9.10.2017

Hoje entendo, finalmente, o óbvio: Tanto a gritaria da mídia mundial contra os padres pedófilos quanto a paranóia anti-pedófila dos anos 80-90 do século passado, quando qualquer homem adulto que sorrisse para uma criança na rua era suspeito de pedofilia, foram lançadas pelos mesmos altos círculos de bilionários esquerdistas pedófilos que hoje vão passando, de maneira cada vez menos sutil, à legitimação aberta das relações sexuais entre adultos e crianças. Sem alguns anos de treino dialético, é impossível apreender a unidade de sentido por trás desses trejeitos sinuosos da estratégia globalista-revolucionária.

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A Paula Lavigne não “faz” propaganda de pedofilia. Ela É essa propaganda.

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A mente humana funciona mediante contradições, donde se conclui que os movimentos da história social, cultural e psíquica não são lineares, mas sinuosos. Os estrategistas revolucionários já entenderam isso desde o início do século XIX, mas a massa conservadora se deixa manipular, aderindo a esta ou aquela “causa” isoladamente, conforme esta lhe pareça coerente com os seus valores morais abstratos, sem perceber o encaixe dela na dialética do processo total.

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Quando o Pe. Paulo Ricardo, de pura gozação, posou segurando uma espingarda para uma foto na minha casa, os jujubas fizeram carinhas de virgens escandalizadas, que tão bem definem o seu caráter. Esses mesmos faziam vista grossa quando padres revolucionários rezavam missa de metralhadora na mão.

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A incapacidade de discernir entre intenção humorística e literal é traço característico de doença mental, mas hoje tornou-se, nos círculos bem-falantes, uma obrigação moral incontornável.

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Sem isso, o Bolsonaro jamais teria sido condenado pelo que disse à Maria do Rosário. Um “handicap” psicótico tornou-se jurisprudência consagrada.

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Em termos de agitação de massa, a gritaria contra as exposições do Santander e do MAM é ótima. Como estratégia judicial, é tiro no pé.

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A compreensão do processo histórico só tem uma regra áurea: Distinguir, distinguir e distinguir.

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Quando você percebe uma analogia entre fatos, procure distinguir se há entre eles uma continuidade material de ações e agentes, uma repetição cíclica não intencional ou uma mera coincidência. É só fazer isso e você se livra do marxismo para sempre.

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A única coisa que me emputece de raiva é quando faço uma piada e as pessoas acham que escrevi aquilo puto de raiva.

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A maior parte dos panacas sobre os quais escrevo não me inspira nem um pingo de raiva. Sou sempre grato a quem me dá a ocasião de inventar uma piada nova.

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Conselho aos humoristas principiantes: Se você tem raiva de alguém, não faça piadas sobre ele. Humor raivoso é pueril, fingido e triste.

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O rito singelo da absolvição seguida da comunhão é o maior dom que Deus conferiu à humanidade desde a criação do mundo. Todas as iniciações esotéricas, comparadas com isso, são apenas um brinquedinho.

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Pelo que li no ECA, o que é crime é exibir a uma criança uma cena de sexo ENTRE CRIANÇAS. Os organizadores das exposições foram espertos o bastante para não cair nessa. Estou certo?

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Há uma profecia budista de que no final dos tempos surgirão muitos crimes não enquadrados nas leis…

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Com a Bia Kicis:

https://www.facebook.com/biakicisoficial/videos/871455003021063/

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Um dia o Donald J. Trump se arrependerá amargamente de não ter “drenado o charco” ANTES de cuidar da economia e da imigração.

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O “wishful thinking” é elemento essencial da retórica política, portanto do jornalismo também: para fazer com que algo aconteça, dar a impressão de que já está acontecendo. O analista político sério deve COMEÇAR POR RENUNCIAR A ESSE VÍCIO PARA SEMPRE, por mais tentador que ele seja.

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8.10.2017

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Alguns brasileiros esperam que um governo “de direita” acabe com a cultura esquerdista na base da repressão policial. Vinte anos de repressão policial, no tempo da ditadura, só reforçaram essa cultura ao ponto de que no dia seguinte da saída dos militares a esquerda já dominava o panorama nacional. Há mentes que funcionam pela lei da gravidade: quando soltas no ar, caem de volta no mesmo lugar em que estavam antes.

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A esquerda conserva seu domínio do establishment cultural — seus postos, suas verbas — mas nunca esteve tão fraca, tão estéril intelectualmente. A direita, com seu imediatismo eleitoral ou intervencionista, está perdendo a maior oportunidade que a História já lhe deu.

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Eduardo Paiva e Norton Dornelles : Que a repressão à cultura esquerdista no regime militar foi tênue, ineficiente e entremeada de tentativas de sedução por meio de verbas e cargos, é um fato. Mas negar que ela tenha existido e que, em essência, ela fosse a ÚNICA estratégia conhecida pelo governo da época é um erro histórico monstruoso, pura mitologia de uma direita nascente que, incapaz de criar uma cultura para ocupar o lugar da adversária, nada tem a lhe opor senão o ódio, o medo e o garganteio. O número de professores removidos dos seus cargos nos dois primeiros anos do regime militar já basta para dar por terra com essa ilusão autolisonjeira. A comparação com a América do século XIX é também baseada num estereótipo descabido. A cultura afro não se conservou mais forte no Brasil do que nos EUA porque a cultura protestante fosse “mais eficiente” em absorvê-la do que a católica, mas porque os negros nunca chegaram a ser mais de doze por cento da população americana, enquanto no nosso país chegaram a constituir A MAIORIA do contingente demográfico antes da chegada das grandes levas de imigrantes já no século XX (sem contar o fato de que o governo imperial maçônico reprimia, isto sim, a Igreja Católica). Quanto aos índios, não houve nos EUA nenhuma política de “repressão cultural”, mas um estado de guerra constante causado pela ocupação maciça do território (fenômeno que jamais veio a acontecer no Brasil). A cultura da esquerda não permaneceu dominante no Brasil por falta de repressão mas por FALTA DE UMA CULTURA ALTERNATIVA que ocupasse o seu lugar, tanto na época dos militares quanto AINDA HOJE. A indolência cultural da direita, que já era grande e vergonhosa quando os direitistas estavam no poder, tornou-se ainda maior e mais abjeta depois da “redemocratização”, e hoje, descontados os poucos frutos da MINHA PRÓPRIA atividade, continua a ser um traço marcante do estado de coisas no país.

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O governo militar só entendia a cultura como pura propaganda (corto o meu saco se alguém provar que havia na época UM general capaz de ler Georg Lukacs ou Theodor Adorno), e suas débeis iniciativas no campo foram, elas próprias, sinais da incultura oficial, como o filme “Independência ou Morte”, a introdução da “Educação Moral e Cívica”nas escolas ( da qual os próprios comunistas acabaram tirando proveito sem que o governo se desse conta), uma meia dúzia de filminhos de propaganda patriótica e a promoção de programas de TV como os do Amaral Netto.

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Se fossem retirados das livrarias todos os livros esquerdistas, a produção intelectual da direita não chegaria a preencher dois por cento do espaço nas prateleiras. Entendem o que é FALTA DE UMA CULTURA ALTERNATIVA?

Cesar Rey Xavier Sofro na pele toda vez que preciso indicar obras aos meus alunos. Não há equilíbrio do espectro ideológico das publicações. Não há contraponto suficiente.

Olavo de Carvalho “Não há contraponto suficiente” é o resumo da ópera.

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A indolência intelectual da direita brasileira não se mostra só na escassez da sua produção mas até no seu desinteresse pela produção existente já antiga. Quantos “formadores de opinião” direitistas hoje em dia leram João Camilo de Oliveira Torres, Gilberto Freyre, Nicolas Boer ou mesmo Gustavo Corção e José Guilherme Merquior? Quantos estão empenhados, como eu e meus alunos, no resgate das obras de Mário Ferreira dos Santos ou da figura histórica de José Bonifácio de Andrada e Silva? Que nada! Só pensam em eleição ou em “intervenção militar”.

Fábio de Nunes Obrigado,professor. Mas,já temos o blogue do Luciano Ayan. Hahahahaha
Olavo de Carvalho É a salvação da lavoura! Que seria de nós sem o Luciano Aymeuânus?

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Pequena obra-prima de diálogo num filminho da série “The Saint”:

MARIDO: — Você é imensamente chata quando bebe.
MULHER: — E você é imensamente chato quando eu não bebo.

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A produção de livros de polêmica jornalística até que não está mal. O que falta são livros de valor científico e literário.

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O método marxista INTEIRO, tanto na sua formulação originária quanto nas suas inúmeras versões modernizadas – de Lênin a Zizek –, jamais consistiu senão em analogias gerais entre entidades abstratas tomadas como “estruturas”, sem a menor atenção às ações e agentes humanos reais envolvidos no processo. É impossível que, por essa via, jamais se descubra alguma coisinha, mas esperar que aceitemos isso como uma ciência supera o que o mais benevolente saco humano pode aguentar.

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Em “O Anti-Édipo”, Gilles Deleuze e Félix Guattari fazem algumas analogias engenhosas entre livre mercado e abuso sexual da infância, donde concluem que o capitalismo é o culpado pela pedofilia, sem que nem lhes passe pela cabeça a noção de que esse fenômeno foi endêmico, em proporções imensamente mais vastas, em civilizações antigas e em sociedades tribais que desconheciam a economia de mercado, assim como — puta merda! — em comunidades animais. Muito menos lhes ocorre que, no quadro capitalista, nenhum teórico liberal ou conservador do livre mercado fez jamais a apologia da pedofilia, cabendo esse papel quase que exclusivamente a intelectuais de esquerda interessados em aproveitar-se das vulnerabilidades do sistema para corrompê-lo até que o seu fedor se torne insuportável.
O marxismo nunca passou disto: exploração astuta de curiosas coincidências — uma filosofia para cérebros medianos. Não espanta que desperte tamanho interesse nas massas de semi-intelectuais universitários e midiáticos e quase nenhum entre os gênios da filosofia, da ciência e das letras.

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Tal como muitos outros pensadores, os dois maiores gênios da filosofia no Ocidente — Sto. Tomás e Leibniz — viveram na mais estrita castidade, sem que isso prejudicasse no mais mínimo que fosse a sua inteligência ou criatividade. Em todo o mundo, milhões de pessoas, por motivos religiosos ou outros, vivem na mais completa abstinência sexual, e decerto sua presença numérica não é nenhum recorde nas estatísticas de doenças mentais. Outros BILHÕES de pessoas submetem-se à mais estrita monogamia, sem que esta, em si, e descontados os desastres que podem acontecer em qualquer situação humana, possa ser razoavelmente apontada como causa de distúrbios psíquicos. Diante desses fatos, é impossível não concluir que o desejo sexual não é uma compulsão irresistível ou necessidade incontornável, mas um impulso de força muito variável e relativa, dependendo, em grande parte, da imaginação e da vontade. Sendo assim, torna-se espantosa a obsessão sexual onipresente na nossa sociedade, que chega a fazer de preferências e fantasias sexuais a base de programas políticos inteiros, assunto constante nos debates legislativos e decisões de governo.

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Todo o bem que eu possa fazer nesta vida limita-se à esfera de atividade que me é própria: a educação superior de pessoas adultas. Não tenho vocação para a política, nem para a administração pública ou privada (não administro nem os cocôs do meu cachorro). Sei criar duas ou três crianças de uma vez, mas diante de uma classe repleta delas ficaria como barata tonta. Tenho alguma capacidade de liderança, em caso de necessidade, mas odeio dar ou receber ordens, de modo que não poderia jamais ser milico. Enfim, sinto-me como o cidadão português que, amassando com seu caminhão a porta do meu carro, olhou o estrago e, coçando a cabeça, concluiu com uma inocência comovente:
— É. Eu fiz o que pude.

7.10.2017

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“Esse véio (Olavo de Carvalho) não tem cu para me enfrentar”, diz o Daniel Aragão.
O sujeito que acha que coragem é uma questão de cu não precisa dizer mais nada. É um cu destemido.

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Sinais dos tempos. Antigamente os valentões se gabavam dos seus paus. Agora gabam-se dos seus cus.

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Perguntinha inocente: Se é para derrubar estátuas de escravagistas, por que a do general Lee, que nunca teve um escravo, e não a do general Grant, que os tinha aos montes?

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Quando vejo tanta gente tendo chilique por qualquer bobagem, admito que o Whitall Perry tinha toda a razão no que disse dos brasileiros:
— It’s a very nervous people.

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Perguntinha inocente: O Bolsonaro me elogiou uma ou duas vezes, e pronto, já virei “mentor” dele. Então por que não sou mentor do Ciro Gomes, que já me elogiou muito mais?

“Olavo de Carvalho, esse grande brasileiro.” (Ciro Gomes, Bienal do Livro, 1997.)

Já recebi elogio até do Leonel Brizola. Só me parece que um leitor gostar do que eu escrevo não me torna mentor dele.

Até o Claudio Lembo falou bem de mim, caraio.

Não é esse o ponto que está em discussão. Já recebi elogio até do Leonel Brizola. Só estou dizendo que um leitor gostar do que eu escrevo não me torna mentor dele.

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Há DÉCADAS a elite globalista encomenda e financia milhares de pesquisas como esta. E ainda tem gente que acha que pode enfrentá-la no grito. (Agradeço o link ao Bruno Gama Duarte.)

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Tenho a CERTEZA de que as exposições do Santander e do MAM não foram feitas para disseminar a pedofilia, mas para desmoralizar os conservadores numa pegadinha judicial. E conseguiram.

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O touro sempre se fode porque acha que seu inimigo é o pano vermelho. Nem imagina que há toda uma platéia apostando na sua desgraça.

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Ah, seria tão bom se antes de descarregar sua ira contra alguma coisa o pessoal me perguntasse se é mesmo alguma coisa…

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Mais gente, na direita, ficou indignada com as exposições do que com a gigantesca fraude eleitoral de 2014.

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Vocabulário da Gwen-Gwen:

FAIO = fire.

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Quando penso no Brasil, sempre me inspiro no que disse da Espanha o grande Antonio Machado:

Fue un tiempo de mentira, de infamia. A España toda,
la malherida España, de Carnaval vestida
nos la pusieron, pobre y escuálida y beoda,
para que no acertara la mano con la herida.

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Conclusão das minhas pesquisas lingüisticas com as crianças:
Cockloach = balata.

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Com dinheiro, eu facilmente criaria no Brasil a melhor universidade do mundo. Já sei de cor todo o corpo docente da minha universidade imaginária.

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Infelizmente. no Brasil, só há verbas, estatais ou privadas, para projetos que sejam do interesse, não do povo brasileiro, mas da elite global.

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O povo brasileiro parece que nasceu mesmo, como dizia Capistrano de Abreu, para ser “capado e recapado, sangrado e ressangrado”.

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Se fosse criar uma universidade, sabem quanto dinheiro eu gastaria em construções? Nem um tostão. Distribuiria os departamentos pelos prédios da cidade, como fez a VCU.

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O sujeito que inventou o “campus” universitário deveria ser pendurado pelo saco em praça pública. É uma comedeira de dinheiro que só serve para isolar os estudantes da vida real da sociedade e fazer deles uma elite alienada e empombada.

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Tomar atitudes políticas com base na emoção é dar a cara a tapa:

https://oglobo.globo.com/cultura/artes-visuais/artistas-vao-processar-politicos-por-difamacao-21918515

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Quando uma facção política é incapaz de ter iniciativa intelectual e quer resolver tudo no voto, nos tribunais ou na porrada, como um bando de adolescentes enfezados, ela TOMA NO CU.
DIGO ISSO HÁ VINTE ANOS, MAS É COMO FALAR COM UM CARRAPATO.
Luta política sem hegemonia cultural é arte marcial estilo Daniel Aragão: bravura anal.

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Só o que se vê por toda parte, no Brasil, são cus carnívoros e picas veganas.

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Passei décadas criando um estilo literário que fosse a síntese do erudito e do brega. Consegui, mas, para compensar, ficou impossível de traduzir. Talvez só em romeno, língua cujos usuários têm uma tradição de humor absurdo parecida com a do Brasil.

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Aprendi muito com os fantásticos humoristas portugueses Santos Fernando e Raul Solnado. León Bloy, descontada a amargura, também me ensinou muito.

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Nada me desagrada mais, na expressão escrita ou oral, do que uma ênfase emotiva feita só de palavras.

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O Daniel Arregão está reclamando que eu tenho pau mole. Mas ele não me avisou que veio aqui na expectativa de que eu comesse o seu cu.

Admito, Daniel: as picas dos Veadascos são mais novas.

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Stella Caymmi, nas notas que acrescentou ao meu “Diário” em preparação, lembra ao distinto público que nos meus cursos no Rio eu botava o pessoal para estudar Georg Lukacs e Lucien Goldmann.

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Se uma facção política não tem um círculo de intelectuais qualificados para fazer exames periódicos da conjuntura e avaliar meticulosamente as possibilidades de ação, ela vai errar e se foder mesmo quando conta com o apoio da maioria da população. A direita brasileira não apenas não tem, mas nem desconfia que precisa.

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Josias Teófilo não fez o mal a ninguém e agiu sempre dentro da lei. Quem brigar com ele vai tomar uma fumeta dos diabos.

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Georg Lukacs, embora fosse um filho da puta e um puxa-saco compulsivo, foi o ÚNICO talento filosófico de primeira ordem que a tradição marxista gerou. Henri Lefebvre merece um honroso segundo lugar. Hoje em dia, o Antonio Negri não desonra a camiseta. O resto é um bando de idiotas.

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É difícil contentar as pessoas. Recebi o Daniel Arregão com toda a gentileza, alimentei o desgraçado, ofereci a ele metade da minha participação financeira no filme, mas, insensível como uma porta, não percebi que tudo o que ele queria era uma pica dura.
Fiquei surdo ao clamor mudo daquele cu atormentado.

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Hoje no COF: Razão e emoção.

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Este assunto já deu no saco, mas não posso deixar de observar o seguinte: Uma mulher de cinquenta anos, que até a véspera vivia da minha ajuda financeira, de repente e sem aviso prévio parte para uma tentativa de parricídio moral pela grande mídia, e ainda tem gente que acha que eu deveria tentar resolver tudo numa conversa em privado com a dita cuja. Só mesmo no Brasil, terra do analfabetismo funcional.

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Donald J. Trump não passa de um empresário inteligente, bom administrador da economia americana. Em matéria de LUTA política, é uma nulidade.

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O estudo “Poder e pedofilia”, que apresentei na aula de sábado passado, tem de ser complementado pelo de um fenômeno já velho de várias décadas, a onda de regressões fraudulentas de memória que resultou numa epidemia de acusações falsas de abuso sexual infantil e produziu uma atmosfera geral de suspeita contra pais e mães, logo aproveitada pela autoridade estatal como pretexto para solapar o pátrio poder na educação das crianças.
A pobre “direita” brasileira está perdida no meio desse ziguezague de transformações socioculturais como cego em tiroteio, com a diferença de que o cego também atira.

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A sexualização em massa das crianças é OBVIAMENTE uma indução à pedofilia, mas uma indução indireta e de longo prazo que visa à produção de um efeito estatístico disperso e não de um crime imediato e concreto. É algo que NÃO PODE ser combatido no campo jurídico-policial, ou pelo menos não pode sê-lo sem uma prévia descrição científica do fenômeno em toda a sua complexidade.

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Se o Trump tivesse dez por cento da inteligência política que seus devotos imaginam que ele tem, homens como o Jeff Nyquist e o Cliff Kincaid estariam na sua assessoria em vez dos dinossauros obamistas e rinos em profusão que ainda a povoam.

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A elite esquerdista endinheirada perdeu boa parte do seu prestígio, mas conserva todo o controle dos meios de fazer o povão de trouxa.

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Nos anos 90 propus uma pesquisa científica abrangente sobre o viés esquerdista da mídia nacional. Era o PRIMEIRO PASSO INDISPENSÁVEL para o surgimento de alternativas ao esquerdismo dominante. Até hoje não foi feita. E ainda querem que eu leve a direita nacional a sério, puta merda. Agora só falta algum carreirista macaquear a idéia para fins de autopromoção e realizá-la com o cu.

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O cu nacional já está tão afrouxado que mesmo com piroca abatida e mole a esquerda continua a comê-lo.

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Tentar combater a hegemonia gramsciana com medidas jurídico-policiais é como tentar espremer o ar com um alicate.

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O combate judicial tem seu lugar como instrumento auxiliar apenas, dentro de uma estratégia geral. Se não há estratégia geral nenhuma, ele se torna um fetiche substitutivo, ridículo e prejudicial.

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Façam as contas: Desde que, nos anos 90, abri praticamente sozinho um rombo no muro da hegemonia esquerdista, dando espaço para que surgissem alternativas à política dominante e monopolística , QUANTAS PESSOAS fizeram carreira na “direita”, ganhando com isso dinheiro, prestígio e cargos? E, de tudo o que elas fizeram, que foi que resultou de bom, de efetivamente bom para o povo brasileiro? A desproporção é colossal.

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“Só se vence aquilo que se substitui.” (Nietzsche)
A própria ditadura militar criou algo para substituir a cultura esquerdista?
A tal “direita nacional” está criando?
Só quem está criando somos eu e os meus alunos, que, nas dimensões do quadro total, somos umas formiguinhas.
O resto SÓ ESTÁ ATRAPALHANDO.

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Josias Teófilo fez mais contra a hegemonia gramsciana do que todos os movimentos “de direita” somados.

6.10.2017

Excetuados os judeus na Alemanha dos anos 30, nenhuma raça sofreu uma campanha de difamação tão vasta e sistemática quanto a raça branca está sofrendo agora. Com a diferença de que os nazistas falavam eufemisticamente em “solução final” — linguagem cifrada na qual só os iniciados do Partido captavam a alusão ao genocídio — e agora o pessoal fala abertamente em extermínio.

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Os impérios africanos e os traficantes muçulmanos escravizaram MUITO mais negros do que os europeus, e é POR ISSO MESMO que seus descendentes hoje lançam a culpa de tudo na civilização européia. Ninguém é mais eloqüente na retórica indignada do que o criminoso que descarrega suas culpas sobre um bode expiatório.

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Picas moles e verdades duras:

Mônica Camatti

Não entendo homem que defende o uso e a existência de uma coisa desprezível chamada: CAMISINHA.

Desculpe a sinceridade, mas o homem pra usar aquilo tem que estar muito arruinado, muito lascado.

Incapaz de conseguir uma mulher confiável e que confie nele, que ele ame e que o ame, lhe resta usar um pedaço de plástico intransponível para impedir o contato e para separar…

…tudo o que haveria de conexão autêntica e real, de pele e suor, de carne e sangue, que são as coisas que possibilitam uma verdadeira união e uma possível procriação.

Agora, usar isso dentro do casamento, aí já é abominação. É como dizer pra sua mulher ou seu homem: “eu te amo, baby, mas não arrisco me contaminar com você”. É uma piada boçal, né nón?

E mesmo numa relação ilícita, não consigo imaginar como a modernidade conseguiu normalizar nas mentes o uso disso, como conseguem interromper o fluxo do ato para colocar tamanha vergonha entre as pernas. Isso é uma verdadeira obscenidade.

Uma pessoa humana dificilmente consegue separar sexo de amor e a camisinha é o objeto que de fato e cabalmente, separa os dois. Um ato sexual por amor sempre arrisca tudo, sempre é completo, sempre é totalmente, a entrega jamais se restringe.

Não é só por isso que vejo com maus olhos, também é algo que, a meu ver, tira a dignidade da mulher. O homem pode até não confessar, mas ele não vê com os mesmos olhos uma mulher que aceita manter relações sem contato íntimo: ela se deixou ser uma peça na masturbação a dois dele.

É a animalização do ser humano, é um tipo de pornografia ruim e de mal gosto no meio do século das liberdades sexuais mais amplas e generalizadas. Na Idade Média o povo sabia aproveitar. No século XXI só sabem fazer imitação caricata e broxa de sexo.

Os homens estão viciados e hipnotizados pelo porn em hdtv e as mulheres estão morrendo de falta de macho. Uma avó de 80 anos teve 10 filhos, e até hoje conta suas histórias de sacanagens, enquanto as mocinhas e os rapazes jovens ~transam~ via app.

A realidade é um negócio que as vezes me incomoda tanto que eu não consigo ver isso sem falar nada. Vocês não sabem o que estão perdendo, jovens. Vocês realmente não sabem.

Homens, larguem o celular e o computador e vão procurar uma mulher de verdade. Pelo amor de Deus, das poucas que sobraram, façam uma boa escolha e bom romance. Não aguento mais ouvir chororô de vocês. A situação está ficando apelativa.

As mulheres estão abandonadas. Os homens não querem mais saber delas. Tem site, tem putaria online, comidinha da mamãe, pra eles tá tudo oks. Que lamento pra vocês, dessa geração ínfame. Que asco.

Uma relação monogâmica, limpa de químicas, de anticonceptivos e do consumo de soja, limpa dos aplicativos e estímulos virtuais, sexualmente ativa e disponível para amar e se apaixonar a cada dia, é o melhor dos mundos, não sejam tolinhos. O bom é casar.

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Alguém aí tem o texto completo da matéria da Veja sobre o Bolsonaro para me enviar? Obrigado desde já.

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Conservadorismo do Brasil

A “arte” moderna.

Performance: Queimando a rosca.
Em 2018 isso muda

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Grande parte da legislação moderna, no Brasil e em outros países, tem finalidades que vão muito além dos seus objetivos nominais e aparentes. Uma dessas finalidades é a permanente estimulaçaão contraditória destinada a debilitar a inteligencia da populaçao, de modo a habituá-la a aceitar passivamente a qualquer ordem absurda. É um efeito bem conhecido dos estudiosos de seitas pseudo-religiosas como as do Rev. Moon ou de Rajneesh. Recomendo, a respeito, a leitura do livro de Flo Conway e Jim Siegelman, já velho de três décadas, “Snapping. America’s Epidemic de Sudden Personality Changes”.
Um exemplo bem característico é que uma mãe pode ser presa por amamentar o seu bebê em público ou um avô por fazer inocentes carícias no rosto da sua neta, mas a lei protege a exposição em que uma criança toca, sem motivo aparente e para fins de mera exibição, o corpo de um homem nu deitado.
Seria um exagero ver neste último acontecimento uma propaganda ostensiva da pedofilia. Ele é antes um ato de dessensibilização moral da população, preparando-a para aceitar, no futuro, não somente a legitimação da pedofilia como “orientação sexual”, mas qualquer outra absurdidade que o governo deseje lhe impor. A propria indignação popular quanto ao que lhe pareceu uma promoção ostensiva da pedofilia já revela um certo estado de confusão, no qual ninguém consegue distinguir entre a longa e sutil preparação da atmosfera mental para uma futura modificação de comprotamento e a prática atual de um crime. Para mim, é claro que os criadores das duas exposições, do MAM e do Santander, já previam essa reação e a desejavam como oportunidade de expor ao ridiculo o moralismo conservador. Essas coisas não são assuntos para palpiteiros amadores. Leiam o livro de Pascal Bernadin, “Maquiavel Pedagogo”, e verão que as modificações comportamentais desejadas pela elite global são estudadas durante décadas em altos circulos cientificos, e só lentamente postas em prática, em caráter experimental, quando já se tem o controle suficiente das reações previsíveis, inclusive adversas, e os meios de desviá-las em favor do objetivo planejado.
As reações moralizantes, por dignas e respeitáveis que sejam em si mesmas, só revelam despreparo e amadorismo. A engenharia comportamental é uma disciplina que vem se desenvolvendo desde antes da II Guerra Mundial. Não é assunto para semi-analfabetos indignados.

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Que história, que palhaçada é essa de que sou “mentor” do candidato Jair Bolsonaro? Ele jamais assistiu a um curso meu, jamais conversou comigo em particular mais de alguns minutos por telefone e, que eu saiba, não leu da minha autoria senão alguns artigos de jornal e posts do Facebook. Mesmo na hipótese lisonjeira de que ele tivesse concordado com tudo, isso faria dele, no máximo, um leitor simpático, JAMAIS um discípulo, nem mesmo um aluno. Um mentor, que eu saiba, exerce uma influência formadora profunda e duradoura sobre a mente de um discípulo atento, dedicado e constante.

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Ana Clara Costa, a repórter da Veja, escreve que eu NEGO ter havido ditadura militar no Brasil. É uma garotinha boboca que se crê habilitada a descrever minhas opiniões sem ler NEM SEQUER OS MEUS POSTS DO FACEBOOK. Se os lesse, veria que, só no período de 2013 a 2015, me referi NO MÍNIMO QUINZE VEZES ao regime militar como “ditadura”. Na verdade, para perceber tal coisa ela não precisaria nem ler os meus posts. Bastaria consultar o bom e velho Google. Mas isso, para um jornalista brasileiro de hoje, é trabalho excessivo.

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O Prêmio Imbecil Coletivo tendo sido suspenso há muitos anos por excesso de candidatos, pensei em instituir, em seu lugar, o “Prêmio Filho-da-Puta do Ano”, mas prevejo que terá o mesmo destino do seu antecessor.

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A ameaça Bolsonaro – VEJA-2017-10-05

MATURIDADE INTELECTUAL E ESTABILIZAÇÃO DA VIDA FAMILIAR

Não tenham pressa de encontrar o seu caminho. Encontrei o meu muito tarde. Posso até datar: foi aos 43 anos. Antes disso, minha vida foi apenas uma luta feroz pela subsistência, e só não posso dizer que foi tempo perdido porque eu aproveitava cada minuto livre para estudar e estudar, sem ter a menor idéia do que iria fazer depois com tanto estudo. Na verdade eu não estava nem buscando caminho nenhum. Aquele que encontrei foi simplesmente seguindo o conselho do meu amigo Juan Alfredo César Müller: “Quando você não sabe o que quer fazer, faça o que é do seu dever.” Isso simplifica muito as coisas.
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Faça o que tem de fazer e o que pode fazer. So simple as that.
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P. S. – Quando falo em estudos, não são só livros. Fiz muitas investigações “in loco”, experiências vivas que às vezes me botavam em encrencas danadas. Mas valeu a pena.
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Usei muito o método do “observador participante” que aprendi nos livros do B. Malinowski. Participava com toda a seriedade, mas para observar a entender, sem comprometimento emocional integral. Quando uns bobocas se aventuram a especular minha biografia, fazem como quem, estudando a vida de um antropólogo, concluísse que ele era índio.
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Até minha participação na esquerda foi assim. Eu cumpria tudo direitinho, mas sempre colocando a situação entre parênteses.
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De tudo o que vi, só comecei a fechar algumas conclusões a partir dos 43 anos. Até lá, sempre considerei tudo provisório e experimental.
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É claro, ninguém entra na água sem se molhar, mas não custa nada pular fora e se enxugar.
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Não por coincidência, o começo da minha maturidade intelectual veio junto com a estabilização da minha vida familiar com a Roxane, depois de décadas de amores loucos — experiências que, aliás, não maldigo, mas agradeço.

5.10.2017

Num país onde 64 por cento da população desejam a liberação do comércio de armas de fogo, a minoria iluminada acha que ter uma delas é sinal de desequilíbrio mental. O Brasil é mesmo a terra do “Alienista” de Machado de Assis.

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Os EUA têm CEM MILHÕES de habitantes a mais que o Brasil, cinquenta por cento deles armados até os dentes, e tem SETE VEZES MENOS homicídios por arma de fogo. Por isso o Marco Antonio Vil suspira de alívio por estar longe da violência americana.

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Em todo o território americano, é ILEGAL modificar uma arma semi-automática para transformá-la numa automática — que foi exatamente o que o autor do massacre em Las Vegas fez. Se restrições à posse uso de armas servissem para prevenir homicídios, o crime de Las Vegas jamais teria acontecido. Explorando, no entanto, justamente a força hipnótica do paradoxo — a famosa estimulação contraditória –, os desarmamentistas, em vez de confessar que sua política é inócua e inútil, querem se aproveitar do episódio como pretexto para baixar MAIS restrições.
Nós, brasileiros, que somos campeões no duplo terreno da violência armada e do controle de armas, entendemos o quanto essa política é ofensiva à razão e à dignidade humanas, mas os americanos ainda são capazes de acreditar que possa haver nela um fundo de boa-fé.

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Qual o limite último daquilo que Max Weber chamava o “monopólio estatal do uso da força física”? Não há limite. Uma vez aceito esse monopólio como princípio legítimo, o Estado confere a si mesmo todos os direitos, numa gama que vai da proibição de olhares e palavras (compreendidos como agressão física virtual) até o assassinato em massa.

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O fato político mais relevante da nossa época, em todo o Ocidente, é o advento de uma esquerda elitista em luta contra uma direita populista.

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Que cada uma dessas facções, especialmente no Brasil, esteja meio inconsciente do seu papel atual e continue usando o vocabulário de outras épocas, é uma fonte de confusões tão inumeráveis quanto incapacitantes.

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Quando, ao longo do tempo, uma agenda político-social se impregnou fundo na cultura e no “senso comum”, ela já não parece uma agenda e sim a realidade mesma. Antonio Gramsci compreendeu isso com clareza ao dizer que a “revolução cultural” faria com que todo mundo fosse esquerdista sem saber. A mentalidade formada por esse fenômeno luta dia e noite pela causa da esquerda ao mesmo tempo que considera paranóia e teoria da conspiração qualquer menção à existência de uma hegemonia esquerdista. Cada vez que converso com um jornalista brasileiro, confirmo que Gramsci acertou na mosca.

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Por exemplo, o conceito da democracia como geração contínua e ilimitada de novos direitos se tornou tão natural e tão automatizado na mentalidade geral, que acaba sendo impossível, para a maioria das pessoas, perceber a obviedade suprema de que novos direitos são novos controles sociais e de que “mais direitos” significa, na prática, MENOS direitos.

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A quase totalidade dos nossos “legisladores” (termo que não posso escrever senão entre enfáticas aspas) não chega sequer a perceber que o direito de um é a obrigação de outro… Votam leis sem ter a menor idéia do que seja uma lei.

É sempre difícil saber se um político é idiota ou filho da puta…

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É ABSOLUTAMENTE IMPOSSÍVEL, a qualquer lei, estabelecer “direitos”. Leis, por definição e fatalidade lógica incontornável, só impõem obrigações e restrições.

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A expressão “direitos” é pura metonímia: designa uma obrigação ou restrição pelo hipotético efeito benéfico que, para um terceiro, resultará do seu cumprimento.

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Não foi por acaso, mas por fatalidade inexorável, que os “direitos do homem e do cidadão” resultaram no Reinado do Terror e no advento da ditadura napoleônica.
Explicar essa obviedade a uma cabecinha viciada em retórica advocatícia me parece uma tarefa quase impossível.

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É sempre difícil saber se um político é idiota ou filho da puta. São duas perfeições que se mesclam e se confundem.

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Se leis fossem sempre coisa boa, Deus teria feito mais de dez.

O número de leis existentes viola o princípio de que ninguém pode alegar ignorância da lei.

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O governante que impõe obrigações e restrições com o nome de “direitos” é como o estuprador que alega: “Não fui eu que comi o cidadão. Foi o cu dele que se apropriou do meu pau.”

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Nos EUA só existe liberdade de imprensa porque a primeira assembléia constituinte decidiu: “Este Congresso NÃO legislará sobre liberdade de imprensa.”

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Ainda estou com Lao-Tsé: o melhor governo é o que não faz NADA.

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Nos altos círculos intelectuais e acadêmicos, a luta pela legitimação social da pedofilia começou há quase um século, com André Gide (v. “Si le Grain ne Meurt”). Alcançou um ponto alto nos EUA com Alfred Kinsey (v. Judith Riesman, “Sexual Sabotage”) e na França com o líder gayzista Tony Duvert (v. “L’Enfant au Masculin”, 1980). Agora o fenômeno já é reconhecido até por órgãos de mídia (v. o link), e o Brasil ainda está cheio de IDIOTAS SEMI-ANALFABETOS que acham que falar disso é “teoria da conspiração”. No Brasil a completa ignorância é a única fonte legítima de autoridade intelectual.

https://www.thestar.com/news/insight/2013/12/22/is_pedophilia_a_sexual_orientation.html

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http://www.infomoney.com.br/blogs/economia-e-politica/economia-e-politica-direto-ao-ponto/post/6992595/olavo-carvalho-figura-mais-relevante-intelectualidade-atual-diz-cineasta

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O Livro dos Trinta e Seis Estratagemas Chineses diz que o sábio apreende os perigos ainda em germe, podendo assim preveni-los, ao passo que o homem vulgar só percebe o fato consumado quando é tarde demais para evitá-lo.
O que o autor do Livro não poderia imaginar é que um dia haveria um país no qual os homens vulgares se tornariam incapazes de perceber não apenas as raízes presentes dos problemas futuros, mas as raízes passadas dos perigos presentes.

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Em 1993 o gigantesco esquema de corrupção e dominação petista já estava sendo montado discretamente, e poderia ser desmantelado no nascedouro. Falei disso para dezenas de platéias civis e militares. Foi como tentar ensinar cálculo integral a uma lagartixa.

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É claro que vim aos EUA para aprender. Mas não para aprender com os pensadores americanos, que na maior parte eu já havia lido no Brasil e dos quais, para ser franco, só uns três ou quatro me parecem interessantes. Vim para aprender com o povo americano — o povo do interior, não o das capitais — o segredo da sua realização suprema: a criação de comunidades ordeiras, pacíficas e prósperas, num ambiente arquitetônico belíssimo na sua simplicidade e na sua integração quase perfeita ao ambiente natural. Não se pode aprender isso em Miami ou Nova York. Por isso escolhi o interior da Virginia, Estado que, por ser a mãe dos EUA, transmitiu suas virtudes ao filho sem contaminar-se dos vícios que ele adquiriu depois.

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Infelizmente, a nação americana que os brasileiros conhecem é a de Nova York, Miami e Hollywood — a casca ao mesmo tempo vistosa e podre que encobre um tesouro de virtudes humanas.

4.10.2017

Marco Antônio Vil chamou Olavo de Carvalho de “analfabeto”. É um pichador de muro dizendo que Caravaggio não sabe desenhar.

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A violência assassina voltada em Las Vegas contra uma massa de patriotas e conservadores é o produto nítido e inevitável de uma campanha de ódio empreendida por toda a mídia chique e por praticamente todo o establishment universitário americano há décadas. Novos episódios desse tipo sucederão inevitavelmente, e os inspiradores do crime ainda tirarão proveito dele como propaganda desarmamentista — no caso presente, fazendo vista grossa ao fato de que, praticado com arma legalmente proibida, o crime é a prova viva da falácia desarmamentista.

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Tipos como Marco Antonio Vil SABEM que são charlatães, que só podem se fazer de “intelectuais” graças à interproteção mafiosa e ao rateio de cargos na mídia e na academia. Mas acho ótimo que esses tipos comecem a proliferar na ala direita do espectro político, para tirar dos liberais e conservadores a ilusão de que o mero antipetismo ou anticomunismo os torna especiais, enobrecendo a sua indolência intelectual, mil vezes mais criminosa que a da esquerda.

Gaspar Henrique Stemmer Como algo pode ser mais criminoso que a maldade dos esquerdistas?
Olavo de Carvalho O desprezo pelo saber viola o I Mandamento.

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A esquerda, quando chegou ao poder, trazia um patrimônio de SESSENTA ANOS de debates internos e de realizações culturais de primeiríssima ordem. É verdade que essa tradição secou quase que imediatamente, cedendo lugar à demagogia auto-hipnótica vulgar e estúpida, caquética ao ponto de se mostrar incapaz de conscientizar a própria degradação intelectual e até mesmo de tirar proveito das suas glórias passadas.
Examinem sob esse mesmo ângulo a “direita” que veio surgindo nos últimos anos, e perguntem se ela tem feito ou tem a capacidade de fazer algo para ocupar o espaço vazio deixado pela esquerda, ou se em vez disso uma boa parte dela não se dedica somente a tentar destruir. de mãos dadas com remanescentes da esquerda, quem se esforça para fazer esse algo.

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Os que desejam uma intervenção militar ainda não repararam nem sequer no fato patente de que as MESMAS forças econômicas que apoiaram os militares em 1964 estão hoje a serviço integral da “revolução multicultural”. Pelo menos isso a “direita” poderia ter aprendido com as exposições do Santander e do MAM.

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Em matéria de idéias, a direita brasileira nada conhece além de um liberalismo chocho e de um vago moralismo autoritário policial-militar que não chega sequer a ser uma ideologia autoconsciente. Não é de espantar que, nessas condições. deixasse até mesmo a elite financeira cair sob o domínio hipnótico da “revolução cultural”.

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Artigo meu na Folha:

http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2017/10/1924100-guerra-dos-simbolos-encobre-disputa-invisivel-as-faccoes-em-luta.shtml

A Folha colocou um ponto antes do “A” inicial, que no original vinha em minúscula e antecedido de um travessão.

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A estratégia geral da campanha anti-olavética é me atacar por muitos lados diferentes, e sempre por picuinhas que nada têm a ver com o meu trabalho, de modo a forçar-me a ter de escolher entre gastar todo o meu tempo defendendo-me de bobagens ou permitir que estas se espalhem sem resposta até tornar-se crenças gerais inabaláveis.
Se os meus cursos fossem realmente uma “seita”, ou se eu estivesse a soldo de alguma organização política, de algum governo, de algum serviço secreto, eu teria, como os Reverendos Moons, os Rajneshs e os Chomsky, toda uma equipe de advogados bem pagos para me defender sem que eu tivesse de mover um palito.

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Inserir essas cenas não faria mal nenhum à minha reputação, só tornaria o filme mais atraente para algumas pessoas. Mas o preço seria desviar o foco, transferindo-o de idéias importantes para meras historinhas curiosas de quarenta anos atrás. Cada parcela do público, afinal, busca num autor aquilo que esteja mais à altura dos seus próprios interesses, bem como da sua capacidade de absorção. O Josias fez a seleção dele e o resultado foi uma obra-prima de altíssima significação cultural. Não sei o que aconteceria se o Daniel Aragão fosse o diretor.

PS – Qualquer que seja o caso, as imagens mencionadas pertencem a mim e ao Josias, não ao Daniel.

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Será que o Daniel Aragão espera chocar o mundo com a revelação inédita de que o Olavo de Carvalho diz palavrões em casa?

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JS Cesar Quais os 5 maiores sonetistas da hist pro sr?

Olavo de Carvalho Petrarca, Shakespeare, Camões, Baudelaire, Gerard Manley Hopkins, Rilke, Wallace Stevens.
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Da página da Roxane:

No meio dessa loucura, além de responder aos ataques da gangue da filha, do Villa, do Julio Severo, dos Veadascos e tudo o mais, ele está preparando o curso do Mário Ferreira dos Santos, estudando para a aula de sábado no COF, buscando os livros que estão num depósito alugado para preparar-se melhor, escrevendo artigo para a Folha de S. Paulo e comprando revestimento para o piso da biblioteca. Detalhe, a motorista da casa sou eu, risos.
Só para vocês fazerem uma idéia.

P. S. do Olavo: E eu não tenho sequer uma secretária para tomar um ditado.

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Eu gostaria de estar ensinando a filosofia do Mário Ferreira dos Santos, mas isso vai ter de esperar enquanto explico que não comi os fetos dos meus descendentes, não ameacei meus filhos à mão armada, não sou agente islamo-sionista (seja isto lá que porra for) e não estou preparando a IV Guerra Mundial.

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Marlon Belotti

Vinte coisas que percebi no professor Olavo de Carvalho na época em que morou em Curitiba:
1- Extremamente inteligente.
2- Sempre disposto a ajudar.
3- Intolerante com conversas paralelas em sala de aula.
4- Grande apreciador de café.
5- Fumante inveterado.
6- Brincalhão.
7- Grande conselheiro.
8- Piadista.
9- Bem-humorado.
10- Amigo dos alunos.
11- Trabalhador.
12- Amoroso.
13- Dedicado
14- Humilde.
15- Gentil.
16- Temente a Deus.
17- Amante da verdade.
18- Amante da beleza.
19- Amante das coisas elevadas.
20- Um homem com uma vida cheia de significado e propósito.

Eu fui reconduzido à Santa Igreja Católica por sua influência. Muitos dos meus amigos e colegas de curso seguiram o mesmo caminho. Esse homem só trouxe bênçãos para as nossas vidas. Meu Senhor Jesus Cristo é testemunha de que digo a verdade.

2.10.2017

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A falsa exibição de cultura é um mostruário inesgotável da comicidade involuntária. A profa. Rochelle Milovaca se gaba de ter lido livros de Heráclito e Górgias, os quais não existem. As idéias desses filósofos só são conhecidas por uns poucos fragmentos citados ou parafraseados em obras de terceiros.

Pedro Henrique Medeiros Olavo, o senhor chegou a ver o post em que a Issa chama o senhor de neonazista? A Issa tbm está se aproveitando da recente campanha da Heloísa para difamar o senhor:

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Isso está implorando por um lugarzinho no presídio feminino.

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Da página do Davi Marciglio :

Já vi gente se gabar de ter lido livros que não leu, agora de ter lido livros que nem mesmo existem é coisa que só mesmo odiadores do Olavo conseguem. É um vexame atrás do outro.

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Afirmo categoricamente: Quem diz ter lido “livros de Heráclito e Górgias” é ANALFABETO EM FILOSOFIA. Dona Rochelle não tem capacidade para ser professora da matéria nem mesmo num ginásio.

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Peço a todos que leiam isto com atenção:
Até uns dias atrás, iludido por um natural sentimentalismo de pai, tentei me apegar à convicção de que minha filha Heloísa era apenas uma pobre doente mental manipulada e utilizada por um grupo de delinquentes espertos. Já não posso mais. Ela é, definitivamente, uma mentalidade psicopática, uma criminosa astuta e perversa do mesmo naipe dos seus associados.
O que me levou a essa conclusão, horrível mas inescapável, é a velocidade, a desenvoltura, a sem-cerimônia com que, na ânsia de acusar, de sujar, de destruir, ela troca de subterfúgios sem outra precaução senão a de tudo explicar sempre pelo pior, sempre pelo mais maligno e comprometedor que a sua imaginação possa conceber no momento.
O ponto mais sério e escandaloso da sua primeira declaração à mídia era, evidentemente, a acusação de que eu havia feito ameaças a mão armada contra meus filhos.
Diante de denúncia de tal gravidade, quem, senão as próprias vítimas, deveria ser ouvido em primeiro lugar? Quem, senão elas, poderia confirmar ou negar, de primeira mão e em caráter definitivo, a ocorrência e a autoria do crime?
Sem que fosse preciso consultá-las, todas negaram. Uns em tom de escandalizada indignação, outros mal podendo conter o riso diante da absurdidade da alegação caluniosa, cada um dos meus filhos negou que tivesse sido algum dia ameaçado por mim, com ou sem armas na mão.
Em qualquer tribunal ou delegacia de polícia do mundo, isso encerraria imediatamente a questão, decidindo-a em favor do acusado, restando apenas averiguar se a acusação partira de um mero engano ou de uma deliberação criminosa.
Diante desse cabal e até brutal desmentido das suas pretensões, como reagiu, no entanto, a acusadora?
Apegou-se a dois subterfúgios, calculados para fazer da prova de inocência um indício do mau caráter não só do acusado, mas das suas testemunhas – as próprias “vítimas” inocentes e inermes em cuja defesa ela fingia se erguer ao denunciar o pretenso crime, e que agora, num giro de cento e oitenta graus, se tornavam de repente suspeitas de malícia e de cumplicidade retroativa com o delito.
Primeiro, alegou que eu estava “me escondendo” por trás dos meus filhos. A inversão perversa não poderia ser mais evidente. Fui eu, por acaso, que os utilizei como escudos e porretes para agredir alguém à distância? E por acaso fui eu quem lhes pediu o testemunho ou eles mesmos que, por iniciativa própria e sem qualquer solicitação da minha parte, correram para oferecê-lo?
Não contente com isso, ela inventou, em conversa com o seu cúmplice Pedro Zambarda de Araújo, o qual correu para divulgá-la sem a menor averiguação, a história de que meus filhos mantinham silêncio quanto ao crime porque eram “sócios da minha empresa”.
Que empresa? Não tenho nenhuma. Sou trabalhador autônomo, um “self-employed”, como me designam o Department of Internal Revenue federal e o Virginia Department of Taxation.
Pior: de todos os meus filhos residentes fora do território americano, só dois – Inês e Davi – me visitaram aqui, a primeira duas vezes, o segundo uma única, ao longo dos doze anos que decorreram desde a minha chegada aos EUA em 2005. Com o Luiz e o Tales, só conversei uma única vez, e em público, num hangout transmitido por internet. E com o Percival, o mais discreto e reservado de todos, só voltei a ter contato agora, quando ele me escreveu uma mensagem em tom humorístico, fazendo troça da acusação desvairada. Não sou o tipo do pai autopiedoso que vive choramingando “Meus filhos não me visitam”. Deixo cada um viver sua vida e acho coisa natural e justa que só procure o pai quando precisa da sua ajuda. Não vejo como, nessas condições, poderia gerir com eles uma empresa, mesmo que esta existisse.
Para completar – ironia das ironias –, excluindo as despesas de manutenção do Pedro e da Leilah, que chegaram aqui menores de idade, só UM dos meus filhos pediu e recebeu de mim alguma ajuda financeira, aliás em quantidade considerável. E quem foi esse, senão a própria Heloísa? Tenho aqui os recibos de todas as remessas que lhe fiz desde o início de 2016 até maio de 2017, totalizando não menos de cem mil reais.
A pérfida insinuação de silêncio cúmplice motivado por interesse financeiro converte-se assim na prova cabal da má-fé da acusadora, que ainda tem o desplante de alegar que age “por amor” ao pai, o tipo do amor paradoxal, sádico e criminoso que tem o estuprador ou o assassino pela sua vítima.
Um terceiro sinal, ainda mais alarmante, é que, após ter somado a essa falsa imputação de crime uma segunda e mais horripilante – a de que matei, retalhei e comi os fetos de vários de meus descendentes –, ela então, vendo que a acusação, por demasiado inventiva, macabra e inverossímil, simplesmente não havia “colado”, prudentemente se fez de desentendida, não voltando – nem ela, nem seus espertos associados – a tocar no assunto, preferindo, em vez disso, apegar-se a detalhes cada vez menores e mais irrisórios.
Quem, honesto e em sã consciência, tendo sido testemunha, direta ou indireta, de crime tão hediondo, se esqueceria dele em seguida, e mudaria de assunto como se não tivesse dito nada, trocando a inicial acusação monstruosa por picuinhas e fofocas de relevância incomparavelmente menor?
Não, uma mera doente mental não tem essa astúcia, essa destreza na troca rápida de subterfúgios, essa desenvoltura na mentira caluniosa, essa habilidade de explorar a fraqueza sentimental de um público viciado pela mídia no hábito entorpecente do amor preferencial ao criminoso em detrimento das vítimas, à “bandidolatria”, como a chamou o livro recente do Diogo Pessi e como eu mesmo a denunciei na série de artigos de 1994, “Bandidos e letrados”.
Por medonha e deprimente que seja esta constatação para um pai que um dia carregou nos braços uma bebê que lhe parecia o mais precioso dos seus tesouros, não vejo como escapar à evidência de que estamos diante de uma mentalidade psicopática, de uma delinquente perigosa e sem escrúpulos.
Se fosse necessário aduzir a esses fatos uma prova suplementar, bastaria notar que, hostilizando e renegando a família praticamente inteira, ela preferiu, na guerra que empreende contra o próprio pai e contra os próprios irmãos, se associar a bandidos notórios como Patrícia Lélis e Emerson Setim e a caluniadores contumazes como Caio Rossi e os irmãos Velasco, que hoje constituem o seu grupo de referência, o seu círculo de entusiastas e apoiadores.
Nunca o “dize-me com quem andas e te direi quem és” teve uma ilustração mais clara e mais eloquente.
A tristeza com que faço esta confissão é imensurável e inexpressável. Mas, sabendo o que sei da mentalidade psicopática, não sou covarde o bastante para me apegar a esperanças insanas de que “tudo vai voltar ao normal”. Para isso seria preciso, no mínimo, que eu reduzisse o episódio a uma “questão de família”, à mera expressão tardia de uma insatisfação infantil até natural e compreensível, como algumas pessoas têm sugerido, sem perceber que com isso subscrevem como verazes e fidedignas todas as acusações monstruosas que me têm sido feitas, não por uma filha, mas por um grupo criminoso organizado e feroz do qual minha filha, por dinheiro, se tornou cúmplice e parte.
O caso ultrapassa infinitamente a dimensão do perdão e da mágoa, elevando-se à escala de um fenômeno político e criminal no qual o parecer dos tribunais tem relevância infinitamente maior do que as meras reações sentimentais das pessoas envolvidas.
Também sei que renegar uma filha é gesto meramente simbólico, teatral, sem substância nem conseqüências, motivo pelo qual me absterei de fazê-lo. Só escrevi estas linhas para mostrar a meus alunos e leitores a proporção justa e veraz dos acontecimentos. Ninguém é mais patético e deplorável do que o homem que, incapaz de suportar a dimensão do trágico e do irreversível, se apega a esperanças pueris em vez de aceitar seu destino. Isso é mais que covardia: é blasfêmia, é desprezar a advertência de Nosso Senhor Jesus Cristo de que só os insensatos esperam algo deste mundo.

P. S. – Nunca tive empresa nenhuma nos EUA, mas em abril de 2017 entrei numa sociedade com o Silvio Grimaldo para administrar o Seminário de Filosofia – Olavo de Carvalho. É óbvio que nenhum filho meu é sócio.

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O prof. Loryel Rocha informa que até agora se limitou a desaprovar discretamente o comportamento de D. Rochelle Milovic (ou d’Abreu Cysne), mas que doravante NÃO VAI MAIS TOLERÁ-LO. Ótimo.

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https://www.infowars.com/what-theyre-not-telling-you-about-the-las-vegas-massacre/

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Livro da Joice Hasselmann :

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Só para manter vocês informados: a campanha que a gangue da Heloísa move contra mim já ultrapassou de muito o mero “assassinato de reputação”; tornou-se um esforço sistemático e e pertinaz destinado a privar não só a mim, mas a seus irmãos e outros familiares, de meios de trabalho e subsistência.
Um exemplo entre outros é o que ela vem fazendo com sua cunhada Stephanie, esposa do Davi, a quem acusa de haver recebido ilegalmente fundos do Bolsa Família. A acusação é monstruosamente falsa. Eu mesmo tenho aqui a documentação cabal que prova que a Stephanie jamais recebeu um só tostão do Bolsa Família. Se for preciso, divulgarei tudo nesta mesma página.
Mas, com a mesma dedicação insana, Heloísa e seus cúmplices buscam dia e noite qualquer indício, qualquer pretexto com que possam dificultar por quaisquer meios a vida de outros familiares meus e dela.
Já não se trata de destruir uma reputação, mas de destruir VIDAS.
Desde criança, a Heloísa foi sempre muito agressiva, mas nunca imaginei que tamanha quantidade de ódio sem sentido pudesse crescer no coração dela até explodir num festival de crimes.

Aceitar seu destino

“Ninguém é mais patético e deplorável do que o homem que, incapaz de suportar a dimensão do trágico e do irreversível, se apega a esperanças pueris em vez de aceitar seu destino. Isso é mais que covardia: é blasfêmia, é desprezar a advertência de Nosso Senhor Jesus Cristo de que só os insensatos esperam algo deste mundo.”