6.8.2017

Desarmamentismo é genocídio. Sempre, invariavelmente, sem exceções.

https://www.politicas.info/marlosapyus/mundo/maduro-anuncia-expansao-de-milicias-para-500-mil-membros-21219832/

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Os brasileiros, desarmados, são abatidos à base de 70 mil por ano por organizações criminosas parceiras do Hezbollah e amigas do Foro de São Paulo. Ninguém vê que isso é genocídio?

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Num país onde o genocídio é a realidade de todos os dias, a preocupação com desvio de dinheiro público chega a ser obscena. Gente que valoriza mais o dinheiro do que a vida humana não merece nem viver, quanto mais ter um governo honesto.

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Desde que li o relatório do investigador Mike Zullo com as provas cabais de que os documentos do Barack Hussein Obama eram falsos, selecionar as fontes de informação idôneas e inidôneas nos EUA tornou-se a coisa mais fácil do mundo: a fonte noticiou o assunto com a seriedade que merecia ou, ao contrário, com risadinhas de deboche? Esse critério é INFALÍVEL.

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Nada melhor que o conhecimento direto de um documento de fonte primária para distinguir, no que se diz de um fato, o que é sério e o que é treta,

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Aplicado com as Atas do Foro de São Paulo, esse critério prova que NENHUM órgão da grande mídia, no Brasil, é digno de confiança nem mesmo em grau mínimo.

5.8.2017

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Quando começam a censurar as boas notícias, é sinal claro de que estão torcendo pela desgraça:

https://www.infowars.com/breaking-twitter-censors-eric-trumps-drudge-tweet-showing-great-american-job-numbers/

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Se o Trump nomeia tantos inimigos e virtuais traidores para altos postos, só pode ser porque ele ainda não se livrou do mito do “bipartidarismo” americano.

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“Afinal, você vai acreditar em mim ou nos seus próprios olhos?”

https://www.infowars.com/planned-parenthood-tells-parents-to-teach-preschoolers-genitals-dont-make-you-boy-or-girl/

Sim, genitais não fazem de você menino ou menina, cromossomos não fazem de você menino ou menina, o que faz de você menino ou menina é copiar um estereótipo e dizer que ele é genético.

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Os bem-pensantes têm razão de se queixar. A minha obra é a maior piroca filosófica que já entrou no(s) seu(s) cu(s).

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Repito: Antes de entrar numa discussão, decida se você quer ganhar a adesão do interlocutor ou acabar com a reputação dele. E pergunte seriamente a si mesmo por que quer fazer uma coisa ou a outra.
Para muita gente, essa escolha não é clara.

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No meu modesto entender, a opção de acabar com a reputação do sujeito só se justifica quando ele já deu provas cabais de ser incorrigível, o que é antes a exceção do que a regra.
Notem que o próprio Alexandre Duguin acabou aderindo a muitas das minhas teses.

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Por toda parte estou vendo abusos da retórica agressiva dirigidos contra pessoas que não merecem esse tratamento.

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Quando as acusações envolvem DINHEIRO, em noventa e nove por cento dos casos o tom de indignação moralista é pura afetação histérica.

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Poucas coisas são mais repugnantes do que a indignação fútil.

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Um sujeito fica indignado quando sente que foi tratado abaixo da sua dignidade, mas para isso seria preciso primeiro provar que tem alguma, e a dignidade é incompatível com a pressa em indignar-se.

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Ficar indignado é, na maior parte dos casos, levar demasiado a sério algo que mereceria antes ser objeto de piada.

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Não tenho saco para filme de dramas de família. Nunca me interessei nem pelos da minha própria família, como vou me interessar pelos de famílias imaginárias? Encrencas, só gosto das grandes.

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Numa estatística modesta, cinquenta por cento dos assassinos de mulheres, no cinema americano, são cristãos fanáticos.

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Se um cineasta quer estourar o meu saco, basta ele botar no filme uma cena daquelas em que o cidadão, agarrado ao cadáver do amigo ou da esposa, olha para o céu e grita:
— Noooooooooooooooooooooooo!

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Todo sistema de idéias tem uma forma lógica interna que, para avaliar as conseqüências da sua realização prática na História, vale muito mais do que o seu conteúdo explícito. Espero ter ilustrado isso claramente na aula de ontem. O marxismo determina o curso da Revolução Russa mais pela ambiguidade da sua teoria da ideologia do que por todas as suas teses explícitas.

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Liberais e conservadores levam jeito de que JAMAIS vão entender o que é “práxis”. Ao combater doutrinas como o marxismo ou a ideologia de gênero, atêm-se à discussão das suas teses explícitas, sem nem de longe perceber que o verdadeiro sentido de uma teoria revolucionária não está nunca nelas e sim somente na articulação íntima entre elas e a prática.

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Os filósofos modernos — e já ilustrei isso nos casos de Maquiavel, Descartes e Kant — têm essa peculiaridade de que influenciam o curso das coisas menos pelo sentido da sua doutrina do que pelas limitações do seu horizonte de consciência.