4.9.2017

 

Cabeça de esquerdista é isto: “Deus existe, Ele afogou todos os neonazis do Texas.”
Da próxima vez que um muçulmano sair matando redatores do Charlie Hebdo, eles não merecerão mais que um “Fodam-se”.

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A vitória do capitalismo sobre o comunismo foi tão completa que agora o comunismo, fora da Coréia do Norte, só existe como órgão e instrumento do grande capital. Não resta um único militante esquerdista, no mundo inteiro, que, obviamente sem ter disto a menor suspeita, não trabalhe dia a noite para a glória de George Soros, Bill Gates, Fuckerberger, Jeff Bezos e similares.
Como afirmei há tempos, a esquerda não consegue implantar o socialismo, mas consegue transformar o capitalismo num inferno.

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Na verdade, o capitalismo não destruiu o comunismo: apenas o engoliu.

Maurício Noblat Às vezes penso que foi o comunismo que engoliu o capitalismo e agora é esse híbrido que confunde o povo.
Olavo de Carvalho Intelectualmente, sim.
Anderson Elias Carvalho O senhor não acha que de certa forma o capitalismo ocidental torno-se dependente do comunismo chines, já que a China é praticamente a fabrica do mundo e sem a mão de obra barata (ou escrava) dos chineses seria muito difícil atingir o desenvolvimento econômico que o ocidente alcançou nas ultimas décadas? 🤔
Olavo de Carvalho É uma hipótese digna de estudo.

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Anos atrás já expliquei que o inconsciente pessoal, como entidade substantiva, fechada e com identidade própria, não existe. Só o que existe são elementos impessoais — genéticos, culturais, lingüísticos, preternaturais — que atravessam a área da consciência pessoal e se confundem temporariamente com ela. A substancialização da idéia de inconsciente só serviu para induzir milhões de trouxas a identificar-se com qualquer pensamento cretino que lhes passe pela cabeça e responsabilizar-se por ele como se fosse coisa da sua própria criação. Isso é, literalmente, fazer o serviço do diabo: multiplicar culpas sutis inexistentes para neutralizar a consciência das culpas reais. Acusando-se do que não fez, um sujeito acaba-se tornando incapaz de reconhecer o que fez.

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Bravo, Flavio Gordon!

http://alias.estadao.com.br/noticias/geral,os-intelectuais-se-tornaram-cumplices-do-poder-afirma-antropologo,70001961783

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O sucesso dos meus alunos em diversos campos do conhecimento atesta que não só o esquerdismo usual, mas o anti-olavismo nos seus diversos formatos, estão intelectualmente derrotados e já desistiram de qualquer confronto no campo dos debates sérios, só lhes restando agora tentar obter algum prêmio de consolação mediante o exercício da fofoca, da intriga, da calúnia e do assassinato de reputações. Para esse empreendimento, no entanto, não é possível contar com muitos recrutas entre os intelectuais de profissão, sendo necessário apelar ao “exército de reserva” lumpenproletário, constituído de psicopatas criminosos em busca de algum dinheirinho ou de um efêmero “succès de scandale” como compensação postiça da sua miséria existencial. Esses não terão, então, escrúpulos de acusar, a mim e aos meus alunos, de todos os crimes e pecados imagináveis — desde a espionagem até o incesto, desde o estelionato e da fraude fiscal até a pedofilia –, na vaga esperança de que sua própria insignificância na ordem das coisas os preserve de qualquer punição judicial.

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Ontem, quando falei de Noam Chomsky, eu quis me lembrar desta frase, mas, ha hora, não consegui: “Querendo dirigir o mundo, um escritor perde grande parte da sua dignidade.” (Jean Paulhan)

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A diferença entre o anti-olavismo dos anos 90 e o de agora é a que existe entre a burrice e o crime.

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O “espírito de 68” governa hoje o mundo mediante a aliança entre as megafortunas, a burocracia estatal não eleita, os pseudo-intelectuais universitários e jornalísticos, a ralé militante subsidiada e as grandes quadrilhas de narcotraficantes. Tal é a composição da nova classe dirigente cuja missão número um é impedir que a vontade do povo prevaleça.

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Se eu fosse realmente o bandido que as mentes psicopáticas desejam ver em mim; se eu fosse mesmo um assassino, um narcotraficante, um mega-estelionatário, um cafetão, um sequestrador, — aí é que a minha obra, em vez de desmoralizar-se, haveria de cobrir-se de uma glória incomum. Pois a história registra inúmeros exemplos de criminosos que se tornaram grandes escritores, como François Villon, Christopher Marlowe e Jean Genet, mas NENHUM, absolutamente nenhum caso de uma carreira de crimes que tenha culminado numa obra de filósofo e educador. Eu seria realmente um exemplar único na história do mundo.
Lamento informar aos meus difamadores que não sou tão grande quanto eles imaginam.

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