Vendas de livros de Olavo de Carvalho triplicam desde eleição

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Vendas de livros de Olavo de Carvalho triplicam desde eleição

JANUARY 19, 2019

Apesar de rejeitar o rótulo de “guru do bolsonarismo”, o filósofo Olavo de Carvalho aumentou em mais de três vezes a venda de seus livros durante e após a campanha eleitoral que elegeu Jair Bolsonaro presidente da República, em comparação com o mesmo período do ano anterior. De setembro a dezembro de 2018, foram vendidas 51,9 mil cópias das obras do escritor – em 2017, esse número tinha sido de 17,1 mil, de acordo com dados obtidos pelo Estado com a Nielsen Bookscan e o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL).

A partir do período das eleições, os livros de Carvalho geraram rendimento bruto de mais de R$ 3,2 milhões. O montante das vendas nestes quatro meses equivale ao dinheiro arrecadado nos 15 meses anteriores. O principal título que puxou esse aumento foi O mínimo que você precisa para não ser um idiota, que correspondeu a 42% das obras do filósofo adquiridas entre setembro e dezembro de 2018. Junto com a Bíblia e as memórias do estadista britânico Winston Churchill, o best-seller de Carvalho estava na mesa de Jair Bolsonaro em vídeos divulgados pelo então candidato aos seguidores na internet.

Influente, o filósofo radicado nos Estados Unidos emplacou dois ministros na administração federal: o chanceler Ernesto Araújo e o titular da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez. Ambos já ecoaram ideias popularizadas por Carvalho, especialmente o que chamam de “marxismo cultural” – a noção de que a esquerda teria um projeto de dominação para além do campo político, se estendendo para áreas da cultura, das artes, da mídia e das ciências.

O interesse por autores vistos como conservadores, porém, não é recente, segundo Sônia Jardim, presidente do Grupo Editorial Record – que publica as obras de Carvalho. “Percebemos que havia uma demanda por livros neste perfil antes mesmo da chegada do Olavo de Carvalho ao nosso time de autores”, disse Sônia, lembrando que o escritor já publicava artigos na imprensa.

Com o sucesso de Carvalho, outros autores da mesma linha de pensamento passaram a fazer parte do catálogo da editora e entraram nas listas de mais vendidos, como Bruno Garschagen e Flávio Gordon. Este último, segundo Sônia, superou a marca dos 25 mil exemplares vendidos com A corrupção da inteligência.

Nomes como Reinaldo Azevedo, Diogo Mainardi e Rodrigo Constantino também apresentam vendagem expressiva, de 50 mil a 80 mil exemplares. Os números, porém, são discretos se comparados aos de Carvalho, que desde 2013 vendeu cerca de 228 mil exemplares.

Para o doutor em Filosofia pela Universidade de São Paulo (USP) Eduardo Wolf, a razão do sucesso editorial dessa linha de pensamento vem do predomínio anterior da esquerda no mercado de livros de humanidades. Segundo ele, na década de 1990 era impossível comprar clássicos do conservadorismo em português.

Logo as editoras perceberam que havia público para esses livros e o nicho se ampliou com o “cansaço em torno do petismo”. E surgiu uma nova leva de autores, muitos vindos das redes sociais. “Depois de 2013, o Brasil entra uma espécie de dissolução do quadro anterior, o que impulsiona livros nessa pegada”, disse Wolf.

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19.1.2019

Pus em questão a sobrevivência da nação no contexto da voracidade imperialista chinesa, mas os deputadinhos mudaram o foco da discussão: a urgência máxima de suas vidas é fazer o presidente da República gostar mais deles do que de mim. Nossas escalas de prioridade são bem diferentes.

Para mim, a questão essencial é:
Entregar a um governo estrangeiro comunista a identidade facial de todos os brasileiros é a total abdicação da soberania nacional. Se queremos isso, deveríamos ter votado no Caggad. 
Por que os deputados não debatem isso em vez de colocar no centro da discussão as suas vaidades supostamente feridas?

https://s1n7ese.com/article/o-filosofo-e-os-deputados-ou-exercitando-o-senso-das-proporcoes/?fbclid=IwAR1hLaH59zq5D8TOz1MY5z7strUvKEepRzGRmlzNMcOl95kp087Nn76qHX4

Tento defender a soberania nacional e os deputados acham que meu objetivo é danar as suas reputações. Definitivamente, não estamos falando do mesmo assunto nem cultuando os mesmos valores.

Suas Incelenças querem mesmo chantagear o presidente da República, ameaçando retirar seu apoio parlamentar se ele não submeter o país ao poder do Partido Comunista Chinês?
Li isso num jornal e ainda tenho dificuldade em acreditar.

Se o sistema de reconhecimento facial fosse americano, a mídia, as universidades e o Beautiful people inteiro estariam gritando contra a “intervenção imperialista”.

Robert Garmong, autor muito recomendado pelo Winston Ling, diz que o regime chinês não é comunista, é fascista. Da minha parte, tenho afirmado que NO MUNDO não existe economia comunista, só fascista.

Se os deputados eleitos pelo partido do presidente colocam sua lealdade ao Partido Comunista Chinês acima da lealdade ao presidente, considerando aquela inegociável e esta negociável, o Brasil já acabou.

Será que o Winston Ling conhece mais o regime da China do que os exilados chineses que publicam o Epoch Times?

Sobre o regime chinês, não acredito numa só palavra vinda de quem ganha dinheiro com ele.

O destino político de Suas Incelenças não é da minha conta nem é o centro da questão.
O centro da questão é este: Devemos entregar ao Partido Comunista Chinês, dono da Huawei e tradicional assassino de cristãos, o cadastro de informações sobre todos os cidadãos brasileiros? Sim ou não?

Se meu objetivo fosse trazer dano a Suas Incelenças, eu teria enfatizado, em primeiro lugar, que só por receber presentinhos de um governo estrangeiro elas já perderam seus mandatos. Mas esse, evidentemente, não era o ponto sobre o qual chamei atenção em primeiro lugar.

O último liberal brasileiro que estudou o marxismo a sério foi o José Guilherme Merquior, e mesmo assim ele só se interessou pelos aspectos teóricos, jamais pela estratégia e tática. E ele está morto há vinte e sete anos.

As ameaças já começaram:

https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2019/01/19/china-so-investe-onde-e-bem-vinda-cuidado-brasil-diz-camara-de-comercio.htm?fbclid=IwAR0Eii_dDtl9M2DG-bi3-Xv5Rn255xWaxH6uBPXqD7sivEYpZ9sSTrrBJlI

A China não permite que UM ÚNICO brasileiro fale contra ela. Ameaça impor sanções econômicas caso alguém no Brasil critique o seu regime. É um imperialismo infinitamente mais prepotente do que qualquer outro que já existiu no mundo.

Bastou UM brasileiro protestar contra os negócios com a Huawei para que imediatamente a Câmara de Comércio Brasil-China viesse com a ameaça de sanções econômicas ao nosso país.
O Brasi JÁ ESTÁ sob o regime chinês de censura.

Meses antes da eleição do Bolsonaro eu já avisava que um presidente nacionalista e conservador estaria à mercê de forças internacionais incontroláveis e cercado de agentes locais a serviço delas. 
Eleger um presidente sem ter antes conquistado em favor dele a hegemonia cultural, avisei, é um risco quase suicida.

O Frota já mostrou que é mais leal aos chineses do que ao presidente cujo prestígio o elegeu. Não precisava ter tanta pressa de realizar o que eu previa desde 2018.

Essa é, realmente, uma briga superior às minhas forças. O Brasil JÁ ESTÁ sob o domínio chinês e não vejo o que eu possa fazer contra isso.

O Frota viu a sacanagem e tirou a conclusão lógica: Vou denunciar, aí eles me oferecem uma boquinha:

Retribuindo a gentil visita, estive ontem na casa do Steve Bannon em Washington D.C. e tive a oportunidade de explicar a ele e a um grupo de seus amigos os princípios elementares da minha filosofia, pelos quais a mídia fofoqueira não tem demonstrado o menor interesse.

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1872580302853159&set=a.605639712880564&type=3&xts%5B0%5D=68.ARC_M8uUdsvFukxL7TtUNVXjmFYnrCK0jY1sNEzAYKm-IDpe_m_tFWLvUvvx77yoXmh-jJXrGXz6Wpa5BIObQUNVPzWI97HIo97_ywWvQSGEPdke1L8uOL7OudxFszM85HZjzAOZizX9cT6UpN1ARlC8kx2TOJ7dbUVgnEgc2BBqw5M2Ak4TELrnIKmqvZw64r-6tY1tdjH3zZJjK5boXhmT1V74Gd7XvPg0vhH2c-lvarEQcut23yKxdsAG1f8J6Shcar81MowT4z0oEbbgr4gJMu6ccNMUzXAvS3Hf4L8odrbWxUKXzaRGjGZmP5QLGk0Ker0TKUZuBpdcUlVvX7Pkrg&tn=H-R

Agradeço aos detratores, que fizeram de mim o escritor mais lido do Brasil.

Agradeço o link à Paloma Riker:

https://www.youtube.com/watch?v=jQCuiES48kI&fbclid=IwAR3EBK4cl0W_VloS-MTEU3b_UrEFIGJ_e1SJkYir_2JvaHBvJP-rkmLzSBY&feature=youtu.be&app=desktop

Um deputado me chamou de bunda-murcha. Tem razão. Véia de 71 anos, ela é murcha mesmo. Já a dele é nova, gorduchinha e hospitaleira.

Da página de Cleide Fayad

https://www.theepochtimes.com/starvation-policy-prisoners-china_1521827.html?fbclid=IwAR1uFok44Cemh1JvNFM2_sX66OEChcll9bri1mzuC4ZpKktj8uEsYfkWXdE

É nóis na casa do Steve Bannon. Foto Josias Teófilo

“O problema de estar cem anos à frente é que você tem de esperar cem anos.”
(Antonio Carlos Harres, o Bola)

http://www.puggina.org/artigo/outrosAutores/figuras-de-linguagem/14489?fbclid=IwAR13mqdlu1oP_LAlhHvUlJkM8b9xShb5AeUEwIChSRQx2XehhlH9jkj8r_g

Nunca fui contra a China. Quem é contra a China é o governo chinês.

Recebi por e-mail:

Cassiano Pereira de Farias
08:14 (Há 13 horas)

para Olavo, eu, Olavo

Prezado Professor,

Sobre a comitiva dos políticos xing lings à China, lembrei-me duma coisa que já dizia Cícero: “acta enim illa res est animo virili, consilio puerili.” Traduzo bem livremente: “tratam destes negócios com bravura de homens e planejamento de crianças.”

Mas, por outro lado, também me lembrei dos seus ensinamentos sobre as camadas da personalidade. Porque as reações de alguns dos políticos xing lings às suas palavras soaram para mim como de alguém enfurnado na quarta camada reagindo às críticas duma pessoa que se encontra pelo menos (pelo menos!) na décima.

Entretanto digo essas coisas supondo a boa fé alheia, ainda que desastrada. Mas, considerando certos rumores, não sei se semelhante boa fé poderia se aplicar irrestritamente a todos os membros da comitiva. E conheço o suficiente do meu país para saber que é praxe o vício do lobby, mesmo às custas dos interesses nacionais mais importantes. O Brasil atualmente é como um alcoólatra que está lutando para largar o vício. Logo, todo pretexto é tentação para recaída.

Mais lamentáveis ainda são as insinuações nada veladas de chantagem contra o presidente e, por conseguinte, ao país. Isto é lá atitude decente de quem se diz patriota e bem intencionado? Que espécie de abuso é este? Por acaso estamos diante do triste fenômeno de inocência perversa?

O senhor nunca escondeu seus receios de ainda estarmos bastante despreparados intelectualmente para lidar com as graves questões que afligem o nosso país. Porém no COF o senhor já havia advertido sobre os perigos de sequer possuirmos uma formação humana adequada, uma personalidade bem acabada e pronta para a vida intelectual. Aparentemente, as conseqüências disto na ordem pública outra vez vieram à tona. Posso portanto usar o famoso bordão: Olavo tem razão.

Um forte abraço,

Cassiano

Oi, pessoal: Estou saindo da minha fanpage e voltando para o meu perfil pessoal. Quem quiser me ler deve ir para lá.

Hélio Angotti Neto

Hélio Angotti Neto está com Roxane Carvalho.

4 h · 

FILOSOFIA E POLÍTICA

A obra filosófica de Olavo de Carvalho alça vôos internacionais há mais de uma década. Suas análises políticas, profundamente enraizadas em conceitos filosóficos muito bem fundamentados, são capazes de prever eventos e explicá-los com vinte anos de antecedência.

Quem estuda a obra de Olavo de Carvalho também se encontra em círculos internacionais que estudam autores como Voegelin, Rosenstock-Huessy, Wolfgang Smith, Xavier Zubiri e muitos outros.

Olavo de Carvalho – gostem dele ou não – é e permanecerá como uma referência cultural histórica em nosso país e, muito provavelmente, no mundo. Sua obra escrita já conquistou o devido reconhecimento entre os grandes e já começa a ser publicada em outras línguas. Sua obra ainda não publicada soma o suficiente para dezenas de grossos volumes filosóficos, e está a caminho para o desespero dos medíocres e invejosos que amargam o próprio fracasso.

Pessoalmente, utilizei sua filosofia para aprimorar meus estudos de filosofia da medicina. Em breve, se tudo der certo, mostrarei alguns resultados na obra BIOÉTICA: VIDA, VALOR E VERDADE. O livro é uma breve estruturação de princípios ontológicos e epistemológicos para refletir sobre a ética na saúde e uma singela homenagem à obra filosófica de Olavo, que muito me ajuda a buscar coerência entre o que aprendo e o que sou.

Uma leitura fundamental para quem se interessa pela política é o debate entre Olavo de Carvalho e Alexandr Dugin: “Os EUA e a Nova Ordem Mundial”. O curso de Filosofia Política, disponível no Seminário de Filosofia, e suas apostilas também são leituras essenciais. E todas as análises e reflexões estão amparadas pelo arcabouço filosófico muito bem descrito por Ronald Robson, no artigo: https://www.recantodasletras.com.br/artigos-de-cul…/5037101…

18.1.2019

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https://pesadelochines.blogspot.com/2018/11/perseguicao-anticrista-em-nome-do-pacto.html

Visitante ilustre. Steve Bannon na minha casa ontem. Foto Josias Teófilo.

Saiu no Terça Livre:

As reações do Alexandre Frota e da Carla Zambelli à minha advertência sobre a China deixam a China de lado e desviam a discussão para os egos de ambos, sobre os quais não tenho opinião nenhuma nem pretendo ter.

Alain de Benoist escreve contra o Bolsonaro? Ótimo. O fundador da “nouvelle droite” não passa de um office-boy do Duguin.

Em 1914, três anos antes da tomada do poder na Rússia pelos comunistas — conta Alexander Soljenítsin no livro “Lenin in Zurich” –, Jacob Fürstenberg (também conhecido como Yakov Ganetzki e Yakov Hanecki), o respeitadíssimo conselheiro econômico de Lênin, ensinou ao patrão: “A melhor maneira de vencermos o capitalismo é nos tornarmos nós mesmos capitalistas.” E até hoje, no Ocidente, há milhões de jumentos lobotomizados que, quando vêem um partido comunista se meter em grandes atividades capitalistas, concluem que o comunismo acabou ou se tornou inofensivo.

Se existem no Brasil tantos gênios habilitados a “refutar o Olavo de Carvalho”, devem existir também, em muito maior quantidade, livros e cursos de filosofia melhores que os dele. Que bom, né?

https://mciradio.com.br/o-que-esta-por-tras-da-campanha-de-difamacao-contra-olavo-de-carvalho/?fbclid=IwAR2r5d9FWt9Xn2mlBX4uHy4h9DwqMbeThsAQdZ-W2-3ssCCFq4zcCphDoQg

Não acompanhei o caso do Murilo Rezende, mas, se é justo alguém perder um modesto emprego no Ministério da Educação por haver plagiado um artigo de revista (delito que até o Otto Maria Carpeaus chegou a cometer), muito mais justo seria a Marilena Chauí perder a sua cátedra universitária por haver plagiado um livro quase inteiro.

Se é para esculhambar de vez, por que não lançaram logo, para presidente do Brasil, o Renan Caralheiros?

Dica do João Ferreira:

Se ainda é preciso uma prova cabal e definitiva de que a mídia brasileira é dominada por uma tropa bem treinada e disciplinada de comunistas com fortes ligações internacionais, as matérias que se publicaram a meu respeito em vários jornais e revistas do Brasil e do exterior fornecem essa prova com uma abundância de detalhes suficiente para desfazer todas as dúvidas que ainda possam restar na mente dos mais céticos e recalcitrantes.
Simplesmente não é possível, sem acordo prévio, que tantos repórteres repitam os mesmos erros grosseiros e que todos esses erros, contrariando ostensivamente a lei das probabilidades, sempre distorçam a realidade CONTRA um determinado personagem, nunca a favor dele.

Não vejo outro mérito nos livros que escrevi sobre Aristóteles, Descartes e Maquiavel (bem como nas aulas sobre Kant, que nunca tive tempo de redigir) senão o fato de que aí tentei ir além da mera explicação escolar de textos (limite superior do ensino da filosofia nas universidades brasileiras) e entrei em cheio no exame pessoal dos problemas mesmos, prestando atenção às coisas que os filósofos viram em vez de me limitar às suas palavras.

É significativo, por exemplo, que TODOS os repórteres repitam uniformemente a balela de que só me tornei famoso graças ao youtube, quando muitos anos antes de abrir um canal no youtube eu já tinha, como comentarista de mídia e autor de livros, muito mais público do que cada um desses repórteres jamais teve ou terá.

Essa gritaria toda em torno do Queiroz me parece puro factóide, propaganda difamatória enganosa. A movimentação bancária do sujeito é de 50 mil reais por mês, e seus ganhos salariais são de 23 mil. Um vendedor de carros que não tenha depósitos mensais de pelo menos 27 mil está falido.

Não tenho capacidade para ser presidente, ministro, deputado, senador, governador ou prefeito. Só o que sei fazer é exatamente o que estou fazendo: observar, tentar entender e explicar o que entendi.

Já me acusaram de tanta coisa que já não sei mais se não comi a Dilma.

A China só se transmutou de nação falida em superpotência graças ao capital americano. E o quê os americanos exigiram dela em troca? Nada. 
Entendem agora a diferença entre o imperialismo ianque e o imperialismo comunista?

Por que o Flavio Bolsonaro deixou que esse caso do Queiroz, esse primor de inocuidade, parecesse manchar a sua reputação? É simples. Ele ainda acredita um pouco na mídia nacional. Leu a acusação e achou que naquela besteira podia haver um fundo de verdade. O certo é NUNCA aceitar a mídia nacional como fonte de informação. Nunca e a propósito de nada. Quando ela acerta, é por engano.

O establishment midiático e universitário é o maior inimigo da nação brasileira.

Façam as contas. 27 mil reais por mês são quantia anormal na conta de um vendedor de carros? Puta merda, até quando a malícia pueril será o supremo juiz da moralidade nacional? O caso do Queiroz é um factóide ridículo, forçado, artificioso, inventado só para queimar a reputação do Flávio Bolsonaro. Não merece dois minutos de atenção numa rádio do interior. O que merece atenção e merece ser denunciado, isto sim, é a operação midiática que o criou.

Quando o governo militar, aquela plêiade de gênios, impôs nas escolas a Educação Moral e Cívica, cada organização de esquerda ordenou que seus militantes entrassem nos concursos para provimento dessa cátedra. Tudo, nessa disciplina, virou propaganda comunista.
SEMPRE que o governo abre concurso para qualquer cargo que possa ser útil à estratégia comunista, aquelas organizações repetem o truque. Cargos de promotor público e de juiz não são exceções.

Da página da Bruna Luiza:
Então você quer ir à China?

Então você se elege deputado federal e resolve aceitar um convite para uma viagem à China, sem avisar seu partido ou consultar seus eleitores.

Você não vê mal em fomentar relações entre os países, e acredita que isso será positivo para o Brasil. Quando a viagem se torna pública, e as críticas aparecem, você não entende o motivo, e fica bravo com Olavo de Carvalho por criticá-lo. Como ele ousa, afinal? Ele não sabe nada de Brasil, nem de China, brada seu ego em auto-defesa, enquanto passa instruções aos assessores do conforto da cama do hotel 5 estrelas bancado pelo governo chinês.

Mas Olavo sabe, sim, do que está falando. Em 2018 ele já previa que você seria convidado para essa viagem, e o racha que isso causaria. Vejamos o que ele disse há mais de um mês (em 8 de dezembro de 2018):

“O que eu condeno é o sujeito subir rápido demais sem estar preparado. Então, prestem atenção ao tamanho do inimigo que você enfrenta, é um negócio de escala mundial.Eu estudo isso há cinquenta anos, vocês não têm idéia do que é um negócio chamado KGB, do que é o Serviço de Inteligência Chinês, vocês não têm idéia da magnitude dos intelectuais que dirigem isso.

Esse pessoal é capaz de fazer picadinho de qualquer partido conservador latino-americano em dez minutos.Eu vou lhe dizer algo simples, por exemplo: que recomeçaram as negociações com a China, negociações com bases mais equitativas, e quem vai conduzir é o presidente Bolsonaro e ninguém mais. O que a China faz?

Manda um convite para cada deputadinho: ‘venham aqui discutir um pacto comercial conosco’. Num instante, por uma porcaria de conjunto de passagens aéreas, dissolvem a unidade do movimento, isola cada um para conversar particularmente com a gente. E os idiotas caem nessa armadilha. Isso o que é? Falta de preparo, não estudaram o assunto tempo suficiente, alguns não estudaram nada”.

Como é possível que Olavo tenha previsto isso? Bem, não importa. O que importa é que agora você será deputado e precisa defender sua decisão. Então o que fazer? Já sei: vamos usar dados do comércio. Comércio é bom e todo mundo gosta. Foi pensando na economia brasileira que vim! Como sou articulado, hein? Vou dizer, irônico que sou, que “o mínimo que você precisa saber para não ser um idiota” é repetir uns números de balança comercial e pronto.

Mas, novamente, Olavo previu isso. Ele sabe o que está acontecendo, entende o cenário e as relações entre Brasil e China muito antes de você googlar os números de comércio bilateral. Pior. Esses dados já foram destroçados pelo professor e desmontados. Não existe balança comercial positiva quando o requerimento da relação de troca pede que o Brasil realize doações bilionárias a ditaduras. Vejamos o que Olavo previu e explicou em novembro de 2018:

“Ano passado o comércio com a China nos deu 20 milhões de superávit”, muito bem. A China só fez isso porque o governo Lula e Dilma e o Temer também estavam distribuindo dinheiro para os amigos deles, os amigos da China: Cuba, Angola, Venezuela, etc: 1 trilhão. Levamos 20 milhões e distribuímos 1 trilhão. Que beleza, né? Claro que se o governo parar de representar vantagem política para a China, acaba o comércio na mesma hora. Comércio com a China é escravidão. Isso é óbvio e todo mundo deveria saber disso. Vai perguntar para o Tibet se é bom conversar com a China. Agora, para os EUA, é bom, porque a riqueza da China é quase feita toda de dinheiro americano. Outra coisa, tem gente que chega a ser tão idiota que ultrapassa a medida do acreditável. Por exemplo, Mino Carta acha ruim comerciar com Estados Unidos e acha que deve comerciar com a China. Mas a China só quer saber de comerciar com os Estados Unidos, meu deus do céu. Por que os EUA é bom para a China e é ruim para nós? Essa coisa anti-americana pueril é coisa de estudantezinho comunista de 1950, naquele tempo havia um livrinho que os comunistas distribuíam, a Editora Brasiliense, que é comunista para caramba, chamado “um dia na vida do Brasilino” e tudo o que ele consumia era americano. Só que se você retirasse todos aqueles produtos, o Brasilino retornaria à Idade da Pedra. Tem essa mentalidade ainda. É encrenquismo. Agora encrenquismo com a China não tem, embora estejamos de fato entregando tudo para a China. Essa burrice já passou do limite no Brasil.”

Como é possível que Olavo tenha previsto tudo isto? É difícil entender, querido deputado?

Se escapa ao seu entendimento, e se você não sabe mais como responder, talvez fosse melhor para você, e melhor para o Brasil, pegar sua malinha e voltar para casa antes que as demais previsões dele se cumpram e o seu vexame piore.

Ps: eu conheço a China, eu moro no Brasil, eu tenho formação em relações internacionais e conheço todos os dados da balança comercial. Mantenho: Olavo tem razão.

O PROGRESSO DA IGNORÂNCIA – Olavo de Carvalho
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Estamos tão habituados a ouvir falar de “progresso do conhecimento”, que não nos damos conta de que essa expressão não é um conceito descritivo, a tradução verbal de uma realidade, e sim apenas uma figura de linguagem, uma metonímia, por trás da qual não há senão uma impressão confusa e até mesmo enganosa. “Conhecimento”, a rigor, só existe na mente de quem conhece, no instante e no grau em que conhece. Mas em que medida o homem que está desorientado no meio de uma massa de informações tem real “conhecimento” dela?
*

Eduardo de Alencar15 de janeiro às 18:50

Tem uma parcela da nova direita brasileira que se explica perfeitamente pelo binômio rivalidade mimética e ressentimento. Girard cabe como uma luva para o caso.

Geralmente, esse grupelho é formado de ex-alunos ou antigos admiradores do Olavo de Carvalho. Uma parcela deles foi rejeitada publicamente, com ou sem razão. Enquanto outra se afastou naturalmente, por discordâncias pontuais, conversão religiosa, adesão a outro grupo de referência etc.

Porém, o desejo mimético, isto é, a vontade de ter aquilo que quem você queria ser tem, nunca foi abandonado de todo. Uns queriam ter o domínio filosófico do velho. Outros, sua criatividade, sua fama, seu alunos ou suas vendas no mercado editorial.

Todos, em suma, queriam ser, de alguma forma, iguais a ele. Ou a uma versão melhorada dele. Tanto faz.

Agora, há também os que queriam ter o poder de influenciar os acontecimentos políticos e os rumos do governo, desejo sub-reptício de imensa parcela da classe falante, de direita ou de esquerda. Ou seja, a coisa aumentou exponencialmente.

Na fórmula girardiana, a rivalidade mimética desemboca na violência, quanto mais próximo o modelo está daquele que imita, na prática ou na cabeça do imitador. A ausência de títulos honoríficos, cargos em universidades e outros dispositivos que funcionam como reconhecimento e sedimentação de hierarquias, bem como freios para a disputa violenta, possivelmente intensifica ainda mais a coisa toda. Afinal, instituições também são freios para que a imitação não desemboque na loucura homicida.

Na medida que o filósofo atingiu uma fama que o distancia demais dessa turma, o ressentimento começa a se dirigir contra as pessoas que tem o seu aval ou reconhecimento. Mirar o Olavo não adianta, se o Olavo sequer se digna a responder, ou quando já se foi miseravelmente humilhado por ele no passado. Então, transformam-se em alvos o Filipe Martins, o Josias Teófilo, o Flávio Morgenstern, o Mauro Ventura, o Bernardo Kuster ou qualquer outro dos “golden boys”, estejam ou não no governo.

Antigamente, essas querelas ficavam restritas às redes sociais e páginas de internet. Agora, que o filósofo ganhou importância política, essa turma tem recebido espaço em grandes meios de comunicação, que tentam, de todo jeito, abrir brechas naquilo que identificam como uma maçaroca informe – Olavo de Carvalho, Bolsonaro, Trump, os neopentecostais, os militares, Sergio Moro e o raio que o parta.

É fácil ver como a coisa é motivada pelo ressentimento se se considera a incoerência e inconsistência das seguidas tentativas de classificação, de emplacar adjetivos e de fazer analogias ruins. Compara-se Olavo, seus alunos e/ou o novo governo com o jacobinismo, o integralismo, as loucuras de terroristas presos e outras sandices.

Obviamente, as tentativas não tem a menor conexão entre si. É só desespero para criar rótulo, para coisificar. São as mil e uma formas que o ressentimento encontra de tentar assassinar o modelo.

A coisa toda é ao mesmo tempo degradante e antropologicamente interessante de acompanhar. Espero que não haja algum pecado nessa curiosidade pela miséria existencial de gente aparentemente tão inteligente e estudada. De todo modo, basta só dizer uma coisa: os registros estão sendo feitos e essa história será contada um dia.

O “progresso do conhecimento” implica necessariamente o concomitante aumento da ignorância. E, quando a ignorância e o conhecimento se mesclam de maneira inseparável, é a ignorância que predomina, pois é ela que determina a forma do conjunto. Não é preciso dizer que, levada ao seu extremo, a impossibilidade de discernir conhecimento e ignorância põe em risco não somente a segurança da civilização, mas a própria integridade da
inteligência humana.

Pus em questão a sobrevivência da nação no contexto da voracidade imperialista chinesa, mas os deputadinhos mudaram o foco da discussão: a urgência máxima de suas vidas é fazer o presidente da República gostar mais deles do que de mim. Nossas escalas de prioridade são bem diferentes.

Vida decente

Com a expressão “vida decente”, o burguês e o socialista designam uma certa quantidade de confortos. É a concepção indecente da decência. Minha avó Alma Elisa Schneider nunca desfrutou de conforto nenhum e foi a pessoa mais decente que conheci.

Eduardo Levy

Eduardo Levy

7 h · 

“E é! E é!” — Olavo de Carvalho, reafirmando alguma de suas teses aparentemente malucas, no que se tornou um bordão satírico da comunidade masturbatória “Olavo de Carvalho nos odeia”, do Orkut.

“Agradeço à (sic) Deus…” — Primeira frase, e das melhores, de tese de doutorado revisada pelo autor e aprovada suma cum laude et bolsa do CNPq

“Meus alunos de redação escrevem muito melhor que meus colegas de faculdade.” — O autor, respondendo a um desavisado que lhe pedira opinião sobre o curso de Letras.

“Você só está preparado para ser um filósofo quando aguenta ter razão sozinho, sem poder comunicar o que sabe a ninguém.” — Olavo de Carvalho, Curso Online de Filosofia (citação de memória)

“Peço de vocês o seguinte: Deixem de lado o meu modo de falar e considerem esta coisa mesma e apliquem suas mentes a ela: Se as coisas que eu digo são ou não justas.” Apologia de Sócrates, 18a

Já que são tempos sombrios estes em que vivemos, e como já passa da meia-noite, hora que, segundo Machado de Assis, apavora, dirijo-me a um terreno baldio, em companhia somente de uma cabra vadia a devorar o cenário, e quebro meu longo silêncio autoimposto para lhes contar uma que eu não diria ao padre, ao psicanalista nem ao fantasma do Nelson Rodrigues, depois de morto.

Leio tudo o que Olavo de Carvalho escreve desde 2004 e ouço tudo o que diz desde 2009. Nesta época, ele já realizara proezas como narrar a história política futura do Brasil com uma década de antecedência (v. “A nova era e a revolução cultural”, 1993); dizer a um incrédulo Pedro Bial (1996), que a esquerda brasileira pretendia retomar aqui o que fora perdido na União Soviética (v. Youtube e o documentário “O Jardim das Aflições”) e prever (1994) que o Islã tomaria a Europa desde dentro (v. “O Jardim das Aflições”, o livro). Assim mesmo, à razão de uma vez por mês, o homem soltava, quase que por compulsão, algo que faria o D. Sebastião de Fernando Pessoa corar. Como o resto era muito bom, eu fingia que não ouvia, como quem releva despautério de criança, e continuava lendo os livros e ouvindo as aulas.

Calhava, invariavelmente, que uns dois anos depois — mas às vezes uns dez — vinha da realidade a prova de que a afirmação alucinada estava certa. É que parecera lunática apenas porque Olavo via mais, melhor e mais longe não só do que eu, mas do que todos aqueles cujos olhos eu buscava quando os meus falhavam. Ríamos dele como liliputianos que só enxergam o edifício em frente riem de Gulliver por ver a cidade inteira. De modo que aprendi (mas não muito bem…) a esperar em silêncio reverente e surpreso quando vinham aquelas afirmações insanas.

Assim, quando eu me entusiasmava com Ted Cruz e considerava (eu e a audiência do Super Bowl), que a candidatura de Donald Trump era uma piada que nem o próprio levava a sério, vi, pálido de espanto como numa crônica rodrigueana, Olavo afirmar que Trump era o único candidato republicano com chances de vencer e, aliás, o melhor também. Quando eu me contentava que a grande excitação direitista desse num Doria qualquer, ereção que de muito reprimida se torna meia-bomba e não leva ao orgasmo, lá vinha aquele maldito maluco afirmar — estamos em 2015 — que um tal de Bolsonaro, que e eu e as pesquisas eleitorais mal conhecíamos, era não apenas o melhor candidato, mas o único candidato viável.

Eis o que eu queria dizer: Não pode haver diversão maior do que ver todo jornalistinha de política metido a besta, orgulhoso de um diploma que não seria capaz de obter quando os diplomas valiam algo, obrigado a acompanhar e relatar as publicações do Olavo no Facebook, comentá-las com desdém infinito e receber em resposta uma cacetada da qual, ainda que sua carreira possa se recuperar, seu ego jamais poderá. Esses pobres-diabos, que tratam o homem mais lúcido vivo (observem que eu não disse “do Brasil”) como um guru patético, um ideólogo de meia-tigela, um lunático engraçadinho, mero bobo da corte a quem toleramos porque nos faz rir e até diz umas verdades de vez em quando, não fazem a menor ideia de no quê estão se metendo. Se por nenhuma outra razão, a eleição de Bolsonaro terá valido a pena por esta. Ou, em outras palavras, e para não fugir ao mestre: Vai todo o mundo tomar no cu.

P.S.: Não me lembrei disto enquanto escrevia, mas vá a correção em edição: Nada pode ser mais simbólico do que o fato de que no mesmo dia em que meia dúzia de jornalistas e políticos que ninguém sabe quem é proclamava a irrelevância do Olavo este se encontrava com Steve Bannon. E, notem, não foi o Olavo que foi ao Bannon, mas o Bannon que foi ao Olavo, indicação clara da hierarquia de importância entre os dois (e ninguém duvide de que o Bannon, bom americano que é, tinha plena ciência dessa indicação ao ir à casa do Olavo).