11.8.2017

Onde quer que os esquerdistas acusem alguém de algum crime, vocês podem ter certeza: eles o cometeram primeiro ou planejam cometê-lo em seguida. Isso é infalível.

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Até agora não encontraram nenhuma prova do tal conluio do Trump com a Rússia, mas continuam procurando. São esses mesmos que, quando o xerife Arpaio encontrou as provas de crimes do Obama, processaram o investigador, não o acusado.

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Há aplausos que valem por insultos. Se eu tivesse feito tudo o que fiz só para as pessoas lerem Mises e Scruton e passarem para a direita, eu meteria uma bala na cabeça.

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Certas pessoas imaginam que sou um Rodrigo Constantino que deu certo.

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Enquanto nós aqui no COF tentamos resgatar a História e a cultura do Brasil, a turma do Bresser Pereira tenta resgatar as mamatas que perdeu e chama a isso “projeto de Novo Brasil”.

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Quando escrevi que, nos meus cursos, quem é inteligente fica mais inteligente e quem é burro fica louco, eu não estava brincando. A cultura brasileira do último meio século estreitou de tal modo o seu horizonte de consciência, que a mera revelação da existência de certos temas e problemas, como aqueles que aparecem nas obras do Mário Ferreira e nas minhas aulas, pode ser traumática para muitas almas imaturas, que de repente se vêm expostas aos dramas mais altos e complexos do destino humano, quando acreditavam que nada mais pudesse existir além das questõezinhas estereotipadas que constituem a “cultura superior” de um ambiente universitário provinciano. Daí que muitas delas reajam tapando os ouvidos, não captando, de tudo o que digo, senão o que corresponde aos conflitos ideológicos mais banais do dia-a-dia; e outras percam totalmente o equilíbrio, criando contra mim suposições paranóicas e fantasias pueris que as assombram de noite. Quando comecei, eu sabia que tudo isso podia acontecer, que era um preço que seria preciso pagar, mas nem por isso o espetáculo se torna menos triste e deplorável. Para aqueles que desejam sinceramente elevar seu nível de consciência e tornar-se capazes de pensar a realidade humana com todo o seu peso e complexidade, minhas aulas e escritos têm a força vivificante de uma dose cavalar de proteínas. Para os que desejam apenas uma excitação passageira para alívio de uma vida medíocre, podem ter o efeito devastador de uma experiência traumática. Quem escolhe não sou eu.

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Não duvido de que o mesmo possa ser dito do simples filme “O Jardim das Aflições”.

Emmanuel Goldstein Pedro: a crítica mais devastadora está aqui: http://comunistascaricatos.com.br/dez-motivos-para-voce…/
Olavo: compre mais armas e munições.

Olavo de Carvalho Isso está ótimo.

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Este parágrafo do livro ainda inédito do Flavio Gordon é uma amostra em miniatura do tipo de tomada de consciência que desejo estimular nos meus alunos — no caso, com resultados excelentes:
“O modelo positivista implica que toda relação de conhecimento está baseada na separação metodológica prévia entre um sujeito observador e um objeto observado externo a ele. Resta, mais uma vez, que isso funciona bem no domínio das ciências naturais, em que sujeito e objeto são de naturezas distintas. No campo das antropologias, ao contrário, a relação de conhecimento não se dá por separação entre sujeitos e objetos externos uns aos outros, mas por PARTICIPAÇÃO mútua numa mesma ordem do ser. Nesse caso, o conhecimento do outro é inseparável do autoconhecimento, e a subjetividade do conhecedor, antes que obstáculo ao conhecido, é a condição mesma para alcançá-lo.”

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Nos anos 90, o Bruno Tolentino me aconselhou a publicar “O Jardim das Aflições” e “Aristóteles em Nova Perspectiva” antes do “Imbecil Coletivo”, para não entrar em cena com uma identidade de mero cronista político que poderia depois me aprisionar como uma camisa-de-força. Tinha toda a razão, mas, como no Barbeiro de Sevilha, foi “inutile precauzione”. Nenhum elefante pode impedir que cada cego perceba nele apenas a parte que consegue tocar com as suas próprias mãos.

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Advirto novamente: Se alguém aí receber um aviso fingidamente humanitário de que a minha mãe está passando muito mal sem que eu saiba ou ligue a mínima, é treta. Aqui estamos informados de tudo, em contato permanente com o meu irmão, que acompanha a Dona Nice em todos os passos do seu tratamento, e estamos ajudando em tudo o que é possível. Há pessoas que não se vexam de usar o sofrimento de uma velhinha acidentada como instrumento de difamação.

Olavo de Carvalho P. S. – Sob doses pesadíssimas de antibióticos, analgésicos e anti-inflamatórios, minha mãe está inconsciente, na UTI, e nem reconhece as pessoas. Meu irmão acaba de me ligar pedindo que nenhum de nós vá para lá porque seria inútil e só serviria para perturbar o tratamento.

Nando Castro Professor, ela está melhor? Estou em oração por ela, viu?
Olavo de Carvalho A úlyima operaçãp foi bem sucedida.

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A personalidade intelectual forma-se aos poucos, e em seus primeiros passos as influências recebidas são mais visíveis.

Nando Castro Professor Olavo, o senhor já leu “O ópio dos intelectuais”, do Raymond Aron? O que acha do livro e do autor?
Olavo de Carvalho Tudo o que o Aron escreveu é valioso.

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A regra número um da pseudocultura atual é ignorar sistematicamente que o sexo é apenas o impulso que dá sustentação física aos sentimentos mais ricos e complexos, à imaginação criadora e até à conduta moral. Reduzir tudo isso ao sexo é como explicar a Catedral de Chartres pela lei da gravidade.

Evelin Olívia Fróes Professor Olavo de Carvalho os cristãos de Facebook reduzem a moral cristã à moral sexual. Vejo isso direto na minha timeline.
Olavo de Carvalho São doidos.

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É só uma parte ínfima do impulso sexual que se expressa diretamente como conduta sexual. O resto se dirige a metas mais altas e complexas. Se fôssemos reduzi-las todas à energia física da qual se utilizam, viveríamos como os macacos bonobos, que resolvem as suas divergências sociais estuprando-se uns aos outros.

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A evolução do intelecto acompanha “pari passu” a da consciência pessoal. O ensino universitário passa ao largo dessa exigência e por isso, na MELHOR das hipóteses, consegue produzir mentecaptos dotados de “special abilities”. Estou falando do ensino universitário genuíno, não do brasileiro, que produz mentecaptos em estado puro.

George Rafael Freyre Gomes Professor, irei iniciar o curso de História numa universidade particular. Tenho boas referência de pensamento para não me deixar amalgamar pelo espírito universitário. O senhor teria alguma dica para mim?
Olavo de Carvalho Durma nas aulas.

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Já não tenho a menor dúvida de que CADA UM dos criadores da atual ideologia diversitária — de Michel Foucault a Judith Butler — É um mentecapto com “special abilities”.

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Um mentecapto com “special abilities” é apenas um macaco bonobo com pinto maior.

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Por que Deus castigou o rei Davi, que comeu só uma dona fora do expediente, e não castigou Salomão, que comeu duzentas? Porque Davi ficou tão tarado pela criatura que chegou ao homicídio para poder comê-la — e isto já não é impulso sexual, é tentação demoníaca.

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O Julio Soumzero anda espalhando que chamo evangélicos de “evanjegues”. A expressão é conhecida, mas nunca a usei.

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Receita de felicidade matrimonial: Ame muitas mulheres e coma-as todas numa só.

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Lucy é uma cópia da Leilah quando pequena.

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Contribuição do Rafael Kenji Mekaro : Esses caras do Google são mesmo doidos.

https://milo.yiannopoulos.net/2017/08/breitbart-news-interview-series-rebels-of-google-reveals-true-atmosphere-inside-the-company/

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Príncipe Charles sifu:
http://www.ofuxico.com.br/noticias-sobre-famosos/rainha-elizabeth-ii-afasta-o-principe-charles-da-linha-da-sucessao/2017/08/10-300364.html

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