30.11.2019

Recordar é viver:

O anticomunismo está PROIBIDO em toda a midia e nas faculdades de jornalismo há décadas. A “liberdade de imprensa” no Brasil é só pretexto verbal para impor o controle comunista da opinião pública.

É MUITO engraçado, porra!

Vivendo e aprendendo. Eu não conhecia esta belíssima canção antiga, que me foi enviada pelo meu amigo de infância, Valentino Bergamo Filho.

29.11.2019

Se o governo não tomar uma providência séria para quebrar as pernas dos censores autoonomeados, daqui a pouco até discursos e entrevistas presidenciais estarão censurados.

O Encardidinho, micro-cachorro vizinho, amigo da Mel, esteve sumido por uns dias, mas já reapareceu.

Não é altamente significativo que o apelo direto ao assassinato de um escritor não tenha sido jamais chamado de “discurso de ódio”?

Bolsonaro é o primeiro presidente da República no qual o povo brasileiro enxerga a sua própria imagem. Nenhum truque, nenhum ardil vai desfazer esse casamento.

28.11.2019

” Urgente Previdência de Curitiba Incendiada Foro de SP agindo ídem Chile ? “

Uma coisa que jamais poderei compreender: O que leva tantas pessoas sem qualquer cultura filosófica — jornalistas, deputados, senadores, generais, roqueiros, blogueiros — a imaginar que suas opiniões de ocasião sobre obras filosóficas que nem mesmo leram têm alguma importância para a filosofia? Esse é o mistério supremo da vida brasileira.

CADA VEZ que o governo se omite de imputar às organizações comunistas os crimes que elas cometeram, elas imputam a ele algum crime imaginário. É infalível.
Só imbecis acreditam que é possível uma convivência democrática com organizações criminosas. E só imbecis acreditam que há comunistas não criminosos.

Sem fechar os partidos membros do Foro de São Paulo, cuja existência é ILEGAL E INCONSTITUCIONAL, a vida da democracia brasileira é absolutamente inviável. Aceitar que politicas de governo tenham de ser aprovadas por organizações criminosas é, literalmente, submeter o país ao império do crime. Nessas condições, o “combate à corrupção” nunca passará de uma farsa, tão criminosa quanto a corrupção mesma.

A espiritualidade luliana consiste em mentir, roubar e estuprar cabritas. Um treco divino mesmo.

Será que finalmente os homens do governo vão entender que convivência democrática com organizações criminosas não é possível?

Acontece hone, das 23h30 às 23h59.

Durante esses 30 minutinhos, o Brasil Paralelo vai vender seu plano de assinatura anual com 45% de desconto.
Saiba mais aqui: bit.ly/35MCXz9

Para os que não sabem do que se trata: em 1999, uma porcaria chamada “Mídia Independente”, subsidiada pelo George Soros, publicou um aviso de horário, data e local onde os eventuais intertessados em dar cabo da minha pessoa poderiam me encontrar. Sem saber de porra nenhuma, fui lá e já encontrei o prédio cercado pela polícia. Perguntei a um sargento:
— Que é que houve?
— Ameaçaram matar um sujeito nesse prédio.
— Que sujeito?
— Um tal de Olavo de Carvalho.

27.11.2019

Da página da Juliana Rodrigues Excelsior:

Gostaria de agradecer ao Olavo de Carvalho pela vastidão de toda a sua obra escrita ou em aulas do curso online de filosofia a quem homenageamos no dia de ontem e somo gratos, pessoalmente gratos; à Roxane Carvalho, uma pessoa a quem eu quero muito bem; ao idealizador do colóquio, o Dr. Pedro Vistas, amigo, homem de erudição impressionante; ao Dr. Renato Epifânio, presidente do MIL, que tornou o evento materialmente possível, um nobre aristocrata; ao Mário Chainho, meu marido, homem de inteligência brilhante (que fez com que me apaixonasse e faz de novo) por sua belíssima apresentação a respeito do COF e seu paralelo com a pedagogia de Sócrates; ao António Vieira por velejar conosco nesses mares, pelo seu espanto com Olavo. Agradeço aos meus amigos pessoais os olavetes que do Brasil auxiliaram na confecção e manutenção do site do evento: Mauro Ventura, Vicente Pessôa, Hellyandro Ferraz e Leonardo Fragas; ao Matheus Bazzo e ao Ricardo Sondermann pelo patrocínio e entusiasmo da Minha Biblioteca Católica; ao Rafael Nogueira porque o convidei e ele veio de longe e houve revezes e houve novidades(ele divulgará) e ele honrou seu compromisso até ao fim; ao Artur Silva, porque é um prazer conversar com ele sobre Olavo e sobre literatura, sempre; gostaria de agradecer a todos os amigos de Portugal que compareceram ao evento, ao amigo e padrinho de crisma, o Júlio Cézar, que veio da Irlanda com este fim; também a todos os comunicadores, fiquei encantada com o Carlos Aurélio, um senhor alentejano que eu não conhecia e que sabe tanto a respeito do pensamento do Professor Olavo! Meus agradecimentos também àqueles, que depois da minha exposição, vieram me procurar com relatos de suas próprias conversões ao catolicismo diretamente ligadas ao professor Olavo. As breves comunicações de Jaime Nogueira Pinto e Rodrigo Sobral Cunha, nos dão um pressentimento de sua vastíssima erudição, sou grata por testemunhar essas inteligências debruçadas sobre a obra do professor.
Ao responsável pela gravação, o João, o nosso herói. Aos intelectuais da Sociedade de Geografia de Lisboa, da Fundação Lusíada, e do CEDIS, por acolherem em seus corações e na sede da SGL o estudo desta personalidade. Como bem foi referido sobre um ditado do Turcomenistão(se eu não me engano era esse o país): “ao homem que diz a verdade, dê um cavalo”. E cito de cabeça o presidente da Fundação Lusíada, o Dr. Abel de Lacerda Botelho: “Mas Olavo não aceitaria o cavalo, porque ele diz a verdade e fica e enfrenta o que tiver de enfrentar.”
O professor engrandeceu e engrandece muito a minha vida e foi a noção do dever de gratidão que me guiou ao contribuir com a minha pequena parcela de dedicação para o sucesso deste evento.
Perguntam-me quando será o outro. Ora, essa pergunta é um bom indício.
**************************
PS: tirando a minha apresentação, o resto foi perfeito.
Editado: Obrigada ainda e não menos importante a todos os amigos que torceram e rezaram pela realização bem sucedida do colóquio.

*

Segundo o Verdevaldo, eu sou a mídia oficial que persegue e censura os jornalistas independentes…

Verdevaldo e Lula usam a mesma técnica psicológica, aquela do Groucho Marx:”Afinal, você vai crer em mim ou nos seus próprios olhos?”

Verdevaldo e Lula descobriram a fórmula da sacanagem integral: mentir aqui e ali não basta, é preciso inverter TUDO COMPLETAMENTE.

O Brasil finalmente está bem representado: um produtor e um ator de filmes pornô, o primeiro com uma bela lista de serviços prestados à causa neonaziata, o segundo um estuprador confesso. É o que se chama O ESPÍRITO DA COISA.

Lembram-se da menina barrada no show?
— Que puta falta de sacanagem.
Agora veio seu discípulo, o Lula:
— O problema do Brasil é a falta de canalhice.

A ditadura avança:

Censura em ação:

Enquanto os portugueses nos dão uma lição de como apreender a unidade de uma obra literária e filosófica por trás da variedade das suas formas ocasionais, os palpiteiros da mídia nacional continuam devotados a miudezas que são tudo quanto conseguem enxergar nos meus escritos, e que, na sua imaginação pueril, darão por terra com a minha reputação tão logo corrigidas por algum eruditíssimo Verdevaldo, Mastim Vaca ou Joel Dinheiro. Por exemplo, o Barão Rothschild comprou ações do “Monde” ou do “Libération”? Nem lembro mais, é claro, mas o Verdevaldo vê nisso o cerne, o fundamento, o pliar central da minha filosofia, o qual, derrubado, arruinará tudo o mais.

Nada define melhor a pequenez mental dessas criaturas do que a profissão em que as catalogou o Mauro Fagundes: Jóqueis de piolhos.

“Intervenção militar”? Raciocinem. Se as Forças Armadas reagem à subversão quando esta ainda está no começo, elas podem fazê-lo pelos meios norrmais da legislação democrática, mas, se esperam para só reagir em último caso, a intervenção desembocará quase que fatalmente numa ditadura militar. É o tipo da coisa que, quanto mais demora, mais merda produz. Foi no começo da década de 90 que informei aos militares, mil vezes, os meios de reação legal e democratica disponíveis. Eles nem ligara. Agora estamos às portas de uima revolução armada continental ou, reagindo a ela, de uma nova ditadura militar?

Quanto maior a demora, maior o risco de uma tragédia.

Por DUAS VEZES o general Santos Cruz, que não tem nem meio motivo para gostar de mim, declarou na CPMI que NUNCA HOUVE contrato ou pagamento em meu favor na Secom. Portanto, fofoqueiros de merda, vão tomar nas suas tarraquetas e parem de inventar historinhas.

O maior sonho do Rui Falcão é ser a Maria do Rosário.

O PAI DAS FAKE NEWS:

https://outline.com/UD5df9

O Verdevaldo diz que fui eu quem meteu na cabeça do Augusto Nunes a idéia de bater nele. Não, não fui eu. Ninguém é perfeito.

Não gostei nem um pouco das conversas do Oriovisto quando o conheci em Curitiba quinze anos atrás, mas reconheço que ele está fazendo um belo trabalho no Senado>

https://www.catarse.me/russos-vol-1?fbclid=IwAR22-kl_UWNBw51E1_Ny9KcJ755xDmEHlRcilnlmzVm6cksN7WHfpUWt9CQ

Mauro Fagundes é o rei do humorismo político:

Análise simbólica de produtos da cultura atual é, com frequência, propensa a toda sorte de exageros e arbitrariedades, mas neste caso ela parece bem exata:

Vigarista é você, seu merdinha fardado.

Numa hora em que o valor da minha obra de filósofo e educador é proclamado por altos intelectuais portugueses, a opinião de um palpiteiro semi-analfabeto só depõe contra ele mesmo.
O sujeito que me deprecia mas dá crédito à Cataca Livre só mostra que é mesmo um cultor devoto de fake news, discípulo e admirador de assassinos de reputações.

Alguns comentários do público às declarações do Santos Cruz:

Os maiores escritores brasileiros — Jorge Amado, Herberto Sales, Josué Montello, Nélida Piñon, Carlos Heitor Cony, Antonio Olinto, Bruno Tolentino, Ariano Suassuna e tantos outros — louvaram enfaticamente o meu estilo literário Agora vem esse hominho inculto, desarticulado e tosco, dizer que não tenho nem capacidade de expressão.

Da página do Hélio Angotti Neto:

VERITAS FILIA TEMPORIS
No tempo se revela a verdadeira face dos homens e das coisas…
Sempre aconselho meus alunos a procurarem a excelência. Quantas vezes eu disse: “Não será fácil, e cada dia fica mais difícil. Façam uma residência médica de excelência, invistam em suas carreiras, não tenham pressa para ganhar dinheiro, tudo tem seu tempo. Não joguem fora o que custou tanto alcançar…”
Em momentos de dúvida, medo e crise, vale o conselho do filósofo Olavo de Carvalho:
“Tudo em volta induz à loucura, ao infantilismo, à exasperação imaginativa. Contra isso o estudo não basta. Tomem consciência da infecção moral e lutem, lutem, lutem pelo seu equilíbrio, pela sua maturidade, pela sua lucidez. Tenham a normalidade, a sanidade, a centralidade da psique como um ideal. Prometam a vocês mesmos ser personalidades fortes, bem estruturadas, serenas no meio da tempestade, prontas a vencer todos os obstáculos com a ajuda de Deus e de mais ninguém. Prometam SER e não apenas pedir, obter, sentir, desfrutar.”
Verita filia Temporis… a verdade é filha do tempo. Quem realmente se dedicou, quem se sacrificou para obter verdadeira técnica, ética e conhecimento profundo, de regra obterá sucesso.

” Urgente Previdência de Curitiba Incendiada Foro de SP agindo ídem Chile ? “

A avó do Santos Cruz passava pimenta na boca dele quando ele dizia um palavrão. A minha dava risada.

Hélio Angotti Neto

Hélio Angotti Neto3 h ·  VERITAS FILIA TEMPORIS

No tempo se revela a verdadeira face dos homens e das coisas…

Sempre aconselho meus alunos a procurarem a excelência. Quantas vezes eu disse: “Não será fácil, e cada dia fica mais difícil. Façam uma residência médica de excelência, invistam em suas carreiras, não tenham pressa para ganhar dinheiro, tudo tem seu tempo. Não joguem fora o que custou tanto alcançar…”

Em momentos de dúvida, medo e crise, vale o conselho do filósofo Olavo de Carvalho:

“Tudo em volta induz à loucura, ao infantilismo, à exasperação imaginativa. Contra isso o estudo não basta. Tomem consciência da infecção moral e lutem, lutem, lutem pelo seu equilíbrio, pela sua maturidade, pela sua lucidez. Tenham a normalidade, a sanidade, a centralidade da psique como um ideal. Prometam a vocês mesmos ser personalidades fortes, bem estruturadas, serenas no meio da tempestade, prontas a vencer todos os obstáculos com a ajuda de Deus e de mais ninguém. Prometam SER e não apenas pedir, obter, sentir, desfrutar.”

Verita filia Temporis… a verdade é filha do tempo. Quem realmente se dedicou, quem se sacrificou para obter verdadeira técnica, ética e conhecimento profundo, de regra obterá sucesso. — com Roxane Carvalho.

Olavo em Portugal – agradecimentos

Juliana Rodrigues Excelsior está com Luísa Albuquerque.

1 h · 

Gostaria de agradecer ao Olavo de Carvalho pela vastidão de toda a sua obra escrita ou em aulas do curso online de filosofia a quem homenageamos no dia de ontem e somo gratos, pessoalmente gratos; à Roxane Carvalho, uma pessoa a quem eu quero muito bem; ao idealizador do colóquio, o Dr. Pedro Vistas, amigo, homem de erudição impressionante; ao Dr. Renato Epifânio, presidente do MIL, que tornou o evento materialmente possível, um nobre aristocrata; ao Mário Chainho, meu marido, homem de inteligência brilhante (que fez com que me apaixonasse e faz de novo) por sua belíssima apresentação a respeito do COF e seu paralelo com a pedagogia de Sócrates; ao António Vieira por velejar conosco nesses mares, pelo seu espanto com Olavo. Agradeço aos meus amigos pessoais os olavetes que do Brasil auxiliaram na confecção e manutenção do site do evento: Mauro VenturaVicente PessôaHellyandro Ferraz e Leonardo Fragas; ao Matheus Bazzo e ao Ricardo Sondermann pelo patrocínio e entusiasmo da Minha Biblioteca Católica; ao Rafael Nogueira porque o convidei e ele veio de longe e houve revezes e houve novidades(ele divulgará) e ele honrou seu compromisso até ao fim; ao Artur Silva, porque é um prazer conversar com ele sobre Olavo e sobre literatura, sempre; gostaria de agradecer a todos os amigos de Portugal que compareceram ao evento, ao amigo e padrinho de crisma, o Júlio Cézar, que veio da Irlanda com este fim; também a todos os comunicadores, fiquei encantada com o Carlos Aurélio, um senhor alentejano que eu não conhecia e que sabe tanto a respeito do pensamento do Professor Olavo! Meus agradecimentos também àqueles, que depois da minha exposição, vieram me procurar com relatos de suas próprias conversões ao catolicismo diretamente ligadas ao professor Olavo. As breves comunicações de Jaime Nogueira Pinto e Rodrigo Sobral Cunha, nos dão um pressentimento de sua vastíssima erudição, sou grata por testemunhar essas inteligências debruçadas sobre a obra do professor.
Ao responsável pela gravação, o João, o nosso herói. Aos intelectuais da Sociedade de Geografia de Lisboa, da Fundação Lusíada, e do CEDIS, por acolherem em seus corações e na sede da SGL o estudo desta personalidade. Como bem foi referido sobre um ditado do Turcomenistão(se eu não me engano era esse o país): “ao homem que diz a verdade, dê um cavalo”. E cito de cabeça o presidente da Fundação Lusíada, o Dr. Abel de Lacerda Botelho: “Mas Olavo não aceitaria o cavalo, porque ele diz a verdade e fica e enfrenta o que tiver de enfrentar.”

O professor engrandeceu e engrandece muito a minha vida e foi a noção do dever de gratidão que me guiou ao contribuir com a minha pequena parcela de dedicação para o sucesso deste evento.

Perguntam-me quando será o outro. Ora, essa pergunta é um bom indício.
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PS: tirando a minha apresentação, o resto foi perfeito.

Fotos do Brás Oscar.

Sobre cinema e TV

“Quantos atentados terroristas foram cometidos por milícias conservadoras nos EUA? Nenhum. Quantos filmes Hollywood já fez sobre atentados terroristas cometidos por milícias conservadoras? Milhares.
Quantos golpes militares a direita deu nos EUA? Nenhum. Quantos filmes sobre golpes militares direitistas Hollywood já fez? Milhares.
Até hoje você não encontra documentação científica a respeito dessas coisas.”

“Estou vendo um filme do Steven Seagal, de 1990, “Hard do Kill”. O bandidão é um político corrupto, ladrão e assassino. Aos 58:00 minutos o sujeito está fazendo um comício e, por uma fração de segundo, quase imperceptível, aparece o emblema atrás: “California Republicans”. Subliminar mesmo. Os democratas fazem essas coisas há décadas. Desde os anos 40 do século passado.”

“A imaginação esquerdista é uma máquina de caluniar e mentir sem limites, sem parar, até mesmo em sonhos. O filme “The Mark of the Angels – Miserere”, com Gerard Depardieu, realiza a proeza quase impensável de lançar a culpa das redes internacionais de pedofilia… no regime Pinochet e na Operação Condor!!!
A presença do ator célebre, a direção relativamente hábil e a bela fotografia levam o espectador a assistir a coisa por uns vinte minutos antes de perceber que está diante do pior filme de todos os tempos.”

“Nos anos 40-50, a Escola de Roteiristas de Hollywood, sob a orientação de um pau-mandado da KGB, John Howard Lawson, fez do cinema americano uma gigantesca máquina de propaganda anti-americana, anti-ocidental e anticristã. Lawson já morreu, mas a máquina continua funcionando. Suas mentiras já se arraigaram de tal modo no senso comum que contestá-las é passar por louco. Ontem mesmo, num filme sobre a vida do Major Percy Fawcett, vi o Império Britânico ser acusado de escravizar… os índios da Amazônia! O pessoal assiste a essas monstruosidades e acha normais.”

“As produtoras de cinema dos EUA (e da Europa também) fizeram mais filmes contra o cristianismo, e especificamente contra a Igreja Católica, do que contra o comunismo ou o islamismo. É verdade que fizeram muitos contra o nazismo, mas a quase totalidade foi DEPOIS DE EXTINTO ESSE REGIME, utilizando portanto a imagem hedionda do defunto para pintar com ela o rosto de algum vivente — de preferência, é claro, o cristianismo e a maldita “direita”. Também é verdade que os protestantes, que criaram e disseminaram durante cinco séculos todo o discurso da propaganda anticatólica mais maliciosa e rasteira, acabaram tendo de provar do seu próprio veneno nos filmes de Hollywood, onde a imagem dos pastores não é melhor que a de nenhum Marcial Maciel. A série “True Detective” é um exemplo flagrante. Investigando uma onda de crimes rituais hediondos, dois detetives acabam descobrindo que é tudo obra de motoqueiros vagamente neonazistas, mas a serviço de um bam-bam-bam da igreja evangélica.”

“Se você acha que, na fabricação de QUALQUER COISA — carros, roupas, música, filmes, o diabo — existe algum desenho industrial ideologicamente inocente, sem cálculo de influência comportamental, você NUNCA entenderá a sociedade em que vive.”

26.11.2019

O Verdevaldo diz que fui eu quem meteu na cabeça do Augusto Nunes a idéia de bater nele. Não, não fui eu. Ninguém é perfeito.

https://outline.com/UD5df9

Da página da Juliana Rodrigues Excelsior:

Gostaria de agradecer ao Olavo de Carvalho pela vastidão de toda a sua obra escrita ou em aulas do curso online de filosofia a quem homenageamos no dia de ontem e somo gratos, pessoalmente gratos; à Roxane Carvalho, uma pessoa a quem eu quero muito bem; ao idealizador do colóquio, o Dr. Pedro Vistas, amigo, homem de erudição impressionante; ao Dr. Renato Epifânio, presidente do MIL, que tornou o evento materialmente possível, um nobre aristocrata; ao Mário Chainho, meu marido, homem de inteligência brilhante (que fez com que me apaixonasse e faz de novo) por sua belíssima apresentação a respeito do COF e seu paralelo com a pedagogia de Sócrates; ao António Vieira por velejar conosco nesses mares, pelo seu espanto com Olavo. Agradeço aos meus amigos pessoais os olavetes que do Brasil auxiliaram na confecção e manutenção do site do evento: Mauro Ventura, Vicente Pessôa, Hellyandro Ferraz e Leonardo Fragas; ao Matheus Bazzo e ao Ricardo Sondermann pelo patrocínio e entusiasmo da Minha Biblioteca Católica; ao Rafael Nogueira porque o convidei e ele veio de longe e houve revezes e houve novidades(ele divulgará) e ele honrou seu compromisso até ao fim; ao Artur Silva, porque é um prazer conversar com ele sobre Olavo e sobre literatura, sempre; gostaria de agradecer a todos os amigos de Portugal que compareceram ao evento, ao amigo e padrinho de crisma, o Júlio Cézar, que veio da Irlanda com este fim; também a todos os comunicadores, fiquei encantada com o Carlos Aurélio, um senhor alentejano que eu não conhecia e que sabe tanto a respeito do pensamento do Professor Olavo! Meus agradecimentos também àqueles, que depois da minha exposição, vieram me procurar com relatos de suas próprias conversões ao catolicismo diretamente ligadas ao professor Olavo. As breves comunicações de Jaime Nogueira Pinto e Rodrigo Sobral Cunha, nos dão um pressentimento de sua vastíssima erudição, sou grata por testemunhar essas inteligências debruçadas sobre a obra do professor.
Ao responsável pela gravação, o João, o nosso herói. Aos intelectuais da Sociedade de Geografia de Lisboa, da Fundação Lusíada, e do CEDIS, por acolherem em seus corações e na sede da SGL o estudo desta personalidade. Como bem foi referido sobre um ditado do Turcomenistão(se eu não me engano era esse o país): “ao homem que diz a verdade, dê um cavalo”. E cito de cabeça o presidente da Fundação Lusíada, o Dr. Abel de Lacerda Botelho: “Mas Olavo não aceitaria o cavalo, porque ele diz a verdade e fica e enfrenta o que tiver de enfrentar.”
O professor engrandeceu e engrandece muito a minha vida e foi a noção do dever de gratidão que me guiou ao contribuir com a minha pequena parcela de dedicação para o sucesso deste evento.
Perguntam-me quando será o outro. Ora, essa pergunta é um bom indício.
**************************
PS: tirando a minha apresentação, o resto foi perfeito.
Editado: Obrigada ainda e não menos importante a todos os amigos que torceram e rezaram pela realização bem sucedida do colóquio.

*

O maior sonho do Rui Falcão é ser a Maria do Rosário.

O PAI DAS FAKE NEWS:

Por DUAS VEZES o general Santos Cruz, que não tem nem meio motivo para gostar de mim, declarou na CPMI que NUNCA HOUVE contrato ou pagamento em meu favor na Secom. Portanto, fofoqueiros de merda, vão tomar nas suas tarraquetas e parem de inventar historinhas.

Quanto maior a demora, maior o risco de uma tragédia.

“Intervenção militar”? Raciocinem. Se as Forças Armadas reagem à subversão quando esta ainda está no começo, elas podem fazê-lo pelos meios norrmais da legislação democrática, mas, se esperam para só reagir em último caso, a intervenção desembocará quase que fatalmente numa ditadura militar. É o tipo da coisa que, quanto mais demora, mais merda produz. Foi no começo da década de 90 que informei aos militares, mil vezes, os meios de reação legal e democratica disponíveis. Eles nem ligara. Agora estamos às portas de uima revolução armada continental ou, reagindo a ela, de uma nova ditadura militar?

Associação Sionista Brasil-Israel:

Da página da ASBI – Associação Sionista Brasil-Israel:

EM DEFESA DE OLAVO DE CARVALHO CONTRA AS ACUSAÇÕES DO INTERCEPT DE SER ELE ANTISSEMITA
Quando até para a desonestidade intelectual falta alfabetização funcional
1. Pequeno prólogo sobre quem são o Intercept e Gleen Greenwald.
O Intercept é um veículo que se projetou nacionalmente mediante o denuncismo vago, querendo implantar uma suspeição sobre Moro, Dalagnol e todo o MPF à guisa de mensagens do Telegran supostamente trocadas entre estes, servindo à esquerda para pleitear a nulidade dos processos diante da parcialidade judicante que seria, repetindo, apenas supostamente comprovada no teor das mensagens.
Não obstante, nenhuma gravação ou arquivo não editável foi entregue pelo Intercept às autoridades para serem periciados, havendo presunção de sua autenticidade apenas por parte de Gilmar Mendes, em conjeturas que quando feitas no mesmo grau contra ele ocasionam processos judiciais do citado Ministro contra os “supositores”.
As mensagens foram transcritas com adulteração comprovada pela diferença entre uma e outra transcrição do próprio veículo, como por exemplo aquela na qual aparece primeiramente o nome de Ângelo Goulart Villela, que depois foi “corrigido” para “Ângelo Augusto Costa” e finalmente Ângelo. Todo advogado, como eu, sabe que as transcrições de texto de documentos são, quando não postas no texto como imagem, transcritas literalmente justamente para que sua fidedignidade não seja colocada em questão, de modo que até mesmo os erros redacionais e ortográficos em Acórdãos são reproduzidos em nossas petições.
A Polícia Federal tem caminhado no sentido de apurar recepção de altas somas pelos hackers, uma ex-candidata da esquerda teve seu nome envolvido, ainda que não de forma completamente comprometedora e as mensagens, mesmo que fossem comprovadamente verdadeiras, não teriam o condão de induzir em absoluto a suspeição, nada havendo que mostrasse orientação de Moro à acusação e constando, de permeio, provas que teriam sido solicitadas por Moro em caso no qual justamente absolveu o acusado.
Um dos casos mais aberrantes de contradição vergonhosa foi ver Breno Altman, o petista engajado, sustentar a parcialidade Moro depois de ter sido absolvido por ele.
Um grande alvoroço foi formado no derredor de fatos sem densidade alguma quando a simples conversa entre advogados, MP e juízes é o mais corriqueiro. No Anuário da Justiça, publicado pela revista Consultor Jurídico com lançamento no saguão do STF, e assessoria de imprensa prestada pelo mesmo grupo econômico a grandes grifes advocatícias, entre algumas daquelas que defendem os maiores réus da Lava a Jato, há uma seção somente com as notas dos escritórios sobre como os ministros do STF recebem os advogados…
Todo o enredo foi montado como um dos tantos golpes que vem recebendo o combate à corrupção, porém com a marca peculiar de que dessa vez o golpe foi desferido pela esquerda que antes arrogava a si a oposição a um sistema penal urdido para condenar apenas pobres.
Finalizando este prólogo, Gleen Greenwald foi um dos que publicaram inicialmente as revelações de Edward Snowden sobre o aparato de espionagem nortemericana, e seu atual companheiro, David Miranda, suplente de Jean Willys, fez campanha a favor do ex-agente da CIA.
Logo, o Intercept é um jornal de esquerda, ora voltado à desconstrução da transparência sob as vestes de quem pretensamente quer proporcioná-la, devido a que por ela seus preferidos ficaram desnudados em sua corrupção.
É justamente neste sentido que agora ataca Olavo, tentando quebrar o elo entre ele e os judeus, e por conseguinte, criar a falsa ideia de Bolsonaro, o presidente brasileiro mais amigo de Israel que já existiu, tem em sua retaguarda um antissemita.
AS ACUSAÇÕES DO INTERCEPT
2. A eleição de Bolsonaro e a comunidade judaica.
Olavo de Carvalho, possibilitando a ascensão de Bolsonaro, criou a contrapartida do marxismo cultural que obrou por décadas na formação do mainstream da sociedade brasileira.
Toda a esquerda teve a sua falta de inteligência descortinada ao pretender denominar Bolsonaro como tosco, demonstrando-se assim que aqueles que se empenharam nesta imagem, confundindo elaboração conceitual com atino para a realidade, julgavam-se mais capazes, fracassaram tão redondamente que a vergonha pelo seu intelecto impotente a fez insistir, recalcitrante, na fórmula malograda, no lugar de abandoná-la.
Logo, inúmeras tentativas de situar o fenômeno Bolsonaro como resultado das falhas estratégicas de Lula foram tentadas, simplificações querendo fazer supor despreparo intelectual da entourage do presidente foram empreendidas, etc., recusando-se a esquerda a ver que Bolsonaro, mais que um personagem, era a condensação de perspectivas históricas com lastros em pensadores conservadores tão numerosos e profundos quanto aqueles que ela, esquerda, deifica.
Entre estes pensadores está o professor Olavo, que a todo momento é chamado de “astrólogo”, terraplanista, etc., quando qualquer pessoa minimamente estudada poder constatar que sua vasta obra possui temas nitidamente classificados dentre aqueles que e inserem na disciplina filosófica.
No entanto, o alvo do Intercept é agora a relação de Olavo com judeus, aproveitando o momento em que o poder em Israel está dividido e indefinido, com a saída da direita do poder. Tão logo Netanyahu se enfraqueceu, a própria CONIB (confederação Israelita brasileira) já colocou de volta para fora seus ferrões fabianos, convidando Ministros do STF e membros do PSDB como Serra para uma palestra, exalando uma inodora afirmação de que tem lado, ou seja, que “se posiciona ao lado da democracia”. Isto de pois de o presidente Bolsonaro ter visitado Israel e feito o Brasil votar a favor de Israel quando o PSDB no poder nunca o fez!
A CONIB, numa atitude verdadeiramente traidora, comprovou exatamente aquilo do que nós, da ASBI, sempre a acusamos: de não ter representatividade e não a coragem de posicionar-se contra a esquerda dentro da qual voga o maior antissemitismo da atualidade. Pior ainda, julgando entrever um enfraquecimento do governo de Bolsonaro, deu-lhe as costas precipitadamente, para nossa vergonha, como judeus.
Na ocasião das eleições presidenciais provocamos um estremecimento dentro da comunidade judaica ao defenestrar a ideia de que a esquerda seria credora moral dos judeus pelo padecimento do Holocausto e por todas as perseguições havidas, de modo que seria natural que judeus devessem ser de esquerda por serem vítimas o nazismo.
Esta ideia de polarização do bem e da virtude pela esquerda, fruto desse marxismo cultural, contra a direita pintada de forma semanticamente escamoteada como fascista, estava tão arraigada que os judeus tinham vergonha de se assumirem como direita. Logo, provocamos estupor sendo chamados pela mídia para esclarecê-lo, com entrevista minha ao El País, etc.
A CONIB silenciou, e próprio cônsul israelense igualmente o fez, sendo por muito tempo nós os únicos judeus que professaram abertamente o apoio ao então candidato Bolsonaro. Tivemos repercussão de nossos posts por seus filhos em suas mídias sociais e por ele mesmo, conforme ainda comprovam vídeos que temos em nossa página. Após a vitória de Bolsonaro, repentinamente, muitos “novos amigos” da comunidade que antes figuravam entre os que o atacavam ou evitavam-no, concorreram a sua presença para a bajulação oficial e oficiosa.
Agora, pari passu com a desarticulação da Lava a Jato mediante os golpes que lhe foram desferidos por todos os lados, os boicotes reiterados às iniciativas do presidente, os abutres de sempre enxergam uma oportunidade de regressar ao mundo dos vivos, e assim ensaiam retomar a céu aberto o seu expediente desconstrucionista, desejando, uma vez mais transformar a derrota em vitória.
Este é o plano de fundo no qual se plasma, como peça essencial da engrenagem, o ataque ora vertido contra o professor Olavo de Carvalho, sobre o qual passamos a falar a seguir.
3. O contexto do debate
O Intercept extraiu textos do debate denominado como “O PAPEL DOS ESTADOS UNIDOS NA NOVA ORDEM MUNDIAL” levado a cabo entre Olavo e Aleksandr Dugin, tratando de como seria o novo xadrez político mundial diante do que vinha se chamando “Nova ordem”.
Dugin é o criador da Quarta Teoria Política, que seria aquela que superaria o liberalismo, o marxismo/comunismo e o fascismo. Neste cenário pintado por Dugin dar-se-ia lugar a uma multipolaridade pela qual os EUA deixariam de ser hegemônicos, emergindo grandes blocos civilizacionais, como o bloco atlantista protagonizado pelos EUA e o eurasiano (Russia e Asia Central) e os espaços abertos entre seles.
Dugin aglutina tradicionalismo e bolchevismo, e os grupos da dissidência que o seguem são um apanhado do underground na maior parte antagônicos entre si, pelo que a tal superação das três teorias políticas se dá apenas por um núcleo compartilhado de coletivismo utópico que abriga desde neonazistas, fascistas, evolianos, guenonianos, trozskistas, stalinistas, marxistas, xiitas, soralianos, heideggeriajnos, islamitas membros de tariqas em geral e um sem número de pequenos microcoletivos que fora disto são inconciliáveis.
Todos, nessa louca rosa dos ventos sentem-se representados por Dugin numa miscelânea de multipolaridade e teologia política que faz difícil a sua definição.
O texto mais pirotécnico, com tons de um verdadeiro Heidegger da embromação política, pode ser apresentado como de Dugin sem que o mais escolado entre seus leitores saiba dizer se é sua a autoria ou não, dado que nada é estranho saindo daquele novelo de ideias aclamadoras de tudo e nada mesmo tempo, com os matizes mais fanfarrões.
Emblemáticos sobre o pensamento de Dugin são suas frases delirantes como a de que “a Coréia do Norte é uma ilha de resistência da humanidade” e suas noções, encontradiças inclusive no debate, sobre individualismo como fonte da decadência ocidental em contrapartida ao coletivismo russo e oriental.
Dugin saca da cartola um Guenon mal digerido tencionando a existência de um espírito coletivista como se no plano sócio-político de todo o Oriente estivesse refletida a transcendência que centraliza a matriz cultural-religiosa.
O que vemos mui bem, assim observando também Olavo, é que este coletivismo nunca passou de pura massificação que esmaga as pessoas sob a vontade de um tirano prenhe dos vícios antes atribuídos aos indivíduos. É o coletivismo suposto na psique coletiva dos povos orientais do mesmo modo que o proto-nazista Spengler o supôs no povo alemão ao falar do chamado socialismo germânico.
Em verdade esta oposição Ocidente-Oriente posta como individualismo-coletivismo é de um infantilismo imperdoável num pensador que no lugar de mirar a realidade da natureza humana ordinária quer rotular bilhões de pessoas (todo o Oriente e a Rússia) como se uma herança cultural transcendental fosse garantia de estados transindividuais.
Estes delírios duguinianos são, no entanto, compartilhados por marxistas que igualmente supunham a possibilidade de ajustes sistêmicos para tornar o homem fraterno, e não a transcendência individualmente trilhada. Esta é a razão pela qual cada vez mais os grupos dissidentes e a esquerda se aproximam.
Neste contexto, ao falar de judeus Olavo separou alguns pontos, passando a respondê-los, e o que fez o Intercept foi retirá-los de contexto ou cortando a resposta, como veremos a seguir.
4. A capitulação de Olavo como antissemita.
Palavras de Dugin:
“Do ponto de vista de sua truculência, o terno amor do Prof. Carvalho pelo sionismo é bem tocante. A inconsistência de sua visão encontra aqui seu apogeu. Eu não tenho nada contra Israel, mas a crueldade na repressão aos palestinos é evidente.”
Resposta de Olavo de Carvalho
“O Prof. Dugin tenta ser irônico mas só consegue ser ridículo. Como os foguetes que os palestinos jogam praticamente todos os dias em áreas não militares de Israel nunca são noticiados na grande mídia internacional, mas qualquer investida de Israel contra instalações militares palestinas provoca sempre o maior alarde em todo o mundo, ele, que deveria ser uma inteligência imune à mídia ocidental mas é na verdade um escravo dela (como o é do pósmodernismo), pretende que eu julgue tudo segundo as únicas fontes de informação que ele conhece ou admite, as quais para ele são a voz de Deus. Você quer mesmo me impressionar com esse chavão jornalístico bobo, Prof. Dugin? Eu conheço os fatos, meu amigo. Eu conheço a dose de violência de parte a parte. Eu sei, por exemplo, que os israelenses nunca usam escudos humanos, os palestinos quase sempre. Eu sei que em Israel os muçulmanos têm direitos civis e são protegidos pela polícia, enquanto nos países sob domínio islâmico os não muçulmanos são tratados como cães e, com freqüência, mortos a pedradas. O número de cristãos assassinados nos países islâmicos sobe a várias dezenas de milhares por ano. Eu não li nada disso no New York Times. Eu vi com meus próprios olhos os documentários que a grande mídia esconde. Eu não vivo num mundo de faz-de-conta”.
Comentários meus: Logo, nesta primeira parte que o Intercept OMITE DESPUDORADAMENTE, vemos uma defesa fragorosa do Estado de Israel por parte de Olavo, mostrando como Dugin é malsão, apresentando apenas uma parte dos fatos e querendo pintar um quadro vitimista de palestinos. É esse o homem, Olavo, que profere estas palavras, que o Intercept quer denominar como inimigo dos judeus?
Palavras de Dugin
“Em Israel há tradicionalistas e modernistas, forças antiglobalistas e representantes da elite global. “
Resposta de Olavo de Carvalho
“Ah, é? Quer dizer que Israel é uma democracia onde todas as correntes de opinião têm direito à liberdade de expressão? Agora me diga: que destino têm os cristãos e os amigos da América nos territórios dominados pelos seus queridos anti-imperialistas, esquerdistas e eurasianos?”
Comentários meus: Olavo fez uma ironia como se o professor Dugin fosse um idiota, diante do seu enunciado “ludicamente capcioso”, de modo que tivesse de ser esclarecido de que numa democracia existe de tudo, inclusive pessoas como ele, Dugin (que para mim não passa de um agente da nova internacional fascista). Semelha muito alguns débeis mentais dissidentes que conheço, verdadeiras bestas quadradas, que querem exemplificar Israel por haver ali parada gay, como se com isto se confundisse o Estado de Israel e não fosse suportado por todas as democracias. Mas Olavo lhe retorna bem o golpe a perguntar sobre como é nos países dominados pelos esquerdistas e anti-americanos, como há no Islã. Não é preciso nem responder porque já sabemos como em Gaza se arrastam dissidentes com motocicletas pelas ruas, enfim, o que sucede em todas as ditaduras islâmicas do amado coletivismo oriental de Dugin, e de todo o esquerdismo hipócrita do qual faz parte o Intercept em seu fingido apreço pela democracia.
Palavras de Dugin:
“Judeus (3) O fronte antiglobalista é formado pelos grupos religiosos antiamericanos, anti-liberais e anti-unipolares e pelos círculos da esquerda anti-capitalista e anti-imperialista. Eles podem ser bons, quer dizer, “eurasianos” e “orientais”. Mas o Estado judeu em si mesmo não é algo “tradicional”. Como um todo, é uma entidade capitalista moderna e atlantista e um aliado do imperialismo americano. Israel já foi diferente em outros tempos e poderá ser diferente no futuro. Mas no presente está bem do outro lado da batalha. Além disso, as teorias da conspiração (Consórcio, etc.) incluem quase sempre banqueiros judeus no coração da elite globalista ou da conspiração mundial. Permanece um mistério o porquê de o Prof. Carvalho modernizar a teoria da conspiração excluindo os judeus da versão principal.”
A resposta de Olavo, abaixo, é aquela extraída pelo Intercept, que ainda a dividiu em blocos para prejudicar-lhe mais ainda o sentido, e omitiu o que veio depois:
“A presença de banqueiros judeus nos altos círculos do Consórcio é a coisa mais óbvia do mundo, como também a de militantes judeus na elite revolucionária que instaurou o bolchevismo na Rússia. Também é óbvio e patente que esses dois grupos de judeus colaboraram entre si para a desgraça do mundo. Continuaram colaborando até mesmo na época em que Stálin desencadeou a perseguição geral aos judeus e a sua querida KGB começou a devolver a Hitler os refugiados judeus que vinham da Alemanha. A colaboração dura até hoje. O barão Rothschild, por exemplo, é dono do Le Monde, o jornal mais esquerdista e anti-israelense da grande mídia européia, assim como a família judia Sulzberger é dona do diário americano que mais mente contra Israel. O Sr. George Soros, judeu que ajudou os nazistas a tomar as propriedades de outros judeus, financia tudo quanto é movimento anti-americano e antiisraelense do mundo. Outro dia, uma comissão de judeus americanos, subsidiada por ONGs bilionárias e impressionada ante o assassinato brutal de uma família judia por um terrorista palestino, viajou para fazer uma visita de solidariedade… a quem? Aos parentes dos mortos? Não. À mãe do assassino! São esses os judeus dos quais você fala, fazendo de conta que eles são a expressão mais genuína e pura do judaísmo universal. Se eles o fossem, eu seria anti-semita. Quem são esses judeus que você menciona? São aqueles que Nosso Senhor denominou Sinagoga de Satanás e definiu como “os que dizem que são judeus, mas não o são”. São pessoas que, como os membros da famigerada Comissão Judaica do Partido Comunista da URSS, se prevalecem da sua origem étnica para permanecer infiltrados na comunidade que os gerou e mais facilmente poder traí-la, entregá-la a seus carrascos, levá-la ao matadouro.138 São esses a quem você serve, ao julgar as vítimas pelos assassinos.”
Comentários: Olavo simplesmente atesta que entre os judeus existiram tanto financistas como líderes comunistas, que há judeus canalhas como há pusilânimes em todos os povos (e assim classifico os atuais judeus de esquerda que amam Bernie Sanders e outros), mas faz a ressalva explícita ao claramente antissemita imbecil Dugin de que “São esses os judeus dos quais você fala, fazendo de conta que eles são a expressão mais genuína e pura do judaísmo universal”. Ou seja, ele aponta diretamente na cara de Dugin que a constatação de que entre os judeus há tudo isto não tem a consequência, como Dugin quer insinuar, de que todos os judeus e o judaísmo sejam isto, num típico antissemitismo pautado pela falácia da composição, pela qual se julga o conjunto partir de alguns elementos,
Entendeu, repórter do Intercept? Eu pergunto se entendeu porque penso que talvez não seja pura desonestidade intelectual o que lhe move, mas um a verdadeiro analfabetismo funcional que secunda tal ânimo de desonestidade. É que até para ser intelectualmente desonesto, necessário é um pouco de inteligência, sendo uma verdadeira vergonha que um jornal que quis influenciar o destino do Brasil com as possíveis falsidades das mensagens divulgadas sobre Moro e Dalagnol tenha uma pessoa tão incapaz de entender um texto como o autor do artigo.
O redator desse artigo ainda faz como todo primário jornalista que pensa que vai contribuir muito mostrando erros pontuais sobre fatos, que o dono do Le Monde não é Rotschild, que a tal organização citada por Olavo não é x, etc. É que o jornalista desconhece que antes de ser jornalista investigativo dever ser jornalista pensativo!
E agora leiamos a terceira resposta de Olavo, que, é claro, por motivos óbvios de uma imprensa que se revela não séria, foi omitida:
“ Minha posição quanto ao Estado de Israel é muito simples e estritamente pessoal. Não tem nada a ver com atlantismo versus eurasismo. Não pretendo impô-la a quem quer que seja. Em primeiro lugar, a mim me parece que, após todo o sofrimento que os judeus passaram na Alemanha, na Rússia e um pouco por toda parte na Europa, seria pura desumanidade negar-lhes uma fatia de terra onde pudessem viver em paz e segurança entre os seus. Tenho orgulho de que um brasileiro – o grande Oswaldo Aranha – presidisse a Assembléia Geral da ONU quando se criou o Estado de Israel. Pouco importa, nisso, o teor da política que viesse a ser adotada pelos israelenses na sua nação recém-estabelecida. Mesmo que decidissem fazer ali uma ditadura comunista, isso não seria motivo para tomar-lhes a terra e espalhá-los numa nova Diáspora. Em segundo lugar: como católico, acredito que os judeus terão uma missão providencial a cumprir nos últimos tempos, e que portanto é dever dos cristãos protegê-los ou, no mínimo, salvá-los da extinção quando ameaçados. A bula do Papa Gregório X (1271-1276), que, incorporando sentenças de seus antecessores Inocêncio III e Inocêncio IV, proíbe lançar falsas acusações contra os judeus e ordena que os fiéis os deixem viver em paz, tem sido uma constante inspiração para mim.”
Comentários: Prezado repórter, você tem vergonha nessa cara? A pergunta é direta e sincera, como você não foi com Olavo, ao costurar tamanha teia de inverdades que sinalizam bem a índole do seu jornal que quis fazer o mesmo com Moro e Dalagnol e que só encontrou eco nos inimigos da moralização do país. Como é que você fala que Olavo é antissemita mas esconde este texto, que vinha em seguida ao mesmo texto que você cita, no qual o filósofo declara o direito dos judeus de terem sua terra, que os cristãos têm por dever proteger os judeus e que sente “orgulho de que um brasileiro – o grande Oswaldo Aranha – presidisse a Assembléia Geral da ONU quando se criou o Estado de Israel”?
O repórter, ainda saca o seguinte texto da obra de Olavo “O Jardim das Aflições, concluindo que por isto Olavo está responsabilizando o sionismo pela apatia judaica no Holocausto:
“É de espantar que, nessas condições, o movimento para a implantação de um Estado leigo judeu logo perdesse toda conexão com as tradições religiosas e passasse mesmo a ser chefiado por pessoas de origem judaica contrárias ao judaísmo? Ou que esse movimento, ao expandir-se, acabasse por fortalecer entre os judeus do Ocidente inteiro um espírito de mundanismo e “modernismo” que já os vinha contaminando gradativamente desde a Revolução [norte-americana], e que, dissolvendo os laços da solidariedade milenar que havia defendido a comunidade judaica contra toda sorte de perseguições, deixou o povo judeu inerme e sonso ante o avanço da ameaça nazista, só para ter de socorrê-lo às pressas ex post facto com o auxílio do dinheiro norte-americano?”
No último texto antes deste, que, como dito, foi omitido acintosamente pelo jornal, Olavo afirma que “mesmo que decidissem fazer ali uma ditadura comunista, isso não seria motivo para tomar-lhes a terra e espalhá-los numa nova Diáspora”, logo, mostrando que nem o mais abjeto laicismo o demoveria do apoio aos judeus, colocando por terra a pretensão de classificar Olavo como um inimigo do sionismo. Não obstante, o autor da matéria, desentendendo este último texto de Olavo, afirma ser inverdade que o sionismo, ao se desconectar da religião tenha desarmado o povo judeu contra o Holocausto. É o único momento do texto em que o jornalista parece querer exercer uma mínima capacidade raciocínio, já que não se trata, como nos textos anteriores, de simplesmente omitir, deformar ou canalizar o que está sendo lido, mas de simples incompreensão e falta de lastro cultural, como a seguir mostramos.
Olavo, assim com muitos pensadores conservadores, têm por certo um fundamento metafisico religioso realista no sentido platônico, a saber, existente por si mesmo na estrutura da realidade que as religiões fazem contemplar, de modo que se os judeus estivessem fixados na verdade de sua religião e não se laicizado, seu retorno a Israel poderia ter sido muito antes que a tragédia se abatesse sobre o povo judeu, para só aí tomar consciência da simbiose eterna entre Geo e Téo em sua religião (a terra de Israel e sua natureza divina como centro material e espiritual a um só tempo, para onde se conduz a epopeia judaica). Porém, para um jornalzinho marrom de esquerda, parece que os fundamentos materialistas da história são pressupostos tão fora de questão que a invocação da religião como matriz metafísica das civilizações e a história como movimento da transcendência através dos tempos lhe parecem coisas alucinantes para serem tomadas em conta, de modo que um povo jamais poderia fortalecer sua identidade na religião e assim guiar-se a um destino superior, do qual, quando se desgarra, perde sua redenção.
Para entender isto acima seria necessário mais do que alfabetização funcional, isto é, demandaria alguma leitura, o que, para fuçadores de Telegran, que mal conseguem transcrever textos de conversas fidedignamente e nem sabem o que é constituir um prova, seria exigir demais.
Este presente texto ilustrando a desonestidade do Intercept quando acusa antissemitismo em Olavo, vem em bom momento nestes tempos em que Gilmar Mendes está ávido para que o julgamento sobre a suspeição de Moro seja pautada, pois, à luz do que aqui se expõe, temos boa ilustração sobre o caráter caviloso das publicações do jornal, que, decididamente, não podem gozar da presunção de confiabilidade de uma imprensa séria, mormente em se tratando do elenco probatório que possa constar nos autos de um processo de importância capital como este na Suprema Corte brasileira.
Félix Soibelman
Advogado
Presidente da ASBI