2/4/2017

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Se o Trump insistir em continuar governando como se tudo estivesse normal, sem destruir os seus inimigos, ele próprio será destruído.

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Unir o time é bom, mas não com os jogadores do time adversário.

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A prioridade número um do governo Trump deveria ser: destruir politicamente os agentes do globalismo.

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SOMENTE o cultivo da inteligência para as sutilezas da linguagem e a harmonia das formas, sobretudo musicais, leva o ser humano para além e acima de si mesmo e lhe abre a dimensão do espírito. Excetuada a hipótese de uma intervenção divina direta, que obviamente não é nem usual nem exigível, o culto religioso, por si, só tem essa capacidade graças, precisamente, à sua forma estética, sem a qual o rito não é um rito e sim apenas uma “cerimônia”, uma celebração social (doença endêmica do evangelismo atual). Bem ao contrário, a prática religiosa costumeira, no mundo moderno, tem antes o efeito de aprisionar o indivíduo no círculo de hábitos, preconceitos e cacoetes mentais do seu grupo social imediato, espécie de mundanismo santificado, que o recompensa subjetivamente com a ilusão de uma moralidade que não passa de conformismo pusilânime e busca da aprovação social.
“Estar no inferno é acreditar, por engano, que se está no céu” (Simone Weil).

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Não há nada mais satânico do que reduzir as operações da inteligência à sua utilidade mundana, reservando à pregação religiosa em sentido estrito o monopólio do reino do espírito. Se a inteligência não tivesse, por si, o poder de elevar-se à esfera do infinito e do absoluto (nisso reside, precisamente, o que nos restou da “imagem e semelhança” depois da Queda), orar 24 horas por dia não passaria de auto-intoxicação.

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Há mais espiritualidade cristã em certas composições de Bach ou na arquitetura das catedrais góticas do que em todas as pregações religiosas — católicas ou protestantes — que já ouvi no Brasil (excetuadas as do falecido Pe. Miguel Pedroso).

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Primeiro a moral usurpou o lugar da religião, depois a decência usurpou o lugar da moral, em seguida o “politicamente correto” usurpou o lugar da decência, por fim o satanismo assumido usurpará o lugar do politicamente correto. “Facilis {est) descensus Averno” (Virgílio).

Rafaella Gappo Professor, pode indicar um livro que fale sobre isso?
Olavo de Carvalho Nunca vi nenhum.
Rafaella Gappo Professor, escreve um livro sobre isso então!!
Olavo de Carvalho Rafaella Gappo O livro que eu estava escrevendo sobre o Kant (tive de parar, mas vou continuar) toca nesse assunto.

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Confesso: em quase todas as missas a que vou, tudo me dá sono, exceto o momento da consagração e da comunhão.

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Dificilmente o governo Trump poderá reverter as políticas econômicas desastrosas da gestão Obama em tempo de deter as conseqüências que elas ameaçam desencadear nos próximos anos. É um desafio monstruoso, a ser vencido num clima de boicotes e conspirações como nunca se viu igual.

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O mendiguinho analfabeto da esquina não pode ser salvo? É claro que pode. O que não pode é sair por aí cagando regra em assuntos de Bíblia e se fazendo de superior aos santos da Igreja. Se fizer isso, vai para o inferno — ele e o coraçãozinho puro dele.

Paula Felix O inferno também está cheio de eruditos que nivelaram a Revelação de Deus à alta cultura humana, Professor. É um lugar muito democrático.
Olavo de Carvalho Paula Felix Os conhecimentos necessários para entender a Bíblia estão ao alcance de todos os que desejem adquiri-los. Mas alguns, em vez disso, batem pezinho e só aceitam sabedoria infusa ou fingem que já a possuem. Chamar isso humildade é tão absurdo que não merece comentário.

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Se não existisse a filologia bíblica — que por sua vez não pode existir sem a filologia em geral –, só helenistas e hebraístas eruditos poderiam ler a Bíblia. Deus teria de distribuir sabedoria infusa como o Lula distribuiu propinas no Parlamento.

João Emiliano Martins Neto Professor Olavo de Carvalho. mas eu vejo, também, que a compreensão da Escritura por parte do cristão simples e humilde do povo, tem uma dimensão mística, sobrenatural, do milagre, porque senão somente os sábios segundo este mundo é que a compreenderiam no que São Paulo em carta aos coríntios discorda frontalmente.
Olavo de Carvalho Você confunde credulidade passiva com “dimensão mística”. O “cristão simples e humilde” que sem estudo alcançasse essa dimensão seria, só com isso, um santo portador de sabedoria infusa e sua intercessão faria milagres. Muita gente fica mencionando esse fabuloso “cristão simples e humilde”, mas nunca me mostrou NENHUM.

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Mesmo em tradução — e SOBRETUDO em tradução –, a leitura da Bíblia requer sensibilidade de escritor e habilidades de leitor erudito. Se o cidadão se recusa a adquiri-las, ou a aprender com quem as adquiriu, e fica todo pimpão botando banca de sabedoria infusa, vai para o inferno.

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Martin Grabmann, o grande historiador da teologia católica, jamais se recusou a aprender com os eruditos protestantes. Ele COMEÇA a sua magna “História do Método Escolástico” resenhando as teorias de Friedrich Paulsen, Wilhelm Dilthey, Rudolf Eucken, Adolf Harnack, Friedrich Loofs e Reinhold Seeberg. Dou um doce a quem encontrar no Brasil um doutrinário PROTESTANTE que tenha estudado todos esses autores.

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Não desanimem. Ante a derrota dos cristãos na Primeira Cruzada, São Bernardo de Clairvaux disse que quem não se escandalizasse com essa incompreensível sentença divina já seria, só com isso, um santo. Hoje temos de suportar no mínimo um escândalo por dia. Talvez alguns de vocês se tornem santos.

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Lutero aprendeu grego por sabedoria infusa ou estudando?

Paula Felix Eu realmente não sei, mas o Sr disse que o Jacob Boehme aprendeu dormindo.
Olavo de Carvalho Não. Ele recebeu a visita de um anjo, e não estava dormindo. Só dormiu depois.

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Posso amar você perdidamente, posso até dar a vida por você, mas, se você vier para cima de mim fazendo pouco dos santos mártires católicos, vou encher você de porrada até você deixar de ser besta.

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Ampliar caricaturalmente as falas do interlocutor para lhes dar ares de coisa absurda é, com toda evidência, pecado de falso testemunho. Nossos santinhos evangélicos já o cometeram, só nesta discussão, uma boa meia dúzia de vezes. Depois dormem com a consciência tranqüila, porque acham que já estão salvos por definição.

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Alguns podem não ter reparado neste detalhe, mas, em qualquer discussão nesta página, não tenho nada a ver com o que os participantes dizem uns aos outros. Só respondo ao que foi dito diretamente a mim.

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Todos poderiam, portanto, ter a gentileza de sempre esclarecer A QUEM estão respondendo.

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Uai, isto não era “teoria da conspiração”?

http://www.sfgate.com/business/technology/article/Cyborgs-at-work-employees-getting-implanted-with-11046009.php

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Com certeza, o “establishment”, respeitosíssimo como o é da privacidade dos cidadãos, vai usar os chips só para aplicações médicas, jamais para espionar e controlar, não é mesmo?

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Código Penal, Art. 208 – Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso:

Pena – detenção, de um mês a um ano, ou multa.

Parágrafo único – Se há emprego de violência, a pena é aumentada de um terço, sem prejuízo da correspondente à violência.

Sidney Silveira adicionou 2 novas fotos — com Paulo Henrique Cremoneze e outras 73 pessoas.

O PROCURADOR DE CÉSAR E O SACERDOTE DE CRISTO

O Brasil católico está orgulhoso da Paróquia de São Domingos de Gusmão. Naquela igrejinha de Niterói, cuja primeira construção remonta ao século XVII, a Quarta-feira de Cinzas inaugurou o tempo quaresmal de 2017 de maneira extraordinária: ciosos do valor infinito da Sagrada Eucaristia, fiéis daquela comunidade impediram uma gravíssima profanação durante a missa no rito tridentino — oficiada, na ocasião, pelo padre Anderson Batista da Silva. O episódio descrito a seguir tem um quê de épico e outro de satírico, e é a prova de que a vida muitas vezes supera a dramaturgia. Ele me foi narrado por várias testemunhas oculares, as quais não podem negar com a boca o que os olhos viram com meridiana clareza.

Transcorria a missa na santa paz de Deus, até o momento em que um senhor já entrado em anos — mas com disposição física invejável, conforme se verá — começou a dar sinais de perturbação. Em verdade, ninguém pode jurar se foi por alergia ao incenso, se foi irritação com o latim da missa, ou se foi devido a alguma intervenção preternatural; as causas do singular evento repousam no mistério, mas o efeito manifestou-se perante todos os presentes à igreja: o sujeito começou a gesticular e a balançar a cabeça negativamente, enquanto o padre Anderson prosseguia com a liturgia.

Quando da homilia, a contrariedade do indivíduo assumiu um tom mais flagrantemente hostil, de acordo com as pessoas que assistiam à missa. Não seria, pois, indevido traçar um paralelo entre os recursos homiléticos do padre e os sibilos frenéticos do homem. Poucos minutos depois, no momento da consagração eucarística, silêncio contemplativo absoluto, entrecortado pelo que pareciam ser murmúrios vindos da direção de onde estava o agastado homem. Passado mais um tempo, hora da comunhão — a qual, no rito tridentino, é de joelhos e na boca. O indivíduo, ao chegar a sua vez, manteve-se de pé e fez questão de receber o pão eucarístico nas mãos. O padre Anderson, decerto com o intuito de evitar maiores inconvenientes para o prosseguimento da missa, atendeu ao desejo do fiel e ouviu dele as seguintes palavras, gritadas.

— O senhor não é o dono da hóstia!

Neste exato momento, a angustiada criatura pegou o pão do céu e, em vez de levá-lo à boca, afastou-se do padre dizendo que comungaria onde e quando quisesse. E bradava a plenos pulmões duas frases no mínimo curiosas: “Esta não é a minha religião!” e “Esta missa não existe!”. Alguns fiéis então se aproximaram dele com o intuito de impedir o vilipêndio ao culto. Todos foram atabalhoadamente parar na sacristia, e o sujeito só largou a hóstia após tropeçar e ser imobilizado com dificuldade. Enquanto isso, as mulheres presentes à igreja de São Domingos rezavam uma Ave Maria em desagravo àquele sacrilégio.

O pior veio depois. Aos brados, o homem informou aos presentes o seguinte: era Procurador de Justiça e o padre Anderson que se cuidasse. Pois bem, não é que ele foi mesmo a uma delegacia prestar queixa-crime contra o clérigo? Ora, em vista disso É HORA DE OS FIÉIS CATÓLICOS DO PAÍS INTEIRO PRESTAREM SOLIDARIEDADE AO PADRE ANDERSON! Uma maneira de fazê-lo é divulgar este lamentável ocorrido em todas as redes sociais. Quanto aos corajosos fiéis da paróquia de São Domingos de Gusmão presentes àquela missa, já se mobilizam para defender o seu pastor.

Vale encerrar este breve texto frisando o seguinte: tivesse o referido senhor uma procuração da rainha de Sabá em pessoa, ele não teria o direito de intrometer-se no culto religioso para fazer o que bem entende. É o que diz a nossa Constituição Federal.

Por fim, que boa estrela tem o arcebispo de Niterói, Dom José Francisco Rezende Dias! Ele deve estar orgulhoso de ver na sua Arquidiocese um homem da estirpe moral do padre Anderson Batista da Silva. O Brasil inteiro tem a firme convicção de que o arcebispo fará a defesa do seu sacerdote, pois este tem a seu lado tanto as leis eclesiásticas quanto as leis civis.

Que o tal Procurador procure o perdão de Deus e entenda a dimensão espiritual do seu ato. Quem sabe ele vem a fazer isso confessando-se com o próprio padre Anderson?

Oremos.

P.S. SE VOCÊ É CATÓLICO E AMA A TRADIÇÃO, COMPARTILHE ESTA INFORMAÇÃO DA MAIS ALTA RELEVÂNCIA.

UM PIEDOSO E BOM SACERDOTE PRECISA MUITO DO NOSSO APOIO.

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As “emoções” têm um alto valor no mercado moral contemporâneo, mas basta aparecer uma emergência, um perigo, uma desgraça qualquer, e num instante você nota que os tipos emocionais são autocêntricos e egoistas. Mergulham nas próprias emoções com um deleite masoquista, enquanto o homem de bom coração, ocupado demais em ajudar e em buscar soluções, nem sabe direito o que está sentindo, e não se interessa em saber.

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A compaixão (sentir o sofrimento alheio) só é possível quando você já não se impressiona muito com as próprias emoções.

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Quando alguém me diz “Tamo junto”, sempre me ocorre o pensamento: “Sim, como uma pica e um cu”.

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Se aproxima de Deus

O ser humano se aproxima de Deus de duas maneiras: através da ASCESE, que é um esforço próprio, e da MÍSTICA, quando, superada a ascese, passa a ser dirigido pelo Espírito Santo em pessoa. Nada impede que Deus mergulhe alguém em plena mística sem que este tenha passado pela ascese. O que é um absurdo e uma blasfêmia é julgar que essa exceção raríssima — atribuída, por isso, à ação EXTRAORDINÁRIA do Espírito Santo para distingui-la da ação ORDINÁRIA — seja um direito ou um fenômeno geral e universal. Ora, o esforço de elevar-se à alta cultura, portanto à máxima perfeição possível da autoconsciência, é a parte MAIS NOBRE E A MAIS INDISPENSÁVEL da ascese, como meio essencial de transcender o mundo das sensações e elevar-se à contemplação das realidades imateriais. Nesse sentido, NINGUÉM tem o direito de esperar ou de sugerir, mesmo indiretamente e sutilmente, que o aperfeiçoamento intelectual é desnecessário à salvação, ou, mais ainda, à santidade. Só o próprio Deus tem o direito de tornar esse esforço desnecessário, e Ele faz isso muito raramente.

OdeC, COF, Aula 1.

Juliana Camargo Rodrigues

Reli a aula 1 do COF e tentei ir parando e refazendo alguns exercícios. Eis o meu necrológio de hoje, que não tem nada a ver com o primeiro, nem com o segundo, nem com o terceiro. E está mais sincero, a diferença – para mim – é quase palpável:

“Faleceu hoje Juliana Camargo Rodrigues, mãe, avó e esposa dedicada. Foi escritora e aluna de Olavo de Carvalho. Dedicou metade de sua vida aos estudos propostos pelo professor, com ênfase na formação moral. Católica, tentou apreender dos santos vivos que conheceu e das hagiografias que leu, os seus exemplos. Esperava ir ao menos ao Purgatório, mesmo sabendo de seus pecados.”

Transcrevi a aula um do COF na unha, inteira e sozinha. Não me lembrava de todo aquele trecho em que Olavo fala de Voegelin. Eu estava tão chocada com o COF, era tanto nome novo e tanta coisa dentro de mim, em termos de sentimentos, que eu achava que ia explodir! Razão e emoção juntas. Até então, para mim, filosofia era coisa de gente ociosa, no melhor dos casos. Nêgo que ficava pensando que as coisas só existiam, porque estavam olhando para elas, isso é o que eu achava de filósofo. E na pior hipótese era tudo um bando de vagabundo e maconheiro mesmo. Odiava, não podia ouvir falar. Mas descobri que sem ser pelo menos um bocadinho filósofa, minha existência volta-se a um abismo tenebroso, uma queda infinita de temores e dores.

Olavo atualiza o que de melhor há em mim. Isto não é nenhuma brincadeira.


“Todo o nosso curso é inspirado diretamente na pessoa de Sócrates.” Olavo de Carvalho, COF. Aula 1.

“…esta síntese inseparável da consciência pessoal com o conteúdo do conhecimento é exatamente o que define a
filosofia.” OdeC, COF, Aula 1. Sobre o que é a filosofia e o que era a filosofia para Sócrates, quem inaugura a Filosofia Primeira.

“Nós não podemos esquecer nunca que a primeira filosofia que surge com Sócrates — não com os pré-socráticos, que embora estejam praticando algumas atividades filosóficas não têm ainda uma consciência clara do que seja a filosofia como atividade distintiva — começa como filosofia política, ou seja, começa como meditação e análise crítica não só da sociedade em geral, mas da própria situação social de seus interlocutores.”

«Isto aqui será uma prática constante: você se reportar ao que há de mais alto e de melhor em você, para que você aprenda a se observar e a se julgar com sabedoria, com humanidade, e levando em conta o conjunto daquilo que você sabe. Não adianta nada definir a filosofia como “amor à sabedoria” e estudá-la, se você mesmo não busca a sabedoria dentro de si. E não se trata de uma simples busca pela sabedoria, mas da busca em transformar-se em um sábio.»

«Ortega y Gasset dizia que as únicas idéias que valem são as idéias dos náufragos: na hora em que um sujeito está se afogando, agarrado a uma tora de madeira para não morrer, as coisas nas quais ele ainda acredita nesse momento são sérias para ele; o resto é brincadeira, superficialidade. Nós temos de buscar na filosofia essa mesma seriedade total, porque é ela que vai nos dar o critério do certo e do errado, do verdadeiro e do falso.»

«… eu estava lendo um livro maravilhoso do Jacques Barzun sobre a arte de escrever, em que ele diz que o principal inimigo de um escritor é o medo. Se você ficar com medo de que as pessoas não vão se interessar pelo que você está escrevendo, você não consegue mais escrever e a sua inspiração vai para o brejo imediatamente. E se pensar que o que você escreveu está ridículo, mal feito, você pára também. Ou seja, para escrever algo bem feito você precisa se colocar dentro de um certo foco, e se você perde esse foco, você perde tudo.»

«Se você consegue se colocar problemas de nível filosófico, então você tem a obrigação de desenvolver uma capacidade filosófica para poder raciocinar responsavelmente sobre os assuntos que lhe interessam.»

Mesmo a prática religiosa pode ser motivo de inúmeras perversões cognitivas que a gente deve evitar. Só existe um jeito de adquirir conhecimento: ser sincero para Deus.
Entenda Deus, por enquanto, não no sentido teológico, mas apenas como Observador Onisciente: você está falando de si para alguém que sabe muito mais a respeito de você do que você mesmo, e cada palavra que você disser vai te revelar mais coisas do que você havia percebido antes…

« São as famosas três funções da linguagem do Karl Bühler: (a) a função nominativa, que é dar nome às coisas e descrever a realidade; (b) a função expressiva, que é expressar seus sentimentos e experiências; e (c) a função apelativa, que é a linguagem usada para influenciar a cabeça do outro. No Brasil, atualmente, só existe a função apelativa: todo mundo só fala para influenciar a cabeça das pessoas.»