5/5/2017

 

Esse Pe. Renato Coelho não passa de um mentiroso, fofoqueiro, intrigante, culpado de falso testemunho repetido e obstinado. Ele inventa um Olavo de Carvalho à altura da sua burrice para poder fingir que o “contesta” em nome da Santa Igreja. Ainda não ouvi a palestra dele inteira, mas já nos minutos iniciais ele afirma que, contra a Doutrina da Igreja, divinizo o capitalismo e o considero inatacável sob todos os aspectos, o que é uma falsificação pueril e, na verdade, uma INVERSÃO do que tenho dito a respeito.
Esse sujeito É TOTALMENTE INDIGNO DE CONFIANÇA.

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O canalha diz que meus alunos não freqüentam a missa para seguir os ensinamentos da Igreja, mas para “cooptar pessoas para a causa deles”. Pode ele citar UM que tenha feito isso? E de que “causa”, afinal, se trata? Acha ele que isto é um partido político?

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Um trecho lindo é aquele em que ele me condena por não achar que a Igreja Católica, SOZINHA, pode enfrentar e vencer a Nova Ordem Mundial, sem qualquer apoio de outras comunidades religiosas. Pois bem, ele que tente. Comece por ganhar a adesão do Papa.

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Quando digo que todas as tradições religiosas trazem ensinamentos valiosos para se contrapor ao estado de alienação geral, o idiota já conclui que, na minha opinião, todas levam à salvação da alma.

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Ele afirma, com razão, que é melhor seguir a verdade pura, tal como está em Sto. Tomás, do que uma verdade contaminada de impurezas, como aquela que se encontram nos meus escritos.
Só há um problema: Quem estava proferindo a palestra era Sto. Tomás ou um tal de Renato Coelho? Quem diz que a interpretação disforme e fantasiosa que este faz das minhas idéias é a verdade pura? Tenho a certeza de que, sem nenhuma presunção de ser um intérprete qualificado dos ensinamentos de Sto. Tomás, jamais os emporcalhei tanto, ao longo de toda a minha obra, quanto esse fofoqueiro chinfrim o fez só com esta palestra. Pelo menos nunca os usei para me promover como porta-voz da “verdade pura” no instante mesmo em que chafurdo gostosamente na prática do falso testemunho.

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Há pessoas que não adianta você mandar à merda, porque nunca saíram de lá.

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Já cometi muitos pecados, mas NENHUM daqueles que o Renato Coelho me imputa.

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Lembro novamente: 
A Inquisição JAMAIS acusava alguém antes de entrevistá-lo por meses a fio até tirar as dúvidas sobre a interpretação das suas opiniões.
O autoconstituído Tribunal do Santo Ofício de Catolé do Rocha se dispensa dessa precaução. 
Dá umas lambidas em dois ou três artigos de mídia e já sai cagando anátemas.

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Ninguém é mais desprezível do que o difamador que posa de porta-voz da autoridade da Igreja.

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Essa organização Monfort existe há décadas, e nunca conseguiu fazer um arranhão sequer na carapaça do esquerdismo dominante. 
É normal que se sinta humilhadinha quando vem um zé-mané e faz o que ela deveria ter feito.

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É próprio da autoridade papal emitir julgamentos abrangentes e finais sobre assuntos de alcance geral para toda a espécie humana, sem precisar, para isso, apelar a outras premissas senão as já estabelecidas na sua própria Doutrina.
Não conheço nenhum filósofo que faça isso, muito menos eu. A filosofia não tem autoridade coletiva nenhuma, examina pontos precisos, tem de justificar cada passo e suas conclusões são sempre parciais e provisórias. 
A comparação entre uma filosofia qualquer e a Doutrina da Igreja é por isso uma tarefa dificílima, repleta de dificuldades e ambigüidades, na qual ninguém deveria se meter sem as qualificações requeridas. Ela está INFINITAMENTE acima da capacidade de qualquer montfortiano que eu conheça. Por isso já mudei a denominação dessa entidade para Montfaible.

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De um delito me acuso: Ter, fora do COF, espalhado as minhas idéias de maneira fragmentária e meio anárquica, dificultando o trabalho dos intérpretes sérios que desejem compreendê-las como unidade “in fieri” e atraindo inevitavelmente a sanha dos palpiteiros e incapazes. Como diria o Lopes da Silva, a culpa é minha, a culpa é toda minha.

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De um delito me acuso: Ter, fora do COF, espalhado as minhas idéias de maneira fragmentária e meio anárquica, dificultando o trabalho dos intérpretes sérios que desejem compreendê-las como unidade “in fieri” e atraindo inevitavelmente a sanha dos palpiteiros e incapazes. Como diria o Lopes da Silva, a culpa é minha, a culpa é toda minha.

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Recordar é viver:

http://www.theblaze.com/contributions/obama%E2%80%99s-college-classmate-the-obama-scandal-is-at-columbia/

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Muitos comunistas falaram mal de mim e, com certeza, usaram os chavões de praxe para me reinventar no molde da sua estupidez e cantar vitória demolindo com a maior facilidade o boneco de palha que fabricaram. Mas nenhum se rebaixou e se sujou na prática da difamação pura e simples, do falso testemunho e do crime contra a honra, como o fizeram e fazem os que dizem falar em nome da religião. Esse Pe. Renato Coelho é um Julio Soumzero de batina.

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Olavo de Carvalho Heloisa De Carvalho Martin Arribas Outro dia mesmo eu estava me perguntando onde teria ido parar essa peça. Que bom que está com você.

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Heloisa De Carvalho Martin Arribas adicionou 2 novas fotos.

É já que é para falar de Olavo de Carvalho, peso de papel do meu avô Luiz, mais uma relíquia de família.

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Em tempo: O pessoal da TFP sempre foi gentil e correto comigo.

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Alguém me sugeriu fazer uma lista daqueles que, ao longo dos últimos vinte anos, vêm anunciando o meu fim próximo. Alguns deles já morreram.

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Aparentemente, sou como aquela velhinha que, dando testemunho na igreja evangélica, foi elogiada pelo pastor ao dizer que não tinha inimigos e, perguntada sobre como se dera semelhante milagre, explicou:
— Já morreram todos, os filhos da puta.

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De todos os objetos que foram do meu pai, só sobraram comigo um velho álbum de fotos e um exemplar das “Regras do Método Sociológico” de Émile Durkheim. Até as apostilas de Direito Romano do Alexandre Correia, que eu guardava com carinho, sumiram numa das minhas mudanças.

Renan Martins Dos Santos Professor, quantos anos o senhor tinha quando seu pai faleceu? Como o Sr. enfrentou a perda?
Olavo de Carvalho Renan Martins Dos Santos Eu era ainda um adolescente. Não lembro a idade certa. O que lembro claramente é que me impressionei mais com os sofrimentos dele em vida do que com a morte.

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O Brasil, diziam os ingleses, é um país onde ninguém sabe quem foi seu avô. Quanto mais, digo eu, o avô dos outros. Mil vezes li na mídia que o Milton Santos foi o primeiro negro brasileiro que chegou a ser professor universitário. E eu me lembrava claramente de ter ouvido desde a infância o meu pai elogiar o seu professor preto de Direito Trabalhista, Cesarino Júnior. O prof. Alberto Guerreiro Ramos, um talento sociológico notável, também teve de ser jogado no lixo do esquecimento para dar ao queridinho do petismo estabelecido a honra de ser o primeirão.

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A pior coisa que pode acontecer a um autor é não ter bons críticos. Nunca tive nenhum. Apenas fofoqueiros e intrigantes. Nem uma palavra do que disseram me trouxe qualquer estímulo, como geralmente vem de uma crítica normal. Só nojo e tempo perdido.

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Um autor que vive na total solidão mental, sem interlocutores nem críticos capazes, como vivi a maior parte da minha vida — excetuado um breve período que passei no Rio — só recebe estímulos do Céu. Minha sobrevivência intelectual tem sido um milagre, não vejo outra explicação.

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Nunca, nunca, nunca algum sujeito metido a crítico da minha obra me fez alguma objeção inteligente. Tenho de inventá-las eu mesmo — o que basta para explicar algum vaivém na exposição das minhas idéias, o qual os idiotas de plantão não deixam de aproveitar como ocasião para desorientar-se ainda mais.

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Esclarecendo um pouco:

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O problema do sujeito burro e inculto que decora uns pedaços da doutrina da Igreja — ou, mutatis mutandis, da doutrina protestante — é imaginar que cada coisa que se diz no mundo pode e deve ser compreendida como doutrina religiosa e julgada no tribunal da ortodoxia. Um idiota desses NUNCA perceberá o abismo de distância que se abre entre as sentenças normativas universais e finais do discurso bíblico-teológico e as afirmações sobre realidades concretas de ordem histórico-cultural.

Renan Martins Dos Santos Uma das ilimitadas jumentices dele na tal palestra foi ter usado a autoridade de S. Tomás para declarar como a coisa mais óbvia do mundo que os astros “não influenciam o comportamento humano”, quando S. Tomás diz o contrário com todas as letras em mais de uma obra (duas delas lançadas pela minha própria editora, por sinal). Ainda, o embatinado determina que a única influência é “nas marés, mas isso é material, não como o comportamento”, quando o próprio S. Tomás, como bom aristotélico que era, sabia que os fatores materiais eram determinantes em muitas das moções da alma. O sujeito professa um cartesianismo de quinta categoria e acha que está defendendo S. Tomás contra o Olavo. Puta que pariu.
Olavo de Carvalho Nos anos 70, muito antes desse padreco nascer, dei vários cursos sobre esse ponto. baseados na “Suma contra os Gentios”

 

Érico Ribeiro Ouvi toda a palestra. Olavo de Carvalho, para mim o senhor deveria se retratar por ter ensinado a tantos católicos sobre a questão da excomunhão automática e por ter falado que padres, bispos e até mesmo o Santo Padre perderam sua autoridade por favorecer de alguma forma os comunistas.
Olavo de Carvalho Errado. O Novo Código de Direito Canônico só mudou a redação desse decreto para proteger as pessoas que, nas ditaduras comunistas, foram FORÇADAS a colaborar com o comunismo (mudança que, evidentemente, não fazia sentido antes da queda do governo soviético). Você e mais uns quantos dão uma interpretação elástica e oportunista à intenção de João Paulo II. Ele JAMAIS quis afrouxar a situação para colaboracionistas. Há muitas maneiras de “professar” (para usar o termo do Código), e é fato notório que nem todo comunista ativo sai por aí gritando que é comunista. Não se faça de inocentinho. O homem que professa o comunismo por dentro, fazendo-se de não comunista por fora e colaborando com o comunismo sob pretextos embelezadores, está ÓBVIAMENTE incluso na excomunhão.

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Aliás, dos Apóstolos todos, só João Batista teve fé antes do conhecimento.

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Ver Jesus com os olhos da carne, sobretudo vê-Lo operando milagres, É altíssimo conhecimento espiritual. Muitos o receberam, mas nem todos o aceitaram. A fé, às vezes, não é só saber algo que você ainda não viu. É permanecer fiel a algo que você viu e que tudo em volta o induz a negar.

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TODA iniciação abre possibilidades espirituais superiores. Essas possibilidades, uma vez abertas, levam alguém necessariamente à santidade e ao Céu? Não. Algumas levam ao inferno.
Mas todo idiota imagina que “possibilidades espirituais superiores” significam “santificação”.
Na realidade, é tão absurdo negar que certos místicos islâmicos, hinduistas ou budistas alcançaram uma visão superior das realidades espirituais quanto imaginar que por isso estão no Céu.

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Quando o teólogo católico nega que o conhecimento leve alguém ao céu, ele está se referindo às doutrinas gnósticas, e não a todo e qualquer conhecimento. Nenhum deles foi jamais imbecil ao ponto de afirmar que conhecer Jesus como tantos místicos O conheceram não tem virtude salvadora porque aí já não se trata de fé e sim de conhecimento.
Na verdade, a própria fé é um modo de conhecimento. São Paulo explica isso de maneira definitiva. 
Mas, neste Brasil, dizer que QUALQUER conhecimento tem virtude salvadora é heresia gnóstica, sobretudo se servir para algum invejoso cheio de veneno na cuca achincalhar o Olavo de Carvalho.

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Se Jesus bate à porta e quer Se apresentar, o teologuinho brasileiro vai expulsá-Lo, dizendo: “Não quero conhecer Você. Quero ser salvo pela fé.”

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Segundo esses merdinhas, o Emanuel Segatashya não será salvo, porque conheceu Jesus antes de ter fé.

Deborah Azevedo da Silva Foi salvo sim porque se batizou na Igreja católica! Sobre o que esse povo fala ignoro.
Olavo de Carvalho É claro que foi salvo. Estou apenas tentando imitar o raciocínio idiota.

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O diabo, às vezes, invade a minha cabeça com uma discurseira macabra contra Deus. Assim ele me obriga a discutir com ele e entender melhor o que eu já sabia antes. Não que eu lhe fique grato por isso. É melhor quando os anjos nos ensinam as coisas diretamente sem passar pelo esforço de discutir.

Rodrigo Jungmann Literalmente?
Olavo de Carvalho Sim. O diabo é o melhor dos meus críticos, aliás o único com quem vale a pena discutir.
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