4.6.2017

O Grupo Bilderberg está reunido aqui pertinho, em Chantilly, VA. Acompanhem tudo pelo Infowars.

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Não concebi uma única cena do filme “O Jardim das Aflições”. Foi tudo invenção do Josias Teófilo, tim-tim por tim-tim. E não creio ter feito poses em momento algum, limitando-me a falar como falo nas minhas aulas e na minha vida diária. Ainda assim, não faltaram psicólogos de sete anos de idade emocional denunciando a minha “vaidade”. Era infalível.

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Sandra Regina Ouro e Dahise Brando. Por favor, voltem sempre, queridinhas.

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O Guilherme Fiuza só não salva a honra do Globo porque isso é impossível:

03/06/2017 0:00
Diretas Já (modo Venezuela)
Os gladiadores da democracia tomaram uma dose redobrada da porção de mortadela e quebraram tudo

Essa sessão nostalgia da política brasileira foi uma grande sacada. O episódio das Diretas Já em Copacabana foi emocionante. Você se sente realmente no túnel do tempo, é muito bem feito. Dizem que estão preparando o do comício da Central do Brasil, o da passeata contra a Guerra do Vietnã e um especial sobre o choro de Maria da Conceição Tavares no Plano Cruzado. Só épicos. Vamos aguardar.

O remake das Diretas foi lindo, só houve um mal-estar. Ao final do episódio — que teve o mesmo elenco das manifestações em defesa da quadrilha simpática de Dilma Rousseff — o cenário estava impecável. Isso não foi legal. Vitrines intactas, ônibus e orelhões idem. Falha elementar de produção, que precisará ser corrigida no próximo capítulo. A família revolucionária brasileira não aceitará essa afronta novamente.

Vida de black bloc não é fácil. Você passa uma existência sendo atiçado por freixos e caetanos, e na hora da festa deles não te deixam soltar um mísero rojão na cara de ninguém. Não é justo.

E não é só isso. A parte mais bacana, que é fustigar a boçalidade da polícia para descolar umas bombas de gás e brincar de “Os dias eram assim”, também foi cortada. É duro ter o seu talento dramático cerceado a esse ponto, e terminar na praia dançando música de protesto. Mas um guerreiro tem que estar preparado para as provações mais duras. Caminhando e cantando e seguindo o cifrão.

O que ninguém pode negar é que, antes dessa genial sacada dramatúrgica, a vida nacional estava caminhando para o marasmo. Inflação e juros caindo, níveis de risco idem, Petrobras saindo das emocionantes páginas policiais para a entediante seção de economia, reformas sendo tocadas por aqueles nerds que fazem tudo certinho e não são candidatos a nada. Uma chatice. Graças a Deus surgiram roteiros decentes, como a escapada espetacular dos bilionários irmãos Batista para Nova York, depois de uma conversa franca e patriótica com o companheiro Janot. A emoção está de volta.

Morreu mais um pintinho esta noite. A mensagem cheia de compaixão pode parecer linguagem cifrada, neste mundo mau. Mas é verdadeira, porque ainda existe gente com sentimentos, capaz de se importar com os animais. O mensageiro da dor, no caso, é o caseiro do sítio de Atibaia, que não é do Lula. Essas coisas o fascista Moro não vê. A mensagem sobre a morte no galinheiro foi enviada ao Instituto Lula — e aí as lágrimas brotam: um homem que foi presidente da República se importar com a vida de um pintinho, num sítio que nem é dele… É de cortar o coração.

Hoje sabemos que Lula não se importava só com os pintinhos. Preocupava-se muito com as vaquinhas. Foi por isso que ele mandou o BNDES — um banco até então sem a mínima sensibilidade para com os animais — ajudar na causa, depositando alguns bilhões de reais nas boiadas certas. Não se pode confiar na Justiça terrena (como se vê pela perseguição implacável a este homem bom), mas a justiça divina não falha: mesmo após a delação demolidora de João Santana (quem se lembra disso?), Lula e Dilma estão em paz, assistindo de camarote ao bombardeio ao inimigo. Deus ajuda quem ajuda os animais.

A falha imperdoável de produção no remake das Diretas Já em Copacabana, felizmente, não ocorreu em Brasília. Ali sim, o episódio da série foi perfeito. Aqueles ministérios que passaram 13 anos emocionando o Brasil — num enredo eletrizante protagonizado por Erenice Guerra, José Dirceu, Paulo Bernardo, Gleisi Hoffmann e grande elenco — andavam às moscas. Ultimamente, viam-se servidores públicos administrando e até obtendo resultados socioeconômicos — praticamente uma morte em vida.

Aí os revolucionários do povo perderam a paciência que tiveram nesses 13 anos dourados e cercaram a Esplanada. A direção de cena dessa vez foi impecável: os gladiadores da democracia tomaram uma dose redobrada da porção de mortadela e quebraram tudo. Foi bonito de se ver. O Verissimo até falou que o Exército na rua lembrou a vida em 64! Viram como não é difícil produzir direito?

Dizem que no sensacional episódio “Brasília em chamas” a técnica de produção foi toda venezuelana. É possível, sabendo-se que a junta democrática que está tentando tomar o poder na mão grande (mas sem perder a ternura) inclui simpatizantes de Nicolás Maduro, conhecido como Senhor Diretas (no queixo). Aliás, se no próximo episódio o pessoal substituir a MPB pela guarda chavista, as Diretas Já passam na hora — não precisa nem de voto.

O Brasil está mudando para melhor. Na época da Dilma era um drama para o Supremo autorizar investigação dos mandatários — mesmo com as obras completas da Lava-Jato transbordando sobre as divinas togas. A denúncia já vinha amortecida, ficava lá estacionada na sombra, e o Brasil ainda tinha que ouvir o despachante Cardozo chorando inocência. Agora, não: Janot mandou, Fachin homologou. Primeiro mundo.

Vai nessa, Brasil. Sem medo de ser feliz. Mas anda logo, que agora o país saiu da recessão (volta, Dilma!) e daqui a pouco vai ficar mais difícil ganhar no grito.

Guilherme Fiuza é jornalista

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https://www.revistaamalgama.com.br/05/2017/resenha-o-jardim-das-aflicoes-documentario-olavo-de-carvalho-josias-teofilo/

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Contribuição da Claudia Noronha. Brilhante análise do Roger Stone:
https://www.facebook.com/tradutoresdedireita/videos/1369112703174281/?autoplay_reason=all_page_organic_allowed&video_container_type=0&video_creator_product_type=2&app_id=2392950137&live_video_guests=0

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Sempre tive orgulho da minha mãe. Primeiro, pela sua beleza. Depois, pela sua coragem e tenacidade. Por fim, pela sanidade e bom-humor invejáveis que ela conserva aos 99 anos. Qualquer homenagem que eu lhe faça é micharia perto do que ela merece.

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Dizem que a inteligência de um bebê do sexo masculino vem do pai, e a força da mãe. Eu ficaria feliz se a minha vida fosse uma confirmação disso.

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Brincando, brincando, o Guilherme Fiúza diagnosticou certinho o presente estado de espírito da esquerda nacional, constituído de renitentes homenagens póstumas a ela mesma.

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Nunca fui um entusiasta da intervenção militar — não por achá-la ruim, mas por julgá-la difícil e problemática (sobretudo no plano internacional, onde atualmente a pressão contra as soberanias nacionais é incomparavelmente mais pesada do que em qualquer época anterior). Mas, diante do presente quadro nacional, se ela acontecer, terei de perguntar aos seus inimigos: — E que outra solução vocês teriam a oferecer, patetas?

Acredito em duendes, mas não no Ciro Gomes.

Ele repete todas as propostas da esquerda dos últimos SESSENTA anos.

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O Brasil está repleto de criaturas que se acreditam nacionalistas mas têm orgasmos ao ouvir “Imagine” do John Lennon, que é, sem tirar nem por, o hino da Nova Ordem Global.

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Que tal uma análise da letra dessa merda, numa das próximas aulas do COF?

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Dado da experiência: Toda mulher que tem complexo de rejeição fica puta da vida quando não é rejeitada.

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Acabo de assistir a “Twenty Plus Two”, um filme policial dos anos 50. Sempre admirei muito o David Janssen, mas acho que, com aquele inconfundível jeitão de bebum, ele não tem a menor capacidade de representar um sujeito chique e educado.

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Não mudei de idéia. Continuo achando que uma intervenção militar é difícil e problemática no presente quadro internacional, e que ademais a situação é exatamente INVERSA à de 1964, quando a preparação começou nas altas esferas do poder e o povo só subiu ao palco depois como elemento coadjuvante. Hoje temos um vago clamor popular sem NENHUM respaldo na elite dominante. A intervenção militar continua moralmente obrigatória — até mais do que antes –, mas politicamente encrencadíssima.

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Muitas pessoas não têm maturidade bastante para admitir que há situações em que a obrigação moral é praticamente impossível de cumprir.

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Diferença essencial entre a esquerda e a direita no Brasil: A primeira não perde nenhuma oportunidade de destruir seus adversários, por mais remota e insignificante que pareça. A segunda perde TODAS, por mais vistosas e patentes que sejam. Só consegue um pouquinho de sucesso como força auxiliar de alguma facção da esquerda, quando esta se divide. A esquerda quer governar. A direita quer que alguém a proteja.

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Se o Ciro Gomes tivesse rompido com a esquerda na década de 90, teria sido presidente. Preferiu servir a um partido que o desprezava, e hoje se oferece para ser a última esperança dos que mataram todas as esperanças.

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Outra diferença: A esquerda sabe o que é hegemonia. A direita só sabe onde fica o Palácio do Planalto. Fica rezando para botar lá o Bolsonaro ou os militares, enquanto a esquerda, abalada e desmoralizada o quanto esteja, luta para consolidar seu controle da mídia, da militância organizada e dos órgãos de cultura.

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Sem hegemonia, a Presidência da República é apenas um símbolo, um fetiche. Com todo o poder de que dispunham, os militares a perderam por falta de hegemonia. O Collor, idem.

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Se a direita nada fizer contra os órgãos de mídia e contra o domínio esquerdista das universidades e instituições de cultura, a esquerda vai voltar ao poder e rir, novamente, da cara de todos os brasileiros.

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É por puro despeito que os esquerdistas me chamam de “guru da direita”. Eles sabem que não o sou. Se fosse — isto eu garanto –, a direita não estaria na merda em que está. Mas isso é a última coisa que eu desejaria ser nesta vida.

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Até hoje, a direita brasileira não tem sequer um PLANO DE TOMADA DO PODER. Mas tem milhares de planos de governo e até esboços de Constituição. É como um sujeito que não tem nem uma namoradinha mas já sonha com o futuro dos filhos.

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Perdão. Não é só que a direita não tenha um plano de tomada do poder. Ela não sabe o que é isso.

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A direita, no Brasil, não chega sequer a ser uma força política. É apenas um vago estado de espírito espalhado pela população, e que se manifesta por crises espasmódicas passageiras.

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Às vezes me pergunto se jovens que nunca conheceram a época em que ninguém tinha de mostrar documentos (e muito menos cartão de crédito) nos hotéis, em que se podia fumar à vontade nos restaurantes, em que só os doentes se preocupavam com a saúde, em que só as pessoas gordíssimas faziam regime e em que as mulheres se sentiam lisonjeadas em vez de chamar a polícia quando recebiam cantadas de rua chegarão um dia a compreender o que é a dignidade humana.

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Não ser jovem hoje em dia é a maior alegria da velhice.

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Às vezes sinto um impulso irresistível de dizer às pessoas da minha geração: — Puta que pariu! Como a nossa vida foi boa!

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Tivemos todos os prazeres que queríamos, e no fim Deus ainda veio ao nosso encontro.

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Naquele tempo, imaginem só, timidez era doença.

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E, com toda a certeza, havia MUITO MAIS liberdade de expressão no tempo da ditadura. Infinitamente mais.

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Vejam o número de jornais de oposição que circulavam naquela época, quando hoje não há RIGOROSAMENTE NENHUM.

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Vejam quantos comunistas recebiam dinheiro do governo militar para financiar seus filmes, suas editoras, seus shows de música, e comparem com a situação de qualquer artista considerado “de direita” hoje em dia.

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O sistema nacional de educação tornou-se um aparato criminoso empenhado na destruição das inteligências. Todos os responsáveis por essa monstruosidade deveriam ser expelidos de seus postos e condenados à prisão.
Isso SÓ não acontece porque essa máquina infernal é autoproliferante e já afetou a praticamente toda a população brasileira. Ninguém pode reagir contra um mal que não sabe que existe, e a inteligência, ao contrário da saúde e da riqueza, tem esta propriedade peculiar: quanto mais alguém a perde, menos dá pela falta dela.
Não podemos salvar desse flagelo todos os brasileiros, mas podemos salvar alguns, e esses poucos formarão o núcleo de uma possível resistência futura — a ÚNICA esperança de melhores dias para o nosso povo.
TUDO o que faço é em vista desse fim. Os problemas da política imediata são apenas irritações de superfície que ao mesmo tempo manifestam e camuflam a moléstia profunda.

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O critério ÚNICO para a escolha de um presidente da República num país periférico deveria ser este: qual candidato tem inteligência e preparo cultural suficientes para sobrepujar, pela engenhosidade e estratégia, os representantes das nações mais poderosas e dos organismos internacionais mais intrusivos?
Se não tem isso, não tem NADA.

Geraldo Ribeiro O supermito seria um Olavo de Carvalho, desde que providencialmente equipado com as bolas próprias e mais as do Bolsonaro.
Olavo de Carvalho Bolas, tenho tantas ou mais do que o necessário. O que seria preciso é menos idade e, é claro, alguma vocação política, que me falta por completo.

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Imaginem um presidente brasileiro que, numa negociação com os governantes das grandes potências ou com os representantes da elite globalista, não fosse feito de trouxa em cinco minutos por simples falta de compreensão abrangente dos temas em pauta.
Esse personagem simplesmente NÃO EXISTE na nossa política. E não existirá enquanto a porra da “formação universitária” não ceder lugar a alguma coisa mais séria.

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O Ministério da Educação tem de ser fechado e INVESTIGADO.

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O último presidente brasileiro que fez alguma negociação vantajosa no Exterior foi Getúlio Vargas, amparado no cultíssimo e brilhante Oswaldo Aranha. Depois disso, só tomamos no cu.

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Getúlio Vargas ganhou para o país uma tremenda indústria siderúrgica em troca de enviar uns soldados à Itália. Gênio.

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Estudem a vida do general Franco. Pensem dele o que quiserem, mas o fato é que ele dobrou nada menos que Hitler, obtendo dele tudo o que queria em troca de ABSOLUTAMENTE NADA. Você é capaz de imaginar um político brasileiro fazendo isso com o Putin, que não é nenhuma besta-fera?

No mínimo, tinha o gênio da pentelhação. Quando saía de uma reunião com ele, depois de fazer mais umas concessões a contragosto, Hitler dizia: “Prefiro uma dor de dentes”.

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Perguntem se há, em toda a zé-lite política nacional, alguém preocupado com a reunião do Grupo Bilderberger. Uns nem sabem o que é isso, outros só pensam no dinheirinho que vão levar dos patrões internacionais.

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https://www.portaldocentro.com/jornaldocentro/juristas-acendem-a-chama-da-intervencao-militar-federal

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Corremos o risco de que a “intervenção militar”, se vier, seja apenas mais um anestésico.

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Todo o falatório sobre a corrupção só tem servido para encobrir o perigo a que o Brasil está exposto no presente quadro internacional. Nunca vi UMA discussão inteligente sobre esse problema, seja no Parlamento, seja entre os “intelectuais”, seja nas Forças Armadas.

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É de 2013, mas ainda acho uma obra-prima:

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Jacob Bartholomew

O Jardim das Aflições: A genialidade de Olavo de Carvalho e da produção do filme

O filme dirigido pelo cineasta Josias Teófilo é um marco no cinema brasileiro. De um certo ponto de vista, ele pode ser considerado como um “aulão” do professor Olavo, mas passar o filme inteiro assistindo o professor sentado na cadeira, talvez pudesse ser entediante. É aí que entra a genialidade da equipe encabeçada pelo Josias. A fotografia do filme é de cair o queixo, sendo destaque as tomadas de drone do filme que são belíssimas.

O filme facilmente poderia ter sido chamado de “O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota”, pois Olavo fala um pouco de tudo, demonstrando e exemplificando tudo como uma genialidade que só ele é capaz, além de citar autores prestigiados para reforçar que Olavo sempre teve e terá razão. O destaque vai para entrevistas passadas que deu em que fez uma leitura perfeita do que viria acontecer e acertou em cheio.

Mesmo para quem nunca leu nada e está indignado com a situação do país é capaz de aproveitar o filme perfeitamente, pois além do professor explicar muito bem, o filme não é maçante. No filme há grande presença do toque classicista do Josias que usa a poesia como forma de narrar e exemplificar os ensinamentos do professor. Além disso descobre-se a vida, a família e a casa do mestre enquanto o filme se desenrola de modo que toda essa genialidade demonstrada nos é dada um tempo durante o filme para que possamos raciocinar e entender o que o mestre quis dizer.

Durante o filme tive uma variedade de sentimentos no qual eu passei, desde o susto até a gargalhada. A casa estava cheia e o cinema aplaudiu por três vezes Olavo de Carvalho, sendo a último quando o filme terminou e todos estavam de plena aplaudindo toda a genuinidade da filme. Após sair do filme fica-se com o gosto de quero mais. O Jardim das Aflições marca-se tanto na vida das pessoas que meu primo saiu do filme de boquiaberto e querendo os livros do Olavo para ler.

Infelizmente perdi a primeira seção às 15 horas da tarde porque meu primo chegou atrasado ao encontro, mas tamanha admiração de minha pessoa ao querido e genial mestre fez com que comprássemos novamente os ingressos para às 18:50 e valeu muito a pena. Valeu tanto a pena que quando o filme for disponibilizado na internet, irei comprar para assisti-lo de novo para assimilar mais o conteúdo do filme, talvez eu nem aguente até lá e assista novamente ainda nos cinemas.

Assistir a obra prima “O Jardim das Aflições” é renovar a alma. Parabéns a todos os envolvidos.

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