18/04/2016 II

Antes o Punheteu Liberto implorava por atenção. Agora fez um upgrade: passou a pagar por ela.

Amauri Barbosa Olavo, o senhor entende a mentalidade do Alex Jones? Porque ele gosta tanto do Putin e da Rússia, e ao mesmo tempo se diz pró Ocidente e apoia o Donald Trump? Ele é um cara bem intencionado?

Olavo de Carvalho O Alex Jones parece mesmo ser um agente russo, o que não o impede de dizer muitas verdades. É ouvir e selecionar.

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Até os traficantes estão voltando as costas ao PT. Traficante não faz negócio com fracassado.

http://www.imprensaviva.com/2016/04/fracassa-manifestacao-pro-dilma-em.html

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Atenção: A fraude científica tornou-se um instrumento NORMAL E USUAL das políticas de governo:

http://www.wnd.com/2016/04/revealed-feds-demands-to-manipulate-global-warming-data/

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A página “Nova Direita Cultural” é um grupelho de fascistinhas duguinistas que se lêem uns aos outros.

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A situação por aqui está MUITO mais perigosa do que no Brasil:

http://theamericanreport.org/2015/08/19/clues-unlock-obama-id/

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Uma vez votado o impeachment, estará na hora de lembrar o conselho do meu saudoso professor de artes marciais, Michel Veber: “Quando você começa a bater, não pare mais, senão você vai começar a apanhar.”

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#‎VaiFaltarMortadela‬

http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-31–93-20160417

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342. De agora em diante é que veremos a mendacidade, a malícia traiçoeira e a sanha vingativa dos comunipetistas brilhando em todo o seu esplendor, entre patético e macabro. Só haverá paz e prosperidade neste país quando O ÚLTIMO DELES for expelido da vida pública PARA SEMPRE.

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“Não parar, não precipitar, não retroceder.” (Paulo Mercadante)

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Renan Caralheiros, por favor, por caridade, faça o que todos os brasileiros esperam que você faça: Nada, picas, porra nenhuma.

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Perguntar não ofende: Engole ou cospe?

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“quien se opone al cielo,
cuanto más alto sube,
viene al suelo.”

Fray Luís de León

 

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Na mosca:
https://www.youtube.com/watch?v=QvfNCp53blA

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Talvez isto ainda não esteja claro para alguns dos meus leitores, mas nada tenho a discutir com gente da mídia. Petistas ou antipetistas, o ofício deles é dar notícias e acrescentar-lhes umas palavrinhas a favor ou contra, sempre, é claro, em nome dos valores sacrossantos da democracia, do Estado de direito, etc. e tal. O meu trabalho é analisar, compreender e prever. Não estamos na mesma profissão, não somos concorrentes. Confrontar as minhas idéias com as deles é como comparar um manual de biologia com o menu de um restaurante.

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Para os meninos da mídia, a coisa mais importanta do mundo é dar sempre a impressão que estão do lado bom. Fazer uma análise política nos moldes que aprendi em Aristóteles e Eric Voegelin é impossível se você liga muito para a impressão que está dando. Pensar na pose desvia a atenção que deve ser consagrada cem por cento ao objeto.

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Quatro décadas de socioconstrutivismo fizeram milhões de usuários do idioma nacional estacionarem na fase da imitação sonora, adiando para o dia de são nunca, como detalhe desprezível, a apreensão dos significados.
Uma vez, num teste de calouros na TV, um dos candidatos introduziu na letra do Hino Nacional, que aliás ele não desafinava mais que a média, expressões como “as margens prásticas” e sobretudo “o prêpo repulsante”, que até hoje me pergunto que caralho poderia ser, mas onde, malicioso como três diabos, creio entreouvir uma vaga intenção obscena.

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Na mídia brasileira não apenas inexiste espaço para os meus escritis, mas até para qualquer menção ao meu nome. Acho isso excelente, porque desde muitos anos atrás fiz comigo mesmo uma aposta de que UM ÚNICO analista sério dos acontecimentos poderia, no cômputo geral, influenciar o curso das coisas muito mais do que o faria a totalidade de uma indústria bilionária. Não creio ter perdido a aposta.

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Foi uma vitória contra o PT? Sim. Foi uma vitória contra a corrupção? Ainda não. Foi uma vitória contra o esquema comunista continental? Não.

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Se eu tivesse me limitado a “denunciar a corrupção” ou a “defender a democracia”, como fazem tantos na mídia, nunca teria obtido resultado NENHUM. Uma estratégia de dominação total só pode ser desmantelada se for descrita e exposta na sua estrutura íntima, nas fontes últimas da sua inspiração intelectual e na totalidade dos seus meios de ação.

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Se alguém disser que a votação do impeachment provou a capacidade das “nossas instituições” para proteger o país contra a invasão totalitária, estará enganado ou mentindo. O que ela provou é que essas instituições, por si, nada fazem contra o mal e só se mexem quando a ira popular ameaça destrui-las junto com os totalitários aos quais elas serviram docilmente durante tantos anos.

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A coisa mais óbvia do mundo é que certos movimentos de protesto entregaram realmente o protagonismo histórico nas mãos da classe política, fazendo dela a heroína de última hora, a puta falsamente arrependida que, ante o incêndio do bordel, decide finalmente gritar contra a obscenidade.

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Conseguiram transformar a massa em força auxiliar da classe política.

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Assim como o Barão de Munchausen saiu das águas puxando-se a si próprio pelos cabelos, é bem possível que o ex-presidenciável Ciro Gomes tente emergir das sombras do esquecimento puxando-se a si próprio pelo saco e apresentando-se como o salvador da lavoura esquerdista.

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Baixou o espírito da Dilma Rousseff na pobre garota:
https://www.facebook.com/congressoemfoco/videos/992738567470877/A garota histética tem fazão para gritar, Foi mesmo uma puta falta de sacanagem.

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Leia os posts abaixo e entenderá: Se algum dia eu escrever um livro sobre a educação brasileira, o título será “O Prêpo Repulsante”.

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Será que antes de cuspir no Bolsonaro o Jean Uiui tinha mordido o prêpo repulsante?

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Um sujeito muito malicioso inventou que o Bolsonaro, ao receber a cuspida, indagou surpreso: “Que porra é essa?”

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Os grandes ideais humanitários da juventude esquerdista: banheiros unissex e maconha de graça nas escolas.

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Nunca vi uma prova razoável de que o coronel Brilhante Ustra tivesse mesmo torturado alguém. O único indício é a palavra das mesmas pessoas que dizem que o Brasil não tem dívida externa e que a Dilma é honesta. No entanto, de tão repetida, a rotulagem grudou de tal maneira que quem diga uma palavra em favor do homem torna-se ele próprio um torturador e cuspir nele um ato de civismo. É para coisas desse tipo, e só para elas, que serve a mídia brasileira.

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Desde o início dos anos 90, em todos os clubes militares, escolas de comando e outras instituições militares a que tive acesso, expliquei e insisti que toda alegação falsa contra as Forças Armadas deveria ser respondida com um processo criminal, e seu autor colocado na cadeia. JAMAIS esse meu conselho foi ouvido. Bastava tê-lo seguido para que a esquerda nunca tivesse angariado prestígio e nunca o PT tivesse chegado ao poder. Em vez disso, a milicada consentiu em jogar-se a si mesma na espiral do silêncio. Àqueles que choramingam porque as Forças Armadas não salvaram o país do assédio comunopetista, pergunto: Como podem elas defender uma nação se não são capazes de defender-se a si mesmas contra vulgares caluniadores?
É verdade que alguns oficiais, como o próprio coronel Ustra, criaram blogs e escreveram livros para mostrar sua visão dos fatos. Mas qual deles tem cacife para enfrentar a grande mídia e a tropa inteira dos intelectuais esquerdistas no campo da pura discussão e vencê-los? Eu, Olavo de Carvalho, posso fazer isso, e fiz. Eles, não. Deveriam ter é contratado um bom advogado criminal e lutado num campo onde teriam enormes chances de vencer. Preferiram perder esperneando em vão.

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Em pelo menos duas ocasiões dei aos militares algo além de um bom conselho: entreguei-lhes, a título de exemplo, todas as provas cabais de dois crimes de calúnia perpetrados contra as Forças Armadas. Que fizeram com elas? Porra nenhuma.

Icaro Santos Professor, sei que o que vou perguntar e idiotice. Como o senhor conseguiu Green Card?

Olavo de Carvalho Icaro Santos Apresentei meu currículo com quatro mil páginas de documentos comprobatórios.

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Quando soube do discurso de Kruschev denunciando os crimes de Stálin, o Carlos Marighela teve uma crise nervosa e passou meses internado numa casa de repouso. A bravura física não é incompatível com a mais abjeta fraqueza moral.

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Os que choramingam ter sido vítimas da ditadura trabalhavam (alguns como oficiais) para a ditadura cubana, que torturou e matou mil vezes mais gente que a ditadura brasileira. Sua autoridade moral é NULA, para não dizer negativa.

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Entrevista, no mais puro portunhol de Vila Nhocunhé, que dei hoje de manhã à Rádio Colômbia, no programa do ex-ministro colombiano da Justiça, Fernando Londoño:

http://www.lahoradelaverdad.com.co/hace-noticia/olavo-de-carvalho-habla-del-impeachment-en-contra-de-dilma-rousseff.html

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Não vou banir logo o tal de Vinicius Procópio, porque quero deixá-lo aqui como amostra de que os comunistas acham que contar cadáveres é mais grave do que fazê-los.

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Os apologistas incondicionais da casta militar alegam que, se as Forças Armadas nada fizeram nem disseram ante o assalto comunopetista à nação brasileira, é porque, pela Constituição e pelas leis, os oficiais não podem fazer pronunciamentos políticos. Mas o comandante do Exército dizer que suas concepções da defesa nacional são as mesmas do representante do Foro de São Paulo, Aldo Rebelo, não constitui um pronunciamento político, uma tomada de posição? Por que raios um pronunciamento político se torna constitucional e legal só por ser agradável aos ouvidos comunistas?
Ademais, processar os caluniadores das Forças Armadas, como durante tantos anos sugeri que se fizesse, não seria pronunciamento político nenhum, nem muito menos “intervenção militar”, e teria bastado para quebrar a espinha do esquerdismo nacional.
Para completar: a abstinência de pronunciamentos políticos obriga por acaso os militares a virar passistas de escola de samba para divertir a presidanta em recinto fechado, vedado ao povo?
Não, não há desculpas. É claro que a maioria dos oficiais e soldados não tem a menor culpa por essas coisas, mas, sem dúvida, algo, no coração dos comandantes, mudou para MUITO pior desde os anos 80.

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Vejam esse depoimento de uma das mães que estão alfabetizando os filhos em casa pelo método criado pelo meu aluno Carlos Nadalim. Qualquer um é capaz. Não deixe essa tarefa para o MEC.

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Matar e estuprar são direitos inalienáveis dos esquerdistas. O Marco Feliciano não está preparado para viver numa democracia.

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Se, cada vez que algum sujeito é acusado de torturador, qualquer um que se aventure a defendê-lo se torna ele próprio digno do rótulo de torturador, então, é claro, toda acusação de tortura é autoprobante, inquestionável e automultiplicante. Esta regra foi adotada por toda a mídia nacional, sem exceção.

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A fraude científica está se tornando a regra em vez da exceção:
http://theweek.com/articles/618141/big-science-broken

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Omitir-se de dizer QUALQUER COISA por medo de que vá “pegar mal” entre os esquerdistas é a atitude mais abjeta, covarde e contraproducente do mundo. Deve-se dizer precisamente TUDO o que “pegue mal” entre esses filhos da puta maliciosos. Apenas, deve-se dizê-lo de maneira que os reduza à raiva impotente em vez de fazer provocaçõezinhas bobocas e irritantes que só servem para encorajá-los. O estilo é tudo. Ou você passa por cima deles como uma motoniveladora, ou não faz nada.

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Se você não tem o pleno domínio da expressão oral e escrita, atenha-se ao formalismo convencional, que pode ser decorado.

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Minha maior satisfação sádica é notar que, quanto mais a mídia suprime o meu nome, mais as minhas opiniões se difundem por toda parte e influenciam positivamente o curso dos acontecimentos, passando por cima da ominosa “operação vaca amarela”. Quando fui demitido do Globo, apostei que isso ia acontecer, e aconteceu. Perto da verdadeira ciência da difusão das idéias, as tecniquinhas dos marqueteiros e jornalistas são coisa de criança.

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O voto número 342 foi a tão esperada vingança das cabritas.

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Regra número um da luta cultural: Provocar, nunca. Ou você bate logo de vez, ou não faz nada.

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