15.7.2017

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O Kim Katakokinho, como tantos outros da mesma marca, imita as minhas explicações com atraso e ainda se faz de superior ao modelo copiado.
Nenhum comunista jamais se rebaixou a esse ponto. Há porcarias que só a “direita” consegue fazer.
A esquerda, pelo menos, tem um mínimo indispensável de respeito pelos intelectuais que lhe ensinam alguma coisa.

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“Veja tudo o que ele fez”, alegam os apologistas do Kim. Eu sei o que ele fez. Foi fabricado pela “Veja”e vendeu o movimento popular ao tucanato. Só não foi pioneiro nisso porque o Arruinaldo o antecedeu nas duas coisas. That’s all, folks.

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No dia em que a direita tiver dado tantas contribuições essenciais à cultura brasileira quanto a esquerda deu entre 1930 e 1960, ela terá alguma autoridade moral. Por enquanto, é só pretensão, carreirismo e inveja.

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Quando a moral de um país desce ao ponto em que ser de esquerda começa a parecer a única virtude possível, não venham me dizer que colocar uns larápios na cadeia e eleger um presidente de direita vai salvar a situação.

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Pior: hoje em dia o suprassumo da moralidade concebível neste país já não é nem o esquerdismo autoconsciente, mas a macaqueação servil do seu resíduo degenerado, a ideologia diversitária.

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Não me incomodo de ser macaqueado, com a condição de que o macaqueador não diga que o macaco sou eu.

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Só no Brasil é possível alguém conceber que invejoso é o macaqueado em vez do macaqueador.

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Arruinaldos, Kims, Leandros Espirituais, Villas e similares jamais existiriam se tanto a esquerda quanto a direita jujuba em pânico não tivessem entrado num consenso quando à urgência de inventar algum Ersatz para o Olavo de Carvalho.

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No Brasil, parecer um jovem promissor já equivale a uma coleção de Obras Completas.

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Quando vem por trás, um dildo é indistinguível de uma piroca humana ou mesmo animal.

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Há várias dezenas de brasileiros talentosos que não só ecoam as minhas idéias, mas as prolongam e complementam de maneira honrosa. A lista é longa demais para que eu a reproduza aqui. Aí vem o Kim com macaquices e ainda dizem que eu deveria lhe estar grato.

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O Rodrigo Cocô Instantâneo começou macaqueando e posando de superior. Depois evoluiu, aprendeu a citar e até a agradecer. Não há vergonha nenhuma nisso.

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Quando os utilizo para alguma coisa, tomo o cuidado de citar com precisão e gratidão até posts do Facebook e mensagens inbox. Mas no Brasil citar é puxassaquismo, idolatria e falta de independência.

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Se a direita brasileira aceita como “líder” qualquer um que a grande mídia lhe apresente como tal, o futuro da esquerda está garantido. Não esqueçam que, nos anos 90, a Time publicou uma lista dos jovens líderes destinados a moldar o novo mundo no Terceiro Milênio — e o destaque era… o Anthony Garotinho.

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Se você quer saber o que não vai acontecer de maneira alguma, leia a grande mídia.

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Tudo o que o prof. Pierluigi Piazzi observou no seu campo de experiência pessoal sobre a queda vertiginosa da inteligência dos brasileiros nas últimas décadas é hoje um dado científico incontornável: o Brasil é o único país do mundo onde o QI médio cai sem parar há quarenta anos. Cada brasileiro, antes de abrir a boca para dar palpite, deveria pensar: Será que não estou apenas engrossando a estatística?

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A vantagem mais imediata da cultura literária é ensinar você a perceber imediatamente aquilo que é postiço e soa falso. Se você não tem essa capacidade, TODAS as suas idéias serão erradas.

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“Os Ph. Ds de hoje têm menos conhecimento e capacidade do que um formando de escola técnica de quarenta anos atrás.”
(Pierluigi Piazzi)

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Enquanto faço o diabo para criar uma nova geração de pensadores originais, a turma em volta não para de produzir genéricos do Olavo de Carvalho.

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Acabo de excluir um tal de Eric Ellwanger de Oliveira, sem possibilidade de retorno, por vir à minha página dizer que só o que sei é xingar. Ou seja: Em quatrocentas aulas do COF, mil artigos de imprensa e dezesseis livros publicados, nada mais se lê além de: Tomar no cu. Tomar no cu. Tomar no cu. Tomar no cu. Tomar no cu. Tomar no cu. Tomar no cu. Tomar no cu. Tomar no cu.

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A direita está REPLETA de puros doentes mentais.

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É a revolta do rabo contra o cachorro.

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Perdoar meus inimigos? É claro que os perdoo e rezo por eles. Se não fizesse isso, não teria a autoridade moral requerida para chutar os seus cus.

Jose Angelini Aquino Desculpe mestre, mas, me pareceu contraditório?
Olavo de Carvalho A vida é assim.

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Agostinho, Alberto Magno, Tomás de Aquino e Boaventura, que eram santos de Igreja, diretamente inspirados pelo Espírito divino, ainda tinham de queimar as pestanas por anos a fio antes de chegar a conclusões sobre algumas coisas. Mas hoje em dia neguinho assiste a duas missas e já sai com o discernimento completo do certo e do errado. Deve ser o tal do pogrécio.

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Contribuição do Diego Gomes:
A última moda multicultural:
Queimar o rosto das pessoas com ácido.

http://resistancerepublicaine.eu/2017/07/15/multiculturalisme-les-attaques-a-lacide-se-muliplient-a-londres/

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O mal brasileiro mais antigo e mais perverso é, mais que a pura indolência mental, o ÓDIO ao conhecimento e a seus detentores. E hoje em dia isso se observa muito mais ostensivamente na “direita” do que jamais o foi na esquerda.

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A esquerda brasileira levou décadas para formar-se. A direita é um improviso todo cagado.

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Os primeiros livros que li na vida (encerrada a fase das histórias em quadrinhos) foram: “O Caçador”, de John A. Hunter; “Capitão Blood” de Raphael Sabatini, “Aventuras Completas de Sherlock Holmes”, de A. Conan Doyle, e “O Livro da Natureza”, de Fritz Kahn. Até hoje releio todos com prazer.

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Nunca, nunca, nunca vi um esquerdista macaquear um livro de esquerda e fingir desprezo pelo autor. Na direita vejo isso TODOS OS DIAS.

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A omissão letárgica e sonsa da direita durante quarenta anos foi um mico tão colossal, que aqueles que foram repentinamente despertados dela pelo Olavo de Carvalho se sentem obrigados a fingir que sempre souberam de tudo.

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Considero um GRAVE sinal de psicastenia política não perceber que tipos como Kim Katakokinho e Fernando Olha-Eu-Dei são fantoches inteiramente desprovidos de substância criados pelo esquema globalista.

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Acabo de receber, e lerei com interesse, o livro do maestro Dante Mantovani, “Ensaios sobre a Música Universal. Do Canto Gregoriano a Beethoven” (Paraguaçu Paulista, Editora Si Vis Pacem, 2017).

Nando Castro Professor, o que o senhor recomenda que eu faça para começar a interpretar as mensagens das partituras? Como Uirapuru, do Villa-Lobos, por exemplo?
Olavo de Carvalho Leia tudo o que o Victor Zuzkerkandl escreveu.

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Se um cidadão ostentar macheza como arma de propaganda eleitoral é indecente, porque não o será também ostentar homossexualismo?

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No Brasil a turma consegue prostituir até a fidelidade à Igreja. O número de picaretas que vivem disso cresce a olhos vistos.

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A turma da Montfaible ouviu falar de Louis Lavelle anteontem e já tem uma bula papal pronta para condená-lo.

O’Couto Felipe Professor, os tradicionalistas descobriram, enfim, a “suprema gnose” de Louis Lavelle. O Instituto Montfort publicou um artigo a respeito mas o deletou logo em seguida. Aguardemos novos ataques tradicionalistas a ameaça lavelliana.
Olavo de Carvalho Discutir com monfortiano é como querer ensinar atletismo a uma tartaruga.
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