20.9.2017

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Bravo, Nando Moura !

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Prometi não examinar em detalhes a mensagem Heloísa-Veadascos para não ter de remexer episódios deprimentes das vidas de algumas pessoas que hoje estão velhas, doentes e moribundas. Limitei-me, pois, a esclarecer uns pontos que receberam destaque na mídia. Entre eles, um que me chamou a atenção foi este: Por que, no texto da mensagem DESTINADA À MÍDIA a signatária se alardeia vítima de “abuso sexual”, e deixa para um discreto post no Facebook a singela confissão de que não foi bem isso, de que apenas lhe passaram a mão na bunda? Notem bem: passar a mão na bunda de uma criança pode ser um gesto impróprio, mas cuja intenção erótica é absolutamente impossível de provar, por mera inexistência de um corpo de delito. Pior: se houvesse essa intenção, como poderia percebê-la uma menina de nove anos numa época em que ninguém falava de “direitos sexuais das crianças” e na qual não havia nem o programa da Xuxa para assanhar a meninada? Então aquilo que diante do grande público se proclama como crime ostensivo e patente se mostra, mais em privado, como uma dúvida envolta em ambiguidades. A única coisa ostensiva e patente, aí, é a ânsia de produzir efeito com uma triste escassez de causas.

P. S. – Ainda aguardo o nome do passador de mão.

Olavo de Carvalho Pode ser até — admito como pura hipótese — que na época alguém tenha me falado da passada de mão. Mas é claro que eu não poderia nem dar queixa na justiça por um crime tão evanescente — e, se fosse tomar satisfações do acusado, sem provas nem testemunhas, seria eu o autor de crime. Não havia, pois, nada a fazer.
Pode ser a isso que a mensagem se refere ao dizer que a Heloísa sofreu “abuso sexual” e não a defendi.

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Lembro-me de que até já contei aqui que aos dez ou onze anos fui bolinado por um pedófilo numa sessão de cinema no auditório de uma igreja. Na época eu não tinha a menor idéia do que fosse erotismo, e por isso nem me assustei nem me ofendi com a atitude do cidadão, a qual me pareceu apenas despropositada e esdrúxula ao ponto da total comicidade. Foi só quando, rindo, contei a coisa aos meninos mais velhos e eles foram correndo denunciar ao padre, que percebi, vagamente, ter sido vítima de algum negócio não muito lícito.
Mais tarde uma véia me agarrou no ônibus para Ibitinga e, mesmo já tendo mais conhecimento do assunto, novamente não fiquei assustado nem ofendido, apenas achei aquilo uma chatice dos diabos e dei graças aos céus ao desembarcar do ônibus.
Até hoje eu me acharia ridículo se saísse me alardeando vítima de abuso sexual em qualquer desses dois casos. Só fui vítima de encheção de saco.

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Ninguém jamais foi ao Instituto Médico-Legal mostrar as cicatrizes de uma passada de mão.

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A última coisa que esperei da vida foi que uma filha minha viesse a servir de escudo humano para um esquadrão de mosquitos.

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Da página do Elpídio Fonseca :

São Paulo, setembro de 2017.

Em meio ao alarido dos vira-latas que, fundados em boatos e fofocas de detratores psicopatas, tentam, em vão, manchar a honra do Professor Olavo de Carvalho, cometendo contra ele crimes de calúnia, injúria e difamação, por serem incapazes de refutar, uma que seja, algumas das muitas contribuições dele à filosofia, desponta, insofismável, esta verdade:

Não tivesse o filósofo Olavo de Carvalho, nos últimos anos:

– ministrado 400 aulas (até agora) no Curso Online de Filosofia;
– escrito onze livros originais;
– elaborado o curso História Essencial da Filosofia.
– reunido, em livro, sete volumes (até o momento) seus artigos escritos no Diário do Comércio;
– ministrado centenas de aulas nos Seminários de Filosofia, entre os anos de 1997 e 2002, em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Paraná, no Rio Grande do Sul;
– escrito dezenas de orelhas e apresentações dos maiores escritores brasileiros;
– transmitido, durante 5 anos, o programa True-Outspeak, programa, à época, de maior audiência do site Blog Talk Radio;
– participado de dezenas de debates, um deles com Alexandre Dugin, do qual saiu vencedor, tendo tal livro sido publicado no Brasil e na Romênia, lá estando entre os mais vendidos.
– participado de dezenas de conferências pelo Brasil afora.
– escrito o livro, editado por Felipe Moura Brasil, O Mínimo que você precisa saber para não ser um idiota, lançado pela Record, com mais de 300 mil exemplares vendidos, a despeito do boicote total que lhe fez a imprensa, não o divulgando;

Não tivesse ele feito nada disso, e somente o ter dado a conhecer, ao público brasileiro, há vinte anos, em 1997, com O futuro do Pensamento Brasileiro (Autor) e há dezoito anos, 1999, com As seis doenças do espírito Contemporâneo (autor, Constantin Noica, tradutores Fernando Klabin e Elena Sburlea, sendo suas a introdução, edição, notas e comentários) os maiores autores romenos da geração anterior e da atual, e já seu nome mereceria figurar como o de restaurador da alta cultura do Brasil.

De fato, se, como aluno de Olavo de Carvalho, eu não tivesse ouvido falar dos autores romenos mencionados em aula, certamente não teria tido meu interesse despertado para o estudo desse idioma, há dezessete anos atrás, e o público brasileiro não teria tido acesso a autores como: Constantin Noica, Nicolae Steinhardt, Gabriel Liiceanu, Andrei Pleşu, Vladimir Tismăneanu e Lucian Blaga.

E isto é apenas um pequeno nicho dos interesses do Professor Olavo de Carvalho, para não mencionar a divulgação, para um público amplo, das obras de Eric Voegelin, inter alii.

Enquanto o Professor Olavo de Carvalho produz obras de tal envergadura, que faz a cainçada? Obra, obra, obra o excremento de que se alimenta no monturo em que vive, e para cima do qual não consegue olhar….

Que, a despeito dos ladridos ao redor, Nosso Senhor Jesus Cristo o guarde, Professor Olavo de Carvalho, por muitos anos e bons, dando-lhe força, coragem e bom-humor para continuar nessa sua grande missão recivilizadora do Brasil!

Um abraço do aluno Elpídio Fonseca.

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Do meu amigo John Haskins (mensagem enviada aos membros do Interamerican, complementando a resposta ao Julio Soumzero, que publiquei ontem nesta página):

If you read Julio Severo’s spectacular rumor-mongering against Olavo please read my reply on Olavo’s behalf.

If this attack were upon me, I might not even bother debunking it, though it’s quite repugnant.

It is in part borrowed (with shameless opportunism) by Julio from allegations in a very public character assassination being attempted in Brazil to discredit Olavo.

Those behind the accusations which Julio is spreading vengefully are people apparently backed by the spectacularly corrupt regime which has deep ties to the communist regimes in Cuba and Venezuela, the FARC Marxist narco-mafia which controls much of the narcotics distribution in the Western Hemisphere, etc, etc….

According to Olavo, a major Brazilian magazine has published his rebuttal, which already has attracted some half-million readers online. Olavo is a major intellectual figure and pundit there, and has done much to discredit the crypto-communist narco-mafia government.
Some of you know all this, but others may not.

In my original reply (below, from June 2016) to Julio’s previous outing, I answered his attempt to use Olavo’s views of the Inquisition to discredit Olavo among Protestant friends and colleagues. As far as I know, Olavo doesn’t deny Catholic burnings of “heretics” like Jan Hus, John Wycliffe, etc. and he told me last year he doesn’t deny the French massacre of the Huguenots. Jeff Nyquist (a Protestant) lent support (farther below) to Olavo’s conclusions.

To whatever degree Olavo’s conclusions are historically correct, they are views of history, based on sources. Rational people will not anathematize a person on such a basis. But Julio, whose life seems overly dedicated to asserting that Pentecostalism represents God’s most sublime achievement and to discrediting Calvinists, Catholics and others who don’t speak in tongues and cure leprosy, has a deeply bruised ego that won’t heal..

Below, unfortunately, I’m’forced to first debunk Julio’s strained portrayal of me as his erstwhile accomplice in this foolishness. I doubt most of you will want to read that — except possibly if you read the rumors he’s spreading about Olavo’s family life and research interests decades ago and need help judging Julio’s value as a bearer of tales. I’ll try to be fair to Julio.

[MORE IMPORTANTLY, in a separate e-mail I’ll answer, on Olavo’s behalf, the new ad hominem slander that poor Julio has seized upon and is trafficking around.]

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Testemunho do Pe. Luís Filidis :

TESTEMUNHO OLAVO DE CARVALHO
Creio que conheço Olavo de Carvalho há quase 30 anos. Meu professor de Tai Chi Chuan, William Kawasaki, fez questão que eu fosse conhecê-lo na época e hoje entendo os motivos. Além de sua inteligência e cultura inigualáveis foi sempre generoso e amigo, como um pai, ensinando por palavras e por exemplos. Me acolheu e acudiu em momentos cruciais. Devo a ele a minha vida. Ele próprio e todos os meus amigos e familiares sabem disso. No entanto o mais notável poucos sabem. Olavo é responsável pela conversão de CENTENAS de pessoas que atendi e atendo pastoralmente PESSOALMENTE em três estados, fora outras inúmeras de que tenho conhecimento por todo o Brasil. Estas pessoas estavam perdidas e fora da Igreja, ou em estado de tibieza de fé, ou ainda praticando outras religiões contrárias à fé católica. Não apenas aderiram ao Cristo como também experimentaram uma verdadeira mudança de vida. Uma metanóia. Algo notável testemunhado não apenas por elas mesmas como também por seus familiares e amigos. A conversão de almas promovida pelo Olavo eu só vi num lugar: na biografia dos grandes santos. As mesmas biografias que contam como foram difamados e caluniados. Só se atira pedra em árvore que dá frutos. Que Deus te recompense regiamente por todas essas conversões, querido amigo. Deus te abençoe.
“Matarei os seguidores dessa mulher, e todas as igrejas saberão que Eu Sou aquele que sonda mentes e corações, e portanto, retribuirei a cada um de vós de acordo com as vossas obras”. Ap 2, 23
“Mas o Filho do homem virá na glória de seu Pai, com os seus anjos, e então recompensará a cada um de acordo com suas obras” Mt 16, 27

Luís Filidis : Obrigado, queridissimo amigo, e se você se encontrar com o William, diga que me lembro dele sempre com admiração e carinho.

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Crônica do Paulo Antônio Briguet — como sempre, uma obra de arte:

OS FILHOS DE OLAVO

Olavo de Carvalho salvou a minha vida. Graças a ele, voltei para a Igreja e passei a amar a verdade, condição essencial para amar a Deus. Face aos ataques perniciosos que ele vem sofrendo nos últimos dias, cujo propósito evidente é atingir o seu coração com as armas da inveja, republico aqui a crônica em homenagem aos seus 70 anos, que saiu na Folha de Londrina no dia 28 de abril deste ano. Somos todos filhos de Olavo.

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Há alguns dias, depois de participar de um debate em Harvard, o filósofo brasileiro Olavo de Carvalho foi jantar com a esposa Roxane e um pequeno grupo de amigos no Restaurante Sem Nome (No Name Restaurant), que serve frutos do mar no mercado central de Boston. Lá foram atendidos por um velhinho grego que é, ao mesmo tempo, dono e garçom da casa. Como uma equipe de TV pediu para fazer uma entrevista com Olavo no local, o proprietário do restaurante percebeu que se tratava de uma pessoa “famosa”.

Depois da entrevista, o velhinho grego se aproximou de Olavo e, com muita discrição, perguntou em inglês quem ele era. Olavo respondeu com a habitual gentileza e convidou o proprietário a sentar-se. O rosto do homem se encheu de surpresa:

— Olavo de Carvalho, o filósofo?

— Sim, sou eu mesmo.

Então o velhinho começou a chorar.

Na juventude, o velhinho havia estudado filosofia. Tempos atrás, ele recebera pela internet um artigo sobre religião, traduzido para o inglês, e havia dado para o filho ler. Após a leitura do texto, o moço decidiu voltar à Igreja, da qual estava afastado por muito tempo. O dono do restaurante fizera questão de guardar o nome daquele autor que tanto bem fizera ao seu filho. Era Olavo de Carvalho, “brazilian philosopher and writer”. E agora, por uma incrível sorte, o homem estava ali, diante dele!

Conto essa pequena história verídica para ressaltar uma das realizações menos lembradas do meu amigo e professor Olavo de Carvalho: ele é responsável por um número incalculável de conversões religiosas. O trabalho de educação intelectual clássica que ele faz provoca, não raro, um despertar espiritual em seus alunos. Os casos de pessoas que voltaram à Igreja depois de ler seus livros e assistir às suas aulas poderiam encher esta página.

Assim como existiu a Lista de Schindler, existe uma Lista de Olavo, composta pelas pessoas que o filósofo reconduziu à Igreja, por meio da alta cultura e do estudo dos clássicos. Assim como há os “judeus de Schindler”, há uma quantidade espantosa de “cristãos de Olavo”, que graças ao filósofo se libertaram de suas amarras ideológicas e ateísticas.

Aqui vale a pena lembrar a frase de Nassim Taleb: “Nunca espere condecorações por dizer a verdade”. Se você busca o aplauso das elites acadêmicas, fazer parte da Lista do Olavo não é um bom negócio. Mas, se você procura o conhecimento e a contemplação da verdade, vale muito a pena.

Hoje em dia as pessoas falam muito de listas vergonhosas, como a da Odebrecht. Na Internet, de vez em quando, pipocam as listas de “verdades e mentiras”. Pois eu vou contar aqui uma simples verdade: com modéstia, mas também com orgulho, pertenço à Lista do Olavo.

Amanhã, 29 de abril, Olavo de Carvalho completa 70 anos. O trabalho que ele fez pelo resgate da alta cultura no Brasil é comparável a uma Operação Lava Jato do espírito. Deveríamos estar tão agradecidos a ele quanto o velhinho grego do Restaurante Sem Nome.

Mensagem do Pedro Ferraz :

Olavo de Carvalho, o professor do Brasil.

Cheguei hoje de viagem e só agora vi como a semana foi triste para o meu velho professor.

Não consigo imaginar quão vazio pode ser o dia de uma pessoa que decidiu devotar a própria vida para maldizer um senhor que simplesmente dá aulas para quem vai atrás dele. Olavo não está na rede pública de ensino, onde as crianças seriam obrigadas a ouvi-lo; Olavo não está na academia, onde os professores em formação seriam obrigados a aprender com ele; Olavo não está na TV, onde o povo passa o seu tempo livre. Olavo só ensina quem o busca e ainda assim a sanha dos maus é tanta que acreditam ser ele o mais terrível perigo para o país.

Há dez anos, quando comecei a conhecê-lo, a internet não era como é hoje. Não havia centenas de sites e páginas difundindo verdades históricas, demonstrando os planos globais de corrupção da inteligência e desmascarando acordos políticos diabólicos. Há dez anos só havia Olavo, que, sabe-se lá como, sobrevivera.

Mesmo existindo ainda alguns bons grupos conservadores, nenhum conseguiu atingir o público que o professor alcançou, muito menos ensinar com sua absoluta didática. Todo o panorama de conservadorismo crescente que vemos hoje não seria possível sem o sacrifício persistente do meu velho professor. Por isso o amo tanto. O homem sozinho mudou uma nação inteira, ele sozinho demonstrou o poder transformador da verdade. Que Nossa Senhora continue a usá-lo por longos anos.

Cedo ou tarde a história reconhecerá Olavo de Carvalho como o professor do Brasil e os intelectuais brasileiros o chamarão para sempre de pai.

Roxane Carvalho e sua família estão todos os dias nas intenções das minhas orações e desejo de todo o coração que Maria Santíssima os santifique copiosamente. Aguardo ansioso o dia em que terei condições de visitá-los.

Um forte e filial abraço dos seus alunos mais bonitos, Pedro e Karina Ferraz.

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Mensagem da Moema Viana, uma queridinha:

Olavo de Carvalho como definir um homem desses? Impossível. Só posso agradecer a Deus pelo professor, filósofo, amigo e pai que ele é para mim e para todos os alunos. Foi esse homem que me estendeu a mão quando mais precisei, que acreditou em mim, e que me fez voltar a Cristo. Entre tantas qualidades sem dúvida a mais bonita é que o Olavo é um pescador de almas. Sim, a preocupação maior dele sempre foi nos fazer buscar a Cristo. É pecado ajudar ao semelhante? Ora, se esse homem cometeu um crime, foi o de ajudar uma sociedade doente a ser resgatada. Esse homem é um exemplo de amor ao próximo, dedicação e amor a Deus.
Não, não é por dinheiro, se fosse pra ter lucro ele iria ser político e não professor e filósofo. Olavo, obrigadão por tudo! Amo muito você e sua família

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Mensagem da Silvania Beatriz Delduque:

Com Professor Olavo de Carvalho aprendemos a raciocinar, a julgar proporções e valores, compreendemos a devastação cultural que dilacerou nosso país, aumentamos de forma exponencial nossos níveis de consciência, entre tantas outras lições que nos ajudam a entender melhor nossa experiência nessa breve passagem pelo planeta.
O amado Professor nos guia, alimenta a coragem que sempre advém do amor, o mais nobre sentimento que o ser humano pode ter.
Nosso amor por Olavo de Carvalho é incomensurável.
Os ataques feitos pelos detratores do Professor só servem para exibir o obvio ululante: #Olavotemrazão
Mestre, obrigada por todos os ensinamentos e guiamentos.
Te amamos!
Silvania Beatriz Delduque e Samy Farid Houchaimi

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Mensagem da Carmela Manna Ferreira :

Essa postagem eu fiz há 45 dias ,quando tudo começou, na página da Heloloca. Ela me rendeu ataques furiosos , calúnias e difamação . Me calei e esperei. O resultado está aí , uma onda de solidariedade e amor ao professor Olavo.
A coragem não é um atributo dos fracos, mas daqueles que não temem a verdade .
#somostodosolavo

Heloisa , sinto muito, mas vou ter que te dizer . Não sou sua amiga aqui , mas sua página é pública , então peço licença pra falar .
Você se uniu com todos os desafetos do seu pai, contra ele . E mesmo assim ,ele te ama e te perdoa . Se alguém está errado aqui , é você , expondo a família que te deu o sangue e a vida .
Já que o teu pai te ajuda financeiramente, você deveria ter no mínimo gratidão, já que não o respeita. A sua avó Nice é uma santinha , não merece estar sendo usada como arma contra o próprio filho .
Você tem filhos ? Tem marido ? Tem 7 irmãos ? Tem a você própria ?
Peça perdão a Deus por esse pecado em não honrar quem te deu a vida .
Tudo começou porque você resolveu defender o Daniel e tenho certeza que ele não te pediu isso . Agora , pergunte a ele se vai te dar uma mesada como agradecimento . Não , ele não tá nem aí pra você , a heroína, justa e corajosa .
Porque de 8 filhos , só você persegue o teu pai ? Deveria ser carinhosa , boa , amiga , dele e da linda família que graças a Deus ele tem .
Ainda está em tempo , se redima, deixe de orgulho , diga que se arrependeu . É o que todos nós , queremos . A paz e o amor vencerão !

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Difamar o pai por dinheiro já é abominação suficiente. Mas fazê-lo sob o falso pretexto de uma ajuda fictícia à mãe doente e paralítica — tenho testemunhas de que essa ajuda nunca existiu — já entra num terreno diferente, menos psicopático do que propriamente psicótico. O psicopata, por definição, é um manipulador esperto, dotado de habilidades sociais. O psicótico, o doente mental, perde o senso da realidade, se atrapalha todo e só consegue destruir-se a si mesmo. Parece-me que é precisamente o caso da Heloisa, induzido por alcoolismo e talvez drogas pesadas. Os verdadeiros criminosos, no caso, são os que se utilizam de uma doente mental como escudo humano para poder me atacar desde uma posição mais segura. Incluo nisso os jornalistas envolvidos, que já foram muito além do mero crime de calúnia.

Essa conversa (não direi com quem foi) não revela esperteza psicopática, mas a confusão psicótica que se trai e atira no próprio pé.

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Mensagem da Carla Farinazzi:

Eu pouco tenho usado o Facebook ultimamente. Curto umas e outras postagens, mas o Face só vale a pena porque o prof. Olavo está nele. Eis o que tenho a dizer a respeito dele: eu o amo, o conheço, convivi com ele, com a Roxane, que é uma pessoa maravilhosa; com a Leilah, que é um doce de pessoa, com o Pedro, os bebês, a Tiffany…, são pessoas maravilhosas; o período que passei convivendo com o FILÓSOFO Olavo de Carvalho foi essencial à minha vida.
A volta à Igreja Católica que eu tive em minha vida foi por causa do Olavo, disso lhe serei devedora o resto da vida.
Eu sei que estou chovendo no molhado e cheguei tarde para manifestar minha opinião, no meio de tantas melhores que a minha. Mas, tendo conhecimento da VERDADE a respeito do meu professor, eu não poderia deixar de me manifestar nesse momento. O professor Olavo é uma das melhores pessoas que eu já conheci na vida, fodam-se aqueles que o atacam. FODAM-SE.
E, professor, não sei se o senhor chegará a ver essa minha insignificante e tardia, talvez, manifestação. Mas o fato que quero deixar claro é que eu o conheço e o amo. Pra sempre. O meu sentimento de gratidão pelo senhor é imensurável e INDESTRUTÍVEL.

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Mensagem do Nando Castro :

Sobre o Olavo de Carvalho, o que eu tenho a dizer é o seguinte:
– Li a transcrição da aula “O que é milagre?” e a partir daí senti uma convicção ainda mais forte sobre a minha fé e o caminho correto que eu sempre segui na Igreja Católica, como minha família sempre me ensinou. Esse escrito apenas mostrou que todos meus parentes estavam corretos, além da riqueza de informações que eu simplesmente não sabia.
– Em agosto de 2014, o meu avô Fernando me aconselhou que procurasse os artigos do professor Olavo. Um tempo depois, ganhei um exemplar d’O Mínimo e meu avô sempre elogiava quando eu lia os artigos do professor. Em virtude de um problema na visão, ele não conseguia ler, restando para mim ou pessoas próximas o papel de ler os livros e jornais da vida. Um dia antes dele falecer, li para ele o artigo “Pobreza e grossura”. Quando terminei, ele disse: tá vendo aí? Esse Olavo é muito sensato.
– Em março de 2015, meu avô foi para a morada eterna. Um mês depois de perdê-lo, consegui o Skype do professor Olavo. Numa ocasião, liguei para ele e, sob forte tristeza, informei sobre a minha situação de saudades e dor que sentia naquele momento. Recebi conselhos que jamais irei esquecer.
– No ano passado, eu não tinha nenhuma renda. Nenhuma experiência no currículo, sem nenhuma porta sendo aberta para mim. Período de dificuldade financeira na família. Eis que ele lançou o curso “Guerra Cultural”. Fiquei louco pra fazer, mas não dava. Pedi ajuda a várias pessoas e não consegui.
– Fui no Skype e, me sentindo o sujeito mais insolente do mundo, liguei pro Olavo a fim de pedir uma bolsa para fazer o curso. Disse de cara do que se tratava e ele sequer deixou eu terminar de explicar a minha situação. Apenas disse: “tudo bem, vou falar com o Silvio e ele vai lhe encaminhar os dados. Boa sorte por aí, não desista de nada não porque você vai conseguir superar esses problemas aí”.
– A bolsa foi de fato dada pra esse sujeito aqui que o professor nunca viu pessoalmente. Além disso, já houve ocasiões em que o próprio Olavo me atendeu outras vezes, me dando vários conselhos para a minha profissão e vida pessoal.
Em tempos de assassinato de reputações sendo patrocinadas por pessoas de caráter torpe, não custa nada lembrar do cara que num recente passado me deu forças para seguir em frente, me ajudou na educação e, sem perceber, pavimentou o caminho para que eu pudesse fortalecer ainda mais a minha fé.
Diante de todos esses feitos e essa amizade entre um professor e um aluno que está a milhares de quilômetros, resta-me, apenas, expressar em poucas palavras a gratidão que tenho, portanto: obrigado, professor. Que Deus abençoe o senhor e sua família.

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Mensagem do Flavio Morgenstern:

Sobre a nova celeuma envolvendo o professor Olavo de Carvalho, salta aos olhos algo menos escondível do que um elefante no bolso: um dos lados admira alguém pela filosofia, pelo trabalho desmistificando mentiras e erros intelectuais, pela vasta cultura e erudição, pela paciência e verdadeiro wit até quando só solta um comentário sardônico. O outro lado está interessado em fofocas, boatos e em tirar uma casquinha do homem sem, sei lá, estudar.

Você já reparou que o comportamento ANTI-olavete é que é uma verdadeira SEITA? Tem gente que acorda todo dia e digita “Olavo de Carvalho” no Google, Facebook, Twitter e embaixo da cama pra sair caçando o que falaram de Olavo. Alguém que admira o Olavo faz algo minimamente parecido com esta vida miserável?

Sempre as mesmas pessoas, em uníssono, com o mesmo discurso maçante, curtindo tudo o que falam contra o Olavo, simplesmente por notarem seu nome associado a algo negativo. Não importa a verdade, não importa averiguar fatos, não importa ler algo do que Olavo fez ou conhecer as pessoas maravilhosas a seu redor, como sua esposa e sua filha Leilah, que tive o prazer de conhecer e descobrir que estão entre as pessoas mais doces e admiráveis que já vi na vida.

Não: isso dá muito trabalho. Melhor só se retroalimentar de rancor. Viver de fofoca. Afundar-se em uma comorbidade de vício e intriga, de monomania umbigocêntria. E pior: com o umbigo alheio.

Ao fim e ao cabo, tudo o que conseguem sempre é fazer as pessoas mais inteligentes do país (tem alguma, ao menos nas áreas de Humanas, que não seja admiradora de Olavo?), unirem-se às pessoas mais interessantes, retas e admiráveis pelo grande professor Olavo de Carvalho. Já pensou se um único de seus detratores conseguissem, sei lá, unir 5 pessoas LEGAIZINHAS a seu redor?

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O Punheteu está autorizado a dizer o que bem deseje.

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Vocês podem, por favor, abrir a página http://jconline.ne10.uol.com.br/…/filha-de-olavo-de-carvalh… e informar aos distintos jornalistas que quando eles publicaram a acusação de crime as próprias vítimas alegadas já a haviam desmentido? Já não estou aguentando mais responder a tanta baixaria vinda de tantas fontes diferentes. É uma luta de milhares contra um. Não estou reclamando, estou só dizendo que a trabalheira ultrapassa a minha força física.

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O Jornal do Comércio, tendo tomado conhecimento da resposta — já publicada na Veja quando o jornal publicou a denúncia –, OMITE DESPUDORADAMENTE a parte principal dessa resposta, na qual AS PRÓPRIAS VÍTIMAS ALEGADAS desmentem que o crime tenha acontecido. Isso não é jornalismo. É crime organizado.

Agindo dessa maneira, o jornal simula respeitar o preceito de “ouvir os dois lados”, utilizando esse fingimento como meio de simplesmente repetir a acusação.

Pressionado pelas cartas, o JC acabou consentindo, com atraso formidável, em publicar um resuminho do desmentido que saiu na Veja.

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Atacar a honra de um homem por todos os lados, sem lhe dar meios de defesa, não é mero “assassinato de reputação”. É tentativa de homicídio. Claude Lévi-Strauss, baseado nas descobertas do pioneiro da psicologia fisiológica, W. B. Cannon, descreve esse processo num capítulo de “Antropologia Estrutural”: trata-se de alimentar propositadamente o medo, o sentimento de perseguição e a raiva impotente até que a vítima comece a ter distúrbios de microcirculação e acabe morrendo por falência geral dos órgãos.
Espero não cair nessa armadilha.

Cf. W. B. Cannon “Bodily Changes in Pain, Hunger, Fear and Rage”, 1915.

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Depoimento do Adivo Paim Filho :

Sobre Olavo de Carvalho.
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Era o final dos anos 1990 quando comecei a acompanhar os seus escritos online, pertencendo eu à Geração que começou a usar a Internet, propriamente, em abril de 1996, embora a conhecesse nos primórdios de 1991, pela RNP-Rede Nacional de Pesquisa.
Vindo de uma formação escolar e universitária, esta até certo ponto, que foi destruída nos anos 1970 e poucos e seguintes, encontrei nos textos do Prof. Olavo densos ecos do que já havia estudado e, tendo concluído que as gerações dos anos 1950 e 1960 haviam se demitido, por completo da Educação e da Cultura em nossa Pátria, nunca hesitei em recomendá-lo a interessados de todas as Gerações a que tinha (e tenho) acesso. É verdade: nunca participei do seu Seminário de Filosofia, mas o recomendei a quantos identifiquei com potencial para o crescimento e o amadurecimento intelectual, espiritual quiçá. Tive a oportunidade de conhecê-lo, pessoalmente, em outubro de 2002, já em pleno século XXII, quando em uma de suas pouquíssimas grandes ações efetivas o Instituto de Estudos Empresariais, de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, o trouxe para um Painel, com dois empresários, a Santa Maria, Rio Grande do Sul, no Centro Universitário Franciscano. Os empresários nem sei mais quem eram. Antes do churrasco gaúcho, à janta, fumei (sem ser fumante) por quase duas horas com o Prof. Olavo, numa conversa girando em torno de pontos da primeira edição de “O Jardim das Aflições”, um clássico de sua lavra nas muitas Áreas nele abordadas. Desde então o considero como um Amigo Pessoal. Mais adiante tive a oportunidade de batalhar por, e conseguir, estar presente à sua última palestra pública em Porto Alegre, antes de transterrar-se nos Estados Unidos da América. Nessa oportunidade também esteve presente outro pensador extraordinário, Nelson Lehmann, de cuja existência eu tomara conhecimento pelo Prof. Olavo. Sou testemunha, pois, de que a vida educacional e cultural do Brasil, neste século XXII (iniciado em 11.9.2001) pode ser considerado como “o Tempo de Olavo”. Controvérsias, polêmicas e debates sempre o cercaram, e sempre saiu-se muito bem de tudo. Hoje, porém, o ataque contra ele veio de um lado inesperado e odiosamente repercutido nos média. Sua Obra Educacional e Cultural, porém, aí está, monumental e de cujas boas consequências o Brasil usufruirá em todas as próximas Gerações. Isto, penso, basta para definir de que lado encontra-se o Bem, a Luz, o verdadeiro Porvir. Ah! sim, é bom esclarecer: nem sou ‘olavista’, ‘olaviano’ ou ‘olavette’ — sou apenas um leitor, atento tanto quando posso, e amigo. Avante, caro Prof. Olavo de Carvalho!

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POR FAVOR, aqueles dentre vocês que puderem pagar adiantado Três mensalidades do COF, façam-no imediatamente. Agradeço desde já e creio que não preciso explicar as razões do pedido. Podem fazer por meio do nosso plano trimestral, aqui: http://www.seminariodefilosofia.org/planos-de-assinaturas/
Não se trata de doações, mas apenas das mensalidades normais.

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Milene Robles deu um telefonema para o Jornal do Comércio do Recife, um gesto DECISIVO para convencer o jornal a publicar ao menos um resumo do desmentido que saiu na Veja. Tenho a gravação aqui, mas não estou conseguindo inseri-la nesta página.
Agradeço imensamente a essa corajosa amiga a bela iniciativa.

O medo e a raiva, eu controlo na boa, mas a tristeza não tem jeito não.

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Do Heitor de Paola :

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Quem acompanhou a 8a Jornada da Alfabetização em Casa sabe o quanto o trabalho do Carlos Nadalim é importante. Ele é a única alternativa real à obra de destruição da inteligência das crianças empreendida pelo Ministério da Educação, pelas faculdades de pedagogia e pelas escolas públicas e privadas. É por isso que recomendo o seu curso a todos meus leitores e alunos.

http://comoeducarseusfilhos.com.br/ensine-seus-filhos-a-ler-comprar-ok/?ref=A1956782S

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Depoimento do Iranlei Toscano :

Professor Olavo de Carvalho e Roxane Carvalho,

Graças a Deus, ao senhor, Professor, ao Padre Paulo Ricardo e à Roxane, não apenas eu e Goya voltamos à Igreja Católica Apostólica Romana, mas sentimos a necessidade de nos tornar escravos de Maria. Goya consagrou-se à Santíssima Virgem durante a gravidez, para que José Iranlei, nosso primogênito, nascesse sob o manto protetor da Mãe de Deus. Eu decidi postergar um pouco a minha consagração, para que ela fosse realizada neste ano de 2017, centenário da aparição de Nossa Senhora em Fátima. No dia 02 de fevereiro passado, tornei-me também um escravo de Maria.

Obrigadíssimo, Professor e Roxane: vocês são o norte para a nossa caminhada na fé que conduz a Deus e à Sua Santíssima Igreja; são modeloa de virtude que desejamos nos tornar. Obrigado, Professor Olavo de Carvalho, por ser o meu mestre, o meu exemplo, o mantenedor da minha sanidade física e mental; o farol que ilumina as trevas da minha inteligência e, paulatinamente, torna-me menos idiota.

Que Deus vos abençoe, Nossa Santíssima Mãe vos guarde e o São Padre Pio de Pieltrecina continue a interceder por vocês e por toda vossa família, especialmente pelos que mais precisam.

P.S. Reativei meu Facebook apenas para deixar essa singela mensagem para vocês dois, meu queridos, pois é o mínimo que eu poderia fazer diante de tanto bem que vocês já nos propiciaram.

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Telefone do Jornal do Comércio, fornecido pela Milene Robles : 021 (81) 3413-6110

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Do João Spacca:

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Da Joice Hasselmann:

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Do deputado Marco Feliciano:

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A Carta – Alunos, amigos e familiares se manifestam II

O post da Heloísa da Carta Aberta teve, se não me engano, uns 3 mil likes e centenas de comentários, com direito a matéria na grande mídia. Um estouro. Aquele bafafá que nós vimos. ”Revelações bombásticas”, ui. Mas agora, que a história toda foi desbancada, o núcleo anti-Olavo dos veadascos e adjacentes voltou a sua relevância normal: aquela mesma meia dúzia de vagabundos que já conhecemos. O último post deles, 12 horas atrás, teve…19 likes. As baratas e lacraias voltam a sua solene insignificância. E o Razzo? Bom, o Razzo está declarando a queda do Olavo até agora, coitado.


 


Rapaz, espero mesmo chegar aos 90 anos de idade como meus avós, para poder ver de camarote os alunos e os alunos dos alunos do Olavo de Carvalho mudando o Brasil e tanto o Brasil “clássico” (mesquinho, pequeno, invejoso), quanto o revolucionário relegados ao museu dos contra-exemplos do que ninguém nunca deveria ser e ter vergonha só de ser parecido.


Francisco Souza Estou nessa turma. Conheci o Pe. Paulo Ricardo através do Olavo. O processo de desencralamento esquerdóide na minha alminha foi mais longo e doloroso. Ouvi todos os True Outspeak, me divertia com os palavrões enquanto a palavra do professor agia na minha cabeça, consertando a podreira acumulada.
Quando comecei o COF achava que ia encontrar mais palavrões, ao invés disso encontrei a logia, a coerência e a verdade.

O próprio professor postou hoje que dá conta da raiva e do medo, mas a tristeza dele perdura. Oremos.


Leonardo Ferreira Martins O professor Olavo tem aquele caráter generoso comum às pessoas inteligentes, que se vê alguém falando uma besteira não tenta acabar com a pessoa, mas tem toda a calma do mundo para corrigi-la. E mesmo ele estando em outro nível o mais incrível é que ele não perde a humildade, o que me faz admirá-lo ainda mais. Seus detratores é que não tem humildade para aceitar as criticas justas que ele faz. Também sou eternamente grato ao professor Olavo de Carvalho por ter me tirado da descrença (da minha “alma leprada de ateísmo”, como Álvares de Azevedo descreveu certa vez o poeta ateu Percy Shelley) e me feito abraçar o catolicismo. Como escreveu o Paulo Briguet: “O trabalho de educação intelectual clássica que ele faz provoca, não raro, um despertar espiritual em seus alunos. Os casos de pessoas que voltaram à Igreja depois de ler seus livros e assistir às suas aulas poderiam encher esta página.” Eu sou um deles.


Conheci o professor Olavo de Carvalho através do Padre Paulo Ricardo em 2010 e, até então, não conseguia compreender a complexidade de seus textos, da sua forma de raciocinar, mas conseguia apreender a VERDADE sempre explícita neles. Eram os textos do Mídia sem Máscara e do site e também os vídeos do youtube. Em 2013, adquiri o livro “O Mínimo que Você Precisa Saber Para Não Ser um Idiota” e mudei completamente a minha mentalidade, eliminando de vez todos resquícios do esquerdismo que ainda tinha. Só no final de 2015 me matriculei no COF e passei a ler seus outros livros e a admirá-lo ainda mais. Não tive a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente nem a sua família, mas é notório o quanto são amáveis, acolhedores e pessoas de bem. Muitos já testemunharam isso e só aumenta o meu desejo de conhecê-los.
Professor, quero agradecer por tudo e bendizer a Deus pela sua vida, pela linda família que o senhor construiu e honrou, também rezar pela sua saúde, por uma vida abundante e por sua proteção e segurança. Hoje, rezei o Rosário na sua intenção e de sua família, também na intenção de sua filha. Nossa Senhora e as milícias celestes combatem junto de vocês. Creiam. Um forte abraço.

Um intelectual como Olavo de Carvalho não cabe na cabeça dos brasileiros ingratos.


Adalberto Benedix
Li a Carta aberta escrita pela Filha do Olavo de Carvalho. Sinceramente, nao vejo nada que arranhe a obra e a imagem publica do Olavo. Alem de me parecer uma materia encomendada, tras aspectos da vida pessoal familiar do Olavo, que se forem verdade, o que duvido, ocorrem em muitas outras familias. Quem nunca surtou? Quem nunca discutiu com filhos? Quem na mocidade nao fez farras de todo tipo? Quem nunca passou por necessidade? Quem na busca do sustentobe e do conhecimento teve de deixar de dar a atencao necessaria a familia? Aprendo com o Olavo desde a época do Garganta de Fogo, com o Yuri Vieira e sou aluno do COF desde seu inicio, posso dizer com propriedade que nunca sofri lavagem cerebral, pelo contrario, o que aprendi com o Olavo nao so higienizou como potencializou meu cerebro. So vejo alunos e pessoas que nao sao alunos dele mas que leem suas obras so elogiar e exaltar o bem que lhes fizeram. Os que reclamam do Olavo e o atacam sao as pesoas que querem e fazem exatamente a lavagem cerebral da qual está sendo injustamente acusado. A que sei e ouvi do proprio Olavo de Carvalho varias vezes , ele sempre disse que nao era perfeito, que cometia erros como qualquer outro e que de toda sua busca por Deus, que essa culminou com as verdades de Jesus e da Igreja Catolica, tendo dito que sempre procura se confessar para chegar do outro lado com o minimo de manchas possivel. Diferentemente so dito na Carta, sempre assisti o Olavo enfrentar diretamente seus algozes e todo tipo de escumalha que quer acabar com seu trabalho que floresce cada dia mais. Assim, para mim, a Carta aberta publicada da Veja nao tem forca de me fazer mudar qualquer consideracao ou sentimento que tenho em relação ao Prof. Olavo, pelo qual tenho somente gratidao e admiração. Todo mundo na vida pessoal e familiar erra e acerta e corrigir os erros é o mais normal, sendo o anormal permanecer no erro. Tenho pena do ressentimento que ao que parece essa Filha do Olavo guarda e que parece nao deixa morrer, apesar de ja ser uma pessoa adulta e muitos anos ter se passado dos fatos que ela unilateralmente afirma terem ocorrido sem demonstrar qualquer prova. Fica aqui essas minhas consideracoes que ante tudo que aprendi com o Prof. Olavo de Carvalho, por gratidão, não poderia me furtar a tecer essas consideracoes, rogando para que o Grande Professor e Filosofo Olavo,que tanto bem tem feito pelas pessoas e para esta nacao, nao se deixe esmorecer. Grande Abraco, Nobre Professor Olavo e muito obrigado por tudo que tem ensinado a mim e a muitos outros.


Bruno Fenelon Caríssimo Professor Olavo de Carvalho, aproveito esta chance para lhe transmitir o meu TOTAL apoio, a minha IRRESTRITA solidariedade, e a minha INFINITA GRATIDÃO, por TODA a diferença que o Senhor fez na minha VIDA, bem como na de TODOS os que o SenhorLIBERTOU das trevas da IGNORÂNCIA e do esquerdismo, e GUIOU no caminho DA VERDADE e do CONHECIMENTO! Como Pai e Chefe de Família que sou, imagino bem, o momento dificílimo, que o Mestre está atravessando. Porém, uma vez mais, o Senhor nos brinda com ENSINAMENTOS! Verdadeiramente nos EDUCA, desta vez através do EXEMPLO de DIGNIDADE, HONRADEZ, HOMBRIDADE, ALTIVEZ, e GENEROSIDADE, com que enfrenta, o triste momento. Sou um navegante de primeira hora. Desde os tempos de sua coluna no infame folhetim, chamado O Globo. Já lá se vão QUASE QUARENTA ANOS! Um legítimo DESPERTAR, fez-me prosseguir numa agradável e prazerosa estrada, que passa pela, quase integral leitura de seus escritos, entre colunas, livros e artigos vários. Ouvindo todos os impressionantes episódios/aula/comentários, do programa trueoutspeak. E, continuando até hoje, como aluno aplicado do COF. Sem esquecer os préstimos inestimáveis dos cursos de Política e Cultura, Esoterismo, e outros trabalhos seus. Porém, o mais importante, talvez não seja nada disso. Mas o fato de, em tempos passados, passarem por minha mente, pensamentos acerca da existência ou inexistência de DEUS. Pensamentos estes, definitivamente dissipados, pela recorrente lembrança desta singela frase: “Se o Olavo de Carvalho, acredita, deve estar certo”! Receba, então, Professor Olavo de Carvalho, um AFETUOSO e SINCERO ABRAÇO! Deste seu agradecido ALUNO, e, apesar de ainda não ter tido o prazer de conhecê-lo, pessoalmente, acredite, AMIGO!


Tentativa pueril de ataque à reputação de é clara demonstração do medo de sua influência sobre milhões de brasileiros.


Um intelectual como Olavo de Carvalho não cabe na cabeça dos brasileiros ingratos.


Flavio Morgenstern

20 h · 

Sobre a nova celeuma envolvendo o professor Olavo de Carvalho, salta aos olhos algo menos escondível do que um elefante no bolso: um dos lados admira alguém pela filosofia, pelo trabalho desmistificando mentiras e erros intelectuais, pela vasta cultura e erudição, pela paciência e verdadeiro wit até quando só solta um comentário sardônico. O outro lado está interessado em fofocas, boatos e em tirar uma casquinha do homem sem, sei lá, estudar.

Você já reparou que o comportamento ANTI-olavete é que é uma verdadeira SEITA? Tem gente que acorda todo dia e digita “Olavo de Carvalho” no Google, Facebook, Twitter e embaixo da cama pra sair caçando o que falaram de Olavo. Alguém que admira o Olavo faz algo minimamente parecido com esta vida miserável?

Sempre as mesmas pessoas, em uníssono, com o mesmo discurso maçante, curtindo tudo o que falam contra o Olavo, simplesmente por notarem seu nome associado a algo negativo. Não importa a verdade, não importa averiguar fatos, não importa ler algo do que Olavo fez ou conhecer as pessoas maravilhosas a seu redor, como sua esposa e sua filha Leilah, que tive o prazer de conhecer e descobrir que estão entre as pessoas mais doces e admiráveis que já vi na vida.

Não: isso dá muito trabalho. Melhor só se retroalimentar de rancor. Viver de fofoca. Afundar-se em uma comorbidade de vício e intriga, de monomania umbigocêntria. E pior: com o umbigo alheio.

Ao fim e ao cabo, tudo o que conseguem sempre é fazer as pessoas mais inteligentes do país (tem alguma, ao menos nas áreas de Humanas, que não seja admiradora de Olavo?), unirem-se às pessoas mais interessantes, retas e admiráveis pelo grande professor Olavo de Carvalho. Já pensou se um único de seus detratores conseguissem, sei lá, unir 5 pessoas LEGAIZINHAS a seu redor?


O Flavio Morgenstern tem razão: os detratores do Olavo é que são uma SEITA. Aliás, composta de fanáticos, histéricos e psicopatas.
Uma gente que não faz OUTRA COISA na vida a não ser caluniar, perseguir e tentar difamar o Olavo.
Psionante.
Por ANOS A FIO aquela cambada não se ocupou de porra nenhuma a não ser de VAGAR, como um bando de hienas sarnentas, a farejar rastros de alguma coisa que pudesse ser usada pra atacar o Olavo – maniacamente, psicopaticamente, freneticamente.
Um negócio realmente DOENTIO, eu vou te contar.
O tempo passa e você pensa: não, né possível que ainda estejam ali os MESMOS débeis mentais fazendo a MESMA coisa – vai olhar e PIMBA, não dá outra.
Tá lá toda a corja, só que mais velhos, mais mentalmente INDIGENTES e mais cretinos ainda – o que você achava que seria IMPOSSÍVEL, e aí constata que, por inacreditável que pareça, não era: a estupidez e a canalhice NÃO TÊM LIMITES.


Os veadascos e demais ratazanas chegaram tarde demais. Olavo de Carvalho é indestrutível, pois seu conhecimento já está gravado nas 400 aulas, nas apostilas, nos livros, e, principalmente, na consciência daqueles que com ele aprenderam. Penso mesmo que qualquer ataque, por mais mentiroso, vil e rasteiro que seja, só fará com que mais pessoas se interessem por conhecê-lo; e, conhecendo, não tem como não respeitá-lo e admirá-lo, a não ser que você seja um psicopata ou um filho da puta. #olavotemrazão


Rosenir Fontenele Sampaio Essa Filha é uma transloucada e com certeza tem alguém por trás disso. O meu pai que não tinha Cultura, era uma pessoa humilde e carinhosa ; eu tenho o maior orgulho pelo que ele me ensinou, imagina se fosse um Olavo. Ele é um dos melhores e mais inteligentes do nosso país, nós temos muito orgulho de ter ele como professor de muitos brasileiros. No Brasil tínhamos de ter várias escolas e faculdades com a mesma metodologia do professor Olavo.


Ricardo Costa É muito amor em torno do mestre.Uma muralha de amor retribuído.


Adolfo Sachsida

18 min · 

1) Ele é o autor de diversas obras, entre elas um best seller nacional; 2) em 2015 e 2016 milhares de indivíduos espalhados pelo Brasil carregaram cartazes com seu nome; 3) é um ícone da direita; 4) figura seguida por milhares de brasileiros. Nada disso foi motivo para a VEJA e outras publicações fazerem uma única matéria a seu respeito. Mas bastou sua filha falar mal dele que ganhou manchetes… por quê?


Estou há 2 dias recolhendo depoimentos de apoio ao Professor Olavo. Não vou dizer nada do episódio que tentou manchar sua honra porque vai já foi passado a limpo e a filha doidinha há de recobrar a cabeça. Como conheço muito bem o Professor sei que ele perdoará 100% e a vida vai seguir. Lembram aquela sacada que ele teve e nos ensinou de como é o perdão de Deus? Então, sei que ele busca imitar igualzinho um perdão completo sem mágoas, sem ranços, sem rancores e Gugui vai voltar a ser Gugui.
Mas foi um prazer ler e me emocionar com tantos depoimentos amorosos emocionantes e agradecidos dos meus amigos feitos nos círculos de estudo do COF.
Uma pessoa que reúne grandes inteligências, corações caridosos e almas amigas só pode ser feito de amor.

Obrigada professor!

https://olavodecarvalhofb.wordpress.com/catego…/depoimentos/
Olha lá Olavão, agregamos mais duas dúzias nas centenas de depoimentos recolhidos nos últimos 3 anos que o blog das redes do Olavo existe.


Depois de meditar por um segundo nos pontos abaixo, qualquer um que continue espalhando que “acredita na possibilidade de serem verdadeiras as acusações da Heloísa contra o Olavo” é um filho da puta:

1) TODAS as possíveis VÍTIMAS já se manifestaram, não apenas eximindo o Olavo de culpa, como alegando TOTAL DESCONHECIMENTO a respeito de que diabos ela possa estar falando. Isso significa que não só não foram vítimas, como nem testemunhas de nada parecido.

2) NENHUMA DAS OUTRAS TESTEMUNHAS possíveis se apresentou até agora para confirmar nada do que ela disse. Até agora não apareceu unzinho sequer dizendo “Eu vi isso, eu vi aquilo”.

3) CEM POR CENTO dos familiares, parentes, amigos e conhecidos que, devido ao contato com a família na época, pudessem ter testemunhado algum daqueles “fatos”, se manifestaram em solidariedade ao Olavo, ninguém a favor da Heloísa. Os relatos deste tipo já chegam a quase vinte. (Não estou falando das centenas de alunos e admiradores do Olavo que o conheceram depois, e nem estou analisando aqui se alguém acha possível ou não aquelas coisas terem ocorrido; estou sendo objetivo em relação às acusações da Heloísa e me atendo à época dos fatos alegados por ela. Também não estou discutindo se ela está louca ou se o Olavo é um anjo ou um demônio; não é disso que estou falando aqui.)

4) AS ÚNICAS pessoas que temos visto se manifestar, seja a favor da Heloísa na página dela, seja contra o Olavo (na página dela, nas suas próprias, nas publicações da imprensa ou na puta que os pariu) são pessoas que não tiveram NENHUMA LIGAÇÃO com a família na época. São todos uns urubus que, por sua própria natureza, vivem de carne podre – a carne podre de quem evidentemente está muito doente, o que torna a difamação dessa gente ainda mais culpável perante Deus.

*

Estou vendo muita gente falando mal do meu pai sem conhecê-lo. Então para quem quer saber todos os podres de Olavo de Carvalho, aqui estão palavras verdadeiras de quem viveu com ele por mais de 20 anos.

– Ele é o pior jogador de futebol que já vi. Uma vez ele foi chutar uma bola parada e conseguiu pisar nela e cair.
– Ele não sabia brincar de lego. Quebrava tudo e misturava as peças.
– Ele não nos avisava com antecedência quando íamos nos mudar. Um dia ele disse que iríamos nos mudar para a França. Quando perguntei que dia, ele falou amanhã.
– Ele ria de tudo o que eu fazia e criou uma expectativa falsa em mim. Eu achei que era a pessoa mais engraçada do mundo, mas na escola ninguém ria das minhas piadas.
– Ele sempre foi muito exagerado. Quando eu pedia para ele me comprar um sanduíche no McDonalds ele me comprava treze.

Para vocês verem que horror de pessoa ele era. Esses foram os piores detalhes da sua profunda personalidade.

– A pior de todas é que eu nunca consegui respeitar muito meus professores. Eles pra mim estavam tão longe do meu pai que eu os consideravam meus peers.

Te amo pai. Logo esquecermos dessa maluquice toda e voltaremos a trazer sorridos e risadas para sua vida.


Silvio Grimaldo

27 min · 

Em 2006, fui visitar o professor Olavo de Carvalho e sua família em sua casa na Virgínia. Eu já era seu aluno desde 2002, mas nunca tivemos qualquer contato fora do auditório da É Realizações, em São Paulo. Eu era apenas mais um das centenas de alunos desconhecidos do Seminário Permanente de Filosofia e Humanidades. A visita deveria durar dois dias, mas acabei morando com eles por 8 meses. Desde então, minha vida é um vai e vem aos EUA, e a casa do Olavo, da Roxane, da Leilah, do Pedro, da Dona Olga, da Tiffany e dos bêbes tornou-se também a casa do Silvio Grimaldo. É minha segunda casa. Ou melhor, meu segundo lar. Não só porque sou um folgado que não tomou a dose diária de Semancol, mas porque desde o dia em que coloquei os pés ali, fui recebido e tratado como um membro da família.
Se alguém me pedisse para resumir o que presenciei e vivi no seio dessa família, eu diria o seguinte: ali encontramos o amor e a generosidade. Olavo de Carvalho é certamente a pessoa mais generosa que já conheci, e sua família lhe segue o exemplo de perto. É um homem extremamente afetuoso com a esposa, com os filhos e com os amigos. E também com os desconhecidos. Nunca vi ali uma briga, uma palavra ríspida, um comentário amargo. Não estou dizendo que não existam dificuldades, problemas, crises, tretas. Estou dizendo que o amor e a generosidade superam tudo, inclusive esse episódio grotesco em que uma trupe de bandidos exploram uma incapaz para tentar destruir um terceiro.
É justamente por isso, por conta do coração sem igual do nosso professor, que para cada dois Velascos que surgem de uma nuvem de enxofre com historinhas fantasiosas, levantam-se dois mil desconhecidos, anônimos, com uma história real de como o Olavo mudou suas vidas, de como os salvou da degradação em que estavam e lhes ajudou a encontrar um caminho para Deus e para a verdade. Todos nós que recebemos a vida de volta graças ao Olavo somos também seus filhos. E estamos muito agradecidos por isso tudo.
Um amor dessa magnitude, que construiu uma família de milhares de irmãos espalhados pelos quatro cantos do mundo, que procuram viver de acordo com o bem e com a verdade, certamente atormenta o Diabo e o deixa 227% putaço. Mas ele que fique lá xingando muito no twitter e se lamentando dessa puta falta de sacanagem. Nós seguimos em frente, admirando cada vez mais o cada vez mais foda Olavo de Carvalho.


Antônio Emílio Angueth de Araújo

O Olavo de Carvalho também apontou uma arma para mim. Só que ele atirou!

Dizem por aí que uma filha do Olavo anda dizendo que ele apontou uma arma para ela, e outras coisas mais.
Para mim, ele apontou não uma, mas várias, durante anos, desde 1999. A primeira bala que me atingiu foi um livrinho sobre erística, que naquela época era palavrão para mim. Feriu-me profundamente; feriu minha enorme ignorância. Depois, esse atirador de elite, um verdadeiro snipper, me feriu com o Imbecil Coletivo. Como eu era professor universitário, me senti incluído no coletivo e me achei bastante imbecil. Meu amor próprio, a tal auto-estima, foi para o hospital. Outro petardo veio com o Jardim das Aflições, que me causou várias aflições. Com mais de quarenta anos e com dois filhos para criar, eu não podia ficar muito tempo no hospital e esperava que o Olavo tivesse pena e parasse de me atirar. Mas não. Ele continuava semanalmente com seus artigos em vários jornais nacionais e com vários livros: sobre o futuro da inteligência brasileira, sobre os quatro discursos de Aristóteles, etc. Tudo parecia se destruir frente a chuva de balas que me atingia. Esse cara é, na verdade, um exército em posição de ataque.
Como não conseguia sair do hospital, levei meus filhos para lá e eles começaram a levar balas. Com o tempo, com os cursos e os vários livros que lemos, descobrimos que estávamos no Brasil e não no hospital. A percepção do Brasil como hospital foi nossa maior descoberta. Descobrimos também que não havia médicos nesse hospital, exceto o Olavo. Aquelas balas, que sentíamos como balas, eram os remédios amargos que ele nos fazia tomar, para nos curar.
Pouco a pouco, começamos a melhorar. Não saímos do hospital, pois ele é muito grande, mas agora tomamos as balas, ou melhor, os remédios, com gratidão, com afeto. Um dia, quem sabe, seremos também bons snippers.
Que Deus abençoe o grande Olavo!

Mensagem da Sandra Regina Ouro :

Professor Olavo,

Queria ter escrito antes, mas estava enrolada aqui e não sabia bem o que escrever para te dar um carinho, um pouco de apoio. Daí tive a idéia do que eu vou escrever aqui mas não dava para postar no face porque não ia conseguir escrever em poucas linhas, ia ficar muito grande para um post. Inspirada pelo post do seu filho Davi, em e da Paula Felix, em sua defesa, o que vem a seguir, é a tentativa de narrar um momento agradável que passamos e que para mim teve uma dimensão imensa, que o senhor nem imagina e se eu não te contar, o senhor nunca saberá. Como o senhor gostou do que a Paula Felix postou, de ter ganho muitas filhas, fiquei menos envergonhada de parecer piegas e pueril para o senhor. Tenha paciência com a “qualidade” da escrita.

Meu pai me ensinou a atirar, com uma espingardinha de chumbo, eu devia ter uns onze, doze anos, num terreno baldio que havia do lado da nossa casa. Havia uma casinha velha no meio dele e uma mureta, que talvez possa ter sido uma parede algum dia. O papai colocava latas de óleo de cozinha sobre a mureta para servirem de alvo. Ele ensinava a mim e ao meu irmão, cinco anos mais novo, a colocar o chumbinho, armar a espingarda e atirar. Meu irmão, tadinho, era muito novinho, errava todas. Eu acertava todas e, claro, amei o esporte. Depois meu irmão cresceu um pouco e eu continuava acertando tudo e ele errando quase tudo. Ele ficava doido com isso.

Começou aquela palhaçada de campanha do desarmamento, e eu não podia mais dizer que gostava de atirar, porque isso fazia de mim uma monstra. No entanto, eu tinha aquela lembrança boa, que comecei a acreditar que era um mal instinto mesmo. Passei anos pensando isso. Quando comecei a acompanhar o senhor, descobri as influência do Poder na vida de todos nós, da qual eu não fazia a menor idéia, em vários aspectos, inclusive na importância do desarmamento para o Estado. Mais importante para mim, que coisa mais linda e que libertador, foi descobrir que eu não era anormal nem monstruosa por gostar de atirar com espingardinha de chumbo!

Na data desta foto, fomos visitar o senhor, a Dahise, a Lilian e eu, com uns quarenta livros para o senhor autografar. Desculpa! Não faço nunca mais isso com o senhor! Mas, enquanto autografava pacientemente os livros e conversava conosco sobre resistência civil pacífica e outras coisas, e o senhor nos convidou algumas vezes para a irmos lá no fundo, no range, para dar uns tirinhos. Imaginava que só estava sendo gentil, então eu ficava na minha, por timidez, e não querendo abusar da sua hospitalidade. Por dentro, estava doida para ir lá atirar, por fora tentava parecer uma lady, com cara de monalisa, por educação, fingindo, creio que muito mal, indiferença. Até que o senhor tomou atitude: levantou e falou, vamos lá dar uns tiros.

A gente foi. Graças a Deus!

No caminho para o seu range, a impressionante similaridade da disposição do cenário me deu a sensação de estar fazendo uma viagem no tempo. A casa à direita, árvores a esquerda e ao fundo, aquele barulhinho das folhas no chão sob os nossos pés a cada passo, cheiro de mato. Eu só tinha atirado com chumbinho e, pela primeira vez, iria atirar com arma de verdade.

O senhor perguntou “quem vai ser a primeira? “, o coro das amigas respondeu “a Sandra”. Lá fui eu, nada ofendida. O senhor explicando tudo, me ajudando a segurar a arma. A Winchester, era pesada. Neste momento, um calor me envolveu, era tanta coisa invisível acontecendo ao mesmo tempo, dentro de mim. Prestando atenção ao que o senhor explicava, ansiosa e com um pouco de medo, afinal era uma arma de verdade, saudade do meu pai e ao mesmo tempo felicidade de ter mais um pouquinho dele, ainda que remotamente ali com o senhor, vontade de chorar. Já tinha vivido aquilo, e o senhor, sem saber, me fazendo reviver um dos momentos mais incríveis que eu tive. Tudo parecido, mas tudo novo. Se quando menina a arma era de faz de conta e o pai de verdade, naquele momento era um “pai” de faz de conta com uma arma de verdade. E o que o senhor nos ensina? A apreciarmos a verdade, a realidade. A Verdade, que transcende o tempo e o espaço. Esta é a sua orientação para todos os que se dispuserem a aprender.

Eu nunca fiz aquele exercício de deitar no chão, num jardim ou no mato, que o senhor até menciona no filme Jardim das Aflições, mas acho que esta experiência teve um efeito parecido. E isso da questão das armas, que era importante para mim desde cedo, foi só uma das muitas questões em que, graças a sua influência, eu consegui enxergar para além do que “era permitido”.

O senhor acaba sendo, sem querer, de muitas formas e em muitos sentidos, um pai pai para nós, seus alunos. Um dia eu te conto da minha conversão (ó não! Outro textão!). Se eu tiver alguma chance de ir para o céu, se um dia a gente se encontrar por lá, a responsabilidade é, em grande parte, sua. Não reclame! Rs

Eu tenho muito muito muito o que agradecer, professor Olavo, por tanto que o senhor faz por todos nós e por tanto que o senhor transformou na minha vida. Obrigada por tudo tudo tudo e por ter me dado aquele momento de lembrança, de amor e muito mais que eu não consigo traduzir em palavras. Foi o melhor e maior presente que eu jamais imaginei ser possível ganhar de alguém. Esteja adotado como “paifessor”.

Que Deus abençoe sempre sua vida e de sua família, que eu amo muito também.

Um beijão e um abração para o senhor, extensivo a todos aí, especialmente para a Roxane. Morro de saudades de vocês!


Bruna Luiza

21 h · 

O problema de ser uma pessoa boa num país onde reina a cultura do “jeitinho”, da corrupção, e do analfabetismo, é que estarão sempre procurando algum defeito escondido em você, um comportamento escabroso por baixo da superfície para fazer com que os erros próprios pareçam menores. É muito mais fácil procurar o erro secreto no outro do que admitir que o problema não é a bondade e honestidade dele, mas sim o seu mau-caratismo. Diante da realidade irrefutável de nossa podridão, podemos procurar mil culpados, revoltando-se contra a família, contra a sociedade, contra o sistema, tentando nos fazer de vítimas para não precisarmos enfrentar a dura tarefa de procurar melhorar. Esse é o caminho mais comum, e é o que fez com que o professor Olavo de Carvalhofosse atacado recentemente.

Vi muitos alunos e amigos saindo em defesa do professor, falando de como sua conduta é exemplar e seu caráter é admirável. Não é segredo. Qualquer um que já conversou com o professor sabe que ele é um poço de bondade e paciência – até mesmo com toupeiras feito eu. O que me incomodou realmente não foram os ataques em si, pois claramente partem de uma mente doente, mas sim a repercussão deles. Uma mídia que ignora o trabalho sério de análise e produção filosófica, mas que dá ecos retumbantes à acusações sem prova. Pessoas que declaravam que Olavo era insignificante e logo se apressaram em dizer que “agora Olavo já era”. É muita preocupação dos opositores em tentar derrubar alguém que, segundo eles, não tem importância, não é?

E há quem venha dizer que “ah, tudo bem, Olavo deve mesmo ter feito algumas coisas para a filha”, ou então que “o que ele fez com a família não importa, eu o sigo pelas análises.” Vocês estão malucos? Qualquer pessoa que consiga dar credibilidade aos ataques de Heloísa é prova do quanto o trabalho do professor Olavo é necessário, pois alguém que faz ataques contra o próprio pai publicamente e busca obter dinheiro através disso deve ser total e completamente ignorado. O fato de que esses ataques encontrem público demonstra um cenário cultural de insanidade.

Esse é o problema de ser bom num país de pessoas ruins. Sua bondade será tão incompreendida que até ataques infundados e sem provas serão tolerados, e o máximo de respeito que a opinião pública terá será de dizer que “tudo bem, todo mundo erra, ninguém é perfeito.” Essa nuance parece estar passando despercebida por muitos, mas é ela que reforça a nossa necessidade do professor para nos ensinar que existem valores maiores e uma conduta correta fora de nossa cultura podre e utilitarista, onde só se busca lucro e prazer. E eu só consigo ter uma pequena noção disso por causa do professor OIavo.

Não irei falar de tudo de bom que ele já fez por mim, pois passaria dias escrevendo, nem mencionarei o quanto ele merece nosso apoio, nosso respeito, nossa consideração, porque isso deveria ser um reconhecimento óbvio e cotidiano. Não responderei aos ataques de Heloísa dando evidências de que tudo que está escrito naquela carta são mentiras e calúnias, pois para mim é como explicar que a roda é redonda. E se você precisou disso para descobrir o quanto o professor Olavo é um bom homem, se aprofunde mais nas leituras de suas obras, porque você perceberá um novo mundo e um novo horizonte cultural que te salvará de si mesmo. Obrigada, professor Olavo, por nos permitir ter acesso a essa noção. Nem um milhão de textos de agradecimento nas redes sociais seriam capazes de pagar o bem que você está fazendo a todos nós.


Nos porões da minha vida.

Agora há pouco, tive a infelicidade de ler um texto da Sei-lá-o-que Macedo, que dizia que minha mãe, meus irmãos e eu, morávamos no porão da casa da Vicente Prado.
Na verdade, nós vivíamos pela casa inteira. O escritório do meu pai era a parte mais reservada da casa, mas mesmo assim, ele nunca nos impediu de entrar.
Certa vez, eu e o Tales fizemos uma poção de molho inglês com shoyu, esquentamos e colocamos na xícara dele. Chegamos no escritório, como os melhores filhos do mundo, e entregamos a xícara para ele, que foi logo tomando um generoso gole. Ele imediatamente cuspiu todo em cima da mesa e exclamou: “que porra é essa? O que vocês fizeram?”. Nós saímos correndo e gargalhando pela casa. Ele nunca nos deu uma bronca por causa disso, mas aposto que até hoje ri dessa história.

Outra situação que sempre acontecia: nós tirávamos absolutamente todos os livros da estante, e montávamos um labirinto para o gato passar, colocando, muito estrategicamente, uma sardinha ao final do trajeto. Da mesma forma, nunca levamos uma bronca. Depois que o gato completava seu percurso, meu pai pacientemente juntava todos os livros e colocava de volta na estante.
Foi mal pela bagunça, Pai.

Mas, voltando ao que interessa: o porão.
O porão da casa da Vicente Prado era bem grande. Ou talvez eu fosse muito pequeno. Lá tinha uma sala de aula e várias cadeiras, de metal com assento plástico. O Gugu, o Tales e eu, como bons anjinhos que eramos, empilhávamos todas elas em um canto, com almofadas, cobertores e lençóis, e passávamos horas brincando de alpinista. De novo, nenhuma bronca.

Além desse porão, acho que a Sei-lá-o-que Macedo deveria saber que houve outro porão na nossa vida: o da casa da Escola Júpiter.
Alguns alunos compraram, sebe-se lá o motivo, vários sacos com pequenas bolinhas de isopor. Esse porão, acho eu, não era tão grande, então nós abrimos todos os sacos e espalhamos tudo, para brincar de piscina de bolinha. Não contentes, o Gugu teve a brilhante ideia de nos molharmos com a mangueira e mergulharmos nas bolinhas, para brincar de homem das neves. Fizemos exatamente isso, e fomos até o gramado para mostrar para o meu pai e… Bom, não preciso dizer que foi parar bolinha por todos os lados.
O que ele nos disse? “Vocês vão juntar todas essas bolinhas do gramado.”
Nessa hora, a brincadeira perdeu a graça, e nem preciso
dizer que essa foi a última vez que o homem das neves foi visto.

Em nenhuma dessas vezes nós levamos bronca, castigo ou qualquer coisa parecida. Em nenhuma dessas vezes, meu pai estava armado e nos ameaçou. Pelo contrário, ele sempre deu risada, como tenho certeza que vai fazer quando terminar de ler isso.


Moreno Garcia Na primeira semana que eu estava nos EUA, eu e o Pedro de Carvalho fomos buscar um fogão, que o seu pai comprou no E-bay, lá na Carolina do Sul. O Pedro tomou uma multa por excesso de velocidade no caminho – fomos parados pela polícia – e voltamos meioapreensivos. Já sentados no escritório o Pedro desembuchou para o seu pai:

– Pai, eu tomei uma multa por excesso de velocidade, o que aqui chamam de reckless (nosso equivalente a infração grave).

O professor só respondeu:
– Pau no seu cu.

E deu uma longa gargalhada.

Naquele dia eu já entendi quem era o Professor Olavo: Magnânimo, bem humorado e generoso.


Professor Olavo de Carvalho, eu o acompanho desde março de 1998 e, desde então, já vi quase de tudo contra o senhor: de petistas rastreando seus passos, de jornalistas cheios de má-fé, passando por “católicos” caçadores de gnósticos, por guenonianos histéricos, por eurasianos militantes, por judeus esquerdistas, por ex-alunos ingratos, por direitistas canalhas, por militares enfezados, por diplomados arrogantes… e chegamos agora a uma dupla obcecada em lhe atacar usando a mais ardilosa das armas: um ente querido desajustado.
Contudo, em nenhum momentos destes eu vi uma atitude da sua parte que o desabonasse — pelo contrário: pude acompanhar não apenas o senhor se sobressaindo nas polêmicas com os jumentos acadêmicos como também das armadilhas rasteiras de diversos e maliciosos inimigos.
O que mais me impressiona é a capacidade do senhor, mesmo metido nestes turbilhões de enfrentamentos, de calúnias e de mesquinharias, de sempre nos oferecer uma lição, seja sobre um assunto, seja sobre a vida, reerguendo-se com mais autoridade da nossa lama cultural diária. Muito mais do que a palavra é o exemplo que educa.
É nessas horas tumultuosas que percebo a presença de um algo a mais, uma certa presença que vivifica e abençoa o seu trabalho de maior educador do Brasil. Muito mais do que seus alunos e familiares o senhor tem sem sombra de dúvida uma ajuda divina.
Abração pernambucano.
#tamojunto