Instituto Boeborema

Algumas pessoas mudaram de verdade a minha vida; mais recentemente eu posso citar quatro nomes: Mateus Mota Lima, Pedro Augusto, Caio Perozzo e Sávio Mota.

Seguramente, dos alunos do Olavo, uns dos mais talentosos, genuínos e de coração puro. Gente que eu confiaria, de olhos fechados, a minha própria família.

Responsáveis, diretamente, pela minha conversão. De uma generosidade que fica até difícil expôr aqui na internet, geralmente um meio onde brincamos mais do que abrimos o coração.

Recentemente, através do Instituto Borborema, eles criaram um mini-documentário intitulado “Quem somos”. É o nosso meio se desenvolvendo a olhos nus.

Assistam. De verdade. Eles são um desses raros exemplos de quem, em silêncio, estuda para mudar as coisas por aqui. 🙂

Quando aquela apresentadorazinha da CNN, cujo nome esqueci, teve uma explosão de histeria diante de um entrevistado que fazia troça das famosas testemunhas anônimas, e exclamou: “Você não tem o direito de fazer pouco de repórteres estelares!”, para mim já ficou imediatamente claro que era tudo um teatrinho mambembe.

19.5.2017

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O erro mais comum, na prática como na ciência da política, é o anacronismo: entender a situação presente em termos de uma situação anterior. Em 1948, quando Hans Morgenthau publicou ‘Politics among Nations”, assinalando os Estados nacionais como agentes fundamentais do processo histórico — descrição perfeitamente adequada das guerras napoleônicas –, já fazia meio século que os três grandes esquemas de poder global atuavam no mundo — as três “internacionais” (usando o termo informalmente): a do capital, a comunista e a islâmica –, movendo os Estados nacionais como peças num tabuleiro de xadrez e levando-os à ruína.
E menos de cinco anos atrás falar em globalismo ainda era, pelo menos no Brasil, tornar-se objeto de chacota como “teórico da conspiração”…

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Algumas pessoas mudaram de verdade a minha vida; mais recentemente eu posso citar quatro nomes: Mateus Mota Lima, Pedro Augusto, Caio Perozzo e Sávio Mota.

Seguramente, dos alunos do Olavo, uns dos mais talentosos, genuínos e de coração puro. Gente que eu confiaria, de olhos fechados, a minha própria família.

Responsáveis, diretamente, pela minha conversão. De uma generosidade que fica até difícil expôr aqui na internet, geralmente um meio onde brincamos mais do que abrimos o coração.

Recentemente, através do Instituto Borborema, eles criaram um mini-documentário intitulado “Quem somos”. É o nosso meio se desenvolvendo a olhos nus.

Assistam. De verdade. Eles são um desses raros exemplos de quem, em silêncio, estuda para mudar as coisas por aqui. 🙂

Quando aquela apresentadorazinha da CNN, cujo nome esqueci, teve uma explosão de histeria diante de um entrevistado que fazia troça das famosas testemunhas anônimas, e exclamou: “Você não tem o direito de fazer pouco de repórteres estelares!”, para mim já ficou imediatamente claro que era tudo um teatrinho mambembe.

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Nada desmoraliza mais do que uma pose forçada de dignidade ofendida. Prudência e caldo de galinha jamais fizeram mal a ninguém.

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Contribuição do Hermann Chiodi Ugarte. A União Européia acusou de anti-semitismo o presidente húngaro Viktor Orban por estar combatendo o George Soros. Quem assumiu a defesa do presidente? Logo o rabino-chefe da comunidade judaica húngara.

http://www.ilpopulista.it/news/18-Maggio-2017/14415/l-ue-difende-soros-orban-antisemita-il-rabbino-capo-ungherese-smentisce.html

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É muita cara-de-pau chamar de anti-semita quem combata um filho da puta que vendia judeus aos nazistas.

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O episódio ilustra o traço psicológico mais marcante da elite globalista: a mendacidade sem limites.

Jardim das Aflições – O Filme

O cineasta pernambucano Josias Teófilo produziu um filme que está dando o que falar no submundo político e cultural brazuca.

Todo o estardalhaço se deve ao fato de que, em partes, sua obra é sobre o filósofo Olavo de Carvalho e, em partes, porque o filme versa sobre um capítulo do livro que dá nome a película da discórdia que, por sua deixa, também é da autoria do referido professor.

O livro em questão – O Jardim das Aflições – é uma obra prima que merece ser lido e estudado com muitíssima atenção. Tongo de quem fizer beicinho ideológico e não lê-lo.

Quando ao filme, confesso: estou ansiosíssimo para assisti-lo. Não apenas por ser sobre esse livro que a muito estudei, nem tão só por ter como personagem central o professor Olavo com quem tanto aprendi (e com quem até hoje aprendo muito). Mas porque a censura velada, o boicote canalha e vilania insidiosa que está sendo promovida pela esquerdalha de todas as estirpes contra o filme – que eles não viram – é de tal tamanho que apenas confirma que o filme deve ser do carvalho.

Parênteses: é assim que funciona o senso de liberdade de expressão dessa gente com duas mãos canhotas que se diz tão tolerante quanto democrática. Fecha parênteses.

E, bem provavelmente, muitíssimas pessoas devem estar matutando mais ou menos assim: se esses jacus ideologicamente pervertidos estão cuspindo e desmerecendo o referido filme isso é, com toda certeza, um indicativo de que ele deve ser muito bom, pois, como dizem os roceiros, quando certas pessoas nos insultam isso é um baita elogio.

Enfim, seja como for, que a canalhada continue a insultar, boicotar e a se borrar com o filme “O Jardim das Aflições” porque isso, vindo de gente desse naipe, é a maior consagração, o maior prêmio que o talento pode receber duma ignara massa de medíocres presunçosos.

Obs.: 30 de maio, tanto Josias Teófilo quanto Olavo de Carvalho estarão no The Noite para serem entrevistados por Danilo Gentili. Isso mesmo! 30 de maio.

http://redesuldenoticias.com.br/noticias/18_05_2017_jardim_das_aflicoes_-_o_filme.htm