Stella Caymmi 

Mensagem de aniversário para a Stella Caymmi:
Stella, você é a muiezinha esférica mais gostosa e adorável que eu já vi. Amo você de paixão e forévis.

Noite linda de aniversário em Richmond na melhor companhia! Fotos da Leilah Carvalho e do André Frantz

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Raul Martins Lima

Raul Martins Lima

Façamos uma breve retrospectiva.

Fuçando cá as minhas notas do COF, descubro ter entrado na Olavosfera há mais ou menos cinco anos, lá pelas idas priscas de 2013.

Em 2013, O Mínimo ainda não fora lançado, e o prof. Olavo de Carvalho era conhecido entre o público mais à larga sobretudo por alguns excertos desbocados seus no Youtube. No longínquo 2013, não havia o Terça Livre. O Flávio Morgestern há pouco se convertera do anti-olavismo. O Bernardo Küster era um ilustre desconhecido e o Nando Moura só fazia tocar guitarras no bonançoso anonimato. Há cinco anos, o Kim Kataguiri era um guri raquítico mendingando atenção com artigos porcamente escritos sobre o Mises e fazendo piadas com pastel de flango a torto e a direito. Não existia o MBL; ninguém nunca ouvira falar dum tal Mamãe Falei. O Filipe Moura Brasil ainda não se fizera jornalista e seu único palanque era o Blogue do Pim. Joice Hasselman ainda não emergira das brumas com sua farta cabeleira loira e seus filmes constrangedores. Brasileirinhos? Spider Consense? Canal Hipócritas? Zumbis em Brasília? Neca de pitibiribas.

Não havia editoras como a Concreta e a Danúbio, a Arcádia e a Armada e a Sociedade Chesterton Brasil e a Edições Hugo de São Vítor. Não havia os cursos do prof. Falcón; quase ninguém conhecia o Dr. Ítalo Marsili. Quem àquelas tantas ouvira falar de homeschooling? Da família Abadie? Paulo Martins ainda não se fizera político; Marco Feliciano era só mais um pregador penteca. Não existia a revista Estudos Nacionais, nem cheiro se podia sentir da Minha Biblioteca Católica. Não havia o História Expressa. Nem o próprio Rafael Nogueira sonhava com os infindos cursos que haveria de dar Brasil afora. O Filipe G. Martins ainda não predissera todos os estados em que Trump haveria de vencer.

Não tínhamos filmes. Porca miséria, mal tínhamos gente para encher o raio de um cômodo. Acotovelados numa sala mal iluminada, os gatos pingados olavéticos se juntavam para assistir a alguma palestra não chancelada pelo glorioso MEC. E conspiravam (mentira; apenas estudavam. Mas a clandestinidade da coisa lhes dava uns ares conspiratórios bastante românticos).

O único Brasil Paralelo era um velho filósofo e a sua porca webcam; um só espírito com a rija solidez dum centenário Carvalho preso ao solo firme da Verdade.

Há cinco anos, o Brasil era irreconhecível.

De súbito, aos poucos, sem se fazer notar à primeira, engatinhando quase, vão surgindo as primeiras iniciativas. Uns poucos valentes resolvem chacoalhar de si a poeira da indolência e põem as mãos à obra. À intransigente sinceridade do prof. Olavo via-se acrescentada — ou, melhor dizendo, inseparavelmente amalgamada — uma inabarcável erudição; eis uma síntese à qual a gente queria aspirar. Diz o filósofo, com sonora e poderosa voz: “não há espaço algum? CRIEM o seu espaço.” E a gente pensava: “se ele fez, eu posso fazer um pouquinho só. Só um pouquinho”. E as iniciativas se multiplicavam, alimentadas pela demanda crescente, fortalecidas pelo tímido sucesso de suas antecessoras.

E o filósofo continuava a ensinar. Desauxiliado por quem fosse, chutado havia muito de quase todos os grandes jornais por sua obstinada denúncia do Foro de São Paulo, décadas antes do ungido Daciolo trombetear em rede nacional uma tal URSAL. A voz clamou no deserto. E o clamar lhe custou empregos. Custou-lhe ameaças sem fim. Custou-lhe portas várias fechadas na cara. E o filósofo socraticamente se fiou apenas na Verdade do que clamava.

E não parou de clamar. Anos antes de alguém falar em cursos online, mais de década antes de surgir o Masterclass e a pasmosa explosão da educação pela internet, o filósofo lança um curso online de filosofia. Curso de filosofia sem qualquer diploma, feito às custas de melhora social ou econômica nenhuma. Pfft, você diz. Cadê os influenciadores digitais? As propagandas? Onde estão os posts patrocinados no Facebook? — o Facebook ainda nem existe. O velho não se vale do Google analytics para ver o que está em voga. O que está em voga é a Verdade, ora porra.

E a Verdade soa, incansável, clamando dos telhados. O Carvalho, surgido milagrosamente de minúscula fenda rasgada no solo raquítico duma nação à margem do mundo, não se deixa mover um só centímetro pelas intempéries. “A maior força que existe é a personalidade humana”; e a sua personalidade prova o dito.

Há cinco anos, o Brasil era irreconhecível.

Hoje, ao longo dos últimos cinco anos foi-se criando — e se alargando e se fortalecendo e se diversificando — uma caixa de ressonância à voz que tanto tempo clamou sozinha. As inúmeras iniciativas pessoais como coelhos se vão multiplicando e o boca-a-boca vai fazendo o seu serviço. Hoje, o progressismo já não é a única ordem do dia.

O Brasil começa a reagir. Jair Bolsonaro surge do nada como um político desbocado e fumegante — e igualmente do nada se torna talvez o maior fenômeno político da história do País, revelando-se homem de insuspeita humildade e verdadeiro amor pela Pátria (tudo isto além de duas maciças bolas de aço; o espírito dum verdadeiro herói.) Emerge do caos inominável com um sóbrio programa de governo e o apoio de gente da estirpe dum Paulo Guedes. Tudo sob os auspícios e conselhos do velho filósofo. Aconselhado por alguns alunos seus.

Milhares, milhões de pessoas alguns dias atrás saíram às ruas em favor de um político que tem contra si TODO o maquinário estatal e midiático. O povo bateu de frente com os artistas e a beautiful people e lhes mandou um recado: “façam suas novelas e não encham o saco. Ponham-se no lugar de vocês”. O povo abarrotou as ruas porque não aguenta mais as mentiras; já não suporta o linguajar asséptico e polido com que se lhes apazigou por tanto tempo a justa ira. Já não se pode remendar o tecido social com umas poucas palavras melífluas. O rombo é de fuzil e alguns insistem em lhe passar mertiolate.

Hoje, leio aqui que Drauzio Varella, Caetano, Gil, Washington Olivetto, Gloria Kalil e outras sumidades do nosso Brasil assinaram um manifesto contra Bolsonaro. E o povo, como está? Está cagando e andando para manifestos. O fenômeno é análogo ao de outros países, e não quero aqui diminuir a sua intrincadíssima complexidade, mas falemos o português claro: o Bolsonaro teria sido coisa bastante outra se não fora um certo “autoproclamado filósofo”; um certo Carvalho altaneiro e frondoso que desde a Virgínia estende a sombra de suas verdes folhagens por toda a Terra de Vera Cruz.

A espiral do silêncio foi rompida primeiro pelo desassombrado e altissonante “ora porrrrrra”. Na ordem das coisas, o ora porra vem antes do cabô.

Agora, no dia 7, o Brasil enfim tem a chance de fazer por merecer a voz que tanto fez pelo País. Agora, no dia 7, o seu voto poderá ser mais um sonoro “NÃO” ao globalismo e à suruba narcotráfica e à corrupção galopante e dantesca. O SEU voto se poderá unir às vozes do Filósofo e do Capitão e, num só coro, dizer a quem tiver ouvidos para ouvir: “no meu País não, porra!”

Frases de Olavo de Carvalho XIV

Deus ajuda os pequenos e fracos, mas não os covardes nem os preguiçosos

Sinceridade é veracidade subjetiva.

Por que Deus envia a paz aos “homens de boa vontade” e não somente aos “homens de fé”? Porque sem a boa vontade de ouvir ninguém recebe a fé.

Não há covardia mais torpe que a covardia da inteligência, a burrice voluntária, a recusa de juntar os pontos e enxergar o sentido geral dos fatos

Se você está no meio da confusão geral e ainda está tentando descobrir o que é o certo, no meio de pessoas que não sabem mais distinguir o bem do mal, então você já fez muito.

Um diploma de universidade brasileira não vale pelo que ele lhe dá, mas pelo que a falta dele lhe toma.

Aos onze anos, todo mundo sabe como consertar o mundo. Aos setenta, você olha para trás e vê que não conseguiu consertar nem mesmo o menor dos seus próprios defeitos.

Ter uma consciência tranquila não é próprio do cristão. Nós temos uma consciência para nos atormentar todos os dias, para nos mostrar que não estamos dentro do padrão, e que não estaremos jamais.

A coisa mais difícil e mais decisiva nesta vida é você tornar o seu diálogo consigo mesmo uma narrativa lúcida e sincera, em vez de uma disputa permanente entre acusação e defesa.

O que mais me impressiona é o número de pessoas que vivem dentro do mundo construído pela grande mídia e pelo show business e acreditam piamente que é o mundo real. O único concorrente de Deus, em grandeza, é a estupidez humana.

Não, a ignorância não é a raiz de todos os males. Raiz de todos os males é o amor à ignorância.

A mais antiga regra dos tiranos: Dê aos pobres um dinheirinho que você roubou deles mesmos, e eles matarão e morrerão por você.

O princípio do fracasso em toda iniciativa humana é o desejo de agradar e de ser aceito.

Um homem tem de estar livre de toda a fiscalização externa para ter certeza de que olha para si mesmo e não para um papel social.

A forma mais direta de poder, é o de matar.

Histeria não tem nada a ver com ter chiliques e dar gritinhos, embora essas coisas às vezes aconteçam. Histeria basicamente é mentir para si mesmo, é autopersuasão forçada, é criar um falso personagem e acreditar nele.

Não banque o moralista, não faça caretas de sensibilidade ofendida, não entre em competições de santidade, não finja que está pairando num céu de pureza. Antes de criticar alguém, comece reconhecendo: “Eu sei que eu sou um bosta”.

Não despreze os seus pecados. No início da sua vida na religião, Deus não aceita conversa sobre outra coisa. Mas fale deles, e Ele lhe dará toda a atenção do mundo.

A pequenez das consciências mede-se pela grandeza do que elas não enxergam.

Noventa por cento da inteligência consistem em saber apreciar as verdades parciais sem cobrar delas uma perfeição que as transcende.

Para curar o medo da rejeição, pense assim: Eu gosto de todo mundo e quem não gosta de mim não é bom da cabeça.

Também é erradíssimo imaginar que Deus só perdoa quem merece. NINGUÉM merece. Ele perdoa quem pede.

Sem o conhecimento do “status quaestionis” (a evolução histórica de uma discussão desde as origens até hoje), nenhuma opinião vale PORRA NENHUMA.

3.10.2018

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Durante TRINTA anos a camarilha esquerdista que domina as redações tapou a boca de todos os discordantes e espalhou falsidades medonhas contra todos que a desagradavam, privando-as, sistematicamente, do direito de resposta. Agora, que o povo acordou e por meio da internet (pois continua sem acesso à grande mídia) passou a xingar essa patota arrogante e prepotente, o Gilberto Dimenstein, em nome dela, se faz de coitadinho, de vítima.

Todo mundo deveria saber, mas ninguém sabe: Segundo Sto. Tomás de Aquino, o ato sexual entre marido e mulher, quando praticado para o conforto mútuo (ninguém aqui falou em procriação), não só é lícito, mas é meritório, ajuda a ir para o céu.

Eles, Levandowski Propinowski. Nóis, Levandowski Nocuzowski.