9.7.2017

Se a diferença entre os sexos fosse apenas um estereótipo cultural, bastaria, para livrar-se dela, negá-la em pensamento. Se alguém que está insatisfeito com o sexo em que nasceu precisa mudar de sexo fisicamente — mesmo que a mudança não seja cirúrgica e sim apenas indumentária ou cênica –, isso afirma resolutamente a existência da mesma diferença física objetiva que se pretende negar chamando-a de estereótipo cultural.
Amanhã completo o raciocínio.
P. S. O que estou descrevendo é a estrutura íntima de uma tragédia existencial insolúvel.

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“Os fascistas do futuro se denominarão antifascistas.” (Winston Churchill):

https://www.infowars.com/anti-fascist-anti-trump-protesters-applaud-speech-comprised-entirely-of-hitler-quotes/

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Cortesia do Diego Gomes :

http://www.catholicherald.co.uk/issues/march-10th-2017/the-end-of-the-hitlers-pope-myth/

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Robert Jones, teórico globalista, festeja na revista “The Atlantic” o que ele chama de “fim da América branca e cristã”. Que é que falta para perceberem que isso é um apelo direto à guerra de raças e ao genocídio?

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Devo à gentileza da Clara Gouveia esta transcrição de um trecho de aula:

Sobre a música clássica

Por Olavo de Carvalho

Na adolescência, aprendi a ouvir música na casa do dr. Oswaldo Fávero, tio dos meus amigos Maurício e Marcos, e no apartamento do meu tio Luiz de Campos Mello. Naquela, nós nos trancávamos num quartinho acolchoado de cortiça onde um zumbido de mosquito faria o efeito de uma bomba e, após as explicações preliminares do sr. Oswaldo, os três meninos se transformavam em três puros pares de orelhas, mal ousando respirar a partir do momento em que o disco de vinil começava a girar no fonógrafo. No apartamento eu costumava ir às tardes, quando meu tio estava fora trabalhando no banco e eu não corria o menor risco de ser interrompido pela sua esposa, minha tia Olga, que era a pessoa mais discreta e inaudível do universo. Nos dois lugares as notas musicais reinavam soberanas num ambiente de silêncio reverencial e se impregnavam na minha memória de uma vez para sempre. É assim que se ouve música clássica. Mas no Brasil de hoje as pessoas pensam que é tudo música de restaurante, feita para adornar o fundo das suas conversações interessantíssimas e fazer contraponto aos seus peidos, arrotos, gargalhadas e outras sonoridades mimosas. Música clássica pode abrir para você as possibilidades espirituais mais incríveis, desde que você lhe dê a atenção correta, que é total e sem distrações. Caso contrário, é apenas uma cosquinha nos ouvidos. Considero este ponto ESSENCIAL para o desenvolvimento mental dos meus alunos no COF.

Ricardo Charles Qual o seu compositor preferido, professor?
Olavo de Carvalho Bach, Wagner e Sibelius.

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Petição

https://www.change.org/p/stf-n%C3%A3o-desmembre-a-opera%C3%A7%C3%A3o-lava-jato-o-povo-exige-a-perman%C3%AAncia-do-juiz-moro-no-comando-de-toda-a-opera%C3%A7%C3%A3o?recruiter=23047534&utm_source=share_petition&utm_medium=facebook&utm_campaign=autopublish&utm_term=share_petition&utm_content=nafta_share_post_image_en_1%3AFB_image_1

Breve descrição das camadas

Breve descrição das camadas (ou estágios) do fenômeno Amor:

1º- Desejo sem um objeto desejado. Pura química hormonal. Produto da dinâmica interna.

2º – O desejo é despertado pela visão de algo. Uma perna bonita, um bumbum, um sorriso… um traço especifico que gera atração.

3º- O desejo surge não por um traço especifico, mas por um “encantamento’ pela pessoa inteira. Uma impressão geral, indefinida e não localizada, sem que se saiba dizer exatamente o que o atraiu nessa pessoa. Esse estágio apresenta uma série de ambiguidades, como o ciume, o medo de não ser correspondido, etc.

4º – Consolidação no sonho conjugal. O desejo de ter a pessoa amada ao lado para sempre. Adquire valor moral. Constitui-se da aceitação de sacrifícios mútuos para a formação de uma família.

5º- Só no topo da experiencia conjugal pode surgir o pleno e genuíno Amor, em seu sentido total. Com o impulso firme, constante e irrevogável de tudo sacrificar pela pessoa amada, de perdoar sempre e incondicionalmente os seus defeitos e pecados, de protege-la contra todo mal e toda tristeza, ainda que as custas da própria vida, e de conserva-la como maior bem não só nessa vida terrestre como por toda eternidade.

“Neste ultimo nível o sexo propriamente dito perdeu toda existência autônoma, e ou é esquecido, ou passa a desempenhar um papel ocasional e bem modesto entre mil e um modos diversos de expressar o amor. Cada um desses níveis engloba e transcende o anterior. E só quem chegou ao ultimo mais elevado compreende o que estava em jogo nas fases superadas.” (Olavão)