O objeto da religião cristã

O objeto da religião cristã não são verdades gerais teoréticas, mas fatos concretos da ordem real, dos quais alguns já sucederam no tempo histórico desde o nascimento de Nosso Senhor até hoje, outros abrangem e transcendem o suceder temporal e outos destinam-se a suceder num futuro anunciado pela profecia. Dito de outro modo, não se trata de verdades formais, e sim materiais. Esta distinção deve ser enfatizada sobretudo no que diz respeito às verdades atemporais, extratemporais ou supratemporais, que tão frequentemente (por efeito da confusão entre a ordem do ser e a ordem do conhecer) se deixam tomar como verdades puramente formais a exemplo das verdades lógicas e matemáticas. É que estas refletem apenas a estrutura da possibilidade e são indiferentes ao suceder (ou não-suceder) real, ao passo que as verdades atemporais da religião não são desse tipo, não são meras relações entre conjuntos de possibilidades e sim FATOS QUE ACONTECEM O TEMPO TODO, sem descontinuidade, transcendendo o suceder temporal não porque lhe sejam indiferentes (como 2 + 2 = 4) e sim porque são constantes e continuados como a existência mesma.

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Eduardo Vieira

Olavo de Carvalho foi o homem que combateu a ignorância e a ojeriza ao intelecto que sempre foram características do brasileiro.

Sua obra filosófica é fantástica e sua obra como professor é algo de espantoso. Afetou positivamente a vida de milhares de pessoas, estimulando a busca pela erudição e o respeito à devoção católica.

Ainda hoje ele segue, já idoso, trabalhando muito e sempre contribuindo e enriquecendo a cultura brasileira. Reconhecido internacionalmente, foi perseguido no Brasil e ainda o é. Seguramente a figura mais atacada do país, tem detratores profissionais financiados pela esquerda que vê nele uma grande força opositora.

Nestes dias o professor Olavo vem sendo duramente atacado por uma de suas filhas, que mente fragorosamente, já tendo sido desmentida pelos irmãos e demais parentes e testemunhas. Mas os detratores do professor Olavo se aproveitam dessas mentiras e propagam a calúnia e a difamação. Não deve ser fácil.

Eu sequer me classifico como aluno do COF, tendo me inscrito há poucos meses mas reconheço o valor da obra desse grande homem. Removerei do meu Face todos os detratores do professor Olavo. Não estou falando de críticos, me refiro à quem se dedica a atacá-lo e a propagar injúrias e calúnias.

Que vão chafurdar na lama do ressentimento sozinhos.

18.6.2018

O tom sentencioso, moralizante, é quase semore ridículo, mas, quando usado a torto e a direito e ainda reforçado por uma pletora de maiúsculas enfáticas, é prova cabal de incultura provinciana.

Não adianta nada apelar à autoridade dos maiores escritores perante uma platéia que não leu nenhm e, se lesse, não os compreenderia. É para isso que servem os diplomas e cargos, tão prezados no Brasil: eles dão à platéia ignorante o reconforto de poder apoiar-se na autoridade intelectual de autores que ela não precisa ler nem muito menos compreender.

Da página da Léa Nilse Mesquita :

“Sempre que vejo as novas tretas e adesões à trupe antiolaviana, lembro-me deste magistral soneto de OLAVO BILAC:

Ainda viveis, espíritos obscenos, 
Como nos dias do Brasil inculto,
Na inteligência anãos, como no vulto;
Como no corpo, no moral pequenos.
Espremeis a impotência do ódio estulto
Em pérfidos esguichos de venenos..
Tendes baixeza em tudo: nem, ao menos,
Força na inveja e elevação no insulto!
Répteis humanos, no coleio dobre
De rastos babujais templos e lares;
Contra os bons, contra os fortes de alma nobre,
Línguas e dentes dardejais nos ares:
Mas só podeis ferir, na raiva pobre,
Em vez dos corações, os calcanhares.”

(O texto acima é um comentário de Luís Fernando Pinheiro a uma publicação de Rubens Enderle)

Tendo 423 mil seguidores nesta página, já me habituei a ser considerado responsável pelo que quer que algum deles escreva ou diga, Só não entendo que as mesmas pessoas que assim me julgam afirmem, em seguida, que não sou Deus, quando elas mesmas estão fornecendo a prova cabal de que O sou.

Alguém escreveu que o aluno do COF tem a obrigação de defender o professor “em qualquer encrenca em que ele se meta”, e aquela vagabunda da Priscila Garcia insinua que imponho isso aos alunos como obrigação estatutária, quando obviamente é uma vaga obrigação moral relativa e informal, exposta com hiperbolismo ridículo por alguém que nem conheço. A malícia venenosa dessa dona faz com que qualquer prostituta de rua lhe seja infinitamente superior em moralidade,

Quem, senão uma alma pervertida, um poço de larvas e lesmas, teria a idéia de inibir preventivamente, pela chantagem, qualquer iniciativa de defender uma vítima de difamação e calúnia? Com certeza os fungos vaginais da véia dos gatos subiram para o cérebro.

Um parente meu que trabalhou longos anos na Funai me disse que, na opinião geral dos índios do Xingu, as pessoas bonitas são boas e as feias são más. Nesse sentido sou incorrigivelmente índio, pois sempre tive um preconceito a favor das mocinhas bonitas e um horror instintivo das mocréias. Nas primeiras tendo a ver toda sorte de boas qualidades até que elas me dêem provas cabais de ser umas filhas da puta, ao passo que das segundas desconfio “a priori”, por instinto e sem provas nenhumas. Mas talvez essa atitude não seja de origem indígena e tenha surgido, antes, da experiência infantil, da comparação entre a minha bela e gentil mãezinha e as mães dos meus amigos, umas barangas que viviam batendo neles sem nenhuma razão plausível e só para mostrar que eram as donas do pedaço. Hoje em dia, na velhice, confirmo que a dose de beldades nas hostes olavianas é a mesma da de mocréias nas tropas inimigas, e me vejo obrigado a ponderar que os índios talvez tivessem razão, tanto quanto o feliz pirralho que teve a sorte de nascer filho da Dona Nice.

*

Este sabia juntar melodia e letra. E esta dona — puta merda! — sabia cantar:

Esta idéia não me sai da cabeça. A música popular brasileira está repleta de lindas melodias com letras horríveis. Se eu tivesse dinheiro, montaria uma comissão de poetas de primeira ordem para corrigir tudo, a começar pela letra do Hino Nacional.

 

17.6.2018

O Asnex Pererê, para mostrar o quanto é generoso, se gaba de ter feito a transcrição de UMA aula do COF (a Jussara Reis e a Mariana Belmonte fizeram umas trezentas) e de ter pagado uma corrida de Uber para a minha mãe, da Avenida Paulista até a Aclimação. Não é mesmo uma alma santa?

Pode haver alguma dúvida quanto ao caráter de uma pessoa que aceita dinheiro para acusar o próprio pai de crimes que ele não cometeu? Depois que alguém desceu a esse ponto, não ha limites para as abjeções que pode vir a cometer.

Um dos ardis mais característicos do difamador psicopata é agir de maneira tão obscena, tão criminosa, tão chocante, que a platéia fique com medo de reconhecer o horror do que está vendo, e prefira, em vez disso, apegar-se à mentirinha tola de que as coisas, no fundo (um fundo inalcançável), talvez não sejam tão ruins quanto parecem.

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A veia dos gatos anuncia tremendas medidas judiciais e, anulando-as ainda mais enfaticamente do que na vez anterior, jura que sou psicótico há muitas décadas.
Ela está confusa por medo ou sempre foi assim?

By the way, a informadíssima diz que fui internado em pleno surto psicótico. É falso. Mais um crime que essa véia assanhada comete contra mim.

A sra. Heloisa de Carvalho Martins Arriba diz que a acusei de HOMICÍDIO. Analfabetismo funcional ou exagero histérico proposital?

Toda embromacão verbal acaba denunciando o seu próprio autor. A dona já esqueceu — ou aposta que o público esqueceu — que ela propria confessou ter recebido dinheiro para inventar aquela história de que o pai fizera ameaças a mão armada aos filhos pequenos.

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Contra o réu confesso, nada é preciso provar.

O Asnex Pererê começou a achar que sou devedor dele no dia em que, sem a minha autorizacão, contratou um trio elétrico com a esperança de fazer de mim um orador de palanque, e desprezei solenemente a oferta que me envergonharia perante mim mesmo.

Veadascos e Heloisa investigam cada detalhe inócuo da minha vida para lhe dar sempre ares de coisa suspeita e dar a entender que lhes devo explicações como se fossem o tribunal supremo da moralidade universal.

Lições merecidas:

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Pau a pau? Eu tenho um, velho e gasto, mas real. Somando todos os haters é que não se obtém nem um décimo de pau.

Pau a pau, que eu saiba, é a tal da dupla penetração.

*

A VINGANÇA DO CARAIO
Olavo de Carvalho
17 de junho de 2018
Hoje vou tentar explicar a todos os leitores honestos o que há de mais perverso, sinistro e criminoso nessa trama toda. Certamente não é o único aspecto que merece esses qualificativos, mas é o que os merece da maneira mais enfática.
Todos sabem que pertenci à tariqa (organização esotérica islâmica) de Frithjof Schuon (Sheikh Issa Nureddin), sediada em Lausanne, Suíça, e depois em Bloomington, Indiana.
Ao contrário de todas as demais tariqas do mundo, que seguem estritamente a ortodoxia islâmica, essa era uma organização MULTICONFESSIONAL, que aceitava fiéis de todas as religiões historicamente autênticas. Tanto que o “segundo no comando”, o homem que articulou o contato com o sheikh para o meu ingresso na tariqa, e em cuja casa me hospedei a caminho de Bloomington, nunca foi muçulmano. Era o dr. Rama P. Coomaraswamy, teólogo católico, professor de História Eclesiástica no Seminário Sto. Tomás de Aquino (lefebvriano) e filho do maior expositor das doutrinas hindus no Ocidente, Ananda K. Coomaraswamy. Quem, por sua vez, me recomendou ao dr. Coomaraswamy foi o escritor e musicista grego, budista, Marco Pallis.
Baseando-se nos ensinamentos de René Guénon e do próprio Schuon, que rejeitavam categoricamente toda noção de “conversão” quando aplicada ao domínio esotérico, a tariqa logo entrou em conflito com as demais organizações similares, que exigiam dos seus noviços a conversão preliminar ao exoterismo (culto popular) islâmico. Aproximadamente dez anos DEPOIS da minha saída da tariqa, Frithof Schuon cedeu à pressão das demais tariqas e passou a aceitar somente membros convertidos ao Islam.
Na época em que ingressei (1986), estava ainda em pleno vigor a regra multiconfessional, na qual, desde que sob a direção de um mestre qualificado, o noviço podia praticar ritos esotéricos de outras religiões que não a sua, mais ou menos no sentido em que o monge católico Thomas Merton havia praticado o budismo e o Pe. Raimundo Panikkar o hinduísmo.
Problemas de “conversão”, portanto, são totalmente alheios à minha história e jamais entrariam em discussão se não fosse dois motivos: (1) os meus detratores viram nisso uma oportunidade de me indispor com o público católico por meio de uma narrativa confusionista que me apresentava como agente islâmico (mas também, vejam só, maçônico e sionista) infiltrado na Igreja; (2) também viram na exploração desse aspecto um meio de me trazer um DANO IMENSAMENTE MAIOR,que passo a explicar.
No Islam não existe propriamente a “conversão” a uma “fé”. Esses são conceitos cristãos que só se aplicam ao Islam com bárbara imprecisão. O que existe é a ADESÃO A UMA COMUNIDADE JURÍDICA, por meio de uma DECLARAÇÃO PÚBLICA que vale independentemente de qualquer “fé” ou “sinceridade” interior. Sendo assim, a posterior abjuração — caso aconteça — não é uma “apostasia” no sentido cristão (o abandono de uma crença interior), mas um ato de ALTA TRAIÇÃO, que é qualificado pela legislação penal e deve ser punido com a morte.
Tão logo confirmado por uma autoridade islâmica que o sr. Fulano ou Beltrano, após ter aderido ao Islam, o abandonou, não só os tribunais islâmicos mas todos os cidadãos muçulmanos do mundo têm NÃO SÓ O DIREITO, MAS O DEVER DE MATÁ-LO se tiverem os meios de fazer isso.
É bem conhecido o caso do escritor indiano Salman Rushdie, que por abjurar explicitamente o Islam no seu livro “Versos Satânicos”, foi condenado à morte por um juiz iraniano e vive até hoje escondido em algum lugar do Reino Unido, sob a proteção da polícia britânica, porque sabe que, aonde quer que vá, haverá sempre muçulmanos autorizados (e aliás obrigados) a matá-lo.
Isso quer dizer, clara e inequivocamente, que, se os meus detratores conseguirem persuadir o público de que me converti ao Islam e depois o abandonei, estarei automaticamente condenado à morte e em permanente risco de ver a sentença cumprida por qualquer muçulmano que eu cruze no caminho.
Não poderia haver mais clara nem mais ostensiva indução ao homicídio. Seria, para todas as organizações de esquerda que desmoralizei e para todas as de direita que temem a minha concorrência, a perfeita “solução final do problema Olavo de Carvalho”.
Eis por que nesse empreendimento se irmanam reacionários confessos, como Caio Rossi, a comunopetistas devotos como a Sra. Heloisa Martin Arribas.
Porém há um detalhe que acrescenta, à perversidade cruel, um traço de malícia diabólica praticamente impossível de ocultar uma vez identificado.
É que o sr. Caio Rossi, o popular Caraio Rossi, “ghost writer” da sra. Martin Arribas e canal de contato entre ela e seus cúmplices sediados em Portugal (e aliás, reconheço, o único da trupe que sabe escrever), foi ele próprio membro de uma tariqa, que depois abandonou para filiar-se ao catolicismo.
Com uma diferença: todos os praticantes do esoterismo islâmico sabem que a tariqa do Sheikh Issa Nureddin era multiconfessional, e que aqueles que passaram por ela e depois tomaram outro rumo na vida – como eu e aliás o prof. Wolfgang Smith – nem se converteram a coisa nenhuma nem portanto cometeram traição contra ela. Mas o sr. Rossi foi membro de uma tariqa ORTOXAMENTE ISLÂMICA, na qual não poderia entrar sem conversão e da qual não poderia sair sem traição. Como de fato entrou e saiu.
Duvido que alguém, no mundo islâmco, que é a quarta parte da espécie humana, esteja muito interessado em investigar e punir um zé-mané do Terceira Mundo, mas, com certeza, a improbabilidade do castigo não deve ter apaziguado em nada os temores do sr. Rossi, que antes era assanhadíssimo para opinar e aparecer, mas depois desse episódio se recolheu a uma existência discretíssima, apagada ou até secreta, parando de brindar a humanidade com as suas lindas opiniões e aceitando as tarefas mais que modestas de assessor de difamadores e “ghost-writer” de uma ilustre desconhecida.
Até entendo o raciocínio dele. Como foi através dos meus escritos e aulas que ele tomou conhecimento das obras de Guénon e Schuon que o levaram a converter-se ao Islam (sem me consultar, é claro), ele provavelmente me considera culpado pelo risco ao menos potencial a que está exposto e, portanto, pelo fim de uma carreira literária que ele esperava mais brilhante, decerto, do que a minha.
Não vejo que outra coisa ele deve ter pensado: “Eu morro – ou pelo menos passo por todo esse medão –, mas levo o OIavo de Carvalho junto”.

http://www.olavodecarvalho.org/a-vinganca-do-caraio/

*

A Roxane está exultante: A atendente do hospital a chamava de “Baby Girl”.

A Roxane já está aqui. Liberada pelo hospital, pegou o carro no estacionamento e veio para casa sem nem me avisar.

*

COMO A ENCRENCA COMEÇOU:

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Ninguém escreve com tantos clichês quanto os anti-olavettes — Priscila Garcia, Julio Soumzero, Tércio Gonçalves Pereira, Spaccatatu, Veadascos e tutti quanti. Uma breve análise estilística basta para mostrar que essa gente vive de fingimento, pois o clichê é justamente o instrumento prêt-à=porter que você usa para não ter de dizer as coisas como realmente as vê.

O sujeito usa um clichê porque acha que vai “funcionar”, mas como bem diz o Jordan Peterson, o clichê não é a sua voz verdadeira, é uma força estranha que fala pela sua boca. Por isso, quando ele funciona, não é nunca no sentido que você quer.

Que maravilha! Foi uma pena que o Josué Montello, o Antonio Olinto, o Carlos Heitor Cony, o Herberto Sales, o Ariano Suassuna, o Edson Nery da Fonseca, o Jorge Amado, o Bruno Tolentino,o Vamireh Chacon, o Paulo Mercadante e outros do mesmo porte não tenham lido as obras da dama dos gatos como leram as minhas! Aí sim veriam o que é a mestria verbal que levianamente, e talvez por inexperiência literária, atribuíram a mim.

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O lixo moral dessa criatura é ilimitado, insaciável o seu instinto difamatório. Todo mundo sabe que só mudei para esta casa em 2018 e que movi o processo contra essa dona em 2017. Mas, segundo ela, no processo dei à Justiça um endereço falso.

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Mocréias boas existem, mas eu só as conheço por ouvir falar.

O Caraio Rossi quis jogar contra mim a sanha assassina islâmica, eu a estou devolvendo com cinco anos de atraso.

 

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Hostilidades

No Brasil há uma hostilidade ao espírito, à inteligência, à consciência. Veja, com quantos alunos eu já não tive essa experiência: o sujeito começava a estudar essas coisas e daqui a pouco ele sentia que estava ficando deslocado do seu ambiente entre os amigos, e começava a sofrer! E daí eu perguntava: “mas, escuta, por que é que você quer continuar amigo deles? Qual é o motivo? Quer dizer, você acha que um homem pode realmente seguir uma carreira de estudos, enfiar um monte de idéia na cabeça e continuar convivendo igualzinho com ignorante?! Que milagre você quer? Isso nunca aconteceu! Então, se você adquirir uma cultura, bom, você tem que procurar amigos mais cultos, ou então ficar sem ninguém – isso é a coisa mais óbvia. Agora, pro brasileiro não, ele quer continuar, ‘ah, mas a garotada do bairro, a turma do time de futebol de salão, a turma do clube…’
Você imagina São Tomás de Aquino, ele saindo lá de Roccasecca, na puta que o pariu, e vai andando até a Universidade de Paris pra ser professor, e daí lá ele fica pensando ‘ah, mas o que é que a turma de Roccasecca vai pensar de mim…’ Não é possível um treco desses, porra! Esqueça o raio da Roccasecca, porra! Quer dizer, é esse atavismo, em que o sujeito tá grudado ali no bairro, na turminha, na namoradinha… O sujeito já nasce velho com saudade do seu próprio passado! Você tem uma vida pela frente pra fazer coisas, desbravar territórios, fazer coisas maravilhosas, e fica pensando nessa porcaria?! E ainda quer que eu o console?! Você sabe o que você faz com seus amigos? Manda tudo a puta que os pariu, pronto… esquece isso.
Os escolásticos já defendiam a amizade com a fórmula latina ‘idem velle, idem nolle’, que quer dizer: amigo é o sujeito que quer a mesma coisa que você e rejeita a mesma coisa que você. Esse é seu amigo e seu companheiro. Então você tem algo a fazer com ele, agora, se não tem nada, então é um conhecido, ao qual você pode dar toda simpatia, mas não pode esperar nada – você poder dar, não pode esperar! A gente deve ser bom com todo mundo: simpático, prestativo, com todo mundo, com um mendigo que te pára na rua, mas você não vai poder esperar manifestações afetivas dele, meu Deus do céu! Você não pode precisar dele. Agora, essa fraqueza, essa moleza afetiva brasileira, essa covardia, isso aí mata qualquer carreira intelectual. Querer conservar todos os amiguinhos de infância, a turminha do bairro, vai querer jogar bolinha de gude, brincar de carrinho de rolimã… qual é?!

16.5.2018

Se não recomendei expressamente o curso do sr. Fulano ou o livro do sr. Beltrano, é ÓBVIO que esses indivíduos não têm o menor direito de posar como discípulos ou continuadores do meu trabalho, sobretudo se usam desse expediente para granjear alguma audiência e sentir-se fortinhos para juntar sua voz ao coro dos difamadores.

A superioridade intelectual, no Brasil, é uma anomalia, um pecado e um crime. Todos os que nasceram amaldiçoados por esse dom foram vítimas de difamação e boicote. As únicas diferenças, no meu caso, são a profusão de ataques simultâneos e articulados (ininterruptos há duas décadas) e a total ausência, neles, de críticas intelectuais, tudo não passando de intrigas miúdas, rotulações pejorativas e atribuição de crimes imaginários.

Se a direita brasileira, que a duras penas tirei do limbo e transformei numa força política considerável, continuar dando atenção à patética trupe dos macaqueadores-detratores do Olavo de Carvalho, não tenham dúvidas: ela será jogada na privada como um Tampax usado e as gerações vindouras nem ouvirão falar dela.

Como é possível alguém ainda levar a sério os tipinhos que há dez anos vêm anunciando uma intervenção militar para o dia seguinte?

A única “intervenção militar” possível é a eleição do Bolsonaro — e tantos intervencionistas, insuflados por umas múmias de arapongas, lutam para que ela não aconteça.

Se várias publicações me acusam de delitos inexistentes e um advogado, em vez de meter logo um processo-crime em cada uma, me recomenda usar do direito de resposta, ele está apenas me sobrecarregando de trabalho e nada fazendo em meu benefício.

Desde o início, mais de uma década atrás, a tática da campanha difamatória anti-olavética tem sido multiplicar as intrigas e acusações de maneira a tornar fisicamente inviável qualquer pretensão de respondê-las.
É óbvio que isso é formação de quadrilha — e criminosos não merecem resposta, e sim cadeia.
Mas, até o momento, meu único meio de defesa têm sido estes posts do FB, que ainda me rendem, da parte de falsos amigos — criminosos eles próprios, ainda que inconscientes –, a acusação de perder tempo com picuinhas.

Se um aluno se omite de me defender de acusações falsas por medinho de passar por “idólatra” ou coisa assim, os sessenta reais da mensalidade dele ME custam muito caro.

Perguntar não ofende: Quando foi que a porra da Radio Vox me defendeu contra os Veadascos e similares?

Os anti-olavettes não se dedicam só a difamar e caluniar em escala industrial. Com o mesmo afã e tenacidade, promovem a intimidação sistemática de todas as testemunhas de defesa, fazendo com que falar em favor do acusado constitua um crime e um pecado igual aos que a ele se atribuem. Se isso não é uma estratégia unificada, uima autêntica FORMAÇÃO DE QUADRILHA, então é a mais admirável coleção de curiosas coincidências que já apareceu no mundo desde que Pascal e Fermat descobriram a lei das probabilidades.

Qualquer advogado que veja esse fenômeno como um caso de difamação simples, ignorando a unidade estratégica por trás de tudo, não está qualificado para me defender.

Se em vez de atacar os meus detratores você quer apenas me entrevistar para me dar uma oportunidade de defesa, você não está agindo como amigo e aliado, e sim apenas como mais um isentão jornalístico que nivela a vítima ao criminoso . Não espere que eu fique muito grato por isso.

Alguém acredita MESMO que o país está repleto de concorrentes do Olavo de Carvalho? Não vê que o sujeito só se torna um difamador quando já desistiu de ser um concorrente?

Os anti-olavettes sabem, que as provas de FORMAÇÃO DE QUADRILHA são muitas e irrespondíveis. Com o(s) cu(s) na(s) mão(s), já se melam na sua própria confusão, ameaçando processar-me na Justiça e ao mesmo tempo já me absolvendo como inimputável por demência senil. Cambada de idiotas. Vão pa puta que os pariu.

15.6.2018

Lá vem a véia dos gatos com aquela pose grotesca de paladina da verdade e da justiça. Leiam:

Olhe aqui, mocréia dos infernos. Você não sabe ler? É CLARO que expulsei a Celina porque eu mesmo quis, e não porque os alunos me pediram. Quando eles me pediram, eu NÃO quis. O sentido da minha mensagem é muito claro. Você o inverte para poder se fazer de justiceira. TODA a sua vida é palhaçada e fingimento.

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Jose Gouveia, nunca mais apareça na minha casa. Você não é bem-vindo.

Olavo de Carvalho O sujeito vem aqui todo cheio de rapapés e depois dá “likes” em tudo o que a véia dos gatos inventa contra mim.

Outra coisa, véia diaba. Durante anos defendi a Celina de CENTENAS de alunos que ela insultou e infernizou. Em cada uma dessas ocasiões ela me pedia a paciência e a compreensão que ela não dava a ninguém. Desde quando ser “aluna pagante” confere a alguém o direito de envenenar o ambiente do curso? Em todo caso, ela arrumou os advogados que merece: você, o Asnex Pererê e aquela coitada que até hoje não passou no exame da OAB e que a própria Celina chamava de degenerada.

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Outro dia mesmo colocamos aqui o vídeo de um professor francês que se queixava, com razão, dos alunos que chegam à escola com a mentalidade do consumidor que paga e por isso quer tudo do seu gostinho. Pensei nisso ao ver a leoa desdentada subindo nas tamanquinhas em defesa da “aluna pagante” que em troca dos SESSENTA REAIS da sua mensalidade no COF se acha no direito de insultar e perturbar os colegas.

O certo seria jamais comentar as mensagens difamatórias e, em vez disso, responder a tudo com processos judiciais. Sabem por que faço o inverso ? É porque até hoje só encontrei assistência jurídica preguiçosa, covarde e incapaz de tomar consciência da dimensão POLÍTICA, SOCIOLÓGICA E HISTÓRICA da maior campanha difamatórica que já se viu neste país.

Mauricio Marques Canto Jr. Tem que contratar melhor!

Olavo de Carvalho Mauricio Marques Canto Jr. Quer entrar nessa briga?

Mauricio Marques Canto Jr. Olavo de Carvalho: a honra é minha!

*

Toda aquele pretenso espírito justiceiro da véia dos gatos — bem como do Asnex Pererê e similares — não sobrevive a um “print screen”.

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LEMBRETE: Há UM QUARTO DE SÉCULO estão anunciando o fim do Olavo de Carvalho. Muitos dos anunciantes estão no cemitério, outros no buraco negro do esquecimento. Outros, na reta final do prazo de validade.

Ontem e hoje. Na adolescência, uma crise familiar beirando a falência me levou a morar por uns tempos na casa de parentes que, em prol da minha educação moral, social e cívica, me proibiram qualquer namoro com as garotas do ginásio ou de qualquer outra parte do universo. Seguiu-se um período em que minha vida erótica consistiu apenas de sonhos, abstrações e punhetas. Um período — admitamos logo — de merda. No entanto, comparado com o dia de hoje, em que olhar as pernas de uma dona no metrô pode dar cadeia e uma passada de mão pode atrair a intervenção da SWAT, era um tempo até que bem tolerável.

Conceitos fundamentais da filosofia anti-olavética:

Paralache cojinitiva
Algumentu adiômi
Intuifionímu radecal
Sículo de latencha
Doze cambadas da pessonalidade

AVISO: Amanhã, sábado, 16 de junho, provavelmente não haverá aula do COF. A Roxane teve aqui uma emergência médica, estou no hospital com ela e não sei a que hora poderemos voltar para casa. Confirmarei mais tarde.

A Marie Asmar continua insistindo na idéia da “má negociação”. Não houve negociação nenhuma, aliás nem uma simples explicação. Só uma cobrança repentina, brutal e lacônica, sem nenhum comprovante.

Alguém ainda tem dúvidas de que Priscila Garcia, Celina Vieira, Caio Rossi, Irmãos Velascos, Heloisa, Alex Pereira, João Spacca e tutti quanti estão ASSOCIADOS num vasto esquema de assassinato de reputação? Alguém ainda não percebeu que não se trata de uma coincidência de hostilidades várias, mas de uma FORMAÇÃO DE QUADRILHA com o intuito de remover do cenário alguém cuja mera superioridade intelectual o torna perigoso para todas as mediocridades ambiciosas que sonham em subir na vida sem precisar de méritos?

Alguém acha possível uma operação dessas dimensões formar-se espontaneamente, sem uma rede de contatos, sem uma força organizadora, sem dinheiro rolando?

AVISO: Amanhã, sábado, 16 de junho, NÃO HAVERÁ aula do COF. A Roxane foi internada com um começo de pneumonia e logo depois da missa terei de ir buscá-la no hospital. Obrigado a todos pela compreensão e pelos bons votos.

*

A coisa começa assim: O sujeito me pede um hangout e eu lhe concedo, por caridade, por educação ou por dever cívico. Em seguida, fazendo de conta que o sucesso foi dele e não meu, começa a gravar vídeos no youtube dizendo que até concorda comigo em algumas coisinhas, mas que não é um olavette, um fanático, um idólatra. Por fim, baseado nesse arremedo de currículo, sem uma obra publicada, sem um prêmio literário, sem nenhuma referência no Exterior, começa a dar cursos e vira “intelectual da direita”.
Quando alcança duzentos “likes”, pensa que se ombreou, em sucesso, ao “Mínimo Que Você Precisa Saber”, aos filmes “O Jardim das Aflições” e “Bonifácio”, ao canal da Joice Hasselmann, às lutas parlamentares da Bia Kicis e à candidatura do Bolsonaro.
E tem gente que lhe dá ouvidos.

14.6.2018

Não sou contra uma intervenção militar, mas até hoje todo intervencionista que conheci era louco ou filho da puta. Às vezes o que está errado no cidadão não é a idéia — é ele mesmo.

“Pensar com a própria cabeça” significa repetir servilmente os seguintes mantras:
1 – O Olavo não tem diploma.
2 – O Olavo é astrólogo.
3 – O Olavo é gnóstico.
4 – O Olavo escraviza os alunos,. 
5 – O Olavo diz palavrões.

Fazer da apologia do perdão uma defesa do adultério é colocar a fidelidade matrimonial acima da caridade, é sobrepor o Código Civil à doutrina de Nosso Senhor Jesus Cristo, é acusar o Senhor no tribunal das aparências enganosas. Mas o Spaccatatu não tem QI para entender nem mesmo essa obviedade.

Se você tem admiração por tipos como Lourinel B. Rocha, Spaccatatu, Asnex Pererê, Rodrigo Cocô, Mastim Vaca e similares, então peço, rogo, imploro e exijo; NÃO ME ADMIRE.

Rodrigo Cocô é autocoprófago: saboreia com prazer e orgulho cada merda que diz.

Quem diz que os meus cursos são uma seita, que meus alunos são idiotas servis e manipulados, etc., jamais cita um único exemplo que o comprove. E não o cita pela simples razão de que não pretende ser crido, pretende apenas espalhar no ar um vago medinho de passar por subserviente, levando muitas pessoas a só falar de mim naquele tom postiço de isenção judicial, que já é metade da difamação.

Pessoas que não sabem admirar sem invejar não têm remédio senão fingir desprezo àquilo cuja presença as humilha.

Pensando na enorme expectativa que cerca o lançamento da reedição de “O Imbecil Coletivo” pela Record, me ocorre a pergunta: Quem ainda lê Gilberto Felisberto, Muniz Sodré, Caio Navarro de Toledo, Luiz Pinguelli e outros enfezadinhos que disseram o diabo desse livro vinte e dois anos atrás? Eles estão onde estarão, daqui a vinte e dois anos ou mesmo bem antes, todos os Spaccatatus.

Um tal de Julio Santos, obviamente um pseudônimo de pessoa desconhecida, está espalhando esta advertência contra oe perigos do olavismo, acomoanhada de uma apologia do ensino universitário no qual ele aprendeu uma bela coleção de solecismos:

“Julio Santos diz: Não dependa de Olavo de Carvalho! Vá se instruir, menino! Seu pai sabe que vc não quer estudar direito? Devem falar pra ele que vc está sendo bobo. Não que nem um diploma de mérito. Olavo de Carvalho é um espertalhão, que oferece conhecimento a gente preguiçosa e boba. Basta ler e recorrer ao mesmo caminho que ele; a leitura. Procure uma biblioteca, mas não sustente Olavo! Vc tem muito a crescer se sair de onde está. Vá pra faculdade e tenha renome! Não dependa de um velho da internet! Ele se o máximo, mas não é. Vc pode aprender, sim, com Olavo. Mas não será notável. Saia de onde está e busque instrução! Não despreze a faculdade! Aquele servidor online não ficará mais ativo por muito tempo, a menos que Olavo consiga na justiça permissão pra ensinar. Do contrário, vc não terá mais o COF pra aprender. Tchau. JV.”

Da página do Xavier Gil :

Além da inveja, também a cobiça. No fundo, a real intenção desses parasitas era só dinheiro: “Vâmu tosqueá essa ovelha véia qui tá cheia da bufunfa, meus camaradas!”
Só para comparar: O Olavette Nando Moura cobra mensalidade de 300 reais (direito dele, claro) para dar aulinhas de guitarra. Olavo cobra apenas um quinto desse valor para ensinar algo infinitamente mais valioso. Os trombadinhas da Vox não mencionam que tudo que o Olavo ganha vem do Brasil, que tem que pagar impostos aqui e lá, nos EUA, e o líquido que recebe é para assistir uma cacetada de gente que, algumas das quais, juraram querer apenar ajudar o trabalho do véi-lôko.

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Agora entendi por que o Spaccatatu e o Asnex Pererê decidiram me enviar uma cobrança de 92 mil reais. Não foi porque eu realmente lhes devesse alguma coisa. Foi porque acharam que eu estava ganhando dinheiro demais e decidiram fazer justiça distributiva.

A direita brasileira mostrou-se, durante quarenta anos, incapaz de reagir à força avassaladora da esquerda. Retirada do cemitário por mim e exclusivamente por mim (não venham me falar de Arruinaldos Azevedos, Rodrigos Cocôs e similares — gozação tem hora), uma de suas principais atividades nos últimos anos tem sido tentar camuflar o seu passado nojento de omissão, inépcia e covardia por meio da destruição sistemática daquele que a salvou.

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Aviso: Celina Vieira, mendiga de favores e atenção durante trinta anos, foi expulsa desta página e do COF como se enxota uma barata.

Olavo de Carvalho São incontáveis os leitores que, insultados pela Celina Vieira, me pediam para expulsá-la daqui e do COF. Na sua sanha de julgar e condenar tudo e todos, culpando-os pelo fracasso da sua própria vida, essa dona ultrapassou todos os limites do saco humano.

O Spaccatatu acha uma injustiça, uma abominação, um escândalo intolerável o fato de que um escritor, após décadas de serviços prestados ao país gratuitamente ou a preço de banana (incluindo a quebra da escravidão hegemônica imposta a toda a nação pelos partidos de esquerda), comece a ganhar dinheiro aos 67 anos de idade e acabe embolsando, por volta dos 70, muito mais grana do que ele, autor daqueles desenhinhos tão bonitinhos.
Nada como o espírito de justiça, né mermo?

O Rodrigo Cocô e o seu novo discípulo, Mastim Vaca, andam me chamando de Osho. O público leigo pode ver aí uma alusão ao guru indiano Rajneesh, mas na verdade é uma confissão de que, para dois semi-analfabetos com pretensões literárias, a presença de um escritor que sabe escrever é mesmo um osho duro de roer.

Uma coisa difícil de entender é por que tantas pessoas, só por haver recebido favores meus (aliás sem retribuir), se julgam minhas amigas íntimas ao ponto de ter o direito de fazer a minha caveira sem que eu reclame nem um pouquinho.
Na verdade não são minhas amigas e nem têm a menor idéia do que seja amizade.

Os militantes do anti-olavismo sabem que só doentes mentais acreditam no que eles dizem. Mas sabem também que uma grande parcela do público que não acredita é desprovida de força moral e de conhecimento suficiente da minha pessoa para poder evitar a conjetura: “Com tanta gente falando mal dele, DEVE haver algo de errado nesse sujeito.”
A mentira difamatória, para exercer seu efeito venenoso, não precisa ter credibilidade.

Em 1997 o Sebastião Nery, office-boy dos partidos comunistas, espalhou que, por dar aulas de filosofia à margem do ensino oficial, eu cometia crime de estelionato e de falsidade ideológica. Estranhamente, a Receita Federal continuou a aceitar meus impostos sem ver neles nada de ilegal, e uma infinidade de advogados, juízes e membros da classe governante (incluindo dois ex-ministros da Justiça, dois ex-ministros da Cultura, vários deputados e senadores e dois ex-presidentes da República) continuou imperturbavelmente a louvar o meu trabalho, sem ligar a mínima para o notório saber jurídico daquele cérebro de galinha.
Decorridos vinte e um anos, a alegação pueril ainda reaparece nas bocas de uns quantos, no afã desesperado de vencer pelo ardil legalista mais imbecil de todos os tempos aquele que, no campo intelectual, lhes impôs as mais humilhantes derrotas. A diferença é que o Sebastião inventava essas historinhas por legítima fidelidade aos partidos de esquerda, ao passo que hoje os Spaccatatus e similares só fazem o mesmo por amor sem fim ao meu dinheiro.

Depois que escrevi duas dúzias de livros, dei centenas de conferências e criei o curso de filosofia mais popular de todos os tempos, neguim escreve um post com uns elogios à minha pessoa (moderadíssimos, para não pegar fama de olavette) e já se acredita, por isso, um meu irmão espiritual, habilitado a falar mal de mim na semana seguinte com a desenvoltura e a boa consciência de quem lava roupa suja em casa.

*

O Bigmac é um prodígio da natureza. Está chegando perto dos quinze anos de idade (o dobro da duração média da raça) e ainda tem, porca miséria, DENTES NASCENDO.

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Recordar é viver:

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Ou você é pró-comunista, ou é anticomunista. No centro, só o cu.

Não tenho a menor idéia de onde mora ou se esconde o sr. Asnex Pererê, mas ele continua insistindo na historinha idiota de que, no mundo, só eu e o Edson Camargo — logo aqueles dois que ele considera seus mais temíveis inimigos — temos o endereço dele e somos, portanto, cuilpados de qualquer merda que lhe aconteça. Por que o diretor de um órgão de comunicação cortaria todos os canais de comunicação com a companhia de eletricidade, o departamento de águas e esgotos, a Receita Federal, o banco onde tem conta, a própria família e todos os seus amigos, homiziando-se como um gatuno em local incerto e não sabido, é um mistério que não ouso tentar resolver. A única hipótese que me ocorre é que talvez ele planeje se deixar seduzir por um orangotango para depois dizer que eu e o Edson o estupramos à distância.

É isso: brigue com o Olavo e ganhará todo um círculo de novos amigos perto do qual a Família Adams parece o coro dos anjos: Veadascos, Báfio Fulanin, Caraio Rossi, a véia dos gatos, o Lourinel B. Rocha (só em contato imediato de terceiro grau), Celina Vieira, Arruinaldo Azevedo, o Maestro Bagos com sua orquestra de mocréias e, “last not least”, um espermatozóide extraviado em Atibaia.

Não mencionei a Su Merdeiros porque as dimensões dela não cabem num mero post.

Os gatos miam e a caravana passa.

Honra seja feita ao Punheteu. Ele não se rebaixa, não se mete com a turma trash. Fica no alto do morro, cavaleiro solitário, esperando para abater o inimigo com a sua Winchester.

Melhor que o Spaccatatu, só o contraceptivo lésbico.

Duvido que algum dia os meus difamadores se arrependam. Se existe algo que nunca volta atrás, é a merda.

A língua inglesa tem o gênio das nuances. “Stool” não é tão pejorativo quanto “merda” (shit), nem tão pueril quanto “cocô” (poop), nem tão pedante quanto “fezes” (feces).

13.6.2018

Acabo de exprimir um princípio metodológico essencial, e vem o hominho cagar regra, pontificando com ares de Conselheiro Acácio: “Não podemos generalizar”.

Todo sujeito cuja única atividade literária ou jornalística seja a propaganda política pró ou contra o que quer que seja está convidado a SAIR DO MEU CURSO IMEDIATAMENTE. Nada do que ensino se destina a esse tipo de gente.

O Spaccatatu está espalhando que estimulo os meus alunos a cometer adultério. É possível alguém passar da admiração devota à difamação mais porca em vinte e quatro horas? É ÖBVIO que esse merdinha e o Alex Pererê já entraram no meu circuito, desde o início, com o objetivo de destruir o MSM e, se possível, o COF também.
Quem ainda duvida disso, depois que eles CONFESSARAM esse objetivo e adotaram “ipsis litteris”, do dia para a noite, todo o vocabulário difamatório dos Veadascos, das duas uma: ou sofre da Síndrome do Piu-Piu em estado terminal, ou é cúmplice da dupla.
Não sei qual é o caso da Marta Serrat.

Aviso : Marta Serrat não é pessoa em quem eu tenha confiança, nem que mereça minha atenção.

R ecebi do Iranlei Toscano.

Será que é o curso do Paulo Ghiraldelli?

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Não sou contra uma intervenção militar, mas até hoje todo intervencionista que conheci era louco ou filho da puta. Às vezes o que está errado no cidadão não é a idéia — é ele mesmo.

“Pensar com a própria cabeça” significa repetir servilmente os seguintes mantras:
1 – O Olavo não tem diploma.
2 – O Olavo é astrólogo.
3 – O Olavo é gnóstico.
4 – O Olavo escraviza os alunos,. 
5 – O Olavo diz palavrões.

 

Os 8%

Até onde percebo, são inimigos mortais do Brasil e do povo brasileiro:
1) O Executivo.
2) A administração federal inteira.
3) A classe política praticamente inteira.
4) O judiciário praticamente inteiro, sobretudo o STF.
5) A justiça eleitoral
6) As grandes empresas associadas ao governo federal.
7) As Forças Armadas.
8) A grande mídia.
9) Todas as universidades.
10) A chamada “classe artística”.
11) Os líderes da CNBB.
Em suma: a ZÉ-LITE INTEIRA. Os OITO POR CENTO.