18.11.2017

 

O drama americano. Onde não existe a instituição da confissão privada a um sacerdote, a conduta moral de cada indivíduo está permanentemente sob a fiscalização e o julgamento de toda a sociedade; e, como quem personifica o poder julgador da sociedade são os tribunais, as celebridades e a mídia, está aí pronto o cenário para o sequestro de todas as consciências pela chantagem politicamente correta.

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Onde os americanos crêem abrigar-se sob a proteção de Deus, é ali mesmo que eles estão mais vulneráveis a toda sorte de ataques maliciosos.

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A Igreja sempre compreendeu que era impossível esperar dos governantes e dos poderosos uma conduta irrepreensível, exceto mediante a assistência especial do Espírito Santo e uma complexa aprendizagem moral.
Os americanos, ao contrário, esperam que essa conduta seja a norma usual e corriqueira — expectativa irrealista que os torna cegos para o mal até o momento em que este se tornou tão endêmico que já é impossível controlá-lo.

Israel Azevedo Professor, isso estaria se referindo aos Santos monarcas como Santa Isabel da Hungria e a de Portugal, São Luís, São Canuto e assim por diante. Ou pessoas em posições de grande poder no Estado como São Thomas Moore e outros?

Olavo de Carvalho Sim. O poder e a riqueza levam aos extremos do bem ou do mal.

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Luís XIV tinha 28 amantes. O bom abade Bossuet passava-lhe um pito por dia, sabendo que não ia adiantar nada e que nem por isso o rei safado deixava de ser o maior protetor da Cristandade.

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Se um texto impresso pudesse, por si, ser o único portador do Espírito Santo, o Verbo não se teria feito carne e habitado entre nós. Bastaria uma reedição caprichadinha.

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Se uma pessoa humana não pode ser a presença viva de Jesus, como poderia sê-lo um papel impresso?

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Segundo o humorista Burt Prelutzki, todas as divergências entre judeus e cristãos podem ser resolvidas da maneira mais simples. É só esperar o Messias e perguntar a Ele:
“Você é o mesmo que já esteve aqui ou é um outro?”

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Dormindo no colinho (foto Leilah Carvalho):

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Tudo aquilo que, na minha boca, parece loucura num primeiro momento, acaba, mais cedo ou mais tarde, se impondo como obviedade e senso comum — no caso, duas teses que enunciei em março de 2015:
1 – O problema não é este ou aquele partido, mas a classe política como um todo.
2 – Não adianta esperar nada de ninguém. Só a iniciativa popular pode mudar o sistema.
(Agradeço o link ao Stanley Oliveira.)

https://www.oantagonista.com/brasil/momento-antagonista-terror-politico-e-desobediencia-civil/

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Esse rapaz tem o mérito de haver resumido todo o espírito da coisa: a única inspiração da arte brasileira no momento é a ânsia irrefreável de dar o cu.

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A popularidade do Bolsonaro explica-se por este fator muito simples: tanto por suas idéias como pela sua personalidade, ele não representa a oposição a um partido, mas a todo o “establishment” (mídia inclusa).

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Hoje, sábado, 18 de novembro, NÃO HAVERÁ AULA DO COF.
Desculpem, mas é o penúltimo fim de semana no qual poderemos trabalhar no acabamento do escritório para podermos usá-lo no próximo curso presencial.
By the way, é aniversário do meu irmão Luiz Paulo, ao qual envio um abração saudoso.

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O amor começa com momentos de paixão e culmina num estado de ternura permanente.

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Seu ideal

”Se você sabe quem você quer ser, você sabe se você está se aproximando ou se afastando desse ideal. Por vezes as forças que te afastam do teu ideal moral são tão tremendas que você precisará de vários anos para encontrar uma brecha pela qual você retomará o caminho. Mas para algumas pessoas tudo é tão fácil… É tão fácil ser lindo, ser maravilhoso, ser moral, ser perfeito, ter um pensamento independente… São pessoas que vivem numa espécie de jardim de infância moral.

Não adianta falar de sinceridade para quem não sabe o que é ser sincero. Tem gente que acha que ser sincero é dizer o que você pensa. Mas dizer o que você pensa é simplesmente desempenhar um papel que num determinado momento você se atribui no teu teatro mental. Isso não é sinceridade. Sinceridade é você confrontar os teus vários pensamentos e emoções diferentes, toda a tua tensão interior, e arbitrar tudo isso. Por isso o grande psiquiatra Lipot Szondi chamava o homem de ‘homo pontifex’, o construtor de pontes. Todos nós temos um leque inteiro de impulsos contraditórios que devemos arbitrar, combinar, harmonizar etc. Essa é a prática de tornar-se gente.”

Os Frutos do COF

Obras relevantes de alunos e admiradores de Olavo de Carvalho

Atualizado em 19 de novembro de 2017
Compilado por Gustavo B. N. da Gamafacebook.com/gustgama ou  gustavobndg@gmail.com

    1. Luiz Gonzaga, Talles de Carvalho etc. – estudos da antigüidade, Instituto Cultural Lux et Sapientia
    2. Carlos Nadalim – alfabetização, literatura infantil, ginástica, psicologia infantil, Como Educar Seus Filhos
    3. Pe. Paulo Ricardo, Fábio Salgado de Carvalho, Rafael Brodbeck – catolicismo, Salvem a Liturgia!
    4. Ives Gandra Martins – Direito
    5. Francisco Marques, Estêvão Marques – diversão e literatura infantil, Palavra Cantada
    6. Francisco Escorsim, Melquisedec Ferreira, Ana Caroline Campagnolo – educação do imaginário
    7. Robson Poreli, Felipe Scagliusi, Dante Mantovani – música, Seminário de Música, Curso de Piano Online
    8. Ítalo Marsili – psiquiatria, Afetividade Infantil e Harmonia Familiar
    9. Rodrigo Gurgel, Érico Nogueira, Yuri Vieira, Lorena Miranda, Marcio Antonio Campos etc. – literatura, análise literária
    10. Rafael Falcón, William Bottazzini – latim, literatura clássica, literatura infantil, Curso de Latim Online
    11. Arno Alcântara – livros indicados por Olavo de Carvalho, Gigantes Recomendam
    12. João Spacca, Emerson Oliveira etc. – desenhos, cartuns, Arte Piedosa, Afonsinho
    13. Camila & Gustavo Abadie, Mônica Camatti etc. – ensino doméstico/homeschooling, rotina doméstica tradicional, Encontrando Alegria
    14. Sidney Silveira, Álvaro Mendes, Sérgio Pachá etc. – ativismo católico, editora Centro Dom Bosco
    15. Clístenes Hafner, Matheus da Costa etc. – educação clássica, Schola Classica, Instituto Hugo de São Vítor
    16. Pe. Luís Filidis, Fábio Leite – cristianismo ortodoxo

 

  • Tiago Amorim, Luciane Amato – psicologia de Léopold Szondi e Viktor Frankl, Centro de Estudos Landmark

 

  1. Fábio Blanco – psicologia, fortalecimento da volição/“força de vontade”, Núcleo de Ensino e Cultura
  2. Roberto Mallet – voz, oratória, teatro, Encontre Sua Própria Voz
  3. Thomas Giuliano – história do Brasil, educação sócio-construtivista, Desconstruindo Paulo Freire
  4. Mauro “Abranches” Kraenski – história do comunismo no Brasil, STB no Brasil
  5. Adolfo Sachsida, Helio Beltrão, Leandro Roque, Rodrigo Constantino etc. – Escola Austríaca de Economia, Institutos Liberais estaduais, Instituto Mises Brasil, Instituto Millenium, Ordem Livre
  6. Josias Teófilo, Matheus Bazzo, Daniel Aragão, etc. – documentários (O Jardim das Aflições, Iconostasis, Milagre)
  7. Rafael Nogueira, Rafaella Gappo – história do Brasil, documentário Bonifácio, série Brasil Paralelo
  8. Ícaro de Carvalho – publicidade, redes sociais, documentário O Código da Riqueza
  9. Danilo Gentili (SBT), Márvio Lúcio “Carioca” (Band), Marcelo Madureira (Globo), Carlos Vereza (Globo) – humor, televisão, comédia stand up, teatro, documentário O Limite do Humor
  10. Flávio Quintela, Bene Barbosa – desarmamento, violência no Brasil, documentários Desarmados e Silenciados
  11. Nando Moura, Leonardo “Conde Loppeux” Oliveira, Fabio “Click Time”, Maro Schweder, Arthur “Mamaefalei” etc. – YouTube, blogs
  12. Bia Kicis, Carla Zambelli, Kim Kataguiri, Steh Papaiano, Felipe Diehl, Caio Bellote, Bruno Engler – organização de movimentos ou eventos, Direita São Paulo, Direita Minas
  13. Hugo Silver, Israel Pestana – Tradutores de Direita
  14. Flávio Morgenstern, Filipe G. Martins, Flávio Gordon, Alexandre Borges, Joice Hasselmann, Alexandre Garcia (Globo), Augusto Nunes (Veja) – análise política, Senso Incomum, Implicante, VejaJoice, Diário do Poder
  15. Guilherme Macalossi, José Linhares, Cristian Derosa, Alex Pereira – rádio, Rádio VOX
  16. Felipe Moura Brasil, Paulo Briguet, Percival Puggina, Paulo Eduardo Martins, Rachel Sheherazade – jornalismo
  17. Allan dos Santos, Ítalo Lorenzon, Fernanda Salles etc. – Canal Terça Livre, Terça Livre Cursos
  18. Silvio Grimaldo – editora Vide Editorial
  19. Janilson Carvalho, Michael Amorim, Taiguara Fernandes, Sávio Mota, Danilo Hage, Flavio Bacha, Ruan Moraes, João Pedro Muffato, Renato Galdino, Gilberto Bergamin Neto etc. – grupos em Universidades Federais
  20. Graça Salgueiro – Foro de São Paulo
  21. Márcio Umbraglia – Programa judicial de re-socialização de condenados Reeducação do Imaginário
  22. Fernando Ulrich – bitcoin, criptomoedas
  23. Stella Caymmi, Marie Asmar – compilação de escritos do Olavo de Carvalho
  24. Ricardo da Costa – história medieval (professor na UFES)
  25. Rodrigo Jungmann – filosofia (professor na UFPE)
  26. Ricardo Augusto Felício – climatologia, hoax “aquecimento global” (professor na USP)
  27. Vitor Geraldi Haase – neurologia (professor na UFMG)
  28. Ana Paula Henkel – esporte
  29. Senador Magno Malta, deputados Victório Galli, Marco Feliciano, Marcel van Hattem, Rogério Peninha, família Bolsonaro, vereadores Fernando Holiday, Carlos Jordy etc. – política, Partido Novo
  30. Dom Bertrand – monarquia, Casa Imperial Brasileira
  31. Miguel Reale († 14/4/2006) – Direito
  32. Jorge Amado († 6/8/2001) – literatura
  33. Bruno Tolentino († 27/6/2007) – poesia, análise literária
  34. José Monir Nasser ( 16/3/2013) – Escola Austríaca de Economia, análise literária
  35. José Osvaldo de Meira Penna († 29/7/2017) – liberalismo econômico, sociologia e psicologia do brasileiro

https://drive.google.com/file/d/1fdWBt1YrqW-hWf4rENzTNSRf6QJixtub/view

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17.11.2017

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Como costumava dizer o Bruno Tolentino, o Caetano Veludoso é o principal culpado pela disseminação da doença que está destruindo o Brasil: a redução do intelecto ao intelecoteco.

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Joice Hasselmann, Felipe Moura Brasil e Augusto Nunes não negam fogo:

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O que se chama de “intelectualidade esquerdista” no Brasil é um grupo de pessoas que se associam por interesses sexuais, autopromocionais, mafiosos e financeiros — nada que tenha a mais remota conexão com a vida intelectual.

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Mais de trinta anos atrás, um cientista indiano que conheci em São Paulo fez este diagnóstico certeiro:
— O mal do Brasil é o pseudo-intelectual.

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Não tenho a ambição de acabar com a roubalheira, com o carreirismo nem com a putaria. Só dediquei a minha vida a tentar impedir que essas coisas interferissem na vida intelectual.

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Tudo o que o ser humano faz vem do que ele pensa. É inútil tentar sanear os costumes, seja na sociedade, seja na política, antes de higienizar a vida intelectual.

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O caso da viagem do Bolsonaro aos EUA, “orquestrada pelo Olavo de Carvalho”, ilustra o hábito do Caetano Veludoso de dar opiniões peremptórias sobre coisas das quais ele não sabe NADA.

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O uso da palavra “orquestrada” sugere um grupo político tramando manipulações sinistras por baixo do pano — essa gente não consegue mesmo imaginar que alguém tenha um modo de ação diferente daquele com que está acostumada. Nunca, nunca, nunca na minha vida decidi ou fiz qualquer coisa “em grupo”. Não preciso disso e não gosto disso. Sou um escritor e conferencista, só atuo pela minha palavra escrita e falada, a qual vem da minha cabeça sem consultas a quem quer que seja. Vão fofocar na puta que os pariu.

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Vocês notaram que, nas cenas sobre a discussão do impeachment no Parlamento, o ÚNICO cartaz que aparece no filme do Josias Teófilo é contra o Eduardo Cunha? Só um psicótico ou um mentiroso compulsivo pode achar que o filme é propaganda do impeachment.

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Não há política mais abjeta do que aquela que apela aos desejos sexuais do seu eleitorado. Isso define praticamente toda a política de esquerda no Brasil de hoje.

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TODA súbita paixão erótica juvenil vem acompanhada de medo — é o temor da rejeição, ampliado pela expectativa imaginária da humilhação e do ridículo.
Isso é assim desde que o mundo é mundo. A repressão moralista não tem NADA a ver com o caso. Não adianta lançar nela a culpa de uma experiência emocional que existe com ela ou sem ela.

E não vejo por que as coisas deveriam se passar de maneira diferente no caso de uma paixão homossexual. O medo é inerente à paixão. Ponto final.

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Não descobri isso ontem. Na adolescência, eu era diretor social do grêmio da minha escola, e sentia, com razão, estar fazendo um trabalho humanitário com os bailinhos que organizava, facilitando a aproximação entre os apaixonados de ambos os sexos e atenuando as angústias dos sonhos de amor solitários.

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Mais tarde, já no jornalismo profissional, eu me preocupava com as levas de trabalhadores que vinham de outros Estados e ficavam perdidos e solitários na cidade grande, nutrindo sonhos de amor impossíveis. Quis até escrever um livro sobre isso, mas não tive tempo.

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A Roxane diz que eu sou um casamenteiro. É verdade.

Roxane Carvalho É incontável o número de casais olatetes que já vi ao longo de décadas de convivência.

Lorena Miranda Cutlak Pergunta que não quer calar: até hoje ninguém batizou nenhum bebê Olavinho na olavosfera?

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Diego Albuquerque Esse é o Olavo de Albuquerque, professor. Fez 6 meses e tá cheio de saúde. A minha filha Sofia estava na barriga da Fernanda Froment Fernandes quando fomos aí visitá-lo em outubro de 2014.

Mateus Felipe Eu achava a idéia de casamento um horror. Até que ano passado passei uma semana na casa do Pedro e da Tiffany e me deparei com um casamento feliz. Outra coisa que me marcou muito foi ver que duas pessoas com vários anos de casamento – Olavo e a Roxane – eram felizes e viviam ainda em clima de romance. Não deu outra: estou casado kkkkkkkk

Amanda Kelly Isso daqui é CULPA SUA:

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Gabriela Barcelos Domingues Conheci o Aristóteles Domingues através do senhor. Hoje estamos casados e com uma bebê 

João Pedro A. Vaz É sim, professor, eu e minha esposa nos conhecemos por meio de amigos do COF, e só temos a agradecer ao senhor.

 

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Pessoalmente, não sofri muito com o temor da rejeição, porque a garota dos meus sonhos tomou a iniciativa de me agarrar embaixo da escada, mas mesmo assim o medo não me abandonou por um só instante. Aquilo estava bom demais para durar e eu temia que alguma merda inesperada viesse acabar com a nossa alegria, como de fato acabou acontecendo.

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Professor Olavo de Carvalho;

O PCO está insistindo na pantomima amalucada contra a exibição do Jardim das Aflições. Agora estão distribuindo esses panfletos em Teresina, no Piauí.

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Link enviado pelo Fernando Moulin:

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A Taís Araújo diz que a cor do filho dela faz as pessoas mudarem de calçada. Num país com 50 por cento de negros e mulatos, há portanto uma calçada para eles e outra para os brancos. Alguém já fotografou esse fenômeno extraordinário?

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Anos atrás eu tinha uma namoradinha que era um doce de coco, mas primeiro ela me levou ao show da Mercedes Sosa e depois ao do Milton Nascimento. Quando ameaçou me levar ao do Caetano Veludoso, o namoro acabou.

Roxane Carvalho O pior de tudo é que já fui em show dos três, mas ao menos não tive o mau gosto de convidá-lo. Só você pra me tirar da lama.

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Entre os anos 50 e 60, um estranho fenômeno se apossou da música popular brasileira. Cansada de passar humilhação ante o coro inumerável de vozes maravilhosas da canção americana — Elvis Presley, Shirley Bassey, Tony Bennett, Frank Sinatra, Dean Martin e não sei mais quantos –, a turma do nosso show business teve a reação inevitável dos complexados em desespero: proclamou logo a superioridade do inferior e decretou que ninguém teria chance na indústria de discos se não tivesse aquela voz de galinha cansada que até hoje atormenta os nossos ouvidos com a sonoridade patética dos seus últimos estertores.

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O COF é um dos raros cursos de filosofia, no Brasil, em que não há aulas de cu.

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Menino subversivo. É nóis no Pará.

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Preferência pessoal. Os melhores cantores populares do Brasil foram Orlando Silva e Chico Alves. Cantoras, Elizete Cardoso e Nana Caymmi (é ainda). Compositores, Ary Barroso e Dorival Caymmi.
Nunca mais houve ninguém desse porte. O Tom Jobim poderia ser, mas fez muita música de elevador.

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Para combater o comunismo, você não precisa de nenhuma proposta alternativa. Na hora de tirar uma piroca do seu cu, você não pergunta o que vai colocar no lugar dela.

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Acompanhem a página do Daniel Fernandes. Tem muita informação essencial sobre a história cultural e política do Brasil.

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Daniel Fernandes atualizou o status dele.

Depois de dois anos fuçando jornais velhos, descobri que, no Brasil, dos anos 20 até o início da década de 60:

(1) A classe letrada lia Chesterton, Mauriac, Bernanos, Julien Green, Paul Claudel, Bloy, Rilke, Pirandello, Paul Valery, Camus, Berdiaev, René Guenón, Dostoievski, Racine, Somerset Maugham, André Gide, Gabriel Marcel, Louis Lavelle, René Le Senne, Reginald Garrigou Lagrange, Fulton Sheen, Huizinga, Ortega, Jacob Burckhardt, Julien Benda, Jean Cocteau, Thomas Mann, Miguel Torga, Proust, T.S.Eliot, Maeterlinck, Juan Ramón Jiménez, Benedetto Croce, Whitehead, Charles Morgan e Grahan Greene;

(2) No mesmo jornal, era possível encontrar “feras” como Ascendino Leite, Augusto Frederico Schmidt, Brito Broca, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Cyro do Anjos, Clarice Lispector, Gilberto Freyre, José Lins do Rego, Jorge de Lima, José Geraldo Vieira, Josué Montello, Otto Maria Carpeaux, Paulo Ronái e Vicente Ferreira da Silva;

(3) No “A Manhã”, você encontrava: Adonias Filho, Alcântara Silveira, Alceu Amoroso Lima, Alphonsus Guimarães, Aníbal Machado, Ascendino Leite, Augusto Frederico Schmidt, Augusto Meyer, Breno Accioly, Berdiaev (russo), Cassiano Ricardo, Cecília Meireles, Cyro dos Anjos, Clarice Lispector, Mário Quintana, Ledo Ivo, José Geraldo Vieira, Jorge de Lima, Guerreiro Ramos, Lúcio Cardoso, Manuel Bandeira, Marques Rebelo, Octávio de Faria, Murilo Mendes, Otto Maria Carpeaux, Rosário Fusco, Tasso da Silveira e Vicente Ferreira da Silva;

(4) No “Tribuna da Imprensa”, você lia Carlos Lacerda, Gustavo Corção, François Mauriac, Fulton Sheen, João Camilo de Oliveira Torres, Gladstone Chaves de Melo, Octávio Tarquínio de Sousa, Alfredo Lage, Alceu Amoroso Lima, Ștefan Baciu, Raymond Aaron e Daniel Rops;

(5) No “Suplemento Literário do Estado de São Paulo”, Villén Flusser, João Gaspar Simões (que era português), Antônio Carlos Villaça e Ruy Afonso da Costa Nunes;

(6) No “Correio da Manhã”, o encontro era com Walter Lippman, Gilberto Freyre, Raquel de Queiroz, Sérgio Buarque de Holanda, Sérgio Milliet, Câmara Cascudo, Francisco de Assis Barbosa, Álvaro Lins, André Malraux, Genolino Amado, Augusto Frederico Schmidt e Peregrino Júnior;

(7) Havia uma intelectualidade vibrante em torno do Centro Dom Vital, criado pelo Jackson de Figueiredo. Figuras como Alceu, Alfredo Lage, Oscar Mendes, Hamilton Nogueira, Jonathas Serrano, Perilo Gomes, Maurílio Penido e Leonel Franca;

(8) A intelectualidade católica se destacava nas Letras: Alceu Amoroso Lima, Álvaro Lins, Otto Maria Carpeaux, Alcântara Machado, Jorge de Lima, Paulo Setúbal, Tasso da Silveira, Augusto Frederico Schmidt, Cornélio Pena, Lúcio Cardoso, Gustavo Corção, Cassiano Ricardo, Plínio Salgado, José Américo de Almeida, José Lins do Rêgo, Andrade Muricy, Murilo Mendes, Octávio de Faria, José Geraldo Vieira, Alphonsus de Guimarães Filho, Peregrino Júnior, Carlos Lacerda, Carolina Nabuco, Adalgisa Nery, Lúcia Benedetti, Henriqueta Lisboa, Roberto Alvim Correia, Antônio Calado, Mário de Andrade, Adonias Filho, Osman Lins, Gladstone Chaves de Mello, Ariano Suassuna e Nelson Rodrigues. Na teologia e na filosofia: padre Leonel Franca, Alexandre Correia, padre Teixeira Leite Penido, frei Boaventura, padre Ávila. Na história e no jornalismo: Felício dos Santos, Perilo Gomes, Oliveira Viana, Hamilton Nogueira, João Camilo de Oliveira Torres, Pedro Calmon, Hélio Viana, Edgard da Mata Machado, Fernando Carneiro, Heráclito Sobral Pinto, Hildebrando Accioly, Affonso Pena Júnior, Alfredo Valadão, Hélio Tornaghi, Francisco Mangabeira, Celestino Basílio, Altino Arantes.

Depois, um imenso asteróide vermelho atingiu o Brasil. O asteróide contaminou o país, levando os sobreviventes a um estado de embrutecimento, loucura e alienação.

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Boa leitura:

http://www.crisismagazine.com/2017/sexual-revolution-turns-ugly

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Eu NÃO SEI a resposta:

http://www.wnd.com/2017/11/christians-asking-is-the-pope-still-catholic/

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Não sei se o juiz Roy Moore deu ou não umas encoxadas trinta anos atrás. Mas estou impressionado com a pressa do establishment republicano em jogá-lo debaixo do ônibus. Quando a acusadora é uma feminista enragée, o ônus da prova é cem por cento do acusado.
No caso do juiz a coisa fica mais feia ainda porque a ÚNICA prova que se apresentou contra ele foi a assinatura numa declaração de amor feita a uma menor de idade — e, quando testes revelaram a possibilidade de uma falsificação, a própria advogada Gloria Allred (com um longo histórico de falsas acusações contra homens) se recusou a desmentir ou confirmar.

http://www.thegatewaypundit.com/2017/11/breaking-wolf-blitzer-repeatedly-asks-gloria-allred-yearbook-signature-forgery-allred-refuses-answer-video/

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Contribuição da Auridélia Moura de Arruda. “Jardim das Aflições” no auditório da UFPI. Foto Leonardo Neiva.

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Josias Teófilo Quero saber qual outro filme brasileiro causou tantas exibições espontâneas em universidades, e tão lotadas

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Daniel Fernandes tem documentado abundantemente a destruição da alta cultura no Brasil — fenômeno que por si justificaria a revolta geral contra o establishment universitário e a mídia.

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Se as campanhas de assassinato de reputação aumentam o meu prestígio em vez de diminui-lo, é por um motivo muito simples: elas me atacam num campo de atuação que é só o delas mesmas, não o meu. Eu simplesmente não estou ali onde buscam me acertar.

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A única lição que aprendi dos livros do Carlos Castañeda foi esta conversa dele com o Don Juan:
— Está certo, você tem todos esses superpoderes, mas, se um sujeito com um fuzil carregado estivesse de tocaia na esquina para pegar você, como é que você escaparia dessa?
— É simples: eu não iria lá.

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Que resta, hoje, da promessa iluminista de que a ciência iria libertar a humanidade da tirania ?
Agradeço o link ao Paulo Ricardo.
https://www.facebook.com/enio.fontenelle/videos/10214745573931328/

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Há dois tipos de estudantes nas universidades brasileiras: os que desejam a proteção de um grupo e os que desejam aprender para tornar-se intelectuais de verdade. Os primeiros vão aos shows do Caetano Veludoso, os segundos vão ver “O Jardim das Aflições”.

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A maior alegria da minha vida foi ter servido de ponte entre um Brasil que não existe mais e um Brasil que pode vir a existir.

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A associação iluminista entre ciência e democracia foi a maior fraude intelectual de todos os tempos. Ciência custa MUITO dinheiro. Ela só pode servir aos ricos e ao governo.

Paulo Figueiredo Filho Pergunta legítima e curiosa: não é um pouco estranho escrever isso de um computador, internet, para leitores e alunos do mundo inteiro, etc etc… Todas as invenções que te liberaram de ser um empregado da grande mídia? Eu sei que se não fosse a ciência e tecnologia eu teria que estar lendo a F. de S. Paulo e tendo aula com algum professor imbecil…
Olavo de Carvalho Nós apenas tiramos uma lasquinha insignificante desses recursos. No conjunto, são meios de controle.

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Eu não trocaria as minhas execráveis performances de barítono de banheiro pela coleção inteira dos discos do Caetano Veludoso.

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Nunca fui apreciador de bossa nova, mas não posso sonegar admiração a duas cantoras que a representam: Dóris Monteiro e Kay Lira, a primeira pela naturalidade da elocução, a segunda pela doçura e limpidez da voz.

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Também não sei classificar as canções do Oscar Castro Neves, que são lindas, especialmente na interpretação da Alaíde Costa, que tive a grande emoção de conhecer num vôo da Varig.

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As únicas mensagens que os ditos artistas plásticos do Brasil têm a transmitir à humanidade são:
1 – Coisas esquisitas me deixam de pau duro.
2 – Morte aos cristãos porque eles atrapalham as minhas punhetas.

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Sou contra pedir o fechamento de exposições ou a proibição de espetáculos. Deixem que os bostinhas se exibam, e depois metam-lhes um processo-crime.

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Há mais coisas entre o céu e a terra do que imagina o nosso vão desejo de opinar. Vejam só: a mais eloquente apologia da autoridade papal que já se escreveu no mundo foi obra de um maçom: Joseph de Maistre, “Du Pape”.

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Atualmente o único cantor brasileiro que me parece indispensável é o Paulo Szot. Não tem para mais ninguém.

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Quem mais canta assim nesta porra de país?

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Maldita calma, maldito aplomb. Desde criança tenho este problema: quando digo que estou fodido e mal pago, ninguém acredita.

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Alguém aí conhece algum curso de chilique?

19.11.2017

 

“Como é possível pensar a partir do cu ou pelo cu?” — a questão fundamental do pensamento brasileiro no momento.
(E sou eu quem tem obsessão de cu, não é, Flavia Putavares?)
P. S. Um dos autores do livro, Sejo Carrascoza, é um autodidata — quer dizer, não fez curso universitário de cu.

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Neguim passa cinco anos na universidade para aprender a dar o cu com ética.

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TODO BRASILEIRO tem de assistir a este vídeo:

https://www.facebook.com/MansaoDiegoAlcantara/videos/858367334177340/

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Algo me diz que hoje em dia os cus são mais vorazes do que as picas.

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Agradeço ao Rafael Kenji Mekaro a notícia de que o meu texto abaixo reproduzido caiu no vestibular da UNESP. O acontecimento é oportuno, porque estes parágrafos descrevem EXATAMENTE a deformação redutivista praticada sobre a minha imagem de escritor pela horda de fanáticos estúpidos e brutais que há décadas dominam a grande mídia, o show business e o sistema de ensino neste país.
Quer o cidadão goste ou não goste dos meus escritos, uma coisa que ninguém pode negar é que eles estão entre as produções mais individualizadas e singulares já vistas na literatura nacional. Também nenhum leitor que os conheça pode negar que, abarcando assuntos que vão da epistemologia à filosofia da religião, passando pela psicologia, pela filosofia da cultura e pela reinterpretação de filosofias clássicas como as de Aristóteles, Descartes e Kant, a política do dia não entra neles — como eu mesmo já enfatizei mil vezes — senão como ilustração ocasional de princípios e métodos que expus em textos de ordem mais teórica; ilustração que, separada desses princípios e métodos, só pode ser compreendida de maneira rasa e caricaturante.
Em vista disso, tipinhos risíveis como Flávia Putavares, Caetano Veludoso e outros pseudo-intelectuais de miolo mole, como os chamaria o falecido José Guilherme Merquior, não conseguem ver em mim senão a imagem estereotipada de uma tal “direita” na qual não me diferencio em nada de qualquer vereador emebelista ou daqueles mesmos chatólicos e evanjumentos que vivem me xingando de tudo quanto é nome.
Exemplo mais claro de negação fanática da individualidade não poderia haver. Atitude tanto mais repugnante porque vem daqueles mesmos que vivem atribuindo à tal “direita” e “negação do outro” — a qual NINGUÉM neste país personifica mais que eles.

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Versão corrigida da carta em que meu amigo John Haskins responde ao evanjumento dos evanjumentos:

What drives Julio Severo to this rabid vengeance?
by John Haskins:
It’s been proven in detail how Julio Severo has lied multiple times to slander Olavo de Carvalho, who had done much to help him. Yet, ignoring all the proofs, Severo has neither recanted nor removed from circulation on various sites the falsehoods he’s been spreading.
In fact, ignoring the proof to the contrary, Severus has again asserted, for example, that Olavo practices astrology, though Olavo infuriated the astrologers by showing decades ago that the practice of astrology is fraud.
It is extremely unlikely that Severus, foaming at the mouth, even read any of the writings by Olavo from decades ago, when Olavo did not even see himself [as] a Christian in any orthodox sense. Nor would Severo comprehend them if he attempted to read the.writings on the basis of which he spreads his scattershot accusations
Worse, Severus is blatantly guilty of some of the very things of which I have [he has] falsely and ineptly accused Olavo. I’ve pointed to the heretical (and in some sense gnostic) and occult-magical nature of Severo’s book of pseudo-Pentecostal incantations.
I’ve pointed out that Severus openly admires and imitates pseudo-Protestant cult leaders like Joyce Meyer who has been exposed for years to [as] propagating popularized doctrines of [from] Hinduism and [various] cults. How ironic that Severus boasts of “exposing” Rev. Moon, whose cult has done infinitely less damage to Christianity than the pseudo-Protestant cult of religious narcissism so dearly loved and practiced by Severus.
Severo’s defense against this embarrassing revelation is that he was once associated with Dr. Walter Martin, an author on cults. Would Severus accept such an absurd defense from a Moonie? On his logic a corrupt policeman must be found innocent once he protests: “I can not be a criminal. It’s impossible I’m the police! ”
Severus has been proved to be a serial, liar, slanderer and a heretic. And to these virtues must be added hypocrisy.
Since the one-man Severo Inquisition claims competence to excommunicate, what about those whom Severo now flatters, like Matt Barber and many others who were silent about or covered up the radical homosexualist and abortionist schemes of Mitt Romney and the lies of his Mormon and ” Christian “allies – some even quietly accepting money from them?
Severo has known for years that self-styled “Christian conservative” leaders, toward whom Severus is embarrassingly sycophantic, has committed the above outrages. Why did he not immediately feel the burning indignation and use his private inquisitionist operation to expose those hypocrites and mercenaries, whose betrayals send countless babies to Planned Parenthood, and deliver many children to adoption by homosexuals. Nearly a decade has passed and Severus continues to flatter many false Christians who’ve permanently harmed America and the world.
It comes down to Severus’s motives, which mock his pretense of principled “Christian” activism.
For some years Olavo helped Severe by directing his huge audience to send him money, and by publishing his writing at Olavo’s popular website.
[If, as Severo absurdly claims] Olavo believes homosexuality is acceptable, why did Olavo publish so many of Severo’s articles, which are mostly “exposés” of the homosexual movement?
This false accusation reminds me of the Pharises accusing Jesus of casting out demons by the power of Beelzebub. Jesus answered: “A house divided against itself can not stand.” Is Olavo [so] mentally retarded that on a major issue he published views contrary to his own? Or is Severus a manipulator and liar, like the homosexual activists and the Pharisees?
Severo benefited from Olavo’s media and his personal kindness for years. Now Severus wants people to excommunicate Olavo, supposedly on grounds of principle. He began to attack Olavo only after he became offended at him. “Hell has no fury like a woman scorned,” Shakespeare wrote. And this touches upon the awkward but obvious spectacle of Severus’s effeminacy, styled after the false perception of Christ as androgynous. But perhaps one should leave that can of worms for another day.
But this, among other things, remains: why did Severo associate with Olavo and his work while conferred upon him benFefits to his prestige and his purse? Because I know Julio Severo personally only too well, I know the answer: Julio is one of many self-promoting religious narcissists of the type who traffic in pseudo-Pentecostal magical occultism and effeminate pseudo-spirituality. And for having warned others, I will now bear his indignation again. “Hell hath no fury like …”
So, now we have a full inventory: multiple instances of lying, slander, anti-Christ heresies and gross hypocrisy, all compounded by failure to recant. Correct, Julio?
[And we still have not mentioned Severo’s diabolical attempt to exploit the problems of Olavo’s daughter for the Severo Inquisition — a daughter tragically separated by divorce from her father many years ago.
And this too Severo did in the cowardly and hypocritical style typical of an effeminate: pretending that he disapproved of the rumors — even as he took satisfaction in spreading them for his own advantage.]
John Haskins
Senior Fellow for the Public Understanding of Law, Propaganda and Cultural Revolution
The Inter-American Institute

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Beleza!

Da página O Jardim das Aflições:

Esquerdista chegou na exibição do Jardim em Campina Grande e resolveu fazer uma pergunta. Foi ouvido em toda sua longa fala e o Mateus Mota Lima lhe deu uma resposta impecável.

UFCG LIVRE adicionou um novo vídeo: DEBATE NA UFCG.Curtir Página

Um pedaço do que aconteceu ontem na exibição do filme O Jardim das Aflições na UFCG.

Integrante do Coletivo Antonio Gramsci e militante do PT fez perguntas

 

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Até hoje, não conheci UM SÓ esquerdista que, contestado por uma lógica arrasadora, não se sentisse FISICAMENTE AGREDIDO.
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Gente fina:
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Existe alguém, entre os luminares da esquerda nacional, especialmente na mídia, que esteja capacitado para discutir a teoria dos quatro discursos, o círculo de latência, a perspectiva rotatória, a psicologia espiritual, a fenomenologia do milagre, a teoria do império, a minha interpretação das filosofias de Maquiavel, René Descartes e Kant ou o método filosófico tal como o resumi em “A Filosofia e Seu Inverso”, enfim, algo daquilo que se pode chamar de “filosofia do Olavo de Carvalho”? A resposta é um decidido NÃO.
Dá até pena imaginar algum Caetano Veloso ou qualquer outro daqueles que se reunem no apartamento da Paula Lavigne para decidir o destino do país lidando com esses assuntos que ultrapassam INFINITAMENTE o seu entendimento, o seu horizonte de consciência e até a sua capacidade de leitura.
Diante dessa rematada impossibilidade, tratam de me reduzir às dimensões daquilo que compreendem, isto é, à imagem estereotipada de uma “direita” na qual se fundem, num miraculoso amálgama, o Olavo de Carvalho, o Michel Temer, o Eduardo Cunha, o Danilo Gentili, o João Dória, o Jair Bolsonaro, o MBL, os skinheads, o governo americano, o grande capital global, os católicos pré-conciliares e o pastor Silas Malafaia.
Entre a humildade de aprender e a arrogância do absurdo, escolheram decididamente este último.
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Da página do Taiguara Fernandes de Sousa:

Um momento curioso que presenciei durante o filme: como eles fazem tudo para provocar, um dos maluquinhos da esquerda foi vestido com uma camisa do Satanás — um Belzebu na frente e, atrás, um pentagrama com um “666” — acompanhado da namoradinha roqueira de cabelo azul.

Na cena do filme em que Olavo de Carvalho reza o Pai-Nosso com a família, ele abaixou a cabeça e saiu do auditório às pressas, puxando a menina. Só voltou depois, quando o tal Coletivo pretendia fazer o seu espetáculo.

O diabinho não deve ter aguentado.

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Uma das teses principais da minha filosofia é que a vocação filosófica se realiza menos na busca das grandes verdades gerais do que na compreensão da experiência real ao nosso alcance, onde aques verdades aparecem como que em filigrana, mais insinuadas do que proclamadas.
Tudo o que escrevi sobre a política ou sobre a sociedade brasileira são apenas exercícios destinados a ilustrar essa tese.

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Aquele rapaz do PT em Campina Grande disse mesmo — ou foi impressão minha — que não precisava ver o filme do Josias Teófilo porque já conhecia perfeitamente o meu pensamento e os meus métodos pela leitura do Facebook?
A vida não imita a arte: imita as piadas.

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Da página da Claudia Wild :

É evidente que a canalhice do senhor Caetano Emanuel Viana Teles Veloso terá consequências gravíssimas para todos nós, caso sua pretensão prospere no aparelhado e progressista judiciário brasileiro. É evidente que razão nenhuma lhe assiste. É evidente que o senhor Teles Veloso é um homem rancoroso, decadente e voluntarioso. Que ao invés de reconhecer sua pusilanimidade diante da situação – em que manteve ele, homem de quarenta anos, conjunção carnal com uma menina de treze – prefere usar do seu prestígio, sua posição artístico-social e sobretudo seu DINHEIRO para tentar calar os que falam o português correto e ainda não foram afetados pelo vírus do relativismo moral e legal.

O que este homem fez é crime, inclusive com jurisprudência firmada dizendo que o autor de tamanha aberração moral e social comete ilícito penal independentemente do consentimento da menor de idade. Não podemos aceitar a mudança na interpretação legal só porque o mimado artista, acostumado aos louros da fama por seu pseudo-intelecto – mantidos graças a ignorância do povo brasileiro – não aceita ser chamado pelo que é. Ainda que ele se julgue um intocável “monstro sagrado do tropicalismo”, ele não passa de uma besta quadrada do tropi-ilusiocionismo: medíocre, torpe, vaidoso e muito arrogante.

Daí a enorme importância desta querela. Hoje é o Flávio, amanhã poderá ser qualquer um de nós. Querem nos calar e continuar impondo esta mentalidade autoritária e atrasada, que é o socialismo e seus postulados. Dar nomes aos bois e aos feitos das ‘vacas sagradas’ em terras brasileiras é fundamental, disto dependerá nossa liberdade de expressão e sucesso na nossa árdua jornada – aquela que pretende limpar o Brasil da gosma infecto-purulenta que o senhor Teles Veloso usa como escudo para desvencilhar-se das consequências de sua execrável conduta.

Ainda que o brejeiro baiano não queira, o que ele fez tem nome e é chamado de CRIME.

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Nunca pretendi dar lições de moral a ninguém, exceto no que diz respeito aos deveres da vida intelectual, precisamente aquele campo onde a conduta pública de certos uns é de fazer o Marquês de Sade parecer um exemplo de vida impoluta.

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