19.9.2018

Se isso estivesse no meu poder, eu demitiria das universidades estatais todos os professores de filosofia e lhes daria alguma tarefa socialmente útil, como por exemplo a de apagar grafitagens horríveis.

Não vejo nada de mais em comer a Rita Lee. É um ato de justiça social.

https://blogdoolavo.com/a-missao-da-foia/

https://blogdoolavo.com/filosofia-no-brasil/

https://blogdoolavo.com/fascismo-e-fascistas/

O mundo está repleto de revoltadinhos que querem foder com alguma coisa. Só eu quero foder com tudo.

Não faço parte da campanha do Bolsonaro, não sou guru de político nenhum nem muito menos de qualquer partido, mas, se quiserem saber a minha posição política no momento, é esta: TODO O APOIO AO GENERAL MOURÃO. Quem está contra ele está contra o Bolsonaro, e quem está contra o Bolsonaro está contra o Brasil. Divulguem, por favor. Assumo o que disse e sei por que o disse.

Que a Deutsche Welle atribua a tipinhos excêntricos da América Latina, como eu e o Kim, uma idéia que aprendemos de eminentes pensadores de língua alemã como Ludwig von Mises, Erik von Kuehnelt-Leddihn, Eric Voegelin e Ernest Topitsch já basta para nos revelar que os jornalistas alemães concorrem com os redatores da Foia e do Grobo em matéria de ignorância presunçosa. Tamanha demonstração de inépcia na elite falante de um país supostamente culto ilustra perfeitamente a fraqueza de uma nação que se prostra, acovardada e sonsa, ante as hordas de agressores estrangeiros que não a respeitam porque ela não se respeita.

Na direita há uma bela “banda podre” que teme, com justa razão, ser escorraçada da vida pública após a vitória do Bolsonaro, motivo pelo qual se esforça, em vão, para que ela não aconteça. Os nomes dos seus integrantes não demorarão a ser revelados, bem como a lista dos seus crimes. Não é só o tucanopetismo que vive, entre espasmos de ódio impotente, os seus últimos dias.

*

Que delícia, que festa ouvir as aulas do meu saudoso amigo José Monir Nasser sobre tantos clássicos da literatura! Comecei este curso no Paraná, mas tive de interrompê-lo na décima aula. O Monir prossegui-o com talento e bravura, num estilo próprio que nada devia ao meu. Não percam:

http://www.monir.com.br/

Durante mais de uma década só tive, na intelectualidade, amigos entre quinze e trinta anos mais velhos, como o Paulo Mercadante, o Meira Penna, o Roberto Campos, o Romano Galeffi, o Vamireh Chacon, o Antonio Olinto, o Miguel Reale, o Paulo Francis e outros sobreviventes da época áurea da cultura brasileira. Da minha geração, só tive o Bruno Tolentino (quando voltou da Inglaterra), o José Mário Pereira, o Ângelo Monteiro e, quando mudei para o Paraná, o José Monir Nasser.

Os alemães parecem não ter mesmo talento para a democracia. Quando têm uma, logo a sacrificam em troca de um bom chicote estalando no lombo. Cederam sua liberdade ao kaiser, depois aos nazistas, depois aos comunistas e, depois de arrasar com a reputação do homem que os libertou da URSS, Helmut Kohl, já estão de joelhos — ou de quatro — ante os invasores muçulmanos.

Henrique Ortiz Professor, o senhor foi citado nesta matéria da Deutsche Welle:

https://www.dw.com/…/linke-nazis-absurde…/a-45548294

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