Marlon Belotti

Vinte coisas que percebi no professor Olavo de Carvalho na época em que morou em Curitiba:
1- Extremamente inteligente.
2- Sempre disposto a ajudar.
3- Intolerante com conversas paralelas em sala de aula.
4- Grande apreciador de café.
5- Fumante inveterado.
6- Brincalhão.
7- Grande conselheiro.
8- Piadista.
9- Bem-humorado.
10- Amigo dos alunos.
11- Trabalhador.
12- Amoroso.
13- Dedicado
14- Humilde.
15- Gentil.
16- Temente a Deus.
17- Amante da verdade.
18- Amante da beleza.
19- Amante das coisas elevadas.
20- Um homem com uma vida cheia de significado e propósito.

Eu fui reconduzido à Santa Igreja Católica por sua influência. Muitos dos meus amigos e colegas de curso seguiram o mesmo caminho. Esse homem só trouxe bênçãos para as nossas vidas. Meu Senhor Jesus Cristo é testemunha de que digo a verdade.

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2.10.2017

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A falsa exibição de cultura é um mostruário inesgotável da comicidade involuntária. A profa. Rochelle Milovaca se gaba de ter lido livros de Heráclito e Górgias, os quais não existem. As idéias desses filósofos só são conhecidas por uns poucos fragmentos citados ou parafraseados em obras de terceiros.

Pedro Henrique Medeiros Olavo, o senhor chegou a ver o post em que a Issa chama o senhor de neonazista? A Issa tbm está se aproveitando da recente campanha da Heloísa para difamar o senhor:

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Isso está implorando por um lugarzinho no presídio feminino.

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Da página do Davi Marciglio :

Já vi gente se gabar de ter lido livros que não leu, agora de ter lido livros que nem mesmo existem é coisa que só mesmo odiadores do Olavo conseguem. É um vexame atrás do outro.

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Afirmo categoricamente: Quem diz ter lido “livros de Heráclito e Górgias” é ANALFABETO EM FILOSOFIA. Dona Rochelle não tem capacidade para ser professora da matéria nem mesmo num ginásio.

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Peço a todos que leiam isto com atenção:
Até uns dias atrás, iludido por um natural sentimentalismo de pai, tentei me apegar à convicção de que minha filha Heloísa era apenas uma pobre doente mental manipulada e utilizada por um grupo de delinquentes espertos. Já não posso mais. Ela é, definitivamente, uma mentalidade psicopática, uma criminosa astuta e perversa do mesmo naipe dos seus associados.
O que me levou a essa conclusão, horrível mas inescapável, é a velocidade, a desenvoltura, a sem-cerimônia com que, na ânsia de acusar, de sujar, de destruir, ela troca de subterfúgios sem outra precaução senão a de tudo explicar sempre pelo pior, sempre pelo mais maligno e comprometedor que a sua imaginação possa conceber no momento.
O ponto mais sério e escandaloso da sua primeira declaração à mídia era, evidentemente, a acusação de que eu havia feito ameaças a mão armada contra meus filhos.
Diante de denúncia de tal gravidade, quem, senão as próprias vítimas, deveria ser ouvido em primeiro lugar? Quem, senão elas, poderia confirmar ou negar, de primeira mão e em caráter definitivo, a ocorrência e a autoria do crime?
Sem que fosse preciso consultá-las, todas negaram. Uns em tom de escandalizada indignação, outros mal podendo conter o riso diante da absurdidade da alegação caluniosa, cada um dos meus filhos negou que tivesse sido algum dia ameaçado por mim, com ou sem armas na mão.
Em qualquer tribunal ou delegacia de polícia do mundo, isso encerraria imediatamente a questão, decidindo-a em favor do acusado, restando apenas averiguar se a acusação partira de um mero engano ou de uma deliberação criminosa.
Diante desse cabal e até brutal desmentido das suas pretensões, como reagiu, no entanto, a acusadora?
Apegou-se a dois subterfúgios, calculados para fazer da prova de inocência um indício do mau caráter não só do acusado, mas das suas testemunhas – as próprias “vítimas” inocentes e inermes em cuja defesa ela fingia se erguer ao denunciar o pretenso crime, e que agora, num giro de cento e oitenta graus, se tornavam de repente suspeitas de malícia e de cumplicidade retroativa com o delito.
Primeiro, alegou que eu estava “me escondendo” por trás dos meus filhos. A inversão perversa não poderia ser mais evidente. Fui eu, por acaso, que os utilizei como escudos e porretes para agredir alguém à distância? E por acaso fui eu quem lhes pediu o testemunho ou eles mesmos que, por iniciativa própria e sem qualquer solicitação da minha parte, correram para oferecê-lo?
Não contente com isso, ela inventou, em conversa com o seu cúmplice Pedro Zambarda de Araújo, o qual correu para divulgá-la sem a menor averiguação, a história de que meus filhos mantinham silêncio quanto ao crime porque eram “sócios da minha empresa”.
Que empresa? Não tenho nenhuma. Sou trabalhador autônomo, um “self-employed”, como me designam o Department of Internal Revenue federal e o Virginia Department of Taxation.
Pior: de todos os meus filhos residentes fora do território americano, só dois – Inês e Davi – me visitaram aqui, a primeira duas vezes, o segundo uma única, ao longo dos doze anos que decorreram desde a minha chegada aos EUA em 2005. Com o Luiz e o Tales, só conversei uma única vez, e em público, num hangout transmitido por internet. E com o Percival, o mais discreto e reservado de todos, só voltei a ter contato agora, quando ele me escreveu uma mensagem em tom humorístico, fazendo troça da acusação desvairada. Não sou o tipo do pai autopiedoso que vive choramingando “Meus filhos não me visitam”. Deixo cada um viver sua vida e acho coisa natural e justa que só procure o pai quando precisa da sua ajuda. Não vejo como, nessas condições, poderia gerir com eles uma empresa, mesmo que esta existisse.
Para completar – ironia das ironias –, excluindo as despesas de manutenção do Pedro e da Leilah, que chegaram aqui menores de idade, só UM dos meus filhos pediu e recebeu de mim alguma ajuda financeira, aliás em quantidade considerável. E quem foi esse, senão a própria Heloísa? Tenho aqui os recibos de todas as remessas que lhe fiz desde o início de 2016 até maio de 2017, totalizando não menos de cem mil reais.
A pérfida insinuação de silêncio cúmplice motivado por interesse financeiro converte-se assim na prova cabal da má-fé da acusadora, que ainda tem o desplante de alegar que age “por amor” ao pai, o tipo do amor paradoxal, sádico e criminoso que tem o estuprador ou o assassino pela sua vítima.
Um terceiro sinal, ainda mais alarmante, é que, após ter somado a essa falsa imputação de crime uma segunda e mais horripilante – a de que matei, retalhei e comi os fetos de vários de meus descendentes –, ela então, vendo que a acusação, por demasiado inventiva, macabra e inverossímil, simplesmente não havia “colado”, prudentemente se fez de desentendida, não voltando – nem ela, nem seus espertos associados – a tocar no assunto, preferindo, em vez disso, apegar-se a detalhes cada vez menores e mais irrisórios.
Quem, honesto e em sã consciência, tendo sido testemunha, direta ou indireta, de crime tão hediondo, se esqueceria dele em seguida, e mudaria de assunto como se não tivesse dito nada, trocando a inicial acusação monstruosa por picuinhas e fofocas de relevância incomparavelmente menor?
Não, uma mera doente mental não tem essa astúcia, essa destreza na troca rápida de subterfúgios, essa desenvoltura na mentira caluniosa, essa habilidade de explorar a fraqueza sentimental de um público viciado pela mídia no hábito entorpecente do amor preferencial ao criminoso em detrimento das vítimas, à “bandidolatria”, como a chamou o livro recente do Diogo Pessi e como eu mesmo a denunciei na série de artigos de 1994, “Bandidos e letrados”.
Por medonha e deprimente que seja esta constatação para um pai que um dia carregou nos braços uma bebê que lhe parecia o mais precioso dos seus tesouros, não vejo como escapar à evidência de que estamos diante de uma mentalidade psicopática, de uma delinquente perigosa e sem escrúpulos.
Se fosse necessário aduzir a esses fatos uma prova suplementar, bastaria notar que, hostilizando e renegando a família praticamente inteira, ela preferiu, na guerra que empreende contra o próprio pai e contra os próprios irmãos, se associar a bandidos notórios como Patrícia Lélis e Emerson Setim e a caluniadores contumazes como Caio Rossi e os irmãos Velasco, que hoje constituem o seu grupo de referência, o seu círculo de entusiastas e apoiadores.
Nunca o “dize-me com quem andas e te direi quem és” teve uma ilustração mais clara e mais eloquente.
A tristeza com que faço esta confissão é imensurável e inexpressável. Mas, sabendo o que sei da mentalidade psicopática, não sou covarde o bastante para me apegar a esperanças insanas de que “tudo vai voltar ao normal”. Para isso seria preciso, no mínimo, que eu reduzisse o episódio a uma “questão de família”, à mera expressão tardia de uma insatisfação infantil até natural e compreensível, como algumas pessoas têm sugerido, sem perceber que com isso subscrevem como verazes e fidedignas todas as acusações monstruosas que me têm sido feitas, não por uma filha, mas por um grupo criminoso organizado e feroz do qual minha filha, por dinheiro, se tornou cúmplice e parte.
O caso ultrapassa infinitamente a dimensão do perdão e da mágoa, elevando-se à escala de um fenômeno político e criminal no qual o parecer dos tribunais tem relevância infinitamente maior do que as meras reações sentimentais das pessoas envolvidas.
Também sei que renegar uma filha é gesto meramente simbólico, teatral, sem substância nem conseqüências, motivo pelo qual me absterei de fazê-lo. Só escrevi estas linhas para mostrar a meus alunos e leitores a proporção justa e veraz dos acontecimentos. Ninguém é mais patético e deplorável do que o homem que, incapaz de suportar a dimensão do trágico e do irreversível, se apega a esperanças pueris em vez de aceitar seu destino. Isso é mais que covardia: é blasfêmia, é desprezar a advertência de Nosso Senhor Jesus Cristo de que só os insensatos esperam algo deste mundo.

P. S. – Nunca tive empresa nenhuma nos EUA, mas em abril de 2017 entrei numa sociedade com o Silvio Grimaldo para administrar o Seminário de Filosofia – Olavo de Carvalho. É óbvio que nenhum filho meu é sócio.

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O prof. Loryel Rocha informa que até agora se limitou a desaprovar discretamente o comportamento de D. Rochelle Milovic (ou d’Abreu Cysne), mas que doravante NÃO VAI MAIS TOLERÁ-LO. Ótimo.

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https://www.infowars.com/what-theyre-not-telling-you-about-the-las-vegas-massacre/

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Livro da Joice Hasselmann :

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Só para manter vocês informados: a campanha que a gangue da Heloísa move contra mim já ultrapassou de muito o mero “assassinato de reputação”; tornou-se um esforço sistemático e e pertinaz destinado a privar não só a mim, mas a seus irmãos e outros familiares, de meios de trabalho e subsistência.
Um exemplo entre outros é o que ela vem fazendo com sua cunhada Stephanie, esposa do Davi, a quem acusa de haver recebido ilegalmente fundos do Bolsa Família. A acusação é monstruosamente falsa. Eu mesmo tenho aqui a documentação cabal que prova que a Stephanie jamais recebeu um só tostão do Bolsa Família. Se for preciso, divulgarei tudo nesta mesma página.
Mas, com a mesma dedicação insana, Heloísa e seus cúmplices buscam dia e noite qualquer indício, qualquer pretexto com que possam dificultar por quaisquer meios a vida de outros familiares meus e dela.
Já não se trata de destruir uma reputação, mas de destruir VIDAS.
Desde criança, a Heloísa foi sempre muito agressiva, mas nunca imaginei que tamanha quantidade de ódio sem sentido pudesse crescer no coração dela até explodir num festival de crimes.