11.6.20

Chupar bucetas sem DIPROMA será exercício ilegal de profissão acadêmica.

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Confesso que, na missa, quando faço minha oração pelo Papa, é Bento XVI que tenho em mente. Para o Bergoglio tudo o que desejo e peço é que ele termine logo o seu reinado de trevas e vá receber as merecidas bênçãos de George Soros.

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Mauro Ventura foi agraciado com uma presença ilustre na sua página:

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O Pauno Bundadelli nunca repetiu de ânus. Só nasceu uma vez.

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Mistério: O mundo está repleto de garotas morenas chamadas Laura e de garotas loiras chamadas Bruna.

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Já está no ar:

http://www.oantagonista.com/posts/o-antagonista-entrevista-olavo-de-carvalho-integra-a-cultura-no-brasil

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Acabo de receber dois livros que vou ler com muito interesse e carinho: “Cortina de Ferro sobre Cuba”, de Stefan Baciu, e “Minha Mãe Aparecida”, do Pe. José Eduardo de OIiveira e Silva. Baciu foi um importante escritor romeno que se refugiou no Brasil por algum tempo, escrevendo em português, e se notabilizou como autor de um valioso estudo sobre Manuel Bandeira. O livro, com prefácio do grande Salvador de Madariaga, conta a história deprimente da traição aos ideais professos da Revolução Cubana. Vem com apresentação do Elpídio Fonseca, que se tornou um verdadeiro embaixador da cultura romena no Brasil (e vice-versa) e publicado pelas editoras Armada e Resistência Cultural. O Pe. José Eduardo, um grande amigo meu e uma das vocações sacerdotais mais fortes que já vi em toda a minha vida, fez no seu livro uma contribuição essencial à restauração de um dos elementos estruturadores da cultura brasileira, que é o culto de Nossa Senhora Aparecida. Seu livro, com prefácio de D. Raymundo Damasceno, foi publicado pela Editora Ecclesiae, de Campinas.

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O Brasil ainda existe.

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Se ser contra a Shariah é ser racista, então, com certeza, a única maneira de não ser racista é submeter-se à Shariah. Uma simples palavra — “Racista!” — basta para tornar a Shariah moralmente obrigatória. Pode haver alguma dúvida de que a perversidade psicológica dessa armadilha verbal é de inspiração diretamente diabólica?

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A coisa torna-se ainda mais repugnante quando se sabe que os muçulmanos foram os inventores e primeiros propugnadores de teorias racistas NO MUNDO. V.

http://wpress.olavodecarvalho.org/a-africa-as-avessas/

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De todas as forças que regem este mundo, a mentira é a mais poderosa.

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Guerra cultural assimétrica. Cada ocidental que fala contra a invasão islâmica critica somente os excessos, o radicalismo, a violência, cuidando de resguardar intactas a religião e a civilização islâmicas enquanto tais. Inversamente, a propaganda pró-islâmica tem a permissão de atacar a civilização ocidental como um todo, sem atenuantes nem ressalvas de espécie alguma. Isso é guerra assimétrica e, como sempre, o atacado se submete às regras do atacante.

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No Brasil, temos a sorte de que acusações infundadas de racismo são crimes de calúnia puníveis por lei. Espero que, antes mesmo de a agressividade islâmica alcançar no nosso país uma intensidade similar à que tem nos EUA, o nosso povo saiba usar contra ela esse recurso legal, sem dó nem piedade. Os americanos não dispõem de idêntico instrumento de defesa.

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O membro de uma comunidade religiosa que mata 150 mil cristãos por ano tem de haver perdido o último vestígio de consciência moral para sair numa passeata com um cartaz “Muslim lives matter.”
A única resposta possível é: “Assassinos! Genocidas! Monstros!”

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Os muçulmanos devem ter, em cada país ocidental, EXATAMENTE OS MESMOS DIREITOS que concedem aos cristãos e judeus nos seus próprios países. Nem unzinho a mais.

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ESSA tem de ser a tônica da luta pela defesa do Ocidente. Não um vago falatório contra o terrorismo ou contra a imigração em massa.

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O advogado da causa islâmica que disser que isso é “fascismo” confessa, no mesmo ato, que é fascista.

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O ministro Napoleão Nunes, do STE, está prometendo decapitar, à moda islâmica, quem fale mal dele pela internet. Nada sei desse indivíduo, portanto não tenho o que dizer contra ele. Só sei que, se ele vier aqui executar pessoalmente a maldição que anuncia, será recebido com um pé na bunda.

https://www.facebook.com/Vaibrasil/videos/1525979840795013/?autoplay_reason=gatekeeper&video_container_type=0&video_creator_product_type=2&app_id=2392950137&live_video_guests=0

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Quando o Professor Olavo de Carvalho começou a advertir sobre o quão arriscado era apostar em qualquer tática que não estivesse integrada a uma visão estratégica mais ampla e que, ademais, devolvesse o protagonismo e a hegemonia da ação política ao estamento burocrático, muita gente torceu o nariz e disse que ele não sabia do que estava falando.

Muitos, que até hoje parecem não saber distinguir uma estratégia das táticas que a compõem, chegaram até mesmo a ver nele um inimigo do impeachment e dos movimentos de rua. Diante de tal obtusidade, de nada adiantava argumentar que o Professor não se opunha ao impeachment enquanto tal e que a finalidade de suas advertências era simplesmente a de alertar contra o fetichismo dos meios — impeachment, cassação das chapas, etc. — adotado pelos que defendiam alguma dessas táticas como um fim em si mesmo e não como uma dentre tantas ferramentas possíveis (e mais ou menos eficazes) para desalojar os petistas da camada mais visível do poder.

Por serem partidários de uma das táticas possíveis, eram incapazes de ver no Professor algo além de um adepto das táticas alternativas. Os defensores da intervenção militar o acusavam de ser adepto do impeachment. Os defensores do impeachment o acusavam de ser adepto da intervenção militar. E assim por diante… Não imaginavam que pudesse haver algo como uma análise objetiva dos fatos. Mais ou menos o mesmo erro que, na conjuntura atual, cometem aqueles que aderiram a uma das facções do estamento burocrático e, por isso, vêem todos os que não aderem a essa mesma facção — no mais das vezes, por rejeitarem o establishment in toto — como adeptos das facções rivais. É dessa cegueira que nascem termos como “direita janotista” e outras estultices que vocês já devem ter visto circulando por aí.

Pois bem. Passados mais de dois anos desde que o Professor começou a nos advertir, a decisão tomada, na noite de ontem, pelos ministros do TSE legitimou a ilegitíssima eleição de Dilma Roussef e deixou a todos com um sentimento de indignação impotente, forçando alguns até a, vejam só, comemorar um resultado que, embora tenha legitimado as práticas eleitorais mais execráveis, não coloca em risco as minguadas e formalistas reformas econômicas, que, mesmo sendo acertadas, de nada adiantarão em um cenário em que o capitalismo de laços continue vigorando como uma, dentre muitas outras, ferramentas de interproteção mafiosa utilizadas pelo estamento burocrático e pelas forças patrimonialistas como um todo.

O mais preocupante é que os efeitos disso não param por aí. A cada dia que passa, os riscos se multiplicam: nos últimos dias, temos assistido (1) à esquerda se dando conta de que pode (e de como pode) instrumentalizar os sentimentos populares para impulsionar seu retorno ao poder de jure; (2) à classe política se dando conta de que não será possível se salvar sem, concomitantemente, salvar as lideranças do PT; (3) a parcelas significativas da direita nascente sacrificando a guerra cultural em nome de alguns poucos ganhos, minguados e questionáveis, na economia; (4) ao aprofundamento da crise de representatividade; (5) ao avanço do braço togado da esquerda; e (6) à manutenção de uma situação revolucionária que, de certo modo, remete à situação instalada na Rússia em 1905. Já diziam as nossas avós, não há nada tão ruim que não possa piorar — e, acreditem, no final não haverá prazer ou consolo algum em poder dizer que avisamos que isso tudo ocorreria, se escolhas ruins fossem feitas.

Quem leu “Maquiavel, ou a Confusão Demoníaca”, está familiarizado com a forma como o Professor Olavo integrou as obras de Bertrand de Jouvenel e de Georg Jellinek à sua própria filosofia política, e fez um esforço mínimo para compreender a tese carvalheana sobre como o faoro-gramscismo explica os eventos que se desenrolaram desde junho de 2013 não se surpreende com nada disso. Mas quantas pessoas dão atenção a essas coisas em um país que tem tanto desprezo pelo conhecimento e que cultua, acima de tudo, a aparência de pragmatismo e maturidade?

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Não havendo mais cus intactos no Brasil, o país ingressa numa nova etapa histórica: a Era Pós-Anal.

Vocês são muito incompreensivos com os gays. Eles sofrem de verdade. As pessoas até comem os cus deles.

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