8.8.2017

Não tenham a menor dúvida: Se conseguirem derrubar o Trump, será o fim dos EUA como nação independente. Sobrarão apenas Israel, Polônia e Hungria contra o mundo.

Emmanuel Goldstein Professor olha isso: http://comunistascaricatos.com.br/teologos-afirmam-que-o…/

Olavo de Carvalho Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu.

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Realizações do governo Lula:

https://spotniks.com/abrimos-a-caixa-preta-do-bndes-e-estes-foram-os-8-fatos-mais-bizarros-que-encontramos/

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Se é certo que muitas vezes a inteligência de um homem não atina com a verdade por suas próprias forças e tem de recorrer ao ensinamento da Igreja, também o é que, partindo do ensinamento da Igreja e procedendo por simples dedução lógica — como um desses doutrinários infalíveis que abundam em “terra brasilis” –, você pode ficar pairando num céu de generalidades e nada apreender da realidade concreta. Deus não nos deu a Bíblia e a Igreja para nos dispensar do esforço de buscar a verdade nos fatos, mas para nos proteger de cair em fantasias demoníacas tão logo nos arriscamos numa região onde os fatos não dizem nada ou estão fora do nosso alcance.

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Só agora chegou ao meu conhecimento:

http://www.jornalopcao.com.br/opcao-cultural/do-olavo-de-carvalho-nao-se-fala-ou-a-importancia-do-documentario-o-jardim-das-aflicoes-97125/

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Na verdade. não existe nada mais fascinante nem mais frutífero na vida da inteligência do que a tensão dialética permanente entre entre a ciência humana e a ciência divina. Se Deus quisesse nos livrar dessa tensão, teria distribuído sabedoria infusa pela Rede Globo.

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Nunca tive tanta audiência como depois de excluído do Grobo. A mídia no Brasil funciona às avessas. Só se espalha pelo povão aquilo que ela não diz.

Quanto menos apareço na TV brasileira, mais leitores eu alcanço.

A verdade é como cu de avestruz. Quanto mais o bicho se esconde, mais ela aparece.

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“Aquilo que o documentário melhor retrata é um simples fato: o filósofo no seu exercício de filosofar. A definição que Olavo de Carvalho oferece de filosofia, “a busca metódica pela unidade do conhecimento na unidade da consciência e vice-versa”, é justamente o que está exposto em O Jardim das Aflições.”

Tobias Goulão, no jornal “Opção”

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Por que a oposição ao governo petista se concentrou no fenômeno da “corrupção” em vez da violência genocida cotidiana e da cumplicidade com as Farc? Por duas razões. Primeira, o dinheirismo brasileiro, no qual roubar a grana de um cidadão é mais grave do que matá-lo. Segunda, a autocensura direitista, que faz tudo para não parecer direitista e por isso adora encontrar um tema “ideologicamente neutro”. Com essas duas atitudes, o antipetismo provou ser, sob certos aspectos, tão imoral quanto o petismo.

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Não espanta que, nessas condições, o antipetismo se tornasse uma profissão rentável para toda sorte de arrivistas e picaretas, nem que, em tal atmosfera, o grande beneficiário da luta antipetista acabasse sendo, não o povo, mas a elite tucana, madrinha, parteira e cúmplice do petismo.

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Trinta anos atrás, um amigo meu, que tivera a prudência de mudar para os EUA, me disse: “O Brasil é o melhor exemplo de tudo o que não se deve fazer.”

P. S. – Na época, os meus brios patrióticos responderam com quatro pedras na mão, mas hoje entendo que ele estava certo.

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A escolha entre Dória e Bolsonaro não é entre esquerda e direita: é entre globalismo e nacionalismo.

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Atenção, Claudio Tognoli: “Astrólogo da Folha da Tarde nos anos 60” é a puta que o pariu.

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O Arruinaldo faz de conta que não conhece a distinção entre povo armado e governo armado. Quando um sujeito decide ser um bosta, não há jeito de convencê-lo a sair da privada.

André Camargo Esqueci de compartilhar o link do vídeo, professor Olavo. Eis aqui:
https://www.facebook.com/cbolsonaro/videos/1363927666989342/

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Não posso deixar de apreciar as qualidades do João Dória e do Ciro Gomes, mas estou assanhadésimo para ver o Brasil entrar na onda antiglobalista e, se possível (sonhar não é proibido), liderá-la. Desejo isso desde o tempo do Itamar Franco. Voto em Bolsonaro e fim de papo.

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Há mais coisas entre o céu e a terra do que a disputa entre estatismo e privatismo.

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Quando um bostinha como o Tognoli posa de superior, eu me sinto aliviado: se tudo quanto têm contra mim são poses, já ganhei.

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Neste país não existe meia merda. Quem é um bosta, o é de todo o coração.

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Importantíssimo. O Ciro Gomes NÃO É nacionalista. Ele continua a personificar a velha encenação esquerdista, que usa o vocabulário do nacionalismo para promover o puro anti-americanismo e a absorção do Brasil num esquema imperialista (hoje diríamos globalista) concorrente. É um esquerdista de velho estilo, anterior à ideologia “diversitária”, o qual por isso acaba parecendo antiglobalista aos olhos de quem não conhece a História. A aliança com o Partido Comunista da China prova isso acima de qualquer possibilidade de dúvida. Nada pode ser mais falso do que um antiglobalismo pró-chinês num momento em que a China, com algum sucesso, se esforça para assumir a liderança do próprio globalismo ocidental.

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Há algumas questões para as quais todo mundo tem alguma resposta definitiva, certa, irrefutável, e só eu não tenho nenhuma:
1 – Evolucionismo x espécies fixas.
2 – Heliocentrismo x geocentrismo.
3 – Terra esférica x Terra plana.
4 – Einstein x Tesla.
Não sinto nenhuma urgência de alcançar uma resposta para essas questões e, se morrer em estado de dúvida, não me sentirei nem um pouco desconfortável por isso. Sobretudo, estou perfeitamente consciente de que, se a espécie humana dependesse de mim para resolver qualquer desses quatro enigmas ou outros similares, ela estaria, para dizer como a Dilma, funhanhada.
No entanto. como algumas das opiniões a respeito desses pontos são majoritárias no meio acadêmico brasileiro e nesse meio as pessoas não gostam muito de mim, sistematicamente elas me classificam entre os defensores das teses minoritárias, daí concluindo que eu sou uma besta quadrada. Partindo dessa condenação sumária de opiniões que não tenho, consideram-se então dispensadas de conhecer as que tenho, e já as condenam todas sem necessidade de exame, sentindo-se, por isso, tremendamente científicas.

Os comentários provam o que eu disse: Todo mundo tem alguma opinião sobre esses tópicos e crê nela com fé inabalável. Só eu não me sinto autorizado a ter opinião sobre coisas que não estudei suficientemente, e baseado somente na confiança em algum suposto “consenso”/

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As reações entusiásticas dos espectadores americanos à minha entrevista com o Stefan Molyneux explicam-se por um motivo muito simples. Há décadas não se vê nos EUA um escritor falando como homem simples e sincero, sem pose profissional, sem trejeitos engomadinhos e sem se fazer de porta-voz de alguma corrente de opinião supostamente importantíssima. Todo mundo aqui tem saudades dos tempos de Mark Twain, de H. L. Mencken, de Ambrose Bierce ou de Henry Miller, quando os escritores falavam como gente e não como papéis sociais estereotipados. Aí aparece o Olavo fumando, tomando café, falando no Youtube como fala em casa com a família, sem nem ligar para os códigos da moda, e o espectador sente, no mínimo, um alívio, como uma perna ou um braço que, de repente, se vissem livres do gesso.

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Quanto menos um sujeito conhece um assunto, mais ele se sente seguro de si ao repetir alguma opinião do que lhe parece ser “o consenso científico internacional”. Só há um problema: acreditar em consensos não é científico.

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Depois de ler o livro do Dr. Vij Sodera, “One Small Speck to Man: The Evolution Myth”, não consigo encontrar nenhum argumento convincente em defesa do evolucionismo. Quer isso dizer que creio firmemente no anti-evolucionismo? Também não. Para que pressa de chegar a uma conclusão se essa questão já existia antes de eu nascer e vai continuar existindo depois da minha morte?

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Há questões nas quais o destino de muita gente pode depender das respostas que eu encontre. São sobretudo questões de filosofia política e de educação. Nessas, realmente, tenho alguma pressa de entender as coisas. Em tudo o mais, nem ligo se sair deste mundo sem ter compreendido porra nenhuma.

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É uma imprudência acreditar em qualquer “consenso científico”, porque, ao longo da História, todas as teorias científicas triunfantes triunfaram contra algum consenso.

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E, como dizia Nietzsche, “há muitas auroras que ainda não se levantaram”.

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Nem a vida de um periquito depende de eu encontrar uma solução para o problema do evolucionismo, donde concluo que o problema pode continuar esperando.

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O conselheiro de Segurança Nacional, H. R. McMaster, nomeado pelo Trump, causou escândalo entre os conservadores por estrear no cargo demitindo pessoas fiéis ao presidente e promovendo obamistas. Agora descobriram que ele é um agente do George Soros, a quem envia RELATÓRIOS DIÁRIOS da sua atividade.
Por que o Trump dá chance a um filho da puta desse naipe, enquanto abandona aos leões seus amigos fiéis como o xerife Arpaio?
Se ele não demitir o McMaster nos próximos dias, será um sinal alarmante, para dizer o mínimo.

https://www.infowars.com/exclusive-mcmaster-soros-secretly-working-together-to-stop-trump/

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“Computadores quânticos” que possam quebrar QUALQUER código talvez sejam a maior — ou única — esperança da humanidade contra uma tirania global, caso os cidadãos tenham acesso a eles. O dr. Michio Kaku tem falado sobre esses computadores.

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Por que as pessoas temem que os computadores possam raciocinar mais rápido que os seres humanos? Computadores não foram inventados precisamente para isso?
Algum instrumento foi jamais criado para desempenhar uma tarefa com MENOS eficiência do que faríamos sem ele?

P. S. – Talvez só a Presidência da República.

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Se um burro de carga não fosse mais forte que nós, ninguém compraria um.

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Uma disputa presidencial entre Geraldo Alckmin e Henrique Meirelles será tão emocionante quanto uma discussão entre duas velhinhas sobre receitas de bolo.

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Lema desta página: Mais armas para o povo, menos para o governo e os criminosos (que me perdoem a redundância).

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“Pequei contra ti, contra ti somente.” (Salmo 51:4)
Isso quer dizer que os moralistas de plantão não têm nada de ficar escandalizadinhos.

9.8.2017

Enquanto foi possível sustentar o mito de que a CIA era essencialmente uma força anticomunista, qualquer vazamento de dentro dela era aplaudido como um gesto heróico e ecoado em toda a mídia internacional. Agora que ficou claro o envolvimento da agência com esquemas anti-americanos, todo mundo corre para abafar qualquer vazamento ou pelo menos carimbá-lo como ato de traição. Vazamento bom, só o que prejudica o Donald Trump.

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A exposição a QUALQUER ato sexual — humano ou animal — do qual não possamos participar imaginativamente com empatia nem desviar os olhos para atenuar a impressão provoca como reação INEVITÁVEL a repugnância. Leve ou intensa, conforme o caso, mas sempre repugnância. Só mentes pueris ou debilitadas pela autopersuasão histérica podem imaginar que essa reação — tão natural quanto a atração sexual mesma, da qual ela é um reforço e complemento — seja fruto de um “preconceito” socialmente imposto.

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Por exemplo, são comuns, na literatura e na vida, exemplos de pessoas que ficam sexualmente excitadas vendo um cavalo traçar uma égua. Alguém pode ter a mesma reação ante o ato sexual de um par de sapos, minhocas ou lesmas?

Olavo de Carvalho Se bem me lembro, o sexo equino aparece em D. H. Lawrence e José Lins do Rego.

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O rapaz que fez um vídeo até elogioso sobre “O Jardim das Aflições” explica que um homem de setenta anos não pode mesmo pensar como um jovem de vinte. A verdade é precisamente o inverso: um jovem de vinte não pode nem imaginar como o velho de setenta pensa, mas este pode pensar exatamente como um jovem de vinte, não só porque foi um deles mas porque o pensamento dos atuais jovens de vinte é o que mais aparece na mídia, no “show business” e no próprio Youtube todos os dias.

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Não é deste que estou falando, mas este também é bom:

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O estudo de uma ideologia torna-se apenas uma tagarelice oca quando separado da investigação dos meios jurídicos, tecnológicos, pedagógicos, policiais e midiáticos postos em ação para realizá-lo. A rigor, é só na ação efetiva desses meios que a ideologia revela o seu verdadeiro sentido. Se ideologia é um “vestido de idéias”, os meios de realização são o corpo que ela encobre.

Rafael Kenji Mekaro Professor, o que acha do Pitirim Sorokin, principalmente a partir do “Social and Cultural Dynamics”?
Olavo de Carvalho É um dos cientistas sociais mais importantes.

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NB – Eu disse “os meios de realização” e não os supostos “interesses de classe”. O famoso desmascaramento marxista das ideologias consiste apenas em explicar uma suposição por outra suposição. O verdadeiro desmascaramento está em decifrar o discurso ideológico pela sua “práxis”.

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Censura universal:

https://www.infowars.com/former-google-employee-there-are-efforts-to-demote-anything-non-pc-from-search-results/

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A filha mais velha da Igreja tenta matar a mãe:

http://www.wnd.com/2017/08/mosque-invasion-decimating-churches/

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A política pró-diversidade consiste essencialmente em proibir a diversidade de opiniões.

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Esclarecimento. A astrologia é, no Brasil, uma profissão legal regulamentada pelo Ministério do Trabalho. Dela estão excluídos, por definição, os horóscopos de jornais e revistas, que lançam no ar previsões genéricas para os “signos” sem o cálculo individualizador das várias posições planetárias para uma determinada hora e local. Não há um só astrólogo profissional que não se sinta ofendido ao ver sua profissão nivelada à dos horoscopeiros de mídia. Embora eu tenha largado a profissão astrológica há quase quarenta anos, quando o Tognolli mal estava entrando na adolescência, sei perfeitamente bem o que esse fofoqueiro de merda quer dizer quando me chama de “astrólogo da Folha da Tarde”

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O pensamento político do Claudio Tognolli está para o meu assim como o horóscopo diário de um jornal está para um mapa astrológico individual interpretado por Carl G. Jung.

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A maior vantagem de citar um autor que ninguém leu é que você também não precisa lê-lo. Ah, a delícia de ostentar cultura com a certeza de que ninguém poderá testar a sua autenticidade! O De Frango desfrutou desse prazer indescritível, ao mencionar o Eugène Canseliet como guru e inspirador do meu combate pela restauração de uma “sociedade de castas”. De fato, jamais participei desse combate nem muito menos havia lido o tal Eugène Canseliet, do qual só tinha notícia por terceiros. Estou habituado a que me atribuam idéias que não tenho, mas um guru do qual nada aprendi era um “upgrade” considerável no mundo da mitologia anti-olaviana. Comprei, pois, o livro principal do mestre que tanto me influenciara sem o meu conhecimento, averiguei em várias fontes o que mais se sabe desse fabuloso autor, e tenho a informar o seguinte: não somente ele não faz nenhuma pregação em favor do retorno a uma sociedade de castas, como de fato não diz PORRA NENHUMA a respeito. Mas como é que os leitores do De Frango — que los hay, los hay — iriam saber disso?

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Quem transformou a Coréia do Norte num perigo real:

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Quanto mais preparados e competentes são o João Dória e o Ciro Gomes, menos motivos há para votar neles: só um louco celebra a ascensão de um grande general ao comando do exército inimigo.

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Só mesmo um pequeno-burguês boboca, desses que a esquerda come no café da manhã, escolhe candidato pela pura “competência”, em abstrato, deslumbrando-se com o “padrão de Primeiro Mundo”, sem levar em conta os objetivos e os compromissos políticos da criatura.

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A maioria dos leitores, aqui, é jovem demais para se lembrar do ex-prefeito de São Paulo, Faria Lima, celebradíssimo na época por sua competência de engenheiro e administrador. Foi ele o homem que, competentissimamente, enterrou a cidade sob milhares de obras públicas horrendas, planejadas na base da pura utilidade imediata, que a tornaram para sempre uma monstruosidade urbanística sem paralelo.

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O Brasil não terá salvação enquanto não restaurar toda a beleza que os “administradores competentes” destruíram em nome do progresso e da funcionalidade.

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O Brasil começou a morrer quando a chegada da indústria automobilística, nos anos 50, encheu de dinheiro as pequenas cidades, que, envergonhadas de ser antigas, resolveram deformar-se para ser modernas.

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Se eu descobrisse quem deu o primeiro lápis para o Oscar Niemeyer, eu o estrangularia com as minhas próprias mãos.