17.9.2017

Insultos depreciativos inspirados em orgulho machista são tão obscenos e intoleráveis quanto o exibicionismo agressivo LGBT. O homem hetero que se orgulha do seu pau não merece ter em quem usá-lo.

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Direitista brasileiro, quando quer xingar alguém, parece que procura meticulosamente o artigo da lei em que pode se enquadrar como réu e mergulha nele com uma deleitação masoquista admirável.
Quem não sabe nem xingar com inteligência não deveria se meter em confrontos políticos.

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Informação útil: Seu pau não pode ser motivo de orgulho, pela simples razão de que não foi você quem o fez.

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A esquerda vai a um protesto levando um estoque de insultos previamente calculados para ofender sem o risco de um revide legal. O direitista reage gritando a primeira merda que lhe vem à cabeça — e vai preso.

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Estou com o saco cheio de amadores metidos.

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Cheguei hoje à aula número QUATROCENTOS do Curso Online de Filosofia. Transcritas, quatrocentas aulas são aproximadamente oito mil páginas. E quando sujeitos que não assistiram a uma aula sequer posam de meus porta-vozes, a mídia, com aquela mistura de burrice e malícia que a caracteriza, se apressa a aceitá-los como tais.

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Quando escrevi o artigo “Estudar antes de falar”, eu tinha em vista eventuais leitores anticomunistas interessados em vencer a briga. Masocas exibicionistas não precisam lê-lo, nem muito menos praticar o que ele aconselha.

Abreviatura de “masoquistas”.

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Em média, os direitistas brasileiros não têm a menor idéia da SERIEDADE da luta política. Imaginam que podem vencê-la mediante a simples expressão tosca de uma indignação emotiva.

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Os mais espertos, no meio deles, não conseguem — ou não querem — distinguir entre a luta política e a ânsia de sucesso profissional.

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Quem precisa de admiradores é a Gisele Bündchen. Eu preciso é de ESTUDANTES SÉRIOS.

Yury Freitas Quais conselhos você daria aos iniciantes do COF ?

Simplesmente siga o curso. Lá pela aula 100 você começará a enxergar o seu caminho.

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Marcio Stockler Professor, o senhor tem insistido há muito tempo que a publicação de obras de alto valor literário é algo de importância muito mais vital para o Brasil do que qualquer ação política, qualquer ativismo, e que um renascimento da inteligência nacional praticamente bastaria para colocar o país num rumo mais certo. É um argumento que, por assim dizer, sinto que entendo no meu coração, mas que, intelectualmente, não é muito claro para mim. O senhor poderia abordar, para esclarecer esse assunto, o caso da Rússia? Quais foram os motivos profundos de aquela sucessão de grandes gênios literários surgida no país no século XIX — Turguenev, Dostoiévski, Tolstói, Tchekhov, entre outros — ter sido incapaz de impedir que o país embrenhasse pelo caminho macabro do comunismo?

 

Olavo de Carvalho O problema da Rússia não era incultura. Era excesso de messianismo e ocultismo no ar.

Lizete Bender Kkkkkk. ..bem Brasil! !!!!
Olavo de Carvalho Há mais feitiçaria nos EUA do que no Brasil.

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A frase mais típica do espírito brasileiro hoje em dia é: “Eu não acho isso, não, mas concordo com o seu ponto de vista”.

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É autobadalação, mas fiel aos fatos. Acho bom registrar:
Anos depois de eu ter saído do “Jornal da Tarde”, o seu ex-diretor, Murilo Felisberto, se encontrou num bar com o meu amigo José Carlos Bardawil e este notou que ele estava muito deprimido.
— Qual é o problema?, perguntou.
— O problema é que, como chefe de jornalistas, sou um fracasso.
— Por que?, perguntou, espantadíssimo, o Bardawil, sabendo que o Murilo era homem de talento inegável.
— Porque durante anos convivi na redação com um gênio do jornalismo e nem percebi.

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Sobre transcrições de aulas do COF:

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João Ricardo Nascimento Essas transcrições serão transformadas em livros, professor?

Olavo de Carvalho É a isso que planejo dedicar o tempo de vida que me resta.

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Só mesmo num país amaldiçoado, condenado a jamais encontrar o seu caminho, pode acontecer uma coisa dessas: O cidadão dá QUATROCENTAS palestras, cujas transcrições sobem a oito mil páginas, e jornalistas que mal ouviram algumas opiniõezinhas dele sobre questões políticas do dia saem posando de conhecedores do seu “pensamento”.

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O Brasil é o único país do mundo que realizou o prodígio de ser grandioso nas picuinhas.

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Em 1989 dei na Casa do Estudante do Brasil, no Rio de Janeiro, uma conferência na qual me perguntava — e respondia em tons sombrios — que futuro poderia ter um país cuja cultura inteira era uma busca da identidade nacional, e que entrava atrasado num cenário mundial em que a mera idéia de identidade nacional vinha sendo abertamente e oficialmente condenada como uma obscenidade criminosa. Vinte e oito anos decorreram, e até hoje não vi UM — um único — “formador de opinião” ter dado sequer um leve sinal de haver percebido a existência desse, digamos, probleminha.

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O único romancista brasileiro que ampliou o horizonte da sua temática até uma escala mundial foi o José Geraldo Vieira. Em resultado, sofreu toda sorte de críticas idiotas por “não ser autenticamente brasileiro”. Só posso concluir que ignorar solenemente a posição do Brasil no mundo é um ponto de honra da cultura nacional.

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Raramente conheci um crítico literário mais chocho do que o Antonio Cândido, que se especializou em julgar tudo por chavões socialistas vulgares belamente empacotados numa linguagem imitada do ensaísmo universitário inglês.

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Quando um bom sujeito escreve um livro muito ruim, minha orientação é nada dizer a respeito.

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Se alguém espera que eu dê explicações sobre cada fofoca psicopática que inventam a meu respeito, pode esperar sentado.

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Da página da Lu Arianov:

Carta aberta à Heloisa de Carvalho Martin Arribas.

Olha só. Vem essa daí e fica falando um monte de merda a respeito do pai e da família. Já que você se coloca em busca da verdade, Heloisa, pare de contar tudo pela metade e conte exatamente como aconteceu.
Essa história sobre a sua mãe ter sido despejada é verdade, mas você não morava com ela. Morava com a sua tia e estava pouco se lixando para sua mãe e seus irmãos. Quanto ao suicídio, ela realmente tentou, mas a sua participação nessa história se resumiu a um surto e gritos histéricos, enquanto o Olavo puxou o Luiz e o Tales pela mão e disse que estava na hora de eles aprenderem a ser homens. Foi ele quem a tirou da banheira e levou para o hospital, enquanto as outras pessoas tentavam acalmar você, que gritava sem parar. Minha mãe foi uma dessas pessoas, já que era aluna da Escola Júpiter, e foi o que ela me disse.
Você diz que nunca gostou de sujeira, mas no pouco tempo em que seu filho morou com você, ligou para a sua tia pedindo para salvá-lo, e ao chegar na sua casa, estava tudo sujo e a comida na geladeira estava podre. Você não tem moral nenhuma para falar sobre abandono de filho, já que fez exatamente a mesma coisa com o seu, que foi criado pela sua tia, tendo ela, inclusive a guarda judicial dele.
Sobre a sua avó, faltou colocar nessa sua carta que imediatamente após o enterro, você correu para o apartamento dela e literalmente pilhou o que tinha lá. Objetos do seu pai e até mobília. Agora colocou tudo para vender, e eu me pergunto aqui se você realmente tem direito. Não é você que é doutora das leis, que sabe tudo sobre todos os códigos que existem? Então você deve saber que esses objetos são do seu pai até que ele morra, quando então passarão à você E AOS SEUS IRMÃOS. Na conta final de todas essas vendas, você vai dividir o dinheiro com eles, ou entregar ao seu pai? Na verdade, não sei se você sabe responder a minha pergunta. Você fez o curso de Direito numa universidadezinha qualquer, curso este que alguem pagou pra você pois nem pra isso você tinha os meios, mas até hoje não conseguiu passar no exame de ordem. E nós, que acompanhamos as suas lamúrias há algum tempo, jamais vimos qualquer agradecimento a quem quer que seja que tenha feito isso por você. Todos sabem que sem a aprovação no exame, você não passa de bacharel, mas, por favor, conte pra todo mundo aqui como você advogava na cidade onde mora, mesmo sem poder e consciente de que não podia.
Continuando… Você fala tanto sobre a sua mãe, mas você nem morava com ela. Você escolheu morar com a sua tia, porque a sua mãe era só uma “louca, preta e desdentada”, como você dizia. Agora fica posando de boa moça, que cuida da mamãe, mas também esqueceu de contar que deu queixa na polícia dessa mesma mãe, acusando-a de roubo e coisas que você sabe bem que ela nunca fez. Mesmo assim, até onde eu sei, ela te perdoou.
Quanto aos ataques histéricos do seu pai, é verdade, mas isso prova que você teve MUITO BEM a quem puxar, já que faz exatamente a mesma coisa com quem quer que te desagrade de alguma forma. Como eu sei que você vai fazer comigo, já que não vai ter coragem pra rebater o que eu estou dizendo aqui.
Quanto ao seu suposto abuso sexual aos 9 anos… Nem vou comentar. Você tem quase 50 anos na cara e fica choramingando por uma coisa que aconteceu no século passado. Em um comentário aí em cima você mesma admitiu que não houve conjunção carnal, mas que o cara passou a mão na sua bunda. E, convenhamos, pra quem deu que nem puta em beira de estrada, inclusive para vários ao mesmo tempo, uma passada de mão na bunda não é problema, né?
Sobre pegar dinheiro indevidamente, já contou pra todo mundo aqui que o papaizinho te mandou R$ 80 mil e que você torrou a maior parte em cachaça e o resto entregou na mão de um safado que te passou a perna? Aliás, sabe que você é piada na sua cidade por causa disso né?
Eu posso continuar por várias horas aqui. Posso contar pra todo mundo o quanto você adora e faz questão de cuspir da mão de quem te alimentou, de puxar o tapete de quem te ajuda. Posso contar que você bateu na sua outra avó e enfiou a cara numa cerca de arame farpado e depois foi pra delegacia dizendo que sua tia, a mesma que te criou, tinha te agredido. Não contente, ainda a processou. Quer que eu continue?
Então, olha… O seu problema é o seguinte, e nem precisa ir muito longe pra descobrir. Vai no Google e joga “sintomas de psicopatia”, e você vai ver que você se encaixa perfeitamente em todos eles. Quer um exemplo: gera problemas e põe a culpa nos outros; se acha sempre com a razão e não tem um pingo de remorso pelas maldades que já fez. Você precisa de dinheiro é pra ir num bom psiquiatra, e começar a frequentar o AA, pois todo mundo sabe que você tem um sério problema com a mardita.
Toma vergonha nessa cara, menina. Vai arrumar um trabalho decente, já que você passa o dia no Facebook falando mal do seu pai, vai estudar pra passar na ordem, vai se tratar. Você não tem moral pra falar e julgar ninguém.

Não esclareci nada, não respondi nada. Apenas reproduzi a mensagem da Lu Arianov. Até agora não emiti nem uma opiniãozinha a respeito.

Neide Fernandes UauU quem é ela Olavo de Carvalho??
Olavo de Carvalho Filha de uma ex-aluna minha.

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Na cartinha ridícula da Heloísa, que os Veadascos patrocinam com um assanhamento indescritível, só um detalhe me pareceu interessante: como é que de uma casinha no fundo do jardim ela ouvia os gemidos de prazer das mulheres, supostamente inumeráveis, que eu estava comendo na casa principal? Deviam ser gritos lancinantes. Isso é que é pica fatal.

P. S. –

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Silvio Grimaldo O que eu acho mais engraçado é que, para os veadescos, uma das provas de que o Olavo de Carvalho é um ser diabólico e mal, é o fato, segundo a Heloisa, dele ter abrigado em sua própria casa a ex-esposa quando ela não tinha mais pra onde ir. Quanta maldade!
Olavo de Carvalho Na verdade, fiz isso duas vezes. Foi um inferno.

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Prezado Chico Cazzo:

Lamento decepcioná-lo. Até agora só quem caiu um pouco foi o meu pinto, com a idade. Era mesmo um pinto diabólico, segundo dizem, mas você chegou tarde.

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Bem observado:

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Aceitar a verdade

“Você deve amar e aceitar a verdade pouco importando a sua fonte. O amor à verdade é o aspecto principal e primeiro do amor a Deus. Se você não ama a verdade em si mesma, independentemente da sua fonte, então não tem amor a Deus nenhum.
Também não adianta você alegar que você tem boas intenções porque a esfera da moralidade é submetida à esfera da realidade. Você não pode sobrepor a ideia do bem e do mal à ideia do real e irreal, do verdadeiro e falso. Você já começou a falsear tudo se você fizer isto.
Então, não existe boa intenção sem amor à verdade. Não existe amor à verdade sem busca da verdade. E não existe busca da verdade se você não está disposto a aceitá-la venha ela de onde vier.”

— Olavo de Carvalho, COF, aula 354.