Os apelidos dos detratores

Jonas Faga Jr.

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Apelidos hilários que o professor Olavo deu a alguns de seus desafetos:

Paulo Leitão: Paulo Porcão

Júlio Severo: Júlio Soumzero

Júlio Lemos: Júlio Não-lemos

Irmãos Velasco: Irmãos Veadascos

Clóvis de Barros: Clóvis de Burros

Leandro Karnal: Leandro Espiritual

Mário Sérgio Cortella: Mário Sérgio Costella

Francisco Razzo: Chococazzo

Claudio Tognoli: Claudio Tomole

Márcia Tiburi: Márcia Tiburra

Bertoni de Oliveira: Bostone de Oliveira

Paulo Moreira Leite: Paulo Moleira Leite

Poeta e Ateu: Punheteu

Pirula: Pirrôla

Caio Rossi: Caraio Rossi

Alex Catharino: Alex Catarranho

Fábio Ostermann: Fábio Bostermann

Joel Pinheiro da Fonseca: Joel Dinheiro

Leandro Narloch: Leandro Narcóticos

Kim Kataguiri: Kim Katacoquinho

Fernando Holliday: Fernando Olha-eu-dei

De Franco: De Frango

Tico Santa-Cruz: Titica Senta-cus

Rodrigo Constantino: Rodrigo Cocôinstantâneo

Reinaldo Azevedo: Arruinaldo Azevedo

Luciano Ayan: Luciano Aymeuânus

Paulo Guiraldeli: Pau no Bunda Deli

Miriam Macedo: Bispa Fumacedo

Eli Vieira: Eu li Besteira

Pedro Bial: Pedro Bilau

Emir Sader: Marquês de Sader

Leonardo Sakamoto: Leonardo Sacomorto

Mino Carta: Minhocarta

General Villas Boas: General Vidas-boas

Jean Wyllys: Jean Ui-ui

Jandira Fegali: Jandira Defecali

Paulo Nogueira: Paulo Nojeira

Maestro Bogs: Maestro Chupa Bagos

Padre Fábio de Mello: Padre Favo de Mel

Daniel Aragão: Daniel Arregão e Douoanel Aiebão

Rochelle Millovich: Rochelle Milovaca

Bolívar Lamounier: Bolívar Lamuriento

Isabel Fleck: Isabel Flesca (Autoria da Leilah)

Flávia Tavares: Flávia Putavírus

Daniel Aragão: Douoanel Aiébão

😂

Esqueci de algum?

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27.10.2017

Meu amigo John Haskins escreve pacientes e bem fundamentadas respostas ao Julio Soumzero, que simplesmente as ignora e continua repetindo, como um macaco que não pára de se coçar, as mesmas cretinices já mil vezes respondidas. O John é um protestante de formação calvinista e raciocina sempre desde premissas bíblicas que o Soumzero, da boca para fora, jura serem também as dele. As respostas do John são muito interessantes e, se não houver tempo de traduzi-las, vou publicá-las aqui em inglês mesmo.

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As regras de polidez verbal que se tornaram o meio oficial e consagrado de dar uma aparência respeitável a vigaristas, pedófilos e assassinos em massa já não podem, evidentemente, servir para mais nada. No dia em que eu começar a obedecê-las, estarei com Alzheimer.

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Tal como o entendo, o senso das proporções é uma decorrência lógica incontornável do Primeiro Mandamento. Sem isso, até os outros Mandamentos se tornam meras generalidades.

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Sem as regras de etiqueta que os esquerdistas não obedecem, mas usam, com sucesso, para castrar e engessar os conservadores, jamais a América teria mostrado tanta fraqueza e impotência ante seus inimigos internos. Cada vez que vou a uma entidade conservadora e vejo na porta o cartaz de “Smoke free”, penso: “Eles nunca saberão por que se foderam.” São tão covardes que, quando proibem alguma coisa, têm de dar a impressão de que estão LIBERTANDO você dela.

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A Revolução Americana, com sua síntese de Iluminismo e protestantismo, acabou dando uma aparência de fundamento bíblico às regras de “civilidade” criadas pela aristocracia progressista do século XVIII. Aparentemente, ninguém nota a absurdidade de integrar versículos bíblicos e valores puritanos no corpo de uma religião civil cujo sentido cristão é tão evanescente que duas gotas do “politicamente correto” bastam para convertê-lo no seu oposto.

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Ignorar o senso das proporções é negar o fundamento absoluto de todo relativo e a relatividade de toda manifestação cósmica ou histórica do absoluto.

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O senso das proporções não é uma simples expressão da razão. Ele é a razão inteira.

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O desejo sexual é apenas o gatilho que dispara uma longa história de amor, cujo sentido profundo só o tempo revela. Não me recrimino por não ter percebido isso mais cedo, porque não é mesmo coisa para jovens.

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O amor verdadeiro é uma coisa tão vibrante e avassaladora que, perto dele, o prazer sexual não passa de uma cosquinha.

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Na sociedade de hoje, o maior dos crimes é frustrar algum prazer sexual, por fútil, imaginário e bobo que seja.

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É uma estupidez monstruosa imaginar que as advertências bíblicas contra a linguagem baixa, grosseira ou ofensiva se referiam a palavras e expressões que aristocratas engomadinhos do século XVIII ou burgueses medrosos do século XIX viriam a considerar “feias”.

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Universidade Federal de Pernambuco: Liberdade de expressão, só para a zoofilia.

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Se não tem homem enrabando gato, o filme é fascista.

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Não vejo outra alternativa senão processar TODOS esses moleques que nos chamam de “nazifascistas”. Todos, um por um. Sugiro ao Josias um crowfunding para contratar advogados.

AO CONTRÁRIO. Zé-Mané não está acima da lei

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Na próxima exibição do filme, quero ver todo mundo com bottons e cartazes: FASCISTA É O CU DA SUA MÃE,

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Que NUNCA MAIS, nunca mais esses filhos da puta possam intimidar ninguém sem levar o troco em dose dupla. Nunca agridam ninguém, mas não se deixem agredir.

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Cá entre nós: “Visão ideológica contrária”, o caralho. Esse pessoal não tem a menor idéia do que eu penso ou deixo de pensar. É tudo FRESCURA. E frescura tem de custar caro.

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Assim como o “DILMA, VAI TOMAR NO CU” derrubou uma presidente corrupta, o “FASCISTA É O CU DA SUA MÃE” vai acabar com a frescura assanhada nas universidades. As palavras têm poder, e os palavrões têm muito mais.

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Não abrandem a sua linguagem. Não há ofensa pior do que chamar alguém de nazifascista. Mandem tomar no cu. Sem medo e sem inibições.

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Chamar de nazifascista é FALSA IMPUTAÇÃO DE CRIME. É crime.
Não dêem a esses filhos da puta o espaço para que continuem brincando com a lei.

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Vamos mudar o Brasil gritando “FASCISTA É O CU DA SUA MÃE.”

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NÃO concedam a esses bostas a honra indevida de tratá-los como adversários ideológicos. Eles são apenas um bando de fresquinhos histéricos.

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Merda na cabeça não é ideologia.

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Da página do Josias Teófilo :

Não podemos exibir um filme sobre filosofia numa universidade sem literalmente derramemento de sangue. É um absurdo sem tamanho.

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http://sensoincomum.org/2017/10/27/filme-jardim-aflicoes-olavo-carvalho-ufpe/

http://teleguiado.com/cinema/2017/10/professores-e-alunos-da-ufpe-agridem-espectadores-de-o-jardim-das-aflicoes.html?utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter

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Culpados maiores da violência na UFPE:

Reitoria e corpo docente dessa porra
Revista Éporca
Fôia de Sumpaulo
Marco Antonio Vil
Arruinaldo Azevedo
Diário do Cu do Mundo
e similares

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Todos os que, por incapacidade de ler os meus livros, criaram uma visão mitológica do meu pensamento, moldada para assustar criancinhas, são culpados do que aconteceu na UFPE. Um bando de vigaristas como nunca se viu no mundo.

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“O renome tem asas velozes, mas voa rente ao chão. Ele apega-se ao lado mais superficial e mais conforme ao gosto do dia, ao lado mais vulgar e mais escandaloso do gênio ao qual concede os seus favores, e difunde dele uma idéia ultrajosamente degradada e simplificada que arrisca fazer esquecer por longo tempo a alma sutil e profunda da sua obra.”

(Gustave Thibon, “Nietzsche ou Le Declin de l’Esprit”, Paris, Fayard, 1975.)

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Baixinho admirável:

https://www.facebook.com/TNVshady/videos/1670157559714347/

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Não sei de onde o Daniel Arregão, também conhecido como Douoanel Aiebão, tirou a idéia de que eu o estava processando. Eu não estava, nem queria processar, Mas, baseado nessa idéia, pura criação da sua cabecinha oca, ele se emputeceu, começou a me fazer ameaças e agora vai ter de ser processado mesmo. Fugindo de um perigo imaginário, correu para os braços de um perigo real. Tudo por mera FRESCURA.

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“Não passarão”? Esse slogan sempre deu azar. Passaremos sim, seus merdinhas. Já estamos passando. E pelos seus cus.

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Pois não teve um bostinha que disse que o filme era “a favor da ditadura”? E os outros não acreditaram?
Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu.

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Até hoje não vi UM ÚNICO defensor da “lenda negra” da Inquisição enfrentar a leitura das Atas do congresso “L ‘Inquisizione”. Não lêem nem mesmo os livros do Henry Kamen ou do Rodney Stark. Falam, esbravejam, têm chiliques devotos, mas fogem do confronto com o estado atual das pesquisas.

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Não há nada mais ridículo e desprezível do que achar que a correção de um erro histórico é uma “tomada de posição”.

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Pessoas de mentalidade sectária, sobretudo se reforçada pelo analfabetismo funcional, simplesmente não captam o que seja REALIDADE. Só percebem juízos de valor.

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O que digo da Inquisição não é “revisionismo histórico”. É o CONSENSO ATUAL dos historiadores da área. O próprio congresso L’Inquisizione é prova disso.

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Não aguento mais aquele tipo de santarrão protestante, ou pseudoprotestante, que, se defendo a Igreja Católica contra alguma falsa acusação, diz que sou católico demais; se falo contra o Papa, que sou católico de menos.
É muita vontade de achincalhar.

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Por ironia, o filósofo que mais enfatizou a diferença entre juízos de fato e juízos de valor foi um protestante, Immanuel Kant. Mas imaginar os Julios Souzeros da vida lendo Kant é acreditar em Tartarugas Ninja.

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Carta do Alessandro Cota ao Julio Soumzero:

Julio,
John Haskins has proved in detail how you lied about Olavo multiple times to slander him.

John has also pointed out the heretical (and in some sense gnostic nature of your book), and your solidarity with and imitation of (faux-Protestant) cult leaders like Joyce Meyer, who’ve been exposed for years as propagating popularized doctrines of Hinduism and modern cults. How are you better than Rev. Moon and the “Christians” who accepted his money, whom you boast you “exposed.”

Your defense against evidence of your cultic heresies, Julio, is that you were once associated with Dr. Walter Martin, an authority on cults? Would you accept such a defense from a Moonie? According to this logic a corrupt police officer should be let go when he points out “I can’t be guilty because I’m the police!”

And what about those you now flatter, like Matt Barber and many others who were silent about or covered up the schemes of Mitt Romney and the Mormon cult mafia, even taking money from them?

Yes, the same Romney who illegally imposed gay marriage, forced gay adoption and abortions on Catholic organizations and hospitals, created free abortion-on-demand. boosted gay propaganda starting in kindergarten, donated to Planned Parenthood. Ten years have gone by without you exposing the “evangelicals” and Catholics who covered all this up: Jay Sekulow, Tony Perkins, Focus on the Family, CWA, AFA and a long list of others. Why didn’t you call for all Christians of good conscience to excommunicate them until they publicly repent?

You scream and lie and “expose” Olavo and you want people to disassociate from him, but you continue to associate with and flatter people who are guilty of very serious things. This is what you call “the conservative movement” — which you accuse John of “doing a dis-service?”

And your pal Mat Barber and his former boss Mat Staver, who opposed Judge Roy Moore in 2003 but were silent on Romney? Will you begin now, after years of silence, to expose all these mercenaries, or will you wait until they personally offend Julio the Fabulous? That would be the Crime of the Century.

So it seems you’re being shown as a serial liar, a slanderer and a heretic and a serial hypocrite.

But this list of people still don’t fully know your motives, or how much Olavo helped you by directing his huge audience to send money to support you, and by publishing your writing at his popular website beside far more qualified writers.

Another glaring question comes to mind: if Olavo believes homosexuality is acceptable (as you now claim), why did he publish so many of your articles about the homosexual movement?

Your false accusation reminds me of the Pharisees accusing Jesus of casting out demons by the power of Beelzebub. Jesus answered: “A house divided against itself cannot stand.” So is Olavo mentally retarded that he published you, though (you now claim) he was pro-sodomy? (Or are you a manipulator and a liar, like the homosexual activists and the Pharisees?)

Also, you were benefiting from Olavo’s media and his kindness for years, and you began to attack Olavo only after you became offended. If you want people on this list to disassociated from Olavo, why did you associate with him and his work while it was beneficial to your prestige and your purse? Why did you discover so conveniently late that he is a bad man?

So, we have a full inventory: multiple instances of lying, slander, anti-Christ heresies and now gross hypocrisy. Correct, Julio? (And still no one has gotten to the dirty mess of how you’ve tried to use Olavo’s troubled daughter against him — a daughter tragically taken from him by divorce decades ago.)
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John, do we have permission to publish your exposes of Julio to answer his permanent crusade?

Alessandro Cota
The Inter-American institute

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A Fôia transforma os invasores em vítimas:

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A Fôia diz que não foram os esquerdistas que iniciaram o conflito, porque, dias ou semanas atrás, militantes de extrema-direita, “um deles usando soco inglês”, invadiram a exibição do filme “Por que lutamos? A resistência à ditadura militar”, chutando cadeiras e empurrando os espectadores.
A falsidade da coisa é patente. Mesmo que esse antecedente fosse real, retaliar um conflito com outro conflito não é o mesmo que não ter iniciado o segundo conflito.
Mas a historinha é falsa ou no mínimo exagerada, porque, se é tão importante jornalisticamente dizer que algum dos supostos invasores usava um soco inglês, por que ninguém foi socado, apenas empurrado? Já na sessão de ontem muitas pessoas foram socadas e chutadas.
Em terceiro lugar, é um acinte nivelar um filme de ostensiva propaganda esquerdista a outro que não tem, a rigor, conteúdo político nenhum a não ser na imaginação doentia dos que querem ver extremismo de direita em tudo o que não compreendem nem querem compreender.
Por fim, a Fôia, ao me rotular falsamente “guru do Bolsonaro”, foi diretamente culpada de incitar esses fanáticos esquerdistas a odiar um filme que nem viram. A Fôia os defende porque ela É eles.

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Comparar “O Jardim das Aflições” a “”Por que lutamos? A resistência à ditadura militar” como amostras de ideologias opostas é o mesmo que comparar uma estátua de Bernini a uma banana como amostras de sabores diferentes.

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O baixinho que reagiu ao pontapé de um comunobosta derrubando-o com um belo soco é um exemplo para a juventude brasileira. É assim que se faz. Bateu, levou em dobro.

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AVISO: Hoje, sábado, 28 de outubro, NÃO HAVERÁ AULA DO COF. Vou ficar construindo estantes à tarde e, na hora, estarei esbagaçado. Desculpem.

26.10.2017

Regra invariável: quando um sujeito me odeia, diz que EU espalho ódio. Esse tipo de gente não consegue nem perceber nem muito menos expressar em palavras a diferença entre “espalhar” e “atrair”.

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Regra invariável: quando um sujeito me odeia, diz que EU espalho ódio. Esse tipo de gente não consegue nem perceber nem muito menos expressar em palavras a diferença entre “espalhar” e “atrair”.

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Típica, ao mesmo tempo, da propaganda ideológica e do analfabetismo funcional, é a incapacidade de distinguir entre diferentes aspectos de uma mesma questão, analisando um a um antes de juntá-los numa conclusão geral. O cidadão faz logo uma síntese confusa, carregada de adesão ou repulsa, com intensa emoção nos dois casos. Assim, por exemplo, de eu ter dito que João Calvino criou o primeiro governo totalitário no Ocidente, o que é um simples fato histórico que qualquer calvinista pode reconhecer, o Julio Soumzero conclui que estou fazendo campanha contra o calvinismo em geral — como se, nas mãos de outras pessoas, essa igreja não tivesse fomentado a democracia, e como se, aliás, a própria doutrina protestante da livre interpretação não liberasse de qualquer compromisso com os erros dos fundadores as gerações seguintes de seguidores de uma determinada denominação. Eric Voegelin, luterano, achava Lutero uma besta quadrada.
Do mesmo modo, se, baseado no livro do Mauro Abranches, nego que o governo americano tenha interferido seriamente no golpe de 1964, isso será fatalmente interpretado como uma defesa do regime militar, o que é assunto totalmente diferente,

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O Julio Soumzero me acusa do delito de não escrever palavrões em inglês, só em portugues — prova, segundo ele, da minha diabólica hipocrisia.
Se os escrevesse, seria prova de maldade bilíngüe.
Per fas et per nefas.

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Se você é protestante, POR DEFINIÇÃO só reconhece a autoridade da Bíblia e não deve obediência nem devoção a Lutero ou Calvino. Nada, absolutamente nada o impede de reconhecer os erros e crimes desses dois personagens. Se nem mesmo um católico, tão cioso da hierarquia, tem a obrigação de acobertar crimes de papas e cardeais, por que seria um delito antiprotestante mencionar os de Lutero e Calvino?

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Momentos inesquecíveis.
Da última vez em que esteve aqui, o Silvio Grimaldo dormiu no meu sofá, peidou a noite inteira e provavelmente ouviu os peidos em sonhos, pois, ao acordar, perguntou se tinha dito alguma coisa durante o sono.

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O típico analfabeto funcional não consegue, por nada deste mundo, distinguir entre os sentimentos que um autor expressa e os que ele mesmo sente por esse autor.

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Quanto mais racionais e científicos são os argumentos que você apresenta contra uma idéia, mais o devoto irracional dessa idéia se persuadirá de que você está apenas fomentando ódio a ela. Justamente porque não pode compreendê-los na esfera racional, transpõe o caso para o campo emocional, onde tudo o que ele pode enxergar é um entrechoque de paixões.

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Tem um sujeito aí (não direi quem, por enquanto) jurando que vai “acabar com a vida do Olavo de Carvalho” e que para isso vai se juntar com o Lula. Está bem, garoto, só tome cuidado para o ex-presidente não comer você na cela da cadeia.

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À medida que a aristocracia européia foi perdendo sua função militar e tornando-se uma classe ociosa de cortesãos e puxa-sacos, a antiga ética de cavalaria foi sendo substituída por regras de polidez e de linguagem supostamente elegante, códigos de etiqueta que em seguida o mundo burguês consagraria, sob o nome de “civilidade”, como obrigações quase religiosas, reforçadas, na América protestante, por toda uma reinterpretação da moral bíblica, criando a atmosfera propícia para que a sociedade, psicologicamente desarmada, depois viesse a aceitar passivamente as exigências do “politicamente correto”.

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Na América, os palavrões, que no Brasil fazem parte da linguagem humorística do dia-a-dia, são designados pelos nomes de “curse” (amaldiçoar) e “profanity” (profanação). É a polidez iluminista revestida de autoridade bíblica.

Não há palavrões blasfemos em inglês, só em espanhol.

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Feminista bonita é coisa mais rara do que uma buceta capaz de recitar odes de Píndaro (pode ser em tradução).

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Aviso às pessoas maravilhosas: Dar o cu não é nada difícil. Dificil é alguém comê-lo.

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Não custa lembrar. Dos críticos católicos da astrologia, desde a patrística até a escolástica, NENHUM negava a influência dos astros sobre o ser humano. Nenhum cometia a estupidez que hoje é endêmica entre os “formadores de opinião” jornalísticos e universitários: confundir um fenômeno natural com o que os astrólogos dizem a respeito e, negando isto, desprezar aquilo.

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Perguntar não ofende: De que vive o Julio Soumzero?

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O Lula disse que tem “tesão por este país”. Verdade. O cu nacional é testemunha.

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Ouçam, ao fundo, a voz do Daniel Arregão. Ele está louquinho para compartilhar uma cela com o Lula:
“Agora eu vou acabar com a vida do Olavo de Carvalho. Acabar com a vida do cara.”

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Pouco importa se você é pastor ou padre ou bispo ou cardeal. No dia em que eu tiver de policiar a minha linguagem segundo o julgamento que fazem dela indivíduos que nunca foram escritores (muito menos grandes escritores), cessarei de ser escritor. Só aceito conselhos literários de artistas do idioma.

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Se em vez de “merda” você escreve “excrementos”, “dejetos” ou “matéria fecal”. você está maduro para ser senador ou ministro, mas jamais será um escritor.

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Só uso eufemismos quando é para fazer gozação deles mesmos.

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É claro que não escrevo palavrões em inglês. Eles são horríveis, vêm à boca com um claro instinto de blasfêmia. São realmente “curses”, maldições. Eu não amaldiçoo ninguém. Só mando tomar no cu.

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Excelente resumo do estado atual das pesquisas:

https://strangenotions.com/spanish-inquisition/

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Hoje ouvimos do Jack a coisa mais bonita que uma criança já disse a seus avós:
— You make me happy.