11.7.2017

Só digo uma coisa: Quando aparecer um desses, FUJA.

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No governo Obama, o simples fato de construir um abrigo subterrâneo já bastava para colocar você na lista de suspeitos de terrorismo — exceto, é claro, se você fosse um bilionário. A coisa mais importante para a elite é que, no caso de uma guerra nuclear ou qualquer outro desastre colossal, SÓ ELA e seus empregadinhos sobrevivam, realizando por mero decurso de prazo o sonho dourado de reduzir a população do planeta.

http://www.independent.co.uk/news/world/americas/super-rich-buying-apocalypse-safe-bunkers-protection-natural-disasters-nuclear-attack-kansas-us-a7833641.html

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É muito raro, hoje em dia, um ser humano que tenha consciência de si enquanto “alma”, isto é, enquanto substância espiritual que envolve e abrange a identidade corporal. A maioria — nela inclusos inumeráveis intelectuais — se vê apenas como um corpo que de vez em quando produz alguma atividade psíquica. Em geral não tem nem consciência de continuidade biográfica, apenas pedaços soltos de memória. Discutir religião com essas pessoas é como tentar ensinar pintura a um cego.

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O corpo humano não tem nenhuma continuidade material, apenas a continuidade de uma “forma” (no sentido aristotélico e não visual do termo). Nossa identidade é puramente imaterial, a identidade de uma consciência que permanece enquanto os elementos materiais que a manifestam e sustentam neste mundo vão passando.
“Les jours s’en vont, je demeure.”
(Guillaume Apollinaire)

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Se refeito várias vezes ao longo da vida, o exercício do necrológico, que proponho aos meus alunos no COF, é apenas um truque para desenvolver o seu senso de continuidade biográfica.

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Poesia, segundo Samuel Taylor Coleridge, são “as melhores palavras, ditas na ordem melhor”.

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No ser humano, os instintos não são senão uma expressão tosca dos desejos mais profundos e permanentes da alma, temporariamente fixados em objetos transitórios que se tornam, para esse fim, simulacros da eternidade.

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Não acredito que os instintos possam ser domados. Só podem ser integrados, pelo desenvolvimento da autoconsciência, nos desejos profundos dos quais emanam. Noventa e nove por cento da moral circulante hoje em dia consistem em impedir que isso aconteça.

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Sem uma firme autoconsciência biográfica, todo arrependimento não passa de um entrechoque de paixões.

Alvim Neto Caraio! Não é que o senhor tem razão?!
Olavo de Carvalho Ter razão é a minha profissão.
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Uma boa parte do que circula por aí com o nome de “humildade” não passa de desprezo sadomasoquista pelos dons que recebemos de Deus.
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Só depois dos sessenta anos comecei a aprender a me arrepender. Antes, só praticava sadomasoquismo com o nome de “religião”.
Luiz Sidney Se Cristo fez tudo, o que precisamos fazer? Acredito que qualquer esforço humano em busca da salvação é o mesmo que achar que o que Cristo fez na cruz é insuficiente. Sola gratia
Olavo de Carvalho Uai, Ele mesmo disse para a gente fazer. Isso faz parte da Graça.
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O que eu disse da Frida Kahlo, parece piada, mas não é. Ela deu para o Trótski para botar ciúme no Diego Rivera. Espero que tenha funcionado, coitadinha.
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Ter razão é a minha profissão. É claro que nela também há feriados e fins de semana.
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Gurdjieff dizia:
— Você não tem alma nenhuma, mas talvez possa comprar uma por uma certa soma em dinheiro.
Acho que todo político brasileiro acredita nisso.
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Você só começa a entender o Gurdjeff quando percebe que é tudo gozação. Merecida, em geral.
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Considero o Gurdjeff o maior humorista metafísico de todos os tempos.
Alexander van Bezerra Era um gênio?
Olavo de Carvalho Sem dúvida.
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Seria bom se todo mundo, ao ler a Bíblia, se lembrasse de que a palavra “coração”, ali, não quer dizer “emoções”, e sim o centro da autoconsciência.
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Quando o Gurdjieff disse “Chegarás à verdade através da mentira”, ele estava explicando muito claramente que você só tiraria proveito dos ensinamentos dele se não acreditasse numa única palavra do que ele dizia.
Tanto que o Uspensky acreditou em tudo muito seriamente e o Gurdjieff disse que ele era uma besta quadrada.
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Se eu tivesse sido aluno do Gurdjieff, provavelmente morreria de enfarte em uma semana, de tanto rir. E ele diria que fui um ótimo aluno.
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Contribuição da Daiana Nepomuceno :
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Assim como tenho uma lista de “meus gurus”, tenho também uma dos meus antimodelos. São homens de grande gênio que vêm ao mundo trazendo uma mensagem de salvação para toda a humanidade, prometendo uma nova era de paz universal mediante a fusão de todas as religiões e tradições espirituais com a ciência moderna e algumas técnicas psicológicas que eles mesmos inventaram, as quais deixarão no chinelo tudo o que a Igreja ensinou. Têm equipes de centenas de assessores profissionais incumbidos de preservar e espalhar sua mensagem. Cada palavrinha que dizem é imediatamente transcrita e vira livro. Recebem aplauso mundial, são celebrados na ONU e nos altos círculos globalistas, juntam quantidades astronômicas de dinheiro e compram terras e palácios onde instalam toda sorte de instituições para o cultivo da sabedoria espiritual, o congraçamento dos povos e a felicidade do gênero humano. Um dia publicarei a lista dessas criaturas angelicais.
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 Só mesmo o Julio Não-Lemos para se entusiasmar por uma bobagem deste porte:
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O Dória diz muita coisa certa, mas essa história de combater o banditismo melhorando a iluminação pública é piada. Nenhum bandido prefere atirar no escuro.
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Antes do advento do capitalismo, os reis, príncipes e ricaços em geral davam um bocado de dinheiro para a Igreja e as universidades, mas nunca sequer pensaram em dar palpite sobre o que deveria ser dito nos púlpitos e nas cátedras. Hoje os bilionários ditam cada palavra, moldam a vida intelectual e religiosa como bem lhes parece.
Os que só vêem belezuras no capitalismo deveriam pensar nisso.
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É verdade que na economia de mercado ainda há algum espaço para a vida intelectual independente, desde que os interessados consintam em permanecer à margem de todo enquadramento institucional.
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Numa sociedade socialista eu já teria morrido de fome e de porradas no fundo de algum Gulag.
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Muitas décadas atrás, pedi a Deus que me fizesse compreender certas coisas, mesmo que eu jamais conseguisse explicá-las a ninguém. Até que acabei conseguindo explicá-las a um bocado de gente.
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O que quer que vocês pensem do Dória, contra ou a favor, uma coisa é certa e indiscutível: Ele não é nenhuma “Nova Direita”. É apenas o velho tucanato

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Com todos os seus méritos de administrador, que ninguém nega, o Dória não é nada além de uma nova reciclagem do estamento burocrático.

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Se é verdade que oitenta por cento da circulação na internet são de sites de sacanagem, acoplar cérebros humanos a computadores será o maior progresso na história mundial da punheta.

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Acuse-os do que você faz:

http://www.washingtontimes.com/news/2017/jul/11/democrats-spread-false-russian-information-on-trum/

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Ainda bem que a Guerra Fria acabou, né?

https://www.infowars.com/chinas-intelligence-networks-in-united-states-include-25000-spies/

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A aliança PSDB-MBL já FODEU com o movimento popular em 2015. Vai foder, agora, com o que resta da “direita”.
Será que esse povo não aprende nunca?

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Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu.

10.7.2017

Filme antigo, ainda muito instrutivo:

https://www.amazon.com/gp/video/detail/B009FBKHP8/ref=pd_cbs_318_15

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Será coincidência que, na mesma semana em que o Papa Bergoglio expulsa os últimos cardeais conservadores do Vaticano, a Guarda Suíça descubra uma orgia gay regada a cocaína na sede mesma da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé? Para mim é um sinal dos céus.

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Homem que é homem não fica suplicando por um macho fardado que o proteja.

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Quem confia a proteção da sua família integralmente ao Estado não merece ter família.

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Não sei qual dos dois é pior: o Estado que deixa o cidadão desprotegido ou o que o impede de proteger-se. Mas o Estado brasileiro faz as duas coisas.

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Progressistas ou conservadores, os americanos tendem a julgar a política do seu próprio país segundo os cânones absolutos da moral bíblica, e a dos outros países, especialmente inimigos, segundo as nuances e precauções do relativismo cultural. Isto é: Praticam a guerra assimétrica contra si mesmos.

http://tools.folha.com.br/print?url=http%3A%2F%2Fwww1.folha.uol.com.br%2Fpoder%2F2017%2F07%2F1899800-eneas-olavo-trump-e-a-biblia-fazem-a-cabeca-de-jair-bolsonaro.shtml&site=emcimadahora

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Ao me classificar na “ultradireita”, a Anna Virginia Baloussier, como todos os cabeças-de-vento que escrevem na Fôia, se acredita habilitada a decretar quais quotas de direitismo são aceitáveis ou inaceitáveis. Ultradireita é a PQP, madame.

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Ah, já entendi. O máximo de direitismo admissível é o Dória.

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Na Fôia, o direito de se dizer católico depende de o cidadão aceitar o casamento gay. Caso contrário, vira “extrema direita”, fascista, nazista, assassino de mulheres, negros, índios e judeus.

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Nunca vi a Föia chamar alguém de “extrema esquerda”. O extremismo, como se sabe, é privilégio da direita.

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As correntes políticas, segundo a Fôia, dividem-se em:
1) Esquerda democrática. Ex. Lula, Fidel Castro, Marighela.
2) Centro (quase democrático). Fernando Henrique, Dória, Zé Serra.
3) Ultradireita (fascista). Bolsonaro, eu.

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A Fôia pratica honesta e literalmente a “tolerância libertadora”, assim definida por seu proponente inicial, Herbert Marcuse:
— Toda a tolerância para com a esquerda, nenhuma para com a direita.

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Lembrete da Rafaella Gappo :

https://www.facebook.com/contraosacademicos/videos/1420855337993851/

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Stella Caymmi adicionou 4 novas fotos.

Quer saber o que é sucesso? (Além de estar na lista dos cinco mais há 3 anos e ter ultrapassado a marca dos 330 mil exemplares vendidos) É quando um livro de peso – nos doisl
sentidos! – como o “O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota”, de Olavo de Carvalho está em destaque no stand da livraria da Rodoviária Novo Rio ao lado de James Joyce! Uhuuuu #olavotemrazão

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Um movimento político não se conhece só pelas finalidades que alardeia (sua “ideologia”), nem só pelas ações reais que empreende (os “meios” que emprega), mas pela tensão dialética entre esses dois elementos. O caso do comunismo é especialmente interessante sob esse aspecto, na medida em que os “meios” a que recorreu, embora alegadamente deduzidos da natureza mesma dos fins proclamados, foram sempre e sistematicamente antagônicos a esses fins, os quais, dessa forma, não se chocaram só com a resistência da realidade exterior, mas com a sua própria impossibilidade intrínseca. De fato, construir a “sociedade sem classes” por meio da fusão de todos os poderes (político-militar, econômico e cultural) nas mãos de uma elite revolucionária é uma coisa tão obviamente autocontraditória e impossível — não só logicamente e em abstrato, mas substantivamente — que o simples fato de milhões de pessoas terem apostado suas vidas (e principalmente as alheias) nesse empreendimento eminentemente abortivo só se explica pelo fascínio do absurdo. Um movimento dessa ordem não fica sem efeito, é claro, mas produz efeitos muito diferentes dos pretendidos. “Transforma o mundo”, mas não no mundo imaginário dos seus sonhos e sim num mundo caótico que escapa não só do seu controle, mas da sua compreensão. Não há um só comunista no mundo que consiga olhar de frente o horror que suas ações produziram e admitir que não advieram de coincidências fortuitas e sim da própria lógica interna do seu projeto revolucionário.
Fenômeno similar se observa hoje no movimento “gayzysta”, na ideologia da “diversidade”, no ecologismo e, de modo geral, em todos os projetos globalistas.

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No meu modesto entender, qualquer um que apareça com um projeto de “mundo melhor” deveria ser imediatamente trancafiado num manicômio judiciário, principalmente se, em vez de uma simples idéia de jerico, tiver também os meios financeiros de tentar realizá-la.

Alexander van Bezerra Professor Olavo de Carvalho, o senhor recomenda o livro A Religião Civil do Estado Moderno do Nelson Lehmann?
Olavo de Carvalho Com certeza. Foi o primeiro trabalho brasileiro sobre Eric Voegelin.

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Bilionários reformadores do mundo são o mais temível flagelo da espécie humana. O segundo flagelo mais temível são os políticos e intelectuais que se põem a serviço deles.

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Na minha modesta opinião, o direito de dar palpites deveria ser inversamente proporcional à conta bancária do cidadão.

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Afinal, neguinho já encheu o cu de dinheiro e, em vez de estar satisfeito e feliz no seu canto, ainda quer mandar na vida alheia, porra.

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A Frida Kahlo é o caso mais gritante de desejo mimético que o mundo já viu. Ninguém desejaria comê-la se o Trótski não a tivesse comido.

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Não estou aqui para escolher candidato para ninguém, mas sugiro um critério: o sujeito pode ser lindo, honesto, gênio, santo, maravilhoso, mas, se repetiu um chavão da conversa mole globalista, um único que seja, NÃO VOTE NELE.

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Vocês já viram algum comunista se sentir culpado pelos crimes do comunismo? Quando um consente em falar no assunto, é SEMPRE jogando a culpa nos outros. Isso é o máximo de honestidade que se pode esperar de um comunista.

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Para a Fôia, extremismo é ser contra o aborto. Querer promover a matança de povos inteiros não é.

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O problema central da “ética libertária” é que ela confunde propriedade em sentido lógico com propriedade em sentido jurídico. Por exemplo, em lógica, uma substância pode ser definida independentemente de existir ou não, e nesse sentido a existência se acrescenta à substância como uma propriedade. Juridicamente, aquilo que não existe não pode ser titular de direitos, a existência passando a ser portanto não uma propriedade, mas um PRESSUPOSTO da possibilidade mesma de haver direitos, inclusive o de propriedade. Matar um cidadão, suprimi-lo da existência, não é violar um direito de propriedade, mas sim extinguir a possibilidade mesma de que ele desfrute de quaisquer direitos, inclusive o de propriedade. Inverter isso é um erro lógico tão elementar que não deveria ser preciso discuti-lo.

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A ética libertária é apenas um truque de retórica, um gerador de argumentos, para não dizer de lero-lero.
Ela não ajuda nem atrapalha.

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Só indivíduos de mentalidade empresarial podem levar a sério a ética libertária, porque a propriedade para eles é tudo, e eles gostariam que ela fosse isso para todos.

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Reduzir a uma “propriedade” aquilo que é a precondição mesma da existência de propriedades é o mesmo que reduzir a vaca a uma espécie de leite.

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O capitalismo é apenas melhor que o comunismo e o fascismo. Fora isso, ele não é grande coisa.

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O marxismo é mais decente do que a ética libertária.

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Marx reconhecia a existência de uma essência humana superior à propriedade. Nenhum libertário chegou a tais alturas.

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O João Pedro Garcia, num trabalho que acaba de me enviar, argumenta, com razão, que o princípio genérico da justiça é anterior logicamente ao da propriedade e não tem nesta o seu fundamento.

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Espero que todos — pelo menos os meus alunos — percebam claramente que a minha objeção à “ética libertária” é de ordem puramente filosófica, e não baseada em alguma suposta “opção ideológica” concorrente.

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Contribuição do Filipe G. Martins. Conforme previsto,

http://www.pdt.org.br/index.php/pdt-e-partido-comunista-da-china-fortalecem-parceria-e-discutem-candidatura-de-ciro/

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Não pertenço a nenhum grupo “conservador” nem muito menos falo em nome de algum. No dia em que eu fizer isso, podem me aposentar por demência senil.

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Posso ter sido o parteiro ou até o pai da direita brasileira, mas desde quando parteiro e pai são partes do bebê?

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Bem que avisei: O pretenso nacionalismo do Ciro Gomes é apenas um negócio da China. Como aliás todo o pretenso nacionalismo comunista.

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Por enquanto, o único presidenciável sem rabo preso com poderes internacionais é o Bolsonaro. Se descobrir que ele tem algum, retiro o meu voto na mesma hora.

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O Brasil de uma candidatura autenticamente NACIONAL, não apenas sem compromisso com poderes internacionais, mas, se preciso, CONTRA TODOS ELES.

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Aviso: A Carmela Manna Ferreira é queridinha do pofessô. Quem mexer com ela será CAPADO.

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