26.5.2017

Um ser humano tem de amadurecer muito para entender que existem problemas sem solução.

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Mas esses problemas são preciosos, do ponto de vista cognitivo: é neles que reside a estrutura mesma da condição humana.

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Quando jovem, li “A Grande Conspiração”, de Sayers e Kahn (publicado pela editora comunista Brasiliense), que descrevia as operações secretas desenvolvidas pelas potências ocidentais para boicotar a Revolução Russa. Fiquei, naturalmente, impressionado. O principal agente dessas operações era um americano chamado Sidney Reilly. Agora descubro que Reilly trabalhava para um banqueiro russo de nome Jivotovski, o qual, além de ser TIO MATERNO DE LEON TROTSKI, enriqueceu fazendo negócios ilegais com a Alemanha durante a I Guerra para foder com o governo russo e depois financiou a Revolução. Quando um comunista conta uma história, inverta-a em 180 graus e você estará muito próximo da verdade.

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Por isso o cristianismo ensina que o único remédio é cada um carregar sua cruz.

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“O sofrimento humano é a maravilha do universo.” (Georges Bernanos)

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Apegar-se à indefinição de “gênero” não resolve nada: Só transfere o problema para os outros, que nunca saberão com quem estão falando.

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Porra, será que o único brasileiro que nunca roubou ninguém sou eu? Ou será que eu roubei e não sei?

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David Janssen e William Holden eram daqueles atores sutilíssimos, que conseguem transmitir uma emoção sem mover um músculo. Ambos morreram jovens, de tanto encher a cara. Acho que essa profissão faz mal.

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Franz Kafka não conseguiria imaginar uma cena dessas: a mídia chique inteirinha pressionando para que um crime NÃO seja investigado:

http://www.wnd.com/2017/05/cnn-pounces-on-congressman-calling-for-fed-probe-of-seth-rich-murder/

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Pepsi, astrologia e Newton estão superados. A crítica mais profunda, séria e devastadora que já fizeram à minha obra foi esta: Num post do Facebook errei a extensão da Ponte Rio-Niterói.

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Os direitos fundamentais do cidadão brasileiro são: crack na veia e piroca no cu.

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Uma vez um crítico, no Grobo ou na Fôia –, não lembro direito — escreveu que determinado romancista, cujo nome a caridade me impede de mencionar, era “um autor de alcance universal” (sic) porque seus livros eram bem vendidos em todos os mercados editoriais do mundo.
Nesse instante entendi que a literatura brasileira havia acabado.

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Num é pa mi gambá — mesmo porque o mérito não é meu, é do Edson Camargo –, mas o Mídia Sem Máscara nunca esteve tão bonito.

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Perguntar não ofende: Por que hoje em dia todo mundo ostenta suas “convicções democráticas” como se fossem a mais alta virtude concebível, se o próprio Nosso Senhor Jesus Cristo jamais foi democrata? Será que os novos modelos universais da virtude são o Marco Antonio Vil e o Arruinaldo Azebunda?

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Preferimos a democracia pelo mesmo motivo que escolhemos antes um sapato largo do que um sapato apertado. Com a diferença de que a democracia encolhe no caminho.

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A vergonha e o tormento que sentimos ante os nossos pecados NÃO SÃO o verdadeiro arrependimento. São uma mixórdia de emoções toscas que BLOQUEIAM o arrependimento. O arrependimento verdadeiro é de ordem espiritual, e não há nenhuma maneira de um sujeito se colocar na Presença de Deus levando toda essa carga de sensações psicofísicas confusas e atordoantes. Rezo com insistência pedindo o verdadeiro arrependimento, e creio que o único progresso que fiz nessa direção foi entender que eu não sabia o que era. A melhor maneira de um sujeito não saber algo é imaginar que já sabe, sem nunca sequer ter perguntado a respeito.

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