4.12.2019

Tentei ouvir um sábio acadêmico lendo uma tese portuguesa sobre Newton, mas não consegui passar dos minutos iniciais:

Nghiem Minh Dung, “Música, Inteligência e Personalidade”.

Os aficionados que me desculpem, mas não enxergar a correlação estatística entre rock e drogas é colocar os próprios gostinhos acima da aritmética elementar.

Os imbecis diplomados — isto é, praticamente todos os diplomadps do Brasil — não sabem distinguir entre o processo causal histórico-cultural e a causalidade física. Não encontrando causa física visível, juram que não há causa nenhuma, só curiosas coincidências.

Oriento meus alunos para que não aceitem cargos públicos, mas sempre que um deles é nomeado para uma merda dessas, a Fôia e pirocas simlares juram que fui eu quem o botou lá.

A desorganização mental dos bacharéis em ciências já virou, no Brasil, uma espécie de ciência.

De tudo o que os filhos da puta vendem como verdades experimentais bem provadas. eles não conhecem, por experiência, nem a milionésima parte. O resto é só por ouvir dizer, E nem disso os bostas têm consciência,

“Consenso cientifico” é só uma contagem de cabeças que não chegaram a ser contadas.

DA PÁGINA DO SILVIO GRIMALDO:

43% das crianças em escolas brasileiras não sabem ler. Essa é a patria educadora. É esse modelo que a Folha de São Paulo parece querer manter ao começar a preparar uma reportagem precatória contra o Carlos Nadalim, que será publicada, segundo as fontes, no dia 12 de dezembro.

RETIFICANDO: QUEM NÃO SABE LER?: 43 POR CENTO DAS CRIANÇAS BRASILEIRAS E CEM POR CENTO DA REDAÇÃO DA FÔIA.

MEUS ALUNOS SUPERAM, EM QUANTIDADE E QUALIDADE. A PRODUÇÃO CULTURAL DE QUALQUER UNIVERSIDADE BRASILEIRA. E NÃO CUSTAM AO POVO UM TOSTÃO EM IMPOSTOS.
SEGUNDO A FÔIA, ISSO É FASCISMO.

Qualquer conhecimento que SÓ POSSA ser expresso no vocabulário técnico da pesquisa que o gerou, sem possibilidade de tradução na língua geral, NÃO TEM A MENOR SIGNIFICAÇÃO PARA A CULTURA MAIOR e dele não se pode extrair NENHUMA consequência filosófica, moral, religiosa, etc.

Em suma, é coisa que só interessa a um clubinho de aficionados e uns quantos investidores espertalhões.

O sujeito que, na universidade, aprendeu latim com a pronúncia “reformada” (greco-alemã) e nem imagina que ela é objeto de polêmica não será jamais um verdadeiro latinista.

A pronúncia latina “reformada” é uma bosta entojada igual à nova ortografia brasileira promulgada por um semi-analfabeto.

Esses bostas que vivem cagando regras sobre Newton NUNCA leram os “Principia”, só versões e resumos acadêmicos. Se tivessem lido, saberiam que o grande físico baseia TODA a sua demonstração em dois PRINCÍPIOS METAFÍSICOS desprovidos de qualquer possibilidade de confirmação experimental: as noções de “tempo absoluto” e de “espaço absoluto”.

Que é que o Paulo Freire fez pela educação brasileira? Porra nenhuma. Não alfabetizou nem o Lula.

Acontecimentos memoráveis. O Dr. Pirrôla uma vez fez um vídeo mostrando TODOS OS DEZESSEIS LIVROS da sua biblioteca científica.

O brasão d’armas dos Pirrôlas é a letra grega Pi ao lado de um emblema fálico.

 São aproximadamente três pirocas e meia.

Crítica de um palpiteiro científico a alguns experimentos terraplanistas: ” Vivem dizendo que a ciência é a cultura da dúvida mas aí fazem experimentos irrefutáveis. Desonestidade da porra, viu?”
Esse sujeito não entende o que ele mesmo diz. Se nanhum EXPERIMENTO leva a conclusões irrefutáveis (nos seus próprios limites, é claro)_, a culturs da dúvida é impossível, não havendo diferença perceptível entre o certo e o duvidoso.

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