12.9.2018

Profissões intelectuais de alta responsabilidade, na ciência, na religião, na historiografia ou nas ciências sociais, exigem habilidades especiais de leitura que estão formidavelmente acima das possibilidades do leitor comum, mesmo são de cabeça e portador de um diploma universitário. No Brasil o máximo que os profissionais dessas áreas conseguem fazer é compreender frases ou parágrafos isolados e costurá-los numa unidade superior que eles próprios inventaram segundo suas crenças e preferências, e que eles acreditam piamente ser o “sentido” do texto. [ 156 more words ]
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O semi-analfabeto metido a instrutor de sabedoria divina há de alegar sempre que a ortografia do seu idioma natal não passa de uma desprezível “ciência dos homens”.
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Não creio que seja necessário responder a um crítico que escreve “bucho” com “x e “fralda” com “u”.

Tanto menos necessário se torna responder a esse indivíduo se, ao gabar-se de conhecimentos superiores que lhe permitem distinguir entre o grego clássico e a “koiné”, mostra ignorar por completo que os bons dicionários — Bailly, por exemplo — trazem os significados das palavras tanto numa dessas modalidades do idioma grego quanto na outra.

Mais vale um palavrão usado com engenhosidade literária do que a mensagem mais sublime emporcalhada por uma linguagem tosca, vulgar e presunçosa.

Se Deus pode injetar na mente do teologuinho os mais sublimes ensinamentos da ciência divina, por que não pode lhe infundir também uns rudimentos de gramática? O homem simples instruído por Deus não é o que avilta a mensagem divina com uma linguagem disforme e tosca (e ainda se gaba de erudição bíblica), mas aquele que, a exemplo do próprio Jesus, sem ter estudos regulares, recebe de Deus o dom da linguagem veraz, bela e eloquente. “E os judeus, maravilhados, diziam: “Como sabe este homem letras, sem nunca ter estudado?” (João, 7:15)

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Aristóteles recomendava jamais discutir com quem não conhece, não entende ou não respeita as leis da prova. Se um sujeito não entende a gramática, muito menos entende a lógica.

Quem continua exigindo contra-argumentos depois de demonstrado que o argumentador não domina sequer a linguagem em que balbucia seus pretensos argumentos só prova que é tão analfabeto funcional quanto ele.

Por que, quando algum boboca anuncia ter “refutado o Olavo de Carvalho”, logo recebe o aplauso de dezenas ou centenas de fakes?

Estes amigos já deram conta do recado.

https://www.youtube.com/watch?v=XHm92kRRch4&feature=youtu.be

Estou aqui ocupado pacarai, preparando a família para enfrentar o furacão Florence, e agradeço de coração aos amigos que me pouparam o trabalho de dar umas palmadas na bunda mental do Yago Martins.

 

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