5.6.2017

Contribuição do Ignacio Barreto : o tamanho da piroca global:

http://zazenlife.com/2012/06/13/how-the-bilderberg-group-is-connected-to-everything-in-the-world/

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A lei americana é uma bosta. No Brasil, com essa conversa, este cidadão já estaria na cadeia faz tempo:

https://www.infowars.com/anthropologist-says-white-genocide-is-a-good-plan/

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Fake news é coisa do passado. Agora é a farsa total:

http://www.thegatewaypundit.com/2017/06/shock-video-cnn-creates-fakenews-london-following-terror-attacks-stages-anti-isis-muslim-protesters/

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Terroristas islâmicos matam sete e ferem vinte na Ponte de Londres, e qual a solução oferecida pelo governo britânico? CONTROLE DA INTERNET. Ou seja: Não toquem nos muçulmanos, oprimam o resto da população. A coisa é de uma lógica implacável.

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Atenção, crasse médica: “Hábitos salutares” é a puta que os pariu.

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Dois anos atrás fui picado com um carrapato que fodeu com a minha vida. Até hoje não tenho um diagnóstico preciso, mas cada sábio que consulto me diz para parar de fumar e “adquirir hábitos salutares”. Eis aqui um hábito salutar: aprendam a diagnosticar.

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Qualquer que seja a sua doença, os médicos dizem para você parar de fumar. O fumo, entendem, é um agente essencial em todas as doenças. Nos últimos trinta anos, o número de fumantes nos EUA diminuiu para um terço do que era. E não há uma única doença cuja incidência tenha diminuído significativamente. Portanto, pau no cu do princípio número um da terapêutica, de que removida a causa cessa o efeito.

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Dar a outra face pode ser, mas como poderíamos dar a outra bunda?

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O Acordo Climático de Paris é simples: os EUA sufocam as suas indústrias com toda sorte de regulamentos e dão trilhões de dólares para fomentar a indústria chinesa, campeã mundial de poluição, que não tem de se submeter a regulamento nenhum, É o acordo perfeito: os americanos fornecem o cu e os chineses a piroca.

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Minha Tia Martinha morreu com 102 anos sem nunca ter sabido o que era ginástica, dieta ou a porra dos hábitos salutares.

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Minha mãe está com 99 anos, firme e lúcida, nunca fez ginástica nem dieta, só diminuiu espontaneamente a quantidade de comida à medida que ela mesma ia diminuindo de tamanho.

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O Hélio Angotti Neto tem razão: nos dias que correm, o hábito mais salutar é andar armado.

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A linguagem das emoções humanas, usada para descrever as relações do homem com Deus — a devoção, o temor, o amor, o arrependimento, a esperança etc. — é toda constituída de metáforas e símbolos que, em vez de traduzir essas relações de maneira apropriada e fidedigna, não fazem senão assinalar, justamente, a fronteira entre o expressável e o inexpressável. O que vejo por toda parte, no mundo religioso, é no entanto um grosseiro antropomorfismo materialista que desespiritualiza a vida do espírito e a reduz ao jogo vulgar das emoções terrestres.

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A redação inteira da Fôia — incluindo seu diretor, Octavio Frias Filho — não tem o mínimo de qualificação intelectual para compreender e julgar o filme “O Jardim das Aflições”. É uma vergonha que pessoas de cultura ginasiana sejam pagas para opinar sobre o que está infinitamente acima da sua capacidade.

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Voltando ao assunto bíblico. O fenômeno da culpa e do arrependimento é ali descrito com várias metáforas. Primeira: a metáfora policial. O pecador pega horror de si mesmo e, envergonhado, se esconde do olhar da autoridade. É o caso de Caim, no Gênesis. Segunda: a metáfora judiciária. O pecador é o réu que, perante o tribunal, admite sua culpa e pede clemência. Terceira: a metáfora médica: o pecador é o doente que exibe suas feridas ao médico, em busca de uma cura. Quarta: a metáfora paterna. O pecador é o filho que desperdiça o dinheiro do pai e ao voltar, arrependido, recebe mais presentes ainda (o Filho Pródigo). Quinta: a metáfora matrimonial. O pecador é a mulher adúltera que se refugia em Deus contra a ira da multidão. Evidentemente, o arrependimento, a confissão e a absolvição têm todas essas dimensões e muitas mais. Por que a Bíblia usa várias metáforas diferentes? Precisamente porque nenhuma delas é nem pode ser a descrição exata e literal de um mistério.

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Isso quer também dizer que, apegar-se a qualquer dessas metáforas, por hábito mais ou menos inconsciente (quase sempre a metáfora judiciária), é reduzir o mistério a uma simples relação humana, perdendo de vista toda a substância espiritual do sacramento.

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O pecador pode ficar tão envergonhado dos seus erros que desvia os olhos de Deus, foge de Deus. A ênfase unilateral no arrependimento como EMOÇÃO leva a isso. Pensar na confissão sob o aspecto da metáfora médica alivia essa emoção e previne esse erro. O doente, em vez de esconder os seus males, os exibe ao médico.

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Nada disso é teologia. É apenas saber ler.

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O crítico da Folha tem sete anos de idade mental e cinco de idade emocional. Achar que estou ressentido porque alguém usurpou o meu prestígio cultural é alucinação projetiva digna de um punheteiro que forçasse a imaginação para acreditar que, em vez dele, é a mulher desejada quem está tocando uma siririca pensando nele.
Quem, nesta porra deste país, tem mais prestígio cultural do que eu? A quem o autor de um best-seller que vende 320 mil exemplares poderia invejar? A quem poderia invejar o escritor que tem mais leitores do que a Folha de S. Paulo inteira? Que escritor brasileiro recebeu mais elogios (não de meros jornalistas, mas de intelectuais de primeiro plano) do que eu recebi desde a década de 90? Que escritor brasileiro teve jamais o seu nome aclamado pela multidão nas ruas? Que caralho de prestígio poderia eu ainda invejar ou mesmo desejar, se aquele que recebi e recebo vai muito além não somente dos meus méritos mas até dos meus solhos?

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Contribuição da Melissa Katyelle:
“Ouvir confissões de freiras é como ser apedrejado até à morte por pipocas.”
(Dom Fulton Sheen)
O processo de canonização de Fulton Sheen está em andamento. Vamos torcer.

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A metáfora que mais me ocorre, na confissão, é a da mulher adúltera. É tanta gente me acusando de pecados que não cometi, que, por precaução, vou correndo contar a Deus os que cometi. Ele não vai escrever nada contra mim no Punheteu Liberto.

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Distinguir entre beleza e juventude não é possível na juventude.

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De todas as “Bond girls” do cinema, a ÚNICA que continuou gostosa depois de véia foi a Maud Adams. He he he. Eu entendo desse negócio.

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Quando você fica véio, desenvolve-se na sua mente uma capacidade premonitória que antevê nas beldades as futuras mocréias e as distingue das véias beldades.

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Nunca, nunca esqueçam: quem construiu a potência industrial e militar da China foi o investimento americano, estimulado pelo então presidente Clinton contra toda sorte de objeções morais e estratégicas cuja sensatez é hoje plenamente visível. Clinton embolsou contribuições de campanha da China (ilegais) e retribuiu generosamente com o dinheiro dos outros, sabendo que com isso dava aos EUA, para usar a expressão do Anthony Sutton, “o melhor inimigo que o dinheiro podia comprar”.

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Toda uma fenomenologia do analfabetismo funcional brasileiro pode ser desenvolvida tomando como amostra só o artigo que kítriko da Fôia, Inácio Araújo, dedicou ao filme do Josias. Não há ali uma só frase que não exemplifique a mais radical incapacidade de ler, de perceber, de pensar e de escrever que hoje caracteriza a classe inteira dos opinadores profissionais no nosso país. Não estou exagerando, nem polemizando. A miséria intelectual dessa criatura é tal que, comparados a ela, os personagens de “O Imbecil Coletivo” constituem uma plêiade de gênios. Leio e releio o seu artigo, perguntando-me como foi possível a inteligência de toda uma classe social descer tão baixo e, ainda que não encontrando resposta, tenho cada vez mais a certeza de que fenômeno semelhante, em tal escala, jamais se observou em nenhum país do mundo.

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meu irmão Luiz Paulo

Na próxima 3ª feira, participe desse bate-papo com os autores e o personagem do filme que não deveria existir ( para os intolerantes, claro).

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