24.2.2018

Em menos de uma semana, esta página passou de 400 mil seguidores para 402 mil. Obrigado a todos.

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Há um espião no COF. Não entende porra nenhuma das aulas, mas vai espalhar detalhes periféricos para os círculos anti-olavéticos, que por sua vez os interpretam na clave demoníaco-geopolítica-fofoquística que bem desejam.
Mas espião para quê? Se querem saber alguma coisa, é só perguntar. Nunca vi biógrafos fugirem do biografado, preferindo ficar escondidinhos imaginando até que ele não os vê.
São loucos mesmo, não é força de expressão.

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Mulheres orientais são lindas, mas às vezes é difícil distinguir uma da outra. O cidadão entra na casa errada, come a mulher do vizinho e nem percebe.

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Agradeço o link ao Gil N Rocha :

https://www.joselitomuller.com/amp/marco-antonio-villa-prefaciara-livro-de-tiburi-que-ensina-como-arregar-nos-debates/

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No colégio, só tive uma namorada japinha. Mas, se você me mostrar todas, já não sei mais qual foi.

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No fundo, no fundo, o que move os anti-olavettes é só o desejo incontido de mostrar tanta baixeza, tanta miséria, tanta feiúra nos seus trejeitos e micagens, que me façam perder o gosto de escrever e dar aulas.

Um anti-olavette conhecido nas redondezas, cujo nome não forneço para que ele não saia todo assanhado mostrando esta página para a mãe, jura que até agora não viu nenhum fruto do meu trabalho: nem alunos meus que se destacam nas letras, no jornalismo ou na política, nem editoras, nem revistas, nem porra nenhuma. Admito que ele é perfeitamente sincero nessa observação: é um sujeito que há anos tenta tocar uma punheta mas não consegue encontrar o pau.

Devoto aficionado dos estudos de teratologia mental brasileira, tive outro dia a pachorra de investigar quantos comentários positivos, num vídeo dos Veadascos, vinham de remetentes fakes, isto é, dos próprios Veadascos provisoriamente camuflados em forma humana. Eram mais da metade. Os outros vinham de dois ou três remetentes que se automultiplicavam em mensagens variadas.
Por que alguém faz isso, meu saco?

Nunca vi o menor motivo para desmentir uma por uma as invencionices que os anti-olavettes espalham a meu respeito. Não só porque seria uma trabalheira sem fim, mas porque, quando alguém denuncia um crime e as próprias vítimas alegadas informam que não sofreram crime nenhum, tudo o mais que essa pessoa diga já não merece um pingo de atenção.

Vocês já notaram como cada anti-olavette zela com ternura angelical pelas suas almas, advertindo que devem se afastar de um pseudomestre que vai levá-los às trevas da bruxaria e do pecado, e que em vez disso devem tomar aulas com pessoas dedicadas a santas obras de catequese e caridade, como por exemplo ele próprio?

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“O Brasil dos dias atuais é a cara da USP”, afirma Olavo há décadas.
Sem dúvida, desde a publicação do artigo Inteligência uspiana” (http://www.olavodecarvalho.org/inteligencia-uspiana/ ) até a declaração do Marcinho VP, na semana passada, muita água rolou, mas no essencial o artigo de março de 2000 é atualíssimo, restando apenas complementar que de lá para cá houve um formidável salto qualitativo.
https://www.uol/noticias/especiais/marcinho-vp.htm…

https://www.uol/noticias/especiais/marcinho-vp.htm#o-poder-do-crime

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Recebi do Iranlei Toscano: ‘Esta foto resume tudo.”

Soldados proibidos de atirar inspiram tanto respeito e temor reverencial quanto o Marco Antonio Vil vestido de bailarina.

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Muitos católicos conservadores, ou indivíduos que desejariam imaginar que o são, sabem que devem a mim o espaço público que se abriu para eles depois de passarem quarenta anos trancados no subsolo, e por isso têm de acabar com a minha raça para dar a impressão de que subiram na vida por seus méritos próprios.

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Hoje no COF: Karl Rahner, mentor do Bergoglio e versão chimpanzé de Sto. Tomás de Aquino.

Vou explicar na aula de hoje: o problema do Karl Rahner não é que ele seja herético. É que, por trás da aparência erudita, ele é burro além de todo limite imaginável. Aderir a ele não é só um pecado, é uma demonstração de inépcia filosófica monstruosa e até de analfabetismo funcional.

Há filosofias que você leva uma vida inteira para assimilar. Há outras que você supera em uma semana e segue em frente.

As grandes filosofias têm a complexidade viva de um ecossistema inteiro. As menores reduzem-se a um programa de computador.

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A loucura não pode ser analisada, só descrita. O Marco Antonio Vil diz que eu inventei o Pacto de Princeton, o qual nem sei se existe, e o hominho da Conversa Veada jura que escrevi a biografia do Bolsonaro, à qual recusei até um prefácio.
Às vezes me pergunto se esses sujeitos tomam drogas ou nasceram assim.

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O Vil também diz que eu chamo todo mundo de socialista fabiano, que é precisamente o que recomendei que ninguém fizesse.

Para que chamar um político de socialista fabiano? Só para não falar da mãe dele?

O chefe do Vil é o ex-presidente Fernando Eu-ri Quegostoso.

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A comunidade chique do Brasil divide-se em dois tipos de pessoas: as que dizem “Meu cu é laico” e as que fazem do cu uma religião.

O Brasil é o único país do mundo em que o debate religioso é uma questão de cu.

No Brasil não só a ignorância é fonte de autoridade intelectual, como também a mentira é fonte de credibilidade moral.

Se uma pessoa acha que a coisa mais respeitável que existe nela é um cu sem pregas, não vejo nenhuma razão para contestá-la.

 

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É verdade que a desmoralização encoraja e revigora o mitômano em vez de dissuadi-lo como o faria com uma pessoa normal. Mas isso é problema dele, e não nosso.

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Recordar é viver:

Das conversas com Frei Betto.

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Meu amigo Ahmed, quando morava na China, dizia que lá ninguém tinha o senso da individualidade, só da coletividade, do grupo, da família. Mas acho que isso não era efeito do comunismo. Como poderiam ter senso da individualidade, sendo todos iguais e indiscerníveis?

Quer ver um chinês criar um tremendo senso de invidualidade? Bote-o, com todo o seu QI, numa faculdade brasileira, e logo ele perceberá que é único e incomparável.

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Agora, por exemplo, apareceu uma tal de Laura Pires. A página dela tem 44 amigos facebookianos, que por coincidência, por mera coincidência, são TODOS meus amigos também.
Não é comovente ver a devoção com que essas pessoas, no afã de salvar as almas dos meus alunos, até criam páginas especiais para esse fim?

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