9.6.2017

Alta cultura na Universidade Estadual de Maringá. Aula de como chupar bucetas. Dia virá em que ninguém poderá fazer isso sem a devida qualificação universitária.

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Ouvindo a Sinfonia número 1 de Serguei Rachmaninoff. Na estréia acharam uma bosta, mas hoje não podemos ouvi-la sem sentir que anuncia o fim do mundo. Coisa de um gênio extraordinário.

Gosto demais de Menselsohn. E Brahms queria ser um micro-Bach romântico.

Meus preferidos são Bach e Wagner.

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Os livros da história da literatura e da música do Otto Maria Carpeaux são de primeira qualidade, mas semeados de pequenas ranhetices absurdas, como contra Charles Morgan, Giacomo Puccini e Serguei Rachmaninoff.

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O Carpeaux era um sujeito muito nervoso, que por qualquer coisinha queria logo sair na porrada.
P. S. — Isso é comum nos gagos. Não conseguem xingar em tempo e querem logo abreviar o assunto.

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Agradeço ao João Spacca o esclarecimento:

Oi Roxane, tudo bem?

Gostaria de dar um toque ao professor a respeito dos comentários sobre o Padre Pio, feitos na aula 386.

Aquele inquisidor do Santo Ofício do filme não existiu; foi um arranjo ficcional do roteirista, um fio condutor retrospectivo para contar a história do padre.
Como é comum nas adaptações, o roteirista fundiu vários personagens num só e inventou algo a mais.
Não é um artifício ruim em si, mas compromete uma obra que deveria mostrar que coisas incríveis aconteceram realmente.
O filme também força uma “sensibilidade social” ao gosto moderno, que não tinha para o Padre Pio a mesma importância que a salvação das almas.

Quem fez a última confissão foi outro monge, o padre Pellegrino, não o inquisidor fictício.
Os inquisidores dos anos 1960 foram especialmente desumanos, isolando e punindo Padre Pio (o que só forneceu mais evidências de que os estigmas não eram artificialmente produzidos), não o visitaram em seus momentos finais e não se tem notícia de arrependimento.

O único investigador oficial do Vaticano que teve atitude honesta e criteriosa foi D. Carlo Rossi, visitador apostólico que em 1921 passou uma semana com o padre Pio e interrogou minuciosamente os capuchinhos e seus detratores, os padres ciumentos que o caluniavam.
Ele confirmou os estigmas, a bilocação e o cheiro de violeta que aparecia em todos sentiam.

Mas este depoimento ficou secreto até 2006, e a missérie do padre Pio com Sergio Castellitto é de 2000.
O inquérito realizado por d. Rossi foi publicado em 2008, no livro “Padre Pio sob investigação – a autobiografia secreta”, por Francisco Castelli (Paulinas, 2012).
Uma novidade é o que padre Pio diz que, quando recebeu os estigmas em 1918, ouviu do próprio Jesus: “Associo-te à minha Paixão”.

No meu álbum em quadrinhos (ainda não publicado pela Fundação Padre Pio) mostro um resumo dramatizado desse inquérito, em anexo.

abraços,
spacca

Em 1910, padre Pio recebeu os estigmas, que doíam, mas pediu que ficassem invisíveis, por modéstia e vergonha. Em 1918 Jesus achou que todo mundo devia ver…

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Paulo Antônio Briguet adicionou 3 novas fotos — com Roxane Carvalho e outras 30 pessoas.

18 h · Londrina, Paraná · 

SE NADA MAIS DER CERTO…
Henry Miller foi coveiro.
Ivan Klíma foi lixeiro.
Milan Kundera limpou vidraças.
Olavo de Carvalho morou no Favelão.
Se nada mais der certo, acho que vou virar cronista. Leia na #AvenidaParaná:
http://www.folhadelondrina.com.br/…/nao-e-ninguem-e-o-croni…

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Vai ao ar sábado:

http://www.oantagonista.com/posts/o-antagonista-entrevista-olavo-de-carvalho-teaser-1-o-boicote

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Um cacoete mental dos mais deprimentes é o dos eruditos musicais que empinam os narizinhos diante de qualquer melodia facilmente reconhecível e a chamam de “populismo”. Como se o mérito da música erudita estivesse na sua dificuldade e não na inteligência da construção.

“Felipe Moura Brasil fez um trabalho maravilhoso no meu livro, o best-seller ‘O Mínimo Que Você Precisa Para Não Ser Um Idiota’. Não há gratidão, não há dinheiro que pague o que esse menino fez.”

(Olavo de Carvalho, maior intelectual, filósofo, escritor e professor brasileiro vivo — professor também do próprio Felipe Moura)

“O Felipe está realmente de parabéns por aquilo que ele fez.
É um trabalho assim invejável e é um serviço enorme
que você, Felipe, prestou ao nosso país.”

(Padre Paulo Ricardo, conservador de direita, maior padre brasileiro da atualidade)

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Um cacoete mental dos mais deprimentes é o dos eruditos musicais que empinam os narizinhos diante de qualquer melodia facilmente reconhecível e a chamam de “populismo”. Como se o mérito da música erudita estivesse na sua dificuldade e não na inteligência da construção.

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Separar a música das emoções é como reduzir a experiência sexual às sensações do pinto independentemente da buceta. É a teoria punhetológica da música.

Evaristo Neto Professor. Tem como fazer um POST desse sem palavrões pra eu mandar pra uma moça cheia de pudores com palavras? Gradicido
Olavo de Carvalho Não escrevo para mocinhas cheias de pudores.
João Pedro Magalhães Camargo Prof. Olavo, já li metade do livro do Carpeaux e ainda n entendi merda nenhuma desses problemas da música. Como faco pra entender de música e e saber q caralho está se passando?
Olavo de Carvalho Leia os livros do Victor Zuckerkandl .

Tiago Ramos Professor, seu post veio a calhar. Estou lendo a Estética de Dietrich von Hildebrand. Ainda estou no começo, mas justamente no primeiro capítulo ele afirma com argumentos Que me pareceram convincentes (se bem que eu não conheço o assunto muito a fundo) uma teoria dos valores segundo a qual a beleza existe independente das pessoas, dissociada das emoções. Ele critica Santayana duramente por afirmar que o valor “belo” só existe ligado às emoções. Se von Hildebrand está errado, será que o Sr. poderia (aqui ou no COF) explicar por que?
Olavo de Carvalho São questões diferentes. A objetividade da beleza é uma coisa, outra totalmente diversa é a redução da música a uma combinatória matemática, quando na verdade ela é uma seqüência de emoções auditivamente ordenadas num padrão matemático. É claro que a ordenação tem a sua beleza em si, mas beleza matemática não é beleza musical ainda.
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Stanley Oliveira Desculpe pelo off topic. Está aqui um retrato do momento sobre a popularidade de Jair Messias Bolsonaro. no nordeste Vale a pena assistir. Cita o professor Olavo. https://www.youtube.com/watch?v=vtPlqwPdFnw
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Na minha modesta opinião, de todos os cantores de ópera estreantes que têm aparecido em programas do tipo “America’s Got Talent”, nenhum se compara à garota romeno-americana Laura Bretan:
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Isto poderia ser tema de uma aula.
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Acho profundamente ofensivo alguém dizer que fiz tudo o que fiz para multiplicar o número de direitistas. O que quero — e, cá entre nós, estou conseguindo — é multiplicar o número de TALENTOS BEM SUCEDIDOS. Quero acabar com essa história de que gente capaz, no Brasil, tem mais é que se foder.
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Ao contrário do que diz o Ignorácio Araújo (como o chama o Paulo Antônio Briguet), não posso estar ressentido com ninguém, porque NINGUÉM USURPOU O MEU LUGAR. O lugar que ocupo fui eu mesmo que o criei, e o ocupo integralmente, sem deixar um milímetro quadrado de espaço para chupins e usurpadores. E, cá entre nós, ele é infinitamente melhor, mais delicioso e mais honroso do que um emprego na Fôia ou um cargo numa sinecura estatal qualquer. Se há um brasileiro satisfeito com a sua posição na sociedade, sou eu. Abri espaço não só para mim, mas para centenas de jovens talentosos que estão, com seu trabalho, PONDO NO CU dos picaretas e vigaristas. E vão pôr mais ainda. A piroca só começou a entrar.
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