2.9.2017

 

Por fim, uma boa idéia:

https://www.infowars.com/declare-george-soros-a-terrorist-over-75000-sign-white-house-petition/

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Se fizermos a lista das pessoas que levaram porrada da Antifa, veremos que existem supremacistas brancos pretos, chicanos, índios e asiáticos.

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Diagnóstico acertadíssimo:

http://www.houstonchronicle.com/business/technology/article/Putin-Leader-in-artificial-intelligence-will-12166704.php

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“Democracia” e “direitos” tornam-se palavras vazias quando a luta pela posse dos MEIOS DE AÇÃO se torna irreversivelmente desigual: NINGUÉM pode disputar o poder com os donos da tecnologia.

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Não resta a menor dúvida de que, na última década da sua existência, o Otto Maria Carpeaux se vendeu aos comunistas em troca de empreguinhos e de uma proteção fictícia. Embora nada houvesse contra ele, da parte do governo, senão um processo do qual o promotor mesmo acabou pedindo o arquivamento, ele se imaginava cercado e acuado pelos militares… até mesmo com tanques de guerra rondando a sua casa. Tenho a prova documental disso. O homem estava notavelmente fragilizado, com os nervos em frangalhos, bom mesmo para cair numa chantagem.

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Maravilhas do mundo pós-moderno, Perguntar não ofende: como é que alguém vai decidir ser homossexual sem primeiro reconhecer o sexo a que pertence?

Segunda pergunta: Como é que o sujeito vai mudar de sexo se não tem nenhum?

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E não adianta dizer que é hermafrodita: se o cidadão não tem nenhum sexo, como é que vai ter dois?

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A destruição dos EUA começou quando o governo americano, para não abalar a aliança com a URSS durante a II Guerra nem manchá-la depois, decidiu ocultar sistematicamente os crimes do regime soviético, inclusive aqueles cometidos contra a nação americana, como por exemplo a extensa penetração de agentes da URSS no próprio governo de Washington. “American Betrayal”, de Diana West, é e será sempre o livro clássico a respeito.

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Soljenítsin ensinava que um escritor, se dotado de grandes recursos intelectuais e criativos, pode exercer sobre o curso da História de uma nação uma influência tão decisiva que chegaria a fazer dele um concorrente do governo, um segundo governo. Como toda analogia, essa se torna falsa se tomada com a literalidade tosca de um fato bruto. Um escritor pode despertar forças histórico-sociais imensas e colocá-las em movimento, mas não pode controlá-las e administrá-las como o faria um governante. Mesmo porque o governante não o faz pela simples força da sua voz, mas por intermédio de uma cadeia de comando e de uma complexa máquina burocrático-policial regida por leis impessoais que reduzem seus funcionários à obediência automática independente das suas vontades. Um escritor não tem nada disso, não tem nenhum meio de recompensar os obedientes nem punir os desobedientes, não tem, enfim, os instrumentos legais do mando e do controle, tem apenas o poder de sugerir e inspirar. A história das literaturas confirma isso de maneira irretorquível. Vendo os efeitos impressionantes do seu trabalho, no entanto, alguns inimigos desprovidos da cultura literária requerida para compreendê-los podem sentir-se tentados a atribui-los a uma linha de comando, fazendo do escritor o líder e controlador de uma máquina disciplinada e obediente, algo que, se não chega a ser uma burocracia estatal, se aproxima ao menos de um partido político ou de uma seita religiosa, ainda que ele seja um indivíduo isolado desprovido até mesmo de um corpo de auxiliares profissionais.

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É evidente que a tentação das explicações conspiratórias será tanto mais atraente quanto mais inculto for o meio social e quanto maior for, nele, o número de semi-intelectuais fracassados em busca de um efêmero “succès de scandale”, compensação fictícia à miséria das suas vidas; e se tornará tanto mais irresistível se políticos profissionais, membros da classe governante, a secundarem com algum estímulo financeiro ainda que modesto.

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Muitas vezes já expliquei, nas aulas, a diferença crucial entre a influência difusa e a continuidade material de uma ação organizada, mostrando, por exemplo, que os vulgares teóricos da conspiração falam dos “Illuminatti” sem distinguir essas duas coisas, desorientando-se a si próprios e a seus leitores na medida mesma em que sua imaginação se inflama na busca de culpados e na exibição vaidosa de fragmentos ou simulacros de “inside information”.

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Foi nessa pedra que tropeçou o infeliz Joseph McCarthy, ao denunciar aquilo que chamou de “uma conspiração tão imensa”, sem notar que o fenômeno da influência difusa já havia ampliado a força do comunismo na América para muito além dos limites materiais de uma “conspiração”, fazendo dela uma corrente histórica avassaladora, irresistível e sem nome — a mesma que acabou por esmagá-lo como quem pisa numa barata.

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Ninguém deveria, enfim, se meter nesses assuntos sem uma sólida formação em história literária, história da cultura e história das idéias — incluindo a séria ponderação metodológica em cada uma dessas áreas.

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Joseph McCarthy tentou um combate político sem a devida preparação cultural e psico-social — exatamente como o fazem, no Brasil de hoje, os que apostam tudo numa eleição ou numa intervenção militar.

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P. S. — Não custa lembrar que, a cada dia, meus posts devem ser lidos na ordem inversa da sua publicação e buscando sempre a continuidade do raciocínio por trás dos parágrafos aparentemente independentes.

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Todas as observações que fiz hoje já estavam em germe na minha apostila “Problemas de método nas ciências sociais”.

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Quem compare, por exemplo, o meu trabalho com o de um Noam Chomsky, homem tão bem assessorado profissionalmente que não pode dar um peido sem que a transcrição de sua emissão sonora se torne um livro no prazo de vinte e quatro horas e se multiplique em entrevistas no horário nobre da TV — o que lhe dá as características inconfundíveis de uma ação política organizada –, terá uma idéia aproximada da distinção que mencionei.

Paulo Figueiredo Filho Mas isso é só porque você não tem vocação para “organizar” sua vida em torno de uma Fundação ou coisa do tipo. Se tivesse alguém com capacidade executiva ao seu lado, seria imbatível, porque é 10x melhor do que o Chomsky. É uma pena.
Olavo de Carvalho O Chomsky é financiado por megabilionários. Eu não tenho isso nem quero. A influência intelectual dele, graças a esse comprometimento, é nula. Sobra só a casca publicitária.

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A mentalidade dominante nas sociedades modernas É, sem dúvida, a dos “Illuminatti” da Baviera, mas não há NENHUMA PROVA, NEM SEQUER UM INDÍCIO, de continuidade material da organização fundada por Adam Weishaupt. Eis por que o conceito de “conspiração” é totalmente inadequado para lidar com esse fenômeno.

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O maior sonho da elite globalista é chegar a dominar os meios de influência difusa, tornando-os dóceis a um planejamento central, de modo que toda a sociedade vire uma extensão dócil da máquina burocrática. Até o momento isso tem sido inviável.

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Se puder, dê uma força:

https://www.vakinha.com.br/vaquinha/repor-meu-celular-que-foi-roubado?utm_campaign=facebook&utm_content=207828&utm_medium=website&utm_source=social-shares

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O Chomsky é financiado por megabilionários. Eu não tenho isso nem quero. A influência intelectual dele, graças a esse comprometimento, é nula. Ele hoje em dia não passa de um “poster boy”.

Os escritos políticos do Chomsky não têm nenhuma relevância teórica. São pura propaganda anti-americana rasteira. Ele não está no nível de um Bourdieu ou de um Foucault, mas no do Michael Moore.

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