1/5/2017

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Al Gore rides again, fazendo caras, bocas e bundas para posar de valente “outsider” em luta contra o “pudê” em mais um filme bilionário aplaudidíssimo pelo establishment. O ridículo desse hominho não tem fim.

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Eis como se fabrica o “aquecimento global”:

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“State of Fear”, de Michael Crichton, foi publicado em 2004. Agora já não é mais ficção. Não deixem de ler.

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O Julio Soumzero, alma cristianíssima, está putinho dentro das calças porque eu disse que o Suplicy não roubou ninguém.

Cada vez que eu digo “cu”, ele morre um pouquinho.

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Todo sujeito que lê um livro só para saber a “posição política” do autor É um imbecil, e provavelmente incurável. Imagino-me lendo Graciliano Ramos e sentenciando: “É comunista. Não gosto.”

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Já o Antonio de Oliveira Salazar dizia do Aquilino Ribeiro: “É um inimigo do regime, mas é um grande escritor.”
E ninguém negará que o Salazar fosse fascista.

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O Julio Soumzero e o Luiz Carlos Lamerda não gostam de que eu faça aniversário.

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No Brasil, sempre que você tenta olhar as coisas pelo outro lado, só o que aparece é um cu.

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O Herman Lima, no seu livro de memórias, conta que o Getúlio Vargas, quando soube que o Graciliano Ramos estava na cadeia, mandou soltá-lo imediatamente. Pode-se imaginar Stalin, Mao ou Fidel Castro agindo com igual nobreza?
Às vezes, ser xingado de “fascista” é um consolo. Ser chamado de comunista é muito pior.

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LÁGRIMAS DE CROCODILO.
Quais escritores foram banidos da mídia durante a tal ditadura?
Gustavo Corção, Antônio Olinto, J. O. de Meira Penna, Lenildo Tabosa Pessoa. Todos da “direita”. O Glauber Rocha, que nunca foi de direita, foi discriminado e silenciado só porque escreveu algo em favor do governo Geisel. A comunistada se fazia de coitadinha enquanto JÁ NAQUELA ÉPOCA exercia gostosamente a censura e a discriminação nas áreas que dominava. E até agora não parou.

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Contribuição do JS Cesar. Saiu na página da Sarah Palin. Comentário: Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu.

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Há uns fulanos que, quando eu decido levar as suas palavras a sério e analisá-las, ficam se lamentando por dentro: “Por que ele não se contentou em me responder com uma daquelas piadinhas sádicas?”

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Agora já não adianta mais nem matar o porra do Olavo. Ele já espalhou a peste por todo o território nacional. Ninguém déte.

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Momentos inesquecíveis. 
Vocabulário da Gúgui quando criança:
— Isso deixa até mau impressão.
— Que coisa mais disútil.
— Também, pusera!
— Carta amômima.

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O Lula na cadeia vai ganhar redução da pena lendo a biografia da Gleise Hoffman:

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O Mauricio Marques Canto Jr. está muito melhor, graças a Deus, está até enviando mensagens ao meu Facebook. Mas no primeiro dia de hospital, dopado, ele viu um relógio na parede e pensou:
— Eu SEI que porra é essa. Eu vou me lembrar. Vou me lembrar.

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O Julio Soumzero e seu ghost-writer acreditam piamente que o “Luis Antonio Satanás da Silva”, a que me referi humoristicamente em Harvard, é o Satanás bíblico, e estão escrevendo aos membros do Inter-American, com a seriedade de doentes mentais autênticos, denunciando o meu perigosíssimo satanismo.

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As opiniões do Julio Soumzero e do seu ghost writer não têm a menor importância. Do primeiro, só aguardo há anos, em vão, e por mera curiosidade, as provas da “perseguição gayzista” sob o pretexto da qual ele andou coletando dinheiro (inclusive o meu). Do segundo, as razões que alguém pode ter para confiar num americano que foge dos EUA e escreve correntemente em russo fazendo a apologia incondicional da ditadura Putin.

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Aos meninos evangélicos de talquinho no bumbum:
A diferença entre o uso dos palavrões na minha linguagem e na de Lutero é a seguinte: eu os uso para fins humorísticos, com a devida atenuação irônica, ele os usa como expressão direta e visceral da raiva e do desprezo.
Eu emprego o palavrão para fazer rir e, às vezes, para criar uma dissonância esclarecedora. Ele, para humilhar, assustar e intimidar. Nunca faço isso. Faz parte da minha honra de escritor jamais ter-me rebaixado a esse ponto.

Bruno Brunelli A única vez que vi apenas ofender foi apologista da pedófila Luiz Mott, acho que é assim o nome dele.
Olavo de Carvalho Bruno Brunelli Não o chamei de pedófilo, apenas de apologista da pedofilia, o que não é ofensa mas uma descrição exata dos fatos.

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Aos meninos católicos de talquinho no bumbum:
São Thomas More revidou as ofensas de Lutero à Igreja chamando-o de “bufão que não tem nada na boca além de fossa, esgoto, latrinas, merda e esterco.”

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Não deixa de ser curioso observar que os eruditos protestantes sempre desculpam os palavrões de Lutero alegando que “a linguagem grosseira é culturalmente relativa” — como se a minha não o fosse — e que no tempo dele o uso dos palavrões era comum nas classes altas — como se os nossos dois últimos presidentes da República não usassem termos como “viado” e “funhanhar”.

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Assim também as boas alminhas explicam que o termo grego “skybalon” (literalmente, “merda”), usado pelo Apóstolo Paulo em Filipenses 3:8, não pode ser tido como grosseiro porque era comumente usado por escritores e nas classes altas — como se a grosseria fosse monopólio dos pobres (mesmo num meio tão corrupto quanto as classes altas da Grécia e de Roma) e aliás não pudesse, no devido contexto, ter um uso literário perfeitamente adequado.

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Não há homem mais incômodo do que aquele que tem razão.

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