O Jardim das Aflições: Jacob Bartholomew

Jacob Bartholomew

O Jardim das Aflições: A genialidade de Olavo de Carvalho e da produção do filme

O filme dirigido pelo cineasta Josias Teófilo é um marco no cinema brasileiro. De um certo ponto de vista, ele pode ser considerado como um “aulão” do professor Olavo, mas passar o filme inteiro assistindo o professor sentado na cadeira, talvez pudesse ser entediante. É aí que entra a genialidade da equipe encabeçada pelo Josias. A fotografia do filme é de cair o queixo, sendo destaque as tomadas de drone do filme que são belíssimas.

O filme facilmente poderia ter sido chamado de “O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota”, pois Olavo fala um pouco de tudo, demonstrando e exemplificando tudo como uma genialidade que só ele é capaz, além de citar autores prestigiados para reforçar que Olavo sempre teve e terá razão. O destaque vai para entrevistas passadas que deu em que fez uma leitura perfeita do que viria acontecer e acertou em cheio.

Mesmo para quem nunca leu nada e está indignado com a situação do país é capaz de aproveitar o filme perfeitamente, pois além do professor explicar muito bem, o filme não é maçante. No filme há grande presença do toque classicista do Josias que usa a poesia como forma de narrar e exemplificar os ensinamentos do professor. Além disso descobre-se a vida, a família e a casa do mestre enquanto o filme se desenrola de modo que toda essa genialidade demonstrada nos é dada um tempo durante o filme para que possamos raciocinar e entender o que o mestre quis dizer.

Durante o filme tive uma variedade de sentimentos no qual eu passei, desde o susto até a gargalhada. A casa estava cheia e o cinema aplaudiu por três vezes Olavo de Carvalho, sendo a último quando o filme terminou e todos estavam de plena aplaudindo toda a genuinidade da filme. Após sair do filme fica-se com o gosto de quero mais. O Jardim das Aflições marca-se tanto na vida das pessoas que meu primo saiu do filme de boquiaberto e querendo os livros do Olavo para ler.

Infelizmente perdi a primeira seção às 15 horas da tarde porque meu primo chegou atrasado ao encontro, mas tamanha admiração de minha pessoa ao querido e genial mestre fez com que comprássemos novamente os ingressos para às 18:50 e valeu muito a pena. Valeu tanto a pena que quando o filme for disponibilizado na internet, irei comprar para assisti-lo de novo para assimilar mais o conteúdo do filme, talvez eu nem aguente até lá e assista novamente ainda nos cinemas.

Assistir a obra prima “O Jardim das Aflições” é renovar a alma. Parabéns a todos os envolvidos.

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