12.5.2017

18485520_1196206233842330_8131253512809266268_nTrês vezes o hímen esquerdista foi arrombado: com “O Imbecil Coletivo”, com “O Mínimo” e com o filme do Josias. Acho que agora nenhum cirurgião plástico vai mais aceitar o caso.

Ricardo Roveran Professor Olavo, acho que nos momentos finais do depoimento do Lula ele fez uma alusão ao senhor.
Olavo de Carvalho Que honra para ele.

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Não vou mais fazer piadas sobre o Lula. Ele próprio as faz com muito mais conhecimento de causa. É concorrência desleal.

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Já deu no saco essa coisa de criticar a minha falta de escolaridade. De fato, não tenho escolaridade nenhuma e nunca quis ter, pois, se tivesse, eu não seria eu e sim o Clóvis de Burros, o Leandro Espiritual ou talvez até o Arruinardo, porca miséria. Antevendo em tempo essa perspectiva assustadora, corri para longe dela com quantas pernas tivesse. Fui ajudado nisso pela circunstância feliz de que a legislação vigente me desse o título de jornalista por tempo de serviço, preservando-me de me tornar eventualmente aluno de um daqueles mesmos cujos textos hediondos eu havia copidescado e amaldiçoado na redação.

Rodolfo Cattaneo Prof. Olavo de Carvalho, é verdade que o senhor teria o direito de se aposentar pelo INSS e nunca o fez, já que não quer depender do governo brasileiro?
Olavo de Carvalho Pela lei, estou aposentado desde os 53 anos. Nunca fui buscar a porra do dinheiro.

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Foi uma sorte que só agora eu viesse a me interessar mais profundamente pela obra do William Faulkner, depois de ter vivido anos entre os Rednecks e negões que eram o mundo dele. Acho que no Brasil eu não teria captado dez por cento da coisa.

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Só não escrevi ainda O Imbecil Coletivo da Direita porque quase todos os seus porta-vozes são criaturas miudinhas e anônimas escondidas em posts do Facebook e blogs sem leitores, nada daquela ruidosa elite esquerdista de bovinos pomposos que brilhavam na grande mídia e nas cátedras nos anos 90.
Não posso escrever um livro inteiro sobre personagens que não despertam no leitor outra reação além da pergunta: “Quem?”

Luiz Alberto Amaral Nardi Professor Olavo, quanto ao Imbecil Coletivo antigo, terá nova edição? Não encontro mais em nenhum lugar. Nem em sebos!
Olavo de Carvalho A Record diz que vai soltar uma.

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Eu sou eu, e minha circunstância é uma merda.

Ane Hauagge És a melhor pessoa do mundo! 💖
Olavo de Carvalho Ane Hauagge Você é um anjo.

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Mesmo que passasse a vida lendo, estudando e treinando, sem incorporar vastas porções da breguice brasileira eu jamais teria encontrado a minha identidade como escritor.

Mateus Matos Diniz Professor, não sei se estou errado, mas entendo que precisa haver uma avacalhada dose de humor em alguém que pretende ser escritor brasileiro.

O senhor teria alguma indicação para compor meu mapa da ignorância nesse sentido? Sei que é meio falta de educação pedir algo tão abrangente, mas se puder fazer isso, tô aceitando HAHA.

Olavo de Carvalho José Cândido de Carvalho, Millôr Fernandes, Marques Rebelo, muitos outros.

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Não amaldiçoo o Brasil. Amo essa merda.

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Amar o Brasil é ser um corno apaixonado.

Lucas Novaes Professor Olavo, talvez o senhor já tenha falado, mas eu nunca ouvi; em qual cidade do Brasil o senhor mais gostou de morar?
Olavo de Carvalho Rio, Curitiba e Petrópolis.

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Para ser, além de filósofo, um bom professor de filosofia, o filósofo tem de ser capaz de filosofar em voz alta, de improviso e em público. Essa capacidade nem sempre vem junto com a vocação filosófica.
Não creio, por exemplo, que René Descartes, o qual só filosofava fechado na sua estufa, pudesse jamais ser um bom professor.

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Um professor de filosofia que não é também um bom filósofo vale tanto quanto um professor de Português que escreve mal.

Mônica Camatti Professor Olavo, poderia dar uma olhadinha nos meus últimos posts? É um presente pra você.
Olavo de Carvalho Mônica Camatti Você quer mesmo derreter o meu coração, né?

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Não sei se a história de que a Dona Marisa não morreu é verdade, mas que daria uma maravilhosa chanchada da Atlântida com Oscarito no papel de Lula e Grande Otelo no de Dona Marisa, ah, isso daria.

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Fragmento de memórias. Aos sete anos, eu era um moribundo imobilizado na cama, sem energia nem para ir à janela espiar os meninos brincando na rua. Ao oito, estava nadando com relativa habilidade, montando a cavalo e, embrenhado no mato, dando tiros com uma espingarda calibre 36. A vida que eu nem imaginava que pudesse existir veio toda de uma vez, num turbilhão.

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Mônica Camatti

Todo forma de linguagem é um símbolo que comunica uma sentença sobre a realidade, e a veracidade ou falseabilidade da linguagem é comprovada através da medida de correspondência entre ela e a realidade. A veracidade de um símbolo ou sentença é a adequada correspondência entre ele e as coisas reais, os fatos. Mas a Verdade em Si mesma, total e absoluta, que é a essência de Deus (a Santíssima Trindade) é um mistério que não pode ser conhecido apenas em raciocínio, pensamento, imaginação, sentimento, e nem mesmo expresso com objetividade cabal em símbolos.

Todas as imagens e ícones que possuímos, por exemplo, existem para nos recordar sobre a Verdade, também são símbolos verídicos dela, que contam uma narrativa sobre ela, tal como os escritos que lemos e os sermões que ouvimos. Imagens, ícones, textos e discursos possuem a mesma finalidade na Igreja: contar uma narrativa verídica sobre a Verdade que reside na realidade. Tal Verdade não está presa à Imagem, ao Ícone, às Escrituras ou às Homilias: Estes são recursos dignos de confiança, são símbolos da veracidade que nos apontam para o Caminho, a Verdade e a Vida na realidade e na totalidade da existência.

Então, para alcançá-la no real, é preciso saber que ela não está presa em tais símbolos e recursos, pois eles são apenas como um dedo apontando para onde a Verdade está habitando de facto: na realidade da vida em sua totalidade. Você precisa achá-la pessoalmente, como fizeram os Santos, os Mártires e os Apóstolos. E é por isso que insisto e passarei a vida insistindo tanto na reconstrução do imaginário através do contos de fadas, da boa literatura, dos clássicos, das fábulas, das histórias dos antepassados e dos contos sobre o cotidiano e causos de experiências de vida: sem um imaginário rico de simbologias verdadeiras sobre o bem e o mal, o belo e o feio, o justo e o injusto, dificilmente alguém será capaz de lidar ou chegar a compreender com clareza conceitos puros de teologia e filosofia, ou mesmo outras ciências. Muito menos saber como lidar com eles.

A precocidade juvenil em querer julgar o mundo sem antes tê-lo vivido e experimentado em suas múltiplas particularidades e singularidades é muito perigosa. Chega ao ponto de a pessoa não compreender o porquê de a Sã Doutrina ser intransigente, objetiva e rigorosa nos princípios, mas benevolente, misericordiosa e branda na prática e execução deles. Falta a vocês, meus queridos, não muitas mais leituras ou estudos: falta sendo de realidade, falta sofrimento, falta dor, falta compromisso com o próximo, falta limpar feridas, falta lidar com as almas padecentes fora de uma tela, falta discernimento sobre o real estado de sua própria alma, falta contrição e lágrimas, falta trabalho, falta louça pra lavar, falta um roçado para carpir, falta correr no campo, falta conversar com os humildes e simples, falta lidar com doentes, falta cuidar de idosos e de bebês, falta aprender a amar, para se despreender um pouco das enormidades maléficas de estar preso à própria subjetividade, preso à idolatria ao passado, à ilusão de coletivismos grupais e de perfeição materialista, falta arrancar de si as paixões por sua própria reverberação mental e pelos escrúpulos de lidar com pensamentos e falhas alheias com uma leviandade punitiva, cruel, infantil ou simplesmente demoníaca.

https://www.facebook.com/moniecamatti/posts/293625291092534

Mônica Camatti Eis aí uma bela síntese de coisas que o senhor ensina, mas quase ninguém entende, não é verdade? Eu entendi simplesmente porque o Bom D’us (imerecidamente) me concedeu um coração puro e uma consciência reta, e para honrá-lO eu vou continuar estudando e servindo cada vez melhor as almas. Todo o seu esforço e sofrimento, Prof. Olavo de Carvalho, valeu a pena!, pois o senhor ajudou a construir o espírito da minha família com o Vinícius Camatti e eu vou criar meus filhos como guerreiros de Deus, por conta do que aprendi contigo. Nenhuma obra ou palavra minha poderá agradecê-lo por ter resgatado tantas almas. O senhor foi um verdadeiro apóstolo para nós. Sua alma merece o Céu por toda a eternidade, e lá brincaremos juntos como crianças, ao lado de nossa Mãe Santíssima e dos Santos. Obrigada por ter sido corajoso e por ter enfrentado tudo para chegar até minha geração. O senhor não será esquecido nunca por sua bondade e pela doçura dos seus fruto

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Eu não me aventuraria a dar opiniões gerais sobre COISA NENHUMA se antes não tivesse produzido alguns estudos substantivos sobre grandes filósofos do passado. O erro fatal de todo jovem talentoso neste país é querer ter a sua própria filosofia antes de possuir intelectualmente ALGUMA filosofia.

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Enquanto você não se apropriar intimamente e profundamente de UMA filosofia, mas preferivelmente de várias delas, você não saberá o que é filosofia. Assim como o estilo literário é gerado pela imitação dos grandes autores, também o é o estilo de pensamento. Por isso a filosofia não é coisa para jovens gênios, mas para homens maduros.
Muito antes de discutir com os bocós do “Imbecil Coletivo”, passei anos discutindo com Aristóteles, Descartes, Kant e similares, e foi isso o que me impediu de me achar muito gênio só pela facilidade com que humilhava imbecis.
Ninguém se tornará um astro do boxe batendo em mendigos de rua.

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Digeri o material da chamada escola “perenialista” durante TRINTA anos — não só por leitura, mas por convivência direta –, e ainda não me considero capacitado para escrever uma análise crítica de conjunto, como talvez escreva um dia. Dou uma dica aqui, outra ali, e acho muito engraçado quando aparece algum geninho de dezesseis anos achando que é tudo o que sei a respeito.

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Uma boa disciplina, da qual a molecada parece não ter tido jamais notícia, é esta: Nunca critique uma idéia antes de tê-la EXPLICADO por completo.
Faça isso, e um dia perceberá que criticar é desnecessário: idiotice explicada é idiotice desmascarada.

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Enquanto um escritor espera algum reconhecimento — ou, pior ainda, fica enfezado por não recebê-lo –, ele mostra que não tem respeito suficiente pela sua própria obra, o que significa que não é ainda realmente um escritor. Quando completei “O Jardim das Aflições”, fiquei tão feliz de ter conseguido escrevê-lo, que pouco me importava que o livro jamais viesse a ter outros leitores além de mim mesmo, do Bruno Tolentino e da Roxane.

João Pedro Magalhães Camargo Lima Barreto tomou no cu por isso.
Olavo de Carvalho Ele sempre foi um ressentido. Uma pena.

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Absorvi do Pe. Ladusãns a lição inesquecível de que estudar a obra de um filósofo é pensar EXATAMENTE COMO ELE durante algum tempo, depois ESTENDER a sua filosofia a áreas que ele não abordou, e só criticá-lo se isso acabar se revelando incontornavelmente necessário.

Olavo de Carvalho Por exemplo, o Martin Pagnan e o Frederick Wagner logo perceberam que a minha “teoria dos quatro discursos” completava a filosofia do Eric Voegelin numa área em que ele nunca tinha mexido e que estava como que faltando na obra dele. ISSO é compreender um filósofo.
Felipe Azuma Prof., não sei se a pergunta é conveniente mas esses dias fiquei curioso: o Pe. Ladusãns teve alguma influência no Dr. João Silva Moita? Em filosofia (moderna ou medieval) há algo que o sr. tenha ensinado ao dr. Moita ou ele a ti?
Olavo de Carvalho (1) Decididamente, não. Eles nunca se conheceram. (2) Que eu me lembre, ensinei só sobre ciência política. Mas ele me ensinou sobre mil coisas.

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A obra acabada — e não a sua recepção — é a finalidade e término do esforço do artista, bem como do filósofo. Penso isso em CADA FRASE que escrevo.

Olavo de Carvalho Com a ressalva de que no caso do filósofo cada “obra acabada” é apenas uma etapa de um esforço destinado a continuar.

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Estudem os métodos de trabalho de Gustave Flaubert, e entenderão o que é o respeito do artista pela sua própria obra.

Melquisedec Ferreira Da Silva Santos Onde podemos estudar isso, professor?

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Vou implorar pela milésima vez: Não me enviem mensagens inbox. São quase mil por dia que me chegam, e estou com o saco cheio de escolher arbitrariamente as que terão respostas. Cada vez que faço isso me sinto um palhaço brincando de Luís XIV.

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Diálogo telefônico de um agente secreto com suas netinhas.
Ficou faltando esta cena nos filmes de James Bond:
007: — Alô. Paula e Martha? Aqui é o vovô.
PAULA: — Vovô querido! Nós vimos todos os seus filmes. Adoramos você.
MARTHA: — Mas você tem de vir aqui. Nós vamos ensinar a você todos os nossos truques. Você ficará invencível.
007: — Isso é realmente muito bom, porque agora mesmo tem um sujeito querendo me jogar pela janela do décimo-quinto andar.
PAULA: — Enfie o dedo no olho dele.
[Pausa]
MARTHA: — Funcionou?
007: — Sim, mas ele tem outro olho, e eu já estou pendurado no parapeito.
[Silêncio brevíssimo.]
PAULA: — Vovô?
007: — Espere aí. Depois eu ligo, se puder. Tchaaaaaaaaaaaaau.

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Os carinhas promovem a censura ideológica de um filme que ainda nem viram, e dizem que quem está politizando o festival foi quem botou o filme lá.

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O bom senso ainda não foi totalmente exterminado no Brasil: — com Pedro Agudo Ferraz.

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O Mário Ferreira dos Santos foi, de longe, o maior dos nossos filósofos, e um autor e conferencista de enorme sucesso no seu tempo. Por que o seu trabalho não rendeu frutos, além daqueles que germinaram na mente de um sujeito que nem o conheceu pessoalmente, isto é, eu mesmo?
Para mim, a solução do enigma é a seguinte:
Ele fez tudo em prazo brevíssimo — dezesseis anos, escrevendo um livro a cada três meses. Mal conseguiu registrar no papel as idéias filosóficas que lhe ocorriam umas atrás das outras, sem parar, numa tempestade de intuições fulgurantes. Nunca teve tempo de meditar sobre COMO fazia isso, sobre o trabalho interior do filósofo, a psicologia da investigação filosófica. Sem isso, mesmo o mais genial dos filósofos fica pairando acima das cabeças da platéia, sem exercer sobre elas uma ação fecundante.
Estou felicíssimo de ter despertado o interesse de tantos estudantes por esse gigante do pensamento — não só o maior dos nossos filósofos, mas o maior dos brasileiros.

Olavo de Carvalho Os picaretas que se aproveitam disso passarão como um peido. A obra do filósofo ficará.

Célio Rodrigues Quantos livros ao todo dele foram publicados? O senhor leu tudo dele?
Olavo de Carvalho Tudo e mais uns inéditos.

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Tudo o que escrevi sobre a técnica filosófica em “A Filosofia e Seu Inverso” foi baseado no exame de quatro filósofos: Aristóteles, Schelling, Lavelle e Mário Ferreira dos Santos.

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Sempre que leio bobagens escritas a meu respeito, o que me vem à mente é aquele menininho espanhol:
— Estoy cagando.

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Quem lê o Mário Ferreira com atenção nota que o gênero literário dele é a EXPOSIÇÃO DOUTRINAL, o registro logicamente hierarquizado das CONCLUSÕES filosóficas a que chegou e, de vez em quando, o confronto delas com outras conclusões. Não é nunca a NARRATIVA de uma investigação, o passo-a-passo de uma descoberta, Simplesmente não deu tempo de fazer isso.

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Quem lê o Mário Ferreira com atenção nota que o gênero literário dele é a EXPOSIÇÃO DOUTRINAL, o registro logicamente hierarquizado das CONCLUSÕES filosóficas a que chegou e, de vez em quando, o confronto delas com outras conclusões. Não é nunca a NARRATIVA de uma investigação, o passo-a-passo de uma descoberta, Simplesmente não deu tempo de fazer isso.

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A biografia intelectual do Mário Ferreira permanecerá para sempre um enigma insolúvel.

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O filósofo, se é também um bom professor, deve ensinar não somente a sua própria filosofia ou a dos filósofos do passado, mas o “how to do it yourself”.

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Prometo: assim que o meu escritório ficar pronto e eu tiver de volta a minha biblioteca, começarei a planejar um curso sobre o Mário Ferreira dos Santos.

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A construção do meu escritório ficou emperrada por um ano. Um empreiteiro me comeu 20 mil dólares e não fez porra nenhuma. Mas, examinando detidamente o caso, cheguei à conclusão de que ele é menos desonesto do que maluco. Doido de pedra.
Só no mês passado consegui trocar de empreiteiro.

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A dona da minha casa antiga exigiu que eu lhe pagasse de uma vez o saldo de 140 mil dólares ou caísse fora. Caí fora e ela acabou tendo de vender o imóvel por 58 mil, o que eu teria de bom grado pagado a ela na ocasião. Pôs no meu cu e nem gozou.

Rafael Nogueira Até na Virginia tem esse tipo de idiota.
Olavo de Carvalho A muié é brasileira.
Thomas Dresch O senhor ofereceu contra-proposta?
Olavo de Carvalho Não havia diálogo.

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Estou aqui ouvindo a voz do Jack no quarto ao lado:
— Where is my mamadêla?

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Opinião do Jack sobre mim e a Roxane:
— You are funny people.

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O que as crianças pequenas perdoam aos adultos bastará para levá-las ao céu um dia.

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A cultura, a religião e, em decorrência, a moral, antecedem historicamente a liberdade do mercado e são os seus limites naturais, sem a necessidade de nenhum dirigismo estatal. Se, porém, os critérios de mercado invadem esses limites e os remodelam segundo as suas próprias conveniências, transformando-os em “investimentos”, então a dialética do mercado se converte na da “sociedade administrada” e portanto, fatalmente, em alguma forma de socialismo. A autonomia da cultura, da religião e da moral em face das intrusões capitalistas tem de ser defendida com feroz intransigência. Cada vez que um capitalista tenta “investir em cultura”, a resposta deve ser:
— Investir, o caralho. Bote aí o seu dinheiro, não nos cobre sequer um “muito obrigado”, e vá tomar no cu.
Capitalistas são infantis demais para administrar a sociedade capitalista.

Ricardo Almeida O problema, me parece, é que o capitalismo inerentemente “intromete-se” na cultura. O fenômeno da moderna cultura de massas está intrinsecamente ligado à indústria capitalista dá cultura e gera lucros extraordinários.
Olavo de Carvalho A fronteira entre cultura e diversões públicas tem de ser reforçada todos os dias.

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Dar dinheiro à religião e à cultura não é investimento, é OBRIGAÇÃO MÍNIMA dos capitalistas. Aqueles que não a cumprem sem expectativa de lucro devem ser boicotados impiedosamente.

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Cabeça de esquerdista. Refutar logicamente uma opinião é autoritarismo fascista, mas proibir a sua circulação é o puro exercício da democracia.

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Cora Rónai honra a camiseta:

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Olavo de Carvalho Cinerastas.

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Comentário do Pedro sobre os sete enfezadinhos:
— Com inimigos como esses, quem precisa de amigos?

Josias Teófilo Melhor texto até agora, na Revista Época: http://epoca.globo.com/…/05/o-jardim-das-aflicoes.html

Olavo de Carvalho Excelente.

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Os sete sentaram na piroca com o maior entusiasmo e ainda agradeceram.

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Os sete se foderam tão maravilhosamente, que os Veadascos concluíram que foi tudo uma trama publicitária do Josias Teófilo, a ser “investigada pelas autoridades competentes”.

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Sete esquerdistas malucos querendo nos censurar, e dois direitistas mais malucos ainda querendo nos botar na cadeia. Êta democracia do caralho.

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Agora só falta ouvir as opiniões abalizadas do Julio Soumzero e do Paulo Porcão.

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O Punheteu já opinou. Está do nosso lado. Eu sempre disse que ele era legal.

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Pau neles, Tércio.
https://www.facebook.com/tercio.goncalvespereira/videos/1352425664833707/?hc_location=ufi

Programa Cinco minutos de verdade, falando sobre o depoimento do Lula canalha e sobre o boicote que a esquerda tenta fazer ao filme Jardim das aflições, do professor Olavo de Carvalho!