1/3/2017

Cinco traços típicos e inconfundíveis do canalha:
1) Xinga e, quando revidado, faz pose de donzela ofendida.
2) Faz de conta que tudo o que se diz contra ele atenta contra a democracia.
3) Finge que fazer fofocas sobre a vida alheia é elevada discussão de idéias.
4) Busca despertar contra o adversário o ódio das minorias, apresentando-o, direta ou indiretamente, e sem qualquer razão plausível, como agressor de gays e mulheres.
5) Faz dos adversários os representantes e líderes de correntes de opinião que lhes são totalmente estranhas e hostis, com a finalidade de sujá-los com a má reputação delas.

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Quem, no meio de um tiroteio, há de pensar em pinto?

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O DeFrango é o lado yin do Arruinaldo Azevedo.

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Bons tempos aqueles em que só as mulheres tinham “inveja do pênis”.

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Se respondi ao DeFrango com piadas apenas, sem tocar no lado pretensamente sério das suas opiniões, foi por caridade. Fazer mais do que isso seria abuso de incapaz.

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Curiosidades históricas. Os franceses inventaram um dos melhores rifles de guerra, o MAS-36, para substituir os antigos Berther e Lebel. Mas a república antimilitarista atrasou tanto a produção que pouquíssimos soldados chegaram a receber o novo rifle em tempo de enfrentar a invasão alemã. A maioria foi para o front com armas obsoletas.

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É nóis no Twitter (agradeço ao Rodney Eloy, que me enviou esta estatística):

– Número de impressões (interações com tuítes): 13,7 MILHÕES – Média de 488 MIL/Dia [14,5 MILHÕES em Janeiro/17]

– Dia de maior número de impressões: 13 de fevereiro com 1.124.000 MILHÕES em 99 tuítes.

– Número de visitas diretas ao perfil: 402 MIL [496 MIL em Janeiro/17]

– Número de tuítes: 871 – Média de 31 tuítes/Dia [893 em Janeiro/17]

– Número de novos seguidores: 4.000 [5.000 em Janeiro/17]

– Número atual de seguidores: 141 MIL

– Post com maior número de impressões: 14 de fevereiro 69 MIL impressões: Derrubar o Estatuto do Desarmamento será A MAIOR VITÓRIA DO POVO BRASILEIRO ao longo de toda a sua história.

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É meio divertido, meio deprimente, observar como todos os que se metem a meus críticos não apenas não entendem o que digo, mas não têm sequer a maturidade suficiente para me imaginar com alguma verossimilhança. Compõem um espantalho impossível com recortes de seus temores mais pueris e retalhos de chavões colhidos a esmo na mídia, e, dando-lhe o meu nome, acreditam dizer algo a meu respeito.
Aquilo que afirmo dos meus cursos — que deles os inteligentes saem mais inteligentes e os burros saem loucos — parece aplicar-se até aos meus posts do Facebook.

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Praticamente tudo o que esses fulanos dizem de mim não passa de projeção invertida, desesperadoramente mecânica, das qualidades imaginárias com as quais eles desejariam adornar a sua figura pública. Se, por exemplo, desejam posar de encarnações da democracia moderna, pintam-me como “autoritário”, sem nem poder explicar o que desejam dizer com isso. Se pretendem fazer figura de porta-vozes autorizados do magistério católico, torno-me “herético”. E assim por diante. Nada do que dizem tem coisíssima nenhuma a ver comigo. É tudo pose, teatro, narcisismo.

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Há coisas que só acontecem no Brasil. Humberto de Campos foi um escritor menor, mas de algum sucesso no seu tempo como poeta e cronista. Quando ele morreu, o médium Chico Xavier publicou alguns livros dizendo que os tinha recebido do além, por psicografia do falecido. A família do escritor processou o médium, exigindo direitos autorais, o que literalmente faria de Humberto de Campos aquilo que Machado de Assis denominava “não um autor defunto, mas um defunto autor”. A Justiça, obviamente, negou o pedido.

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Estou em falta com o meu pinto, pois nunca escrevi nada em favor desse instrumento tão difamado e achincalhado. Venho procurando nele algumas qualidades excelsas com que possa louvá-lo, mas nada encontro além dos serviços que ele me prestou em momentos que não eram especialmente dramáticos.

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O discurso do Trump foi um sucesso estrondoso, com alguns momentos verdadeiramente tocantes. Os mortadelas prometiam que iam melar tudo, mas só melaram as próprias fraldas. O que torna o Trump incomparavelmente superior ao Obama é que ele é real, ele é o que parece.

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Só quem já esteve sozinho no meio do mato, perdido, sabe o que é verdadeiramente uma arma. Não é um assunto sobre o qual eu desejaria saber a opinião de quem ficou na cidade vendo TV e pensando em pintos.

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“That was one of the most extraordinary moments you have ever seen in American politics, period.”
Van Jones, comentando na CNN o discurso do Trump.

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O mais desprezível e abjeto dos homens é aquele que, alegando horror às armas e à violência, coloca a sua família sob a proteção de terceiros, incumbindo-os de arriscar a vida em lugar dele e ainda acreditando que tem direito a isso porque lhes pagou em impostos ou salários.
Nem que eu entregasse TODO o meu dinheiro a um policial isso me daria o direito de esperar que ele morresse para defender o que é meu.

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Uma única vez na vida chamei a polícia. Não para me proteger, mas para rastrear os bandidos que eu mesmo já havia afugentado a tiros.

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Quem não entende que a manutenção da ordem pública incumbe a todos os cidadãos, e não a uma classe especializada, não tem NENHUM direito de dar “lições de democracia”.

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Pierre Boutang deu-nos a melhor descrição de Jean-Paul Sartre: ele é o inverso da “Metamorfose” de Kafka — a barata que de repente se transformou em homem e acha o seu novo estado completamente absurdo.

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Povo desarmado é povo acovardado, e povo acovardado é povo corrompido, pronto a vender a sua dignidade a qualquer sedutor barato que lhe prometa o impossível.

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O homem que não está disposto a matar ou morrer para defender sua família não merece ter uma.

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É cada vez menor o número de homens que merecem uma esposa. A maioria merece, no máximo, umas horinhas num puteiro.

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Todo governante totalitário procura armar os seus cumpinchas e desarmar o resto da população. Não há exceções. Só um cérebro de galinaceo com o apropriadíssimo nome de DeFrango pode imaginar que as ditaduras gostam de dar armas ao povo.

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Todos devemos ser gratos ao Obama: ele FODEU com o Partido Democrata.

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O amor de uma esposa não é um direito: é um grande privilégio, quase sempre imerecido.

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Pelo menos dois dos mais célebres presidentes americanos — Abraham Lincoln e Ronald Reagan — fizeram carreira na base das piadas — idéia que aos soleníssimos políticos brasileiros parece impensável. De Lincoln, a melhor foi a resposta dele a alguém que o chamou “homem de duas caras”:
— Se eu tivesse duas caras, você acha que eu usaria esta?

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Um dos meus orgulhos na vida é que, no Facebook, a minha página é a que tem mais seguidoras bonitas e risonhas. Nesta época de mocréias ranhetas, isso não é pouca coisa.

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Conselho aos pais: Nunca faça uma criança chorar. Faça-a rir, e ela o obedecerá com inesgotável boa-vontade.

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Em épocas remotas a maioria dos pés-rapados não casava. No máximo tirava uma lasquinha de vez em quando. Foi o mardito capitalismo que democratizou os casamentos.

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CNN sifu

http://www.wnd.com/2017/03/poll-fake-news-cnn-tanks-below-even-msnbc/

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Nunca se estusiasme com um filósofo só pelas idéias gerais dele. Antes veja como ele as aplica às situações particulares e concretas. Muitos homens enunciam verdades gerais sem ter a menor idéia do que estão dizendo.

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É por isso que admiro ilimitadamente Aristóteles: ele é o mesmo quando fala da metafísica e da vida dos peixes.

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Agora falta democratizar a vida das crianças. Toda criança tem direito a um pai e uma mãe. Nos EUA 50 por cento (entre os negros 75 por cento) delas não têm um dos dois.

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Minha cachorrinha Missy, uma fox hound, morreu hoje. Estava muito velhinha. Deixa saudades.

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O Dr. Freud era um frouxo. Não podia ver sangue sem desmaiar. Provavelmente tinha medo do próprio pinto, daí concluindo que se tratava de instrumento bélico.

Paulo Ramiro Madeira Foi reprovado em Ginecologia & Obstetrícia . rs.
Olavo de Carvalho Quando via uma buceta não sabia se corria para longe ou para dentro.

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Alguém me contou que uma tribo do Xingu (não lembro qual) não gosta de ver famílias incompletas. Quando você chega lá, eles logo arrumam mamães. vovós e tias honorárias para preencher as vagas na família do visitante.

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Acabo de receber dois livros do brilhante historiador Steven L. Kaplan: “O Fim das Corporações” (que infelizmente não terei tempo de ler para o curso do esoterismo) e a “História do Pão Francês”.

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Orações da Quaresma:

https://quadragesima-mmxvii.blogspot.com/

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Vejam só a minha nova amiga facebookiana, Daniela Patroni.
Os inimigos que se contentem com a Lola Barangovitch.

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Piada do Pedro:
O médico diz ao paciente:
— Tenho uma má notícia.
— Qual?
— Você vai ter de parar de tocar punheta.
— Mas por que? Por que? Por que?
— Porque eu estou falando com você. Isso distrai.

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É tanta muié bonita no pedaço que eu vou ter de recomeçar as “Musas Olavettes”.

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