18.9.2017

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Notem, por favor, que até agora eu não disse uma palavra sequer contra a minha filha. Nem vou dizer.

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Mais da Lu Arianov:

Existe um motivo para a minha foto não ser realmente minha. Eu SEI de muitas histórias, bem piores do que as que comentei. Conheço vários familiares da Heloísa, e cada um deles pode provar o que eu estou falando.
Frequento Atibaia há muito tempo, e a conheci ainda quando eu era criança. Nessa época, ela morava com seu marido e filho na casa de sua tia, e era por ela sustentada. Já naquela época ela não prestava. Ela fez essa mudança para Atibaia quando o Olavo perdeu muitos alunos, e já não tinha mais dinheiro. Então, como boa oportunista, foi se pendurar em quem tinha dinheiro, que é a parte comunista da família. O que acontece agora é exatamente a mesma coisa, tanto que nem a própria nega esse fato. Enquanto o pai lhe mandava dinheiro, ela postava fotos e homenagens e se dizia a filha predileta. Agora que ele não o faz mais, ela se virou contra ele.
Ainda tenho grandes amigos em Atibaia, e frequento a cidade. A Heloisa é louca, perigosa e conhece toda a Polícia de Atibaia, visto que ela mesma já foi policial e daquelas bem sujas. Atormentou tanto a todos, que um de seus ex-maridos, também policial, foi afastado da corporação por INSANIDADE.
Claro. Casado com ela, quem não ficaria louco?
Podem ficar tranquilos que, a hora em que a minha segurança, a de meus amigos e a da minha família não estiver mais em risco, eu mostro meu rosto. Até lá, busquem confirmação do que eu escrevo e vocês vão ver quem realmente é a Heloisa.
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Aos Heloisettes de plantão:
Não sou fake, e muito menos o Olavo se passando por alguém.
A família deles é MUITO grande, e todas essas passagens que comentei na “carta aberta” podem ser confirmadas por qualquer deles. É como qualquer outra família, onde encontra-se de tudo. Tem vários agregados e muita coisa, tanto boa quanto ruim.
Meu perfil não foi criado há 5 dias. Já existia bem antes disso, mas foi desativado. Prefiro viver no mundo real, onde as pessoas dão a cara pra bater e falam sem se esconder. Apenas o reativei há 5 dias.
Não mudem os fatos, independente disso: a Heloisa não presta. Não merece nem a cachaça barata que ela compra, quem dirá a credibilidade de alguém.
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Como já era esperado, a Heloisa de Carvalho Martin Arribas excluiu meu comentário de sua publicação e me bloqueou. Não fugiu de sua normalidade, nem me surpreende: fugiu como a cadela sarnenta que é, e a essa hora deve estar escondida em algum boteco afogando suas mágoas na mardita.
É muito fácil ser “mulher macho” por trás de uma tela. Cadê a mesma coragem que ela demonstrou quando resolveu atacar seu pai e o resto dos familiares? Fica a pergunta.

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Contribuição da Milene Robles :

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Da página do Lucas Secundum : A prova cabal de que a carta da Heloísa foi preparada E PAGA pelos Veadascos:

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AUTO-RETRATO DE UMA PERSONALIDADE PSICOPÁTICA:

«No conjunto de todas as tendências que existem dentro de mim, há algumas terríveis. Elas me acompanharam desde tenra idade e, apesar de conhecer a sua História e o seu desenvolvimento, não consigo explicar o porquê de lá estarem e de nunca desaparecerem: muitos passaram por coisas ainda mais extremas do que eu e não adquiriram estas tendências. São elas a ira, a arrogância e a paranóia, uma combinação verdadeiramente perigosa que quando se sobrepõe às tendências positivas, transforma um homem num verdadeiro monstro. Conhecer intimamente estas três irmãs é ao mesmo tempo um perigo, como todos imaginam, mas também é um dom, pois isso abre uma janela para a compreensão das mentes mais perversas, tanto a nível individual como colectivo, e nos meus estudos de História eu aprendi o quanto isso é precioso.

Entretanto, essa janela aberta para o lado mais negro do homem exige de mim um constante exercício para me manter fortalecido, até porque eu sinto todos os dias como a minha energia é sugada pelo mal. Quando estou bem e fortalecido, e isso não é apenas mental, mas também é físico, essas tendências me ajudam e acabam por me dotar de armas preciosas contra o mal, porém, quando estou fraco, elas podem tomar conta de mim e despertar paixões tão intensas que fazem de mim um verdadeiro louco; mas não um louco qualquer, mas um louco perigoso.”

CARLOS VELASCO

http://midiasemmascara.org/ar…/economia/2014-03-12-04-43-43/

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Admito que as tendências perversas que, segundo o Carlos Veadasco, AINDA HABITAM A SUA ALMA, podem “abrir uma janela para a compreensão das mentes mais perversas”. Mas, na mesma medida, tornam essa alma cega para o bem, por trás do qual há de buscar sempre, obsessivamente, uma motivação maligna igual àquelas que a inspiram.
Creio ter sido por volta de 2014 que esse indivíduo teve a idéia sublime de salvar o mundo das minhas garras — um empreendimento que, na imaginação dele, deve ter brotado numa das fases boazinhas da sua existência bipolar.
Como observou naquela ocasião o editor do Mídia Sem Máscara (creio que já fosse o Edson Camargo), “mais importante é a acusação que o Sr. Velasco faz de que Olavo de Carvalho é um desestabilizador preparando uma ‘primavera árabe’ para o Brasil, para provocar um conflito generalizado na América do Sul, podendo isso até gerar uma guerra mundial”.

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O hominho está persuadido de que faz essa merda toda para evitar uma guerra mundial…

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Da página da Leilah Carvalho :

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Eu nada disse contra a Heloísa, nem direi. Mas um ponto na mensagem da Lu Arianov tem de ser confirmado, porque é a pura verdade. Desde que me separei da mãe da Heloisa, esta só passou curtos períodos comigo e não foi educada por mim, e sim pela parte comunista da familia, isto é, pelos parentes da mãe dela. “Parte comunista” não é um modo de dizer nem um julgamento ideológico. É um fato puro e simples. O avô materno da Heloísa, José Costa, foi dirigente do PCB, e dois outros membros da família estiveram presos por participação nas guerrilhas. Foram trocados por um embaixador durante um sequestro e terminaram seus dias na Suécia.

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Se eu fosse retificar ponto por ponto a narrativa da Heloisa, teria de entrar em detalhes repugnantes quanto à conduta criminosa e ao caráter patológico de alguns contraparentes, entre os quais se incluem dois esquizofrênicos com tendências homicidas, um pedófilo e uma personalidade psicopática com laudo médico passado por um célebre psiquiatra forense. Não tenho pelas abjeções reais da vida alheia o interesse obsessivo que os Veadascos têm pelas que imaginam na minha, de modo que evitarei o quanto possível entrar nesse assunto. Mas o post que os Veadascos prepararam e patrocinaram é por si mesmo tão melodramaticamente fantasioso que se desmente por si e não tem credibilidade senão para pessoas de mente frágil, de sorte que nenhuma explicação é necessária para leitores de bom senso.

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No mínimo, É ÓBVIO que ao menos o texto final da carta não foi escrito pela Heloisa. Falta, na mais generosa das hipóteses, um erro de gramática a cada duas linhas.

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Não devo, aliás, explicações a ninguém. O ônus da prova, que eu saiba, pertence ao acusador.

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Usar essa fofocagem idiota e macabra como ocasião para enlamear por tabela a imagem do Jair Bolsonaro é uma daquelas espertezas pueris, tão típicas da mídia nacional, que se autodenunciam no ato.
Sou, em intenção, eleitor do Bolsonaro, mas não sou seu cabo eleitoral, não participo da sua campanha nem mesmo em pensamento e não tenho com ele nenhuma espécie de contato ou acordo político.
Dois dos seus filhos vieram me visitar e tudo o que eu lhes disse foi que estaria à disposição do seu pai caso ele quisesse algum conselho meu. Diria o mesmo a qualquer outro candidato presidencial.

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Não devo, aliás, explicações a ninguém. O ônus da prova, que eu saiba, pertence ao acusador.

No mínimo, É ÓBVIO que ao menos o texto final da carta não foi escrito pela Heloisa. Falta, na mais generosa das hipóteses, um erro de gramática a cada duas linhas.

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O site da Montfaible está repassando a mensagem dos Veadascos, antecedida de um “Salve Maria”, e afirmando, sem o mais mínimo sinal de prova, que se trata de revelações autênticas. Que mais se poderia esperar dessa gente?

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Da página do Raul Martins :

O Sr. Francisco Razzo, a quem eu já tive o desprazer e a burrice de admirar, assanhado qual cão no cio mal pôde esconder a alegria ante a carta psicótica — literalmente patrocinada e impulsionada pelos irmãos Veadasco, dupla de malucos igualmente psicóticos — que a filha do professor Olavo escreveu ao pai, cá no Facebook.

Já foi logo, magnânimo que só, a cofiar as filosóficas barbas, com a sua aguçadíssima mente analítica e aquele estilo literário epiléptico-psicodélico de Hegel bêbado do agreste, informando ao mundo ingênuo que o professor Olavo é — rufem os tambores — igualzinho ao Lula; além de diabólico. Eu vi Satanás cair do Céu como um relâmpago, e além dos chifres, dos pés de bode e do tridente de praxe ele estava com um cigarro na boca e uma caneca de café na mão, a gritar um ora porrrraaaaaa…

À parte o ridículo inacreditável a que se presta o Sr. Razzo, marmanjo com não sei quantos filhos nas costas que não perde uma chance de falar asneiras, eis o que é engraçado: todos os anti-Olavo, desde os mais xiitas até os mais sunitas, desde os mais abertamente histéricos até os mais come-quieto e mexeriqueiros nas sombras, falam com um formidável arzinho de condescendência. É sempre a mesma coisa; sempre o mesmo tom pegajoso de quem crê piamente pairar acima do interlocutor. São, todos eles, uns Morpheus, com as suas pílulas azuis para os iludidos alunos do COF; todos eles Moisés, a conduzir num novo Êxodo os olavetes escravos do Faraó da Virgínia.

Se não é um analfabeto micareteiro a dizer que largou, enfim e de vez, o olavismo, é um Júlio Lemos, o Zé Bonitinho das ciências, com aquele ar blasé inevitável, a soltar aqui e ali pérolas de sabedoria transcendental aos porcos olavetes; se não é um Rodrigo Constantino a escrever (urgh) um romance (sim, é sério) sobre o “Otávio de Ramalho” (juro, não estou brincando), é um cristãozão qualquer a denunciar o gnosticismo olavético; se não é um Reinaldo Azevedo a chamá-lo de líder de seita, é um pastor a chamá-lo de nazista; se não é um petista a chamá-lo de fascista, é um liberal a chamá-lo de fascista; se não é o diabo a quatro a chamá-lo de muçulmano enrustido, é o sr. Razzo a chamá-lo de diabólico.

Mas todos, sem exceção, falam com aquele tom de “senta aqui no colo do tio que eu vou te explicar uma coisa”. O tio pode ser histérico, pode ser calmo, pode ser mais ou menos inteligente, mais ou menos piedoso — mas é sempre um tio. E nós, os alunos do COF, somos os sobrinhos ingênuos, demasiadamente ingênuos.

Só há, aí, um pequeno problema: todas as cabeças iluminadas juntas não seriam capazes de escrever dez páginas do Jardim das Aflições. Sei bem que não sou lá grande coisa, mas sou uma inteligência, e estou desperto. Quantas inteligências os detratores e caluniadores do prof. Olavo já despertaram? Quantas vidas já mudaram com um simples artigo? Com uma frase solta ao léu num excerto de Youtube? Anteontem, o diabólico guru da Virgínia deu a 400ª aula do COF. Há alguns dias, fui reassistir à primeira delas e fiquei literalmente o dia inteiro para terminá-la, de tantas anotações que fiz. Quantos aulas já deram os faladores? E quanto alunos os há por aí para dizer, a plenos pulmões, que elas lhes mudaram as vidas? Eu divido a minha vida em pré-COF e pós-COF. Enquanto os libertadores maldizem, o maldito liberta. Uma árvore se conhece pelos seus frutos. Quais são os frutos de suas maledicências e picuinhas, ó retos e irrepreensíveis críticos de botequim? Quantos se tornaram mais corajosos, mais sinceros, mais inteligentes com os seus esforços? Quantas personalides já se transformaram pela força pura de suas próprias?

Vocês acham que nós o defendemos por julgar que ele é santo? Que o amamos por crer que ele é perfeito?

O sr. Razzo diz que o professor Olavo é diabólico. Mas que diabo é esse que tantos leva a Deus? Que mal é esse que faz tanto bem? Que obscuro que a tantos faz pensar? Quando o fogo do tempo vier consumir e purificar as obras dos Homens, o ouro, as jóias e as pedras preciosas dos frutos do filósofo haverão de permanecer, incólumes e gloriosos, em meio às cinzas das fofocas espalhadas pelo chão escuro do anonimato.

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Da página do Fabio L. Leite :

Estive pessoalmente com a família do professor Olavo de Carvalho em três ocasiões distintas.

A primeira foi ainda em Curitiba quando, visitando aquela cidade e sendo enxerido, liguei para a professor perguntando se poderíamos aproveitar minha estada lá para almoçarmos e conversarmos. Para minha surpresa dado que até então eu conversara com ele apenas no contexto de sala de aula, ao invés disso, ele me convidou para jantar na casa dele, onde conheci a Roxane Carvalho e a Leilah Carvalho. Não lembro porque cargas d’água o Pedro de Carvalho não estava lá nesse dia.

A segunda foi em 2008, já nos EUA, onde, assim como já fizera com outros alunos, ele permitira que alguns de nós mais durebas pernoitassem na casa dele para fazermos o curso, salvando-nos assim do custo do hotel. Na época eu acabara de me mudar para Curitiba, morava em pensão e não tinha um emprego fixo ainda. Só conseguira ir para o curso por imensa generosidade de uma pessoa amiga. Lá convivi com a família mais tempo confirmando que é uma família harmoniosa e de hábitos generosos, boa parte de seus problemas com o mundo vindo antes do excesso de generosidade que vulnerabiliza para facadas nas costas.

A terceira, que espero não ser a última, foi ano passado quando aproveitando o feriado de Ação de Graças estive lá mais uma vez e fui recebido, bem como outros visitantes que estavam lá, com toda hospitalidade e amizade nesta comemoração tipicamente familiar, apesar inclusive do professor na ocasião estar baleado com um gripe forte que justificaria perfeitamente um pedido de não tratar com ninguém por um tempo. Uma das ações “diabólicas” e de “rituais secretos” que pude testemunhar nessa ocasião foi a família rezar o terço juntos.

Em todas as três situações o que vi foi uma família feliz, rodeada de amigos, mais hospitaleira a estranhos do que eu mesmo sou no meu dia-a-dia – e lembremos que hospitalidade é uma das virtudes bíblicas. Não duvido que tenham seus problemas, os quais por caridade e direito de privacidade evidentemente eles não compartilham com ninguém de fora. Mas tenho certeza também que são os problemas normais de qualquer família e, dada a evidente boa índole de todos ali, suspeito que menos intensos do que naquelas famílias mais dramáticas.

Além desses três, conheci a Inês de Carvalho ainda no Rio de Janeiro, nas aulas do Olavo. Simpatíssissima e inteligente, embora não tenha tido contato mais próximo, sempre tive a melhor das impressões sobre ela. Outro filho, que é bem conhecido, é o Luiz Gonzaga De Carvalho Neto que dá aula no ICLS. Não acompanho seu trabalho com a mesma proximidade que acompanho o do Olavo, mas do pouco que vi, quando menciona o pai é sempre de forma elogiosa e respeitosa.

Quanto ao passado do professor Olavo de Carvalho, também nunca foi segredo seu envolvimento com astrologia, tariqa do Schuón, que suas primeiras experiências como marido e pai não foram boas (o professor já lamentou publicamente no Facebook por não ter sido tão bom pai com os primeiros filhos quanto hoje ele sabe ser!), nem uma vida sexual mais promíscua na juventude – ele mesmo mencionou certa vez que desistira de casar-se com uma moça virgem quando pela primeira vez entrou em um bordel. Ou seja, qualquer insinuação de que ele escondia seu passado para fazer-se de santinho é uma deslavada mentira. Antes parece-me que ele divulgou abertamente mais fatos da sua vida privada do que a vasta maioria das pessoas que tem presença pública faz, e imensamente mais do que, para minha personalidade mais desconfiada ao menos, parece-me prudente. Cada vez que eu lia um desses fatos, comentado não discretamente numa roda de amigos, mas publicado no Facebook, pensava logo que cedo ou tarde algum mal-intencionado usaria isso contra o professor.

Tendo dito isso, um membro da família que nunca conheci pessoalmente foi a tal da Heloísa. O que sei é que mais de um testemunho que tive de pessoas próximas da família é de que ela é uma pessoa desequilibrada, que jamais perdôou o pai por erros da juventude, cultivando por todos esses anos um rancor literalmente enlouquecedor, sentido-se no direito de tudo exigir do pai, financeiramente inclusive, talvez por compensação, esperando com isso aliviar a dor que seu rancor cultiva ao invés de perdoar, e tornando-se agressiva quando seus delírios compensatórios não são satisfeitos – sem que nenhuma demonstração de afeto, amor ou arrependimento hoje lhe dê a paz de coração para perdoar os erros de ontem. Suspeito que guarde profunda inveja da esposa e filhos atuais do Olavo, certamente uma família muito mais harmoniosa que a dela foi e cuja semelhança, parece, ela jamais conseguiu obter nas famílias que ela mesmo chegou a construir, sentimento de inveja esse que é o testemunho constante e incalável de que ela sabe sim que o pai mudou, amadureceu e finalmente se tornou o pai que ela gostaria que ele tivesse sido. É uma pena, porque se ela não teve esse pai na infância por responsabilidade dele, ela poderia ter o pai que queria hoje, se não fosse por suas atitudes atuais. O que ela perdeu na infância não está nem sob o poder do Olavo recuperar porque ele não tem como mudar o passado. O que ela está deixando de ter agora, inclusive o amor de seu pai hoje, é responsabilidade exclusiva dela agora, não mais do pai. E sejamos sinceros. O Olavo está com 70 anos. Queira Deus que viva bastante, mas eu não gostaria de viver os últimos anos da presença do meu pai na terra, meus últimos anos para experimentar seu amor, guardando rancores de infância. Não vou dizer pela internet como uma pessoa que sequer conheço deve lidar com sua dor. Ela é adulta, suponho que conheça o Evangelho ao menos como estória, e já devem ter dito mil vezes à ela que o rancor e inveja são auto-destrutivos, que tentar cooptar a piedade e punir o pai por auto-sabotagem (“olha pra mim, olha como minha vida é ruim pai, e é por sua culpa!”) é irracional, que desejar que algum pedido de desculpas para ser verdadeiro tenha que adquirir a forma de uma humilhação e submissão a uma vingança cruel é em si uma crueldade e uma perversidade e que perdoar é que a aliviaria.

Observo tudo isso para ter como critério de avaliação da credibilidade e valor de uma “carta” escrita por essa filha junto a inimigos jurados do professor Olavo, um dos quais admite ter personalidade borderline *e* psicopata. Se havia necessidade de alguma prova da auto-destrutividade mencionada acima é que ela põe-se a caluniá-lo a serviço de duas pessoas perturbadas que concentram toda a sua vida em tentar destruir a imagem pública do homem que é o centro do seu mundo imaginativo e emocional, provavelmente o centro de paixões homoafetivas mal-resolvidas e odiadas por eles mesmos, necessitando destruir sua imagem como destruição compensatória para aliviar o ego que o ama de forma que eles detestam, amor esse que gostariam de destruir mas não conseguem. E não digo isso como piada ou xingamento, mas como uma hipótese psicológica que me parece razoável. Ou seja, entre inveja e loucura, rancor e obsessão, trata-se de um emaranhado de trevas entre trevas. Que Deus tenha piedade de nós, e ilumine todas as almas.

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Recebi do Rodrigo Gurgel

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É claro que não vou ficar destrinchando, uma a uma, as acusações insanas da mensagem Heloísa-Veadascos. Só mencionei os gemidos audíveis à distância pela comicidade involuntária do tópico. Mas há uma dessas acusações — a pior — que me suscita irresistivelmente algumas perguntas.
Primeira: Alguém ignora que a Heloísa tem não um, nem dois, mas SETE irmãos, e que, se eu tivesse ameaçado a algum deles com um cano de revólver encostado na sua cabeça, como a Heloísa diz que o fiz com vários deles, ele teria o máximo interesse em correr para confirmar o depoimento da irmã que o defende contra um pai virtualmente assassino?
Em vez disso, um deles já qualificou o procedimento dela de “abominação blasfema”, o que é corretíssimo tanto na perspectiva islâmica, que é a dele, quanto na cristã.
Os outros, com toda a certeza, tomarão atitude similar. Nem preciso consultá-los, porque os conheço e sei que bem conhecem a mentalidade da irmã.
Segunda pergunta: Por que algumas pessoas, como os trombadinhas da Montfaible a sra. Rochelle Cysne d’Abreu — vergonhosamente, uma colaboradora do prof. Loryel Rocha –, sem a menor curiosidade de ouvir o depoimento das alegadas vítimas, se apressam a tomar as declarações da mensagem como verdadeiras e a divulgá-las, sob esse rótulo, nas suas respectivas páginas e na dos próprios Veadascos? Não vêem que a Heloísa, no caso, é uma acusadora que entra em cena trazendo, em vez de testemunhas, anti-testemunhas? Não vêem que, procedendo como o fizeram, se tornam cúmplices de um crime de calúnia, tão criminosas quanto os próprios remetentes da mensagem originária?

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Mensagem do Dr. Italo Marsili, médico psiquiatra:

TESTEMUNHO OLAVO DE CARVALHO

Morei com Olavo de Carvalho entre 2007 e 2008, na Virginia. em 2005 conheci seus escritos jornalísticos, os quais consumi em apenas uma tragada. Logo progredi para suas apostilas e transcrições, livros e DVDs. Não havia mais nada disponível, tudo havia sido estudado, resumido, meditado, confrontado — desde os escritos de astrocaracterologia e alquimia até às análises de conjuntura política, passando por psicologia, gnoseologia e religião. Foi então que resolvi tomar coragem; escrevi-lhe um e-mail pedindo “asilo intelectual”. Sinceramente não esperava resposta. Em menos de 24h recebi um e-mail bem humorado revelando a mim a personalidade do homem mais generoso com quem convivi. Entre acertos práticos e teóricos, a querida Roxane Carvalho entrou no circuito. Ambos me trataram com o maior carinho e benevolência que se possa imaginar. NUNCA haviam me visto. NUNCA haviam convivido comigo; ainda assim me acolheram como quem acolhe a um filho. Cheguei em Richmond pela primeira vez em 28 de dezembro de 2007. Cometi uma incrível gafe: comuniquei o horário de chegada do voo errado. Olavo e família foram ao aeroporto com 7 horas de antecedência. Comecei mal; eles não. Assim que fui recebido pela Leilah Carvalho e pelo Pedro (Olavo e Roxane já haviam voltado para casa), pude perceber que eu estava em família. Nenhuma crítica, nenhum sinal de contrariedade; pelo contrário, sorrisos abertos e semblantes leves. A conversa fluiu naturalmente. Chegando até a casa do professor, fui rapidamente introduzido ao escritório onde pude vê-lo pela primeira vez. Estava assistindo a um videoclipe dos Mamonas Assassinas; ria divertidamente, muito. Aquela cena confirmou minhas expectativas. Estava diante de um homem de verdade, sem empáfias, sem falsidade, sem pose. Que coração. Que generosidade. Deu-me um abraço, perguntou sobre a viagem e começou a me mostrar sua biblioteca: “aqui a literatura universal, ali os de teologia e religião, desse lado muita coisa sobre comunismo… e esses aqui, sobre Descartes, etc.”. Passamos uns 10 minutos esperando o jantar. Entramos. Sentamos à mesa. Olavo começou a prece do Pai-Nosso em inglês. Sem afetações, começamos a nos servir. Era uma torta de camarão, item de luxo — naquela altura eu não sabia dos apertos financeiros pelos quais a família passava (JB e Diário do Comércio não pareciam bons pagadores). Muitas anedotas e algum filme de ação do Van Dame, creio, nos acompanharam naquele primeiro jantar com a família. A mim, apenas uma advertência: “você só não me verá cagar, todo o resto esteja à vontade”. Já nos primeiros dias perceberam que eu não possuía um computador, deram-me um bom Laptop que não estava sendo usado. Jamais deixaram que eu pagasse nenhuma conta (nem mercado, nem abastecimento do carro, nem nada).

Passaram-se os dias e a rotina confirmava minhas primeiras impressões: benevolência, doação, generosidade e outras virtudes inimagináveis para o brasileiro médio eram a tônica das condutas em família. Vi o Olavo atender, solicito e paciente, ao telefonema de algumas figuravas que viriam a traí-lo.

Rezávamos o terço juntos quase que diariamente. Testemunhei ainda uma cena memorável: assistíamos, apenas ele e eu, ao filme do Padre Pio. Após aquela poderosa cena na qual o Padre Pio repreende a um de seus fiéis com um murro no rosto, Olavo pausa o filme, levanta-se em silêncio, confronta o horizonte com seus olhos – talvez com todo seu espírito – e pergunta, não a mim, evidentemente, mas talvez ao próprio Deus: “o que será que o Padre Pio diria de mim?”. A partir dessa data, passou a pedir a interceção deste mesmo santo e da virgem maria antes do início de seus programas de rádio semanais.

Testemunhei centenas de histórias que não caberiam nesse post. Imaginem a seguinte rotina: eu chegava na biblioteca por volta das 23h, frequentemente munido de uma pergunta — muitas idiotas —, às quais eram respondidas com toda a deferência, como se eu fosse um rei. Essa era precisamente a impressão que ia se confirmando em mim através daquele convívio: o Olavo era capaz de ver a realeza do ser-humano, a personalidade atual e a possível. Suas ações encaminhavam-se no sentido de promover em mim, no aluno em geral, creio, a descoberta, a assunção da própria personalidade humana, da vocação mesma. Fui testemunha de inúmeros atos que ficaram gravados na minha memória e no meio peito. Vi uma família de verdade. Espero que os novos, bem como os antigos, detratores do Olavo encontrem juízo mental e paz em seus espíritos.

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Mensagem do Tales de Carvalho:

REPETINDO E REPETINDO E REPETINDO…

Sujar a imagem dos pais “lavando roupa suja em público” é um pecado GRAVÍSSIMO, mesmo que as acusações sejam verdadeiras. Inventar mentiras sobre os pais é uma ABOMINAÇÃO BLASFEMA da pior categoria que muitas vezes é seguida de punições divinas já nessa vida.

Quando os pais cometem injustiças contra nós, devemos perdoar ou, na pior, nos afastar. Quando os pais cometem injustiças contra terceiros, o máximo que podemos fazer é testemunhar a verdade diante de AUTORIDADES LEGÍTIMAS, nada além disso e JAMAIS em redes sociais.

Isso é o que Deus, através de nossa amada Religião, nos ordena, mesmo quando nossos pais não gostam muito dela 🙂

Compartilhem à vontade (copiando e colando) mas, nesse caso, insisto que citem a fonte.”

“”Nossos pais foram ELEITOS POR DEUS como intermediários de nossa criação, daí toda a necessidade de honra-los na medida do possível e de respeita-los sempre.

“Quem não é grato à criatura não pode ser grato ao Criador!” – Hadith”

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Só uma coisa não entendo: Desde que o Veadasco escreveu que sou um agente designado sabe-se lá por quais poderes para provocar uma guerra mundial, como é possível não lhe dar razão quando ele mesmo se confessa, com toda a seriedade, um louco perigoso?

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O Brasil 171 publica a carta da Lu Arianov, afirmando, porém, que é uma falsificação criada por mim. Que mais se poderia esperar de um site que vive de propinas?

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O AUTÊNTICO OBA-OBA

Depois de presentar o público com as obras sublimes do Antonio Obá, o Santander traz ao Brasil logo quem? O Obama em pessoa. Antonio Obama e Barack Obá: a dupla Oba-Oba.

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Era só o que faltava: a mensagem Veadasca saiu na Veja:

Filha publica carta com acusações contra Olavo de Carvalho

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Da página do Matheus Faria :

Gostaria de registrar meu profundo carinho pela família do professor Olavo de Carvalho.

Encontrei pessoas sensacionais e que me trataram como um filho durante minha visita à Virgínia.

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Chegamos a esse ponto: A Veja publica uma acusação de crime sem nem mesmo consultar as alegadas vítimas. Basta-lhe a palavra de terceiros.

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Uma segunda pergunta que me ocorre, diante da mensagem Heloisa-Veadascos, é a seguinte: Se a Heloisa sofreu abuso sexual aos nove anos de idade, quem foi o autor do crime? Por que não dá o nome? Por que protege o criminoso sob o manto do anonimato enquanto acusa de omissão, quatro décadas depois, o pai que na época não soube de coisa nenhuma?

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Mensagem do Miguel Nagib:

Caro Olavo,

Gostaria de manifestar, neste momento particularmente doloroso pelo qual você está passando, minha gratidão por tudo o que você já fez e continua a fazer pelo Brasil e pelos brasileiros. Sei que você sabe quem é, e não precisa que lhe digam essas coisas; mas me sinto no dever de dizer: você não mudou apenas o rumo de um país (os fatos estão aí); mudou a vida de muita gente, e mudou para melhor. Quanto a mim, posso dizer, aos 57 anos, que não seria quem sou se não fosse o Olavo de Carvalho. Lembro-me do parágrafo que me fisgou, há vinte anos. Está no prólogo do Imbecil Coletivo: um apelo à sinceridade que desde então vem guiando meus passos neste mundo:

“Dirijo-me ao que há de melhor no íntimo do meu leitor, não àquela sua casca temerosa e servil que diz amém à opinião grupal por medo da solidão. Fazer o contrário seria um desrespeito. Portanto, iracundo leitor, não me censure em público antes de certificar-se de que não me dará razão na intimidade, quando, no coração da noite, as palavras que lhe brotarem de dentro não encontrarem outro interlocutor senão o silêncio imenso.”

Depois disso, não parei de aprender com seus escritos e suas aulas. O bem que você tem espalhado é tão grande, que só Deus é capaz de lhe dar a merecida retribuição. E eu sei que, no fundo, é só isso que importa pra você.

Um grande abraço do amigo

Miguel Nagib

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“Até a publicação — diz a Veja –, Olavo não havia respondido ao contato de VEJA enviado por suas redes sociais.”

Não recebi contato nenhum, e o comentário brevíssimo que postei não foi publicado até agora.

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É a SEGUNDA VEZ que a Veja comete crime de difamação e calúnia contra mim. Da primeira vez, negou-me o direito de resposta, obrigando-me a recorrer à Justiça. Agora, não publica nem mesmo um breve comentário que enviei.

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Conversa da Leilah com o meu filho Davi — uma das supostas vítimas do crime de ameaça com revólver:

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Se, como diz a Heloísa, comi os fetos de todos os meus descendentes, de onde saiu essa que meio século depois da sua gestação interrompida aparece me acusando?
É um grave sinal de analfabetismo funcional não perceber que tudo isso é loucura.

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Os irmãos da Heloísa, os mesmos que teriam sofrido ameaça à mão armada, conhecem a peça e não sabem se riem ou se choram.

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Mensagem do Dr. Maurício Marques Canto :

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Olavo de Carvalho Uma das alegrias da minha vida é justamente o Davi ter-se casado com a bela e inteligentíssima filha de um dos meus amigos mais queridos.

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Da pagina da Stephanie Podbevsek, esposa do meu filho Davi e mãe de dois dos meus netos:

Não comece a ler essa postagem se você espera mais uma carta aberta. Trata-se de um pequeno relato, feito de coração e com gratidão, a uma pessoa que me é muito querida: meu sogro, Olavo, ou como carinhosamente o chamo, Sogrão.
O conheço desde antes de conhecer o Davi. Ele me foi apresentado pelo meu pai, e desde então teve grande influência na minha educação, na minha vida, na minha maneira de pensar.
Sou e sempre serei eternamente grata à ele, pois independente da sua contribuição para a filosofia, para a política, é por sua causa que eu tenho o meu Davi. Se ele não tivesse aceitado a bênção divina que é receber uma criança, ou o tivesse devorado como dizem que ele faz, hoje eu não teria o marido maravilhoso que eu tenho, e meus filhos não teriam o pai mais incrível que eu já vi.
E eu também serei eternamente grata pelo conselho simples que ele me deu, em um jantar no Outback, quando estávamos nos EUA. Eu estava sem falar com o meu pai, e ele que sabia de toda a situação e dos meus motivos para a falta de contato, chegou, colocou a mão no meu ombro e disse: “seu pai me ligou hoje. Perdoa ele. Ele te ama”.
Voltamos para o Brasil e no dia seguinte fui visitar meu pai. Dois meses depois, ele morreu.
A perda do meu pai me marcou muito, e até hoje dói. Mas seria infinitamente pior se eu não tivesse ouvido aquele conselho.

Falei para ele hoje, ao telefone, que o amo como se fosse meu segundo pai, e que neste coração, apesar do meu jeito meio “cavalar” como ele diz, tem muito carinho por ele e por toda a família.

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Da página do meu filho Davi de Carvalho, artista plástico, pai de dois dos meus netos e, segundo a mensagem Heloísa-Veadascos, uma das vítimas de ameaça a mão armada:

Davi de Carvalho
58 min ·

Eu evitei qualquer tipo de comentário sobre toda essa situação entre a minha irmã, Heloisa, e meu pai, Olavo. Porém, sérias acusações estão sendo feitas e não posso me silenciar diante disso.

O fato é: meu pai NUNCA apontou uma arma para a minha cabeça, e também NUNCA o vi apontar uma arma para qualquer outra pessoa. As armas que ele me MOSTROU, foram entregues por ele nas minhas mãos, para que eu mesmo pudesse atirar no shooting range que havia na casa dele na Virginia. Uma dessas vezes foi registrada no vídeo abaixo.

O que eu tenho a dizer sobre o resto da carta da Heloisa, e das outras acusações, é que ela é uma ingrata. Sempre foi com todos. Com a mãe, com o pai, com amigos e até mesmo com a tia que a criou, e a quem eu também devo muito.

Eu realmente sinto muito que meu pai, a essa altura da vida, tenha que passar por isso, e amargar o desgosto de ter a própria filha voltada contra ele e ainda por cima abraçada na pior corja de seres humanos que existem.

Independente dos problemas que qualquer um de nós, filhos, possam ter com ele, qualquer rede social não é lugar para resolver. Meu pai não é perfeito, como qualquer outro ser humano, mas uma coisa eu posso dizer com certeza: ele sempre perdoou qualquer pessoa que lhe pedisse desculpas, e fosse sincera, colocando imediatamente uma pedra em cima do assunto.

Acredito que, por pior que seja a situação e as histerias da Heloisa, enquanto se está vivo, sempre há esperança.

“A seguir, levantou-se e foi para seu pai.
Estando ainda longe, seu pai o viu e, cheio de compaixão, correu para seu filho, e o abraçou e beijou. O filho lhe disse:
‘Pai, pequei contra o céu e contra ti. Não sou mais digno de ser chamado teu filho’. Mas o pai disse aos seus servos: ‘Depressa! Tragam a melhor roupa e vistam nele. Coloquem um anel em seu dedo e calçados em seus pés. Tragam o novilho gordo e matem-no. Vamos fazer uma festa e alegrar-nos.” (Lucas 15:20-23)

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Depoimento da Claudia Wild, publicado na página da Sandra Regina Ouro :

Sandra Regina Ouro
23 min ·

Texto de Claudia Wild, que eu assino em baixo.

O que estão fazendo com o Olavo de Carvalho é imundo, rasteiro, desumano e muito desprezível.

Aproveitar-se de uma querela familiar e explorá-la de forma duvidosa em suas não comprovadas facetas, é moralmente inadmissível. A filha jamais poderia ter exposto o pai desta maneira, demonstrando sua enorme ingratidão e desequilíbrio. Já os outros ( bem piores ), os aproveitadores e detratores de todo gênero, aqueles que estão tentando auferir lucros políticos com a lamentável situação e ainda macular a vida e obra de um homem bom – que só fez o bem ao país -, estes são canalhas pérfidos.

No Brasil não basta ser invejoso e ser intelectualmente fracassado, precisam também caluniar quem está quieto e trabalhando seriamente. Se não respeitam este homem por seu ENORME legado em plena vida, deveriam demonstrar consideração por seus setenta anos.

Corja abominável!

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É por causa de posts como ESTE que há tantos interessados em acabar com a minha vida:

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E resumo desde já o que diria a qualquer desses candidatos: Descreveria o mais realisticamente que pudesse a posição perigosa do Brasil no novo quadro internacional e sugeriria alguns meios pelos quais o nosso país pode deslizar entre as malhas da dominação globalista que ele não pode vencer mas à qual não deve se submeter passivamente.

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A “queda do Olavo”, que o Chico Cazzo celebrou entre orgasmos e tremeliques indescritíveis, já está se manifestando sob a forma de 1400 novos seguidores que entram nesta página a cada semana.

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Tais Faulkner : Não consigo nem mesmo abrir o print-screen da Paula. O bloqueio é severo. Mas agradeça a ela por mim. Vocês são uns amores. – O. de C.

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Mensagem da Paula Felix :

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A retificação, feita pelo repórter João Pedroso, está muito honesta:

Olavo de Carvalho atribui acusações de filha a ausência em filme

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Limitei-me a responder às acusações que a revista pôs em destaque. Já expliquei que não quero examinar a porcaria inteira, porque aí teria de vasculhar misérias da vida de contraparentes, alguns dos quais já velhos e moribundos e, se essa atividade é do agrado dos Veadascos, não é do meu.

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A Paula Felix tem razão: cumprindo a profecia bíblica, perdi uma filha e ganhei milhares.

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O site da Montfaible está repassando a mensagem dos Veadascos, antecedida de um “Salve Maria”, e afirmando, sem o mais mínimo sinal de prova, que se trata de revelações autênticas. Que mais se poderia esperar dessa gente?

P. S. – Decorreram uns vinte anos entre o último dia em que o Tales morou comigo e o dia da sua conversão ao Islam.

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Da página da Stella Caymmi :

Eu sou uma filha espiritual de Olavo de Carvalho. Eu o conheço desde quando eu era uma jovem estudante de jornalismo, há trinta anos. Além de um brilhante professor, capaz de em pouco tempo me abrir um horizonte civilizacional que nem imaginava existir, ele sempre foi um amigo leal e devotado, um conselheiro generoso e paciente, uma das pessoas mais corretas e íntegras que já conheci. Sua família tem sido uma família para mim todos esses anos. Como eu, Olavo tem muitos “filhos” a quem ele só fez o bem.
Olavo tem exercido sobre as últimas gerações de alunos – milhares, na verdade,– uma influência das mais importantes e decisivas que esse país já viu nas últimas décadas em áreas como filosofia, educação, literatura, ciência política, religião. Sozinho, ele as vem educando para restaurar a alta cultura do Brasil, única solução que o filósofo encontrou para sanear o estado de calamidade em que nos encontramos ante o perigo da ameaça comunista e metacapitalista entre nós. Repito: sozinho. E por isso vem sofrendo toda sorte de perseguição, difamação e ameaça. Ele vem nos alertando há décadas sobre os perigos da hegemonia gramsciana no Brasil e no resto do continente, do projeto da “Pátria Grande” orquestrado pelo Foro de São Paulo, que visa transformar a América Latina num ‘paraíso socialista”, a moda de Mao e Stalin., da desconstrução dos valores judaicos-cristãos que sustentam o ocidente movida por projetos globalistas espúrios e abjetos. E com isso ele vem despertando muita gente que pensava estar deitado eternamente em berço esplêndido sem enxergar o enorme perigo que não só eles mas as futuras gerações estão correndo.
Para não me estender, cito o Educador dos educadores. Cristo nos ensina “Pelos frutos, conhecereis”. Não é difícil para os homens de boa vontade identificar os muitos os frutos que o Brasil está colhendo graças ao trabalho do Olavo de Carvalho, com seus livros, suas aulas e seu papel esclarecedor nas redes sociais. Vou citar apenas alguns:
Rodrigo Gurgel
Silvio Grimaldo
Flavio Gordon
Felipe Moura Brasil
Filipe Martins
Josias Teófilo
Bruna Luiza
Miguel Nagib
Lorena Miranda Cutlak
Edson Camargo
Alexandre Borges
Diego Pessi
Marcio Augusto Bragaglia
Graça Salgueiro
Carlos Nadalin
Heitor de Paola
Rafael de Paola
Bruno Garschagen
Yuri Vieira
Flavio Morgenstern
Hélio Angotti Neto
Rodrigo Garcia Duarte
Rafael Nogueira
Ana Caroline Campgnolo

(E, cá entre nós, esta que vos fala).
Stella Caymmi

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Da página do Carlos Andreazza;

Editei um livro de Olavo de Carvalho – um dos maiores best-sellers da história do mercado editorial brasileiro – e a imprensa o ignorou, mesmo que, por meses, aparecesse entre os mais vendidos na página ao lado.
Nada disso era notícia. Mas – vejam que coisa – notícia sobre Olavo de súbito é a carta de uma filha o atacando.

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O Julio Soumzero, como não poderia deixar de ser, espalhou a fofoca veadasca em inglês.

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Da página do Paulo Eduardo Martins:

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Da minha cunhada Rosane Sanches Antunes (antes da publicação do desmentido na Veja):

Eu tive a oportunidade de conviver e conhecer de perto a família Carvalho, principalmente quando Olavo e a Roxane voltaram para o Brasil da França , eles ficaram na minha casa até conseguirem uma casa disponível .Falo com propriedade que conheço a índole e a conduta desta família e este artigo que saiu na revista Veja é completamente equivocada( sem direito do contraditório, unilateral, e sem depoimento dos outros filhos para confirmar a veracidade das alegações). É muito triste ver uma filha atacando o pai desta forma.Eu estou indignada! E ainda mais indignada com o jornalismo leviano irresponsável da revista Veja. Revista Veja , aguardo matéria de direito de resposta do Olavo e depoimento dos outros filhos para ver se as alegações procede . Se não houver pergunto: Quem será que encomendou esta matéria?

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Da página da Roxane Carvalho :

Tenho muito a dizer, mas serei sintética. Estou com Olavo há trinta e três anos e vi o quanto ele lutou e sofreu POR esses filhos, jamais contra eles. Preciso dizer mais?

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Da página da Sara Winter, queridinha do pofessô:

CARTA ABERTA SOBRE OLAVO DE CARVALHO

Conheci o trabalho do professor Olavo quando eu ainda era feminista.
Conservadores numa tentativa de me sacanear ou ajudar, me marcavam em publicações e vídeos dele.
Me lembro de ficar maravilhada com suas palavras, mas ao mesmo tempo sentia um conflito interno gigantesco e um medo enorme de perder meus amigos caso mudasse minhas ideias.
Eu assistia tudo, fazia tanto sentido pra mim, mas me obrigava a fechar tudo e eesquecer.
Durante meu processo de conversão, logo no início eu ainda não sabia a verdade sobre política, filosofia, etc. Eu sabia aquilo que haviam me ensinado, repetia como um papagaio jargões e falsas estatísticas.
O tempo que passei na esquerda me fez emburrecer muito, e somente as palavras do professor começaram a me resgatar de todo aquilo submundo sujo e asqueroso.
Sem toda ajuda intelectual e emocional do Olavo, eu jamais teria concretizado meu processo de conversão.
Inúmeras pessoas da massa que se auto intitula “Direita” me ofendeu, me humilhou, me perseguiu.
Sou imensamente grata ao professor por ter feito uso de suas redes sociais pra prestar apoio publicamente à minha pessoa sem antes ter trocado sequer uma palavra comigo.
Como ele poderia saber que eu estava bem intencionada?
Ele não sabia, mas ele havia me perdoado em seu coração, ele havia feito uso da mais simples vontade de Deus: o perdão.
Ele não só me apoiou como me defendeu e me acolheu como mais uma de suas alunas, me dando todo incentivo e suporte pra fazer o Curso Online de Filosofia.
Aos poucos, ele foi se tornando um amigo, não somente ele, mas também a querida Roxane.
Há mais ou menos um ano, um grupelho de 15 pessoas, entre eles vários “líderes de Direita” usaram meu irmão, que é usuário de drogas e uma pessoa extremamente perigosa e violenta pra fazer vários textos e vídeos com informações falsas contra minha pessoa. Isso causou uma grande destruição na minha família, até mesmo minha querida mãe foi espancada e torturada pelo ódio que essas pessoas geraram nele. Ainda sim, paginas de Direita, administrada por essas pessoas, diziam que eu estava mentindo e foi preciso expor ainda mais minha família ao apresentar publicamente nas redes sociais todos os boletins de ocorrência e laudos médicos.
Foi uma época de muito sofrimento e eu não teria suportado se não fosse o professor, sempre ao meu lado, sempre me incentivando a continuar meu trabalho, continuar estudando e ajudando as pessoas.
Eu senti na pele o que Olavo está sentindo.
Pessoas que deveriam lutar lado a lado, tentando nos destruir, mas destruir principalmente a ele, que É SIM o grande responsável pela organização, mesmo que mínima de qualquer coisa que se diga de Direita no Brasil. Até mesmo a esquerda reconhece isso, pois caso nao reconhecesse não estariam tão preocupados em derrubá-lo.
Olavo não é só meu professor, é meu amigo, meu confidente.
Minhas dores, medos e inseguranças são sanados por ele e pela Roxane.
Quantas vezes já não me acalmaram, me acolheram e me amaram em momentos difíceis da minha vida?
Se fazem sempre presentes, com muito amor e carinho, que por vezes me sinto mais uma filha do casal.
Sabem como foi meu dia dos namorados?
Meu noivo estava de serviço e eu tive uma crise de choro horrível por enfrentar alguns problemas pessoais, e como um anjo que sabe o momento certo de agir, o professor Olavo me ligou por Skype e passou horas me acalmando e cuidando de mim, me aconselhando, me amando como um irmão em Cristo.
Por duas vezes, o professor me ofereceu sua casa para que eu possa estudar ao seu lado, e confesso que ainda não fui pois meu filho é muito pequeno.
Mas eu não precisei tocar o Olavo e Roxane pra ver, entender e sentir, não na pele mas em meu coração como é uma família cristã de verdade, com harmonia e bem estruturada.
Se não fosse pelo acolhimento do professor, eu provavelmente ainda seria uma feminista mal amada, de sovaco peludo e abortista.

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Da minha sobrinha Marianna Andrade:

Tio Olavo de Carvalho,

Eu sempre tive problemas com o meu pai e o senhor sabe disso!
Isso é passado!!! Hoje vejo que eu perdi muito tempo magoada com ele! Eu teria sido mais paciente, mais amável, mais companheira. Porque hoje depois de 7 anos sem ele ( 3 anos sem falar sequer um OI por telefone e 4 do seu falecimento) entendo perfeitamente as ações e reações dele enquanto vivo. Só me arrependo de ter sido tão orgulhosa e tão burra. Eu te admiro profundamente! Os seus valores morais, a sua doçura despojada para com todos ao seu redor, a sua fé e espiritualidade. Poucos te conhecem de verdade, já outros acabam sendo presos por rótulos que colocaram no senhor que infelizmente acaba os cegando e é lamentável não darem uma chance de conhecer a incrível pessoa que você é antes de rótulos e julgamentos!
Eles não sabem que vc voltando de uma viagem para a casa que dividíamos com a tia Tane, a Leilah e o Pedro, meu irmão, minha mãe e meu pai, encontrou um menino bem necessitado pedindo esmola e o levou na porta da nossa casa e deu 50 reais p ele! E esse foi só um dos casos… fora os outros de ajuda que não pararam quando vc mudou p os EUA. Eu sei!! Eu morei 6 meses com vcs na Virgínia! Não estou falando da boca para fora. EU VI!!! Eles não sabem a bondade que tem no seu coração!
Eu só rezo a Deus para que ele entre no coração da sua filha, eu não quero dar ibope, e mostre a ela que o que ela tá fazendo é completamente… Que palavra caberia para uma ação dessa? Infeliz? Absurdo? Horroroso!

ISSO! HORROROSO!

Eu NUNCA fiz uma coisa dessas com o meu pai! Eu tive meus ressentimentos, minhas feridas mas eu te digo, sempre senti muita falta e sempre amei MUITO meu pai, e a minha imaturidade ajudou muito para que eu não voltasse a falar com ele. Perdi a oportunidade de falar, me perdoa pai pelos os meus erros e eu te perdoo pelos seus, enquanto ele ainda era vivo. Perdi a oportunidade de curtir o meu pai por muito mais tempo!

Mas não se preocupe tio, assim como eu reconheci os meus erros um dia ela reconhecerá os dela. Assim espero e rezo, pois se ela não reconhecer as próprias mãos sujas de merda, ela vai continuar na merda. Infelizmente! Rezemos para que ela evolua e não continue neste universo escuro que a vida dela se baseia. 🙏🏻

Amo muito você!

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Da página do Xavier Gil

https://www.facebook.com/gilxavier2/videos/1859750087673065/

Xavier Gil

Professor Olavo, editei um vídeo curtinho retirado de várias gravações que fiz dois anos atrás, quando o Davi e família também estiveram em sua antiga residência, para mostrar como o clima na sua casa era divertido, ao contrário do que falam por aí. Este post está no modo privado. Caso tenha gostado, posso colocar no modo “publico”?

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Do meu filho Percival de Carvalho, outra vítima de ameaça a mão armada:

Leilah, me contaram a treta da Heloísa, li a carta aberta e gostaria de declarar apenas isto:

A Heloísa tem macacos no sótão e melhor faria se, em vez de soltá-los ao mundo, fosse penteá-los.

Espero que o pai não se deixe abater com isso. Ao que consta, sete dos seus oito filhos têm por ele gratidão, não rancor. Não é um número tão mau assim.

Beijos.

P.S.: Se essa mensagem tiver algum valor público e vocês quiserem postá-la, à vontade.

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O porra do dente não era meu. Minha prima Beth Steffen informa que, na pressa, a Heloísa pegou o do meu irmão Luiz Paulo…

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Da minha filha Leilah Carvalho :

Meu pai, Olavo de Carvalho, é a pessoa mais generosa e amorosa que já conheci. Ele sempre foi e sempre será o meu maior exemplo de ser humano. Dizer que ele é o melhor pai do mundo é pouco. Ele é muito mais do que isso. Meu pai, meu professor, meu herói, minha maior inspiração.

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Da minha filha Inês de Carvalho :

Meu pai, Olavo de Carvalho, é a pessoa que mais admiro e com quem mais aprendi e continuo a aprender nesta vida. Entre as virtudes que, nele, mais aprecio estão a magnanimidade, a generosidade e a caridade, tudo resumido no que se tornou, para tantos que com ele conviveram, a regra máxima da vida: não transigir no amor ao próximo.

Não recebi de meu pai, até hoje, senão gestos de carinho, compreensão e apoio. Se me apontou alguma coisa, desde que vim ao mundo, foi tão somente o seu olhar amoroso.

Que minha irmã mais velha, Heloísa, possa saber-se presente em minhas orações.

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Da Henriete Fonseca, minha amiga há quatro décadas:

Olavo de Carvalho, vou chover no molhado: você é o cara mais amado do Brasil! Sua generosidade, que todos nós conhecemos, tirou milhares da indigência intelectual; feitos tão benéficos assim fazem levantar o Inferno, mas, tenha a certeza, Alguém te ama muito e vai tirar de todo esse mal o maior bem que você um dia vai receber, confie! Te amo!

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Por hoje é só. Amanhã tem mais. Gratíssimo, de coração, a todos.

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