30.8.2017

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Já recomendei tantas vezes os contos do Yuri Vieira que temo dar no saco dos leitores, mas repito a recomendação.

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Vejam a merda que aproveitadores e carreiristas fazem com a obra do Mário Ferreira dos Santos. Tantam ganhar dinheiro e fama com essa obra mas não lhe mostram nem um pingo de respeito.
No parágrafo abaixo. logo na PRIMEIRA página de “Pitágoras e o Tema do Número”, deixam passar um brutal erro de concordância entre o sujeito “a obra” e o verbo “examiná-lo”, e ainda se omitem de clarear o final da frase, que fica meio no ar. O certo seria “examiná-la dentro do conjunto do pitagorismo”.

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Eduardo Fauzi Richard-Serquize Nesse caso “examiná-lo” não poderia estar concordando com o “Pitágoras” ?
Olavo de Carvalho “Pitágoras” é adjunto adnominal. O objeto direto dos verbos “separar”e “examinar” é “a obra”. Na expressão oral a confusão entre essas duas coisas é frequente, mas no escrito tem de ser corrigida.

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Praticamente todos os textos do Mário são gravações (mal) transcritas. Precisam de um trabalho de editoração em profundidade, não de um vago cotejo entre várias edições igualmente erradas. Era esse trabalho que eu e meus alunos estávamos fazendo quando fomos boicotados por um editor assanhadinho.
Na primeira aula do curso que estou preparando sobre o maior dos nossos filósofos, darei uma descrição exata do “corpus” ferreiriano e do estado atual dos textos. Todo estudo sério de uma obra filosófica começa com isso. A filosofia não é filologia, mas não subsiste historicamente sem ela.

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Na expressão oral, a confusão entre objeto direto (ou sujeito) e adjunto adnominal é tolerável, mas no escrito tem de ser corrigida. Nas obras do Mário ela aparece praticamente em cada página.

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O próprio Mário, que sofria de grave doença cardíaca e, trabalhando em alta velocidade, sabia que não ia viver muito, tinha a esperança de que após a sua morte os seus textos receberiam o tratamento editorial que mereciam e que ele mesmo não teria tempo de lhes dar. Recusar-lhes esse tratamento é cuspir na memória do filósofo e ainda ganhar dinheiro com isso.

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29.8.2017

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A ampliação forçada do significado do termo “fascismo”, destinada a aprisionar nele qualquer um que seja desagradável aos esquerdistas, levou meio século para se transmutar de pura fraude intelectual em ameaça totalitária presente e atuante. Mutatis mutandis, meio século decorreu para que as primeiras reações literárias ao golpe de 1964 se transformassem na completa reestruturação da estratégia esquerdista que acabou entregando o país nas mãos de uma quadrilha de larápios comunistas que o arruinaram.
Essas coisas são sempre assim. Idiotas que só acompanham a política pela mídia boicotam e inibem qualquer investigação mais séria das raízes profundas do poder e assim impedem que os males sejam curados antes de tornar-se catástrofes irreversíveis.
O ódio que essas criaturas sentem aos que compreenderam o processo antes deles é imensurável e insaciável. Elas fazem tudo para tirá-los do caminho e destrui-los, seja para usurpar o lugar deles, seja, simplesmente, para abafar o vexame que passaram.
Leiam (ou releiam) este meu artigo de 2012 (a versão eletrônica está truncada, faltam no início as seguintes palavras: “O livro dos…”)

http://www.olavodecarvalho.org/visao-curta-e-visao-mais-curta/

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Nenhuma idéia surgiu primeiro na prática e depois na teoria. Se você não tem cabeça para acompanhar discussões teóricas “high brow” e sente raiva de quem tem, deve possuir ao menos um cu elástico o suficiente para aguentar as conseqüências quando a teoria tiver se transformado em piroca prática.

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Todos os líderes políticos, empresariais e militares que não quiseram me dar ouvidos quando, 27 anos atrás, comecei a lhes explicar o que iria suceder nas décadas seguintes, são culpados daquilo que o Eric Voegelin, num contexto similar, chamava de ESTUPIDEZ CRIMINOSA.

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A burrice pomposa não mede esforços e não tem escrúpulos nas suas tentativas de liquidar qualquer sinal de inteligência, que pela sua mera presença é para ela uma humilhação intolerável.

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By the way, podem tirar o cavalo da chuva: NENHUM político brasileiro do momento tem cultura ou inteligência à altura da situação. Pela enésima vez, estamos selecionando atletas na UTI.

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Estou lendo o livro do David Horowitz sobre como inventaram o tal “povo palestino”. É de arrepiar os cabelos do cu de um frade de pedra.

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Responder com explicações polidas a rotulações extemporâneas, calculadas para embolar a discussão, é coisa de trouxa, evidentemente. Mas até para xingar é preciso alguma engenharia, para não cair na mera expressão impotente de uma reação emocional. Todos os meus palavrões são antecipadamente pesados na balança da estilística e da semântica. “Nazista é o cu da sua mãe” sintetiza tão indissoluvelmente a repulsa ao nazismo e o desprezo por quem assim nos rotula, que o engraçadinho fica reduzido, por seu lado, a lamúrias inócuas contra a “linguagem chula”.

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Pais humilhando-se diante de filhos arrogantes tornaram-se um componente essencial dos filmes americanos desde a década de 80 passada. Quem não vê que isso é guerra psicológica não vê NADA/

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Puta que pariu. A mendacidade esquerdista não tem limites. A turma democrata publicou uma foto do Obama servindo comida aos desabrigados do Texas, para mostrar que mesmo fora da Presidência ele se preocupa com a sorte do povo mais do que o Trump. Só que a foto não foi tirada no Texas nem foi tirada agora. É de 2015 e mostra o Obama servindo a seus convidados no Dia de Ação de Graças.
Que mais se pode esperar do maior falsário de todos os tempos?

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Não percam a próxima edição do Brasil Paralelo. É uma importante iniciativa para resgatar a história do nosso país. Para ficar por dentro e receber as atualizações, inscrevam-se aqui: http://bit.ly/2wQbQpu
Por favor, compartilhem.

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Como é lisonjeiro ter tantos odiadores e nenhum concorrente!

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Segundo a sapientíssima Márcia Tiburra, o “fascista” nega ao seu adversário o direito de existir, ou pelo menos de ser ouvido. Mas há maneira mais brutal e eficiente de negar a alguém o direito de existir e de ser ouvido do que chamá-lo de “fascista”? Tão logo assim carimbado pelo crime hediondo de ser contra o aborto ou de não querer transexuais sambando no altar durante a missa, o cidadão se torna automaticamente culpado de todas as atrocidades cometidas pelos nazistas — e quem vai querer uma peste dessas falando do alto de uma cátedra universitária ou escrevendo em jornais respeitáveis como a Fôia e o Grobo?

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O ÚNICO — repito: ÚNICO — brasileiro que algum dia teve a sua existência negada ao ponto de se reduzir à condição de não-pessoa foi o Cabo Anselmo, e quem lhe impôs essa condenação foram os correligionários da Dra. Tiburra. Isso é ou não é uma confirmação da profecia de Winston Churchill, segundo a qual os fascistas do futuro se chamariam antifascistas?

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Mais ainda: O ÚNICO jornalista brasileiro que foi banido de toda a grande mídia impressa fui eu mesmo. Portanto, eu SEI o que é negar a alguém o direito de existir. Dona Tiburra não sabe. Fala no vazio, só por boniteza. Nem percebe que está praticando o “Acuse-os do que você faz, xingue-os do que você é.”

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No tempo da ditadura, NEM UM ÚNICO jornalista de esquerda foi banido de toda a mídia. Perdia um emprego, tinha outro no dia seguinte.

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Percival Puggina está com Roxane Carvalho.

O comunismo pelos comunistas e pelos não comunistas
CITAÇÕES ELUCIDATIVAS

Coletadas por Olavo de Carvalho
http://www.puggina.org/…/outros…/citacoes-elucidativas/10712

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Assistam:

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A esquerda usa a mesma tática mil vezes, e, neste mundo de trouxas, continua funcionando: Inventa alguma exigência bem ofensiva ao senso comum — missa gay, direitos das galinhas, culto da Mãe Terra, abaixo Cristóvão Colombo — e, quando as pessoas comuns se ofendem, chama-as de racistas e fascistas. Assustadas, elas pedem desculpas e concordam com tudo só para provar que não são racistas e fascistas.

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Faço tudo o que o Jack e o Isaac me pedem, jamais lhes dou uma bronca e eles sempre me obedecem. Um dos segredos disso é NÃO BRINCAR com as crianças, apenas montar guarda e ajudá-las quando precisarem.

Respeitar o segurança é um dos mais básicos instintos humanos.

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Não é por nada não, mas a mulher que coloca os seus sonhos e desejos acima das exigências do trabalho do marido não merece receber desse trabalho o dinheiro necessário para atender aos seus sonhos e desejos.

Infelizmente, é esse o modelo de mulher que o cinema americano ensina a milhões de filhas da puta.

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Muitos americanos que conheço, e que nem são por natureza pessoas de maus instintos, estão condenados a ser, para sempre, adolescentes ranhetas.

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A arquitetura moderna baniu todo simbolismo, o que ela faz nunca significa nada de importante, tudo não passa de formas arbitrárias criadas pelos caprichos de uma imaginação egolátrica e voluntariosa.

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A arquitetura comunista, nazista e fascista significava ao menos o poder medonho do Estado totalitário. Era uma merda, mas merda é ALGUMA COISA. Os prédios modernos não significam nem isso.

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Às vezes significam um pinto, uma buceta ou um cu, mas isso já é um excesso de conteúdo.

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Guerra de raças é veadagem. Até dar o cu é mais nobre do que fazer fofoca racial.

https://www.infowars.com/viral-sensation-slams-fake-race-war/

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Não há nada mais machista do que a natureza. Com exceção das hienas, o império do macho é universal entre os mamíferos. Com certeza é uma construção cultural imposta aos bichos pelo Estado burguês.

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Perguntar não ofende: Se a existência de um fenômeno no reino animal prova que ele é normal e bom para os seres humanos, por que raios esse raciocínio vale para o homossexualismo e não para o machismo, que é muito mais disseminado e geral do que ele?

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Se você quer um “contato com a natureza”, você pode tê-lo em sua própria casa, instaurando ali o regime machista, o império absoluto do macho, que vigora em todo o reino animal.

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O matriarcado das hienas é uma piada da Mãe Natureza, como se vê pelo fato de que esses bichos riem uns dos outros o tempo todo.

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Stella Caymmi informa ao mundo: Aquela música com o refrãozinho deprimente, “Trabaia, trabaia, nêgo”, NÃO é do vô dela. Ele era contra o trabalho, não só para os negros, mas para toda a espécie humana, especialmente para ele mesmo.

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Momentos inesquecíveis:
No Rio de Janeiro, avenida Nossa Senhora de Copacabana, dois tipos sinistros se aproximam de mim aparentando as piores intenções. Um me aponta com ar de desprezo e diz para o outro:
— Esse aí? Esse não tem dinheiro não.
E foram embora.

REFORMA AGRÁRIA

“Quando algum justiceiro universal comunopetista-emessetista, discursando em favor das “áreas indígenas”, lhe disser que os índios eram os “legítimos proprietários” da terra brasileira, depois “usurpada” pelos portugueses, informe ao desgraçado que, na época dos descobrimentos, havia aproximadamente 5 milhões de índios numa área territorial de 8.515.767,049 quilômetros quadrados, portanto 1.703 quilômetros quadrados para cada um. O equivalente a uma área inteira da cidade de São Paulo para cada índio. Os portugueses na Europa eram 10 milhões, acotovelando-se em 92 090 quilômetros quadrados, isto é, 0,009 quilômetro quadrado para cada um. Tomar as terras “dos índios” era uma questão elementar de REFORMA AGRÁRIA: dividir entre os trabalhadores os maiores latifúndios improdutivos do planeta.”

28.8.2017

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Um sujeito consagrar a vida a chupar picas tem mais razão de ser do que consagrá-la ao combate anti-olavético.

Não excluo a hipótese de que alguns façam ambas as coisas.

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Colaboração do Francisco Augusto Jr:

Importando encrenca:

https://noticias.gospelprime.com.br/empresa-que-implantou-chips-nos-funcionarios-vem-para-o-brasil/

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Nossa Senhora pediu que a consagração da Rússia fosse feita simultaneamente pelo Papa e por TODOS OS BISPOS DO MUNDO. Não é um pedido obscuro ou ambíguo, é?

http://fsspx.news/en/news-events/news/cardinal-burke-%E2%80%9C-consecration-russia-must-be-done-explicitly%E2%80%9D-31688

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Roxane Carvalho

Do perfil da Léa Nilse Mesquita
No Dia de Santo Agostinho, meditemos sobre a necessidade da “confissão sincera”, grande contribuição do Santo a todos nós, conforme nos ensina Olavo de Carvalho na nota abaixo, encontrada na página de Artur Silva
Uma das maiores contribuições de Santo Agostinho:
“Quem não confessa diariamente que é um farsante, não tem idéia do que é sinceridade. Quer dizer, a necessidade da farsa está colocada na própria constituição humana pelo Pecado Original. Qual é o pecado de Eva? Eva acredita na mentira. O que é o demônio? Mentiroso e pai da mentira. Então isto quer dizer que a mentira está encrustada em nós pelo Pecado Original. É a mentira, não são os pecados do sexo, não é a cobiça de dinheiro, não é a violência, a ira, não é nada disso. Isto é tudo secundário, isso são os efeitos, a raiz da coisa é a mentira. E daí a mentira piora. Quando Deus cobra de Caim, ele responde: “Não estou sabendo de nada” (é como o Lula: “eu não sabia de nada”). Nós fazemos isto todo dia e temos de desfazer. Esse autodesmascaramento profundo — que começa evidentemente com uma constatação deprimente, mas prossegue numa libertação maravilhosa — é a essência da confissão agostiniana. Se você quer saber, eu acho que isso é o maior presente que o filósofo deu à humanidade: ensinar a arte da confissão.”
( Olavo de Carvalho, COF, Aula 114) via Erick Vinicius Rodrigues

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Uma vez por ano, só para não dar a impressão de que não estou percebendo nada, publico aqui uma notinha de dez linhas sobre os Veadascos ou o Caraio Rossi, e isso os deixa num “frisson” dos diabos, que alimenta as conversas deles até o ano seguinte, inspirando a produção de mais alguns milhares de páginas de fofocas. Agora eles estão assanhadíssimos com uns planos maquiavélicos de queimar a minha reputação com o governo americano…

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Quando, anos atrás, escrevi sobre a implantação de chips em seres humanos, fui, como de hábito, chamado de louco e teórico da conspiração. Agora os chips já estão até chegando ao Brasil…

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Ignorando solenemente os pedidos do governador Gregg Abbott, o prefeito democrata de Houston, Sylvester Turner, se recusou a avisar aos moradores que deviam deixar a cidade. Entregou todos ao furacão. Felizmente muitos funcionários o desobedeceram e passaram adiante o aviso proibido.

Tais Faulkner Olavo, eu moro em Houston. Nao havia tempo habil para evacuar a cidade. O que se quis evitar foi o que aconteceu em 2005, com o furacao Rita, em que pessoas morreram nas estradas tentando fugir de um furacao que nem mesmo atingiu o local onde moravam. O numero de mortos dessa vez eh baixissimo considerando a desgraca que se abateu aqui.
Olavo de Carvalho Mas eu vi com os meus próprios olhos os vídeos da devastação em muitos bairros que tinham sido evacuados em tempo. Se houve gente ali, teria sido um morticínio.

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Um cristianismo reduzido a bom-mocismo inócuo só pode mesmo dar nisto:

http://theweek.com/articles/720413/rise-fall-christian-bookstore

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É ABSOLUTAMENTE IMPOSSÍVEL alguém entender o que quer que seja dos fenômenos políticos se não for capaz de acompanhar os debates intelectuais e acadêmicos mais complexos e aparentemente distantes de toda atualidade. A campanha para ampliar o significado do termo “fascismo” com o objetivo de poder rotular de fascista toda oposição ao esquerdismo começou nos círculos acadêmicos nos anos 70 do século passado, e poderia ter sido abortada ali mesmo antes de virar um movimento político que hoje domina o Partido Democrata americano, quase todas as universidades e a mídia praticamente inteira do hemisfério ocidental. Não há mentira política que não comece como charlatanismo acadêmico muito antes de chegar aos ouvidos do povão. Leiam esta página de “The Search for Neofascism. The Use and Abuse of Social Science” (2006), de A. James Gregor — com certeza o maior estudioso americano da história do fascismo — e entenderão do que estou falando.

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É por isso que digo e repito: Um político sem MUITA cultura, por bem intencionado que seja, será sempre, na melhor das hipóteses, um cego em tiroteio.

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Na verdade, a campanha que mencionei teve raízes ainda mais remotas, plantadas pela propaganda soviética após a II Guerra Mundial, quando, de repente, todos os aliados que mais tinham ajudado a URSS viraram “fascistas”, sobretudo por obra e graça do livro de Georg Lukacs, “A Destruição da Razão” (1954)

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Tudo, absolutamente tudo no universo dos fenômenos políticos começa entre intelectuais de grande porte, SUPERIORES AO MUNDO ACADÊMICO, tipo Marx, Lukacs, Sartre, Maritain e similares. Daí passa para o mundo acadêmico, vira debate entre epígonos universitários. Em seguida domina a semi-intelectualidade jornalística, e por fim vira movimento político. Sempre foi assim e sempre será assim, pela simples razão de que o ser humano não consegue fazer nada antes de pensar em fazer, e nenhuma idéia jamais subiu dos mais burros para os mais inteligentes, porca miséria.

Fábio V. Barreto Pegando o gancho: professor, qual o título do livro do Maritain no qual ele meio que se “arrepende” de ter colaborado com as reformas do Concílio Vaticano II?
Olavo de Carvalho Le Paysan de la Garonne. Mas é tudo meia-bomba.

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Napoleão chegou a dominar a Europa porque não havia uma só idéia circulante entre os intelectuais franceses da sua época que ele não compreendesse tanto quanto eles, e em geral melhor que eles.

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Josef Stalin compreendeu tão bem o pensamento de Georg Lukacs que o proibiu na URSS e o divulgou no Ocidente. Sabia que aquilo era veneno puro.

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Por que Getulio Vargas conseguiu manipular tão bem os fascistas , os conservadores e os comunistas e usar todos para os seus próprios fins? Porque enxergava mais longe. “O sr. Vargas faz política de esquerda com a mão direita e vice-versa”, disse dele José Ortega y Gasset.

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Ronald Reagan começou a estudar o comunismo quando era um jovem militante sindical, Ao chegar à presidência, viu que seria impossível ser igualmente fiel a uma política econômica ortodoxamente liberal e ao anticomunismo. Teve a sabedoria de escolher a segunda opção, e conseguiu o que queria.

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Em geral os políticos bem sucedidos (o que quer que se pense deles) são os mais cultos: Abraham Lincoln, Theodore Roosevelt, Charles de Gaule, Winston Churchill, Ronald Reagan…

Fábio V. Barreto D. Pedro II merece entrar nessa lista?
Olavo de Carvalho Não, porque não tinha cultura política.

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A pergunta essencial:

http://www.wnd.com/2017/08/pardon-me-sheriff-joe-asks-if-trump-pardon-is-real/

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Por que o candidato que a mídia alardeia como preferido dos eleitores é vaiado em toda parte, até pelos seus antigos correligionários, enquanto seu concorrente, colocado bem abaixo dele nas pesquisas, recebe aplausos entusiásticos em toda cidade que visita?
Isso eu não sei, mas sei que ninguém deveria ler a Fôia e o Grobo.

Santo Agostinho

No Dia de Santo Agostinho, meditemos sobre a necessidade da “confissão sincera”, grande contribuição do Santo a todos nós, conforme nos ensina Olavo de Carvalho na nota abaixo, encontrada na página de Artur Silva
Uma das maiores contribuições de Santo Agostinho:
“Quem não confessa diariamente que é um farsante, não tem idéia do que é sinceridade. Quer dizer, a necessidade da farsa está colocada na própria constituição humana pelo Pecado Original. Qual é o pecado de Eva? Eva acredita na mentira. O que é o demônio? Mentiroso e pai da mentira. Então isto quer dizer que a mentira está encrustada em nós pelo Pecado Original. É a mentira, não são os pecados do sexo, não é a cobiça de dinheiro, não é a violência, a ira, não é nada disso. Isto é tudo secundário, isso são os efeitos, a raiz da coisa é a mentira. E daí a mentira piora. Quando Deus cobra de Caim, ele responde: “Não estou sabendo de nada” (é como o Lula: “eu não sabia de nada”). Nós fazemos isto todo dia e temos de desfazer. Esse autodesmascaramento profundo — que começa evidentemente com uma constatação deprimente, mas prossegue numa libertação maravilhosa — é a essência da confissão agostiniana. Se você quer saber, eu acho que isso é o maior presente que o filósofo deu à humanidade: ensinar a arte da confissão.”

27.8.2017

O Tomole é o Arruinaldo depois da extração das amídalas.

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A ameaça nazista nos EUA SIMPLESMENTE NÃO EXISTE. “Supremacistas brancos” são em número ínfimo e não têm força nem mesmo para eleger um senador ou invadir uma Prefeitura, quanto mais para derrubar o governo americano. A esquerda revolucionária branca ou negra, em contrapartida, domina um partido inteiro, a mídia e as universidades, tem sustentação bilionária de grupos econômicos e, quando fala em derrubar o presidente da República, não está brincando.
Uma união nacional antinazista — que a esquerda exige e considera obrigatória — seria matar pulgas com misseis intercontinentais.

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Da página do Pedro Henrique Medeiros :

O Cláudio Tognolli chama o professor Olavo de Carvalho de “Astrólogo da Folha da Tarde” no programa da Jovem Pan, profissão legal regulamentada pelo Ministério do Trabalho e a qual Olavo não exerce há quase 40 anos. Mas Tognoli foi colunista do portal Brasil 247, um site petista (2+4+7=13) acusado de receber propina de 120 mil reais do ex-tesoureiro do PT, João Vacari Neto, num operação de lavagem de dinheiro.

E ninguém do lado de cá acusa Tognolli de ser corrupto por causa disso, enquanto os ouvintes da rádio espalham esse expediente sórdido do astrólogo, muito utilizado pela extrema-esquerda, para desacreditar o professor Olavo.

Tognolli tá fazendo isso porque Olavo declarou voto ao Bolsonaro enquanto o candidato dele é o Dória.

Depois dizem que os eleitores do Bolsonaro é que atacam as pessoas.

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De fato, larguei o trabalho de astrólogo numa época em que o Claudio Tomole estava aprendendo a tocar suas primeiras punhetas (se é que chegou a dominar tão complexa tecnologia). Chamar-me de “astrólogo”, no presente, é tão verídico quanto me chamar de militante comunista.
Mas ele não fez só isso. Chamou-me de “astrólogo da Folha da Tarde”, sabendo perfeitamente que, para o astrólogo profissional, que exerce sua arte segundo as regras consagradas, a astrologia de jornal é uma caricatura grotesca da sua profissão. Ela está para a astrologia como a voz do Tomole está para a do Plácido Domingo. O intuito difamatório da expressão usada pelo engraçadinho não poderia ser mais evidente.
Também, eu não esperaria conduta mais decente de alguém que fez carreira como redator do Brasil 171.

Paula Felix Professor, se o sr, como astrólogo, era competente como é como cientista social e filósofo, eu vou pedir pro sr fazer o meu mapa!
Olavo de Carvalho O próprio Tomole publica a prova cabal dessa competência. Mas não leio mapas astrais há décadas. Dá uma preguiça…

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O Tomole chegou a ser jornalista sem saber que uma mesma palavra pode designar duas — ou mais — coisas completamente diferentes. Ou, se sabe disso, finge que não sabe. Ou é burro ou é canalha. “Tertium non datur.”

P. S, – Excluo, por caridade, a hipótese de que seja ambos.

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Não fiquem tristinhos com as “divisões da direita”. Essa briga é boa. É com divisões internas que uma corrente política monopoliza o debate público.

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Não sou contra o Dória nem contra o Ciro, mas visceralmente contra os compromissos que assumiram com esquemas globalistas.

Londerson Araújo Se eles fazem esses tipos de acordo, retroativamente não deveríamos ser contra eles?
Olavo de Carvalho Eles podem mudar de orientação, se quiserem e tiverem culhões.
Fabio L. Leite Professor, que parcerias internacionais um candidato de plataforma nacionalista deveria buscar?
Olavo de Carvalho Só negociações bilaterais de interesse mútuo. Nenhum apoio político que implique ingerência estrangeira na política nacional.

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O anti-olavismo é o mais vasto e nojento show de baixaria que já se viu neste país, talvez no mundo. Felizmente ele é também seu próprio antídoto. Quando alguém quiser contestar minhas idéias a sério, ninguém lhe dará ouvidos, pensando que é apenas mais um Veadasco ou Caraio Rossi.

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O Caraio Rossi diz que eu mandei hackear a página dele. Mandei porra nenhuma. Só o que mandei foi o Caraio Rossi ir tomar no cu, e desde que ele voltou ele está cada vez mais esquisito.

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Eu ensino, ensino, mas não adianta. Quando chamado de nazista, não diga que não é, que repudia o nazismo etc. e tal. Tudo isso será usado pelo acusador como prova de que você é. Logo, responda apenas: –NAZISTA É O CU DA SUA MÃE.
Isso funciona.

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Nunca, nunca, nunca fique na defensiva. Não se faça de bom menino. Não dê explicações. Responda ao insulto malicioso com um insulto obsceno. Dois, se preciso.

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Tem por aí um tal de Ginseng dizendo que quer me matar. Eu sei. Ele quer me engolir pelo cu.

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No mundo ocidental inteiro, a omissão, a preguiça e a covardia de conservadores e cristãos, estendendo-se ao longo das décadas a despeito de todas as advertências, permitiram que a esquerda revolucionária a serviço da elite globalista, amparada num poder econômico praticamente ilimitado, assumisse o controle de toda a mídia, de toda a burocracia estatal, de todo o sistema de ensino e de praticamente todos os serviços de inteligência. Só o que ela não conseguiu foi conquistar o apoio da massa, dos eleitores, da classe trabalhadora. Daí a situação que temos hoje por toda parte: um povo impotente contra a elite onipotente.

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“Nazista é o cu da sua mãe” não é “ad hominem”. É “ad mulierem”.

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Se o sujeito disser que “Nazista é o cu da mãe” é “ad hominem”, pergunte se a mãe dele é homem.

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O óbvio proibido:

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Mesmo os nazistas autênticos mais loucos e assanhados são pacíficos e inofensivos em comparação com a turma da Antifa — uma organização manifestamente terrorista.

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Da página da Roxane Carvalho :

Querido Spacca, que presentaço! Ganhamos o dia com o livro e a dedicatória. Estamos gratíssimos e muito felizes por você. Maravilha!

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A coisa que eu mais odiaria no mundo seria viver num país onde só os criminosos e os agentes do governo têm armas, enquanto o resto da população vive à mercê de uns e dos outros, sem saber qual deles é o pior.

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Por que, nos filmes americanos, não há um só valentão que não dê um gritinho quando leva uma injeção? Eu não fazia isso nem quando era um pirralho.

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O sr. Caraio insiste que o alardeado hackeamento da sua página, se é que aconteceu, foi realmente tramado por mim para ser executado por meu filho Tales e por um tal de Joe. A respeito, informo: (1) Não imagino que merda de conteúdo poderia me interessar na página do sr. Caraio, cujo endereço eletrônico desconheço. (2) Há anos não tenho contato com o meu filho Tales, do qual não sei nem endereço residencial, nem e-mail, nem número de telefone. Isso pode parecer estranho, mas desde que ele se converteu ao Islam prefiro não saber o que está fazendo, para não ter a tentação de opinar a respeito., já que ele próprio jamais pediu minha opinião sobre o caso. (3) Do tal Joe não tenho a menor idéia de quem seja.
Por que o sr. Caraio fica imaginando essas coisas? Há anos ele meteu na cabeça que é um grande conhecedor da história secreta do mundo, e no exercício dessas altas funções acredita ter descoberto uma tenebrosa conspiração urdida por mim com dois dos meus filhos para foder de vez com a cristandade brasileira. Depois que descobriu que o Ananda Coomaraswamy teve algum contato com o Aleister Crowley — o que, por razões que nem ouso perguntar, lhe paraceu um dado fundamental da MINHA biografia –, ele anda tão excitado que não consegue parar de ter orgasmos durante o sono.
Seus sócios, os Veadascos, já advertiam, anos atrás, que quem quer que se aventurasse a acompanhá-los na grande epopéia da guerra anti-olavética deveria ser macho ao ponto de “expor-se ao martírio” (sic).
Não tendo sobrevindo aos membros do grupo o ansiado martírio, é necessário ao menos um pouco de ridículo, para que não se possa dizer que ninguém ali teve sofrimento nenhum exceto o de ler os próprios escritos.

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A Antifa, o Partido Democrata e agora a ONU estão exigindo que o Trump condene em termos veementes e unilaterais os supremacistas brancos de Charlottesville, em vez de culpar os dois lados como o tem feito.
A armadilha é visível: Se não satisfaz à exigência, ele será acusado de cumplicidade com o racismo (como se a própria Antifa não fosse racista). Se a aceita e faz o pronunciamento, torna-se colaborador da propaganda intimidatória que deseja assustar criancinhas com o anúncio de uma revolução nazista em curso nos EUA.

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Pessoas normais não gostam de pensar em coisas esquisitas. Preferem ignorá-las. É assim que as coisas esquisitas crescem em silêncio até tornar-se perigosas.

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(Colaboração do Jurandir Damasceno.)

Começo a entender a origem do zelo apostólico do Paulo Porcão:

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Tem neguinho que, quando alcança três “likes” num post, proclama: “É o fim do olavismo.”

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Um sujeito consagrar a vida a chupar picas tem mais razão de ser do que consagrá-la ao combate anti-olavético.

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26.8.2017

A Igreja do Bergoglio:

http://www.wnd.com/2017/08/catholic-school-removes-jesus-statues-to-be-more-inclusive/

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Encontrei isto nos comentários a um vídeo sem importância nenhuma e achei LINDO:

“Um dos problemas da base ideológica conservadora é que esta se PALTA no fundamentalismo religioso.”

Puta que PARIL.

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Max Weber deu a fórmula DEFINITIVA: Sem o CONHECIMENTO COMPARATIVO DE VÁRIAS ÉPOCAS E CIVILIZAÇÕES, é impossível começar a raciocinar de maneira cientificamente relevante sobra a História, a sociedade e a política. O assustador é o número de pessoas que acham que podem opinar a respeito sem nada disso.

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Quem fizer um jornal diário decente desbancará a Fôia e o Grobo em dois minutos. Isso é mais eficiente e mais barato do que eleger um presidente da República.

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É o que estou dizendo: Há cada vez mais supremacistas brancos pretos:

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Há menos ódio e medo em todo o inferno do que na mente de um só esquerdista.

O mal que um esquerdista consegue atribuir àqueles que odeia é tão gigantesco que chega a infundir inveja ao próprio Satanás.

https://www.infowars.com/black-lives-matter-founder-claims-trump-is-trying-to-commit-hitler-like-genocide-video/

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Uma capacidade extraordinária compartilhada por todos os anti-olavetes é a de enxergar um fruto perfeito e acabado dos meus ensinamentos em qualquer comentário deixado aqui ou na minha fan-page por algum visitante ocasional que jamais foi meu aluno e que nunca vi mais gordo. São admiráveis a seriedade e a minúcia do esforço exegético que eles dedicam a essas amostras, nas quais juram encontrar a quintessência do pensamento do Olavo de Carvalho.

É o Método Veadasco de Análise de Textos.

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Há tantos pretos entre os supremacistas brancos, que não vejo como escapar à conclusão de que o KKK aderiu à diversidade racial.

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Nenhum marxista foi jamais chamado de idólatra por pensar como Karl Marx…

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Mais vale uma liderança regional sólida do que um ministério simbólico em Brasília ou mesmo a presidência da República. Quando penso na mania brasileira de cargos e honrarias — um mundo fictício que, na imaginação nacional, constitui a essência mesma da realidade política –, não posso deixar de me lembrar do caso do Leonel Brizola, que abandonou uma carreira estadual repleta de sucessos para se tornar um fracasso em escala federal.

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Quando um empresário larga os seus negócios para ocupar um ministério federal, ele tem ali tantas chances de sucesso quantas teria, na sua empresa, um desconhecido que caísse de paraquedas na presidência dela sem ter, entre seus acionistas e empregados, um só amigo ou simpatizante.

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Nenhum ministro resiste incólume a uma conspiração de funcionários menores empenhados em enrabá-lo.

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A esquerda hoje em dia quer destruir tudo, menos o grande capital, que aliás a financia.

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O único resultado a que pode levar a presente revolução igualitária é a tirania global das megafortunas. Cumprido o seu papel na produção desse resultado, as massas de militantes “enragés” se verão de repente sem dinheiro e tudo o que poderáo fazer será entrar na fila da previdência social para receber sua quota de cocaína e crack.
O curso das coisas, no ponto a que chegou, só pode ser mudado por algum fator acidental, já que nenhuma resistência séria parece existir no momento.

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Até hoje nenhum cientista social entendeu que o projeto do Estado global é realmente global, atuando simultaneamente em áreas tão diversificadas que nenhum cérebro acadêmico — exceto, é claro, os contratados para isso — consegue apreendê-las como unidade.

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Quem imagina que estou ansioso para brilhar nos meios intelectuais e políticos dos EUA não entendeu porra nenhuma do que estou fazendo. Tentar interferir no cenário americano seria dispersão inútil e esforço impotente. Todos os meus planos de vida foram calculados para a escala brasileira, e estão dando certo PRECISAMENTE POR ISSO.

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Uns poucos anos atrás, quem poderia imaginar que um dia haveria no Brasil acalorados debates para decidir qual, de dois candidatos presidenciais possíveis, representa mais autenticamente a direita?

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Pentelhos e mocréias são a minha kriptonita.

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Ser véia não é o mesmo que ser mocréia. A mocreíce exige um talento especial negado à maioria das mulheres.

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Tornar-se mocréia requer um treinamento árduo, que começa com a leitura diária obrigatória da Fôia e do Punheteu Liberto.

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Tem uns carinhas que brincam de súcubo e saem se gabando de que foram enrabados pelo capeta em pessoa, mas é só imaginação: era apenas um cidadão brasileiro.

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Da página da Ana Caroline Campagnolo. Magistral:

Moça cristã procura marido. Infelizmente, já foi usada e não tem bons antecedentes criminais, mas sabe lavar, passar e cozinhar. É muito briguenta, mas aceita ficar trancada em casa sem internet se o marido trouxer alimento para ser cozinhado e pagar os boletos. Exige doces com frequência, chora se gritarem ou forem grosseiros. Sabe cantar hinos da Harpa Cristã e fala português fluentemente, está melhor alfabetizada que muitos professores da Universidade Federal local. Míope, reincidência de cálculo renal e gastrite crônica. Tamanho M. Sanguínea-colérica. Não compra muitos sapatos, mas gasta muita luz e água. Frequentemente, recebe Notas de Repúdio, mas compensa contando piadas politicamente incorretas. Se dormir mal, tem algumas atitudes feministas como culpar o marido por tudo, mas melhora se receber cafuné. É submissa sem você precisar chamar o aconselhamento pastoral. Não aceita poliamor, libertinos, coisas envolvendo animais ou qualquer outro hábito do mvndo moderno.

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Na opinião da CNN, todo mundo é racista até prova em contrário :

http://www.washingtonexaminer.com/cnn-report-argues-ordinary-people-are-white-supremacists-by-default/article/2632458

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A estratégia da Antifa é simples: insultar, intimidar e humilhar brancos até que eles digam uma palavrinha em defesa própria — e então denunciá-la como prova de racismo.

http://www.wnd.com/2017/08/white-shaming-is-new-rage-on-college-campuses/

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O erro inicial do Trump — querer reformar a economia americana antes de paralisar os inimigos e garantir o controle da máquinas estatal — ainda pode ser corrigido, mas só com uma coragem e uma inteligência quase sobre-humanas.

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Alguém disse num filme cujo título me escapa: “Todo mundo tem uma estratégia… até levar a primeira porrada.”

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Privilegiar a economia foi, segundo parece, idéia do Bannon, inspirado no exemplo do Clinton, que diluía as crises no caldeirão do sucesso econômico.
Precedentes históricos são apenas uma maneira saudosista de tomar no cu.

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A coisa mais certa que o passado nos ensina é que ele já passou.

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O melhor uso estratégico da História é ensinar você a perceber quando O SEU INIMIGO caiu na esparrela de orientar-se por um precedente histórico — e a reagir contra ele de uma maneira sem precedentes.

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Napoleão Bonaparte estudava os manuais de estratégia não para segui-los, mas para perceber quando o inimigo os estava seguindo. E então fazia algo que não estava nos manuais.

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Culpar o Ocidente pelo fenômeno da escravidão é um erro histórico monstruoso que o próprio Ocidente aceitou como verdade inquestionável.
É como o estuprador alegar que foi agredido a bucetadas e a mocinha pedir desculpas.

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Os grandes combates políticos são decididos em bancas de doutorado muito antes de que os políticos percebam sequer que eles existem.

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Quando a esquerda brasileira decidiu interpretar o impeachment da Dilma segundo o precedente do golpe de 1964, ela ofereceu aos direitistas uma chance esplêndida de liquidá-la toda de uma vez. Mas eles nem perceberam.

Linhares Junior Como deveriam ter agido os direitistas, professor?
Olavo de Carvalho Quando você vê que o inimigo está cego, é a hora de atacá-lo com tudo o que você tem.

25.8.2017

“Monsieur Bergoglio: Il m’arrive souvent de me demander ce que l’Europe a fait au Bon Dieu pour que vous soyez élu Pape. Bien sûr l’Europe a commis de grands péchés, elle s’est détournée de sa foi et de son héritage chrétien, mais est-ce une faute à ce point grave pour que le Très Haut la punisse aussi sévèrement?”

https://www.dreuz.info/2017/08/25/lettre-ouverte-dhelios-dalexandrie-au-pape-francois/

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Há algum brasileiro que não saiba, antecipadamente, o que a Fôia de S. Paulo vai dizer sobre o que quer que aconteça, ou mesmo sobre o que não aconteça?
Não entendo por que o jornal do sr. Frias não produz logo uma edição definitiva, dispensando os seus redatores de escrever de novo e de novo as mesmas coisas todos os dias.

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O que eu disse dos americanos e do Obama vale, mutatis mutandis, para os católicos e o Bergoglio: enquanto eles não confessarem que ele os fez de trouxas, continuarão a ser trouxas.

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A Thays Bilenky, da Fôia, escreve: “Referência do conservadorismo no Brasil, Olavo de Carvalho já flertou publicamente com Bolsonaro.”
Flertou, o caralho. O verbo é usado na mídia para designar espertinhos que paparicam candidatos com a esperança de um cargo no próximo governo.
Essa muiezinha não me conhece.

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https://archive.fo/https://www.facebook.com/olavo.decarvalho%23

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Peter O’Toole é um grande ator, mas aquele olhar de assombração não favorece nenhum papel de pessoa normal.

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Toda doutrina religiosa é um conjunto de teses sobre a estrutura geral da realidade. Nenhuma ciência é isso. Basta essa observação para notar que toda discussão do tipo “religião x ciência” é absurda na base. Mais absurda ainda porque as teses defendidas pelas várias religiões diferem e se contradizem entre si. A discussão resume-se a um confronto entre várias teses gerais mutuamente contraditórias, de um lado, tomadas como se fossem um sistema coerente, e, de outro, a ausência de qualquer tese geral.

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Há cada vez mais supremacistas brancos pretos:

https://www.infowars.com/charles-barkley-labeled-a-white-supremacist-for-telling-black-people-to-stop-killing-each-other/

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Os conservadores americanos estavam derrotados a partir do momento em que, por medo da maledicência, aceitaram como presidente um falsário a serviço de George Soros. Os católicos expõem-se à mesma derrota quando se esquivam de enxergar que entregaram ao George Soros a cátedra de São Pedro.

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Platão morreu há dois milênios e meio e ainda tem gente que vê um projeto de utopia no livro que ele escreveu para provar que a utopia é impossível.
Se Deus não se cuidar, a estupidez humana vai acabar sendo maior que Ele.

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Aviso aos candidatos presentes e futuros: Qualquer oferta ou mesmo vaga sugestão de cargo público para a minha pessoa será considerada uma ofensa mortal.

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Minha única profissão é ser eu. Vivo disso e não estou passando mal.

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Tive uma idéia que me parece do caralho. Até agora, os alunos que vinham fazer os meus cursos aqui pagavam mais do que aqueles que apenas seguiam as aulas pela internet. Doravante vai ser o oposto: quem vier em pessoa terá DESCONTO.
Foi uma burrice não ter tido essa idéia antes. Ela entra em vigor já no próximo curso, sobre o Mário Ferreira dos Santos.

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Nunca repetirei isto o suficiente:

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É o que estou dizendo:

http://blog.ilgiornale.it/rossi/2017/08/25/papa-francesco-soros/

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Quando a mídia americana quer queimar a reputação de um sujeito e não encontra nada de substantivo para dizer contra ele, cria em torno dele uma controvérsia postiça para poder chamá-lo de “controversial”.

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Todo jornalista raciocina com base em premissas que obteve do próprio jornal onde escreve.

Andre Chilano Autofagia.
Olavo de Carvalho O Rolf Kuntz, um dos melhores jornalistas do país, usava esse termo para descrever o fenômeno.

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O jornal do sr. Frias faz o seu habitual servicinho sujo ao tentar me pintar com os traços do típico ideólogo literário ou acadêmico, sempre ansioso para fazer a cabeça de algum político e governar por procuração.
Meses atrás o deputado Eduardo Bolsonaro me perguntou se eu teria a disposição de receber a visita do seu pai e dar-lhe algum aconselhamento. Concordei, como concordaria em fazer o mesmo por qualquer candidato atual ou virtual a qualquer cargo, já que o tenho feito por centenas de brasileiros que nunca foram nem serão candidatos a coisa nenhuma.
Depois fui informado de que o meu amigo Jeffrey Nyquist estaria interessado em participar da conversa, pedindo que ela se realizasse em Nova York, onde ele estaria em meados de outubro.
Até então, eu estava seguro de que seria um encontro privado, no qual eu estaria livre para dizer o que bem entendesse, sem qualquer compromisso ou intenção de reforçar a propaganda eleitoral de quem quer que fosse.
De repente, a coisa aparece na Folha de São Paulo como um debate público, iniciativa do Inter-American Institute e parte integrante de um programa de contatos do sr. Jair Bolsonaro com empresários e políticos americanos, num tom evidente de pré-campanha eleitoral.
O Jeffrey, que é o atual presidente do Inter-American, pode de fato ter associado a entidade à iniciativa do encontro, mas isso, em princípio, não modificaria retroativamente a minha intenção de que fosse apenas um encontro privado.
À sua versão manifestamente falsa dos acontecimentos, o jornal acrescentava ainda as cores de uma fofoca política vulgar e provinciana, ao afirmar que eu andava “flertando” com a candidatura Bolsonaro. O verbo é usado comumente na mídia para designar interesseiros que assediam candidatos com a esperança de um cargo no próximo governo. Jamais me ocorreu que responder afirmativamente a um pedido de conselho fosse um “flerte”, nem muito menos que fosse possivel flertar — em qualquer sentido do termo — sem jamais procurar qualquer contato com o alvo dos meus supostos desejos e limitando-me a atender a um pedido do seu filho.
Para jogar um pouco mais de lama na água, o jornal afirmava que eu me dispunha a ser “conselheiro particular” de um possível presidente Bolsonaro, sem informar que eu havia manifestado essa disposição em resposta HUMORÍSTICA a um zunzum anônimo que fazia de mim o ministro da Cultura ou da Educação sob uma presidência Bolsonaro. Nessa resposta, eu afirmava que poderia ser NO MÁXIMO conselheiro particular do futuro presidente, COM UM SALÁRIO DE CEM REAIS POR MÊS…
A repórter da Folha, querendo posar de detentora de “inside information”, só mostra a característica impossibilidade que o analfabeto funcional tem de apreender nuances de sentido, seja nos fatos, seja nas palavras.

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Reparem no detalhe das unhas:

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É injusto chamar os jornalistas de putas, porque as putas, afinal de contas, DÃO alguma coisa.

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Os decretos dos governantes passam, mas a influência intelectual, quando é séria, permanece. O filósofo que deseja poder político é como um leão que, não sabendo a força que tem, invejasse os bicos das galinhas.

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Prosseguindo o trabalho iniciado pela Carla Farinazzi, a Stella Caymmi está completando a edição de “O Guru de Varginha: Diário do Olavo de Carvalho”. Está um cacatau de 1400 páginas — um nadica, se comparado aos diários de Julien Green, Amiel e André Gide.

Moema Viana O Coletivo está esgotado?
Olavo de Carvalho Completamente. Vai sair uma reedição com novo prefácio, mas não sei quando. Eu preferiria que “O Guru” saísse antes.

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A mais nefasta consequência da incultura é levar milhões de pessoas a julgar questões de envergadura mundial à luz da sua experiência rotineira e vulgar, seja pessoal, seja profissional. São essas pessoas as que rotulam de “teoria da conspiração” tudo o que escape do seu estreito horizonte de consciência reforçado pelas impressões recebidas cotidianamente da mídia popular e das conversações fúteis no ambiente de trabalho.
Esses indivíduos são, por omissão, tão culpados de todas as grandes tragédias históricas quanto aqueles que as produziram por suas ações e decisões.
Referi-me ontem, de passagem, aos livros de Vance Packard. Entre os anos 50 e 70 do século passado, esse pesquisador emérito divulgou todos os esforços de cientistas a serviço da elite global para dotá-la de instrumentos capazes não só de manipular e ludibriar as massas como bem desejasse, mas de demolir e reconstruir os seres humanos para torná-los dóceis ao seu comando.
Se os autoproclamados cristãos, patriotas e conservadores não achassem tudo isso demasiado distante do seu mundinho cotidiano — e da politica cotidiana — para poder ser real, esses projetos megalomaníacos poderiam ter sido abortados em tempo. Agora é tarde. A sociedade integralmente planejada e administrada já é uma realidade, apenas coexistindo com um resíduo da antiga sociedade normal, cada vez menos hostil e mais subserviente.

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Quanto mais você imita um bom professor — não em exterioridades, é claro, mas no seu esforço profundo — , mais descobre quem é você mesmo e mais se torna você mesmo.

Mateus Matos Diniz

Qualquer bom aluno do Professor Olavo de Carvalho alguma vez na vida já foi acusado de tentar imitá-lo. É, ou não é?

Os mocinhos se aproximam, com seus dedinhos em riste, dizendo que queremos ser o professor, porque falamos uns palavrões ou gostamos de Xavier Zubiri.

Em qualquer tempo, de qualquer escola de filosofia séria, os alunos passavam anos, décadas, imitando seus professores, no modo de falar, agir, pensar, ou escrever -até porque muitos desses elementos compõem uma arte em particular: a retórica.

Antes de esboçar qualquer tentativa de originalidade, Aristóteles passou anos simplesmente imitando Platão -e este é um exemplo que o próprio Olavo cita bastante.

Tomar bons modelos e imitá-los, de maneira a intuir verdadeiramente o testemunho de sua experiência é fundamental para qualquer aprendizado, seja na filosofia, imitando bons filósofos, seja na religião, imitando os grandes santos ou o próprio Cristo.

Agora, por que isso incomoda tanto?

Porque, para essas pessoas, o conhecimento é algo exterior, é algo que você escuta e depois utiliza como um penduricalho. O interessante seria nos inundarmos de citações para entretê-los, como um Mário Sérgio Cortella ou um Clóvis de Barros da vida.

Os bons alunos, ao contrário, tomam o conhecimento e o imprimem na sua própria personalidade, e vivem dentro de si aquilo que seu professor viveu.

Justamente por ter essa “revivência” interior é que poderemos, um dia, dar sequência ao trabalho do professor, isto é, dizendo, mutatis mutandis, em seu lugar, o que ele não teve tempo ou meios de dizer.

Após este exercício duradouro, naturalmente, isso irá revelando a originalidade de cada um, nos permitindo não somente continuar os passos do autor que nos influenciou, como também, com muito cuidado, dar nossos próprios passos -se necessário for.

Quem não tem consciência dessa responsabilidade e urgência interior no aprendizado, de que não importa se é imitação ou original, mas sim do que é verdade ou não, jamais pode compreender essa jornada de amor ao conhecimento, porque ama demais sua própria imagem.

“O crime de Narciso é preferir, no final das contas, a imagem ao próprio eu.” Louis Lavelle

A eles, respondo, como fui ensinado: Ora, porra, vão à merda!

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Há anos adotei o lema de Dom Quixote: “Yo sé quién soy.” Não adianta porra nenhuma me elogiar por virtudes que não tenho nem me criticar por defeitos que também não tenho.

COMO TORNAR-SE UM LEITOR INTELIGENTE

”A partir de um certo momento na vida só existe o aprendizado voluntário. Reparem que o aprendizado de uma criança não é voluntário, é espontâneo. Na medida em que a criança cresce, ela busca novos conhecimentos como alguém que busca apenas respirar; ela tem uma curiosidade sem fim. Contudo, num dado momento, isso não é mais possível. Você somente aprenderá aquilo que for de seu real interesse. Mas por que você deve querer aprender? Essa é a pergunta. Você somente irá querer aprender se você vislumbrar algum objetivo que transcenda infinitamente os seus interesses pela sobrevivência imediata. Você não sabe exatamente o que é esse objetivo, mas você o vislumbra. E isso é o que nós podemos chamar de imagem paradisíaca. Se não existe uma imagem apocalíptica, o fim do mundo!, e de uma outra vida que transcenda tudo aquilo que nós conhecemos, se não existem imagens do paraíso, da felicidade eterna, então não há razão para aprender.

Excetuando os aprendizados para fins pragmáticos e imediatos, o que move o aprendizado ideal é uma aspiração pelo Infinito que existe no ser humano. Em princípio, nós podemos dizer que a aspiração pelo Infinito é a própria natureza humana, ou seja, para sermos humanos precisamos ter essa aspiração, do contrário seremos apenas bichinhos. Mas essa possibilidade que define o ser humano raramente é realizada por todos. Dito de outro modo, a maior parte dos seres humanos permanece abaixo do que é a possibilidade humana essencial.

Então, se uma criança tem o seu conhecimento ampliado espontaneamente na medida em que ela cresce, você, já adulto, parou de crescer, e só aprenderá se fizer um esforço a mais, se quiser, de fato, aprender. E você só desejará aprender se você medir a sua vida na escala do Infinito ou da felicidade eterna. Sem a imagem paradisíaca o ser humano paralisa. E é isso, no fundo, que nós buscamos quando lemos qualquer livro. Por trás do simples ato de você ler mais uma página existe o Infinito buscado por você. Se não existir, não há motivo para ler. A não ser que seja uma leitura para fins imediatos que auxiliem em sua subsistência. Assim, para ler, não é necessária uma técnica, mas uma motivação. E a única motivação fundamental é a aspiração pelo Infinito. Essa motivação pode levar você a compreender as coisas mais difíceis. Se você entender que o aprendizado de certos assuntos que você quer aprender no momento, por difíceis que sejam, possui sob si o acesso à dimensão paradisíaca, ninguém vai segurar você. Você aprenderá o assunto de qualquer modo.

Mas é claro que a relação entre o objetivo último de todo aprendizado, mediante a leitura ou não, e as dificuldades imediatas, tem que aparecer de modo claro para você. E frequentemente ela não aparece. Assim, você se perguntará: ‘Em que isto me auxiliará a alcançar o objetivo último?’ De início, uma coisa parecerá nada ter a ver com a outra. E por isso surgirá o problema do que você deve ler e estudar. A resposta é esta: leia e estude somente aquilo que pareça aproximar você da beatitude eterna. Aquilo que não tem para você o atrativo da felicidade eterna não lhe dará forças para aprender, e, na verdade, não há razão alguma para aprender.”

24.8.2017

Se você não aprende a viver sem nenhum “ideal de sociedade”, você vai ser sempre uma deformidade humana que busca alívio da sua própria feiura apontando feiura em tudo.

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Segundo os próprios teóricos de maio de 68, é impossível lutar contra “a discriminação” sem fazer amplo uso da “discriminação positiva”. Que é discriminação positiva? É a discriminação da maioria trabalhadora — os “deploráveis” — pelas minorias militantes aliadas à burocracia estatal e às megafortunas. É o soviete capitalista em todo o esplendor da sua monstruosidade. Esse é o mundo em que estamos entrando e do qual, se acabarmos de entrar, não conseguiremos sair.

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Pois o sonho da Fundação Rockefeller não era fundir comunismo e capitalismo? Já estão no ponto de fusão.

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Não conheço um único político brasileiro que tenha a menor consciência dessas coisas. Eles assimilam slogans pela boniteza — com um pouco de incentivo financeiro, é claro — e saem repetindo, crentes de que agora estão na vanguarda do progresso humano.
TODOS os políticos brasileiros, SEM EXCEÇÃO, são culpados de ESTUPIDEZ CRIMINOSA.

Linhares Junior Professor, o senhor conhece algum político de qualquer matiz ideológica que conheça essas coisas?
Olavo de Carvalho Toda a cúpula do Partido Democrata.
Maria De Fátima Oliveira Os Bolsonaros talvez entendam o que o senhor está falando.
Olavo de Carvalho Espero que sim, mas, sinceramente, não tenho certeza.

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Os políticos e, em geral, os formadores de opinião deste país estão TÃO ABAIXO do nível de consciência requerido para ter uma visão suficiente da situação no mundo, que a política brasileira se parece cada vez mais com uma briga de loucos no hospício enquanto em volta, sem que eles saibam, se trava uma guerra mundial.

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Posso dar alguns conselhos úteis a qualquer candidato presidencial que sinceramente os deseje. Com a condição de que não esperem que eu afague os seus egos ou seja seu garoto-propaganda.

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Colaboração do Karim Sebti :

https://www.dreuz.info/2017/08/22/le-coup-detat-anti-trump-se-poursuit-aux-etats-unis-2/

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Qualquer resíduo de culto ao golpe de 64 é um impedimento cognitivo tão grave quanto o ódio retroativo ao regime que ele produziu. Não se pode entender a política mundial de hoje com esquemas mentais provincianos de meio século atrás.

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Repito o que já disse aos meus alunos: Não procurem uma esperança em volta. Vocês são a ÚNICA esperança deste país. E não digo isso com orgulho, mas com TERROR. Nunca tantos dependeram tanto de tão poucos — e tão desprovidos de meios de ação.

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Por favor, não me enviem mensagens inbox, exceto em caso de morte iminente.

Recebo mil por dia.

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Qualquer que seja o caso, uma coisa é certa: Se a campanha presidencial de 2018 for um confronto entre nostálgicos e odiadores do regime de 1964, o país terá saído da História mundial para entrar no esgoto da memória.

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Aplaudir a restauração da monarquia antes de a própria Casa Real sair clamando em favor dela é o mesmo que aplaudir uma intervenção militar antes que um só general mostre algum desejo de fazê-la.
É publicar críticas contra e a favor de um filme que ainda não rodaram.

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Da página da Henriete Fonseca :

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“A educação histórica da maioria das pessoas é tão inadequada que chega a ser um crime.”
(Jordan B, Peterson)

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André Assi Barreto

O Jordan Peterson é um gênio e um herói e sua explicação das razões que nos levaram a esse estado de coisas são precisas. Porém, são as razões que o Olavo de Carvalho vem apontando para nós, o público brasileiro, há pelo menos vinte anos.

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Ontem expliquei aqui que a política “anti-discriminação” consiste na discriminação da maioria pelas minorias ativistas aliadas à burocracia estatal e às megafortunas. A maioria já percebe isso, mas o único meio de ação que ela possui — o voto — tem cada vez menos poder contra a burocracia profissional permanente e as comissões não eleitas:

https://www.infowars.com/poll-vast-majority-of-americans-support-free-speech-over-political-correctness/

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Se é que isto interessa. Não há nada de esotérico — muito menos de astrológico — nas minhas previsões. Na tipologia de Jung, pertenço ao tipo “intuitivo extrovertido”, para o qual não há praticamente distância entre os movimentos da História e os da sua própria alma. Sentir o pulso da comunidade ou da sociedade inteira é para mim tão natural quanto saber o que eu mesmo sinto. Aos quatorze anos de idade eu já havia notado isso. O prof. Romano Galeffi dizia que eu era um historiador nato agindo fora do campo da historiografia profissional.

Na verdade, menos historiador do que cientista social.

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Minha estréia de cientista social mirim foi mesmo aos quatorze anos. Nossa escola havia se fundido com outra muito maior e escrevi um estudo sobre os efeitos psicológicos da coisa na massa de estudantes. Ficou tão bom que a diretoria me chamou para pedir sugestões. Achei a situação engraçada, porque eu era um dos alunos mais relapsos, e acreditava que a única razão que a diretora poderia ter para querer falar comigo era me dar algum esporro.

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Da página da Priscila Garcia. As sutilezas começam a aparecer:

https://conservativemedia.com/politics/scandalous-photo-hillary-kkk-leader-leaked-said-true-horror/?utm_content=buffer8e96a&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer

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Está na hora de reler (ou, para a maioria, ler) os livros de Vance Packard, “The Hidden Persuaders”, “The People Shapers” etc. São da década de 50 do século passado, mas mostram o poder irresistível que os instrumentos de manipulação psicológica das massas já tinham NAQUELE TEMPO.

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Já estamos chegando àquela situação que o Bertolt Brecht inventou como sátira, na qual o governo, sentindo-se incompreendido pela massa, dissolve o povo e elege outro no lugar dele.

Cá entre nós: Se a Hillary trocava beijinhos com o líder do KKK e deu uma tremenda força aos nazistas ucranianos, ela tem boas amizades nesse meio e bem pode obter aí um favorzinho anti-Trump, não é mesmo?

Quanto ao George Soros, já trabalhou para os nazistas na sua terra natal e deve sentir um prazer narcisista imensurável em tê-los agora como seus empregados na América.

E o John McCain não se contentou nem mesmo em ajudar os nazistas ucranianos de longe. Foi lá pessoalmente.

Já o Malcolm X, tão próximo do Obama mentalmente que chegaram a supor que fosse o pai biológico dele, era um admirador confesso de Adolf Hitler.

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Nem digo nada da Margaret Sanger, fundadora da Planned Parenthood, tão protegida pelo governo Obama. Seu grande objetivo na vida foi fazer tudo para que nascessem menos negros.
São muitas amizades, muitas afinidades, muitas relações. Não vejo nada de estranho numa troca de serviços.

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http://www.leiaja.com/politica/2017/08/24/militantes-e-antilulistas-entram-em-confronto-no-recife/

Arthur Danzi Professor, o que um homem pode fazer concretamente para conquistar a sinceridade consigo mesmo e conhecer-se melhor?
Olavo de Carvalho Refaça o seu necrológio de tempos em tempos

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Estão começando a acordar:

http://www.wnd.com/2017/08/the-lefts-agents-provocateur/

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“What lives once, lives forever.”
(Joseph Conrad)

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Acabo de rever o “Lord Jim” de Richard Brooks. É magnífico, com apenas dois defeitos: Dahlia Lavi não parece cambojana de maneira alguma e Curt Jurgens é demasiado solene e senhorial para ser convincente no papel de ladrãozinho bebum.

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O pai do Barack Hussein Obama é falso.
A certidão de nascimento dele é falsa.
O alistamento militar dele é falso.
O número de Social Security dele é falso.
A biografia dele é falsa.
Agora só falta o sexo da mulher dele ser falso e as filhas não serem filhas.

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Enquanto os americanos não tiverem a coragem de confessar que foram feitos de trouxas por um vigarista chinfrim, a América estará correndo perigo.

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Quando a vítima esconde o crime, ela é condenada em lugar do criminoso.

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Os americanos já mentiram demais sobre a sua própria História. Acho que chegaram ao último limite e um choque de realidade se aproxima velozmente.

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A religião existe para revelar aos homens um OUTRO mundo, infinitamente maior e mais real do que este. A moral existe apenas para ensiná-los a comportar-se bem NESTE mundo pequeno e transitório. Desde que Kant inverteu as proporções, fazendo da moral a base da religião em vez do oposto, aconteceu o inevitável: as pessoas não só passaram a pensar exclusivamente neste mundo, mas a acreditar que só ele existe.

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O filósofo incapaz de prever os efeitos históricos da sua filosofia não deveria ter nenhuma.

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Nenhuma filosofia teve efeitos mais vastos e mais benéficos que as de Platão e Aristóteles.