29/03/2017

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Eu até votaria no Ciro Gomes, se não soubesse que pelas mãos dele voltará ao poder toda aquela putada que fodeu com o Brasil, e que ele vai acabar fazendo o que a putada quer em vez do que pensou em primeiro lugar.

Felipe Maricato Moura Olavo de Carvalho em um debate seu com um padre, o senhor disse que votou no Lula, na época o que levou o senhor a preferir Lula a Collor?
Olavo de Carvalho Eu sabia que o Collor ia cair.

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Basta explodir no ar um eemepezinho de nada, e num instante toda a mídia eletrônica irá para as picas. Imprimam tudo e não se arrependerão.

JS Cesar Prof.°, gramática da língua portuguesa: um escritor de verdade dá realmente a mínima pra isso? Vejo algumas pessoas que claramente almejam tal carreira se preocuparem excessivamente com isso e o texto sempre termina em assim: chato e pedante. GramáticaVer mais

Olavo de Carvalho O importante é seguir os exemplos dos bons escritores. As regras da gramática devem ser conhecidas, mas escrever pensando nelas é impossível.
Wendell Vox Professor Olavo de Carvalho além de impresso, arquive em CD’s e DVD’s para a posteridade, são seguros (de preferência ainda protegidos por uma Gaiola de Faraday) …HD’s nem pensar.
Olavo de Carvalho Com gaiola de Faraday até peido se perpetua.

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O Brasil tinha TUDO para ser nada menos que A VANGUARDA DO NACIONALISMO MUNDIAL. Infelizmente, para isso era preciso grandes homens e, como dizia Gilberto Amado, neste país só há “pedaços de grandes homens”. Por isso a história nacional resume-se no verso do Manuel Bandeira: “A vida inteira que poderia ter sido e que não foi”.

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Bem lembrado pelo Mauro Araújo Do Nascimento. O Bucetaço seria o mais eficiente movimento político de todos os tempos.

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Conquistar uma só redação de jornal é mil vezes mais importante do que eleger ou derrubar presidentes. Um único jornal diário conservador bastaria para mudar o curso das coisas no Brasil.

Geraldo Ribeiro E como fazer isso se o capital na grande imprensa está do lado errado?
Olavo de Carvalho Já ouviu falar de infiltração e ocupação de espaços?

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A presença de um único jornal sério bastaria para tornar inviável qualquer campanha de “fake news”.

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Mais um complemento do curso sobre o Esoterismo:
Se, de acordo com René Guénon, o estado humano nada tem de especial, mas é apenas um dos incontáveis “estados múltiplos do ser”, nada pode garantir a possibilidade de saltar direto para a “realização metafísica”, isto é, para a identificação não apenas cognitiva mas ontológica com o absoluto e o infinito, sem passar antes disso pela seqüência interminável dos tais estados múltiplos. Se existe uma “realização metafísica” a ser alcançada ainda em vida e não “post mortem” — e, na perspectiva guénoniana, a existência mesma de “iniciações” afirma isso enfaticamente — é porque a capacidade de identificação com o divino é própria do estado humano enquanto tal, criado, para isso, “à imagem e semelhança” de Deus.
A doutrina dos estados múltiplos leva a contradições insolúveis e é, com certeza, o ponto mais fraco dos ensinamentos de René Guénon, se não da própria metafísica hindu na qual ele se inspira.

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Aguardem: em brevíssimo tempo, Arruinaldo Azevedo e Rodrigo Cocô — senão o Kim Katakokinho em pessoa — cagando regras sobre a obra de René Guénon.

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O Ciro Gomes sempre teve idéias boas e amigos péssimos. Na hora H sempre acaba sacrificando suas idéias aos interesses dos amigos. Assim não dá.

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O maior problema do Brasil é o divórcio geral entre linguagem e percepção. Cada um acredita imediatamente na frase que acabou de inventar, não porque a tenha conferido na experiência e nos fatos, mas pela simples razão de que conseguiu inventá-la e sente nisso a tremenda emoção do triunfo intelectual. Isso faz do nosso país um gerador de lero-lero de dimensões continentais.

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Procuro nada dizer que não expresse não somente a minha experiência, mas a de toda pessoa que tenha alguma vivência direta do assunto. Assim procedendo, nada escrevo de maneira compacta — às vezes cômica, às vezes brutal — que não possa, havendo tempo, desenvolver-se em provas meticulosas e cabais, ou pelo menos razoáveis. O leitor burro, que quando pensa uma frase esgota nela todo o seu horizonte de consciência, lê a minha afirmação compacta e imagina que, à imagem do que ele faria no meu lugar, nada mais sei a respeito além do que disse nela.

Fábio Christóforo Isso não seria sintoma claro de Síndrome de Dunning-Kruger, Professor?

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O que mais caracteriza o típico discutidor brasileiro é a sua absoluta incapacidade de imaginar que o interlocutor pode já ter pensado e superado de antemão as objeções que ele lhe apresenta. E isso é assim porque em geral, justamente, ele acaba de pensá-las pela primeira vez nesse mesmo instante, e aliás se acha muito esperto por isso.

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Em três décadas de discussões, não tive nem por uma vez — nem uminha sequer — a gratificante experiência de ouvir uma objeção na qual já não tivesse pensado antes. Por isso tenho de confessar que nada aprendi com discussão nenhuma, exceto que no Brasil discutir não vale a pena.

Geraldo Ribeiro A solidão a que se refere está limitada ao Brasil?

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É o que dizia o saudoso Daniel Brilhante de Brito: “O fulano me convidou para trocar umas idéias, mas eu não vou não, porque sei que vou sair perdendo na troca.”

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Elon Musk, o homem da Tesla e dos carros autodirigíveis, promete acoplar cérebros aos computadores e fazer o download dos pensamentos. Com certeza o cérebro dele já está acoplado e a idéia foi do computador.

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É irresistível. Havendo capital, todas as possibilidades da tecnologia serão realizadas, sobretudo as mais idiotas.

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Neste país não se pode dizer que um candidato tem mais possibilidades eleitorais do que o outro, que todo mundo já acha que é propaganda do primeiro.

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A síntese confusa, que para o filósofo é apenas um começo de problema, é para muitas pessoas a conclusão final mais inabalável do universo.

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Vou lhes dizer de onde veio a minha simpatia pelo Ciro Gomes, a qual não é de maneira alguma uma adesão à sua candidatura. Em 1997, ao lançar o livro que escrevera em parceria com o Roberto Mangabeira Unger, ele já mostrava ter plena consciência da necessidade de uma reação nacionalista ao globalismo, numa época em que o Donald Trump e o Nigel Farage nem imaginavam que isso seria possível e em que alertar para a questão do “governo mundial” resultava em internação psiquiátrica. O livro foi lançado no estande da Editora da Faculdade da Cidade, que então eu dirigia, na Bienal do Livro do Rio de Janeiro. Não me espanta de maneira alguma — embora espante ao país inteiro — que agora o Ciro se declare abertamente um admirador do Trump.
Desse mesmo fator nasceu a minha simpatia pelo presidente Itamar Franco, o qual foi muito sensível às minhas idéias sobre o nacionalismo, que então pouquíssimas pessoas entendiam.
Isso não quer dizer que depois eu não tenha tido muitas decepções com um e com o outro.

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Infelizmente, no Brasil, o nacionalismo vive em perpétua suruba com o esquerdismo, e ninguém — nem o próprio Ciro — percebe que esquerdista nacionalista é um ovo cúbico, uma incongruência viva, um bicho mais falso que urubu mamífero.

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O dr. Enéas Carneiro teve o mérito de propor um nacionalismo sem contaminação esquerdista, mas deixou-se envolver pelas idéias do Lyndon La Rouche, ao qual, para ser um doido completo, só faltava um pouco de sanidade.

Pedro Henrique Medeiros O La Rouche foi aquele que disse que o senhor era Globalista porque escrevia para O Globo? Kkkkkkkk
Olavo de Carvalho Esse mesmo.

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Em contraposição ao liberalismo, que no Brasil é abertamente globalista e nem percebe que por isso mesmo não é liberalismo nenhum, o nacionalismo é personificado neste país pela tradição varguista-juscelinista-brizolista-comunista-petista, a qual é a maior fábrica de ladrões e vigaristas que já se viu no mundo.

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Segundo o Arruinaldo Azevedo, sou “aquele que fica pisando em cocô de urso na Virgínia”. Isso não seria nada de mais, se eu não tivesse também de ficar pisando em cocô de jumento no Brasil.

Luzia Alves Volta para o Brasil,vem ser Ministro da Educação!Garanto que os nossos jovens vão evoluir!
Olavo de Carvalho Cargo público dá câncer.

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O Ciro Gomes diz que, quando começou o movimento anti-Dilma, ele poderia ter dado um jeito na coisa, simplesmente cortando as asinhas dos tucanos mais assanhados. Foi uma pena que ele não tivesse feito isso. Sem tucanos na parada, o protesto popular não teria se desviado dos seus objetivos iniciais. Teríamos nos livrado não só da Dilma, mas do Temer, do PT inteiro e do Foro de São Paulo.

George Henrique Paula Lima Olavo de Carvalho, nos ajude a eleger Ciro Gomes. Como você mesmo disse uma vez “não vamos desperdiçar talentos”.
Olavo de Carvalho Admiro o Ciro Gomes mas confio mais na integridade do Bolsonaro.

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Ao interpretar todo o movimento anti-Dilma como uma conspiração de tucanos, ele mostra não ter percebido que os tucanos só entraram na história “ex post facto”, e não entraram para criar ou fomentar o movimento, e sim para freá-lo, reduzindo a revolta nacional a uma intriga parlamentar.

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