acreditam que exista alguém assim. Acham impossível, porque nunca viram um nos ambientes que frequentam.

Fechando zoinho e boquinha.

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O ministro das Relações Exteriores da Rússia quer enganar o mundo com o mesmo engodo que já desmascarei no debate com o Duguin: apresenta os EUA como beneficiário da globalizaçãos em vez de sua vítima principal:

https://renovamidia.com.br/russia-diz-que-uma-nova-orde…/…/…

“O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, declarou neste domingo (14) que o modelo ocidental de sociedade está morrendo e uma nova ordem mundial está tomando seu lugar.

Segundo a agência de notícias estatal russa TASS, Lavrov declarou:

“O modelo liberal ocidental de desenvolvimento, que particularmente estipula uma perda parcial da soberania nacional – isto é o que os nossos colegas ocidentais visavam quando inventaram o que chamaram de globalização – está perdendo sua atratividade e não é mais visto como um modelo perfeito para todos. Além disso, muitas pessoas nos países mais ocidentais são céticas sobre isso.”
Segundo o chanceler da Rússia, o desenvolvimento global é guiado “por processos que visam impulsionar a multipolaridade e o que chamamos de ordem mundial policêntrica”.

Lavrov acrescentou:

“Claramente, a multipolaridade e o surgimento de novos centros de poder requer esforços para manter a estabilidade global e procurar um equilíbrio de interesses e compromissos, por isso, a diplomacia deve desempenhar um papel de liderança aqui.”
Elevando as críticas aos Estados Unidos, Lavrov declarou:

“Os EUA e seus aliados estão tentando impor suas abordagens aos outros. Eles são guiados por um claro desejo de preservar seu domínio de séculos nos assuntos globais, embora do ponto de vista econômico e financeiro, os EUA – sozinhos ou com seus aliados – não possam mais resolver todas as questões econômicas e políticas globais.”

*

Como é que um maçom sai falando da astrologia com ares de desprezo? Será que nem a função essencial da astrologia nessa organização ele conhece?

*

Carlos Bolsonaro‏Conta verificada @CarlosBolsonaro7 hHá 7 horasMais

. @opropriolavo é uma gigantesca referência do que vem acontecendo há tempos no Brasil. Desprezar isto só têm três motivos: total desconhecimento, se lixando para os reais problemas do Brasil ou acha que o mundo gira em torno de seu umbigo por motivos que prefiro que reflitam.

Educar os filhos.

Andre Chilano

5 h · 

– Olavo de Carvalho, COF – Aula 197
Eu vejo as pessoas se preocupando sobre como vão educar os filhos. Bom, eu também não sei como você deve educar seu filho, mas eu vou te fazer uma pergunta: quando ele tem algum sofrimento, é você o remédio que ele procura? Quando está infeliz, ele diz assim ‘Eu vou lá com meu pai, porque ele vai me deixar alegre’? Se a resposta é não, então tem algo errado.

Porque a primeira função de pai e mãe é proteger a criança. Mas não é só proteger contra a fome, contra os bandidos, etc., é proteger também contra os demônios que a assaltam desde dentro, contra os perigos psicológicos, contra os temores, contra a infelicidade, contra a tristeza! O pai e a mãe têm que ser o abrigo da criança contra essas coisas.

Se meu filho está triste, como é que eu vou fazer para alegrá-lo? Vou fazer umas palhaçadas, contar uma piada? Não, isto é muito externo, eu estarei rebaixando o sofrimento dele. Às vezes uma piada conserta, claro, mas outras vezes não é assim. Então tem de haver algo que transmite uma alegria direto do seu coração para o da criança. E se você fizer isso uma vez, duas vezes, três vezes, você nunca terá problema de educação com essa criança, porque ela vai te obedecer em tudo. Porque ela confia em você. Mas eu nunca vi as pessoas tentando fazer isso. Se elas se preocupam com a educação das crianças, é porque algo está dando errado, mas está dando errado porque o item número um não foi preenchido!

Por que as pessoas obedeciam a Jesus Cristo? É simples: porque se tinha uma tempestade e elas ficavam apavoradas, Jesus Cristo mandava parar a tempestade, e ela parava. Se o sujeito faz isso pra mim, eu o obedeço em qualquer coisa! Sim ou não? Então, bom, nós não temos o poder de parar as tempestades, mas há coisas que nós podemos fazer, tempestades interiores que nós podemos parar.

Eu, sinceramente, vi mais pessoas preocupadas com seu filho ter uma boa educação, fazer uma boa escola ou desenvolver certas virtudes do que essa preocupação de você ser o remédio da tristeza dos seus filhos, de você ser o porto seguro onde, quando eles atracam, a tristeza vai embora.

Bom, se Jesus Cristo mandasse parar a tempestade, e ela não parasse, vocês acham que as pessoas continuariam lhe obedecendo? Podia ter uma boa conversa, mas não ia resolver nada, não é?

É esta verdadeira proteção que você tem que dar ao seu filho, e se você der isso, não terá nenhum problema pra educá-lo, porque ele vai te obedecer em tudo, eu garanto isso pra você! Se você é a fonte da alegria, você é a fonte da vida, e ele vai te obedecer porque isso é bom pra ele. Agora, se você precisa usar de uma ameaça ou chantagem, é porque já perdeu o principal. E o principal se chama autoridade, e autoridade significa você ser AUTOR de alguma coisa! Então é algo que sai de você e vai para a criança, e de que ela precisa desesperadamente.

Qual a primeira virtude necessária? Não seria ele amar a você como ama a si mesmo? Se você não faz isso pra ele, como espera que ele faça isso para os outros?

Via Everton Marinho

21.4.2019

Odeio que meus alunos ocupem cargos públicos, mas, em qualquer setor de atividade, eles serão sempre muito melhores do que os dotozinhos analfabetos das nossas universidades.
Se o Velez tivesse se apegado a eles em vez de dar ouvidos a milicos idiotas, ele ainda estaria no cargo e fazendo sucesso.

Se você não tem a capacidade de acreditar cem por cento no romance que está lendo ou no filme a que está assistindo, trate de adquiri-la. Os imbecia a desprezam, mas ela é a base de TODO aprendizado.

A pergunta do John Lennox, “Pode a ciência explicar TUDO?”, tem uma resposta simples: Pode, mas não de maneira que FAÇA SENTIDO. Fazer sentido é algo que está acima das possibilidades de quaquer ciência e que só pode lhe vir de fora.

Jair Bolsonaro elegeu-se com a promessa de eliminar o poder do esquerdismo. Quem quer que o impeça de cumprir a promessa, sob qualquer pretexto que seja, é um traidor do povo brasileiro.

Em 1964 os militares posaram de eliminadores do esquerdismo e depois passaram vinte anos ajudando-o a tornar-se a única força política habilitada a tomar o poder.
Vão repetir a dose?

Por que levam o Chomsky a sério como intelectual, se a respeito de política ele NUNCA escreveu uma só linha de teoria, só polêmica jornalística?

O Chomsky é um Caio Blinder linguista.

Atenção:

Ocupar espaços, ANTES DE TUDO, na mídia e no sistema universitário. Ao mesmo tempo, FAZER TRABALHO DE BASE. Tudo isso longe dos cargos oficiais. É a fórmula mais velha e infalível.

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No Brasil um diprominha da Úichpi vale mais que um “Einstein Visa”.

Aprendam com o Zé Dirceu:
TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE. TRABALHO DE BASE.

Quando o culto de qualquer coisa se opõe ao amor da verdade, é um CULTO SATÂNICO. As Forças Armadas têm de meditar a fundo e ver se é realmente isso o que elas querem ser.

Enquanto o comandante do Exército não confessar “De 1964 em diante nós destruímos a política conservadora e abrimos o caminho para o tucanopetismo”, não acreditarei em uma só palavra que venha da boca de qualquer general.

Tenho mil objeções filosóficas, teológicas e históricas ao protestantismo, mas devo reconhecer uma coisa: o clero católico nacional se rendeu tão completamente à “teologia da libertação”, que, sem o trabalho das igrejas evangélicas, o sentimento cristão já teria desaparecido do Brasil.
Obrigado, irmãozinhos. Orarei sempre para que Deus atenda as suas preces.

O poder NUNCA está nos cargos públicos. Está no POVO ORGANIZADO, puta que pariiiiiiiiiiiiiiiuuuuuu!!!

O PT se fodeu por muitas razões, mas uma delas, talvez a principal, foi virar as costas ao povo real e apoiar-se só nos mortadelas.

Puxar saco de pobre não adianta. Pobre sabe que não é deus, que Deus é Jesus.

Tânia Dantas Santos Professor o Fantástico acabou de fazer piadinha com o senhor, usando o programa do Bial.

Puxar saco de pobre não adianta. Pobre sabe que não é deus, que Deus é Jesus.

https://www.terra.com.br/noticias/brasil/politica/parlamento-quer-limitar-poder-do-presidente,51dc3beecdf0e8f228378305f2f2029ci5lrpxag.html

20.4.2019

Tudo o que havia para ser dito sobre Caetano, Gil e Chico a Nana Caymmi já disse. Nada tenho a acrescentar.

O Mário Vargas Llosa escreveu livros maravilhosos, mas sua maior contribuição à literatura universal foram as porradas que deu no Gabriel García Marquez.

Podemos achar a interproteção maçônica uma instituição respeitável, mas quando ela se estende sobre comunistas assassinos de maçons, ela se torna puro sinal de demência.

O general Vilas-Boas acha mesmo que, afagando a mídia esquedista brasileira com a tal política de “distensionamento”, vai mudar os planos de dominação mundial da China Comunista e do eurasianismo russo? 
O cidadão atira com espingarda de chumbinho num mico-leão e grita “Selva!”.

Olavettes no governo? Coisa boa para o Brasil, mas ruim para eles.


O inglês não é minha língua materna. Só o compreendo quando vem pronunciado certinho como em Washington D.C. O inglês do Zizek eu não entendo nem cagando.

Adoro pronúncia irlandesa, escocesa e australiana, mas não entendo metade das palavras.

O único ator anglófono que algum dia conseguiu pronunciar corretamente palavras em outros idiomas, inclusive o português de Portugal, foi o Roger Moore.

Site golpista-lulista:

Antigamente os jornalistas eram futuros escritores; hoje são ex-futuros jornalistas.

Alerta máximo:

Eu nunca quis criar um movimento conservador, liberal, reacionário, patriota ou qualquer coisa assim, Quis criar uma FÁBRICA DE GÊNIOS, já criei e ela está funcionando a pleno vapor. Dentro ou fora do governo (mais fora do que dentro), ela está fazendo e vai fazer muito bem ao Brasil. Mais, certamente, do que a putada política, midiática e universitária.

É ISTO o que a direita não sabe e não quer saber:

“Desincabreabamento” é negar cabritas ao Lula?

A coisa mais óbvia do mundo é: as empresas de mídia são amigas, o “coletivo da redação” é inimigo. O generais gênios acham que devem descer o pau naquelas e jogar beijinhos neste. Essa política parece calculada para levar o governo Bolsonaro ao fracasso.

Mas o único general que paga é o Paulo Chagas, que não tem cargo nem culpa.

Hangout com o Daniel Ferraz:

https://www.theepochtimes.com/sexual-torture-in-chinese-prisons-no-limits-to-the-perversion_2807811.html?fbclid=IwAR3750wg7ZHagl7pbTcc1CCTX_HhWbfLBHAdSnIXj5f5FSmh1C1tEuqcirY

Sim, mas que são esses detalhes irrisórios em comparação com o glorioso comércio de frangos?

Ninguém pediu nada ao Ronald Robson. Ele ficou quietinho no seu canto produzindo as 450 páginas de um livro magistral, “Conhecimento por Presença. Introdução à Filosofia de Olavo de Carvalho”, que logo estará no mercado.

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O que essas merdas de universidades brasileiras chamam de “ciência social” são slogans de propaganda soviética DE SETENTA ANOS ATRÁS.

Andrius Paulo Batista

Andrius Paulo Batista

2 h · 

Deixei o protestantismo, sou agora e para todo sempre adepto ao catolicismo.

Não foi uma mudança repentina e equivocada, eu diria que foi uma consequência de estudos e minha dedicação por inteiro em ser um escravo da verdade, pois, como bem disse o padre Sertillanges “a verdade só serve a seus escravos”. Graças ao bom Deus eu conheci o Olavo e sua obra, seus vídeos, artigos e livros que foram essenciais para minha conversão.

A todos os protestantes eu só tenho a dizer uma coisa: scientia vincit malitia!

19.4.2019

O sujeito achar que um diploma de filosofia pela USP faz dele um filósofo é uma idéia tão idiota quanto imaginar que um diploma de História da Pintura faz dele um pintor. Nem um único filósofo foi jamais formado pela USP ou por qualquer outra universidade brasileira e, pelo andar da carruagem, jamais o será.

Os generais que conheci no Exército Brasileiro eram TODOS puxa-sacos de estrelas esquerdistas. Todos, praticamente sem exceção.

O general Castelo Branco cumpriu à risca a promessa feita no seu discurso de posse: “A direita reacionária não dominará o Brasil”.

Confundir a cultura filosófica com o exercício da filosofia é como confundir a cultura musical com a música. É uma atitude tão idiota que basta, por si, para excluir o sujeito tanto da música quanto da cultura musical.
TODO o ensino de filosofia no Brasil é baseado nessa confusão digna de um orangotango. 
Entendem por que os verdadeiros filósofos — Mário Ferreira dos Santos, Vilem Flusser, Vicente Ferreira da Silva, eu — fomos sempre rejeitados no ambiente universitário brasileiro, enquanto nulidades como José Arthur Gianotti, Marilena Chaui e Renato Janine Ribeiro eram ali celebradas como grandes filósofos?

Raciocinando garrinchamente: Quem diz que direita e esquerda são coisas do passado deveria informar isso ao Foro de São Paulo.

Ninguém, no Brasil, teve mais cultura musical que o Otto Maria Carpeaux, o qual não compôs sequer um samba-de-breque (e não tocava nem apito).

O Carpeaux conhecia mais música do que o Villa-Lobos, e nunca se achou compositor por isso.

O ambiente universitário brasileiro é tão grosseiro e porco que o fundador da disciplina de Crítica de Arte no país, Romano Galeffi, foi, por uma questão burocrática, excluído da Associação Brasileira de Críticos de Arte.

O simples fato de professores universitários de filosofia se juntarem em dezenas ou centenas para me desmoralizar já os desmoraliza imediatamente.

Caio Blinder não sabe vestir cueca sem ajuda.

Quando no curso de Filosofia Política na Universidade Católica do Paraná eu disse que todo estudioso deveria ler no mínimo oitenta livros da sua especialidade por ano, os alunos quase choraram de terror.

O que o Otto Maria Carpeaux mais odiava no mundo era qualquer tipo de “música popular”. Evidentemente isso não incluía a música folclórica, só a comercial.

Desde a década de 90 jornalistas e professores universitários anunciam o meu fim próximo. Duas gerações deles já foram esquecidas.

Jamais pedirei a cabeça de algum jornalista que não tenha nenhuma.

No chamado “debate nacional”, a dimensão de verdade e falsidade não existe. Só o instinto grupal de ataque e defesa.

Todo tagarela que faz carreira como porta-voz de algum grupo acaba se persuadindo de que tem uma opinião pessoal.

Comércio com a China sem implicações político-militares é o mesmo que uma trepada sem implicações sexuais.

Qualquer esquerdista que chame o bolsonarismo de “pensamento único” tem a obrigação de nos mostrar ao menos UMA tese anticomunista aprovada nas universidades oficiais brasileiras no último meio século.

Acredito que toda universidade que proíba teses anticomunistas deve ser FECHADA.

Gente que choraminga e se faz de perseguidinha por causa de mensagens malcriadas na internet só merece desprezo. Assassinato de reputação, para valer, é na grande mídia. Mostrem-me um artigo no Globo ou na Foia dizendo coisas horríveis do Jean Uiui ou da Rachel Sheherazade, e começarei a me preocupar com o destino desses personagens.

Quando encontrar um general, pergunte a ele: Como é possível alguém ser ao mesmo tempo o protetor da democracia e o juiz neutro entre ela e o comunismo?

Obrigadão ao Jônatas Reis, que musicou com destreza o meu “Soneto de Natal”:

Cada vez que pretendem posar de cultas, a mídia mérdia e a classe acadêmica lulistocrata exibem ignorância e mesquinharia em doses quase inimagináveis.

Revistas como a IstoÉ fomentam o ódio a liberais e conservadores e, quando eles são ameaçados de morte, noticiam o fato com ares de superior neutralidade.

É o plano do Carlos Nadalim.

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Não gosto de que meus alunos ocupem cargos públicos, porque ali só sofrem boicotes de gente vagabunda e traiçoeira. Mas, quando têm uma oportunidade de trabalhar sem facadas nas costas, fazem tudo melhor do que quaisquer concorrentes presunçosos.

Na guerra cultural, a vitória depende de um só fator: a superioridade intelectual. Precisamente o que os olavettes tinham e os militares jamais tiveram. Nós, sem um único cargo de governo, sem dinheiro, sem qualquer apoio institucional, vencemos onde os militares, com todo o poder ditatorial na mão, perderam vergonhosamente. Eis por que eles nos odeiam e imaginam que estamos querendo tomar os seus cargos, dos quais nunca precisamos e que para eles são a maior riqueza da existência.