19.5.2017

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O erro mais comum, na prática como na ciência da política, é o anacronismo: entender a situação presente em termos de uma situação anterior. Em 1948, quando Hans Morgenthau publicou ‘Politics among Nations”, assinalando os Estados nacionais como agentes fundamentais do processo histórico — descrição perfeitamente adequada das guerras napoleônicas –, já fazia meio século que os três grandes esquemas de poder global atuavam no mundo — as três “internacionais” (usando o termo informalmente): a do capital, a comunista e a islâmica –, movendo os Estados nacionais como peças num tabuleiro de xadrez e levando-os à ruína.
E menos de cinco anos atrás falar em globalismo ainda era, pelo menos no Brasil, tornar-se objeto de chacota como “teórico da conspiração”…

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Algumas pessoas mudaram de verdade a minha vida; mais recentemente eu posso citar quatro nomes: Mateus Mota Lima, Pedro Augusto, Caio Perozzo e Sávio Mota.

Seguramente, dos alunos do Olavo, uns dos mais talentosos, genuínos e de coração puro. Gente que eu confiaria, de olhos fechados, a minha própria família.

Responsáveis, diretamente, pela minha conversão. De uma generosidade que fica até difícil expôr aqui na internet, geralmente um meio onde brincamos mais do que abrimos o coração.

Recentemente, através do Instituto Borborema, eles criaram um mini-documentário intitulado “Quem somos”. É o nosso meio se desenvolvendo a olhos nus.

Assistam. De verdade. Eles são um desses raros exemplos de quem, em silêncio, estuda para mudar as coisas por aqui. 🙂

Quando aquela apresentadorazinha da CNN, cujo nome esqueci, teve uma explosão de histeria diante de um entrevistado que fazia troça das famosas testemunhas anônimas, e exclamou: “Você não tem o direito de fazer pouco de repórteres estelares!”, para mim já ficou imediatamente claro que era tudo um teatrinho mambembe.

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Nada desmoraliza mais do que uma pose forçada de dignidade ofendida. Prudência e caldo de galinha jamais fizeram mal a ninguém.

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Contribuição do Hermann Chiodi Ugarte. A União Européia acusou de anti-semitismo o presidente húngaro Viktor Orban por estar combatendo o George Soros. Quem assumiu a defesa do presidente? Logo o rabino-chefe da comunidade judaica húngara.

http://www.ilpopulista.it/news/18-Maggio-2017/14415/l-ue-difende-soros-orban-antisemita-il-rabbino-capo-ungherese-smentisce.html

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É muita cara-de-pau chamar de anti-semita quem combata um filho da puta que vendia judeus aos nazistas.

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O episódio ilustra o traço psicológico mais marcante da elite globalista: a mendacidade sem limites.

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