A Carta – Alunos, amigos e familiares se manifestam II

O post da Heloísa da Carta Aberta teve, se não me engano, uns 3 mil likes e centenas de comentários, com direito a matéria na grande mídia. Um estouro. Aquele bafafá que nós vimos. ”Revelações bombásticas”, ui. Mas agora, que a história toda foi desbancada, o núcleo anti-Olavo dos veadascos e adjacentes voltou a sua relevância normal: aquela mesma meia dúzia de vagabundos que já conhecemos. O último post deles, 12 horas atrás, teve…19 likes. As baratas e lacraias voltam a sua solene insignificância. E o Razzo? Bom, o Razzo está declarando a queda do Olavo até agora, coitado.


 


Rapaz, espero mesmo chegar aos 90 anos de idade como meus avós, para poder ver de camarote os alunos e os alunos dos alunos do Olavo de Carvalho mudando o Brasil e tanto o Brasil “clássico” (mesquinho, pequeno, invejoso), quanto o revolucionário relegados ao museu dos contra-exemplos do que ninguém nunca deveria ser e ter vergonha só de ser parecido.


Francisco Souza Estou nessa turma. Conheci o Pe. Paulo Ricardo através do Olavo. O processo de desencralamento esquerdóide na minha alminha foi mais longo e doloroso. Ouvi todos os True Outspeak, me divertia com os palavrões enquanto a palavra do professor agia na minha cabeça, consertando a podreira acumulada.
Quando comecei o COF achava que ia encontrar mais palavrões, ao invés disso encontrei a logia, a coerência e a verdade.

O próprio professor postou hoje que dá conta da raiva e do medo, mas a tristeza dele perdura. Oremos.


Leonardo Ferreira Martins O professor Olavo tem aquele caráter generoso comum às pessoas inteligentes, que se vê alguém falando uma besteira não tenta acabar com a pessoa, mas tem toda a calma do mundo para corrigi-la. E mesmo ele estando em outro nível o mais incrível é que ele não perde a humildade, o que me faz admirá-lo ainda mais. Seus detratores é que não tem humildade para aceitar as criticas justas que ele faz. Também sou eternamente grato ao professor Olavo de Carvalho por ter me tirado da descrença (da minha “alma leprada de ateísmo”, como Álvares de Azevedo descreveu certa vez o poeta ateu Percy Shelley) e me feito abraçar o catolicismo. Como escreveu o Paulo Briguet: “O trabalho de educação intelectual clássica que ele faz provoca, não raro, um despertar espiritual em seus alunos. Os casos de pessoas que voltaram à Igreja depois de ler seus livros e assistir às suas aulas poderiam encher esta página.” Eu sou um deles.


Conheci o professor Olavo de Carvalho através do Padre Paulo Ricardo em 2010 e, até então, não conseguia compreender a complexidade de seus textos, da sua forma de raciocinar, mas conseguia apreender a VERDADE sempre explícita neles. Eram os textos do Mídia sem Máscara e do site e também os vídeos do youtube. Em 2013, adquiri o livro “O Mínimo que Você Precisa Saber Para Não Ser um Idiota” e mudei completamente a minha mentalidade, eliminando de vez todos resquícios do esquerdismo que ainda tinha. Só no final de 2015 me matriculei no COF e passei a ler seus outros livros e a admirá-lo ainda mais. Não tive a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente nem a sua família, mas é notório o quanto são amáveis, acolhedores e pessoas de bem. Muitos já testemunharam isso e só aumenta o meu desejo de conhecê-los.
Professor, quero agradecer por tudo e bendizer a Deus pela sua vida, pela linda família que o senhor construiu e honrou, também rezar pela sua saúde, por uma vida abundante e por sua proteção e segurança. Hoje, rezei o Rosário na sua intenção e de sua família, também na intenção de sua filha. Nossa Senhora e as milícias celestes combatem junto de vocês. Creiam. Um forte abraço.

Um intelectual como Olavo de Carvalho não cabe na cabeça dos brasileiros ingratos.


Adalberto Benedix
Li a Carta aberta escrita pela Filha do Olavo de Carvalho. Sinceramente, nao vejo nada que arranhe a obra e a imagem publica do Olavo. Alem de me parecer uma materia encomendada, tras aspectos da vida pessoal familiar do Olavo, que se forem verdade, o que duvido, ocorrem em muitas outras familias. Quem nunca surtou? Quem nunca discutiu com filhos? Quem na mocidade nao fez farras de todo tipo? Quem nunca passou por necessidade? Quem na busca do sustentobe e do conhecimento teve de deixar de dar a atencao necessaria a familia? Aprendo com o Olavo desde a época do Garganta de Fogo, com o Yuri Vieira e sou aluno do COF desde seu inicio, posso dizer com propriedade que nunca sofri lavagem cerebral, pelo contrario, o que aprendi com o Olavo nao so higienizou como potencializou meu cerebro. So vejo alunos e pessoas que nao sao alunos dele mas que leem suas obras so elogiar e exaltar o bem que lhes fizeram. Os que reclamam do Olavo e o atacam sao as pesoas que querem e fazem exatamente a lavagem cerebral da qual está sendo injustamente acusado. A que sei e ouvi do proprio Olavo de Carvalho varias vezes , ele sempre disse que nao era perfeito, que cometia erros como qualquer outro e que de toda sua busca por Deus, que essa culminou com as verdades de Jesus e da Igreja Catolica, tendo dito que sempre procura se confessar para chegar do outro lado com o minimo de manchas possivel. Diferentemente so dito na Carta, sempre assisti o Olavo enfrentar diretamente seus algozes e todo tipo de escumalha que quer acabar com seu trabalho que floresce cada dia mais. Assim, para mim, a Carta aberta publicada da Veja nao tem forca de me fazer mudar qualquer consideracao ou sentimento que tenho em relação ao Prof. Olavo, pelo qual tenho somente gratidao e admiração. Todo mundo na vida pessoal e familiar erra e acerta e corrigir os erros é o mais normal, sendo o anormal permanecer no erro. Tenho pena do ressentimento que ao que parece essa Filha do Olavo guarda e que parece nao deixa morrer, apesar de ja ser uma pessoa adulta e muitos anos ter se passado dos fatos que ela unilateralmente afirma terem ocorrido sem demonstrar qualquer prova. Fica aqui essas minhas consideracoes que ante tudo que aprendi com o Prof. Olavo de Carvalho, por gratidão, não poderia me furtar a tecer essas consideracoes, rogando para que o Grande Professor e Filosofo Olavo,que tanto bem tem feito pelas pessoas e para esta nacao, nao se deixe esmorecer. Grande Abraco, Nobre Professor Olavo e muito obrigado por tudo que tem ensinado a mim e a muitos outros.


Bruno Fenelon Caríssimo Professor Olavo de Carvalho, aproveito esta chance para lhe transmitir o meu TOTAL apoio, a minha IRRESTRITA solidariedade, e a minha INFINITA GRATIDÃO, por TODA a diferença que o Senhor fez na minha VIDA, bem como na de TODOS os que o SenhorLIBERTOU das trevas da IGNORÂNCIA e do esquerdismo, e GUIOU no caminho DA VERDADE e do CONHECIMENTO! Como Pai e Chefe de Família que sou, imagino bem, o momento dificílimo, que o Mestre está atravessando. Porém, uma vez mais, o Senhor nos brinda com ENSINAMENTOS! Verdadeiramente nos EDUCA, desta vez através do EXEMPLO de DIGNIDADE, HONRADEZ, HOMBRIDADE, ALTIVEZ, e GENEROSIDADE, com que enfrenta, o triste momento. Sou um navegante de primeira hora. Desde os tempos de sua coluna no infame folhetim, chamado O Globo. Já lá se vão QUASE QUARENTA ANOS! Um legítimo DESPERTAR, fez-me prosseguir numa agradável e prazerosa estrada, que passa pela, quase integral leitura de seus escritos, entre colunas, livros e artigos vários. Ouvindo todos os impressionantes episódios/aula/comentários, do programa trueoutspeak. E, continuando até hoje, como aluno aplicado do COF. Sem esquecer os préstimos inestimáveis dos cursos de Política e Cultura, Esoterismo, e outros trabalhos seus. Porém, o mais importante, talvez não seja nada disso. Mas o fato de, em tempos passados, passarem por minha mente, pensamentos acerca da existência ou inexistência de DEUS. Pensamentos estes, definitivamente dissipados, pela recorrente lembrança desta singela frase: “Se o Olavo de Carvalho, acredita, deve estar certo”! Receba, então, Professor Olavo de Carvalho, um AFETUOSO e SINCERO ABRAÇO! Deste seu agradecido ALUNO, e, apesar de ainda não ter tido o prazer de conhecê-lo, pessoalmente, acredite, AMIGO!


Tentativa pueril de ataque à reputação de é clara demonstração do medo de sua influência sobre milhões de brasileiros.


Um intelectual como Olavo de Carvalho não cabe na cabeça dos brasileiros ingratos.


Flavio Morgenstern

20 h · 

Sobre a nova celeuma envolvendo o professor Olavo de Carvalho, salta aos olhos algo menos escondível do que um elefante no bolso: um dos lados admira alguém pela filosofia, pelo trabalho desmistificando mentiras e erros intelectuais, pela vasta cultura e erudição, pela paciência e verdadeiro wit até quando só solta um comentário sardônico. O outro lado está interessado em fofocas, boatos e em tirar uma casquinha do homem sem, sei lá, estudar.

Você já reparou que o comportamento ANTI-olavete é que é uma verdadeira SEITA? Tem gente que acorda todo dia e digita “Olavo de Carvalho” no Google, Facebook, Twitter e embaixo da cama pra sair caçando o que falaram de Olavo. Alguém que admira o Olavo faz algo minimamente parecido com esta vida miserável?

Sempre as mesmas pessoas, em uníssono, com o mesmo discurso maçante, curtindo tudo o que falam contra o Olavo, simplesmente por notarem seu nome associado a algo negativo. Não importa a verdade, não importa averiguar fatos, não importa ler algo do que Olavo fez ou conhecer as pessoas maravilhosas a seu redor, como sua esposa e sua filha Leilah, que tive o prazer de conhecer e descobrir que estão entre as pessoas mais doces e admiráveis que já vi na vida.

Não: isso dá muito trabalho. Melhor só se retroalimentar de rancor. Viver de fofoca. Afundar-se em uma comorbidade de vício e intriga, de monomania umbigocêntria. E pior: com o umbigo alheio.

Ao fim e ao cabo, tudo o que conseguem sempre é fazer as pessoas mais inteligentes do país (tem alguma, ao menos nas áreas de Humanas, que não seja admiradora de Olavo?), unirem-se às pessoas mais interessantes, retas e admiráveis pelo grande professor Olavo de Carvalho. Já pensou se um único de seus detratores conseguissem, sei lá, unir 5 pessoas LEGAIZINHAS a seu redor?


O Flavio Morgenstern tem razão: os detratores do Olavo é que são uma SEITA. Aliás, composta de fanáticos, histéricos e psicopatas.
Uma gente que não faz OUTRA COISA na vida a não ser caluniar, perseguir e tentar difamar o Olavo.
Psionante.
Por ANOS A FIO aquela cambada não se ocupou de porra nenhuma a não ser de VAGAR, como um bando de hienas sarnentas, a farejar rastros de alguma coisa que pudesse ser usada pra atacar o Olavo – maniacamente, psicopaticamente, freneticamente.
Um negócio realmente DOENTIO, eu vou te contar.
O tempo passa e você pensa: não, né possível que ainda estejam ali os MESMOS débeis mentais fazendo a MESMA coisa – vai olhar e PIMBA, não dá outra.
Tá lá toda a corja, só que mais velhos, mais mentalmente INDIGENTES e mais cretinos ainda – o que você achava que seria IMPOSSÍVEL, e aí constata que, por inacreditável que pareça, não era: a estupidez e a canalhice NÃO TÊM LIMITES.


Os veadascos e demais ratazanas chegaram tarde demais. Olavo de Carvalho é indestrutível, pois seu conhecimento já está gravado nas 400 aulas, nas apostilas, nos livros, e, principalmente, na consciência daqueles que com ele aprenderam. Penso mesmo que qualquer ataque, por mais mentiroso, vil e rasteiro que seja, só fará com que mais pessoas se interessem por conhecê-lo; e, conhecendo, não tem como não respeitá-lo e admirá-lo, a não ser que você seja um psicopata ou um filho da puta. #olavotemrazão


Rosenir Fontenele Sampaio Essa Filha é uma transloucada e com certeza tem alguém por trás disso. O meu pai que não tinha Cultura, era uma pessoa humilde e carinhosa ; eu tenho o maior orgulho pelo que ele me ensinou, imagina se fosse um Olavo. Ele é um dos melhores e mais inteligentes do nosso país, nós temos muito orgulho de ter ele como professor de muitos brasileiros. No Brasil tínhamos de ter várias escolas e faculdades com a mesma metodologia do professor Olavo.


Ricardo Costa É muito amor em torno do mestre.Uma muralha de amor retribuído.


Adolfo Sachsida

18 min · 

1) Ele é o autor de diversas obras, entre elas um best seller nacional; 2) em 2015 e 2016 milhares de indivíduos espalhados pelo Brasil carregaram cartazes com seu nome; 3) é um ícone da direita; 4) figura seguida por milhares de brasileiros. Nada disso foi motivo para a VEJA e outras publicações fazerem uma única matéria a seu respeito. Mas bastou sua filha falar mal dele que ganhou manchetes… por quê?


Estou há 2 dias recolhendo depoimentos de apoio ao Professor Olavo. Não vou dizer nada do episódio que tentou manchar sua honra porque vai já foi passado a limpo e a filha doidinha há de recobrar a cabeça. Como conheço muito bem o Professor sei que ele perdoará 100% e a vida vai seguir. Lembram aquela sacada que ele teve e nos ensinou de como é o perdão de Deus? Então, sei que ele busca imitar igualzinho um perdão completo sem mágoas, sem ranços, sem rancores e Gugui vai voltar a ser Gugui.
Mas foi um prazer ler e me emocionar com tantos depoimentos amorosos emocionantes e agradecidos dos meus amigos feitos nos círculos de estudo do COF.
Uma pessoa que reúne grandes inteligências, corações caridosos e almas amigas só pode ser feito de amor.

Obrigada professor!

https://olavodecarvalhofb.wordpress.com/catego…/depoimentos/
Olha lá Olavão, agregamos mais duas dúzias nas centenas de depoimentos recolhidos nos últimos 3 anos que o blog das redes do Olavo existe.


Depois de meditar por um segundo nos pontos abaixo, qualquer um que continue espalhando que “acredita na possibilidade de serem verdadeiras as acusações da Heloísa contra o Olavo” é um filho da puta:

1) TODAS as possíveis VÍTIMAS já se manifestaram, não apenas eximindo o Olavo de culpa, como alegando TOTAL DESCONHECIMENTO a respeito de que diabos ela possa estar falando. Isso significa que não só não foram vítimas, como nem testemunhas de nada parecido.

2) NENHUMA DAS OUTRAS TESTEMUNHAS possíveis se apresentou até agora para confirmar nada do que ela disse. Até agora não apareceu unzinho sequer dizendo “Eu vi isso, eu vi aquilo”.

3) CEM POR CENTO dos familiares, parentes, amigos e conhecidos que, devido ao contato com a família na época, pudessem ter testemunhado algum daqueles “fatos”, se manifestaram em solidariedade ao Olavo, ninguém a favor da Heloísa. Os relatos deste tipo já chegam a quase vinte. (Não estou falando das centenas de alunos e admiradores do Olavo que o conheceram depois, e nem estou analisando aqui se alguém acha possível ou não aquelas coisas terem ocorrido; estou sendo objetivo em relação às acusações da Heloísa e me atendo à época dos fatos alegados por ela. Também não estou discutindo se ela está louca ou se o Olavo é um anjo ou um demônio; não é disso que estou falando aqui.)

4) AS ÚNICAS pessoas que temos visto se manifestar, seja a favor da Heloísa na página dela, seja contra o Olavo (na página dela, nas suas próprias, nas publicações da imprensa ou na puta que os pariu) são pessoas que não tiveram NENHUMA LIGAÇÃO com a família na época. São todos uns urubus que, por sua própria natureza, vivem de carne podre – a carne podre de quem evidentemente está muito doente, o que torna a difamação dessa gente ainda mais culpável perante Deus.

*

Estou vendo muita gente falando mal do meu pai sem conhecê-lo. Então para quem quer saber todos os podres de Olavo de Carvalho, aqui estão palavras verdadeiras de quem viveu com ele por mais de 20 anos.

– Ele é o pior jogador de futebol que já vi. Uma vez ele foi chutar uma bola parada e conseguiu pisar nela e cair.
– Ele não sabia brincar de lego. Quebrava tudo e misturava as peças.
– Ele não nos avisava com antecedência quando íamos nos mudar. Um dia ele disse que iríamos nos mudar para a França. Quando perguntei que dia, ele falou amanhã.
– Ele ria de tudo o que eu fazia e criou uma expectativa falsa em mim. Eu achei que era a pessoa mais engraçada do mundo, mas na escola ninguém ria das minhas piadas.
– Ele sempre foi muito exagerado. Quando eu pedia para ele me comprar um sanduíche no McDonalds ele me comprava treze.

Para vocês verem que horror de pessoa ele era. Esses foram os piores detalhes da sua profunda personalidade.

– A pior de todas é que eu nunca consegui respeitar muito meus professores. Eles pra mim estavam tão longe do meu pai que eu os consideravam meus peers.

Te amo pai. Logo esquecermos dessa maluquice toda e voltaremos a trazer sorridos e risadas para sua vida.


Silvio Grimaldo

27 min · 

Em 2006, fui visitar o professor Olavo de Carvalho e sua família em sua casa na Virgínia. Eu já era seu aluno desde 2002, mas nunca tivemos qualquer contato fora do auditório da É Realizações, em São Paulo. Eu era apenas mais um das centenas de alunos desconhecidos do Seminário Permanente de Filosofia e Humanidades. A visita deveria durar dois dias, mas acabei morando com eles por 8 meses. Desde então, minha vida é um vai e vem aos EUA, e a casa do Olavo, da Roxane, da Leilah, do Pedro, da Dona Olga, da Tiffany e dos bêbes tornou-se também a casa do Silvio Grimaldo. É minha segunda casa. Ou melhor, meu segundo lar. Não só porque sou um folgado que não tomou a dose diária de Semancol, mas porque desde o dia em que coloquei os pés ali, fui recebido e tratado como um membro da família.
Se alguém me pedisse para resumir o que presenciei e vivi no seio dessa família, eu diria o seguinte: ali encontramos o amor e a generosidade. Olavo de Carvalho é certamente a pessoa mais generosa que já conheci, e sua família lhe segue o exemplo de perto. É um homem extremamente afetuoso com a esposa, com os filhos e com os amigos. E também com os desconhecidos. Nunca vi ali uma briga, uma palavra ríspida, um comentário amargo. Não estou dizendo que não existam dificuldades, problemas, crises, tretas. Estou dizendo que o amor e a generosidade superam tudo, inclusive esse episódio grotesco em que uma trupe de bandidos exploram uma incapaz para tentar destruir um terceiro.
É justamente por isso, por conta do coração sem igual do nosso professor, que para cada dois Velascos que surgem de uma nuvem de enxofre com historinhas fantasiosas, levantam-se dois mil desconhecidos, anônimos, com uma história real de como o Olavo mudou suas vidas, de como os salvou da degradação em que estavam e lhes ajudou a encontrar um caminho para Deus e para a verdade. Todos nós que recebemos a vida de volta graças ao Olavo somos também seus filhos. E estamos muito agradecidos por isso tudo.
Um amor dessa magnitude, que construiu uma família de milhares de irmãos espalhados pelos quatro cantos do mundo, que procuram viver de acordo com o bem e com a verdade, certamente atormenta o Diabo e o deixa 227% putaço. Mas ele que fique lá xingando muito no twitter e se lamentando dessa puta falta de sacanagem. Nós seguimos em frente, admirando cada vez mais o cada vez mais foda Olavo de Carvalho.


Antônio Emílio Angueth de Araújo

O Olavo de Carvalho também apontou uma arma para mim. Só que ele atirou!

Dizem por aí que uma filha do Olavo anda dizendo que ele apontou uma arma para ela, e outras coisas mais.
Para mim, ele apontou não uma, mas várias, durante anos, desde 1999. A primeira bala que me atingiu foi um livrinho sobre erística, que naquela época era palavrão para mim. Feriu-me profundamente; feriu minha enorme ignorância. Depois, esse atirador de elite, um verdadeiro snipper, me feriu com o Imbecil Coletivo. Como eu era professor universitário, me senti incluído no coletivo e me achei bastante imbecil. Meu amor próprio, a tal auto-estima, foi para o hospital. Outro petardo veio com o Jardim das Aflições, que me causou várias aflições. Com mais de quarenta anos e com dois filhos para criar, eu não podia ficar muito tempo no hospital e esperava que o Olavo tivesse pena e parasse de me atirar. Mas não. Ele continuava semanalmente com seus artigos em vários jornais nacionais e com vários livros: sobre o futuro da inteligência brasileira, sobre os quatro discursos de Aristóteles, etc. Tudo parecia se destruir frente a chuva de balas que me atingia. Esse cara é, na verdade, um exército em posição de ataque.
Como não conseguia sair do hospital, levei meus filhos para lá e eles começaram a levar balas. Com o tempo, com os cursos e os vários livros que lemos, descobrimos que estávamos no Brasil e não no hospital. A percepção do Brasil como hospital foi nossa maior descoberta. Descobrimos também que não havia médicos nesse hospital, exceto o Olavo. Aquelas balas, que sentíamos como balas, eram os remédios amargos que ele nos fazia tomar, para nos curar.
Pouco a pouco, começamos a melhorar. Não saímos do hospital, pois ele é muito grande, mas agora tomamos as balas, ou melhor, os remédios, com gratidão, com afeto. Um dia, quem sabe, seremos também bons snippers.
Que Deus abençoe o grande Olavo!

Mensagem da Sandra Regina Ouro :

Professor Olavo,

Queria ter escrito antes, mas estava enrolada aqui e não sabia bem o que escrever para te dar um carinho, um pouco de apoio. Daí tive a idéia do que eu vou escrever aqui mas não dava para postar no face porque não ia conseguir escrever em poucas linhas, ia ficar muito grande para um post. Inspirada pelo post do seu filho Davi, em e da Paula Felix, em sua defesa, o que vem a seguir, é a tentativa de narrar um momento agradável que passamos e que para mim teve uma dimensão imensa, que o senhor nem imagina e se eu não te contar, o senhor nunca saberá. Como o senhor gostou do que a Paula Felix postou, de ter ganho muitas filhas, fiquei menos envergonhada de parecer piegas e pueril para o senhor. Tenha paciência com a “qualidade” da escrita.

Meu pai me ensinou a atirar, com uma espingardinha de chumbo, eu devia ter uns onze, doze anos, num terreno baldio que havia do lado da nossa casa. Havia uma casinha velha no meio dele e uma mureta, que talvez possa ter sido uma parede algum dia. O papai colocava latas de óleo de cozinha sobre a mureta para servirem de alvo. Ele ensinava a mim e ao meu irmão, cinco anos mais novo, a colocar o chumbinho, armar a espingarda e atirar. Meu irmão, tadinho, era muito novinho, errava todas. Eu acertava todas e, claro, amei o esporte. Depois meu irmão cresceu um pouco e eu continuava acertando tudo e ele errando quase tudo. Ele ficava doido com isso.

Começou aquela palhaçada de campanha do desarmamento, e eu não podia mais dizer que gostava de atirar, porque isso fazia de mim uma monstra. No entanto, eu tinha aquela lembrança boa, que comecei a acreditar que era um mal instinto mesmo. Passei anos pensando isso. Quando comecei a acompanhar o senhor, descobri as influência do Poder na vida de todos nós, da qual eu não fazia a menor idéia, em vários aspectos, inclusive na importância do desarmamento para o Estado. Mais importante para mim, que coisa mais linda e que libertador, foi descobrir que eu não era anormal nem monstruosa por gostar de atirar com espingardinha de chumbo!

Na data desta foto, fomos visitar o senhor, a Dahise, a Lilian e eu, com uns quarenta livros para o senhor autografar. Desculpa! Não faço nunca mais isso com o senhor! Mas, enquanto autografava pacientemente os livros e conversava conosco sobre resistência civil pacífica e outras coisas, e o senhor nos convidou algumas vezes para a irmos lá no fundo, no range, para dar uns tirinhos. Imaginava que só estava sendo gentil, então eu ficava na minha, por timidez, e não querendo abusar da sua hospitalidade. Por dentro, estava doida para ir lá atirar, por fora tentava parecer uma lady, com cara de monalisa, por educação, fingindo, creio que muito mal, indiferença. Até que o senhor tomou atitude: levantou e falou, vamos lá dar uns tiros.

A gente foi. Graças a Deus!

No caminho para o seu range, a impressionante similaridade da disposição do cenário me deu a sensação de estar fazendo uma viagem no tempo. A casa à direita, árvores a esquerda e ao fundo, aquele barulhinho das folhas no chão sob os nossos pés a cada passo, cheiro de mato. Eu só tinha atirado com chumbinho e, pela primeira vez, iria atirar com arma de verdade.

O senhor perguntou “quem vai ser a primeira? “, o coro das amigas respondeu “a Sandra”. Lá fui eu, nada ofendida. O senhor explicando tudo, me ajudando a segurar a arma. A Winchester, era pesada. Neste momento, um calor me envolveu, era tanta coisa invisível acontecendo ao mesmo tempo, dentro de mim. Prestando atenção ao que o senhor explicava, ansiosa e com um pouco de medo, afinal era uma arma de verdade, saudade do meu pai e ao mesmo tempo felicidade de ter mais um pouquinho dele, ainda que remotamente ali com o senhor, vontade de chorar. Já tinha vivido aquilo, e o senhor, sem saber, me fazendo reviver um dos momentos mais incríveis que eu tive. Tudo parecido, mas tudo novo. Se quando menina a arma era de faz de conta e o pai de verdade, naquele momento era um “pai” de faz de conta com uma arma de verdade. E o que o senhor nos ensina? A apreciarmos a verdade, a realidade. A Verdade, que transcende o tempo e o espaço. Esta é a sua orientação para todos os que se dispuserem a aprender.

Eu nunca fiz aquele exercício de deitar no chão, num jardim ou no mato, que o senhor até menciona no filme Jardim das Aflições, mas acho que esta experiência teve um efeito parecido. E isso da questão das armas, que era importante para mim desde cedo, foi só uma das muitas questões em que, graças a sua influência, eu consegui enxergar para além do que “era permitido”.

O senhor acaba sendo, sem querer, de muitas formas e em muitos sentidos, um pai pai para nós, seus alunos. Um dia eu te conto da minha conversão (ó não! Outro textão!). Se eu tiver alguma chance de ir para o céu, se um dia a gente se encontrar por lá, a responsabilidade é, em grande parte, sua. Não reclame! Rs

Eu tenho muito muito muito o que agradecer, professor Olavo, por tanto que o senhor faz por todos nós e por tanto que o senhor transformou na minha vida. Obrigada por tudo tudo tudo e por ter me dado aquele momento de lembrança, de amor e muito mais que eu não consigo traduzir em palavras. Foi o melhor e maior presente que eu jamais imaginei ser possível ganhar de alguém. Esteja adotado como “paifessor”.

Que Deus abençoe sempre sua vida e de sua família, que eu amo muito também.

Um beijão e um abração para o senhor, extensivo a todos aí, especialmente para a Roxane. Morro de saudades de vocês!


Bruna Luiza

21 h · 

O problema de ser uma pessoa boa num país onde reina a cultura do “jeitinho”, da corrupção, e do analfabetismo, é que estarão sempre procurando algum defeito escondido em você, um comportamento escabroso por baixo da superfície para fazer com que os erros próprios pareçam menores. É muito mais fácil procurar o erro secreto no outro do que admitir que o problema não é a bondade e honestidade dele, mas sim o seu mau-caratismo. Diante da realidade irrefutável de nossa podridão, podemos procurar mil culpados, revoltando-se contra a família, contra a sociedade, contra o sistema, tentando nos fazer de vítimas para não precisarmos enfrentar a dura tarefa de procurar melhorar. Esse é o caminho mais comum, e é o que fez com que o professor Olavo de Carvalhofosse atacado recentemente.

Vi muitos alunos e amigos saindo em defesa do professor, falando de como sua conduta é exemplar e seu caráter é admirável. Não é segredo. Qualquer um que já conversou com o professor sabe que ele é um poço de bondade e paciência – até mesmo com toupeiras feito eu. O que me incomodou realmente não foram os ataques em si, pois claramente partem de uma mente doente, mas sim a repercussão deles. Uma mídia que ignora o trabalho sério de análise e produção filosófica, mas que dá ecos retumbantes à acusações sem prova. Pessoas que declaravam que Olavo era insignificante e logo se apressaram em dizer que “agora Olavo já era”. É muita preocupação dos opositores em tentar derrubar alguém que, segundo eles, não tem importância, não é?

E há quem venha dizer que “ah, tudo bem, Olavo deve mesmo ter feito algumas coisas para a filha”, ou então que “o que ele fez com a família não importa, eu o sigo pelas análises.” Vocês estão malucos? Qualquer pessoa que consiga dar credibilidade aos ataques de Heloísa é prova do quanto o trabalho do professor Olavo é necessário, pois alguém que faz ataques contra o próprio pai publicamente e busca obter dinheiro através disso deve ser total e completamente ignorado. O fato de que esses ataques encontrem público demonstra um cenário cultural de insanidade.

Esse é o problema de ser bom num país de pessoas ruins. Sua bondade será tão incompreendida que até ataques infundados e sem provas serão tolerados, e o máximo de respeito que a opinião pública terá será de dizer que “tudo bem, todo mundo erra, ninguém é perfeito.” Essa nuance parece estar passando despercebida por muitos, mas é ela que reforça a nossa necessidade do professor para nos ensinar que existem valores maiores e uma conduta correta fora de nossa cultura podre e utilitarista, onde só se busca lucro e prazer. E eu só consigo ter uma pequena noção disso por causa do professor OIavo.

Não irei falar de tudo de bom que ele já fez por mim, pois passaria dias escrevendo, nem mencionarei o quanto ele merece nosso apoio, nosso respeito, nossa consideração, porque isso deveria ser um reconhecimento óbvio e cotidiano. Não responderei aos ataques de Heloísa dando evidências de que tudo que está escrito naquela carta são mentiras e calúnias, pois para mim é como explicar que a roda é redonda. E se você precisou disso para descobrir o quanto o professor Olavo é um bom homem, se aprofunde mais nas leituras de suas obras, porque você perceberá um novo mundo e um novo horizonte cultural que te salvará de si mesmo. Obrigada, professor Olavo, por nos permitir ter acesso a essa noção. Nem um milhão de textos de agradecimento nas redes sociais seriam capazes de pagar o bem que você está fazendo a todos nós.


Nos porões da minha vida.

Agora há pouco, tive a infelicidade de ler um texto da Sei-lá-o-que Macedo, que dizia que minha mãe, meus irmãos e eu, morávamos no porão da casa da Vicente Prado.
Na verdade, nós vivíamos pela casa inteira. O escritório do meu pai era a parte mais reservada da casa, mas mesmo assim, ele nunca nos impediu de entrar.
Certa vez, eu e o Tales fizemos uma poção de molho inglês com shoyu, esquentamos e colocamos na xícara dele. Chegamos no escritório, como os melhores filhos do mundo, e entregamos a xícara para ele, que foi logo tomando um generoso gole. Ele imediatamente cuspiu todo em cima da mesa e exclamou: “que porra é essa? O que vocês fizeram?”. Nós saímos correndo e gargalhando pela casa. Ele nunca nos deu uma bronca por causa disso, mas aposto que até hoje ri dessa história.

Outra situação que sempre acontecia: nós tirávamos absolutamente todos os livros da estante, e montávamos um labirinto para o gato passar, colocando, muito estrategicamente, uma sardinha ao final do trajeto. Da mesma forma, nunca levamos uma bronca. Depois que o gato completava seu percurso, meu pai pacientemente juntava todos os livros e colocava de volta na estante.
Foi mal pela bagunça, Pai.

Mas, voltando ao que interessa: o porão.
O porão da casa da Vicente Prado era bem grande. Ou talvez eu fosse muito pequeno. Lá tinha uma sala de aula e várias cadeiras, de metal com assento plástico. O Gugu, o Tales e eu, como bons anjinhos que eramos, empilhávamos todas elas em um canto, com almofadas, cobertores e lençóis, e passávamos horas brincando de alpinista. De novo, nenhuma bronca.

Além desse porão, acho que a Sei-lá-o-que Macedo deveria saber que houve outro porão na nossa vida: o da casa da Escola Júpiter.
Alguns alunos compraram, sebe-se lá o motivo, vários sacos com pequenas bolinhas de isopor. Esse porão, acho eu, não era tão grande, então nós abrimos todos os sacos e espalhamos tudo, para brincar de piscina de bolinha. Não contentes, o Gugu teve a brilhante ideia de nos molharmos com a mangueira e mergulharmos nas bolinhas, para brincar de homem das neves. Fizemos exatamente isso, e fomos até o gramado para mostrar para o meu pai e… Bom, não preciso dizer que foi parar bolinha por todos os lados.
O que ele nos disse? “Vocês vão juntar todas essas bolinhas do gramado.”
Nessa hora, a brincadeira perdeu a graça, e nem preciso
dizer que essa foi a última vez que o homem das neves foi visto.

Em nenhuma dessas vezes nós levamos bronca, castigo ou qualquer coisa parecida. Em nenhuma dessas vezes, meu pai estava armado e nos ameaçou. Pelo contrário, ele sempre deu risada, como tenho certeza que vai fazer quando terminar de ler isso.


Moreno Garcia Na primeira semana que eu estava nos EUA, eu e o Pedro de Carvalho fomos buscar um fogão, que o seu pai comprou no E-bay, lá na Carolina do Sul. O Pedro tomou uma multa por excesso de velocidade no caminho – fomos parados pela polícia – e voltamos meioapreensivos. Já sentados no escritório o Pedro desembuchou para o seu pai:

– Pai, eu tomei uma multa por excesso de velocidade, o que aqui chamam de reckless (nosso equivalente a infração grave).

O professor só respondeu:
– Pau no seu cu.

E deu uma longa gargalhada.

Naquele dia eu já entendi quem era o Professor Olavo: Magnânimo, bem humorado e generoso.


Professor Olavo de Carvalho, eu o acompanho desde março de 1998 e, desde então, já vi quase de tudo contra o senhor: de petistas rastreando seus passos, de jornalistas cheios de má-fé, passando por “católicos” caçadores de gnósticos, por guenonianos histéricos, por eurasianos militantes, por judeus esquerdistas, por ex-alunos ingratos, por direitistas canalhas, por militares enfezados, por diplomados arrogantes… e chegamos agora a uma dupla obcecada em lhe atacar usando a mais ardilosa das armas: um ente querido desajustado.
Contudo, em nenhum momentos destes eu vi uma atitude da sua parte que o desabonasse — pelo contrário: pude acompanhar não apenas o senhor se sobressaindo nas polêmicas com os jumentos acadêmicos como também das armadilhas rasteiras de diversos e maliciosos inimigos.
O que mais me impressiona é a capacidade do senhor, mesmo metido nestes turbilhões de enfrentamentos, de calúnias e de mesquinharias, de sempre nos oferecer uma lição, seja sobre um assunto, seja sobre a vida, reerguendo-se com mais autoridade da nossa lama cultural diária. Muito mais do que a palavra é o exemplo que educa.
É nessas horas tumultuosas que percebo a presença de um algo a mais, uma certa presença que vivifica e abençoa o seu trabalho de maior educador do Brasil. Muito mais do que seus alunos e familiares o senhor tem sem sombra de dúvida uma ajuda divina.
Abração pernambucano.
#tamojunto


 


Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s