1.4.2018

Durante a Semana Santa, muita gente compartilhou e comentou a notinha abaixo, escrita pelo Olavo de Carvalho em dezembro de 2016. Mas o comentário mais interessante que ouvi a respeito desse parágrafo foi feito hoje durante a homilia. O padre não apenas leu o trecho, como voltou, releu e o comentou longamente linha por linha, citando Ratzinger, Guardini, lições de teologia aprendidas no seminário há 40 anos, memórias de infância, as Escrituras e a Liturgia das Horas. Foi muito propício ao domingo de Páscoa.

“Por que meditar a Paixão de Cristo? Porque o padre mandou? Para se fazer de santinho? Para fazer um bonito sermão? Para sofrer sem motivo? Nada disso. Meditá-la porque ela é o centro, o eixo em torno do qual tudo gira, o único acontecimento, desde a Criação do Mundo, que se passou sem jamais passar; que está sucedendo eternamente a todo instante quer você pense nele ou não”.

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