19.9.2017

Extra: Pensamentos filosóficos da Stella Caymmi e da Roxane Carvalho :

Quando um pau aflito encontra um cu destemido, ninguém déte.

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Algumas pessoas — poucas, felizmente — tentam assumir a minha defesa dando por pressuposto que as acusações publicadas na mensagem Heloísa-Veadascos são verazes, e só alegando em meu favor o direito à privacidade e ao perdão.
Sem negar que, como todo ser humano, necessito desses dois benefícios, advirto que conheço muito bem os meus pecados reais e não posso me reconhecer naqueles que pessoas movidas pelos interesses mais vis e por uma imaginação delirante me atribuem. Também não considero ser prova de amizade, nem muito menos de espírito cristão, a pressa em me absolver de pecados que, por não havê-los cometido, jamais confessei.

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Da página da Priscila Garcia :

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Da página da Patricia Grah :

Não é novidade, mas vale lembrar que, assim como centenas de outras pessoas, inicialmente foi graças ao professor Olavo de Carvalho que voltei à igreja, retomei minha fé e deixei de ser uma feminista enrustida para buscar um pouco de decência.

Não há nada de chocante na carta que a filha dele divulgou, até porque o próprio sempre falou abertamente dos erros que já cometeu. Ter um passado um tanto tenebroso faz parte da sua história, assim como da de muitos de nós. Lembremo-nos de que Paulo era um perseguidor dos cristãos e mesmo assim Jesus o escolheu para ser seu discípulo. Se houver confissão e arrependimento de um coração sincero, não há porquê chafurdar em um passado que até Deus já esqueceu.

Há anos converso com pessoas que conviveram com Olavo, Roxane e família, e a única coisa não saudável que descobri foi que constumam jantar nachos com cheddar.
Um dos dez mandamentos da lei de Deus diz que devemos honrar pai e mãe, logo unir-se aos maiores inimigos do seu progenitor na tentativa de desonrá-lo já demonstra quem está do lado perverso na história.

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Do PadreCléber Eduardo Dos Santos Dias :

Prezado Prof. Olavo.
Envio-lhe esta curta mensagem por meio de sua esposa, pois sua caixa de mensagens deve estar como sempre abarrotada. Sei que minha mensagem não acrescentará em nada o que pessoas mais próximas e queridas suas têm a dizer-lhe, mas mesmo assim a envio.
Este episódio grotesco só pode dar-lhe uma certeza: a quantidade de pessoas que o amam e estimam – mesmo nem intuindo ou sonhando no todo aquilo qe o senhor faz – é infinitamente superior a qualquer detração, mesmo uma dolorida vinda de “fogo amigo”. Sua fé em nosso Senhor Jesus Cristo e a certeza de que o senhor ajudou a despertar o Brasil da boçalidade orgulhosa são os dois demarcadores que o farão reerguer-se para o combate.
Há bem mais pessoas que o senhor imagina que rezam pela sua paz e para que continues a despertar um país de sua letargia retumbante. Siga no front, soldado!
In Christo,
Padre Cléber

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Do meu amigo John Haskins:

Olavo, I assume you read my first reply to Julio tonight.
Of course I will also do the most important part: debunk the nasty rumors Julio sent.

I believe it was necessary to first refute his extravagant attempts to drive a wedge between you and me by grossly distorting the communications about the Inquisition several years ago.

Actually, I feel sorry for him. Obviously you hurt his self-esteem very deeply, but that’s not why I feel sorry for him. Rather, it’s that he’s so weak, behind the false security of his shallow Pentecostalism and his “conservative” issue advocacy. Though I’m writing harshly to him I am aware that my words will humiliate him perhaps deeply, which I take no pleasure in doing because I am not aware of any path for a weak man to face what he is and become strong.

As a larger problem this is a colossal tragedy. I believe it’s one of the most serious obstacles to objectives and projects such as yours: there are no men out there upon which to establish anything. They are all little boys or effeminates (malakoi). I know of no escape for them from that state, except possibly for some, a psychologically violent destruction of all that they have trusted. Maybe if they are forced to become hunter-gatherers and fight to stay alive they will become men. But most would only become jackals covered in fleas, the stronger ones might be hyenas, scavengers.

Probably tomorrow I’ll have time for the main reply. This kind of rebuttal takes intense concentration and a lot of energy to be effective. I’m too tired right now.

John

From: haskinsjohn Tue, Sep 19, 2017 5:13 am To: juliosevero
Cc: jrnyquist; miguel.-bd; justiceparker; gottfrpe; skbaskerville ; ayelt; edwinvieira scbaldwin; ape46; alfonsoplazasv minascarakushansky; zoilandon; oakwoodwolf; roxane.andrade; alec.cota
Subject: Severo’s latest attack on Olavo de Carvalho — Re: To IAI Fellows and Its Director

If you read Julio Severo’s spectacular rumor-mongering against Olavo please read my reply on Olavo’s behalf.

If this attack were upon me, I might not even bother debunking it, though it’s quite repugnant.

It is in part borrowed (with shameless opportunism) by Julio from allegations in a very public character assassination being attempted in Brazil to discredit Olavo.

Those behind the accusations which Julio is spreading vengefully are people apparently backed by the spectacularly corrupt regime which has deep ties to the communist regimes in Cuba and Venezuela, the FARC Marxist narco-mafia which controls much of the narcotics distribution in the Western Hemisphere, etc, etc….

According to Olavo, a major Brazilian magazine has published his rebuttal, which already has attracted some half-million readers online. Olavo is a major intellectual figure and pundit there, and has done much to discredit the crypto-communist narco-mafia government.
Some of you know all this, but others may not.

In my original reply (below, from June 2016) to Julio’s previous outing, I answered his attempt to use Olavo’s views of the Inquisition to discredit Olavo among Protestant friends and colleagues. As far as I know, Olavo doesn’t deny Catholic burnings of “heretics” like Jan Hus, John Wycliffe, etc. and he told me last year he doesn’t deny the French massacre of the Huguenots. Jeff Nyquist (a Protestant) lent support (farther below) to Olavo’s conclusions.

To whatever degree Olavo’s conclusions are historically correct, they are views of history, based on sources. Rational people will not anathematize a person on such a basis. But Julio, whose life seems overly dedicated to asserting that Pentecostalism represents God’s most sublime achievement and to discrediting Calvinists, Catholics and others who don’t speak in tongues and cure leprosy, has a deeply bruised ego that won’t heal..

Below, unfortunately, I’m’forced to first debunk Julio’s strained portrayal of me as his erstwhile accomplice in this foolishness. I doubt most of you will want to read that — except possibly if you read the rumors he’s spreading about Olavo’s family life and research interests decades ago and need help judging Julio’s value as a bearer of tales. I’ll try to be fair to Julio.

[MORE IMPORTANTLY, in a separate e-mail I’ll answer, on Olavo’s behalf, the new ad hominem slander that poor Julio has seized upon and is trafficking around.]

John
(My replies are highlighted to make it easier.)

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Julio Soumzero é um pseudópodo dos Veadascos. Nada mais.

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Tudo o que escrevi sobre a Inquisição — nada mais que notinhas resumidíssimas — foi baseado nas Atas do simpósio que reuniu os maiores historiadores dessa matéria em 1998: Agostino Borromeo (org), L’inquisizione: atti del Simposio internazionale, Città del Vaticano, 29-31 ottobre 1998.
O Julio Soumzero não lê italiano, não conhece o livro e não tem qualificações mínimas para discutir o assunto. Tudo o que ele quer é queimar minha reputação perante os membros protestantes do Inter-American Institute, no propósito mal disfarçado de camuflar a fraude que cometeu ao coletar dinheiro sob falsos pretextos — crime que denunciei há tempos.

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Mensagem do Marcelo Amaral :

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Como o Carlos Veadasco, em plena idade adulta, reconhece ser ainda presa fácil das tendências psicopáticas que o dominam desde a infância, ele simplesmente não pode compreender o que é a vida de um homem normal que evolui entre contradições até estabilizar-se na forma de uma maturidade que as absorve e transcende.
Daí a sua tendência, fartamente documentada no que ele escreve contra mim, de espremer numa simultaneidade delirante e deformante as diferentes épocas da minha vida, como se, à imagem dele, eu estivesse preso em etapas do meu passado que hoje para mim só têm um vago interesse autobiográfico, e às vezes nem isso.
A incapacidade de sentir a passagem do tempo e de integrá-la numa visão sucessiva é um bem conhecido sintoma da ingestão da cannabis, mas pode também ter outras causas, que vão da simples imaturidade à psicopatia.
Outra deformidade grave da sua mente é a incapacidade de distinguir entre prosaicas relações de parentesco e uma parceria baseada em planos político-estratégicos vagamente sinistros, a serviço de sabe-se lá que poderes internacionais e destinada, segundo ele, a produzir uma “primavera árabe” na América Latina e eventualmente — caralho! — uma guerra mundial.
É quase impossível ao leitor culto não perceber que a forma dessa mente é a de uma caricatura grotesca e mórbida da vida intelectual — algo que normalmente só deveria merecer atenção de tipo clínico.

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Da página da Cristina Froes :

Prof. Olavo de Carvalho, somente agora vim me manifestar publicamente porque vi com muita tristeza que a situação chegou na mídia. Até ontem me mantive em silêncio porque aprendi com o senhor a não opinar sobre o que não se sabe. E não falei ontem porque cheguei tarde em casa de um plantão de 12hs.
Além disso, estava realmente triste com o que estava acontecendo ao ponto de querer lhe chamar no Skype para lhe dizer algumas palavras de conforto. Graças à Deus que recebeu inúmeras manifestações de carinho.
Não queria ser repetitiva e dizer o mesmo que muitos dos seus afetos lhe disseram, mas apenas como testemunho mesmo:
Devo muitissimo ao senhor, além do Luís Filidis, do Padre Paulo Ricardo, de Dom Bertrand e do Dr. Plínio Corrêa de Oliveira a minha conversão ao Catolicismo. Mas devo mais e particularmente ao senhor de como PERDOAR VERDADEIRAMENTE – o que foi muito importante para a minha vida hoje. E – veja só! – foi com o senhor que aprendi a importância de se honrar pai e mãe. Lembro-me mais ou menos destas palavras no COF – não exatamente com estas: falar mal dos pais atinge-nos muito mais porque na verdade estamos falando de nós mesmos. Seus alunos devem lembrar melhor desta aula.
Professor Olavo, todo o meu carinho e gratidão ao senhor por tudo que fez por mim e pela minha família!
O senhor nem imagina!
Que Nossa Senhora lhe abençoe grandemente!

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Estar a par do “status quaestionis” — um hábito que espero ter inoculado nos meus alunos de uma vez para sempre — não é o mesmo que seguir o consenso atual reinante entre os estudiosos de determinada matéria, o “state of the art”. É também conhecer as vias que foram abandonadas num passado às vezes remoto, e que merecem ser percorridas de novo em busca de tesouros esquecidos. Sem isso eu jamais teria escrito “Aristóteles em Nova Perspectiva”.

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A grande novidade do simpósio l’Inquisizione, bem como dos livros do prof. Henry Kamen, é que neles se vê pela primeira vez um exame histórico da Inquisição baseado na leitura integral dos autos dos processos inquisitoriais, a mais primária das fontes e a mais ignorada durante cinco séculos. Pois, por incrível que pareça, esse material só começou a ser examinado a partir de 1947. E as revelações que ele trouxe mostram que, sem a menor possibilidade de dúvida, a imagem popular da Inquisição se constitui de 95 por cento de falsificações grosseiras e lendas urbanas impregnadas no “senso comum” pela mera repetição mecânica.
Segundo o Julio Soumzero, divulgar os ensinamentos dessas fontes é “tomar partido da Inquisição”.

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Bravo, Nando Moura !

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