13.9.2018

Os torcedores evangélicos exigem uma resposta ao Yago Martins, e quando ela vem, devastadora e final, fazem de conta que não viram:

https://www.youtube.com/watch?v=XHm92kRRch4&feature=youtu.be

Gustavo Souza Responda o Yago, Olavo… Os caras, ao invés de refutar, apenas reiteraram o posicionamento do Yago… Foi uma vergonha eles terem desviado o assunto (me refiro ao fato deles terem falado tanto de Eucaristia e de outros assuntos que não tocavam no cerne da questão), o Yago errou sim ao ter interpretado mal a última oração mesmo com os dois pontos, mas, você, mais do que ninguém, tem capacidade de defender a sua opnião por si só

Olavo de Carvalho  Pelo seu domínio do idioma pátrio, o Yago Martins não tem condições nem para ingressar numa faculdade de Teologia, quanto mais para sair dela com um canudo e inflado de autoridade. Os argumentos dele são tão primários e idiotas que nem dão vontade de responder. Mas farei isso quando passar essa agitação do Florence.

Mensagem ao Capitão
https://blogdoolavo.com/mensagem-ao-capitao/

Direito e globalização: um hangout
https://blogdoolavo.com/direito-e-globalizacao-um-hangout/

Quem tem amor ao próximo não menospreza nem a sua mãe nem a sua esposa. Meço o amor que as pessoas têm a Jesus pelo que dizem de Nossa Senhora e da Igreja.

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Quer ser um escritor? Fale com o meu amigo Rodrigo Gurgel. As inscrições para a última turma do ano da sua Oficina de Escrita Criativa já estão se encaminhando para o fim.

Inscrições: https://rodrigogurgel.com.br/ementa-oficina-de-escrita-cri…/

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Normalmente, basta demonstrar num arrazoado alguma citação falsa ou alguma absurdidade primária, para que o público sensato admita a inutilidade de discutir o restante, e deixe o debate para uma próxima oportunidade, onde os argumentos venham escoimados de vícios redibitórios que tornem o seu exame lógico um espetáculo gratuito de masoquismo. Já demonstrei que o sr. Yago Martins (1) falsificou um dos meus argumentos, atribuindo a mim a afirmação de que na Bíblia inteira não se encontra nenhuma recomendação de buscar a salvação na leitura da própria Bíblia, quando eu disse apenas que semelhante conselho não se encontra nas palavras literais de Jesus ali transcritas; (2) bateu de frente com a própria fé bíblica que finge defender, ao afirmar que ninguém jamais procurou a salvação na leitura da Bíblia, quando Nosso Senhor Jesus Cristo, em João 5:39, acusou os bibliólatras do seu tempo de fazerem exatamente isso. [ 394 more words ]
https://blogdoolavo.com/explicacao-desnecessaria/

P. S. Eu NÃO disse que vou me abster de examinar o arrazoado do sr;. Martins ponto por ponto. Apenas disse que uma platéia honesta jamais exigiria esse exame, depois do que expus aqui.

Sem a transubstanciação, a “fé em Jesus Cristo” é apenas um discurso moralista.

Não há difamador mais perverso do que aquele que só usa palavras educadas.

Diante de tantas referências pejorativas à minha idade, da parte de almas cristianíssimas que nem mesmo sabem o que é o respeito aos mais velhos, pergunto a mim mesmo: Será que a grande esperança dessas criaturas é jamais chegarem vivas aos 71 anos?

Não há espaço suficiente no continente latino-americano para o povo brasileiro e a mídia brasileira. Um dos dois tem de acabar.

Até agora ninguém me explicou por que eu deveria discutir com um semi-analfabeto que escreve “buxo” em vez de “bucho” e “frauda” em vez de “fralda”.

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Se o sujeito houvesse realmente apontado algum erro nos meus escritos, eu seria o primeiro a lhe agradecer. Mas, no vídeo dos dois dedos, só ví ostentação vaidosa e analfabetismo funcional.

Outra absurdidade no tal vídeo, a qual não merece nem comentário, é sujeito dizer que os textos do Novo Testamento já estavam integrados na Bíblia antes de completada a suya redação, mas que a referêcia de Jesus ao poder salvador do Seu corpo e do Seu sangue, em João 6, NADA TEM A VER COM A EUCARISTIA, PORQUE A EUCARISTIA NÃO EXISTIA AINDA. Ele proíbe Jesus de saber o vai fazer na semana seguinte e ao mesmo tempo confere aos evangelistas um poder antecipador de muitos séculos. Isso é com certeza A COISA MAIS ABSURDA QUE JÁ OUVI ALGUÉM DIZER SOBRE O CRISTIANISMO.

Esse moleque arrogante não tem condições de ser aprovado no vestibular de nenhuma faculdade de teologia que mereça o nome.

Não adianta nem mesmo explicar ponto por ponto. Até o fim dos dias a macacada vai repetir como um mantra : “Refutou o Olavo. Refutou o Olavo. Refutou o Olavo. Refutou o Olavo. Refutou o Olavo. Refutou o Olavo. Refutou o Olavo. Refutou o Olavo. Refutou o Olavo. Refutou o Olavo. Refutou o Olavo. ”

Idiotas que nem percebem que foi em resposta a ataques que escrevi o texto “Por que não sou ‘evangélico'”, vêm agora me acusar de ter começado a briga. É assim, esse pessoal lê posts isolados, não acompanha nem is ‘threads” e já vem cheio de opiniões.

Meus “refutadores” são todos discípulos do Julio Soumzero — o vigarista dos vigaristas.

Só um cego não percebe que, neste confronto, meus detratores não vieram em mil, mas em várias dezenas de milhares. Não estou discutindo com um opositor, mesmo desonesto, mas com uma multidão, com uma militância organizada.

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Cada vez que desmantelo um argumento do hominho dois dois dedos, me respondem que sou orgulhoso, que me falta humildade etc. e tal. Essa gente não é séria.

É óbvio que houve uma mobilização geral nas igrejas para apoiar o tal do Yago. Apegam-se à hipérbole “mil teólogos”, dando-lhe um sentido monstruosamente literal, para me forçar a uma discussão impossível com vinte mil palpiteiros. Só isso já basta para mostrar qual o nível moral do “evangelismo” brasileiro. É nojento.

Esses professores de humildade são as pessoas mais perversas e falsas que já conheci. A ânsia de humilhar o homem mais culto é tanta, que os faz esquecer que o doutor, no caso, não sou eu, mas o meu detrator. O ódio à inteligência é a religião dessa gente. O mais ladrão dos petistas tem mais dignidade do que esses “santos de Deus”.

Já apresentei QUATRO PONTOS onde o meu crítico se mela todo, e a quadrilha dele continua repetindo que nada argumentei, que só o xinguei. É alucinante. É de fazer a gente duvidar da existência do mundo exterior.

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Vejam, palhaços, quem vocês escolheram como professor de humildade. (Da página do Carlos Nougué.)

UM PRESTIDIGITADOR CHAMADO YAGO MARTINS
O calvinista e malabarista Yago Martins vem já há alguns meses dizendo e desdizendo acerca de um debate sobre Maria a que fora desafiado por mim em junho, a pedido de fiéis católicos.
1) Diz primeiro que eu anunciei uma data para o debate sem seu consentimento. Isso é uma MENTIRA, pura mentira. Pus o verbo no condicional – “’seria’ em agosto” –, o que para qualquer alfabetizado bastaria: “seria” em agosto se ele aceitasse o debate e a data. MAS NÃO ACEITOU!
2) Mas depois diz que o debate deveria ser presencial. Deveria eu viajar à sua terra, no Nordeste, para que o debate acontecesse, tendo eu 66 anos e ele a metade disto, e sendo eu um professor não de videozinhos, mas de multidão de alunos da Escola Tomista e tantos outros cursos, além de autor de numerosos e volumosos livros condizentes com a sabedoria – não com um vergonhoso automerchandising travestido de religião e de teologia (ou melhor, de pobres “dois dedos” de teologia)?
3) Agora diz que viajará à minha cidade para o debate… como se fossem precisos viagens e estúdios de gravação (que não tenho) para que se debata na Internet. Se ensino S. Tomás em cinco anos com uma simples webcam, por que anuiria eu a suas exigência de estrela da imagem? Eu sou das ideias, não das imagens.
4) Depois, seus seguidores dizem que eu teria corrido do debate, ou que o teria feito por estar doente… Ou seja, uma verdadeira campanha de desinformação e distração ao melhor estilo da agitprop revolucionária.
5) Pois bem, não estou a seu serviço, a serviço de sua vaidade, Yago Martins, mas a serviço da Verdade e da Fé (verdadeira). Para mim, você já havia sido lançado ao monturo do esquecimento sempiterno; e já estou a gravar o segundo módulo de meu curso de Apologética, justamente sobre Maria, a Mãe de Deus perpetuamente Virgem. Começará em novembro ou dezembro, e terá, como o primeiro módulo do curso (sobre o Gênesis e o modo correto de interpretar as Escrituras), oito aulas. Está pois convidado a inscrever-se nele, e depois refutá-lo (com o aviso de que terá de assistir também ao primeiro módulo, para que possa ver como num espelho a feiura de sua “exegese” bíblica).
6) Este será meu debate. Não vou perder mais meu tempo com um prestidigitador e procrastinador que, ademais, ainda cheira a cueiros. Refute-me os dois módulos do curso de Apologética, em vez de ater-se a magras “etimologias” de parcas palavras gregas (e todos sabemos, ou deveríamos saber, que a explicação de um universo mediante pequenezas adequadas a uma mente estreita e vaidosa é a iniquidade que sempre esteve em ação entre nós).
7) O próprio da vida da fé em ordem à eternidade é elevar-se, não rebaixar-se.
OBSERVAÇÃO. Estrebuche quanto queira em seu canal do Youtube. Já não lhe darei luzes de ribalta.

Professores de humildade que vão se exibir na página dos outros são porcos disfarçados de colibris.

Um doutor em teologia que já entra em campo se gabando dos seus conhecimentos especializados discute com um homem desprovido de instrução formal e, dos dois, quem representa a “sabedoria deste mundo” é este último, não o primeiro?
Só no Brasil mesmo.

O sujeito gasta vários minutos se gabando de conhecimentos alheios aos pontos em debate, e eu é que preciso de lições de humildade?
Só no Brasil mesmo.

A militância virtua, o MAV evangélco que invade esta página, macaqueando termos que não compreende, não sabe sequer a diferença entre “argumento ad hominem” e exame da situação de debate.

Parem de jogar na minha cara a superioridade da sabedoria divina. Deus sabe tudo, mas isso não significa que vocês saibam alguma coisa.

De uma vez por todas. Mesmo que cada palavra que você diz venha diretamente da Bíblia, a compreensão que você tem dela é sua, não de Deus. Cada um que entra aqui posando de Voz de Deus e ainda me dando lições de humildade é um MONSTRO DE SOBERBA desprovido de toda autoconsciência moral.

Respondendo a um texto meu de duas laudas, o tal Yago Martins falou durante 27 minutos, equivalentes, na transcrição, a igual número de laudas, mais de dez vezes a extensão do meu escrito. Trabalhando sobre um texto pronto e breve, foi fácil para ele examinar, a seu modo, ponto por ponto, coisa que evidentemente não posso fazer com o seu vídeo antes de transcrevê-lo para ter à disposição do leitor as citações corretas. POR ISSO mesmo o exército de yaguettes se apressou em cantar vitória e celebrar a “humilhação do Olavo de Carvalho” antes que eu tivesse sequer o tempo de terminar a transcrição (que não terei antes da semana que vem, é claro.)
TUDO, na conduta dessa quadrilha, denota a armação, o truque sujo, a trapaça propagandística, bem típica, aliás, desses auditórios histéricos em que uma profusão de falsos milagres se torna um show de publicidade seguido da farta coleta de dízimos.
E cada um dos que se acumpliciam a essa sujeira se considera um eleito, um ungido, um professor de humildade, um profeta de Deus.
É nojento

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INSEGURANÇA PÚBLICA – Diógenes Lucca
Apontamentos e memórias de um comandante veterano

VIDE: https://bit.ly/2p5qbbI
Saraiva: https://bit.ly/2x74BaT
Nando Moura: https://bit.ly/2OhtdV5
Martins Fontes: https://bit.ly/2MrvdZ5
MVB: https://bit.ly/2D0obvc
Livraria do Bernardo: https://bit.ly/2CRhHhZ
Terça Livre: https://bit.ly/2NcuS1A
Déia e Tiba: https://bit.ly/2Qqx3N6
Ecclesiae: https://bit.ly/2CTmDmB
Liv. Seminário de Filosofia: https://bit.ly/2xf0sRw

(em breve na Amazon e em todas as grandes livrarias do país)

Este livro reúne artigos publicados pelo especialista em segurança Diógenes Lucca ao longo dos últimos doze anos. Os textos contemplam assuntos ligados à segurança, tema de vital importância no contexto social brasileiro de hoje em dia. São indispensáveis para o leitor começar a entender por que o Brasil apresenta há décadas os maiores índices de homicídios anuais do mundo, os números chegando às dezenas de milhares.

O livro conversa com o cidadão comum, mas também instrui os profissionais de segurança, alerta as autoridades e compartilha pontos de vista valiosos sobre assuntos-chave que ganham diariamente as manchetes dos jornais. Em suma, conduz a discussão sobre o tema da segurança ao patamar em que ele merece ser discutido.

Sobre o autor:
Diógenes Lucca é Tenente-Coronel da Polícia Militar de São Paulo e foi um dos fundadores do GATE — Grupo de Ações Táticas Especiais. Durante trinta anos de serviço ativo, especializou-se na doutrina de gerenciamento de crises com explosivos, negociação com reféns e proteção de pessoas.

Ficha Técnica:
Número de Páginas: 264
Editora: Vide Editorial
Idioma: Português
ISBN: 9788595070486
Dimensões do Livro: 14 x 21 cm.

 

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Belive in

“The mediocre man does not believe in what he sees, but in what he learns to say.”
Olavo de Carvalho”

12.9.2018

Profissões intelectuais de alta responsabilidade, na ciência, na religião, na historiografia ou nas ciências sociais, exigem habilidades especiais de leitura que estão formidavelmente acima das possibilidades do leitor comum, mesmo são de cabeça e portador de um diploma universitário. No Brasil o máximo que os profissionais dessas áreas conseguem fazer é compreender frases ou parágrafos isolados e costurá-los numa unidade superior que eles próprios inventaram segundo suas crenças e preferências, e que eles acreditam piamente ser o “sentido” do texto. [ 156 more words ]
https://blogdoolavo.com/nao-deveria-ser-preciso-explicar-i…/

O semi-analfabeto metido a instrutor de sabedoria divina há de alegar sempre que a ortografia do seu idioma natal não passa de uma desprezível “ciência dos homens”.
https://blogdoolavo.com/inevitavel/

Saiba todas as informações sobre como adquirir o filme “Bonifácio – O Fundador do Brasil” que já se encontra a venda na sua versão on-line.

Não creio que seja necessário responder a um crítico que escreve “bucho” com “x e “fralda” com “u”.

Tanto menos necessário se torna responder a esse indivíduo se, ao gabar-se de conhecimentos superiores que lhe permitem distinguir entre o grego clássico e a “koiné”, mostra ignorar por completo que os bons dicionários — Bailly, por exemplo — trazem os significados das palavras tanto numa dessas modalidades do idioma grego quanto na outra.

Mais vale um palavrão usado com engenhosidade literária do que a mensagem mais sublime emporcalhada por uma linguagem tosca, vulgar e presunçosa.

Se Deus pode injetar na mente do teologuinho os mais sublimes ensinamentos da ciência divina, por que não pode lhe infundir também uns rudimentos de gramática? O homem simples instruído por Deus não é o que avilta a mensagem divina com uma linguagem disforme e tosca (e ainda se gaba de erudição bíblica), mas aquele que, a exemplo do próprio Jesus, sem ter estudos regulares, recebe de Deus o dom da linguagem veraz, bela e eloquente. “E os judeus, maravilhados, diziam: “Como sabe este homem letras, sem nunca ter estudado?” (João, 7:15)

https://blogdoolavo.com/quem-e-quem/

Aristóteles recomendava jamais discutir com quem não conhece, não entende ou não respeita as leis da prova. Se um sujeito não entende a gramática, muito menos entende a lógica.

Quem continua exigindo contra-argumentos depois de demonstrado que o argumentador não domina sequer a linguagem em que balbucia seus pretensos argumentos só prova que é tão analfabeto funcional quanto ele.

Por que, quando algum boboca anuncia ter “refutado o Olavo de Carvalho”, logo recebe o aplauso de dezenas ou centenas de fakes?

Estes amigos já deram conta do recado.

https://www.youtube.com/watch?v=XHm92kRRch4&feature=youtu.be

Estou aqui ocupado pacarai, preparando a família para enfrentar o furacão Florence, e agradeço de coração aos amigos que me pouparam o trabalho de dar umas palmadas na bunda mental do Yago Martins.

 

11.9.2018

Tarefas para hoje:

1) Preparar a remoção da família para longe do furacão Florence. Mantimentos e combustível para dois ou três dias.
2) Juntar a documentação para um processo contra o Paulo Ghiraldelli.
3) Participar do hangout sobre direito e globalismo.
4) Ir ao contador resolver uns problemas com o imposto estadual antes de viajar.
5) Responder ao teologuinho.
Moleza, né?

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O IMBECIL COLETIVO já chegou na Livraria do Seminário! E estamos despachando em 1 dia útil. Peça hoje e amanhã o seu exemplar já está nos Correios.

Acesse o link: https://bit.ly/2MTJR0r

A aguardada reedição do clássico de Olavo de Carvalho.

Este O imbecil coletivo é um clássico. Dos mais demandados títulos do Brasil. É preciso, no entanto, correr para que essas duas sentenças não sejam compreendidas pelo que não querem dizer. Correr para explicar que: 1) sim, este livro é reedição de uma obra clássica, cultuada, vendida a preço de ouro em sebos etc.; 2) e que tudo isso se dá sem prejuízo de que também seja obra de espantosa, assustadora, atualidade. O Brasil está todo explicado no volume que ora se folheia – o Brasil de 2018 tanto quanto o de 2028. É verdade que algumas personagens caducaram. Não importa. (Ninguém sentiu falta.) Outras da mesma natureza lhes ocuparam o lugar. (Ninguém notou.) Não importa. A matéria do exame de Olavo de Carvalho está acima de fulanizações: é o conjunto de mentalidades que rebaixou o país à indigência moral, à miséria intelectual.

Sobre o autor:

Olavo de Carvalho é filósofo e autor de vastíssima obra, tendo como principal o best-seller O mínimo que você precisa para não ser um idiota. Foi criador do site Mídia Sem Máscara e do programa de rádio pela internet True Outspeak; e é presidente do Inter-American Institute.

Ficha Técnica:

Número de Páginas: 448
Editora: Record
Idioma: Português
ISBN: 9788501112934
Dimensões do Livro: 16 x 23 cm

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10.9.2018

Uma simples antologia dos apelos esquerdistas ao morticínio bastaria para destruir para sempre a retórica “anti-ódio” que transforma os assassinos em anjinhos e suas vítimas em monstros.
https://blogdoolavo.com/virar-a-mesa/

Agora o povo inteiro já percebeu o que se esconde por trás dos discursos contra o “ódio”, por trás do “antifascismo”, por trás dos “direitos humanos”, por trás do “outro mundo possível” e da tagarelice toda: é o instinto assassino, o desejo de matar, a cobiça irrefrável e a mais crua intolerância. Acabou, filhinhos do Soros. Vocês não enganam mais ninguém.
https://blogdoolavo.com/acabou/

Vídeo gravado uns meses atrás para o Forum “Educação, Direito, Alta Cultura”, realizado em Londrina, PR.
https://blogdoolavo.com/resposta-a-uma-pergunta/

O Paulo Ghiraldelli Jr. transcendeu a mera palhaçada e entrou em cheio na apologia do crime.

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O famoso “discurso de ódio” que se atribui ao Bolsonaro é um afago materno em comparação com as tempestades de retórica assassina que há anos a esquerda despeja sobre ele. O povo bem percebe a diferença, que a mídia podre tenta encobrir ou inverter. Qualquer que seja o caso, a expectativa humana normal seria que, a partir do momento em que a fúria verbal se transmutou em tentativa de homicídio, a retórica anti-Bolsonaro baixaria de tom, se não em sinal de respeito à pessoa da vítima, ao menos como artifício para camuflar a ligação de causa e efeito entre a apologia do crime e o crime. [ 97 more words ]
https://blogdoolavo.com/revelaram-se/

A técnica da retórica anti-Bolsonaro é simples: despejar tanto ódio sobre o candidato que o público desinformado acabe pensando: É impossível que um homem odiado por tanta gente não seja ele próprio um monstro de ódio. É mais fácil acreditar na existência de um homem odiento que de toda uma comunidade deles.
https://blogdoolavo.com/tecnica-retorica/

LINK: http://bit.ly/hangout-olavo-exclusivo

Como um plano para salvar o Museu Nacional fracassou Há pouco mais de 20 anos, o empresário Israel Klabin conseguiu um cheque de US$ 80 milhões do Banco Mundial para reformar e modernizar o Museu Nacional. Um time de voluntários chegou a se formar para trabalhar num pré-projeto de reforma para apresentar ao banco. “Era uma modernização enorme. E a única condição imposta pelo Banco Mundial para liberar os US$ 80 milhões era que houvesse um modelo de governança moderno, com conselho e participação da sociedade civil,” Klabin disse ao Brazil Journal. [ 308 more words ]
https://blogdoolavo.com/recebi-por-e-mail/

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A versão online de “Bonifácio – O Fundador do Brasil” já está disponível para compra em três kits diferentes (Básico, Premium e Mundial).

Detalhes no website oficial do filme:
https://bonifacio.ofundadordobrasil.com.br/

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“Regra infalível: SEMPRE que um esquerdista acusa alguém de algum delito, é ele próprio quem o cometeu, está cometendo ou planeja cometer. Nunca houve nem nunca haverá exceções.”

9.9.2018

Vão acabar provando que o sujeito esfaqueou o Bolsonaro em legítima defesa.
https://blogdoolavo.com/advogados/

No Alex Jones
https://blogdoolavo.com/no-alex-jones/

No Molyneux
https://blogdoolavo.com/no-molyneux/

A esquerda é sempre quem dá o primeiro tiro e é a primeira que chora porque não conseguiu dar o último.
https://blogdoolavo.com/regra-geral/

Há duas coisas que a esquerda sabe fazer como ninguém: matar e choramingar.
https://blogdoolavo.com/habilidades/

Embora seja um grande apreciador da espécie canina, nunca acreditei naquelas histórias de cães que matam lobos. O lobo, quando vê um cachorro, enxerga um T-bone steak, se o bicho for grande, ou uma salsicha, se for pequeno, e tem toda a razão. Um cão desperta tanto temor num lobo quanto um banana split assusta crianças. Cães só podem com um lobo se vierem numa equjpe de no mínimo três, e muito bem treinados. Esta dona sabe tudo a respeito:
https://blogdoolavo.com/caes-e-lobos/

 

8.9.2018

Recebi por e-mail:

Sobre o atentado a Jair Bolsonaro

por Mariano Fonseca

Quem assume a tarefa de combater o crime está sempre sujeito a sofrer violência por parte do crime. Em todas as épocas e lugares, aqueles agentes da lei, políticos, juízes, promotores e cidadãos comuns que se insurgem contra os bandidos imediatamente se tornam alvo preferencial desses mesmos bandidos e se expõem a sofrer atentados à sua vida e patrimônio, à sua família e amigos. Por isso o crime é tão difícil de combater: quem o combate corre riscos enormes, pois o crime não se defende apenas fugindo, não se defende apenas mentindo, não se defende apenas mediante chicanas jurídicas ou espaço comprado na mídia. O crime se defende, antes de mais nada, atacando diretamente, fisicamente, aqueles que o enfrentam.
Não pode ser outra a leitura do atentado a Jair Bolsonaro. Há anos, e principalmente no atual cenário político, Bolsonaro é a grande voz que se ergueu contra o crime. Bolsonaro é a principal figura nacional, o único entre os candidatos presidenciais, que se propõe a enfrentar tanto o crime “comum” (e como é triste aliás que tenhamos passado a considerar “comum” o assassinato, o roubo e toda a violência que grassa no país), quanto o crime político (a corrupção e todas as suas ramificações). Mais do que isso, Bolsonaro sabe que crime comum e corrupção estão ligados e não é possível derrotar um sem vencer o outro. Sabe que não há fronteiras – apenas diferenças de método – entre a bandidagem “independente”, o crime organizado, o tráfico, as máfias políticas e os esquemas corruptos de enriquecimento pessoal e partidário. Todos esses crimes juntos, e não apenas a corrupção política “clássica”, ameaçam destruir o país. Bolsonaro é o único que o sabe e o diz, o único que se propõe a agir diretamente e concretamente contra essa realidade. A candidatura de Jair Bolsonaro é o único projeto político no Brasil que tem o diagnóstico correto da situação e o único com a determinação e coragem de propor uma cura. Bolsonaro é o único capaz de enfrentar o mal que está a ponto de destruir o Brasil, o crime, em todas as suas formas.
O atentado a Bolsonaro ilumina de forma gritante esse fato, para quem ainda pudesse ter dúvida. Bolsonaro combate o crime, o crime quer matar Bolsonaro. Não importa se o perpetrador agiu sozinho ou apoiado, se foi pago ou induzido. Importa que ele provém da ideologia esquerdista que há décadas propele o crime no Brasil e atuou por ela inspirado. Nos rincões de sua mente, o esfaqueador tinha claríssimo que Bolsonaro é o grande inimigo do projeto esquerdista, e decidiu partir para a ação mais direta possível em favor da causa que o anima, o assassinato.
Sem Bolsonaro, horizontes muito mais risonhos e verdejantes se abririam à esquerda brasileira, que tem o crime como seu núcleo pulsante. Imagine-se o alívio que todos os corruptos e bandidos sentiriam se Bolsonaro faltasse. A mão que hoje aperta a garganta do crime – e que estrangulará o crime se chegar à presidência – de repente desapareceria. Tudo poderia voltar a como era antes. O país ficaria reduzido a opções políticas que, ou fazem parte do esquema criminoso, ou, no máximo, se dispõem a combater apenas timidamente alguns de seus aspectos, deixando no lugar todos os conluios, arranjos, tolerâncias e acanhamentos que ao longo dos anos vêm concedento todo o poder aos criminosos. Afora Bolsonaro, todos os outros projetos políticos ou fazem parte da doença, ou ignoram a doença, ou querem tratá-la com aspirina. Sem Bolsonaro o Brasil perderia a esperança de sair da espiral de pobreza, insegurança e corrupção que nos tem caracterizado. Com a vitória de qualquer outro candidato o crime se arranjaria muito bem. Se Bolsonaro faltasse, todos os criminosos do Brasil, seja de colarinho branco ou de qualquer cor, abririam champanha e disparariam suas armas para o alto em comemoração.
Então, como pode alguém argumentar que “violência gera violência”? Sustentar que “a culpa é do clima de ódio”, ou “do radicalismo” ou “do extremismo”? Um cidadão de bem, um político patriota, ergue-se contra o crime e, ao sofrer uma brutal tentativa de assassinato, a culpa é dele? A culpa é da coragem que ele teve de sair às ruas falando abertamente contra o crime? Vamos colocar no mesmo pé de igualdade o crime e aquele que quer enfrentá-lo? Falar firme e inequivocamente contra o crime é uma “violência” semelhante à violência dos criminosos acuados que querem livrar-se do seu maior inimigo?
Não podemos cair no clichê de que “violência gera violência”. O que há é simplesmente isto: um projeto político de combate ao crime gera desespero por parte do crime, e esse desespero chega agora ao ponto da violência mais extrema.
Clima de extremismo? Então colocaremos em igualdade moral os que defendem com seus atos e palavras a sociedade, tentando salvá-la do colapso produzido pelo crime, e aqueles que pretendem perpetuar os esquemas de poder criminoso? São ambos extremistas? Devemos rejeitar o bem porque o bem é o extremo oposto do mal? Afinal, são dois extremismos. Devemos optar por um meio termo pastoso e inconsequente em lugar de defender o bem, apenas para não sermos chamados de extremistas? Devemos acomodar-nos com um meio termo que deixará no lugar todas as estruturas do mal? O crime sai lá de suas profundezas e, com os anos, vai ocupando todas as posições no “centro”, contaminando o “bom senso”, conquistando espaços no discurso oficial, na mídia, na academia – mas quando alguém decide lutar contra ele e reverter essa marcha o crime grita: “Não pode! Isso é extremismo!” Se ainda assim o adversário insiste, o crime vai lá e o esfaqueia – e imediatamente sai pela mídia cinicamente dizendo que “violência gera violência”. Ora, acaso é o combate contra o mal que gera o mal? Se deixarmos de combater o mal, o mal desaparecerá? Ou se fortalecerá ainda mais, utilizando tanto os meios violentos quanto os não violentos, conforme sua antiga estratégia?
Abandonar a defesa do bem, abandonar o combate ao crime para não ser chamado de “radical”, terá por único efeito abandoar ao crime todo o terreno da disputa política. Aceitar o discurso segundo o qual a culpa do atentado é “o clima de extremismo” significaria deixar-se intimidar pelo crime.
Outro político talvez pensasse: “É mesmo, estou pegando muito pesado contra o crime, vou pegar mais leve e talvez não me esfaqueiem de novo. Desculpa aí, crime, foi mal!” Bolsonaro não pensará assim! Mas não podemos deixar que o discurso oficial da mídia construa essa narrativa e convença as pessoas que ainda escutam a mídia. Se deixarmos a grande mídia construir a narrativa, o efeito será enfraquecer a mensagem de Bolsonaro e fortalecer o crime.
É preciso, assim, contrastar a narrativa automática da mídia com a simples realidade: o grande inimigo do crime foi atacado e quase morto pelo crime. A única coisa a fazer é nos propormos a combater o crime junto com ele. O desespero do crime, evidenciado pelo atentado, mostra que estamos mais perto do que imaginaríamos no caminho para reconquistar o Brasil.

As pessoas que não têm formação intelectual suficiente para alcançar o patamar do conhecimento objetivo julgam tudo o que dizemos como expressões do nosso estado subjetivo, das nossas emoções, dos nossos gostos e preferências. O que afirmamos na clave do ser e do não-ser, do verdadeiro e do falso, elas ouvem na do “gosto” e “não gosto”, da afeição e da repulsa, do simpático e do antipático. [ 197 more words ]
https://blogdoolavo.com/a-politizacao-de-tudo/

O amor aos animais é o mais recente pretexto que o diabo inventou para fomentar o ódio à espécie humana.
https://blogdoolavo.com/modas-culturais/

 

7.9.2018

A pressa da grande mídia em caracterizar o autor do atentado ao Bolsonaro como um lobo solitário sem conexões políticas, ao mesmo tempo que os parceiros do bandido começam a aparecer, evidencia claramente uma ânsia criminosa de inocentar a esquerda — a mesma cujos membros mais assanhados vêm há meses pregando abertamente o assassinato do Capitão. E o slogan prontinho, “Violência gera violência” nivela e iguala à pregação aberta do crime de morte a simples exigência da resposta armada aos bandidos armados.
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Comunistas e seus simpatizantes, os tipos humanos que ao longo de todo um século mais pregaram e praticaram a violência armada contra inocentes desarmados, são os que mais se fazem de escandalizadinhos quando um candidato presidencial, ecoando a voz do povo e o mais sadio senso comum, diz simplesmente que contra assassinos armados é preciso reagir à mão armada. A mentalidade do homicida que para escapar à Justiça se faz de coitadinho pacífico e indefeso já se tornou o estado de espírito dominante no mundo chique da mídia, da política, do show business e das universidades. Estamos sob as ordens de uma elite visceralmente assassina e psicopática.
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Bolsonaro e os assassinos coitadinhos
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OS CRIMES POR TRÁS DO CRIME:

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Como será o lançamento da versão online de “Bonifácio – O Fundador do Brasil”?
Clique no link desta imagem e saiba tudo nesta Live!

https://youtu.be/GaADakGJ7ZE

Daqui a pouco, às 23h00 de Brasília, estarei online num hangout com a Joice Hasselmann sobre o atentado contra o Bolsonaro.

Olavo de Carvalho – Bolsonaro e os assassinos coitadinhos
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Vejam e ouçam:
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Experimenta isto.

“O mundo está cheio de coisas grandiosas e maravilhosas onde tem um sinal de Deus, um sinal da eternidade marcado na história. Aproxime-se disso, absorva isso. Não vá só pelo gosto: ‘Ah, eu gosto disso, eu gosto de ouvir Bach!’… Pare com esse negócio! Se você vai só pelo que você gosta, você vai gostar sempre da mesma coisa e vai entrar no repetitivo. Não se trata do gostar, mas do absorver e do compreender. Leia a vida dos santos, mas não venha com negócio de carolice para cima de mim, porque as pessoas lêem um pouco disso e já começam a falar em linguagem evangélica ou então abrem a boca e parece que é Santo Tomás de Aquino que está falando. Isso tudo é imitação grosseira. Você tem de imitar o fundo.
Faça o seguinte teste: experimente ser bom, ser muito bom, generoso, perdoar sempre as pessoas, sempre, por dentro e por fora. Já tentou isso alguma vez?
Ou faça outro experimento mental: diga ‘de agora pra diante, tudo que me acontecer é culpa minha; não vou culpar mais ninguém’. Isso não é bem verdade, mas é uma disciplina.
Quando você se irritar por pequena coisa, engula, fique quieto e faça de conta que não aconteceu, porque não tem coisa mais deprimente e mais prejudicial do que você se irritar por pequenas coisas. Por exemplo, com crianças.
A criança derruba um prato, você fica louco da vida. Por quê? É pecado derrubar o prato? A criança cagou na fralda na hora que você estava pensando em outra coisa. É pecado? Ela fez alguma coisa moralmente errada? Mesmo se fosse moralmente errada não é para você condenar. ‘Ah, aquilo me incomodou’. Mas é pecado incomodar você? Quem é você?
Não é pecado incomodar o Olavo, não é pecado encher o saco do Olavo, então por que eu vou ficar bravo com essas coisas?
Pense assim: de agora em diante eu só ficarei bravo com aquilo que ofender o Nosso Senhor Jesus Cristo ou a Nossa Senhora ou o Espírito Santo. Se ofender só a mim, ‘me ne frega’.
Experimenta isto.
Daí você vai ver que, mesmo se você esteja no Brasil, sem ocasião de sair daí, você já vai se elevar acima da sociedade.
Claro que você vai sofrer e as pessoas não vão te entender, mas e daí? Qual é o problema de não te entenderem? Quem jamais foi incompreendido neste mundo?
Acredite que existe a verdadeira bondade, que existe a santidade, que existe o heroísmo, acredite nessas coisas porque elas existem mesmo.
Agora, na sociedade brasileira elas não fazem parte, a mesquinharia é obrigatória — é disto que você tem que se livrar, não é tanto do país.”

— Olavo de Carvalho, fragmento da aula 170 do Curso Online de Filosofia.

6.9.2018

O IMBECIL COLETIVO já chegou na livraria do seminário!
https://bit.ly/2MTJR0r
Despacho em 1 dia útil.

A aguardada reedição do clássico de Olavo de Carvalho.

Este O imbecil coletivo é um clássico. Dos mais demandados títulos do Brasil. É preciso, no entanto, correr para que essas duas sentenças não sejam compreendidas pelo que não querem dizer. Correr para explicar que: 1) sim, este livro é reedição de uma obra clássica, cultuada, vendida a preço de ouro em sebos etc.; 2) e que tudo isso se dá sem prejuízo de que também seja obra de espantosa, assustadora, atualidade. O Brasil está todo explicado no volume que ora se folheia – o Brasil de 2018 tanto quanto o de 2028. É verdade que algumas personagens caducaram. Não importa. (Ninguém sentiu falta.) Outras da mesma natureza lhes ocuparam o lugar. (Ninguém notou.) Não importa. A matéria do exame de Olavo de Carvalho está acima de fulanizações: é o conjunto de mentalidades que rebaixou o país à indigência moral, à miséria intelectual.

Sobre o autor:

Olavo de Carvalho é filósofo e autor de vastíssima obra, tendo como principal o best-seller O mínimo que você precisa para não ser um idiota. Foi criador do site Mídia Sem Máscara e do programa de rádio pela internet True Outspeak; e é presidente do Inter-American Institute.

Ficha Técnica:

Número de Páginas: 448
Editora: Record
Idioma: Português
ISBN: 9788501112934
Dimensões do Livro: 16 x 23 cm

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Adélio Bispo de Oliveira foi a mão que realizou os pensamentos de toda a elite bilionária, de toda a esquerda subsidiada, de toda a mídia comprada. Bolsonaro está cercado por milhões de assassinos, E ainda veremos toda essa gente alegando a violência que ele sofreu como prova de que o violento é ele. Esperem e verão.
https://blogdoolavo.com/pensamento-e-acao/

 

Aguente firme, Capitão. Estamos orando por você, o que no momento é o mesmo que orar pelo Brasil.

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Figurão ou Zé-Mané, CADA UM que saia por aí justificando o atentado deve ser processado por apologia do crime. Grande ou pequeno, que não escape NINGUÉM.
https://blogdoolavo.com/chega/

Por que esses documentários pretensamente científicos estilo National Geographic sempre representam os homens primitivos como tipos sujos e desalinhados? Entre os índios do Xingu não se vê um só sem banho tomado e cabelo penteado.
https://blogdoolavo.com/perguntar-nao-ofende/