22.5.2018

É bom saber:

https://pjmedia.com/rogerlsimon/the-inspector-generals-report-will-expose-the-msm-as-treasonous/

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No Brasil de hoje, TODO cidadão bem-falante que sai por aí ensinando “esoterismo” está a serviço de alguma organização internacional e, portanto, de um dos três esquemas globalistas: islâmico, russo ou ocidental. Trabalha para o Califado, para o Império Eurasiano ou para a Religião Global da Unesco descrita no livro do Lee Penn (URI-United Religions Initiative).
Não há exceção visível.
O aluninho pensa que descobriu um similar do COF e, quando vai ver, já está alistado num programa de ação internacional cujo alcance e até cuja existência ele desconhece por completo.
Um dos motivos de eu ter criado o COF foi justamente o desejo de vacinar as jovens inteligências contra esse tipo de aliciamento. Infelizmente, não posso, à distância, curar todas as fraquezas travestidas de “independência”.

Se dei uma forcinha para tirar você do PT, das drogas, da macumbaria ou de qualquer lindeza similar, NÃO FOI para inscrever você em alguma organização superior. Foi para você aprender a andar sozinho e a só associar-se aos seus colegas na base da livre colaboração entre intelectuais independentes.

Antes de colocar-se sob a orientação de um intelectual ou grupo, verifiquem se ele tem alguma ligação, formal ou informal, direta ou indireta com qualquer entidade internacional, e se esta, por sua vez, está ligada de algum modo a organismos como a ONU, a Unesco, ou a URI – United Religions Initiative. Se tiver, só há uma coisa a fazer: Fujam.

Só o livre debate entre intelectuais independentes pode criar uma atmosfera na qual a verdade tenha alguma chance de prevalecer, mas esse tipo de debate tornou-se impossível a partir do momento em que, na segunda metade do século XX, toda atividade intelectual foi cada vez mais monopolizada pelas universidades. A classe acadêmica tem muita consciência de que o seu poder de pressão sobre a sociedade depende da existência de um consenso acadêmico, de uma opinião dominante que possa ser apresentada em público não como convicção pessoal deste ou daquele indivíduo, mas como convicção geral da classe. Todo debate, dentro dessa comunidade, torna-se assim apenas um momento dialético na formação do consenso destinado a absorver as opiniões divergentes numa conclusão final representativa da classe acadêmica como um todo e investida, portanto, de “autoridade científica”. O critério, aí, só pode ser o mesmo do “centralismo democrático” leninista, no qual a troca de opiniões é livre somente até o momento em que se forma o consenso; a partir daí, cada participante do debate tem de abdicar da sua opinião própria e tornar-se um porta-voz do consenso.

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Alguém que more na Itália se dispõe a receber uns livros e enviá-los a mim pelo correio? O vendedor só entrega na Itália. Obrigado desde já.

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Morreu, aos 86 anos, o Alberto Dines, que foi muito decente comigo quando se recusou a aderir à “campanha da vaca amarela” em torno dos “Ensaios Reunidos” do Otto Maria Carpeaux. Que descanse em paz.

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É uma cretinice rejeitar, “a priori”, o legado das antigas tradições esotéricas, porém ainda mais cretino é aceitá-las como “revelações”, isto é, como conhecimentos de origem divina superiores à razão e à fiosofia. O que é superior não teme o inferior. Em noventa por cento dos casos, a alegação de superioridade é apenas uma fuga ao confronto racional. Tudo o haja de valioso no esoterismo tem de provar-se capaz de sobreviver à análise filosófica tal como a ensinaram Platão, Aristóteles e Sto. Tomás.

A primeira coisa que se deve EXIGIR do professor de “esoterismo”, em CADA afirmação dele, é uma distinção rigorosa entre analogia e identidade, entre alusão simbólica e afirmação de um fato concreto, seja de ordem natural ou histórica. O lusco-fusco é SEMPRE coisa do capeta, e quem diz isso não sou eu, é Nosso Senhor Jesus Cristo. Só que, removido o lusco-fusco, num número impressionante de casos o que sobra é NADA.

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