“O Jardim das Aflições” é consagrado melhor filme

https://cine-pe.com.br/2017/07/03/o-jardim-das-aflicoes-e-consagrado-melhor-filme-do-cine-pe-2017/

“O Jardim das Aflições” é consagrado melhor filme do CINE PE 2017

A 21ª edição do Cine PE chegou ao fim, na noite desta segunda-feira (3), no Cinema São Luiz, e consagrou o pernambucano “O Jardim das Aflições”, documentário dirigido por Josias Teófilo, como Melhor Longa-Metragem escolhido pelo júri oficial do festival e pelo júri popular, que este ano foi realizado através de votação on-line. O polêmico documentário sobre o pensamento do filósofo Olavo de Carvalho mostra a rotina pacata do intelectual paulista, que atualmente reside com sua família na cidade de Colonial Heights, estado da Virgínia (EUA), partindo dos temas do livro homônimo publicado por Olavo em 1995. “O Jardim das Aflições” também ganhou o Calunga de melhor montagem.

A ficção “Diamante, o Bailarina”, de Pedro Jorde, de São Paulo, ganhou o prêmio de Melhor Curta Nacional. Já o curta “Luiza”, do paraense Caio Baú, recebeu Menção Honrosa do Júri pela delicadeza e sensibilidade na abordagem da sexualidade de uma jovem deficiente com sua família, mostrando os tabus e as dificuldades de lidar com essa realidade. Na competição de curtas pernambucanos, o vencedor foi “Los Tomates de Carmelo”, de Danilo Baracho.

O júri oficial do Cine PE foi formado por Emanoel Freitas (ator, diretor artístico, gestor e produtor de eventos), Indaiá Freire (jornalista, produtora cultural, mestra em literatura e cinema), Tony Tramell (jornalista, ativista cultural e assistente de direção), Caio Julio Cesano (Secretário Municipal de Cultura de Londrina, doutor em multimeios, mestre em Comunicação e Mercado), Naura Schneider (atriz, produtora e jornalista) e Vladimir Carvalho (documentarista, cineasta e escritor).

JÚRI POPULAR – o público do CINE PE pôde eleger, através de votação on-line no site https://cine-pe.com.br/vote/, os seus filmes favoritos nas três categorias do festival. Para o público, o melhor curta pernambucano foi “Autofagia”, de Felipe Soares. Já o melhor curta nacional ficou com o paulistano “Mulheres Negras: Projetos de Mundo”, de Day Rodrigues e Lucas Ogasawara. O melhor longa, para o júri popular, foi “O Jardim das Aflições” (PE), de Josias Teófilo.

PRÊMIO DA CRÍTICA – Composto pelos críticos Amilton Pinheiro, Ana Carolina Garcia, Clarissa Kuschnir e Rodrigo Torres, a crítica especializada concedeu a Calunga de Melhor Longa para “Los Leones” (MG), de André Lage, de Melhor Curta Nacional para “O Ex-Mágico” (PE), animação de Olimpio Costa e Mauricio Nunes, e de Melhor Curta Pernambucano para “Entre Andares” (PE), de Aline van der Linden e Marina Moura Maciel.

PRÊMIO CANAL BRASIL – Com júri formado pelos jornalistas Amilton Pinheiro, Ana Carolina Garcia, Clarissa Kuschnir, Robledo Milani e Rodrigo Torres, o Prêmio Canal Brasil elegeu como melhor curta “Diamante, o Bailarina” (SP), de Pedro Jorge. Com o objetivo estimular a nova geração de cineastas, o Canal Brasil oferece, nos principais festivais de cinema do país, um troféu e R$ 15 mil para o melhor filme de curta-metragem, que também é exibido em sua grade de programação.

Confira lista completa de premiados:

MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS PERNAMBUCANOS

Melhor Filme – “Los Tomates de Carmelo” (PE), Danilo Baracho

Melhor Direção – Danilo Baracho, “Los Tomates de Carmelo” (PE)

Melhor Roteiro – Marcelo Cavalcante, “Marina e o pássaro perdido” (PE)

Melhor Fotografia – Danilo Baracho, “Los Tomates de Carmelo” (PE)

Melhor Montagem – Marcus Paiva, “Soberanos da Resistência” (PE)

Melhor Edição de Som – Sérgio Kyrilos, “Marina e o pássaro perdido” (PE)

Melhor Trilha Sonora – Carlos Ferrera, “Soberanos da Resistência” (PE)

Melhor Direção de Arte – Felipe Soares, “Autofagia” (PE)

Melhor Ator – Emanuel David D`Lúcard, “Autofagia” (PE)

Melhor Atriz – Brenda Lígia, “Aqui Jaz” (PE)

JURI POPULAR – “Autofagia” (PE), Felipe Soares

PREMIO DA CRÍTICA – “Entre andares” (PE), Aline van der Linden e Marina Moura Maciel

MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS NACIONAIS

Melhor Filme – “Diamante, o Bailarina” (SP), Pedro Jorge

Melhor Direção – Day Rodrigues e Lucas Ogasawara, “Mulheres Negras: projetos de mundo” (SP)

Melhor Roteiro – Olimpio Costa e Mauricio Nunes, “O Ex-Mágico” (PE)

Melhor Fotografia – Pedro Maffei, “Retratos da Alma” (DF)

Melhor Montagem – Márcio Miranda Perez, “Quando os dias eram eternos” (SP)

Melhor Edição de Som – Jefferson Mandú, “O Ex-Mágico” (PE)

Melhor Trilha Sonora – Claudio Nascimento, “O Ex-Mágico” (PE)

Melhor Direção de Arte – Daniela Aldrovandi, “Diamante, o Bailarina” (SP)

Melhor Ator – Eucir de Souza, “Sal” (SP)

Melhor Atriz – Helena Albergaria, “O Tronco” (SP)

MENÇÃO HONROSA DO JÚRI – “Luiza” (PR), Caio Baú

JURI POPULAR – “Mulheres Negras: projetos de mundo” (SP), Day Rodrigues e Lucas Ogasawara

PREMIO DA CRÍTICA – “O Ex-Mágico” (PE), Olimpio Costa e Mauricio Nunes

PRÊMIO CANAL BRASIL DE CURTAS

“Diamante, o Bailarina” (SP), Pedro Jorge

MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS-METRAGENS:

Melhor Filme – “O Jardim das Aflições” (PE), Josias Teófilo

Melhor Direção – Edu Felistoque, “Toro” (SP)

Melhor Roteiro – Edu Felistoque, Julio Meloni, “Toro” (SP)

Melhor Fotografia – Alex Lopes, João Atala, Raul Salas, Natalia Sahlit, Inti Briones, “O Crime da Gávea” (RJ)

Melhor Montagem – Matheus Bazzo e Daniel Aragão, “O Jardim das Aflições” (PE)

Melhor edição de som – Guilherme Picolo, Lucas Costabile, “Toro” (SP)

Melhor Trilha Sonora – Nancys Rubias , She Devils , Kumbia Queers, “Los Leones” (MG)

Melhor Direção de Arte – Lúcia Quental, “O Crime da Gávea” (RJ)

Melhor Ator Coadjuvante – Rodrigo Lampi, “Toro” (SP)

Melhor Atriz Coadjuvante – Aline Fanju, “O Crime da Gávea” (RJ)

Melhor Ator – Mário Bortolotto, “Borrasca” (SP)

Melhor Atriz – Simone Spoladore, “O Crime da Gávea” (RJ)

JURI POPULAR – “O Jardim das Aflições” (PE), Josias Teófilo

PREMIO DA CRÍTICA – “Los Leones” (MG), André Lage

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Voz feminina

Deus criou a voz feminina para que fosse encantadora e tocasse os corações; a voz masculina para que despertasse respeito e seriedade. Uma mulher obrigada a falar como homem é uma heroína abandonada por aquele que deveria protegê-la. O homem que aceita a imposição de falar como mulher é o canalha que a abandonou.

4.7.2017

Hoje em dia é quase impossível, nas classes ditas letradas deste país, alguém conceber o respeito e a devoção que os escritores de antigamente — um Lima Barreto, um Graciliano Ramos, um Herberto Sales, um Josué Montello, um Jorge de Lima — tinham pela sua arte. A idéia de colocar o próprio umbigo acima dos seus deveres para com ela jamais lhes passou pela cabeça.
A arte, para eles, era um valor moral antes de tudo. Hoje em dia isso se tornou imcompreensível.

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Um dia, no Rio de Janeiro, reparei que meus alunos estavam rindo sem que eu tivesse contado alguma piada. Aí me explicaram:

— É que com a mesma mão, enquanto prossegue a aula, você está segurando um cigarro aceso, uma xícara, uma garrafa térmica e ainda apertando o botão da garrafa térmica para despejar café na xícara. Estamos esperando a hora em que isso vai dar merda.

Eu nunca havia reparado em semelhante acrobacia, que a partir desse momento se tornou mais difícil, porque, além de realizá-la enquanto continuava concentrado no assunto da aula, passei a espiar de esguelha para ver se havia alguém rindo. Isso ultrapassou o limite da minha coordenação motora.

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Lembrei-me desse episódio porque não entendo como alguém pode ver algum narcisismo num sujeito que, enquanto fala, concentra toda a sua atenção no assunto e nem repara se seus gestos são elegantes ou ridículos.

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Jornalistas promovem abertamente o assassinato do presidente e, quando ele reage com uma PIADA, eles se fazem de vítimas assustadinhas.

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Quando vocês ouvirem jornallistas dizendo “Nós somos putas”, não acreditem. Isso é tentativa de usurpar a boa reputação das mães deles.

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Na próxima aula do COF, sábado, darei algumas dicas sobre COMO FORMAR SUA BIBLIOTECA. Espero que sejam úteis

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Quando criei o conceito de “metacapitalismo”, houve quem desse risadas. Agora tornou-se claro que é um instrumento descritivo exato e indispensável a quem deseje entender o jogo de poder no mundo de hoje. Exemplo:

https://www.facebook.com/bernardopkuster/videos/10155580516093395/

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Ao longo da vida, vi mais sofrimentos do que jamais padeci. Meu coração ainda bate forte, mas meus olhos estão cansados.

Olavo de Carvalho Já ouviu falar de escrotomegalia?

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O show-man escocês Sir Harry Lauder escreveu esta canção quando o filho dele morreu nas trincheiras da I Guerra Mundial. Ouça-a quando estiver desanimado:

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Acabo de receber o livro de Erica McKenzie, “Dying to Fit In”. Eu já conhecia a história dela pelo Youtube — provavelmente a mais impressionante narrativa de “quase morte” que já ouvi.

João Ricardo Nascimento “Meu objetivo é aprender; minha missão é servir; meu coração é amar; meu chefe é Deus e meu trabalho é ser eu”.

(Erica McKenzie, in Dying to Fit In: A near-death experience to Heaven, Hell and the in-between)

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Agora que vi a Erica McKenzie, sei o que o próprio Deus considera uma mulher bonita. Não acredito que a Santíssima Virgem fosse muito diferente dela.

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Marcio Stockler Para os curiosos, a moça aparece nesse vídeo: https://vimeo.com/143756326

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NINGUÉM DÉTE:

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A apologia do capitalismo contra o socialismo é fútil e vazia se não levar em conta a crítica do capitalismo empreendida em três fronts principais: (a) a tradição marxista; (b) o socialismo nacionalista ítalo-germânico (aparentado ou não ao nazifascismo); (c) a literatura católica (Chesterton, Bloy, Péguy, Bernanos e tutti quanti). Dedicar uns três anos ao estudo dessas fontes não faria mal nenhum aos liberais mais assanhadinhos.

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OBRIGADÃO, DEPUTADO:

https://www.facebook.com/PastorMarcoFeliciano/videos/1074218849384800/

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Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu.

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Jardim das Aflições – Damáris Martins

Hoje teve: Jardim das Aflições! Demais!
Amanhã vou de novo haha
#olavotemrazao
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Damáris Martins

Ontem teve: “O DEBATE QUE NÃO DEVERIA EXISTIR”
E foi maravilhoso! Apesar de o Josias Teófilo não gostar e alegar que era preciso uma prévia autorização dele pra que um grupo de alunos ANTIGOS do Olavo se reunissem após o filme pra contar suas experiências com o Olavo, o bem e a transformação que ele causou em suas vidas, e fazerem algumas considerações e elogios a aspectos do filme (que aliás ficou muito bom e bem produzido), valeu a pena!
Tentamos fazer contato com o dito cujo um mês antes da exibição e fomos ignorados solenemente. Mas após postarmos fotos do encontro ele reclamou seu direito de saber precisamente de antemão tudo que acontecia na sala do cinema, mesmo depois do filme já ter acabado, e o convite pra uma exposição pós sessão ter sido feito pelo diretor do cinema local. Nunca vi coisa assim…
Em momento algum foi dito que eram representantes do próprio filme, cada um falava em nome de si.
Obrigada aos professores e presentes, foi muito enriquecedor!
Amanhã vou ver o filme pela terceira vez, porque realmente vale muito a pena!

#Olavotemrazao #jardimdasafliçoes

Josias Teófilo Vou ligar para o cinema. Quero saber quem autorizou um debate após a exibição do meu filme sem o conhecimento da distribuidora do filme e do diretor. Não tenho nada contra a ideia em si, mas isso aqui não é a casa da mãe joana, e os eventos associados à exibição do filme tem que ser autorizados formalmente. Também não tenho nada contra os debatedores, mas não os conheço.

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Olavo de Carvalho Josias Teófilo Da minha parte, ninguém precisará jamais da minha autorização para debater qualquer coisa que eu diga ou faça, filmada ou não.

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Silvio Grimaldo Fico imaginando Aristóteles baixando num médium de Centro Espírita para passar um sabão no Olavo, que comenta sua obra em aulas sem autorização do filósofo grego.
O filme está excelente, Josias. Não estrague a boa impressão que ele tem causado nas pessoas, sobretudo nos alunos do Olavo, com esses arroubos de vaidade boboca e estrelismo do diretor.

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Damáris Martins Eu to tremendo até agora com o comentário do Olavo.. Não tenho psicológico pra isso não.. É muita euforia, felicidade e gratidão de uma vez só! Deus me ajude!

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Rafael Malanchini Esteves Foi excelente o debate, começou com o testemunho do Roberto Varela que relatava sua experiência real com os ensinamentos do Olavo e o efeito que isto causou em sua aproximação com Deus.
Outra parte foi a síntese sobre o que é um filósofo, baseado na vida de grandes filósofos, dentre eles o Olavo de Carvalho.
Damáris Martins Teve gente que deu feedback dizendo que ate chorou, de tao bonito que foi.. haha Muita gente agradeceu depois…
Sergio Resende Àqueles que tiverem interesse, eis o link para baixar o áudio do debate: https://www.dropbox.com/…/AABk9We-BfOw0sSrYr2kkuEJa…

 

Eugênio Bruno A parte final do Jardim foi para mim a mais marcante. O filme mudou para uma atmosfera mais íntima e entramos no escritório do Olavo, vendo toda aquela beleza aconchegante de estantes repleta de livros. A cena final e mais grave fechou o filme magistralmente falando do sentido e da temporalidade da existência humana. Fora da casa, a noite e o som da chuva… que obra de arte. Eu vou rever esse filme pelo resto da minha vida!

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Hoje teve de novo! Jardim das Aflições + apresentação sobre o filme, e filosofia do Olavo, com os professores de filosofia Sergio Resende e Roberto Varela. Foi demais!

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Roberto Mallet lendo esse trecho do Ortega y Gasset no filme Jardim das Aflições foi uma das minhas partes preferidas! Ficou incrível! E no final, quando o Olavo fala da Eternidade e da existência, que tudo que acontece não desacontece jamais… Chorei nas duas partes haha

“Homem de mente lúcida é aquele que se liberta dessas “ideias” fantasmagóricas e olha de frente a vida, e se convence de que tudo nela é problemático, e se sente perdido. Como isso é a pura verdade – a saber, que viver é sentir-se perdido –, quem o aceita já começou a encontrar-se, já começou a descobrir sua autêntica realidade, já esta no firme. Instintivamente, como o náufrago, buscará algo para se agarrar, e esse olhar trágico, peremptório, absolutamente veraz porque se trata de salvar-se, lhe facultará pôr ordem no caos de sua vida. Estas são as únicas ideias verdadeiras; as ideias dos náufragos. O resto é retórica, postura, íntima farsa. Quem não se sente de verdade perdido perde-se inexoravelmente; é dizer, não se encontra jamais, não topa nunca com a própria realidade.”

(A Rebelião das Massas)

Roberto Mallet Obrigado, Damáris, pela parte que me toca. Um abração.
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Eugênio Bruno A parte final do Jardim foi para mim a mais marcante. O filme mudou para uma atmosfera mais íntima e entramos no escritório do Olavo, vendo toda aquela beleza aconchegante de estantes repleta de livros. A cena final e mais grave fechou o filme magistralmente falando do sentido e da temporalidade da existência humana. Fora da casa, a noite e o som da chuva… que obra de arte. Eu vou rever esse filme pelo resto da minha vida!
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Chega de falar mal do Josias, né. Vamos falar de coisa boa! Eis o link do “Debate que não deveria existir” hahaha

Professor Roberto Varela conta nos dez primeiros minutos sobre sua transformação ao conhecer o Olavo. Desde a experiencia na faculdade de filosofia, passando pela sua conversão, redescoberta da família, até seu encontro com a vocação verdadeira de professor.

Professor Sergio Resende nos apresenta o papel do filósofo, o que é um filósofo, como ele intervem na sociedade e quais os efeitos colaterais que ele causa na cultura. No final fica claro as razões pelas quais Olavo de Carvalho é um grande filósofo!

Ambos são formados em filosofia e puderam contar o show de horrores que viveram lá dentro. E ambos foram meus professores no ensino médio, e me passaram alguma medida de merda na época.. haha Hoje são dois grandes amigos meus, e companheiros de classe no COF. Deus é muito bom! Ele faz cada coisa…

Enfim, a quem interesse, aproveite:

https://www.dropbox.com/sh/ndgamhuhua4gto6/AAC2mpm7vi7jOroBSR1JMwNoa/Palestra%20-%20O%20Jardim%20das%20Afli%C3%A7%C3%B5es%20-%20Roberto%20Varela%20e%20Sergio%20Resende.mp3?dl=0

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Vinícius Moreira Quem foram os debatedores, Damáris???
Damáris Martins Sergio e Varela.. Não foi bem um debate, debate foi só o título.. Foi mais um “testemunho” do contato que eles tiveram com a obra e pessoa do Olavo.