18.2.2018

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Hoje no COF: Teilhard de Chardin.

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“Está chovendo porque as flores disseram a Deus que estavam com sede.”
Jackson de Carvalho, o filosofinho.

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O site do COF sofreu um ataque de hackers nos últimos dez minutos da aula. Já está tudo em ordem de novo.

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No Brasil, quando você apadrinha a carreira de um sujeito, logo ele sente um baita complexo de inferioridade por ter sido o apadrinhado em vez do padrinho, e trata de punir o culpado por essa desigualdade social.

Até hoje, os únicos anti-olavettes que tentaram mostrar alguma capacidade fora do puro campo da fofoca foram o Gustavo Nojinho e o Chico Cazzo. E foi o que se viu: botaram seus piruzinhos em cima da mesa e foi um fuzuê dos diabos na casinha de bonecas. Suas mães não paravam de aplaudir: “Meu filho, meu tesouro!”

Existe vida mais miserável que a do sujeito que não tem outra ocupação além de parasitar a fama de alguém que ele odeia?

 

Será que as salomés, de batina e sem batina, nunca leram um pedacinho sequer da Bíblia? Não sabem que Deus ODEIA essas ostentações exteriores de devoção, de fervor, de pureza e santidade, essas imitações grotescas de eloquência sacra, mesmo quando não são usadas, como no caso o são, para fins de difamação?

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“Perfeita integração dos poderes federal, estadual e municipal”, no meu modesto entender, significa multiplicar o problema por três.

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Não sei qual foi a melhor do ano: o garçom cuja grande surpresa de carnaval foi ver na rua um cidadão comendo o cu do outro, ou o Marco Antonio Vil macaqueando ostensivamente a minha expressão “ódio ao conhecimento”.

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Repito o link e peço encarecidamente a todos os meus alunos: Se querem sobreviver na sociedade brasileira, estudem isto. É o que vocês mais vão encontrar por aí:

https://www.webmd.com/mental-health/histrionic-personality-disorder#1

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Vejam se isto não é a CONDUTA TÍPICA E INVARIÁVEL daqueles que falam mal dos olavettes:

“Whether or not they have actually demonstrated any superiority or made significant achievements, they expect to be recognized as superior and admired.”

https://blogs.webmd.com/art-of-relationships/2015/10/4-signs-of-a-narcissist.html

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Até hoje não vi NENHUM crítico de olavettes que tivesse uma obra realizada, um feito notável, um talento reconhecido. Mas também não vi nenhum que não falasse deles num tom de superioridade afetada, ora condescendente e paternal, ora abertamente pejorativa e difamatória.

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Ao longo de vinte e cinco anos, escrevi dois best-sellers e mais alguns livros louvados pelos maiores estudiosos da área, fiz o programa de maior sucesso no Blog Talk Radio, despertei algumas centenas de talentos que já se destacam no cenário nacional, botei ordem num bocado de cabeças, fortaleci muitas almas, gerei um movimento cultural que floresce no aparecimento de nem sei quantos cursos, editoras, revistas, blogs, congressos, quebrei praticamente sozinho a hegemonia intelectual da esquerda, abrindo espaço para o surgimento de idéias divergentes que durante quarenta anos haviam estado banidas do espaço nacional e, last not least, acendi o estopim da revolta popular que acabou por quebrar a espinha do poder petista.
NO MESMO PERÍODO, os próceres do anti-olavismo continuam gritando e repetindo as mesmas fofoquinhas e xingamentos do tempo do Orkut, sem mudar ABSOLUTAMENTE NADA na ordem das coisas.
Não é por nada não, mas acho que escolhi a melhor parte.

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Como doente mental reconhecido e fichado, o atirador da Flórida estava legalmente proibido de possuir armas, e no entanto conseguiu comprar uma. Se proibição de armas funcionasse, o massacre da Flórida jamais teria acontecido.

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Se os soldados do Exército não podem “atirar em elementos hostis”, que caralho eles vão fazer no Rio? Distribuir camisinhas?

O Exército jamais poderá vencer a criminalidade endêmica. Só o povo armado pode.

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Nova Ordem Mundial consiste em tornar o Estado-nação impotente perante os organismos internacional e onipotente contra sua própria população.

Gente que raciocina em termos de modelos ideais — buscando a “boa sociedade” — nunca entenderá PORRA NENHUMA da realidade política.

Nacionalismo e internacionalismo, intervencionismo estatal e livre mercado, maiorias e minorias, autoridade e liberdade NÃO SÃO VALORES MORAIS. São arranjos dialéticos temporários.

A retórica política consiste em fazer o povo apostar seu coração em coisas e pessoas que não têm coração nenhum.

Os franceses inventaram uma expressão maravilhosa: “droitsdel’hommisme”. É a ideologia do nosso tempo.

 

A afirmação mais verdadeira que já li sobre a política é a do Georges Bernanos: “A democracia não é o oposto da ditadura. É a causa dela.”

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Os direitos democráticos só subsistem enquanto sua ampliação é tão drasticamente proibida quanto sua violação. Mas isso vale como diagnóstico de realidade, não como norma ideal a ser “aplicada”. Pois aplicá-la me parece tão difícil quanto parar uma punheta no meio depois que ela começou. O destino fatal da democracia é extinguir-se por meio da ampliação. É uma coceirinha irresistível.

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Alguém acha mesmo que um dia vou tentar deslindar a mitologia anti-olavética circulante? O dr. Freud já ensinava: psicoses não são analisáveis.

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Em toda sociedade coexistem, de maneira mais ou menos autônoma, vários critérios de julgamento do valor dos seus membros. A religião, a fama, a riqueza, os altos postos na hierarquia governamental, empresarial e militar, a moralidade convencional, as realizações na esfera da alta cultura, etc. Nas últimas décadas, por toda parte mas especialmente no Brasil, duas modificações drásticas aconteceram nesse sistema de escalas. De um lado, a identidade ideológico-partidária, que era um fator neutro, se tornou um dos critérios principais. De outro, a alta cultura simplesmente perdeu seu poder valorativo e se tornou subordinada aos outros critérios. Depois explico mais.

Para mandar alguém tomar no cu é preciso, em primeiro lugar, saber o que é um cu, o que não acontece com a maioria dos usuários atuais dessa expressão.

O cidadão-modelo dos nossos dias, especialmente o jovem, caracteriza-se acima de tudo pela total falta de personalidade, pela maleabilidade abjeta, pela presteza canina com que se adapta a qualquer moda recém-lançada ou nova regra de comportamento, considerando anormais e doentes os que ainda não se adaptaram.

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Pedro Henrique Medeiros me chama a atenção para um fato que tinha me passado despercebido:
De ontem para hoje, esta página chegou aos 400 mil seguidores.
As salomé pira.

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Acabo de me lembrar de um detalhe em que reparei na hora mas que não me ocorreu anotar. Uma salomé universitária, professora da PUC, que comentou o meu ensaio sobre René Guénon, queixou-se de que uso como fontes “livros de difícil acesso”. Mas, Salomé, não é você a acadêmica, a profissional do conhecimento, ligada, por meio da sua instituição de ensino, a toda a rede mundial de bibliotecas universitárias? Como é que eu, um amador sem diproma, leio livros dos quais você nunca ouviu falar e aos quais nem imagina como ter acesso?
Entendem o que é a bosta da universidade brasileira hoje em dia? Entendem por que eu disse que, no Brasil, a ignorância é fonte de autoridade intelectual?

 

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Elas querem servir a minha cabeça numa bandeja, mas até agora só o que conseguiram foi sonhar com a minha piroca

Após ter-me excluído da Igreja Católica sob a acusação de haver-me convertido ao Islam, e me chamado por isso de Sidi Mohammed por quase duas décadas, agora alguns anti-olavettes me acusam de nunca ter sido muçulmano e sim um herege, membro de uma organização irregular não-islâmica.
Essas pessoas sonham com multipirocas e ficam revoltadas de ter um cu só.

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Perguntar não ofende: Se um sujeito SE DIZ mulher mas eu VEJO um homem, o que é mais fácil: ele mudar de discurso ou eu trocar de olhos?

Meu critério é este: se a aparência é tão feminina que é impossível o sujeito voltar a parecer homem, então trato no feminino.

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Com evidência gritante, toda minha vida é um milagre. “O Senhor fez em mim maravilhas.”

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Agradeço o link à Auridélia Moura de Arruda:

http://yournewswire.com/wikileaks-pope-benedict-deep-state/

Mais: http://www.tldm.org/news35/was-pope-benedict-xvi-forced-to-resign.htm

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Por incrível que pareça, o inferno está cheio de más intenções.

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