2/5/2017

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Umas poucas décadas de “liberação sexual” bastaram para fazer de qualquer iniciativa erótica masculina — mesmo puramente verbal — um ato virtualmente criminoso, mais fiscalizado e perseguido pelas autoridades do que já o foi em qualquer época ou civilização passada. Uma vez mais parece confirmar-se a regra de Hegel, de que toda idéia, quando sai do céu das abstrações para encarnar-se historicamente, se converte na sua oposta. 
A famosa “liberdade sexual” tende a restringir-se cada vez mais a certos grupos privilegiados, que o Estado nomeia como “discriminados” na exata medida em que os protege e em que discrimina os demais.

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Esse fenômeno tornou-se possível graças à aliança macabra — tanto mais invasiva quanto mais informal e até inconsciente — entre a mentalidade revolucionária feminista e o conservadorismo moralista tão exacerbado em certos círculos da sociedade americana: aquela empenhada em fazer da mulher uma divindade intocável e prepotente, este ansioso para sacrificar toda liberdade individual no altar da “decência”. Mutatis mutandis, aliança análoga entre revolucionários globalistas e conservadores moralistas consagrou a paranóia antitabagista como o mais eficiente e respeitável instrumento de controle social nas mãos do Estado moderno.

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Imagino um historiador do século XXIII ou XXIV explicando que no ano de 2017 a palavra “merda” não era palavrão — ou, como dizem os americanos, “profanity” — porque se encontrava freqüentemente nas obras dos grandes escritores, na linguagem das classes ricas e ate nas entrevistas de presidentes da República. Se argumento análogo vale para os palavrões de Lutero, por que raios esse não valerá para os meus?

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No Brasil o cidadão, na sua vida pessoal, sem a menor inibição manda você tomar no cu, mas, no exercício das suas lindas funções profissionais, jura que ele próprio não tem cu nenhum, apenas um respeitabilíssimo “orifício anal”.

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Exemplo: https://www.facebook.com/1445379202420104/videos/1537414283216595

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Em Portugal todo mundo tem cu e reconhece isso em público sem a menor inibição, mas, quando desembarca no Brasil, abandona na alfândega essa coisa nojenta e ganha das autoridades locais um belo “orifício anal”.

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O eufemismo é a língua oficial dos canalhas.

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Nenhum discípulo, admirador ou seguidor de Lutero tem a mínima autoridade moral para reclamar dos meus palavrões, já que seu mestre usava esses termos para praguejar, amaldiçoar e estigmatizar — o que a Bíblia proíbe formalmente, mesmo que seja feito com as palavras mais elegantes –, enquanto eu os uso para fins de piada e mero efeito literário sem qualquer intenção agressiva.

E note-se que estou falando de seguidores SÉRIOS de Lutero, não de criminosos abjetos como o Julio Souzero e seu ghost-writer.

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Pergunta essencial do Lucas Novaes : Que diabos é “viado com o cu cheio de areia”? Será que é um cidadão com calcinha na praia?

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Por que um candidato presidencial pode dizer semelhante enormidade e eu não posso sequer dizer que as pessoas têm cus?

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Segundo o Julio Soumzero e seu ghost-writer andam espalhando por aí, a prova de que faço jogo duplo, sendo conservador nos EUA e esquerdista no Brasil (I!!), é que só escrevo palavrões em português, não em inglês. O fato é que nunca escrevo porra nenhuma em inglês, o Alessandro é que traduz os meus artigos e livros, nos quais não se encontram mesmo palavrões, que reservo para o Facebook. Mas, como não gosto de desagradar a ninguém, posso enviar aos dois engraçadinhos, já que tanta falta sentem de palavrões em inglês, a seguinte e gentil mensagem:
— Fuck you, motherfuckers.

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Há uma escala de gravidade das ofensas. Mandar um sujeito tomar no cu é, conforme o gosto do freguês, uma injúria ou um gentil convite. Mas chamá-lo de “fascista” é atribuir-lhe ao menos implicitamente o delito de racismo e, portanto, constitui crime de calúnia. Eis por que não chamo ninguém de fascista, só mando tomar no cu e deixo à criatura a liberdade de escolher se fiz isso por gentileza ou por maus bofes.

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Parem de perseguir o Jean Ui Ui. Ele é sócio remido, pode dizer o que quiser.

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Pessoas com formação jurídica não dão o cu. Cedem o orifício anal em comodato.

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Só pessoas de muito baixo nível cagam merda, bosta ou cocô. Gente fina caga “excrementos”.

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Aliás, nem cagam. “Defecam”.

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Usar os critérios atuais de polidez verbal para julgar os escritos bíblicos é não só o cúmulo da hipocrisia, mas uma insolência blasfema. Se o Apóstolo Paulo usou a palavra “skybalon”, que popularmente tinha a acepção de “merda”, e em outros contextos equivalia mais à de coisa estragada, ele sabia o que estava fazendo e compreendia que um termo ser ou não indecente é fator que varia conforme a situação e os jogos estilísticos. Traduzir essa palavra por “esterco”, como geralmente se faz, é cobrir com um véu de eufemismo uma eloqüência que, sendo santa e, literariamente, genial (para dizer o mínimo), não precisa de protetores nem de amortecedores.

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Alguém aí diz que os palavrões não enriquecem o meu texto. Não enriquecem, o cazzo. Digam isto melhor, se puderem.

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Quem pode superar o encanto verbal daquele menininho espanho? “Yo estaba cagando” é a melhor maneira de começar a narrativa de um incêndio.

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Quanto mais se dilui em merda a tradição literária, maior é a suscetibilidade dos ofendidinhos ante o uso culto de termos populares. 
Os códigos atuais da “linguagem polída” — criação de jornalistas analfabetos funcionais, juristas venais e politiqueiros ladrões — são o resíduo kitsch do que um dia foi o amor à alta literatura.

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Um escritor, se o é de fato, só se preocupa com exatidão e expressividade. Está pouco cagando para as suscetibilidades de analfabetos funcionais.

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A melhor lição de estilística já dada no Brasil foi a de Graciliano Ramos ao revisar o texto de um bocó presunçoso:
— “Outrossim” é a puta que o pariu.

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Este artigo de 1998 mostra como começou, POR CULPA DA CLASSE JORNALÍSTICA, a destruição da língua portuguesa no Brasil:

http://www.olavodecarvalho.org/textos/manured.htm

 

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Como quis dar a estes posts o tom informal de uma conversa entre amigos, uso aqui os mesmos palavrões que uso em casa. Não sou de vestir guarda-pó ou uniforme de bombeiro na hora de escrever.

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Nos EUA, a mania dos códigos de polidez já virou obsessão. Violá-los pode destruir uma vida. Diga “shit” em vez de “crap”, e você está liquidado.

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E quem impõe esses códigos são os mesmos que apregoam o aquecimento global, aplaudem a invasão islâmica e acham que as galinhas têm direitos humanos.

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Em Nova York, um homem sair vestido de mulher com a bunda à mostra é mais decente do que ele dizer a uma mulher que ela é bonita.

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“The Promise” é um baita filme — uma espécie de “Doutor Jivago” armênio –, mas a atriz, definitivamente, não faz o meu tipo. Tem a cara do Piupiu.

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— Pare de usar palavrões, seu bosta! Caralho! Puta que pariu! Que merda!

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Tenho comido mais queijo Roquefort do que o Mickey Mouse jamais comeu.

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Quem disse que eu não amo o Julio Soumzero? Como não amar um sujeito que toda hora me deixa chutar o seu cu?

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Nunca, na minha vida, vi uma coisa tão impotente quanto os esforços do Julio Soumzero e similares para jogar as pessoas contra mim. Eles querem me foder com um pinto de geléia.

Xavier Gil Como foi mesmo que ele começou essa antipatia besta pela sua pessoa?
Olavo de Carvalho Nem lembro mais.

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Horror sem limites:

https://www.infowars.com/ex-banker-claims-he-was-invited-to-take-part-in-child-sacrifice-rituals/

Taiguara Fernandes de Sousa

Este texto deveria ter saído na quarta. Não saiu. Depois, na sexta. Insucesso. Por fim, já  desesperado de palavras, é publicado no sábado, aos 29 dias do mês de abril do Ano da Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo de 2017 – um dia como nenhum outro.

Por que é difícil escrever sobre Olavo de Carvalho?

Já li bons textos sobre a filosofia de meu Professor. Igualmente, escutei um sem número de ótimas exposições. Amigos e conhecidos meus, como Rodrigo Gurgel, Filipe Garcia Martins, Rafael Falcón, Francisco Escorsim, Ronald Robson, tantos outros, teceram, por diversas vezes, comentários maravilhosos e realmente geniais sobre pontos daquela filosofia, comprovando, pelo seu ato mesmo, que as notas de rodapé a Olavo de Carvalho formarão bibliotecas inteiras.

Mas sobre Olavo – ele mesmo – por que é difícil escrever?

Há tempos queria redigir esse texto. Fui adiando, adiando… Na semana última, tive a idéia de escrever outra nota de rodapé – mínima, ínfima – a Olavo de Carvalho, mas não seria fiel ao meu intento original. Estas notas outros, mais capazes que eu, já o fizeram com maestria, como falei. E uma nota de uma nota não teria muita valia.

Eu queria escrever sobre Olavo – o homem, ele mesmo.

E as palavras faltavam, desesperavam-se. Uma grandíssima interrogação: por quê?

Foi à filosofia de Olavo mesmo que recorri para exorcizar o sinal curvo do insolúvel. É o Professor quem explica que a experiência real, quando presente diante de nós, é intuitivamente conhecida em si mesma, pois, tal qual ela, somos componentes da mesma e única Realidade: não somos um observador distante, externo, descompactado de tudo que existe – estamos na Realidade, somos parte dela e podemos conhecer “em espírito e em verdade” os vários dados do Real que se apresentam a nós – e que também estamos presentes aqui, agora, neste recorte da Eternidade a que chamamos de Tempo.

Saber-se parte da Realidade, e não um sujeito externo a ela, nos priva das tentações de nos querermos observadores oniscientes ou de assumirmos um amoralismo “além do bem e do mal”: na intrincada cadeia do Real, nós somos, pessoalmente, um dado tão presente quanto todos os outros. Há grande responsabilidade em perceber isso.

Mas, se a experiência real se apresenta, é também verdade que nós a representamos na memória, através da imaginação: apreendida a experiência, ela pode tornar-se um dado imaginativo re-presentado, isto é, tornado presente de novo, pelo que Aristóteles chamava de “fantasia”, uma faculdade da alma que engloba tanto a memória – o depósito de imagens percebidas –, quanto a imaginação – que re-apresenta a experiência através de uma imagem, guardada na memória e também dela retomada.

É sobre estas imagens retidas e organizadas na fantasia, e não diretamente sobre os dados dos sentidos, que a inteligência exerce a triagem e reorganização com base nas quais criará os esquemas eidéticos, ou conceitos abstratos das espécies, com os quais poderá enfim construir os juízos e raciocínios.

(Olavo de Carvalho, em “Aristóteles em Nova Perspectiva“)

Ocorre que a transposição destas imagens para um conceito, ou seja, a descrição destas imagens por palavras que delineiem com exatidão aquilo que se pretende mostrar, não é uma tarefa fácil. Todos já nos deparamos com uma situação para a qual “não tínhamos palavras para descrever”. A inexistência de termos ou expressões que falem exatamente o que seja aquela experiência é um dos maiores entraves à transmissão do conhecimento aos outros.

Entrave por três motivos: primeiro, porque às vezes realmente não se tem como dizer nada; segundo, e muito pior, porque no mais das vezes ousamos definir errado, descrevemos por cacoetes verbais ou por um símbolo meramente aproximado – falsificamos a experiência real e passamos a acreditar na falsificação dela, a qual nós mesmos fabricamos, e não na experiência mesma, tal como se apresentou a nós; terceiro, completando o horror, transmitimos aos outros a experiência falsificada, gerando um sem número de imagens erradas que redundarão em juízos e raciocínios errados e na confusão psicótica da qual todos somos testemunhas neste mundo louco.

Não quero me estender muito. Olavo escreveu um livro inteiro sobre isso, citado acima.

O que quero dizer é: em alguns momentos, quando não existem palavras para a experiência, é preferível não descrevê-la, para não falsificá-la. É melhor – muito melhor – guardarmos a experiência real na memória, aquela imagem indizível, sem ousar defini-la por termos que ainda não possuímos, do que tentarmos dizer que uma pintura de Caravaggio é um “um desenho bonito”, o que é, evidentemente, uma falsificação verbal.

A imagem indizível, seja qual for, é mais verdadeira que o dito imaginado – ou, se preferirem, fabricado.

Volto ao início deste texto: por que é difícil escrever sobre Olavo de Carvalho?

Creio que a resposta já tenha ficado bastante clara: porque a experiência real de um Olavo de Carvalho – do Olavo de Carvalho – ainda é indizível para nós. Arriscamos defini-lo como nosso professor (ou, como eu prefiro, por metonímia, o Professor, tal como Aristóteles era chamado por Santo Tomás de o Filósofo), nosso mestre, o homem que mudou nossas vidas, até mesmo nosso segundo pai – em muitos casos, quase um primeiro.

Todos estes símbolos são válidos e verdadeiros, mas a multiplicidade com que os alunos de Olavo de Carvalho os empregamos só demonstra como descrever a grandeza da personalidade deste homem ainda é difícil, ainda é complicado – nossa literatura, nossa língua, não chegou a uma personagem como Olavo de Carvalho e, possivelmente, demorará algum tempo. É por isso que eu não consigo escrever sobre Olavo; logo, é melhor conservar a experiência indizível da personalidade deste homem do que arriscar uma definição falseada do que ainda não somos capazes de literariamente descrever.

Mesmo assim, sem correr o risco desta fabricação, alguns dados já me são muito cristalinos – não porque já tenhamos atingido a capacidade expressiva de que falei acima, mas porque eles se apresentam inexoravelmente ao escritor que tente dizer algo sobre o Professor: são o que chamamos de pressupostos, sem o que o trabalho descritivo não tem sequer como iniciar.

Primeiro, esse texto mesmo comprova que é impossível falar de Olavo de Carvalho sem tecer um comentário sobre a sua filosofia. Há um motivo: é que este homem, biograficamente, é a sua filosofia. O princípio da sinceridade, que o Professor ensina a todos os seus alunos e ao qual eu mesmo recorri nesse texto, obriga-nos a todos que confessemos nossa Realidade tal como ela é; por consequência imediata, aquilo que percebemos e enunciamos intelectualmente não pode divergir daquilo que vivemos realmente. Esse é o problema, como explica Olavo, de muitos dos pensadores modernos – Maquiavel, Descartes, Kant, Rousseau, Foucault – que propuseram filosofias para todos os gostos, sem que eles próprios vivessem qualquer coisa do que aduziam.

É a incoerência, dita por Chesterton, do solipsista que prega convictamente, em praça pública, que só ele existe e que todos os outros são uma ilusão de sua própria mente – então por que prega? Ou do niilista que não tem coragem de se suicidar – por que não se reduz ao nada?

Em Olavo de Carvalho, ao contrário, a sua filosofia – tal como apresentada nos seus vários livros e artigos publicados, dezenas de apostilas e centenas de aulas – tomou forma humana; melhor dizendo: tomou carne humana, encarnou-se. O Filósofo apresenta-se tal como ele é e vive tal como ele prega, segundo a verdade que ele, pessoalmente, conhece e descreve. Essa encarnação é a única forma de ser Filósofo – foi o caminho de Sócrates, Platão, Aristóteles, Santo Tomás. Afinal, a filosofia é amor da sabedoria e a sabedoria é o Verbo Divino, que se encarnou.

Não há como ser Filósofo sem fazer na própria vida este caminho já trilhado pela Verdade encarnada – não é por acaso que Vida, Caminho e Verdade foram três dos termos pelo qual Nosso Senhor se definiu a si mesmo no Evangelho de João (14,6).

E é por isso que tantos, na presença de Olavo, amam-no ou odeiam-no; interrogam-se ou escandalizam-se; ficam mais burros ou mais inteligentes, como ele diz.

Porque a personalidade – a força da sua personalidade – torna presente a experiência de uma Realidade realmente vivida – perdoem-me a tautologia proposital.

Ninguém é o mesmo depois de conhecer Olavo de Carvalho, porque ninguém pode ser o mesmo ao confrontar-se com uma Realidade visível, palpável, de carne e osso, que fuma e fala palavrão – uma pessoa e não apenas um conceito abstrato ou um pensador careca de botequim.

É curioso, mas confirma plenamente o que eu disse, que a presença de Olavo tenha provocado em muitos aquilo para o que ele, na sua filosofia, tem um nome: um trauma da emergência da razão, pelo qual o indivíduo, acumulando uma gama de experiências reais ainda indescritíveis, ao tentar expressá-las, chega a um momento crítico de tensão, em que é colocado diante da própria realidade e obrigado a confessá-la, sob pena de perder-se; confessando-la, aquele momento traumático eleva-lhe a autoconsciência, por um progresso de etapas descrito na teoria das doze camadas da personalidade, também do Professor.

A experiência traumática de Olavo de Carvalho provocou, não em um, mas em milhares de indivíduos, uma como que missionária emergência da razão: da poeira e das sombras de um vazio cultural escabroso, emergiu a autoconsciência de muitos, os quais se reconheceram, confessaram-se e elevaram-se, para, então, fazer apostolado, cientes de uma missão pela qual cada um é pessoalmente responsável: a restauração de uma cultura, o surgimento e a ascensão de uma nova casta de intelectuais que vivem pela Verdade e que podem torná-la presente aos outros.

Vejam, outra vez: é impossível falar do homem sem falar de sua filosofia. É impossível descrever o homem sem comentar seu pensamento: pensador e pensado tornaram-se uma realidade única, como deve ser.

Olavo significa “o sobrevivente”. Numa era de zumbis, coube a um homem restaurar a consciência de um povo, de uma nação, de uma época – não é uma missão fácil, como não está sendo; mas é uma missão divina e, por isso, contra todas as dificuldades, será bem-sucedida, como está sendo.

De tempos em tempos, há filósofos de restauração: verdadeiros milagres vivos que, em meio à alucinação geral, vislumbram um raio luminoso da Verdade, apegam-se a Ele com a força de um náufrago e, então, iluminam a outros – são sobreviventes do dilúvio atualizado das eras, conduzindo aqueles que estão dispostos ao socorro para uma arca segura, de madeira de lei.

A estes sobreviventes, o Logos Divino confiou a tarefa de serem lembranças da Eternidade na ininterrupta procissão das horas terrenas, dos tempos mortos e até de outros tempos.

Feliz aniversário, Professor Olavo.

Aniversário 70 I

Sete décadas de: “Ora, porra!”
Parabéns
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Hilton Boenos Aires Falou cú foi pouco
Hilton Boenos Aires Desesquerdizou foi pouco
Ricardo Alencar Brasil Aprendi muito com ele. Tô me tornando outra pessoa o modo de agir pensar tudo, parabéns Olavão e obrigado.
Nancy Galvão PARABÉNS!
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Taiguara Fernandes de Sousa  sentindo-se feliz.

O melhor momento é quando o teu Professor diz que tu tens razão sobre o que escreveste a respeito dele e de seu pensamento.

Link para o texto nos comentários.

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A propósito, o texto, para quem ainda não viu: http://homemeterno.com/…/04/o-sobrevivente-e-a-eternidade/

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Mateus Colombo Mendes compartilhou a própria publicação.

Olavo’s Day.
Sete décadas do sujeito capaz de resolver e resumir uma questão profunda com meia dúzia de palavras, com densidade mas sem frescura.
Há quem prefira ficar de viadagem, pensando “com os próprios miolos” e discutindo idéias; mas, se você quiser entender a REALIDADE, basta uma aula desse véio para dar um giro de 180 graus e entender a admiração de seus alunos. 
Resumo minha vida em antes e depois do Olavo de Carvalho. E idolatria é a china que te pariu!
Parabéns, professor.

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Luis A. Senger Pura verdade foi Um Gigante! Obrigado mestre Olavo!
José Escada Jr. Foi citado duas vezes na votação do impeachment. Merecia ainda mais! Olavo foi o pioneiro na luta contra o PT, foi o homem que fez todos os outros perderem o medo de falar contra a esquerda e mostrou aos brasileiros como rebater os argumentos dos petistas. E isto é só um pequeno resumo de sua atuação a favor do Brasil.
Denise Flor Realmente, ele foi o precursor e incentivador de tudo! Obrigada, Olavo de Carvalho!

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Agradeço a Paulo Francis (que Deus lhe fale n’alma) por ter-me despertado a curiosidade de conhecer a obra do professor Olavo de Carvalho com estes dois trechos:

“A ler também o ensaio de Olavo de Carvalho sobre Aristóteles. Estranho intelectual, esse. Já nos deu um estudo sobre Epicuro, Walter Benjamin et al. Vai aos filósofos que fizeram a tradição ocidental de pensamento, dando ao leitor jovem a oportunidade de atravessar esses clássicos. Conhece profundamente o assunto e é um didata nato, sem apego a jargão e obscurantismo. Avis rara, na nossa academia, em que a maioria é de gente encostada ou de ideólogos esquerdistas tentando passar mensagens de subversão aos jovens na linha caquética do chamado marxismo-leninismo, no Brasil reduzida ao farrapo de inteligibilidade do petelhismo.”

“Livro imperdível. Exijam dos livreiros.”

publicados no final de 1996 e que me levaram às obras do professor, as quais, depois de conhecidas, me fizeram incscrever-me em seus Seminários Paulistas de Filosofia, no começo de 1998. O resto é história.

Ramon Duarte Adoro ler histórias dos alunos mais antigos do Olavo de Carvalho. Interessante como todos sabem o momento exato que conheceram sua obra e como foram despertados tão fortemente ao conhecer. Sinto-me triste por tê-lo conhecido tão tarde,porém,sei exatamente quando aconteceu e espero um dia contar. Foi uma porrada na cara ler o Imbecil Coletivo há dois anos,da qual,ainda não me recuperei. Grande abraço!
Elpídio Fonseca Caro Ramon Duarte, obrigado pelas tuas palavras. Faltou mencionar acima a oportunidade que tive de assistir a uma palestra do Professor na livraria cultura, ainda pequenina, em outubro de 1997, com o tema platônico; “verdade conhecida é verdade obedecida”. Fiquei fascinado com a didática do Professor, e preenchi um folheto que o organizador da palestra distribuíra para os seminários pauklistas de filosofia, que começaria dali a semanas. Tentei de todas as maneiras inscrever-me para o curso, mas o organizador não parecia nem um pouco preocupado com meu interesse. Em dezembro de 1997, com algumas dúvidas de leitura das Categorias de Aristóteles, mandei um e-mail para o professor, que gentilmente me respondeu, aclarando-me as dúvidas e indicando bibliografia básica, além da necessidade do aprendizado de francês – língua em que havia mais obras de Aristóteles sob o ponto de vista em que ele tratava. Disse-me então que qualquer outra dúvida poderia ser sanada nas aulas mensais, aos sábados, que ele então ministrava aqui em aSão Paulo, no clube Nacional, no bairro do Pacaembu. Compareci à primeira aula e, aluno novo, fiz uma série de perguntas – graças a Deus pertinentes – na primeira parte da aula. Antes de iniciar a segunda parte, dirigi-me ao professor e perguntei-lhe: “Então, Professor, posso participar do curso?” ao que el me respondeu: “Disfarça e senta lá, que você já está participando!”
Elpídio Fonseca A propósito, caro Ramon Duarte, nunca é tarde para começar o COF. Procure inscrever-se o quanto antes.
Ramon Duarte Elpídio Fonseca maravilhoso! Viu,é disto que falo,da riqueza de detalhes com que todos se lembram destes momentos quando iniciaram. Obrigado pela atenção dispensada meu caro,Elpídio Fonseca. Estou me organizando sim,para entrar no COF o quanto antes.Grande abraço!
Elpídio Fonseca Ramon Duarte , Não há de quê. Sucesso no teu intento de ingressar no COF e que Deus te ilumine! Abração!
Osmar Franzoni Júnior “Disfarça e senta lá, que você já está participando!”, 😂
Elpídio Fonseca Osmar Franzoni Júnior, típico bom-humor do Profesor Olavo
Osmar Franzoni Júnior Elpídio Fonseca, dei risada como se estivesse ouvindo ele dizendo isso e a sua cara de aluno recém chegado ao método Olavo de ser! 😅
Bruno Souza Estamos juntos, nos recuperando dessa porrada na cara que felizmente deixa cicatriz!
Elpídio Fonseca Osmar Franzoni Júnior, quando li a descrição de Paulao Francis, na matéria acima, e ainda não conhecia o Professor, imaginei-o no modo-padrão que muitos ainda, lamentavelmente, imaginam: se é filósofo, deve ser muito velho, usar óculos e ser muito bravVer mais
Osmar Franzoni Júnior Elpídio Fonseca, sempre é legal de se ler e escutar o antes e depois que os alunos mais antigos do Olavo contam. Eu sempre começo achando a história bonita e de repente dou risada no meio! Hahaha.. 
Você é um dos grandes frutos daquele homem! Continue nos disponibilizando as obras romenas!
Elpídio Fonseca Osmar Franzoni Júnior, mas é esta uma das melhores qualidades do Professor Olavo: o bom-humor, que nos faz dar gargalhadas e alegrar-nos!

 

Rafael Hollanda Belo texto, meu caríssimo em Cristo! O seu trabalho também descortinou ao Brasil intelectuais romenos de grande calibre e que permitiu a muitas pessoas, como eu, a estudar o fenômeno do comunismo com especialistas que vivenciaram aqueles fatos em primeira mão.

Parabéns ao Olavo e a você também!

José de Arimatéa Pérola de comentário.
Wavell Santos Sem dúvida, jamais esqueço o artigo que descortinou o imenso trabalho do professor Olavo de Carvalho, nem quem me apresentou os artigos deste grande professor.
Cláudio Salum Todos os que tiveram o privilégio de conhecer a obra do Professor Olavo, tem essa nítida impressão do antes e o depois e um profundo​ sentimento de gratidão. Até a minha fé católica eu adquiri por causa dele! Um cara desse tem que viver mais de 100 anos!