14.10.2017

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Contribuição do Israel Azevedo.

A frase do ano:

“Idiotas ganharam fama e seguidores denunciando a ‘revolução intelectual gramscista’ e as maquinações do mítico ‘Foro de São Paulo’.” 
(André Andrade)

André Andrade O nome do analfabeto funcional é Alexandre Andrada, professor.
Renan Martins Dos Santos Esse texto nem em português está.

“problemas das mais graves ordens.”

“Idiotas ganharam fama e seguidores denunciando”

“Não estranharia, portanto, que (…) o ‘cidadão de bem’ entregue”.

“Caso único na história universal de uma manteiga subversiva.”

“com a pornografia ocupando 99% do espaço da internet, discutindo os perigos da ‘apologia à zoofilia’.”

Que porra é essa?

Renan Martins Dos Santos E o infeliz digitador é professor de economia na Universidade de Brasília! Mas que maravilha!


A revolução cultural gramscista ilustra o fato de que nenhum bebê se lembra da buceta por onde saiu.

Todo cretino acha que as opiniões da sua geração são a expressão eterna da normalidade humana. Nem imagina que houve alguma coisa antes e haverá outra depois. Entendem por que insisto tanto na importância de cada um rastrear a origem histórico-social das suas idéias?

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Antonio Gramsci disse que, seguida a sua receita, todo mundo seria socialista sem saber. Isso implica que a revolução cultural gramsciana só pode acontecer se todo mundo nega que ela esteja acontecendo — os de fora porque a ignoram, os de dentro porque a conhecem.

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Todo cretino acha que a humanidade caminha inexoravelmente para tornar-se uma imagem ampliada dele mesmo.

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Mauro Araújo Do Nascimento Professor, desculpe encher o senhor de novo, mas queria um pequeno conselho.
Eu fui classificado num concurso nacional de poesia recentemente, e gostaria de me preparar para os próximos, e talvez alguns internacionais se tiver a chance.
Mas como posso melhorar minha técnica e tudo mais? O Senhor pode me fazer alguma recomendação por
Olavo de Carvalho Comece por ler o livro do Murilo Araújo, “A Arte do Poeta”. E decore trechos de Dante, Goethe, Rilke, Antonio Machado e tutti quanti.
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JS Cesar Prof, rapidinho, quais as 5 canções (não clássicas nem de ópera) que o sr considera as mais bonitas/recomendáveis pra se memorizar?
Olavo de Carvalho “Dein ist mein ganzes Herz”, “This nearly was mine”, “La Mer”, “Cuore ‘ngrato”, “He stopped loving her today”. A escolha é arbitrária e subjetiva.
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A sensibilidade das “minorias” é sacrossanta e não pode jamais ser ofendida. A da maioria cristã não só pode como deve.

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“Não deve haver censura, mas isso não torna todas as causas iguais.” (Nuno Ramos)
Nunca vi mais explícita confissão de idiotice prepotente. A liberdade de expressão é necessariamente ANTERIOR E INDIFERENTE ao julgamento das causas. Condicioná-la a esse julgamento É instituir a censura.

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Se algumas causas merecem a liberdade de exprimir-se, e outras não, a pergunta é: QUEM escolhe? Uai, é o Nuno Ramos, caraio.

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No Brasil o sujeito chega a ser reconhecido como “escritor e artista” mediante provas cabais de analfabetismo funcional.

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Ainda veremos — juro — algum Nuno Ramos proclamar que eleições são antidemocráticas, porque dão a vitória ao candidato da maioria, discriminando o da minoria.

A vida imita as piadas.

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Chega a ser espantoso o fato de que nenhum dos inumeráveis devotos de Maquiavel hoje em dia tenha notado as incongruências pueris que, na obra dele, apontei em “Maquiavel ou A Confusão Demoníaca”. Por toda parte observo uma necessidade, uma ânsia incontida de enxergar no autor do “Príncipe” uma sabedoria que, bem consideradas as coisas, não existe. Maquiavel tornou-se uma espécie de talismã ao qual se agarram, com fé obstinada, igualmente os vencedores e os perdedores, aqueles atribuindo a ele o seu sucesso, estes penitenciando-se de não haver seguido corretamente as lições infalíveis do mestre.

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Nada mais revelador da estupidez vigente do que a propensão — ou melhor, compulsão — de “artistas” e jornalistas a tomar como superior a todas as realizações do passado, automaticamente e sem a menor necessidade de exame, qualquer coisa que se torne preferência da sua geração e da moda.
Os cretinos nem percebem que, com isso, promovem a “idolatria do mercado”, que por outro lado tanto condenam.

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A característica principal dos assim chamados “artistas e intelectuais” brasileiros é a prodigiosa incultura que os impede de julgar as coisas na escala da experiência histórica milenar, prendendo-os numa jaula de cacoetes, slogans e preconceitos da moda que eles tomam como valores universais, absolutos e inquestionáveis.
O tal Nuno Ramos, ao defender as exposições do Santander e do MAM, afirma que, em contraste com o caso delas, é justo censurar uma peça, exposição ou espetáculo qualquer sob alegação de racismo, porque o movimento negro ensinou tais ou quais valores à democracia brasileira.
No mundinho em que esse sujeito vive, o cristianismo, em contrapartida, nada ensinou e por isso não tem o direito de protestar quando é insultado. A igualdade de todos os homens, a intocabilidade da vida humana, a assistência aos doentes, aos pobres e aos órfãos, o próprio anti-racismo etc. etc. etc., tudo isso nasceu em árvores ou foi inventado em maio de 1968.

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Todo mundo hoje é tolerante com o diferente, contanto que não seja diferente DELE.

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Flávia Tavares, da “Época”, é uma dessas pessoas que se acreditam honestas porque não têm a menor idéia do que seja honestidade.

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1) São pensamentos em sua maioria descolados dos fatos.
2) Olavo esposou ideias divorciadas dos fatos.
3) Estudioso erudito que acredita em teorias, digamos, excêntricas e as dissemina, ao menos nas redes, sem nenhuma preocupação com fatos que as alicercem.

TRÊS VEZES a Flávia Tavares repete, como um mantra, a opinião de que minhas idéias são divorciadas dos fatos – mas não cita UM ÚNICO FATO que desminta alguma delas.

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“Personalidades como o apresentador Danilo Gentili se declaram SEU FÃ.”

Flávia Tavares é obviamente semi-analfabeta.

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Na entrevista gravada que fez comigo, e que divulgarei em breve, a Flávia Tavares confessa que a geração dela (a qual obviamente a inclui) me enxerga por um filtro de lugares-comuns, cacoetes e preconceitos. Ao redigir a matéria segundo esse mesmo filtro, sem questioná-lo, antes copiando-o como se fosse o retrato fiel da minha pessoa e do meu pensamento, ela demonstrou sua completa má-fé, o intuito criminoso que a moveu em cada passo do seu — digamos — trabalho.

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Ao reproduzir a acusação da minha filha Heloísa, de que fiz a seus irmãos uma ameaça a mão armada, sem mencionar nem de longe o fato de que as próprias vítimas alegadas desmentiram com veemência que o crime houvesse acontecido, Flávia Tavares subscreve a acusação falsa e torna-se, automaticamente, ré de crime de calúnia

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O problema da Flávia Tavares não é ser “esquerdista”. É ser simplesmente uma criminosa.

Filipe G. Martins Professor Olavo de Carvalho;

Essa mulher é completamente desonesta. Como o senhor havia me pedido, conversei com ela em uma ligação que durou cerca de duas horas; trocamos algumas mensagens por WhatsApp; enviei alguns esclarecimentos e ofereci explicações didáticas e suficientes para demonstrar a irrelevância das polêmicas e das lendas urbanas que, mesmo assim, ela insistiu em destacar na reportagem. Por fim, como não encontrou no que eu disse nada que pudesse ser utilizado contra o senhor, ela optou por atribuir a mim uma frase que não é minha.

Diante da afetação de escândalo, que ela demonstrou em relação aos seus posts, expliquei que se escandalizar com os seus textos só era possível a quem não tinha nenhum senso literário e era incapaz de apreciar a engenhosa combinação do erudito com o popular que o senhor faz tão bem em seus textos. Citei uma nota em que o senhor falar sobre isso e ela conseguiu converter o que eu disse em algo completamente diferente.

Caio Barros “O professor nos disse que queria ser uma síntese de Platão com Trapalhões. De Aristóteles com Alborghetti”, disse Filipe Martins. Vc conversa 2 horas com a mulher e ela publica essa piada q o Olavo fez. Não dá né, puta sacanagem. Filha da putagem!

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Não se deve jogar pérolas aos porcos, mas também não é certo julgar que alguém seja um porco antes de jogar-lhe umas perolinhas de amostra para ver o que faz com elas. A franqueza e a boa-vontade são um teste infalível : Diante delas, o porco, sentindo-se seguro, acaba se revelando irresistivelmente. Comparem a conversa gravada e a matéria escrita e terão uma idéia da abjeção sem fim em que esta senhora se deleita na prática daquilo que chama de “jornalismo”:

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Prometendo separar cuidadosamente os meus alunos constantes e sérios do público mais periférico que adere esporadicamente a uma idéia ou outra encontrada nos meus posts do Facebook, o que fez a engraçadinha? Fez uma entrevista de duas horas com o Filipe G. Martins, um dos meus alunos mais representativos, aproveitou dela somente uma piadinha, aliás alterando-lhe o sentido, e retratou como meu “seguidor extremo” um cidadão que não conheço, que nunca foi meu aluno e que não é SEQUER MEU SEGUIDOR NO SENTIDO FACEBOOKIANO DO TERMO.

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Na matéria da Flávia Tavares, não há uma linha sequer que se aproveite, exceto como prova de crime de calúnia e difamação.

Natan Falbo Digo mais, desde a polêmica gerada por sua filha, venho monitorando o trend do seu nome e desde 2015 o senhor já é citado pela de extrema-esquerda, PCB, CUT, UJS, PCdoB e o puxadinho Vermelho, Carta Capital e outros de menor importância. Nem preciso dizer que o senhor para muitos já é apontado como ameaça de ruptura hegemônica-intelectual. O resto do script, o senhor já sabe como funciona.
Abraços mestre, essa guerra o senhor não trava sozinho.

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